Prefeitura de Ichu

Texto da edição nº 1.521

terça-feira, 22 de março de 2022

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&'.062/8&2(6 (&2168/725,$ $'0,1,675$7,9$ /7'$ 0  Prefeitura Municipal de Ichu/BA A Em, 22 de março de 2022 ✦ Ano: XIII ✦ Edição Ordinária nº. 1.521 ✦ Caderno: 1 ✦ Página: 1 ATOS OFICIAIS DO PODER EXECUTIVO »ATO DE PROMULGAÇÃO Nº. 04/2022. »LEI Nº. 050/2022. »AVISOS DE LICITAÇÃO NOS 004 E 005/2022. »CARTA CONVITE Nº. 02/2022. »PORTARIA Nº. 01, DE 22 DE MARÇO DE 2022. »REFERENCIAL CURRICULAR - ICHU 2022. »REPUBLICAÇÃO – PORTARIA Nº. 012/2022. »TERMO DE ADJUDICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO Nº. 001/2022. Todas as edições são assinadas digitalmente conforme MP n. 2.200-2/2001, que institui a infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira-ICP-BRASIL A versão eletrônica encontra-se disponível no portal: https://domunicipio.com

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Página: 2 Município de Ichu Rua Roque Ferreira da Silva, 43 – Bairro Cruzeiro CNPJ – 13.906.151/0001-55 – CEP - 48.725.000 E-mail: ichuprefeitura@gmail.com ATO DE PROMULGAÇÃO Nº 004/2022. Promulga a proposição legislativa número 033/2022 que “Altera a denominação da Escola Municipal Aloísio Cedraz, para os fins que especifica” da Lei Orgânica deste Município. O PREFEITO MUNICIPAL DE ICHU, no uso de suas atribuições jurídicas conferidas pela Constituição Federal e pela Lei Orgânica do Município de Ichu, faz saber, CONSIDERANDO a aprovação integral do Projeto de Lei enviado pelo Executivo para a Casa Legislativa Municipal, explicitada no ofício da Presidência da Câmara, em Sessão Legislativa, que RESOLVE: Art. 1º. PROMULGAR a Lei Municipal número 050/2022, oriunda do Projeto de Lei número 033/2022, cujo conteúdo faz parte integrante do presente ato de promulgação. Art.2º. Publique-se e registre-se. GABINETE DO PREFEIRO DO MUNICÍPIO DE ICHU Estado da Bahia, 22 de março de 2022. JOSÉ GONZAGA CARNEIRO Prefeito Municipal

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Página: 3 Município de Ichu Rua Roque Ferreira da Silva, 43 – Bairro Cruzeiro CNPJ – 13.906.151/0001-55 – CEP - 48.725.000 E-mail: ichuprefeitura@gmail.com LEI 050/2022. Altera a denominação da Escola Municipal Aloísio Cedraz, para os fins que especifica. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE ICHU, Estado da Bahia, no uso de suas atribuições legais que lhe confere a Lei Orgânica deste Município, FAZ SABER que o Plenário da Câmara de Vereadores aprova e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º. Fica alterada a denominação da Escola Municipal Aloisio Cedraz, que passará a se chamar Escola Municipal Luiz Júlio Carneiro, para fins de adequação do uso do prédio cedido pelo Estado da Bahia, através do Termo de Cessão de Uso e Bem Imóvel nº 078/2021, localizado na Avenida Adalberto Ferreira Santiago, nº 245, Centro, no município de Ichu/Ba. Art. 2º. A Escola Municipal Luiz Júlio Carneiro possui as seguintes finalidades especificas da Educação Básica segundo o artigo 22 da LDB-Lei 9394/96: I- Desenvolver o educando; II- Assegurar a formação comum indispensável para o exercício da cidadania; III- Fornecer os meios para progredir no trabalho; IV- Fornecer os meios para progredir em estudos posteriores. Art. 3º. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogas as disposições em contrário. Gabinete do Prefeito Ichu-Ba, 22 de março de 2022. JOSÉ GONZAGA CARNEIRO Prefeito Municipal

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Página: 4 Município de Ichu Rua Roque Ferreira da Silva, 43 – Bairro Cruzeiro CNPJ – 13.906.151/0001-55 – CEP - 48.725.000 e-mail: ichuprefeitura@gmail.com AVISO DE LICITAÇÃO PP 004/2022 O MUNICÍPIO DE ICHU, mediante a Pregoeira e equipe de apoio designada pela Portaria nº 016/2021, torna público para conhecimento dos interessados que realizará licitação na modalidade de PREGÃO PRESENCIAL – SRP, objetivando a eventual contratação de empresa para fornecimento de Gêneros Alimentícios, destinados a manutenção das diversas Secretarias deste Município. Data prevista: 01/04/2022 às 08:30h. O Edital completo poderá ser adquirido na Sede da Prefeitura Municipal – Setor de Licitação, no horário das 8:00h às 12:00h, de Segunda a Sexta Feira. Informações: licitacaoichu@gmail.com. Ichu/Ba, 22 de março de 2022. TALITA FRANKLIM DE SOUSA Pregoeira Municipal AVISO DE LICITAÇÃO PP 005/2022 O MUNICÍPIO DE ICHU, mediante a Pregoeira e equipe de apoio designada pela Portaria nº 016/2021, torna público para conhecimento dos interessados que realizará licitação na modalidade de PREGÃO PRESENCIAL – SRP, objetivando a eventual contratação de empresa para fornecimento de materiais de limpeza, destinados a manutenção das necessidades das diversas secretarias deste município. Data prevista para abertura 01/04/2022 às 13:00h. O Edital completo poderá ser adquirido na Sede da Prefeitura Municipal – Setor de Licitação, no horário das 8:00h às 12:00h, de Segunda a Sexta Feira. Informações: licitacaoichu@gmail.com. Ichu/Ba, 22 de março de 2022 TALITA FRANKLIM DE SOUSA Pregoeira Municipal.

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Página: 5 Município de Ichu Rua Roque Ferreira da Silva, 43 – Bairro Cruzeiro CNPJ – 13.906.151/0001-55 – CEP - 48.725.000 e-mail: ichuprefeitura@gmail.com

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Página: 6 Município de Ichu Rua Roque Ferreira da Silva, 43 – Bairro Cruzeiro CNPJ – 13.906.151/0001-55 – CEP - 48.725.000 e-mail: ichuprefeitura@gmail.com Município de Ichu. Carta Convite n° 002/2022. Deliberação da Presidenta da CPL: Encaminhe-se o procedimento licitatório à Assessoria Jurídica para elaboração de parecer final. Ichu, 22 de março de 2022. Josilene Souza Carneiro Presidenta

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Página: 7 Município de Ichu Rua Roque Ferreira da Silva, 43 – Bairro Cruzeiro CNPJ – 13.906.151/0001-55 – CEP - 48.725.000 e-mail: ichuprefeitura@gmail.com Parecer: A Presidenta da CPL Municipal, Sra. Josilene Souza Carneiro, solicitou a esta Assessoria Jurídica parecer acerca da declaração de fracasso Carta Convite n° 002/2022, tendo como objetivo Contratação de empresa para confecção de fardamentos escolar para atender a demanda da Secretaria Municipal de educação. São nossas análises: I – Do caso encetado: O Edital foi legítimo e técnico, oportunizando aos interessados franca participação, não sendo alvo impugnações e/ou pedido de esclarecimentos, e houve parecer da lavra do Parecerista assinante. Os licitantes cadastrados no CRC municipal, confirmaram, via email, que possuíam interesse no presente certame. Apesar do chamamento administrativo, nenhum licitante compareceu à sessão. Então, acertadamente, a Presidente declarou deserta a licitação. A exímia Maria Sylvia Zanella Di Pietro em sua obra Direito Administrativo. 15 ed. São Paulo: Atlas, 2003, p. 314 enfileira: “A licitação deserta não se confunde com a licitação fracassada, em que aparecem interessados, mas nenhum é selecionado, em decorrência da inabilitação ou da desclassificação...”. II – Conclusão: Dessarte, entende o Assessor subscritor que a decisão da Presidenta foi acertada e legal, ao declarar fracassado o presente procedimento licitatório. É o parecer, s.m.j. Ichu, Ichu, 22 de março de 2022

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Página: 8 Município de Ichu Rua Roque Ferreira da Silva, 43 – Bairro Cruzeiro CNPJ – 13.906.151/0001-55 – CEP - 48.725.000 e-mail: ichuprefeitura@gmail.com Município de Ichu. Carta Convite n° 002/2022. Deliberação da Presidenta da CPL: Concordo com o Parecer, reiterando o fracasso da Carta Convite n° 002/2022. Publique-se. Ichu, 22 de março de 2022 Josilene Souza Carneiro Presidenta

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Página: 9 PREFEITURA MUNICIPAL DE ICHU SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA Não se pode falar de educação semamor (Paulo Freire) PORTARIA Nº 01 DE 22 DE MARÇO DE 2022. Dispõe sobre a nomeação do Comitê Local de Gestão Colaborativa do Processo de Formação para (Re)Elaboração dos Projetos Políticos Pedagógicos das Unidades Escolares do município e dá outras providências. O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO MUNICIPIO DE ICHU, Estado da Bahia, no uso de suas atribuições legais e regulamentares que lhe são conferidas por lei, e: CONSIDERANDO a lei 9.304/96 em seus artigos 12 (que trata da incumbência dos estabelecimentos de ensino elaborarem e executarem a proposta pedagógica), 13 (que trata da incumbência dos docentes de participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino), e 14 (que aponta para os sistemas de ensino na definição das suas normas de gestão democrática do ensino público na educação básica, o princípio da participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola); CONSIDERANDO a lei federal 13.005/2015, que aprova o plano nacional de educação, de forma mais específica a estratégia 19.6 da meta 19 que trata sobre “estimular a participação e a consulta de profissionais da educação, alunos (as) e seus familiares na formulação dos projetos político-pedagógicos, currículos escolares, planos de gestão escolar e regimentos escolares; CONSIDERANDO a lei estadual nº. 13.559/2016, que aprova o Plano Estadual de Educação – PEE do Estado da Bahia de forma mais específica a estratégia 19.6 da meta 19 que trata sobre “ estimular a participação e a consulta a profissionais da educação, a estudantes e aos seus familiares para a formulação dos projetos político-pedagógicos, planos de gestão escolar e regimentos escolares, assegurando a participação dos pais e mães na avaliação do funcionamento da escola e no cumprimento do seu papel na formação das crianças e jovens; CONSIDERANDO a lei municipal nº. 029/2015 de 24 de Junho de 2015, que aprova o Plano Municipal de Educação – PME do município de Ichu - Bahia, de forma mais específica na estratégia 18.7 da meta 18. CONSIDERANDO a Resolução CNE/CP nº 02 de 20 de dezembro de 2017 que aprovou a Base Nacional Curricular Comum; CONSIDERANDO o Parecer CEE nº. 196/2019 que aprovou o Documento Curricular Referencial da Bahia – DCRB; CONSIDERANDO a Resolução CEE nº 137/2019 que Fixa normas complementares para a implementação da Base Nacional Comum Curricular - BNCC, nas redes de ensino e nas instituições escolares integrantes dos sistemas de ensino, na Educação Básica do Estado da Bahia e dá outras providências; CONSIDERANDO a Resolução CME nº 04/2022 de 21 de Março de 2022 que aprova o Referencial Curricular Municipal – RCM; CONSIDERANDO a adesão do município ao Programa de Formação para (Re)elaboração dos ProjetosPolítico-Pedagógicos nas Escolas dos Municípios Baianos, coordenador pela União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, seccional do Estado da Bahia; Av. Joaquim Lázaro Carneiro, S/N, Centro, CEP 488725-000, Ichu – Bahia. Telefone: (75) 3684-2123 - E-mail: smecichu@yahoo.com.br

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Página: 10 PREFEITURA MUNICIPAL DE ICHU SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA Não se pode falar de educação semamor (Paulo Freire) CONSIDERANDO o compromisso por trabalhar em Regime de Colaboração, para oferta de uma educação pública de qualidade socialmente referenciada por processos democráticos; RESOLVE: Art. 1º Nomear Comitê Local de Gestão Colaborativa do Processo de (Re)Elaboração dos Projetos Políticos Pedagógicos das Unidades Escolares Municipais, composto pelas seguintes representações: Dirigente Municipal de Educação • Marina Oliveira de Araujo Representantes da Equipe Técnica Pedagógica da Secretaria Municipal de Educação  Adenilza Rodrigues de Oliveira  Ana Maria Anunciação da Silva  Normândia Ferreira Lima  Marília Rodrigues de Oliveira  Maria da Conceição Jesus de Oliveira  Taciana Araújo Carneiro Representante do Conselho Municipal de Educação  Nilzete Barcelar da Silva Lima (ARTICULADORA DO PROGRAMA) Art.2º - São atribuições Comitê Local de Gestão Colaborativa do Processo de (Re)Elaboração dos Projetos Políticos Pedagógicos: I. Mobilizar a Comunidade Escolar para o processo de (re)elaboração do Projeto Político Pedagógico; II. Mobilizar, orientar a instituição e monitorar o trabalho dos Comitês Colaborativos de cada unidade escolar durante o processo formacional e de (re)elaboração do PPP; III. Validar o planejamento e cronograma de ações; IV. Disponibilizar materiais de estudo; V. Orientar e zelar pela ampla comunicação do processo; VI. Zelar pelo cumprimento das etapas subsequentes à (re)elaboração dos Projetos Políticos Pedagógicos. Art. 3º - Essa Portaria entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas todas as disposições em contrário. Registre-se. Publique-se. Cumpra-se. Ichu, 22 de Março de 2022. Marina Oliveira de Araújo Secretaria Municipal de Educação e Cultura Av. Joaquim Lázaro Carneiro, S/N, Centro, CEP 488725-000, Ichu – Bahia. Telefone: (75) 3684-2123 - E-mail: smecichu@yahoo.com.br

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Página: 11 SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE ICHU

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Página: 12 FICHA TÉCNICA Carlos Herivelton Coelho Santos Secretário Municipal de Educação Jussara Oliveira Carneiro Diretora de Educação Maria Lucia Anunciação Martins Articuladora Local do Currículo Comissão Municipal de Governança Adailton Conceição Carneiro Adenilza Rodrigues de Oliveira Celidalva Soares de Oliveira Ildenei Carneiro de Araújo Barbosa Innayá Carneiro de Jesus Jussara Oliveira Carneiro Leandro da Silva Santos Maria da Conceição Jesus Oliveira Maria Lucia Anunciação Martins Valmirene das Vírgens Santana dos Anjos Vandeilza de Almeida Silva Nívia Carneiro da Silva Oliveira Normândia Ferreira Lima Zaíra Gonçalves Oliveira Carneiro

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Página: 13 GEAS 1- GRUPOS DE ESTUDOS E APRENDIZAGENS DA PRIMEIRA ETAPA TEXTOS INTRODUTÓRIOS: 1-TERRÍTORIALIDADES: Adailton Conceição Carneiro, Aneide Oliveira Carneiro Lima, Daniela da Silva Santana Lima, Ildenei Carneiro de Araújo Barbosa, Innayá Carneiro de Jesus, Wagner Souza de Oliveira, Ivani Santos de Almeida. 2-MARCO TEÓRICO: Ana Maria Mendonça de Oliveira; Maria Lucia Anunciação Martins; Uiliane Santana de Araújo; Adenilza Rodrigues de Oliveira; Marília Rodrigues de Oliveira. 3-MARCO LEGAL: Leandro da Silva Santos; Marly Cordeiro Pereira; Nilzete Barcelar da Silva Lima; MODALIDADES DA EDUCAÇÃO BASICA: 1-EDUCAÇÃO DO CAMPO Maria da Conceição Jesus de Oliveira; Adenilza Rodrigues de Oliveira; Rejane Maria da Silva Araújo; Hayddé Oliveira Mota; Maria Irani Ferreira Lima; Ana Maria Anunciação da Silva; Beybiane Araujo de Olivira Pereira; Maria Luciélia dos Santos; 2-EDUCAÇÃO ESPECIAL E EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS: Fernanda Dádiva Carneiro Lima, Edimari Oliveira Carneiro, Maria Eleci Cordeiro Pereira, Marta Carneiro da Silva Almeida, Normândia Ferreira Lima, José Ailton de Jesus, Janne Magally Silva Portugal, Nívia Carneiro da Silva Oliveira. 3-EDUCAÇÃO DE JOVENS, ADULTOS E IDOSOS: Margarete Ferreira de Araújo, Marivânia Souza Gomes, Katherine de Oliveira Santos, Vandeilza de Almeida Silva, José Carlos da Cruz, José Raimundo Freitas, Iriely Oliveira Rios. TEMAS INTERCURRICULARES Educação Ambiental: Sidnei Simão Carneiro Oliveira; Maria da Conceição Jesus de Oliveira; Dulciclei Cedraz Santiago Carneiro; Francineide Cedraz da Silva Lima; Janete Mota da Silva. Educação Financeira e para o Consumo: Maria Gilnete Carneiro Santiago, Tânia Carneiro de Oliveira, Fernando Lucio Ribeiro Silva; Ivanilda Carneiro Araujo Lima; Maria Neuma Carneiro. Educação para o Trânsito Malena Gonzaga da Silva Carneiro- relatora; Maria Rita dos Santos- articuladora; Aline Oliveira Souza; João Paulo dos Santos; Maria Evanilde Silva Santos; Lorenna Maiury Araújo Militão; Cineuza de Oliveira Barbosa; Margarete Costa de Oliveira;

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Página: 14 Saúde na Escola: Almerinda Rosenda Araújo Carneiro; Angelina de Araújo Carneiro; Tatiane Cordeiro de Oliveira; Elisabeth Silva Carneiro; Maria Dilmaci de Sena Ferreira Carneiro; Maria de Lourdes Carneiro de Almeida; Maria José Carneiro; Nelza Cedraz Carneiro; Rubenalva Oliveira Carneiro; Equipe Educação Fiscal: Alex Ferreira da Silva; Idália Nascimento Carneiro; Rosaneide Ferreira Oliveira; Genilda Maria Carneiro; Nicarla Almeida Carneiro; Cultura Digital: Angelita de Jesus Santos Ferreira da Silva, Cledeilza de Jesus Santos, Cristian Leide Carneiro de Oliveira, Geunicelia Lima Ferreira Conceição, Laís Gomes Silva Ramos, Marina Oliveira de Araújo, Nyanza Cedraz Carneiro. Educação para a Diversidade: Valmirene das Vírgens Santana dos Anjos; Raimunda Meire Pires de Carvalho Carneiro; Zaíra Gonçalves de Oliveira Carneiro; Edilma Carneiro de Almeida Araujo; Ana Maria Anunciação da Silva; Maria Vandecy Almeida Souza. COLABORADORES: Tiago Carneiro de Oliveira- Instrutor de Trânsito. Geovana Márcia Carneiro Oliveira Cristiana Brito Marcia Maria Cedraz Carneiro Maria Dalva Oliveira Carneiro. Lucas Rondinelle Edicarlos Almeida Nicássio Hyllas Carneiro Oliveira Iaçanan Carneiro de Jesus Antônio Marion Lima Lucia Maria Carneiro Santana Cordeiro Jair Alves dos Santos Mateus Teixeira da Silva Marcia Oliveira da Silva Edilma Carneiro de Almeida Araújo Aylane Agda Bastos da Silva Daniela Alany Oliveira de Almeida; Patrícia Alves Carneiro.

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Página: 15 GEAS 2- GRUPOS DE ESTUDOS E APRENDIZAGENS DA SEGUNDA ETAPA EDUCAÇÃO INFANTIL: Aline Oliveira Souza, Almerinda Rosenda Araújo Carneiro, Andressa , Angelina de Araujo Carneiro, Aylane Agda Bastos da Silva, Elisabeth Silva Carneiro, Ildenei Carneiro de Araujo Barbosa, Innayá Carneiro de Jesus, Marta Carneiro da Silva Almeida, Geunicélia Lima Ferreira Conceição, Maria de Lourdes Carneiro de Almeida, Maria Dilmaci de Sena Ferreira Carneiro, Maria Evanilde Silva Santos, Maria Irani Ferreira Lima, Maria José Carneiro, Maria Luciélia dos Santos, Maria Rita dos Santos, Nyanza Cedraz Carneiro, Rubenalva Oliveira Carneiro, Tatiane Cordeiro de Oliveira, Ildenei Carneiro de Araujo Barbosa e Innayá Carneiro de Jesus, Marta Carneiro da Silva Almeida. ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS: Linguagem: Língua Portuguesa: Ana Maria Anunciação da Silva; Nicarla Almeida Carneiro; Fernanda Dádiva Carneiro Lima; Idália Nascimento Carneiro; Rosaneide Ferreira Oliveira; Maria Lucia Anunciação Martins; GEA- Ciências da Natureza Beybiane Araújo De Oliveira Pereira; Dulciclei Cedraz Santiago Carneiro; Iriely Oliveira Rios; Janete Mota Da Silva; Jussara Oliveira Carneiro; Maria Eleci Cordeiro Pereira; Taciane De Oliveira Mendonça; Vandeilza De Almeida Silva; Adailton Conceição Carneiro. GEA- Ensino Religioso Adailton Conceição Carneiro, Beybiane A. de O. Pereira, Dulciclei Cedraz Santiago Carneiro, Iriely Oliveira Rios, Janete Mota da Silva, Jussara Oliveira Carneiro, Maria Eleci Cordeiro Pereira, Taciane de Oliveira Mendonça, Vandeilza de Almeida Silva. GEA – Arte, Educação Física, História, Geografia Alex Ferreira da Silva; José Raimundo Freitas; Fabiana Maria Carneiro; Cineuza de Oliveira Barbosa; Jane Magaly Silva Portugal; Adenilza Rodrigues de Oliveira, Maria da Conceição Jesus Oliveira. GEA – Matemática Nívia Carneiro da Silva Oliveira, Marília Rodrigues de Oliveira, Marina Oliveira de Araújo, José Carlos da Cruz, Naiara Reis Silva. ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS GEA - Arte Ana Maria Mendonça de Oliveira; Aneide Oliveira Carneiro Lima; Iriely Oliveira Rios; Janete Mota Da Silva; José Raimundo Freitas; Nilzete Barcelar da Silva Lima; Taciane de Oliveira Mendonça; Vandeilza de Almeida Silva. GEA- Educação Física Angelita de Jesus Santos Ferreira Da Silva; Fernando Lúcio Ribeiro Silva; Iriely Oliveira Rios; Janete Mota da Silva; João Paulo dos Santos; Vandeilza de Almeida Silva. Linguagem: Língua Portuguesa e Língua Inglesa José Ailton de Jesus; Marly Cordeiro Pereira; Edmari Oliveira Carneiro (articuladora do

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Página: 16 grupo); Ana Maria Mendonça; Evaneria Lima Santiago; Maria Vandecy Almeida Souza Nilzete Barcelar da Silva Lima; GEA Matemática Maria Gilnete Carneiro Santiago; Fernando Lucio Ribeiro Silva; Ivanilda Carneiro Araujo Lima; Marcia Oliveira da Silva; Maria Neuma Carneiro, Maria Lucia Anunciação Martins. GEA Humanas ( História e Geografia). Wagner Souza de Oliveira; Daniela da Silva Santana Lima; Normândia Ferreira Lima; Sidnei Simão Carneiro Oliveira; Edilma Carneiro de Almeida; Ivani Santos de Almeida; Uiliane Santana Araujo; GEA Ensino Religioso Maria Vandecy Almeida Souza, Maria Lucia Anunciação Martins, Adailton Conceição Carneiro, Raimunda Meire Pires de Carvalho Carneiro, Cristian Leide Carneiro de Oliveira, Cristiano Reis Carneiro Oliveira; GEA Ciências da Natureza Janete Mota da Silva; Jussara Oliveira Carneiro; Iaçanan Carneiro de Jesus; Taciane de Oliveira Mendonça; Francineide Cedraz da Silva Lima; Tânia Carneiro de Oliveira, Iaçanan Carneiro de Jesus.

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Página: 17 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO....................................................................................................... ............9 PARTE I: TEXTOS INTRODUTÓRIOS.............................................................................12 1. TERRITORIALIDADES: CENÁRIOS E IDENTIDADES CURRICULARES GLOCAIS................................................................................................................................12 2. MARCOS TEÓRICOS, CONCEITUAIS E METODOLÓGICOS...............................23 3. MARCOS LEGAIS.............................................................................................................28 PARTE II: MODALIDADES DA EDUCAÇÃO BÁSICA.................................................32 4.1 EDUCAÇÃO DO CAMPO...............................................................................................32 4.2 EDUCAÇÃO ESPECIAL.................................................................................................37 4.3 EDUCAÇÃO DE JOVENS, ADULTOS E IDOSOS. ...................................................42 4.4 EDUCAÇÃO ESCOLAR QUILOMBOLA....................................................................... 4.5 EDUCAÇÃO INDÍGENA................................................................................................... PARTE III: TEMAS INTERCURRICULARES.................................................................47 5.1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL............................................................................................47 5.2 EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO................................................................................50 5.3 SAÚDE NA ESCOLA.......................................................................................................52 5.4 EDUCAÇÃO FISCAL.....................................................................................................53 5.5 CULTURA DIGITAL.......................................................................................................55 5.6 EDUCAÇÃO E DIREITOS HUMANOS.......................................................................61 5.7 EDUCAÇÃO PARA A DIVERSIDADE.........................................................................64 PARTE IV – ETAPAS DE ENSINO.....................................................................................66 6. EDUCAÇÃO INFANTIL..................................................................................................66 TEXTO INTRODUTÓRIO DA EDUCAÇÃO INFANTIL: Concepções − Campos de experiências .............................................................................................................................67 ORGANIZADOR CURRICULAR..................................................................................... 96 7. ENSINO FUNDAMENTAL............................................................................................ 113 TEXTO INTRODUTÓRIO DO ENSINO FUNDAMENTAL: – Concepção por área do conhecimento..........................................................................................................................115 ORGANIZADOR CURRICULAR DE CADA COMPONENTE...................................... LINGUAGEM.......................................................................................................................... LINGUA PORTUGUESA....................................................................................................119 ARTE......................................................................................................................................251 EDUCAÇÃO FÍSICA...........................................................................................................316 LÍNGUA INGLESA.............................................................................................................337

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Página: 18 MATEMÁTICA....................................................................................................................355 CIÊNCIAS DA NATURESA...............................................................................................405 CIÊNCIAS HUMANAS........................................................................................................443 GEOGRAFIA........................................................................................................................445 HISTORIA.............................................................................................................................475 ENSINO RELIGIOSO..........................................................................................................502 PROJETO DE VIDA............................................................................................................526 AVALIAÇÃO........................................................................................................................532

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Página: 20 8 Saudações Curriculantes, A Undime seccional Bahia, representada por sua Diretoria Executiva e Ampliada, e através da sua equipe técnica, entendendo a importância de contribuir com os Dirigentes Municipais de Educação do território baiano no fomento, na criação e execução das políticas públicas tendo em vista a melhoria da qualidade da educação baiana, elaborou o Programa de (Re)Elaboração dos Referenciais Curriculares Municipais do Estado da Bahia. Inspirados na poesia do João Cabral de Melo Neves... “Um galo sozinho não tece uma manhã”, desbravamos trilhas em busca de outros “galos” para que a tecitura pudesse ser concretizada. A Universidade Federal da Bahia, a União Nacional dos Conselhos de Educação e o Itaú Social juntaram-se a nós e, assim, foi possível mobilizar e engajar a Bahia num grande movimento curriculante formacional, que envolveu 401 municípios e cerca de 60.000 profissionais do magistério, além de outros membros da comunidade escolar. O desejo de ver/sentir/viver uma Bahia democrática, justa, solidária oportunizando às suas crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos uma educação municipal cada vez mais enriquecida por valores, éticos, estéticos, políticos, espirituais, ecológicos de modo a consolidar a escola pública sob os princípios da educação integral, nos uniu até aqui. A Undime Bahia, reconhece e agradece o importante e valoroso trabalho realizado por todos os especialistas e formadores do Programa, mas especialmente, reconhece e agradece todas as equipes de educadores das redes municipais de ensino dos 27 territórios de identidade baiano que se autorizaram a autorar seus Referenciais Curriculares, mesmo em condições tão adversas como a que estamos vivendo em 2020 em razão da pandemia pela COVID 19. É nosso desejo ainda, que dentro em breve estejamos sentindo o perfume das flores e o sabor dos frutos suculentos que serão colhidos a partir do trabalho realizado até aqui e, também, do que será realizado em cada sala de aula das escolas da nossa Bahia. O desafio apenas começou! Passamos para a próxima etapa: O processo formacional no cotidiano das escolas. A Undime continuará na luta e na parceria com cada um dos 417 municípios da sua seccional. O Movimento Curriculante apenas teve início, e as comversações curriculares continuam! Um grande abraço. Equipe Undime Bahia

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Página: 21 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 9 APRESENTAÇÃO A elaboração de um documento referência para o currículo do município é, sem dúvida, um momento histórico, ímpar para a educação local. É uma trajetória que requer participação ampla dos educadores, da sociedade civil que almeja uma escola implicada com a realidade dos sujeitos. A elaboração da proposta curricular local está prevista como estratégia do Plano Municipal de Educação, instituído pela Lei Municipal nº 029 de 24 de junho de 2015. Dessa forma, além de uma necessidade educacional é uma exigência legal para que haja consonância no núcleo comum do currículo entre as esferas nacional, estadual e municipal, conforme legislação que implementa a BNCC e o DCRB. A Secretaria Municipal de Educação de Ichu, convicta de sua responsabilidade de possibilitar a articulação necessária para a construção de um referencial curricular local, com vistas ao desenvolvimento do trabalho pedagógico participativo como forma de implementar melhores caminhos para o desenvolvimento da aprendizagem dos estudantes, aderiu ao Programa de (Re)Elaboração do Currículo nos municípios baianos coordenado pela UNDIME- União dos Dirigentes Municipais de Educação da Bahia, em parceria com o Itaú Social, UNCME- União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação, UFBAUniversidade Federal da Bahia, buscando a contextualização do DCRB- Documento Curricular referencial da Bahia à realidade local, tornando-o, portanto, Documento Curricular Referencial do Município de Ichu. O Programa foi articulado por meio da Comissão Municipal de Governança do Currículo, instituída pela Portaria nº 5 de 14 de maio de 2020. Neste Momento, o município fez a opção por realizar a contextualização do DCRB e não pela elaboração de um currículo na sua totalidade, pois, além de não possuir Sistema Instituído, o que limita sua autonomia, o Programa foi desenvolvido no contexto da Pandemia do COVID-19, com o isolamento social, fato este que requer mais tempo para os estudos, devido à dinâmica com o trabalho virtual fluir de forma mais lenta. Assim, mantivemos nessa produção, o trabalho com as habilidades e competências já presentes no DCRB e BNCC, contudo, alertamos ao fato de que é um elemento que precisa ser revisto, tão logo seja instituído o Sistema e o currículo do município seja revisado, pois, apesar das contribuições incorporadas aos textos caminharem num sentido inclusivo e muito atento às práticas sociais dos sujeitos locais, a perspectiva de currículo por competência não representa toda a concepção de construção do conhecimento de base emancipatória que respeite as suas identidades.

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Página: 22 10 O Referencial Curricular de Ichu, a partir dos estudos, análises e produções, reflete sobre suas questões identitárias na perspectiva da territorialidade glocais, marco teórico e legal com ênfase nas concepções e legislações que embasam nossas práticas, agrega princípios e fundamentos com leitura da realidade local da Educação do Campo, da Educação de Jovens, Adultos e Idosos, Educação Especial, considera temáticas intercurriculares evidentes na nossa sociedade com um olhar atento ao meio ambiente, às questões históricas e culturais presentes na memória nas vivências dos ichuenses, como forma de contribuir com a formação plural, inclusiva e contextualizada dos estudantes. O trabalho foi desenvolvido entre maio e outubro de 2020, contando com uma trajetória de participação ativa dos professores, coordenadores, diretores, organizações sociais e pessoas da comunidade com muito empenho e compromisso, garantindo a oportunidade de normatizar expectativas de aprendizagem condizentes com a realidade. O compromisso firmado em cada temática aqui inserida deverá ser materializado nas salas de aula das escolas, favorecendo a aprendizagem dos estudantes em um processo de formação integral. Esse é o nosso compromisso. Maria Lucia Anunciação Martins Articuladora Municipal do Currículo Carlos Herivelton Coelho Santos Secretário Municipal de Educação e Cultura

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Página: 23 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 11

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Página: 24 12 1. TERRITORIALIDADES: CENÁRIOS E IDENTIDADES CURRICULARES GLOCAIS TERRITORIALIDADE NUM MUNICÍPIO DO SERTÃO DOS TOCÓS NA SINGULAR E PLURAL BAHIA A Política Curricular para o Estado da Bahia emerge de um campo de reflexões que se integram ao território. O DCRB, (Documento Curricular Referencial da Bahia) para a Educação Infantil e Ensino Fundamental, atribui às escolas o desenvolvimento de competências voltadas à contextualização, aprofundamento e construção das pluralidades e singularidades dos seus territórios, mesmo considerando as diversas identidades que caracterizam a Bahia, mas para isso, apresenta orientações que respeitem a autonomia dessas escolas. De acordo com Milton Santos o conceito de território se configura como resultado de uma produção histórica, não se limitando ao conjunto dos sistemas naturais, incorporando o lugar à identidade, ao sentimento de pertencer como sujeito histórico e político, o referido autor convida a pensar sobre a relação entre a dinâmica territorial e a manifestação da consciência social, reflexão fundamental no contexto de organização de um currículo referencial para um Estado multidiverso como a Bahia, que se apropria do termo “Território” a partir da noção de identidade e como conceito híbrido e multidimensional. Esta compreensão do território como categoria fundante para o planejamento de todas as políticas setoriais do estado da Bahia é instituída por meio da Lei nº 10.705, de 14 de novembro de 2007. Contudo, é por meio da Lei nº 13.214, de 29 de dezembro de 2014, que

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Página: 25 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 13 são apresentados os princípios, as diretrizes e os objetivos da Política de Desenvolvimento Territorial do Estado da Bahia. Dessa forma, o Estado da Bahia organiza os seus 417 municípios em 27 Territórios de Identidade, dentre eles o do Sisal e se constituem como Unidades de Planejamento das Políticas Públicas, delineadas a partir de agrupamentos identitários municipais, geralmente contíguos, formados de acordo com critérios sociais, culturais, econômicos e geográficos. O Território do Sisal é composto por 20 municípios, dentre eles Ichu, emancipado em 30 de julho de 1962, desmembrado de Riachão do Jacuípe pela Lei Estadual nº 1766, seu bioma é a Caatinga e se situa no nordeste baiano e seu território pertence 100% à bacia hidrográfica do Paraguaçu, praticamente toda a rede hidrográfica do município deságua no rio Tocós, afluente do Jacuípe e este do rio principal da bacia que é o Paraguaçu que deságua no estuário da baía do Iguape no município de Maragojipe, antes as suas águas abastecem a Usina Hidrelétrica de Pedra do Cavalo, da mesma barragem se distribui água potável para região metropolitana de Salvador. O nome rio dos Tocós faz alusão a um antigo aldeamento de índios pertencentes à camada mais primitiva dos indígenas brasileiros, que já cultivavam milho, feijão e mandioca, também sobreviviam da colheita, da caça e da pesca, viviam em malocas e em casas de taipa, umas próximas das outras, já habitavam essas plagas sertanejas quando chegaram os primeiros portugueses no início da era colonial e a partir deste cenário a Coroa Portuguesa passou a denominar a região que compreende o atual território do Sisal de Sertão dos Tocós, segundo estudo do escritor Tasso Franco publicado nas obras “Serrinha – A colonização portuguesa numa cidade do sertão da Bahia” e no romance histórico “A rainha Apolônia e o Quilombo da Flor Roxa”. Tasso Franco chega a falar em aniquilamento dos índios tocós, e, que hoje resta apenas um aldeamento kiriri no nordeste baiano, que inclusive conquistou há pouco tempo a demarcação de seu território no município de Banzaê. Em Ichu é comum os relatos de casamentos forçados entre homens brancos e mulheres indígenas, no passado, conforme expressão muito utilizada, “pega a dente de cachorro”, dando a entender que se tratava de relações violentas. Ainda sobre os índios Cariris (ou Kiriris), eram pacíficos e tinham sentimentos sobre a família e a religião. Individualistas e melindrosos, não gostavam de ser repreendidos. Menerur era o Deus único. A cerimônia central era realizada numa cabana sagrada, dançavam, bebiam, fumavam e nas orações pediam bom tempo, caça, fartura, mantimentos e saúde. Os instrumentos – flauta – e as oferendas – penachos – eram guardados em lugares limpos e

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Página: 26 14 decentes, as festas eram realizadas de ano em ano ou de seis em seis meses, os índios pintavam os corpos nús, tinha seus pajés – sacerdotes; Os índios faziam objetos de barro: potes, talhas, pratos, panelas e outros, inclusive igaçaba (pote de barro cozido com bocas largas) que era uma das maneiras de enterrar seus cadáveres, inclusive a senhora Hercília Selvina Carneiro (in memoriam) relatou que o seu esposo, Isidro Pastor Carneiro, (também in memoriam) encontrou nas proximidades do riacho do Batente, na Tolda uma dessas urnas funerárias enterrada. Outros objetos da cultura indígena e que são ainda utilizados, entre eles, o caçuá – trançado com cipó e usado para pendurar nas cangalhas dos burros; a esteira – trançada com folhas de palmeiras nativas como o ariri; bocapiu – sacola de mão usada para carregar compras nas feiras livres; balaios, cestos, armadilhas de pesca e caça. Além do legado cravado no nome do principal rio (o Tocós); a existência de duas localidades com o nome de Cachimbo, uma onde fica o conhecido morro e represa com o mesmo nome e a outra que hoje recebe o nome de Nova Esperança e é a maior comunidade do município, inclusive a professora Nolair tem preservado em seu acervo a relíquia de um lindo cachimbo, encontrado na vizinha Fazenda Ilha, que margeia o Tocós, segundo ela o utensílio pertencia aos índios tocós; das pessoas que eram identificada como caboclas, e; dos traços físicos nos biótipos de muitos ichuenses, e apesar da forte miscigenação chama atenção algumas localidades como Nova Esperança, Campinas, Varjota e Buqueirão. A era colonial é marcada pela abertura de estradas boiadeiras, desde 1612, cortando o sertão dos tocós ligando a capital da colônia ao alto sertão do São Francisco até o Piaui, também ligando à Jacobina por conta da extração de minérios, a rota boiadeira, associada às concessões de grandes sesmarias nos sertões, contribuiu significativamente na geração de conflitos entre colonizadores e índios e na dissolução dos agrupamentos indígenas, passando a explorar a mão-de-obra negra de forma escravocrata nas fazendas de criação de gado e atividades agropecuárias nas terras dos Tocós. A essa altura estavam presentes as três grandes matrizes culturais, o indígena, o africano e o europeu, formando uma nova identidade territorial e multicultural, marcada por grandes conflitos, resistência ou comportamento serviçal, chocando interesses, entre colonizadores e colonizados, sentimentos de dominação e liberdade. Dentre as missões colonizadoras do século XVII, aparece a expedição missionária Serra do Arabó entre 1654 e 1657, chefiada pelo frei Rafael Cardoso, vinda do Maranhão, composta por 110 índios já catequisados, negros e um irmão jesuíta, com muita dificuldade atravessou os sertões e visitou os jacobina, os tocó e os tapuia, dentre outros povos, inclusive

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Página: 27 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 15 celebrando missa; Durante o século XVIII os dois maiores ramos familiares de sesmeiros na Bahia eram os Garcia D’Ávila da Casa da Torre, e os Guedes Brito da Casa da Ponte - Jacobina, as relações entre esses sesmeiros não eram cordiais, inclusive na disputa das terras do Sertão dos Tocós, conforme descrição dos cronistas da Corte sobre os sertões. Os Guedes de Brito da Casa da Ponte – Jacobina, possuía as Fazendas dos Tocós desde 14 de fevereiro de 1612, um título de sesmaria dado à Maria Guedes, mãe de Antonio Guedes, ao padre Manoel Guedes de Lobo, Sebastiana de Brito e a Ana Guedes, as referidas terras dos Tocós confrontava com Inhambupe e Natuba (atual Nova Soure), também confrontavam entre os rios Jacuípe e Itapicuru. Com a morte de Antonio Guedes de Brito, as fazendas existentes no Sertão dos Tocós passam por herança à sua filha Isabel Maria Guedes de Brito e à neta D. Joana Guedes de Brito, que chegaram a ser celebrizadas como as mais ricas herdeiras da América Portuguesa. Bernardo da Silva, em 1723, depois de 25 anos sendo administrador dos bens dos descendentes de Antonio Guedes de Brito e residindo na Fazenda Tambuatá, nas terras dos Sertões dos Tocós, comprando as referidas terras que pertenciam a Dona Joana Guedes de Brito e ao seu marido D. João de Mascarenhas por 2.200$000 e nelas um sítio chamado Serrinha, onde passou a morar com a sua família. No século XVIII se instalam as primeiras famílias aventureiras de portugueses nos sertões dos tocós, a exemplo de Antonio Carneiro da Silva, que se instalou na Fazenda São Bartholomeu, no atual município de Riachão do Jacuípe, conforme registro de escritura no dia 12 de janeiro de 1741. Em 21 de maio de 1766, já casado com Anna Maria da Silva (filha de Bernardo da Silva da Fazenda Tamboatá e depois Sítio Serrinha), comprou por escritura pública passada em Salvador, terras dos sítios Bom Sucesso, Boqueirão e Tocós, “que parte ao meio com a fazenda Serrinha pelo lado do morro” (pag. 59). Como se pode perceber o território onde hoje se situa o município de Ichu, já fez parte da Capitania Hereditária da Baía de Todos os Santos, que depois se tornou Governo Geral com a instalação da Capital Salvador, fez parte da Sesmaria Sertão dos Tocós da família dos Guedes Brito, depois comprado em forma de fazendas pelo português Antonio Carneiro da Silva de São Bartolomeu, também dono de Bonsucesso – atual Riachão do Jacuípe, patriarca da rama dos carneiros e pelo seu sogro Bernardo da Silva de Tambuatá e do Sítio Serrinha, a partir daí surgem fazendas históricas no município de criação de gado e de produção agropecuária, a exemplo de Boa Vista, Cedro, Ichu, Canavial, Umbuzeiro, Tolda, Mumbuca, Miragalho, Bom Jardim, Maxixe, Laranjo, Massapê, Calumbi, Queimada, Morro Redondo,

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Página: 28 16 Retiro, Quixaba, Tiririca, Campinas, Formigueiro, Caldeirão, etc. As terras do Sertão dos Tocós, que antes eram ocupadas pelos indígenas passaram a ser controladas e exploradas pelos colonizadores e aventureiros portugueses. Atualmente o pequeno município de Ichu conta com o latifúndio de Morro Redondo (maior propriedade rural deste), num canto da fazenda (ao leste da sede da mesma) encontra-se uma comunidade de posseiros e remanescentes do trabalho em regime escravocrata na mesma fazenda colonial, denominada Boa União, fruto de um processo de luta apoiado pelo Movimento de Organização Comunitária – MOC. Nas proximidades da serra de São Caetano (Bela Vista) e da atual comunidade de Praianos, formada majoritariamente por afrodescendentes e cuja origem está relacionada a migrantes que habitavam em região praieira do Recôncavo Baiano, surgiu o extinto Quilombo da Flor Roxa, na fronteira de Ichu com Serrinha, que segundo o livro “A rainha Apolônia e o Quilombo da Flor Roxa” essa comunidade foi formada principalmente por pessoas que antes eram escravizadas em fazendas do Recôncavo. Outras comunidades com fortes características de remanescência quilombola são as de Licuri e Quixaba, berços fortes da cultura e religiosidade de matriz africana, como o Candomblé e a Umbanda, esta ainda mantida por um descendente através de seu Terreiro na sede do município, (o senhor Neto de Oxalá), que apesar da intolerância religiosa e da quase invisibilidade sofrida, resiste bravamente. Estas comunidades formadas por pessoas, antes escravizadas, foram reinstaladas a partir de 1888 com o fim do regime escravocrata oficial do país, no fundo da antiga Fazenda Quixaba, do proprietário e dono de escravos, senhor Antonio Martins, herdeiro do senhor Serafim da Faz. Retiro. Segundo relato do quase centenário João Noro (in memoriam) residente na Lagoa Cavada, no município de Conceição do Coité e de outras pessoas veteranas consultadas, Antonio Martins residia na sede da Fazenda Quixaba, situada na entrada ao leste do atual povoado de Barra e que este tornou-se patriarca desta referida comunidade formando duas linhagens familiares, “uma branca”, formada a partir do relacionamento com a sua esposa oficial e a “outra negra”, constituída a partir de uma relação de concubinato com uma senhora escravizada pelo mesmo, identificada por Maria da Barra e que tinha fama de ser muito bela. Semelhante à história da formação genealógica de Barra, também há relatos em outras fazendas que exploraram a mão de obra sob o regime escravocrata, a exemplo da Fazenda Queimadinha na fronteira de Ichu com Riachão do Jacuípe, que da relação entre um senhor da casa grande e uma mulher da senzala gera um dos patriarcas da comunidade de Capoeira do Rio. Também se formou nas proximidades as comunidades afrodescendentes de Barro Preto e

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Página: 29 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 17 Casa Nova. Apesar da cadeia produtiva do sisal está em extinção em seu território municipal, historicamente Ichu sente-se pertencente e identificado nos componentes sociocultural, econômico e ambiental ao Território Sisaleiro de identidade, aderindo ao mesmo. Ainda em se tratando de território enquanto identidade, metodologia de governança e espaço político de decisões, os governos municipais não têm adotado este paradigma na gestão local das políticas e ações governamentais. O trabalho desenvolvido pelo Movimento de Organização Comunitária – MOC tem contribuído significativamente para o surgimento e fortalecimento do associativismo comunitário, o sindicalismo de base e o cooperativismo solidário; no desenvolvimento sustentável da agricultura familiar e das diversas cadeias produtivas e seus grupos ou produtores individuais ou familiares, as experiências agroecológicas de convivência com o semiárido, incluindo tecnologias sociais, praticadas por algumas famílias do município servem de laboratórios de aprendizagens, devendo na medida do possível se promover intercâmbios; das cadeias produtivas, hoje a do leite é a que mais tem agregado valor ao produto, por conta de laticínios particulares, a exemplo do Aleluia. Os arranjos produtivos locais e a dinâmica da economia criativa devem incidir sobre a Educação Fundamental, entretecendo na trama dos Currículos das Unidades Escolares, por meio de situações contextuais, concretas, saberes e particularidades culturais que agreguem aos conhecimentos escolares o necessário suporte para a interpretação e interferência no mundo. Apesar da carência de trabalhos acadêmicos sobre a história e outros aspectos da territorialidade municipal, merecem destaques na elaboração do currículo municipal a história, valorizando as experiências da oralidade que é socializada de geração em geração, as manifestações culturais locais, a exemplo da Semana da Cultura como culminância do que se produz e as expressões do samba de roda rural, os brinquedos de roda, cirandas, o reizado, o artesanato diversificado, os festejos juninos, as composições musicais dos artistas da terra, a capoeira, o cicloturismo, as cavalgadas, a religiosidade popular, bumba meu boi, festival do licor de Casa Nova, eventos esportivos a exemplo da Copa Rural e do Campeonato de Futsal, o município conta também com a Rádio Comunitária Independente – FM. Ichu tem forte tradição religiosa, a predominância é Católica com sua liturgia de suas missas ao longo do ano com destaque para os momentos fortes, a exemplo do Natal, sem esquecer da ornamentação dos presépios (lapinhas); a Quaresma; a Páscoa; o Mês Mariano, culminando com a Coroação de Maria; o Mês da Bíblia; o Vocacional e o Missionário; as

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Página: 30 18 novenas, os tríduos, as festas dos padroeiros das capelas e a do Sagrado Coração de Jesus – padroeiro paroquial, além das devoções populares. Há também atividades nas diversas Igrejas Evangélicas protestantes espalhadas na sede e na zona rural, Igreja Evangélica Assembleia de Deus, Igreja Batista, Deus é amor, Congregação Cristã no Brasil, Adventista do 7º Dia, Universal do Reino de Deus, Igreja Mundial do Poder de Deus, com ênfase ao Dia Anual do Evangélico definido em Lei Municipal para o dia 23 de setembro; Ichu conta com um Centro Espírita “Aristóteles Peixinho” e um Salão do Reino das Testemunhas de Jeová; Ichu também conta com Terreiro de Umbanda na Avenida Elvira Freitas Ferreira, religião de matriz africana. Das políticas públicas existentes e os projetos e programas governamentais merece destaque hoje no município a política nacional do Programa da Atenção Básica (PAB) da saúde com uma cobertura da população em 100% e por adotar um recorte territorial próprio, distribuindo o município em três estratégias de unidades de saúde da família, dando prioridade ao atendimento da população. As características territoriais deverão ser contempladas no Documento Curricular Referencial, nos Projetos Políticos-Pedagógicos (PPP), das Unidades Escolares, assim como deverão ser objeto de estudo na formação dos educadores. O DCRB acentua o compromisso de ter o Território assentado na engrenagem dos Currículos, percebendo-o como produção do cotidiano, de identidades e de perspectivas emancipatórias, buscando assegurar a autonomia da escola ao caracterizar seu “lugar”, tomando-a como sujeito político, como autora de decisões. A premissa para isso é a garantia da participação social, de espaços de governança e exercício de poderes de intervenção. Não poderá haver sustentabilidade sem consciência e participação política a nível local. Entre as virtualidades possíveis estão as múltiplas formas de interpretar a realidade, sejam por meio dos matizes da cultura, sejam pela ótica da historicidade ancestral, pois, em cada um dos cantos e recantos desse estado continental se encontra narrativas que reinventam modos de ser e de viver, devendo se partir de um olhar de curiosidade e de investigação sobre os múltiplos aspectos, contemplando dimensões culturais, geoambientais, políticoinstitucionais, econômicas e, também, a questão tecnológica e suas implicações multifacetadas e complexas definindo territórios a partir de articulações de pontos e formação de redes. A proposta curricular deve contemplar os aspectos naturais(bacia hidrográfica, áreas naturais mais próximas), e as ações antrópicas (aspectos de urbanização, grupos culturais locais, associações, etc.) em torno da escola como elementos identitários que podem ser meios para a construção do conhecimento acerca da realidade local, e da sua conexão com outros

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Página: 31 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 19 lugares. É possível compreender o território como um lugar de pertencimento, cheio de riquezas produzidas pelos sujeitos, e que essas riquezas devem fazer-se presente na escola para além de um conceito puramente teórico, atuando no reconhecimento e valorização dos diversos saberes existentes em seu interior, bem como sua integração no processo de ensinoaprendizagem, aos conhecimentos cientificamente produzidos. Compreender o território a partir das suas multiplicidades implica direcionar um olhar crítico sobre esse recorte espacial e suas dinâmicas, considerando suas histórias, identidades e sujeitos, atores das inúmeras ações de (re)construção deste no espaço-tempo, bem como de suas bases, sejam elas territoriais, sociais e políticas. É no chão da escola que esses saberes e as identidades territoriais devem ser (re)conhecidas e avivadas, num processo de partilha, cooperação, solidariedade e emancipação dos sujeitos sócio-políticos que constroem e integram seus territórios. A agricultura familiar, a resistência e adaptação do seu povo as condições naturais, sociais, econômicas, as estratégias de convivência com o Semiárido são alguns dos elementos que caracterizam o Território do Sisal e expressa sua singularidade e relevância para os sujeitos que nele habitam, imprimindo na sua base, sua ancestralidade e registros de muitas histórias de vida, historias que se acumulam e são perpassadas ao longo dos tempos. Nesta direção, é necessário se apropriar das territorialidades que subsidiaram o processo de construção da identidade do município de Ichu-BA para direcionar seu referencial curricular. Essa contextualização do território torna-se importante elemento crítico para a compreensão das identidades territoriais e para a observação dos fenômenos dinâmicos que promovem desterritorializações e reterritorializações de sujeitos, despertando o olhar para os conflitos subjacentes nas realidades em movimento, para o devir, para as “sangrias” daquilo que é conservador ou impedidor de mobilidades – subjetivas e concretas. A escola não deve perder de vista a potência do Território, situado no tempo-espaço concreto, para construção de identidades, como elemento constitutivo das práticas e da cultura humana, pois é através das unidades escolares que ocorrem a implantação e consolidação do Arranjo de Desenvolvimento da Educação (ADE), cujo conceito está presente na Resolução nº 1, do Conselho Nacional de Educação, de 23 de janeiro de 2012. De acordo o DCBR e o Parecer CEE n° 327/2019 os referenciais curriculares ao possuírem sua parte diversificada, criam sua própria identidade curricular e vinculam-se aos

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Página: 32 20 sujeitos que constroem seus territórios, por meio de situações contextuais, concretas, saberes e particularidades culturais que agreguem aos conhecimentos escolares o necessário suporte para a interpretação e interferência no mundo. No tocante a orientação para a definição da parte diversificada do currículo, a Resolução CEE Nº 137/2019, de 17 de dezembro de 2019 retrata no Art. 25 que devem ser considerados: Abordagem Territorial como uma política de Estado; Gestão territorial, interfaces com a agenda da sociobiodiversidade e da agroecologia; Corredores Ecológicos nos Territórios de Identidade à luz da ecologia da paisagem; Cidades e aglomerados populacionais; Bacias hidrográficas da Bahia; Regiões biogeográficas na Bahia; Territórios e Etnias: Espaços Quilombolas; Territórios e Etnias: Espaços Indígenas; Territórios, Memórias e Pertencimentos: os movimentos sociais populares; Educação em Práticas Corporais; Territórios da Bahia, variações linguísticas e interculturalidades. Portanto, a construção de um referencial curricular que contemple as problemáticas que envolvem os territórios, tanto em escala local como global, refletirá diretamente nas trajetórias formativas dos sujeitos sociais que os integram. Um currículo de perspectivas emancipatórias que agregue múltiplas perspectivas é entendido como uma ferramenta de poder, capaz de instigar projetos de vida, ampliar olhares, protagonizar ações e “dá vida” aos territórios, pois, é no lócus do território que as novas formas de solidariedade de parceria e de cooperação entre os sujeitos sociais se tornam possíveis.

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Página: 35 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 23 2. MARCOS TEÓRICOS, CONCEITUAIS E METODOLÓGICOS. O currículo abastece-se de fontes ideológicas. A neutralidade é algo inexistente, mesmo quando o consideramos oculto. Na construção do currículo é importante saber qual ideologia e metodologias seguir para o alcance de uma educação de qualidade. Mas, para tanto, faz-se necessário responder aos questionamentos: Qual educação queremos? A quem interessa? Para quê? Com quem? Escolher um paradigma de educação a ser seguido é de extrema importância e gigantesca responsabilidade. Nessa perspectiva, o currículo precisa transgredir as questões epistemológicas de manutenção das influências das relações exploratórias da colonização na formação social e dos jogos de poderes pertinentes a esse tipo de processo. Sendo assim, o currículo necessita de construções referenciadas e legislada em critérios democráticos que viabilizem a autonomia, participação, flexibilidade e diversidade. Pensar um currículo que satisfaça a esses anseios, que prime pela formação integral dos sujeitos e desenvolvimento de competências necessárias aos estudantes da Educação Básica, devem ser pautadas em aprendizagens plurais, articuladas, interativas, partindo de vivências cotidianas dos sujeitos e transformando-as em conhecimentos e saberes significativos. Diante do exposto, o município de Ichu, situado no semiárido baiano e pertencente ao Território do Sisal, representado pela Secretaria Municipal de Educação, propõe-se a reelaborar seu currículo em consonância com a Base Nacional Comum Curricular e do Documento Curricular Referencial da Bahia para a Educação Infantil e Ensino Fundamental. Para tanto, o município através da reelaboração curricular, evidenciará que educação proporcionará para seus munícipes. Elaborar um currículo contextualizado relacionado com a vida e para a convivência com o semiárido, implica em conhecer o lugar de vivência e de fala dos sujeitos sociais, além das necessidades e demandas da população local, na busca do fortalecimento dos processos identitários individuais e com o lugar onde se vive. Dessa forma, assegurar políticas públicas para a convivência e permanência no semiárido, é um grande desafio frente à globalização, potencializada pelos avanços tecnológicos e de comunicações. Nesse contexto, cabe a escola, como geradora de conhecimentos, pensar um currículo que oportunize o estudo de conhecimentos e saberes locais, valorizando a tolerância às diversidades culturais, o meio ambiente, um modo de crescimento econômico sustentável, que desenvolva o rural e o urbano, em regime de complementariedade cidade-campo, objetivando um sistema de educação com mais equidade. Vale salientar, que estudar o local, não substituir

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Página: 36 24 o estudo do global. É função da escola, oferecer a toda comunidade escolar, um currículo vivo, que considere a realidade dos sujeitos envolvidos no processo de ensino-aprendizagem através de documentos legais construídos com bases democráticas, com didática, metodologias, planejamentos e práticas educativas condizentes com as pedagogias ativas, além de garantir a formação continuada para professores e profissionais de educação. É preciso buscar a efetivação de uma educação que incorpore princípios éticos, de respeito e valorização das diversidades oportunizando espaços e mecanismos de diálogos com a comunidade escolar. É importante pensar na garantia de condições dignas de trabalho aos profissionais da educação, no desenvolvimento da cidadania dos estudantes, oferecendo-lhes uma educação de qualidade para a mobilidade social e formação de sujeitos que se reconheçam naquilo que se ensina e se aprende. Assim, “quanto mais criticamente se exerça a capacidade de aprender tanto mais se constrói e desenvolve o que venho chamando ‘curiosidade epistemológica’, sem a qual não alcançamos o conhecimento cabal do objeto” (Freire, 2001, p.27). A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB (BRASIL 1996), em seu artigo 12 nos diz que “Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de: [...] VI- articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola”. Sendo assim, as unidades de ensino tem a responsabilidade de incentivar e criar oportunidades, promovendo espaços para que a participação das famílias e comunidade seja realizada de forma efetiva, através de uma gestão escolar democrática e participativa. As famílias precisam ter ciência do processo pedagógico da escola, assim como, participem da definição das propostas educacionais. Essa articulação amplia as possibilidades das crianças e dos jovens serem assistidas em suas necessidades educacionais, usufruindo da proteção necessária à sua condição de infante cidadão com direitos e deveres garantidos constitucionalmente. No entanto, é necessário que cada uma dessas instituições assuma as responsabilidades que lhes cabem, no sentido de garantir que a aprendizagem das crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos aconteça numa educação voltada para o exercício ético da democracia e da cidadania. É fundamental que ambas, família e escola, sigam os mesmo princípios e direção em relação aos objetivos que desejam atingir que é de educar e garantir condições para um futuro melhor. Analisando os referenciais da educação numa perspectiva crítica, percebemos a necessidade de se construir uma educação integral, e para isso, devemos inicialmente

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Página: 37 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 25 considerar que a maneira de conceber a própria realidade, projeta significado de indivíduos que se engajam numa teia de relações sociais com o mundo. Esses sujeitos fazem parte de grupos sociais, étnicos, geracionais, religiosos, de gênero, ou seja, sujeitos heterogêneos, com identidades diversas. Dessa forma, é importante conceber que o ensino e a aprendizagem envolvam o tratamento das identidades, respeito aos modos de ser e de viver de diferentes povos, a compreensão dos contextos culturais, não em busca de uma adaptação dos considerados diferentes, mas de reconhecer as especificidades dos “sujeitos coletivos” que integram o contexto educacional. (Arroyo, 1999). Ensinar e aprender abrangem também a transmissão de valores, visões de mundo apreendidas e que são carregadas de intencionalidades. Na educação das relações étnicoraciais, é imprescindível tratar pedagogicamente as questões e tensões raciais, problematizar sobre o “mito da democracia racial” e analisar criticamente as estruturas e relações de poder em que as desigualdades sociais se materializam. Além disso, cumprir com a obrigatoriedade do ensino da História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, no currículo escolar prevista na Lei 11.645/2008. Na Educação do Campo, é preciso considerar as identidades camponesas, as lutas sociais travadas historicamente tendo com referência a tríade educação, campo e políticas públicas. Garantir que exista uma Educação do Campo e não apenas no Campo, conforme enfatiza Caldart (2009, p. 41) como “um ‘do’ que não é dado, mas precisa ser construído no processo de formação dos sujeitos coletivos que lutam para tomar parte da dinâmica social”. Na Educação especial não se deve, em nenhum momento, perder de vista as individualidades nas formas de aprender e de perceber o mundo por parte de cada sujeito, garantindo que as diferenças não sejam vistas como forma de inferioridade ou exclusão. Neste sentido, é essencial o diálogo amplo sobre a formação dos educadores que atendem esta modalidade de ensino, estabelecendo estratégias e fundamentos pedagógicos de inclusão dos estudantes com necessidades educativas especiais. É fundamental um olhar atento e comprometido com a garantia dos direitos constitucionais na efetivação dessa educação multidimensional. A visão do papel da educação deve estar amplamente voltada para o processo de inclusão, humanização, valorização da memória coletiva das comunidades e dos diferentes saberes e modos de produzir a vida, para propostas e práticas pedagógicas de formação de professores e professoras, bem como para o financiamento da Educação. Retomando a ideia curriculante, partimos do pressuposto do currículo sob o olhar de Macedo (2011), como território em disputa implica nas relações de poder e (Silva, 2009), “O

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Página: 38 26 currículo é lugar, espaço, território. O currículo é trajetória, viagem, percurso. O currículo é autobiografia, nossa vida, currículo vitae; no currículo se forja nossa identidade.” Nesse sentido, é oportuno enfatizar que: “Descolonizar os currículos é mais um desafio para a educação escolar. Muito já denunciamos sobre a rigidez das grades curriculares, o empobrecimento do caráter conteudista dos currículos, a necessidade de diálogo entre escola, currículo e realidade social, a necessidade de formar professores e professoras reflexivos e sobre as culturas negadas e silenciadas nos currículos (GOMES, 2012, p. 102). A obrigatoriedade demarcada na lei 10.639/2003 aponta para um campo de possibilidades de ressignificação desse currículo, é uma perspectiva contra- hegemônica de se conceber os povos, as culturas e seus legados para toda a sociedade. Tais demandas exigem reconhecimento das diversidades, exigem currículos que conduzam as indagações e ao reconhecimento de diferentes visões de mundo, exige também a efetivação de práticas pedagógicas antirracistas, rompendo com os estereótipos, machismo, violência, homofobia, preconceitos enraizados no imaginário das pessoas, ou seja, currículos democraticamente definidos. Faz-se relevante, entrelaçar conhecimentos necessários ao desenvolvimento de uma ação pedagógica contextualizada que proporcione análises e reflexões pertinentes à construção de mudanças baseadas nos significados construídos sobre os saberes, fazeres e culturas da comunidade. É necessário construir uma educação contextualizada com a convivência no Semiárido, utilizando-se metodologia específica que trabalhe a realidade campesina, buscando contribuir com o desenvolvimento sustentável. Neste sentido, é importante valer-se de experiências como a desenvolvida junto ao Projeto CAT - Conhecer, Analisar e Transformar a Realidade do Campo, fortalecendo-a, enquanto metodologia e fundamento da prática pedagógica. Para Silva e Carvalho (2015), o CAT procura, a partir de um itinerário pedagógico, estimular um diálogo entre os saberes dos sujeitos com os conhecimentos produzidos pelas áreas científicas, ampliando suas ações, capacidades de identificar problemáticas de suas realidades e construir soluções apropriadas para a melhoria da qualidade de vida. Para que experiências como estas sejam possíveis, faz-se relevante a existência de uma prática interdisciplinar, por compreender que esta viabiliza o diálogo entre as diversas áreas do conhecimento, a experiência no convívio grupal, ampliando, sobretudo, a interação entre alunos e entre alunos e professores e comunidade.

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Página: 39 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 27 A interdisciplinaridade deve estar presente no processo ensino aprendizagem de forma significativa, e os projetos pedagógicos fazem parte desse universo, pois buscam a contextualização da realidade, integrando o conhecimento de maneira harmônica e complementar, construído a partir dos múltiplos olhares das ciências e dos saberes populares. É valido ressaltar que a interdisciplinaridade curricular se efetiva no âmbito da prática dos sujeitos como ato de aprendizagem e de apropriação mediada. No plano da organização curricular, o que se constrói são formas integradoras de tratamento do conhecimento e da cultura, seja pela integração de conteúdos e ou pela busca de alternativas didáticas. Compreende-se que a formação escolar, caminha no sentido da interdisciplinaridade das formas de apropriação dos saberes e da cultura, com vistas em alguma medida relacionada à produção de sua história de vida, do conhecimento e sua socialização. Pensar as práticas interdisciplinares como possibilidades de materialidade desse currículo diverso colocam professores, alunos, gestores e demais membros da escola como co-autores desse processo. Dessa forma, busca-se a concretização de uma aprendizagem significativa evidenciando as competências gerais da BNCC, em que estão inseridos os conhecimentos tecnológicos, didáticos, assim como as questões socioemocionais a serem compreendidas e vivenciadas por cada sujeito, zelando pela empatia e o cuidado consigo e com o outro. Referências: BRASIL. Lei nº 9.394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: Ministério da Educação, 1996. BRASIL, Resolução nº 4, Define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica. de 13 de julho de 2010; BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasília- DF, 1990. Disponível em: www.plataformadoletramento.org.br; CALDART, Roseli Salete (org). Por uma educação do campo: identidade e políticas públicas. V.4. Brasília. 2002. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. São Paulo: Paz e Terra. 15ª Ed. 1983. GOMES, Nilma Lino. Alguns termos e conceitos presentes no debate sobre relações

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Página: 40 28 raciais no Brasil: uma breve discussão. In BRASIL, Educação anti-racista: caminhos abertos pela Lei Federal nº 10.639/03/ Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade. Brasília, 2005. ______, Educação, identidade negra e formação de professores/as: um olhar sobre o corpo negro e o cabelo crespo; Educação e Pesquisa, São Paulo, v 29, n 1, p. 167-182, jan/junho. 2003. MACEDO, Roberto Sidnei. Atos de currículos: uma incessante atividade etnometódica e fonte de análise de práticas curriculares. Currículo sem Fronteiras, v. 13, n. 3, p. 427-435, set./dez. 2013. SILVA, Tomaz Tadeu. Alienígenas na sala de aula. Petrópolis, Rj: vozes 11.ed. 2013. SILVA, Maria do Socorro. Educação do Campo: Semeando sonhos.... Cultivando direitos. 3ª edição. Brasília/DF: CONTAG, 2006. SILVA, Maria do Socorro, CARVALHO, Maria Inaiá Moreira. Educação contextualizada no Semiárido Baiano: a contribuição do projeto CAT para as políticas de educação e escola do campo.-MOC Feira de Santana – BA: Editora Curviana, 2015. SACRISTÁN, J. Gimeno. O Currículo - Uma reflexão sobre a Prática. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2000. SILVA. Tomaz, Tadeu. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. 3 ed – 1ª reimpresssão- Belo Horizonte: Autentica, 2010. 3. MARCOS LEGAIS Com base nesses marcos constitucionais, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), no inciso IV de seu Artigo 9º, afirma que cabe à União estabelecer, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, competências e diretrizes para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio, que nortearão os currículos e seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar formação básica comum (BRASIL, 1996; ênfase adicionada). O Documento Curricular do município de Ichu para a educação infantil e Ensino Fundamental tem o objetivo de dialogar com temas da contemporaneidade articulando os conhecimentos com o contexto social local a partir dos anseios da comunidade escolar e legislação municipal. É importante ressaltar a importância deste documento como mais uma diretriz que

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Página: 41 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 29 marca de forma significativa a educação do município. Os princípios democráticos que embasaram esse processo de elaboração curricular revelam uma participação ativa de toda a sociedade dentro do contexto da representatividade de diversas entidades e instituições. Este documento busca priorizar os conhecimentos essencialmente importantes na direção do acesso igualitário ao conhecimento por todos os estudantes do município. Essa garantia de direito a aprendizagem deve possibilitar que todos possam desenvolver as suas habilidades e construir o seu conhecimento sendo respeitados nas suas limitações e na busca constante da superação das mesmas. O desenvolvimento de aprendizagens não se configura como um processo fácil. São muitos fatores externos e internos a escola que dificultam o fazer pedagógico. Desde problemas de cunho social nos quais os estudantes estão inseridos a processos pedagógicos que em muitos momentos não dispõe de materiais suficientes para o desenvolvimento de uma prática satisfatória por parte dos docentes. Neste sentido, será necessário que o movimento e discussão curricular se mantenham em constante reflexão. A aplicabilidade de qualquer normativo legal exige uma disposição e apoio àqueles que o tornarão vivo dentro de seus contextos educacionais. Portanto, o monitoramento, a avaliação e acompanhamento na sua execução deverão fazer parte de todo o processo para a garantia da sua eficácia. Diante dessa premissa, deve se levar em conta o PME (Plano Municipal de Educação) que visa assegurar a melhoria da qualidade da educação e a promoção do princípio da gestão democrática da educação pública. Assim, os marcos legais designam, portanto, de maneiras diferentes, algo comum, aquilo que os estudantes devem aprender na Educação Básica, o que inclui tanto os saberes quanto a capacidade de aplicar esses conhecimentos de forma que seja respeitada a inclusão, a valorização das diferenças e o atendimento à pluralidade e à diversidade cultural resgatando e valorizando as várias manifestações de cada comunidade. Modalidades Normativos Finalidade Lei municipal Nº03/2012 Renova o Decreto Nº 009/2014 de 03 de Fevereiro de 2014 onde nomeia os conselheiros para comporem o conselho de acompanhamento e controle social do FUNDEB. Lei Nº 06/2017 “Dispõe sobre a Criação do Participação social

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Página: 42 30 Conselho da Mulher Decreto nº112/2017 De 10 de outubro de 2017 Criança e adolescente Lei Nº 005/2014 Lei Nº 006/2005 LEI Nº 016/2013 DE 17 DE OUTUBRO DE 2013. LEI Nº 029/2015 de 24 de junho de 2015 PME Educação do Campo LEI Nº 14/2014 de 08 de outubro de 2014 Lei de Nº 04 Decreto Nº 038/2018 Conselho Municipal dos Direitos da Mulher – CMDM”. Institui a semana municipal da Primeira Infância. Dispõe sobre a Política Municipal de atendimento dos direitos da criança e do adolescente. Altera a Lei Municipal n. 006/2005, de 31 de Maio de 2005, que dispõe sobre políticas municipais de Atendimento dos Direitos da Criança e adolescente Altera a Lei Municipal n. 006/2005, de 31 de Maio de 2005, que dispõe sobre políticas municipais de Atendimento dos Direitos da Criança e adolescente. Aprova o Plano Municipal de Educação – PME do Município Ichu, em consonância com a Lei nº 13.005/2014 que trata do Plano Nacional de Educação - PNE Define as diretrizes básicas da política municipal de educação contextualizada e de educação do campo e dá outras providências. Cria Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente – COMDEMA Dispõe sobre os procedimentos a serem tomados para a cobrança de taxas relativas a processos ambientais emitidos pelo município.

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Página: 43 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB Educação Ambiental 31 Lei de Nº 005 de 03 de maio Que Institui a Política de 2013 Ambiental Municipal e Dispõe sobre a Administração da Qualidade Ambiental, Proteção, Controle e Desenvolvimento do Meio Ambiente e Uso Adequado dos Recursos Naturais do Município de Ichu; Lei de Nº 17 de 02 de dezembro de 2014 Lei de Nº 18 de 02 de dezembro de 2014 Lei de Nº 04 de 27 de fevereiro de 2018 Que Institui a Política Municipal do Meio Ambiente e dá outras Providências; Que Institui e Regulamenta o Fundo Municipal de Meio Ambiente; Dispõe Sobre a Criação do Programa de Coleta Seletiva do Âmbito Municipal e dá outras Providências; Referências: ICHU, Bahia/ Brasil. - Lei de Nº 005 dispõe sobre Política Ambiental Municipal e Dispõe sobre a Administração da Qualidade Ambiental, Proteção, Controle e Desenvolvimento do Meio Ambiente e Uso Adequado dos Recursos Naturais do Município de Ichu; de 03 de maio de 2013 ICHU, Bahia/ Brasil. - Lei de Nº 17 que Institui a Política Municipal do Meio Ambiente e dá outras Providências do Município de Ichu de 02 de dezembro de 2014; ICHU, Bahia/ Brasil. - Lei de Nº 18 que Institui e Regulamenta o Fundo Municipal de Meio Ambiente; do Município de Ichu de 02 de dezembro de 2014; ICHU, Bahia/ Brasil. - Lei Nº 04 que dispõe Sobre a Criação do Programa de Coleta Seletiva do Âmbito Municipal e dá outras Providências. do Município de Ichu de 27 de fevereiro de 2018. Documento Curricular Referencial da Bahia para Educação Infantil e Ensino Fundamental – Superintendência de Políticas para Educação Básica. União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação. Bahia Salvador: Secretaria da Educação, 2019. 475p.

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Página: 44 32 4. MODALIDADES DA EDUCAÇÃO BÁSICA 4.1 EDUCAÇÃO DO CAMPO DO MUNICÍPIO DE ICHU-BA Educação do Campo “é toda ação educativa desenvolvida junto as populações do campo e fundamenta-se nas práticas sociais constitutivas dessas populações: os conhecimentos, habilidades, sentimentos, valores, modo de ser, de ver, de viver e de produzir e formas de compartilhar a vida”(Art. 2º da resolução 01-CNE 03/04/2002). Nesta perspectiva, ao pensar em um currículo voltado para o município de Ichu, que se originou de uma fazenda chamada ENXU nos anos de 1920, localizada no semiárido baiano, mas precisamente no território de identidade da região sisaleira, traz consigo desde sua formação, o trabalho com a terra para sobrevivência e até divertimento. Neste sentido, a constituição do lugar é identitária do campo, nosso povo vive de forma indissociável com a natureza, estabelecendo uma relação de grande importância, nos relatos diários, na observação e nos estudos, além de outros registros, percebe-se que, os ichuenses desenvolvem a Educação do Campo no núcleo familiar e comunitário, tendo como principais fontes de renda de sua população práticas artesanais, a agricultura familiar, oriunda das comunidades locais rurais, lugar que carrega em seu histórico o protagonismo dos povos em especial os do campo, e com base nestas informações, a busca por uma educação do campo local contextualizada é indispensável para a construção do currículo de nosso município. De acordo com a Lei Municipal nº 14 de 08 de outubro de 2014 em seu Art. 4º,parágrafos § 1 e § 2 compreende por educação do campo e populações do campo: § 1: A Educação do Campo compreende a Educação Básica em suas etapas de Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação Profissional Técnica de nível médio integrada com o Ensino Médio e destina-se ao atendimento às populações rurais (Câmara de Educação Básica, Res. Nº 2, de 28 de abril de 2008, Art. 1); § 2: Entende-se por populações do campo: os agricultores familiares, os extrativistas, os pescadores artesanais, os ribeirinhos, os assentados e acampados da reforma agrária, os trabalhadores assalariados rurais, os quilombolas, os caiçaras, os povos da floresta, os cabocos e outros que produzam suas condições materiais de existência a partir do trabalho no meio rural (§ 1º, Dec. Nº 7.352 de novembro de 2010). Segundo a constituição de 1988, a educação rural ganhou contribuições importantes voltadas para a garantia de direito a ter um plano político educacional para a sua população. Pois, deu os meios jurídicos que sustentam as reivindicações por seus direitos sociais, quando traz em seu artigo 205, que:

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Página: 45 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 33 A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. (BRASIL, 1988). Nesta perspectiva, a educação tem função essencial na promoção do lugar de fala dos diferentes sujeitos que a compõe. Assim, valorizar os contextos é preparar para a cidadania, formar sujeitos autônomos capazes de intervirem positivamente na sociedade. Nesse sentido, a Educação do Campo modalidade de ensino que surge através das reivindicações dos/das trabalhadores/ras do campo, precisa reconhecer e valorizar os saberes de seu povo com observância as suas especificidades. No âmbito nacional, houve as seguintes aprovações: a Resolução CNE/CEB nº 1/2002, que institui as Diretrizes Operacionais para a Educação Básica nas Escolas do Campo, um conjunto de princípios e procedimentos para ser observado nos projetos das instituições que integram os diversos sistemas de ensino; o Parecer CNE/CEB n° 1/2006, que recomenda a adoção da Pedagogia da Alternância em escolas do campo; a Resolução nº 2/2008, que estabelece diretrizes complementares, normas e princípios para o desenvolvimento de políticas públicas de atendimento da Educação Básica do Campo; o Decreto n° 7.352/2010, que dispõe sobre a Política da Educação do Campo e o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (PRONERA); a Lei Federal nº 12.695/2012, que dispõe sobre o apoio técnico ou financeiro da União no âmbito do Plano de Ações Articuladas e a Lei Federal nº 2.960/2014, que altera a LDBEN para constar a exigência de manifestação de órgão normativo do sistema de ensino (Conselho Estadual), para o fechamento de escolas do campo, indígenas e quilombolas, considerando para tanto o posicionamento apresentado pela Secretaria Estadual de Educação, a análise do diagnóstico do impacto da ação e a manifestação da comunidade escolar, além da Resolução do CEE nº 103/2015, que dispõe sobre a oferta da Educação do Campo no Sistema Estadual de Ensino da Bahia. De acordo com a Resolução CEE n° 103/2015, a oferta da Educação do Campo, no Sistema Estadual de Ensino da Bahia, no nível da Educação Básica, destina-se à formação integral das populações do campo, em escolas do campo, entendidas como unidades de ensino situadas na área rural ou aquelas localizadas em áreas urbanas, desde que atendam, prioritariamente, às populações do campo (Art. 1º – CEE n°103/2015). No documento proveniente da Conferência Nacional de Educação (CONAE 2010), defende-se que questões ligadas à justiça social, ao trabalho e à diversidade estejam presentes nas diversas instituições educativas e em todos os níveis e modalidades de educação. Quanto

Página 46

Página: 46 34 à Educação do Campo, enfatiza: superar as discrepâncias e desigualdades educacionais entre o urbano e o campo; garantir a oferta da educação do campo no país, levando em consideração a diversidades e as desigualdades regionais; garantir às escolas do campo padrões básicos de infraestrutura; valorização do meio, articulação com as demais modalidades de ensino, dentre outros. No âmbito da Lei municipal nº 014/2014 de 08 de outubro de 2014, que define as diretrizes básicas da política municipal de educação contextualizada e de educação do campo e dá outras providências, no seu artigo nº 3º entende-se: Por educação contextualizada e educação do campo o sistema municipal de ensino em base aos Art. 26 e 28 da Lei no 9394/96 (LDB), da Resolução CNE/CEB 1, de 3 de abril de 2002, da Resolução no 2/2008 da Câmara de Educação Básica de 2008 e do Decreto Lei no 7.352/2010, que incorporam nos seus currículos e noutros instrumentos pedagógicos temas, questões e processos pertinentes à realidade regional imprescindíveis à dimensão de desenvolvimento sustentável local, tomando esta realidade como ponto de partida para a construção/apreensão do conhecimento universal. No Plano Municipal de Educação- PME Lei nº 029/2015 de 24 de junho de 2015, que define as diretrizes, metas e estratégias em consonância com a Lei nº 13.005/2014 que trata do Plano Nacional de Educação – PNE, define em sua META 13 para a Educação do Campo do município de Ichu a garantia do funcionamento qualificado e permanência das escolas do campo existente no município. De acordo os instrumentos jurídicos citados, os princípios da Educação do Campo são: compreensão do trabalho como princípio educativo e da cultura como matriz do conhecimento; respeito à diversidade da população do campo em todos os seus aspectos; garantia da definição de projetos educativos com pedagogias condizentes às condições e aos anseios das populações do campo; reconhecimento das unidades escolares como espaços públicos de ensino e aprendizagem, produção de conhecimento e articulação de experiências de vida dos estudantes; desenvolvimento de políticas de formação de profissionais da educação para o atendimento às especificidades, considerando-se as condições concretas da produção, e reprodução social da vida no campo; valorização da identidade da escola, por meio de projetos político-pedagógicos com organização curricular e metodologias adequadas às necessidades dos estudantes e comunidades do campo; flexibilização na organização escolar, visando à adequação do tempo pedagógico, à definição do calendário, aos processos de organização de turmas, sem prejuízos das normas de proteção da infância contra o trabalho infantil; e controle social da qualidade da educação escolar, mediante a efetiva participação da

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Página: 47 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 35 comunidade e dos movimentos sociais relacionados às questões do campo na gestão da escola (Resolução CEE nº 103/2015). Nessa perspectiva, o processo de ensino/aprendizagem deve partir da realidade dos povos do campo, com a identidade valorizada por meio de projetos educativos e pedagogias próprias, que atendam às especificidades dessa população. Isso implica a construção de um currículo próprio, calendário escolar flexível, produção de material didático e paradidático que dialogue com o contexto local dos estudantes e que dê conta da organização dos espaços e tempos pedagógicos integrados: Tempo Escola e Tempo Comunidade. Sabendo que, como afirma Queiroz (2004), “Numa concepção de alternância formativa, não é suficiente a aproximação ou a ligação de dois lugares com suas lógicas diferentes e contraditórias, ou seja, a escola e o trabalho. É necessária uma sinergia, uma integração, uma interpenetração rompendo com a dicotomia teoria e prática, abstrato e concreto, saberes formalizados e habilidades (saber – fazer), formação e produção, trabalho intelectual e trabalho físico (manual).” Assim sendo, o currículo precisa ser contextualizado e conter em seus arcabouços componentes curriculares condizentes com as relações sociais da vida do campo, a exemplo da agroecologia, agricultura familiar, e em especial os projetos que já vem sendo desenvolvido pelo município como experiência exitosa, Baú de Leitura e CAT (Conhecer, Analisar e Transformar a realidade do campo), que tem como proposta política pedagógica desenvolver ações concretas de forma democrática, integral, lúdicas, críticas, holísticas e sistemáticas, tendo como princípio a metodologia de pesquisa-ação e como instrumento de planejamento a Ficha Pedagógica, a qual é construída juntamente com os professores(as) da rede municipal de ensino, comunidade escolar e sociedade civil, projetos estes que são assessorados pelo MOC (Movimento de Organização Comunitária), através de formação inicial e continuada de professores e professoras como requisito para o trabalho , com temáticas que incorpore processos e práticas de maior interesse para o desenvolvimento sustentável local. O currículo não é apenas um conjunto de conteúdos elencados, pois toda sua concepção perpassa pelas relações sociais que envolvem a sociedade. Para a educação do campo, o currículo deve ser desenvolvido a partir das necessidades concretas dos estudantes, elaborado por muitas mãos e múltiplos olhares, composto por saberes próprios das comunidades e em diálogo com os conhecimentos científicos e saberes universalizados. O resultado desse processo deverá ser a formação integral dos estudantes e o desenvolvimento

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Página: 48 36 do meio, dos quais a produção do conhecimento parte, principalmente da realidade próxima, das atividades práticas e do trabalho coletivo. No Documento Curricular Referencial do município de Ichu-Ba para a Educação Infantil e Ensino Fundamental, o trabalho é compreendido como princípio formativo, o que significa pensar a formação pelo trabalho humano numa perspectiva emancipatória, no sentido de analisar, conhecer e transformar a realidade para o bem-estar e desenvolvimento da sociedade. Essa concepção caminha de forma oposta ao viés capitalista, que perpetua a lógica de exploração da força de trabalho. Destaca-se, como referência para prática de uma educação do campo contextualizada, aquela embasada nos princípios da Pedagogia da Alternância, que tem atendido às necessidades da população do campo e se mostrado como a melhor alternativa para a Educação Básica do campo para os anos finais do Ensino Fundamental (Parecer CNE/CEB nº 1/2006). Esse princípio pedagógico valoriza a cultura local, as experiências cotidianas dos estudantes e das comunidades nas quais estão inseridos, bem como o modo de pensar e produzir dos sujeitos do campo. Chamamos atenção para outro ponto, às escolas sob o formato de multisseriação se constituem maioria no município, no atendimento educacional aos sujeitos do campo. Sendo essa organização uma realidade do campo, o currículo deve contribuir para a melhoria do trabalho pedagógico nessas escolas, assegurando uma organização e prática políticopedagógica diferenciada, que garanta o direito à escolarização como essencial para o desenvolvimento do campo numa perspectiva de justiça e igualdade social. Em suma, a concepção de Educação do Campo busca romper com a proposta de educação tradicional que organiza o currículo nos moldes da educação urbana, assim como nos diz Caldart (2002), como se a escola do campo fosse um mero apêndice da escola da cidade. A Educação do Campo defende uma concepção pedagógica na qual o currículo está, intrinsecamente, atrelado à realidade, valorizando o local e o global. Um currículo próprio, construído por meio do conhecimento científico, das experiências de vida dos estudantes e da efetiva participação dos movimentos sociais populares e da comunidade extraescolar, constituindo uma verdadeira educação no/do campo. REFERÊNCIAS BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. 1988. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. Acesso em 16/06/2020.

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Página: 49 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 37 BRASIL. Lei N.º 9.394. LDB – Lei de Diretrizes e bases da Educação Nacional. De 20 de dezembro de 1996. DOU de 23 de dezembro de 1996. Contribuições para Construção de um Currículo Contextualizado para o Semiárido/ Ana paula M. Duarte, Vera Maria O. Carneiro ( Organizadoras).- Feira de Santana: MOC/ Curviana, 2013. Decreto 7.532/2010 Dispõe sobre a política de educação do campo e o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária – PRONERA. De 4 de novembro de 2010. ICHU, Bahia/ Brasil. Lei nº 014 dispõe sobre às Diretrizes básicas da política Municipal de Educação Contextualizada e de Educação do Campo de 08 de outubro de 2014. ICHU, Bahia/ Brasil. Lei nº 029/2015 dispõe sobre Plano Municipal de Educação de Ichu. Bahia de 24 de Junho de 2015. OLIVEIRA, Argemiro Gregório. Esboço Histórico de Ichu. Ichu, agosto de 1985. CAT-Conhecer, Analisar e Transformar: uma oportunidade para as escolas municipais do Semiárido/ Gervásio Ferreira dos Santos; José Albertino Cervalho Lordelo (Orgs). Feira de Santana: MOC/ Curviana, 2017. Documento Curricular Referencial da Bahia para Educação Infantil e Ensino Fundamental – Superintendência de Políticas para Educação Básica. União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação. Bahia Salvador: Secretaria da Educação, 2019. 475p. Construindo saberes para a Educação Contextualizada/Bernadete Mariene Carneiro Santos; Cleonice dos Santos Oliveira, Michelle Rios Lopes; Vera Maria Carneiro e Zhara Leite Sousa, (organizadoras).- 3. Ed. Recife: MOC/ Gráfica Provisual, 2015. Construindo saberes para a Educação Contextualizada/Ana Paula Mendes Duarte, Daiane Santos Silva, Renata Santos Almeida, Vera Maria Carneiro (organizadoras).- Feira de Santana: MOC 2019. 4.2 EDUCAÇÃO ESPECIAL A Educação Especial/Inclusiva é uma modalidade de educação que perpassa transversalmente todos os níveis, etapas e modalidades de ensino, oferecendo um conjunto de serviços e recursos especializados para complementar e/ou suplementar o processo educacional dos estudantes com necessidades educacionais específicas. A inclusão

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Página: 50 38 socioeducacional dos estudantes com deficiência: cegueira, baixa visão, deficiência auditiva, surdez, surdo-cegueira, deficiência intelectual, deficiência física, deficiências múltiplas, autismo e altas habilidades/superdotação é um desafio a ser enfrentado por todos. A transformação da escola não deve ser entendida como uma mera exigência do ordenamento legal, e sim um compromisso inadiável das escolas, família e sociedade, como forma de garantir a esses estudantes o acesso à educação. A Educação Especial é respaldada pela Lei Nacional nº 9.394/96, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, pela Lei Brasileira de Inclusão nº 13.146/2015, “destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania”; pelo Decreto Federal nº 6.949/2009, que ratifica a convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência/ONU, pela Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva (2008), pela Resolução CNE/CEB nº 04/2009 – que institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado (AEE); pela Resolução nº 04/2009, do Conselho Nacional de Educação, que “Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial”; pela Nota Técnica – SEESP/GAB nº 11/2010, que dispõe sobre Orientações para a Institucionalização da Oferta do Atendimento Educacional Especializado (AEE) em Salas de Recursos Multifuncionais (SRM) implantadas nas escolas regulares e nas Diretrizes para a Educação Inclusiva no Estado da Bahia; pelo Plano Municipal de Educação - PME Lei nº 029/2015 de 24 de junho de 2015, na Meta 4 - universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos com deficiência, autismo e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados; pelo Projeto Lei Municipal aprovado em 2017, que dispõe da criação do Centro de Atendimento Educacional Especializado (CAEE). A modalidade de Educacional Especial, em Ichu, foi iniciado pela Associação de Pais e Amigos Excepcionais – APAE, em março de 1990, com sete alunos, formando a primeira turma em um espaço no Colégio Luiz Júlio Carneiro. Atualmente os serviços continuam sendo oferecidos em turno integral, em sede própria e com número de alunos reduzidos devido a inclusão em escola regular garantido em lei aos que possam estudar nos dois segmentos. A Educação Especial oferece o Atendimento Educacional Especializado (AEE) por

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Página: 51 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 39 meio de Salas de Recursos Multifuncionais (SRM) implantadas em escolas regulares que elaboram, disponibilizam e utilizam recursos pedagógicos e de acessibilidade, com o objetivo de promover a participação plena do seu público-alvo em atividades e classes regulares, proporcionando total envolvimento entre todas as pessoas da comunidade escolar em caráter complementar ou suplementar. O AEE se distingue das atividades realizadas em salas de ensino regular, pois seu objetivo é acompanhar e apoiar o estudante, fornecendo meios que proporcionem ou ampliem suas habilidades funcionais, favorecendo a inclusão escolar e social. No município de Ichu, as Salas de Recursos Multifuncionais (SRM) foram implantadas em 2011, na Escola Municipal Deputado Emério Resedá (atualmente Escola Municipal Manoel Domingos de Araújo) e na Escola Municipal Aloísio Cedraz em 2014 para facilitar o acesso das crianças da sede e ampliar o atendimento de AEE, visto que se deslocavam até o povoado de Nova Esperança para tê-lo. Com a criação do CAEE, a Sala de Recursos Multifuncionais da Escola Municipal Aloísio Cedraz foi transferida para esse espaço. O serviço de atendimento educacional especializado foi iniciado em 2015 com o intuito de acompanhar estudantes do município que apresentavam dificuldades de aprendizagem. Essas atividades foram suspensas por um período, retornando em 2018 com a oferta de atendimento psicopedagógico e psicológico aos estudantes da rede municipal. Em 2019 foi criado um projeto de lei municipal, sancionado em 2020, visando implementar a Lei Municipal Nº 029/2015, de 24 de junho de 2015, meta 4, estratégia 4.4, que trata da criação de centros de atendimento educacional multidisciplinar. O Centro, além de oferecer o AEE, exerce um papel importante no município, por desenvolver um trabalho de ampliação do atendimento para todas as crianças que apresentam Necessidades Educacionais Especiais - NEE e Transtornos de Aprendizagem – TA, tais como: Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH, Transtorno Específico de Leitura – Dislexia, Transtorno Específico das Habilidades Matemáticas – Discalculia, Transtorno Específico da Escrita – Disgrafia, Disortografia.

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Página: 52 40 Nas escolas municipais do campo, acontecem desde 2015 os atendimentos do AEE, psicopedagógicos e psicológicos de forma itinerante nas comunidades de Varjota, Praianos, Nova Esperança, Barra, ampliando as atividades do CAEE que contempla a estratégia 13.10 da meta 13 da Educação do Campo do Plano Municipal de Educação. FONTE: Censo Escolar 2020 O Documento Curricular Referencial do município de Ichu para a Educação Infantil e Ensino Fundamental se vale das orientações das Diretrizes para a Educação Inclusiva do Estado da Bahia publicado em 2017, além da Lei de Diretrizes e Bases – LDB, lei 9394/96, artigos 59 a 60, trazendo elementos que orientam a prática pedagógica inclusiva em todas as instâncias do serviço educacional. Em consonância com a perspectiva inclusiva da educação especial, o Documento Curricular Referencial para a Educação Infantil e Ensino Fundamental deste município reconhece e valoriza a diversidade demandada pelos estudantes com deficiência. No atendimento a essas demandas, são identificadas barreiras arquitetônicas, comunicacionais e atitudinais. Para a eliminação dessas barreiras, faz--se necessário o fortalecimento de políticas públicas que foquem a ação pedagógica para além da condição de deficiência e se desloquem para a organização do ambiente e planejamento dos serviços com vistas à plena acessibilidade. Para uma efetiva aprendizagem e sucesso das práticas pedagógicas nas escolas do

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Página: 53 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 41 município orientadas pela marca da inclusão, o currículo deve ser apoiado por componentes específicos do Atendimento Educacional Especializado, tais como: Ensino do Sistema Braille, Técnicas de Soroban; Ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras), Intérprete de Libras/Língua Portuguesa, Guia Intérprete para Surdos-cegos; Aulas de Atividade da Vida Autônoma; Ensino do Uso de Recursos de Tecnologia Assistiva; Orientação e Mobilidade; Educação Física Adaptada; Ensino do Uso da Comunicação Alternativa e Aumentativa Estratégias para o Desenvolvimento dos Processos Mentais Ensino de Escrita Cursiva; Ensino do Uso de Recursos Ópticos Não Ópticos, Informática Acessível etc. No que tange a necessidade de promover a inclusão nas escolas da rede municipal de ensino, faz-se necessário que as unidades escolares implementem mudanças em seu Projeto Político-Pedagógico e planejamento escolar, identificando as demandas e as reais necessidades dos estudantes, para desenvolver um currículo inclusivo, que garanta a aprendizagem e o processo de avaliação, considerando e respeitando as especificidades, os limites e possibilidades, bem como a formação continuada dos professores com temáticas específicas da área, conforme estabelecido na legislação já mencionada sobre essa modalidade de ensino. REFERÊNCIAS BRASIL. Lei N.º 9.394. LDB – Lei de Diretrizes e bases da Educação Nacional. De 20 de dezembro de 1996. DOU de 23 de dezembro de 1996. Documento Curricular Referencial da Bahia para Educação Infantil e Ensino Fundamental – Superintendência de Políticas para Educação Básica. União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação. Bahia Salvador: Secretaria da Educação, 2019. 475p. ICHU, Bahia/ Brasil. Lei nº 029/2015 dispõe sobre Plano Municipal de Educação de Ichu. Bahia de 24 de Junho de 2015. 4.3 EDUCAÇÃO DE JOVENS, ADULTOS E IDOSOS A Educação de Jovens e Adultos (EJA) constitui uma modalidade da Educação Básica inserida nas políticas públicas nacionais e visa assegurar aos jovens, adultos e idosos o direito à educação de qualidade, considerando a especificidade do seu tempo humano, consoante o qual os saberes e as experiências adquiridas ao longo de sua trajetória de vida norteiam o currículo, ancorados em uma concepção de educação e de mundo peculiar a esses sujeitos.

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Página: 54 42 A política pública da Educação de Jovens e Adultos estabelece a garantia de uma educação para todos aqueles que não tiveram acesso ou oportunidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria, conforme estabelece o caput do art. 37, da LDBEN- Lei nº 9.394/96, em concomitância com o art. 205 da Constituição Federal, de 1988, e aduz, no §1º do referido artigo, que os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e aos adultos, que não puderem efetuar os estudos em idade regular, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos e exames. O Parecer do CNE/CEB nº 3, de 15 de junho de 2010, estabelece novos olhares sobre os conceitos de “idade própria” e “idade regular”, à luz do novo conceito de “educação ao longo da vida” ou “aprendizagem ao longo da vida”, evidenciando os saberes como elemento indissociável dos processos de ensino e aprendizagem, tendo, como perspectiva, a diversidade dos sujeitos aprendizes. A oferta da EJA se estabelece para os sujeitos de 15 a 17 anos, por meio de uma atividade educativa própria, que respeita o seu tempo humano com base nos aspectos principio lógicos e teórico-metodológicos, em diálogo com as várias adolescências, respeitando o seu tempo/espaço. O ensino fundamental também se estabelece para os maiores de 18 anos, levando-se em consideração as características e aspectos da condição de vida e de trabalho da juventude e adultez, bem como para os idosos, compreendendo toda a educação básica (alfabetização, ensino fundamental e ensino médio), fortalecendo sua formação ao longo da vida. Vale ressaltar que a EJA não se confunde com a regularização de fluxo. A Resolução do CEE nº 239, de 2011, dispõe sobre a oferta da Educação Básica de Jovens e Adultos no estado da Bahia, com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais emanadas pelo Parecer do CNE/ CEB nº 6, de 7 de abril de 2010, e pela Resolução nº 3, no Decreto nº 5.115 de 23 de julho de 2004, e nas Normas Complementares emanadas do Conselho Estadual de Educação e da Secretaria da Educação do Estado da Bahia. Destaca-se, portanto, a importância de se estruturarem as ofertas de modo presencial ou semipresencial, anual ou semestral, em regime de alternância, em grupos constituídos com base na idade e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem o requerer, legitimando a autonomia da construção de uma oferta específica para o seu sujeito, seja ele do campo, quilombola, indígena, dos centros urbanos, seja da periferia, com deficiências especiais, da socioeducação, das unidades prisionais; esteja ele dentro ou fora do mercado de trabalho. A proposta curricular da EJA se alicerça em princípios e valores definidos nas

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Página: 55 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 43 Diretrizes Curriculares Nacionais, em consonância com a identidade dos estudantes e suas práticas sociais, com os conceitos escolares socialmente significativos, os quais são relacionados com os conhecimentos adquiridos pelos estudantes na vida cidadã e no mundo do trabalho e com o desenvolvimento de conhecimentos, habilidades, competências, valores e posturas éticas e na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A organização curricular se estabelece por meio de Eixos e Temas originários das práticas sociais, segundo os quais são construídos saberes diversos que devem ser respeitados, valorizados e ampliados com os saberes das diversas áreas do conhecimento no seu processo de escolarização. Nessa perspectiva, destacam-se os direitos civis, públicos e sociais, do trabalho, do consumidor, Direitos Humanos, Estatuto da Criança e do Adolescente, Estatuto do Idoso, meio ambiente, saúde, empreendedorismo, identidade, ciências, arte, cultura e tecnologias, por meio de metodologias que considerem o pluralismo e a diversidade de concepções pedagógicas, a interdisciplinaridade, a organização dos tempos e espaços além do uso de materiais didáticos específicos, conforme as necessidade dos estudantes, concepção de avaliação contínua, com estudos de recuperação, preferencialmente em paralelo aos períodos de desenvolvimento das etapas dos cursos, assegurando a livre circulação dos estudos, equivalência e reclassificação. No cenário educacional, os sujeitos da EJA configuram-se como aqueles que não tiveram passagens anteriores pela escola ou, ainda, aqueles que não conseguiram acompanhar e/ou concluir a Educação Básica, evadindo da escola pela necessidade do trabalho ou por histórias margeadas pela exclusão por raça/etnia, gênero, questões geracionais, de opressão, entre outras. Arroyo (2005, p. 30) assevera que: “Os jovens-adultos populares não são acidentados ocasionais que, gratuitamente, abandonaram a escola. Esses jovens e adultos repetem histórias longas de negação de direitos. Histórias que são coletivas. As mesmas vivenciadas por seus pais e avós; por sua raça, gênero, etnia e classe social.” Freire (1996, p. 10)9 , por sua vez, diz que: “A EJA se insere em um campo de tradição e de luta pelo direito à educação para todos, mas, principalmente, porque não se resume aos processos formais de transmissão e aquisição de aprendizagens; vai além: pretende ocupar-se dos diferentes saberes e dos diferentes processos de aquisição e produção de novos conhecimentos, o que pressupõe a existência de sujeitos que se constituem como autores de seu próprio processo de aprendizagem. Sujeitos ‘capazes de pensar a si mesmos, capazes de intervir, de transformar, de falar do que fazem, mas também do que sonham, do que constatam, valiam, valoram, que decidem e que rompem como estabelecido.’” Assim, um currículo para a EJA não pode ser previamente definido, se não passar pelamediaçãocomosestudanteseseussaberesecomaspráticasdosprofessores, o que vai além do

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Página: 56 44 regulamentado, do consagrado, do sistematizado em referências do ensino fundamental e do ensino médio, para reconhecer e legitimar currículos praticados, construídos coletivamente que contemplem a diversidade sexual, cultural, de gênero, de raça/etnia, de crenças, valores e vivências específicas dos sujeitos da EJA (BAHIA, 2011). De acordo com Freire (2001, p. 15), o conceito de Educação de Adultos vai se movendo na direção da Educação Popular, à medida que a realidade vai fazendo exigências à sensibilidade e à competência científica dos educadores e educadoras, o que requer formação específica e permanente, tendo como premissa o papel do professor como mediador e o aluno como protagonista, no que tange a sua aprendizagem. Deste modo, segundo Arroyo : “Para a garantia do direito dos jovens, adultos e idosos à Educação Básica, o currículo deverá ser pautado em uma pedagogia crítica, que considere a educação como dever político, com espaço e tempo propícios à emancipação dos educandos e à formação da consciência crítico-reflexiva e autônoma.” (BAHIA, 2011). O Documento Curricular Referencial da Bahia para a Educação Infantil e Ensino Fundamental traz, à luz da educação de jovens e adultos, a premente necessidade de fazer uma educação plural para um sujeito diverso, na qual ele é o ponto de partida e de chegada para uma oferta justa e democrática, que perpassa a ideia de construir um currículo que permita ao educador dizer quem são os seus sujeitos. A história da Educação de Jovens, Adultos e idosos no município de Ichu-Ba, é marcada por muitos desafios. No entanto, faz-se necessário fortalecer as politicas públicas que de fato corrijam algumas questões sociais, principalmente no que se refere à alfabetização dessa modalidade de ensino. A Lei de diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN, nº 9.394/96), garante a formação escolar gratuita aos que não tiveram acesso á mesma na idade apropriada. Sendo assim, o poder público tem o dever de estimular o acesso e principalmente a permanência dos jovens, adultos e idosos na escola. Pois trata-se de sua função reparadora e permanente. Sabendo-se que para concretização desse direito, diversos desafios precisam ser enfrentados, e a EJA seja inclusa na matriz curricular e nos projetos políticos pedagógicos das escolas, que haja divulgação enquanto chamada pública, mencionada aos jovens, adultos e idosos que não tiveram acesso, foram excluídos do sistema de ensino ou não tiveram oportunidade de continuarem seus estudos, que garanta condições de permanência no processo educativo, com profissionais qualificados, atendendo as necessidades dos sujeitos que estudam na modalidade.

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Página: 57 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 45 Sendo assim, ao construir um currículo da EJA é essencial que o mesmo dialogue com as singularidades, as especificidades e diversidades presentes no universo desses sujeitos. Nesta perspectiva, é relevante ressaltar que, a EJA é de fundamental importância para que todos possam intervir na sociedade com criticidade e responsabilidade. Dessa forma, o currículo da Educação de Jovens, Adultos e idosos no município de Ichu, visa atender as necessidades especificas de cada individuo, por se tratar de um público muito heterogêneo, distinguindo-se das outras modalidades de ensino. Visto que, os sujeitos dessa modalidade de ensino, são, em sua maioria, trabalhadores do campo, sujeitos que vivem em contextos diversos, são pobres, negros, moradores de periferias, penitenciários e desempregados. Assim é o contexto social em que vive grande parte dos educandos da EJA, os quais vivem em busca de emprego, de acesso à escola e permanência na mesma, pois, nas condições de desempregado e de pobreza, acabam não tendo perspectiva para seguir, nem mesmo para buscar alternativas de mudança do contexto em que se encontram. Contudo, reconhecer o percurso de formação dos sujeitos da EJA, que saem do trabalho para a escola, é perceber a busca de direito por uma vida justa e com dignidade, com boas condições de trabalho, buscando legitimar as suas especificidades, com a expectativa de mudanças, uma vez que, este público traz consigo trajetória de vida com desafios e vêem na escola a opção de mudar a realidade que estão inseridos. Dessa forma, os educadores para fazerem parte do corpo docente da EJA devem contribuir de forma relevante para o crescimento intelectual do individuo, estimulando e realizando o exercício da cidadania ao garantir o acesso aos saberes historicamente acumulados pela humanidade. Os fundamentos teórico-metodológicos dessa modalidade englobam a concepção de educação emancipatória preconizada por Paulo Freire, com utilização de sequência didática, memórias, levando em consideração aos aspectos qualitativos, cognitivos sócios formativos dos estudantes. Isso implica a compreensão referencial da Educação Popular, em que os conteúdos abordados devem estar interligados a cotidianidade, enfatizando uma relação dialógica e de consciência crítica, respeitando as habilidades e os saberes dos envolvidos nos processos educativos, tendo em vista, um trabalho pedagógico que contemple as pluralidades socioeconômicas, étnicas, de raça, gênero, geracional. Na Educação de Jovens, Adultos e idosos deve-se procurar avaliar o educando de uma forma na qual ele possa acompanhar seu progresso, evidenciando assim seu nível de aprendizagem e tornando o aluno um participante ativo do processo de ensino aprendizagem.

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Página: 58 46 Vale ressaltar que, o avaliador deve pautar a verificação dentro dos princípios da construção, da reflexão, da criatividade, da parceria, da auto avaliação e da autonomia, pois, estes indicam que o envolvimento do aluno é crucial no trabalho com a avaliação. Sendo assim, o Plano Municipal de Educação na meta 9, traz a importância de assegurar a oferta gratuita da educação de jovens e adultos a todos os que não tiveram acesso à educação básica na idade própria. Bem como vem abordando em sua meta 13.12, o município de Ichu deve ofertar em todas as escolas do Campo matricula para Educação de Jovens e Adultos, a fim de atender 30% da população do campo a partir de 18 anos, atendendo as modalidades de ensino fundamenta I, garantindo o acesso a continuidade dos estudos nas outras modalidades. Para tanto, faz-se necessário e urgente à retomada (continuidade) da EJA no município, levando em consideração as orientações acima citadas, as experiências vivenciadas em anos anteriores e a demanda existente no município, pois essa modalidade de ensino encontra-se desativada, cabendo ao município criar estratégias e parcerias, priorizando o acesso e permanências desses jovens e adultos nas instituições de ensino regular. Referência BRASIL. Lei nº 9.394, de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Presidência da República, Poder Executivo, Brasília, DF, 1996. ICHU. Prefeitura Municipal, Lei nº 029/2015, de junho de 2015. Estabelece o plano Municipal de Educação (PME). Ano VI – Edição Ordinária nº 513. 24 de Junho de 2015, BA. Pág. 1-13. SALVADOR. Conselho Municipal de Educação-CEE. Bahia 27 de março de 2020. Ano CIV. Nº 22.870 _____. Resolução CEE nº. 137, de 17 de dezembro de 2019. Regulamenta o Conselho Estadual de Educação da Bahia.

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Página: 59 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 47 5-TEMAS INTERCURRICULARES 5.1 EDUCAÇÃO AMBIENTAL Em tempos em que questões socioambientais e de preservação ambiental estão sendo cada vez mais discutidas, se faz necessário construir um currículo contextualizado para a inserção da Educação Ambiental nas escolas de nosso município, sendo este um espaço propício para o desenvolvimento das responsabilidades sociais e ambientais de cada cidadão. Ao analisarmos e/ou refletirmos a respeito de questões socioambientais podemos reconhecer a possibilidade e relevância de desenvolvê-las juntamente com os conteúdos curriculares de diferentes áreas. E nessa perspectiva podemos considerar a visão de Loureiro sobre uma Educação Ambiental Crítica. Numa perspectiva histórica e crítica, [...] da Educação Ambiental é fazer com que as visões ecológicas do mundo sejam discutidas, compreendidas, problematizadas e incorporadas em todo tecido social e integrador e sem imposição de uma única concepção hegemonicamente vista como verdadeira. (LOUREIRO, 2012, p.45). A Educação Ambiental, um dos Temas Integradores do Documento Curricular Referencial do Município de Ichu para a Educação Infantil e Ensino Fundamental, é definida pela Lei Estadual Nº 12.056/2011, como o conjunto de processos permanentes e continuados de formação individual e coletiva para a sensibilização, reflexão e construção de valores, saberes, conhecimentos, atitudes e hábitos, visando a uma relação sustentável da sociedade humana com o ambiente que integra, principalmente no que concerne à fauna, à flora e aos recursos hídricos. Diante do atual cenário global, em que a preocupação com as mudanças climáticas, a degradação da natureza, a redução da biodiversidade, os riscos socioambientais globais, cabe todas as unidades escolares de ensino do município de Ichu incluir no currículo os princípios da Educação Ambiental, já que esses conhecimentos são fundamentais na busca de melhor qualidade de vida e para o exercício pleno da cidadania. Nesse sentido, o município de Ichu criou um conjunto de marcos jurídicos legais que estabelecem a política municipal do meio ambiente com a finalidade de preservar o meio ambiente local, orientar e fortalecer a consciência ecológica em seus munícipes, tais como: - Lei de Nº 005 de 03 de maio de 2013 que Institui a Política Ambiental Municipal e Dispõe sobre a Administração da Qualidade Ambiental, Proteção, Controle e Desenvolvimento do Meio Ambiente e Uso Adequado dos Recursos Naturais do Município

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Página: 60 48 de Ichu; - Lei de Nº 17 de 02 de dezembro de 2014 que Institui a Política Municipal do Meio Ambiente e dá outras Providências; Lei de Nº 18 de 02 de dezembro de 2014 que Institui e Regulamenta o Fundo Municipal de Meio Ambiente; - Lei de Nº 04 de 27 de fevereiro de 2018 dispõe Sobre a Criação do Programa de Coleta Seletiva do Âmbito Municipal e dá outras Providências. As referidas leis podem ser consultadas enquanto referências norteadoras para serem trabalhadas nas unidades escolares como práticas curriculares pedagógicas, fazendo estudos do que provoca os sérios impactos ambientais no município e ações concretas que possam contribuir para um ambiente mais saudável para a geração atual e gerações futuras. No tocante as práticas pedagógicas destacam-se o estudo e a reflexão sobre os impactos provocados pela agropecuária que é a principal atividade econômica no município, o que causa desequilíbrio na vegetação, no ar, no solo e nos recursos hídricos; práticas alternativas de produção que visem a sustentabilidade; riscos causados nas vias públicas pela criação indevidas de animais; análise das causas e consequências da perda do equilíbrio do bioma caatinga; práticas ecologicamente corretas de arborização da cidade e do campo; preservação da vegetação ciliar; pesquisa sobre saneamento básico: os resíduos sólidos, água potável e rede de esgoto; práticas de trilhas ecológicas Essas práticas curriculares nas escolas visam a conscientização de toda a comunidade escolar e local na preservação do meio em que vivem, para o pleno exercício da cidadania com práticas cada vez mais sustentáveis de todos os cidadãos e cidadãs deste município. Diversos mecanismos são utilizados para a implementação da Educação Ambiental nas escolas. Para Vasconcellos (1997), a presença em todas as práticas educativas da reflexão sobre as relações dos seres entre si, do ser humano com ele mesmo e do ser humano com seus semelhantes é condição imprescindível para que a Educação Ambiental ocorra. Destacamos a importância das unidades escolares, por meio dos seus currículos, implementarem a Educação Ambiental de forma crítica – questionando as condicionantes sociais que geram problemas e conflitos socioambientais; emancipatória – visando a autonomia dos sujeitos frente às relações de expropriação, opressão e dominação; e transformadora – buscando a mudança do padrão societário, no qual se define a degradação da natureza e, em seu interior, da condição humana (BAHIA, 2015).Segundo Sidney(2018),o currículo é compreendido como: “Um artefato sócio educacional que se configura nas ações de conceber/selecionar/produzir, organizar, institucionalizar, implementar/dinamizar saberes e atividades, visando mediar processos formativos.”

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Página: 61 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 49 Essa concepção considera a flexibilidade do currículo, as demandas dos sujeitos, seus contextos, espaços de aprendizagem, levando em conta a diversidade dos Territórios, adequando-o a variadas metodologias que possibilitem a aprendizagem significativa dos estudantes para a formação humana integral. Nessa perspectiva, a Pedagogia HistóricoCrítica, que evidencia a consciência dos condicionantes histórico-sociais da educação (SAVIANI, 1985), respalda o trabalho com a Educação Ambiental, objetivando um equilíbrio entre teoria e prática, de forma a envolver os estudantes em aprendizagens significativas. Constitui-se como uma boa ferramenta para “despertar” as questões socioambientais, uma vez que requer dos profissionais da educação uma nova forma de trabalhar com os objetos e áreas do conhecimento de maneira contextualizada, evidenciando que os saberes advêm da história produzida pela humanidade e das diversas tecituras nas relações naturais e sociais. A Educação ambiental (EA) na escola é concebida como um instrumento que visa buscar a construção de valores, conhecimentos, habilidades para a preservação do meio ambiente para garantir a qualidade de vida e a sustentabilidade. REFERÊNCIAS: ICHU, Bahia/ Brasil. - Lei de Nº 005 dispõe sobre Política Ambiental Municipal e Dispõe sobre a Administração da Qualidade Ambiental, Proteção, Controle e Desenvolvimento do Meio Ambiente e Uso Adequado dos Recursos Naturais do Município de Ichu; de 03 de maio de 2013 ICHU, Bahia/ Brasil. - Lei de Nº 17 que Institui a Política Municipal do Meio Ambiente e dá outras Providências do Município de Ichu de 02 de dezembro de 2014; ICHU, Bahia/ Brasil. - Lei de Nº 18 que Institui e Regulamenta o Fundo Municipal de Meio Ambiente; do Município de Ichu de 02 de dezembro de 2014; ICHU, Bahia/ Brasil. - Lei Nº 04 que dispõe Sobre a Criação do Programa de Coleta Seletiva do Âmbito Municipal e dá outras Providências. do Município de Ichu de 27 de fevereiro de 2018. Documento Curricular Referencial da Bahia para Educação Infantil e Ensino Fundamental – Superintendência de Políticas para Educação Básica. União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação. Bahia Salvador: Secretaria da Educação, 2019. 475p. RISTAUL, Kemeli Müller; MUNHOZ, Regina Helena; A Inserção Da Educação Ambiental No Currículo Escolar: alguns apontamentos; III COLBEDUCA – Colóquio Luso-brasileiro de Educação 17 e 18 de outubro de 2017, Florianópolis/SC. 5.2 EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO A educação para o trânsito tem a função de nos guiar pela aprendizagem que nos mostra

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Página: 62 50 direitos e deveres dos cidadãos, ensino essencial para formação, contribuições e elementos necessários em expansão da consciência e importância dessa relevância. O Código de Trânsito Brasileiro diz, em seu Artigo 76 diz que a Educação para o Trânsito deve acontecer desde a Educação Infantil até o Ensino Superior, “por meio de planejamento e ações coordenadas entre os órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito e de Educação, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, nas respectivas áreas de atuação”. A escola deve se preocupar com a educação para o trânsito, pois as crianças e os jovens de hoje serão usuários de informações pela causa do trânsito, tomando os devidos cuidados de modo geral, pois essa educação vai além de ensinar regras, técnicas ou métodos para prevenção de acidentes, deve principalmente, formar crianças, pessoas conscientes na sociedade, capazes de participar efetivamente dessa conscientização, posicionando ao assunto preocupados com as informações sobre o trânsito de maneira adequada, habituados com segurança. A educação é um instrumento formador do perfil do condutor e pedestre. A partir do momento que educamos a criança desde o início, teremos adultos responsáveis no trânsito. Como pontua Paulo Freire: “A educação não é a solução, mas não há solução sem a educação.” Por isso, é de fundamental importância que o assunto seja abordado em todas as instâncias. Mas não será tarefa fácil, porém é de fundamental importância essa conscientização desde a base para que pais, famílias, educadores e autoridades percebam como atitudes corretas para essa conscientização ao abordar as normas corretas no trânsito. Um dos maiores problemas ainda enfrentados pelos educadores na área do trânsito é a falta de capacitação técnica e formação para lidar com segurança com o assunto abordado, partindo da realidade do município de Ichu em questão, vale destacar a dificuldade de abordar de modo local o conteúdo, pois ainda é precária tais situações, como estrutura das ruas no que se refere a sinalização, até mesmo para motoristas e pedestres ao respeito necessário as placas, entre outras sinalizações para que de fato percebam de forma geral relações do trânsito nas vias públicas. Dessa forma, diante do que foi destacado fica evidente a importância de abordar a educação do trânsito, principalmente dentro das escolas, pois contribui para conscientizar as pessoas desde crianças. Programas educativos para os pequenos podem contribuir, e muito, para adultos mais responsáveis, atentos e cordiais no trânsito, podendo assim, ir mais além, contribuindo nessa expansão para serem adultos conscientes e com responsabilidade, sabendo

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Página: 63 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 51 lidar com situações adequadas no trânsito, respeitando faixas, placas, sinalizações e etc. Educação do trânsito no âmbito escolar, devemos considerar que este é um caminho que nós educadores precisamos de comprometimento, como já foi citado que a educação é importante no perfil do condutor e do pedestre, então se as crianças e jovens receberem informações de trânsito suas condutas serão bem diferente ao conduzirem veículos ou mesmo ao ser pedestre, ciclista. A educação para o trânsito é imprescindível nas escolas regulares e vai além de folhetos e adesivos ela requer, entre outros aspectos a execução continuada de programas educativos que fortaleçam o desenvolvimento humano e garanta a qualidade de vida como destacar a legislação, indicado na BNCC (2017). Diante do exposto acima e com base na realidade do município para o trânsito percebemos algumas estratégias a serem implementadas nas escolas desde a educação infantil até o nível médio, tais como: - Levar o tema trânsito para a sala de aula; - Capacitar os educadores; - Criar programas e campanhas que contemplem as ações educativas e garanta a população o respeito a vida; - Desenvolver a consciência cidadã e a ética em nossos jovens por meio de trabalho preventivo no espaço escolar; -Implantar no calendário escolar o dia internacional do trânsito que é 25 de setembro, daí já aproveitava a semana do dia 18 a 25 de setembro para dar elaborando atividades com os alunos sobre o assunto. Por exemplo: atividade de direção defensiva regrinhas básicas que todo ser humano precisa para se locomover tanto de pé como com seu transporte seja ele qual for. 2- Posicionamento com seu veículo 3- Manutenção 4- Obediência e respeito um para com o outro. O poder público poderia implantar em toda cidade placas de regulamentação e advertência para facilitar o trânsito e seus usuários, tem outro ponto as placas de indicação quase não existem mais. Exemplo quem vem a Ichu não sabe ou não tem noção de onde está passando tipo hospital, delegacia, prefeitura e etc. Como mencionado anteriormente durante a data do trânsito poderia envolver Rádio e carro de som para que não só a escola e sim a sociedade em si participe de forma consistente fazendo seu papel de fiscalizar sua rua com isso toda a sociedade ganha de forma gradativa. Destaco também que o gestor público em conjunto com o secretário de transportes poderia dispor um telefone da secretaria para a comunidade fazer denúncia de mau uso ou destruição do patrimônio público.

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Página: 64 52 REFERÊNCIA BRASIL, Base Nacional Curricular MEC/CONSED/UNDIME, 2017. (BNCC) Educação é a Base. Brasília, 5.3 SAÚDE NA ESCOLA A saúde, assim como a educação, são direito fundamentais expressos na Constituição de 1988, que no art.6º traz: “São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção a maternidade e a infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.” (BRASIL, 1988). Diante dos projetos que são desenvolvidos e parcerias que acontecem no âmbito da Educação e Saúde na comunidade, frisamos a necessidade de garantir a melhoria de alguns desse trabalhos que já são acometidos nas unidades escolares do município, a exemplo o Saúde bucal, na busca de ações definitivas de no encaminhamentos das consultas dentarias no processo de urgência em caso de restauração e extração, foi um dos pontos mais debatidos . Além da Saúde bucal, percebemos a necessidade da Saúde auditiva e visual, assim como no caso citado acima, promover ações definitivas na identificação de possíveis sinais de alterações e garantir ao educando o encaminhamento ao tratamento . Ainda visando, os fatos ocorridos na nossa sociedade, situações como a pandemia da Covid-19, onde houve a necessidade de isolamento social para amenizar o contágio, e assim obrigando as unidade escolares fecharem suas portas, nos fez refletir sobre outras situações que também já ocorreram em caso de doenças transmissíveis tais como: Pé, mão e boca, calazar, conjuntivite entre outros, percebemos a importância de garantir um sistema de informações que nos oriente e dê autonomia para lidar com essas situações, onde possamos juntos assegurar a saúde da comunidade escolar. Sendo esta parceria, através de um sistema de informação mais presente no âmbito da escola, de forma que através de palestras e formações, entre outros, com os docentes possa subsidiar todo o corpo escolar dos primeiros casos notificados no município. Trazendo um olhar diferenciado sobre as nossas crianças e adolescente, onde são expostas a diferentes formas de violência: a sexual, o bullyng, agressões físicas e verbais entre outras, que são questões vivenciadas do cotidiano da escola. Pensando nestes momentos delicados vimos a necessidade de desenvolver ações educativas e preventivas para romper o com ciclo da violência contra os menores, articulando encontros onde possa promover

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Página: 65 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 53 afetividades entre a comunidade/ escola e entre os membros das famílias , tendo o suporte de apoios de outras secretarias (Saúde, Assistência Social e Cultura ) ou até mesmo a capacitação para gestores público a e sua equipe, em como lidar com essa temática, de maneira segura para as partes envolvidas. O PSE já vem desenvolvendo algumas ações essenciais basicas em parceria com as unidades escolares a exemplo de peso e medidas das crianças, ações nutricionais, controles de verminoses, saúde ocular, bucal, verificação da situação vacinal, identificação de doenças em eliminação a exemplo de tuberculose, malária, entre outras. Além de um guia de ações para planejamento do Programa Saúde na Escola como temas bastante convidativos ao trabalho pedagógico, neste guia, esta disposto algumas linhas de ações, e dentro das mesmas são encontradas sugestões de atividades, orientações gerais e instrumentos de apoio . As unidades escolares também já desenvolvem ações voltadas a promoção da saúde a exemplo de: alimentação saudável, onde se desenvolvem hortas com orientações de técnicos do MOC; promoção de práticas corporais através das aulas de educação física e movimento; promoção da cultura paz através de seminários, palestras entre outras atividades em parcerias com profissionais da Saúde de da sociedade civil, policiais, etc.; Combate ao mosquito aedes aegypti através de atividades pedagógicas e campo, palestras, teatros, etc; Diante de todos esses temas abordados nas unidades escolares percebemos a necessidade de atividades pedagógica que abordem as temáticas da saúde sexual, da saúde reprodutivo e da prevenção das DSTs/aids e hepatite virais no cotidiano escolar, além, de atividades que abordem a prevenção de violência e acidentes, temáticas como os riscos e danos do uso de álcool, do tabaco, do crack de outras drogas no cotidiano da escola. 5.4 EDUCAÇÃO FISCAL A Lei Orgânica do Município de Ichu 26 de Julho de 2002 título IV da Tributação e Orçamento, Capítulo I do Sistema Tributário Municipal e a Lei Complementar nº 006/2019 de 10 de Maio 2019 que institui o Código Tributário de Renda do Munícipio de Ichu-Ba. O Tema Integrador Educação Fiscal exerce um papel importante no DCRB por ter como objetivo o desenvolvimento de valores e atitudes, competências e habilidades necessárias ao exercício de direitos e deveres na relação recíproca entre o cidadão e o Estado, principalmente por dar ênfase ao sujeito de direito na condução da vida social e nas relações humanas. Sobretudo nas unidades Escolares, uma vez que aborda os direitos assim como os deveres que todos têm com o país, com o estado, com a comunidade e os semelhantes. Assim, destaca-se a necessidade de atentar ao disposto na competência geral da

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Página: 66 54 Educação Básica de número 10, exposto na BNCC: “agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários” (BRASIL, 2017). Neste momento histórico de inquietações nos diferentes setores da sociedade, contextualizar os desafios do cotidiano pode representar um convite aos sujeitos envolvidos nos processos de ensino e da aprendizagem a assumirem o papel de sujeitos transformadores e responsáveis pela elaboração do próprio conhecimento, com uma visão local e global, capaz de intervir e modificar a realidade social. A implementação da Educação Fiscal nas unidades escolares se constitui como prática educativa voltada para o entendimento da realidade social e dos direitos e responsabilidades, nos níveis pessoal e coletivo, bem como a afirmação da participação política como princípio. Compreende-se a socialização de conhecimentos acerca da Administração Pública, de modo especial, a tributação, a alocação e o controle dos gastos públicos, conceitos imprescindíveis para o entendimento da função socioeconômica dos tributos para a formação de uma consciência cidadã, ou seja, cidadãos críticos, dotados de condições que permitam entender os contextos históricos, sociais e econômicos, conscientes, responsáveis. A Educação Fiscal poderá ser um dos caminhos de estímulo para o exercício de uma postura ativa na decisão sobre gestão dos recursos públicos. E é só neste sentido que se pode entender a cidadania, oportunizando a compreensão da função socioeconômica dos tributos e possibilitando às pessoas participarem da vida do governo e de seu povo e, consequentemente, o fortalecimento do ambiente democrático e a busca da justiça social (BRASIL, 2009). Referências: ICHU. Lei Orgânica do Munícipio de Ichu. Ichu 26 de julho de 2002. ICHU. Lei Complementar Nº 006/2019 de 10 de Maio de 2019. BAHIA. Documento Curricular Referencial da Bahia para Educação Infantil e Educação Fundamental. 2017 BRASIL, Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular – Ensino Fundamental. Brasília, 2017. 5.5 CULTURA DIGITAL A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), traz como uma das dez competências a Cultura Digital que reconhece sua importância e impacto nas relações sociais e no processo de

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Página: 67 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 55 construção do conhecimento no mundo contemporâneo. A competência 5 tem o objetivo de trazer a tecnologia como ferramenta de desenvolvimento pedagógico onde o estudante deve “compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva”. (BNCC, 2017, p.9). Esta competência permeia todas as áreas curriculares, indicando a importância das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC) no processo de construção do conhecimento, possibilitando o desenvolvimento de habilidades necessárias para o convívio na sociedade contemporânea. A mesma apresenta três dimensões e suas respectivas subdimensões: Dimensão - Computação e Programação:  Utilização de ferramentas digitais;  Produção Multimídias;  Linguagens de programação. Dimensão - Pensamento Computacional:  Domínio de algoritmos;  Visualização e análise de dados. Dimensão - Cultura e Mundo Digital  Mundo digital e uso ético. A Cultura Digital aparece transversalizada em todos os componentes das áreas curriculares, tanto nas competências gerais, quanto nas competências específicas de área, unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades. Porém, para uma real implementação, é preciso um esforço conjunto da sociedade e governo para a realização de políticas públicas que garantam as condições necessárias para sua exequibilidade. Fomentar a Cultura Digital, com base na Competência Geral 5, significa fazer uso das tecnologias digitais para: Desenvolvimento de ações formativas que visem preparar professores e alunos a fazer bom uso do espaço digital; Disseminação e valorização da cultura local; Preservação do patrimônio e memória cultural do município; Estímulo à produção regional das mais diversas expressões culturais, artísticas e científicas; Ampliação do acesso às informações, a produção de conhecimento e ao saber sistematizado; Acesso aos serviços eletrônicos governamentais; Formação de crianças e adolescentes para o uso seguro da internet A Cultura Digital faz parte de diferentes situações da vida na sociedade perpassa por todas as formas culturais, ou seja, a chamada cultura popular, tradicional, moderna, entre

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Página: 68 56 outras, adquirindo identidade própria, que se dá em diferentes contextos regionais. Também rompe com paradigmas preestabelecidos como caminhos essenciais e necessários. Ao mesmo tempo em que a Cultura Digital se vincula às demais instâncias da vida cultural em diferentes lugares e regiões, ela vem refletir sobre a multiplicidade e ambiguidade dos contextos sociais, artísticos e culturais, com suas lógicas preconcebidas para o mundo do capital e da produção. Pode-se dizer que a concepção de Cultura Digital traz a crença de que a cultura local vai se metamorfoseando com a cultura global, ao ponto de incorporar traços culturais distintos, de forma acelerada e propulsora para uma transformação da realidade. E, baseado no que diz a BNCC é preciso introduzir a cultura digital em nosso município pois, é algo ainda pouco utilizada por parte principalmente da educação. Atualmente o município de Ichu – BA conta com quatro escolas que já estão amparadas pelo programa de Inovação Educação Conectada. Uma escola do campo que recebeu a internet satelital e três escolas da sede recebeu recursos para aquisição de equipamentos e internet terrestre de alta velocidade. Após análise do mapeamento e diagnóstico da rede municipal de educação do município percebeu-se um desequilíbrio entre as 4 dimensões (visão, formação, recursos educacionais digitais, e infraestrutura) definidas no Programa Educação Conectada. Todas as ações que vem sendo desenvolvidas no município giram em torno da infraestrutura e ainda estão longe de atingir o nível mínimo desejado. O município não investiu em recursos educacionais digitais e nem em formação e ainda não possui uma visão bem definida quanto ao uso das tecnologias para fins pedagógicos. Esta rede de ensino desenvolve, atualmente, as seguintes ações de TICs aplicadas à educação: Informatização de algumas escolas através do ProInfo desde 2008, sendo que essa informatização se deu de forma parcial, pois os computadores possuíam um sistema operacional de pouca acessibilidade local, além disso, diante de necessidades técnicas, o município não tinha autorização para realizar a manutenção, o que acarretava no não uso por parte da maioria das escolas e consequentemente pararam de funcionar; disponibilização de acesso à internet banda larga nas escolas; implantação de duas salas de recursos multifuncionais; fomento do uso de diversas tecnologias na educação: TVs, Data show, DVD, rádio, computador, caixa de som, integrados ao planejamento pedagógico das escolas, porém a quantidade desses equipamentos ainda são insuficientes para as demandas. As secretarias escolares não estão adaptadas para esse mundo digital. Não dispõem da existência de uma espacialidade virtual, uma interconexão entre escola e organizações municipais onde os arquivos sejam feitos virtualmente, ou que tenham um sistema integrado, facilitando o fluxo de documentos necessários. Retratar o contexto escolar é possível colocar em prática uma ação com modelo

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Página: 69 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 57 midiático em que há parceria do poder público e da sociedade civil como ocorreu com o Projeto Educomunicação realizado no Colégio Santo Antônio – Povoado de Barra em 2010 a 2014 projeto este em parceria com o Movimento de Organização Comunitária -(MOC) e Secretaria Municipal de Educação que propiciou uma metodologia onde uniu educação e comunicação utilizando um modelo processual, midiático e interdisciplinar que permitiu professores e alunos juntos construírem saberes para divulgarem na comunidade, através da rádio poste com sede na escola, unindo a comunicação e tecnologia como ferramentas a favor da formação de crianças, jovens, adultos e educadores do campo. Diante dos desafios enfrentados pelos estudantes do campo em relação ao mundo das tecnologias, percebe-se que poucos dispõem do acesso a internet para realização de atividades básicas muitas vezes solicitadas pelas escolas. Com isto, a carências no mundo digital, nos faz refletir sobre a realidade pedagógicas e estruturais, enfrentadas por toda comunidade escolar. SETORES CARÊNCIA DISPONIBILIDADE Manutenção dos equipamentos; Laboratório de informática; Rede aberta para facilitar os estudos Televisão ESCOLA on-line durante as aulas; com conexão (HDMI e USB); Profissionais com domínio do uso das Conexão de rede para toda TIC’s e seus produtos; escola. Conexão de rede para pesquisa na sala de vídeos. Poucos têm aparelho celular com Aparelho celular com internet acesso à internet; EDUCANDO limitada; Alguns alunos não dominam o uso das Os meios de comunicação TIC’s necessárias a vida escolar; (televisão e rádio). Poucos tem um computador em casa. Um sistema próprio compartilhamento SECRETARIA necessário para de a de documentos execução das atividades. Uma interconexão (escola x secretaria) via softwares de comunicação. Profissionais com domínio do uso das Conexão de rede; Poucas profissionais com domínio do uso das TIC’s e seus produtos.

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Página: 70 58 TIC’s e seus produtos. Diante do quadro apresentado, fica evidente que é preciso ação dos gestores municipal e educacional no que se refere a introdução e evolução da Tecnologia Digital de Informação e comunicação (TDIC) no cotidiano escolar. No entanto, para que isso aconteça, é necessário que haja reformas e construções nas carências apresentadas em cada setor, além de investir na formação de professores e gestores para desenvolvimento de competências que colaborem para o uso pedagógico, criativo e inovador da tecnologia; produção e seleção de conteúdos digitais que atendam aos objetivos de ensino e, sobretudo, garantir uma infraestrutura mínima com equipamentos modernos e conectividade. E que seja feita com certa urgência, pois a cada dia que passa estão sendo “atropelados” por novidades midiáticas. Além das atividades digitais citadas pela BNCC, segue algumas ferramentas tecnológicas que são bastantes simples e podem ser incorporadas às práticas docentes como meio para promover aprendizagens mais significativas com o objetivo de ajudar os professores na implementação de metodologias de ensino ativas: Filmes e vídeos Assistir filmes em sala de aula é uma prática consolidada e adotada por muitos docentes, independentes de seu nível de proximidade com a tecnologia, mas que pode ser ainda mais aprimorada. Uma outra ferramenta grátis, simples de usar e que, em geral, é adorada pelos alunos é o YouTube. Por lá, há videoaulas, filmes, documentários e uma série de vídeos de todos os tipos que podem se ajustar às suas finalidades pedagógicas. O uso de vídeos nos processos pedagógicos pode ajudar também os alunos a diminuírem suas dificuldades de aprendizagem. Aqueles que tiverem alguma dúvida, ou até mesmo aprofundar nos conteúdos estudados, podem buscar os vídeos específicos que os ajudarão naquele assunto, como uma forma de complementar o estudo em sala de aula com o professor. Redes sociais As redes sociais já foram, por muito tempo, consideradas prejudiciais para a concentração e estudo. Entretanto, é possível ressignificar o uso que os estudantes fazem dessas ferramentas. O primeiro passo para isso é inserir o contexto escolar no uso diário dos aplicativos, como por exemplo, a criação de grupos da sala no WhatsApp, o Google Sala de Aula e em redes sociais como o Facebook. Por meio das redes sociais, os alunos e professores se aproximam, além de ajudar a agilizar a notificação de trabalhos e outras atividades, bem como podem ser um espaço de

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Página: 71 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 59 compartilhamento de materiais de estudo e que ajudam os estudantes a tirarem rápido as próprias dúvidas. Gamificação Gamificação é uma das grandes tendências da tecnologia aplicada à educação. Ainda que a tecnologia, por si só, não seja a base desta prática pedagógica, a união das duas pode ser excelente para dinamizar ainda mais o processo. Trata-se de aplicar a lógica dos games em sala de aula: competição saudável, pontuação a partir de acertos, recompensas. Uma possibilidade para a aplicação da gamificação é criar quizzes em sala de aula, ou outros tipos de jogos que envolvem o uso de outras ferramentas tecnológicas, como vídeos, redes sociais, entre outros. Bem utilizada, a gamificação é uma das melhores práticas para manter os alunos engajados e para o desenvolvimento de habilidades sociais. Livros digitais O uso de livros digitais se mostra extremamente útil para a criação do hábito de leitura, principalmente por ser uma maneira prática de carregar livros sem lidar com o peso na mochila. Na sala de aula, em especial, além desse estímulo há também a possibilidade de oferecer uma experiência de leitura muito mais interativa e interessante. Os leitores digitais têm funcionalidades que permitem textos interativos, com acesso a mapas, links, ilustrações, além de oferecer dicionário integrado e outras possibilidades de elementos audiovisuais. Avaliação online A aplicação de simulados online é um método prático de obter resultados imediatos, podendo serem usados de forma ampla dentro da sala de aula. Uma prova on line em que o estudante consiga ver em tempo real seus erros e acertos ajuda a mapear quais são os assuntos mais defasados e os que já estão caminhando bem para cada estudante. Além disso, o uso desses simulados pode gerar relatórios detalhados dos acertos e erros da turma, o que ajudará o professor a diagnosticar os temas aos quais devem se dedicar mais e reforçar com a turma. Para além disso, há também a economia de tempo na correção das provas. Pesquisas em tempo real Os dispositivos móveis possuem um grande valor no que se diz respeito a permitir um rápido acesso à informação. As práticas pedagógicas podem ganhar muito se o professor permite que os alunos acessem a internet para fazerem pesquisas, tirar dúvidas, buscar exemplos, fazer anotações, etc. Uma das possibilidades é justamente deixar que os alunos explorem o aparelho, mas de

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Página: 72 60 forma mediada para não haver perda de concentração no tema da aula. Estimular esse uso consciente pode aprimorar o processo de aprendizagem dos alunos e torná-los mais autônomos, à medida que eles pesquisem as próprias dúvidas em tempo real. Software educacional livre Para quem não sabe, o nome software livre significa, no caso da tabela, que o aplicativo é um REA (Recurso Educacional Aberto). A sigla, por sua vez, é usada para designar um material educativo licenciado de forma pública, permitindo que qualquer pessoa interessada use ou adapte o conteúdo da forma como preferir. Enfim, o fato é que o uso dessas tecnologias pode aproximar alunos e professores, além de amenizar barreiras, personalizar o aprendizado, gerar engajamento e ser útil na exploração dos conteúdos de forma mais interativa. O aluno passa de mero receptor, que só observa e nem sempre compreende, para um sujeito mais ativo e participativo. Sem falar que auxilia também o professor na busca por conteúdos a serem trabalhados. A Cultura Digital articula-se com qualquer outro campo além das tecnologias, como Arte, Educação, Filosofia, Sociologia, Ciências Naturais etc. Justamente pela ubiquidade crescente das tecnologias digitais (SANTAELLA, 2013), instigam instituições e espaços formativos a conceber novos jeitos de aprender, tanto dentro quanto fora do espaço escolar. Esses novos jeitos de aprender, nos dias de hoje, escapam ao modelo hierárquico, sequencial, linear e fechado em apenas um turno escolar. Compreendem a ideia de rede no ato de conhecer, alterando formas e jeitos de aprendizagem e interpelando-nos a pensar novas formas de escolarização e de fazer cultura. (BRASIL, 2009, p. 11). Referência BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base. Brasília, MEC/CONSED/UNDIME, 2017. BOCAPIU contando experiências por um sertão mais justo. Feira de Santana, MOC: Movimento de Organização Comunitária, nº 14, ano 09, Junho de 2014. Documento Curricular Referencial da Bahia para Educação Infantil e Ensino Fundamental – Superintendência de Políticas para Educação Básica. União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação. Bahia Salvador: Secretaria da Educação, 2019. 475p. Base Nacional Comum Curricular. em:http://basenacionalcomum.mec.gov.br/Acesso em: 16 de julho de 2020. Disponível

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Página: 73 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 61 Qual é o papel da escola no mundo das redes sociais e do Google? Disponível em: https://www.somospar.com.br/papel-da-escola-no-mundo-das-redes-sociais-e-do-google/ Dia nacional do livro. Disponível em: https://www.somospar.com.br/dia-nacional-do-livro/ 5.6 EDUCAÇÃO E DIREITOS HUMANOS O Brasil, signatário da Declaração Universal de Direitos Humanos, desde 1948 vem participando das discussões sobre os direitos humanos. São marcos desse processo a assinatura do Pacto de San Jose da Costa Rica (1969) e a promulgação da Carta Magna ou Constituição Cidadã de 15 de outubro de 1988, homologada pela Emenda Constitucional nº 45/2004. Conforme analisa a Advocacia-Geral da União (AGU), no texto intitulado “Corte Interamericana de Direitos Humanos”: “Ao ser promulgada em 1988, a Constituição Federal atribuiu valor maior aos estudos dos Direitos Humanos fundamentais, estabelecendo a aplicação imediata aos mesmos, em consonância a uma tendência internacional.”(AGU, 2015). Nessa perspectiva, há de se considerar o contexto político vivido no Brasil com o Golpe de 1964, quando os direitos fundamentais dos cidadãos brasileiros foram desprezados. Todavia, as lutas dos movimentos sociais pela valorização da vida, respeito às diversidades e às liberdades individuais e coletivas impulsionaram o processo de redemocratização do país consagrado pela Constituição Cidadã de 1988. A partir de então, no contexto nacional e internacional, surgiram ações diversificadas para a promoção dos Direitos Humanos. Em 1993, ocorreu a II Conferência Internacional de Direitos Humanos realizada em Viena, Áustria, a qual orientou os Estados-membros das Nações Unidas a constituírem, objetivamente, programas nacionais de Direitos Humanos. Em 1996, o Brasil lança o Programa Nacional em Direitos Humanos (PNDH-1) e, em 2002, os direitos econômicos e sociais (moradia e alimentação) foram inclusos numa segunda versão do Programa (PNHD-2). Em 2003, o Brasil, em afirmação à Década da Educação em Direitos Humanos e como desdobramento do PNDH, deu início ao processo de elaboração do Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos, fruto de três anos de intensos debates, fóruns, seminário e contribuições da sociedade civil organizada. O Plano de Educação em Direitos Humanos estabelece: “Concepções, princípios, objetivos, diretrizes e linhas de ação,

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Página: 74 62 contemplando cinco grandes eixos de atuação: Educação Básica; Educação Superior; Educação Não-Formal; Educação dos Profissionais dos Sistemas de Justiça e Segurança Pública e Educação e Mídia” (BRASIL, 2006). Em 2009, é lançado o PNDH-3, como resultado de uma construção democrática e participativa, concebendo a efetivação dos Direitos Humanos como uma política de Estado. Estrutura-se em torno dos seguintes eixos orientadores: “I. Interação Democrática entre Estado e Sociedade Civil; Desenvolvimento e Direitos Humanos; III. Universalizar Direitos em um Contexto de Desigualdades; IV. Segurança Pública, Acesso à Justiça e Combate à Violência; V. Educação e Cultura em Direitos Humanos; e VI. Direito à Memória e à Verdade O Estado da Bahia, em atendimento ao PNDH e ao PNEDH, foi um dos pioneiros na elaboração do Plano Estadual de Direitos Humanos, por meio do Decreto Estadual nº 12.019, de 22 de março de 2010, e do Plano Estadual de Educação em Direitos Humanos, apresentado à sociedade civil como marcos importantes para a política de promoção aos Direitos Humanos no Estado. Dentro do eixo V do PNDH-3 e do eixo I dos Planos Nacional e Estadual de Educação em Direitos Humanos, o espaço escolar configura-se como local privilegiado de disseminação dos direitos e promoção de debates sobre tão nobre temática. A escola deve arregimentar forças no sentido de sensibilizar toda a comunidade escolar, para poder se envolver na defesa desses direitos em suas perspectivas individuais, coletivas, econômicas, políticas e culturais, com vistas à construção de uma sociedade mais justa, cujos princípios norteadores têm assento em valores humanos equânimes, igualitários, inclusivos e democráticos. De acordo com Silva (1995): “A educação em Direitos Humanos deve lidar, necessariamente, com a constatação de que vivemos num mundo multicultural. Assim, a educação em Direitos Humanos deve afirmar que pessoas com diferentes raízes podem coexistir, olhar além das fronteiras de raça, língua, condição social e levar o educando a pensar numa sociedade hibridizada”. Em 2012, por meio da Resolução CNE/CP nº 1, são estabelecidas as Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, objetivando: “Formação para a vida e para a convivência, no exercício cotidiano dos Direitos Humanos como forma de vida e de organização social, política, econômica e cultural nos níveis regionais, nacionais e planetário.”(BRASIL, 2012). Numa perspectiva multidimensional e orientadora da formação integral dos sujeitos de direitos, a Educação em Direitos Humanos, apresentada nas Diretrizes, articula-se às seguintes dimensões: “I – apreensão de conhecimentos historicamente construídos sobre direitos humanos e a sua relação com os contextos internacional, nacional e local; II

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Página: 75 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 63 – afirmação de valores, atitudes e práticas sociais que expressem a cultura dos direitos humanos em todos os espaços da sociedade; III – formação de uma consciência cidadã capaz de se fazer presente em níveis cognitivo, social, cultural e político; IV– desenvolvimento de processos metodológicos participativos e de construção coletiva, utilizando linguagens e materiais didáticos contextualizados; e V – fortalecimento de práticas individuais e sociais que gerem ações e instrumentos em favor da promoção, da proteção e da defesa dos direitos humanos, bem como da reparação das diferentes formas de violação de direitos.”(BRASIL, 2012). Com a homologação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2017) pelo Ministério da Educação (MEC), é direcionada aos sistemas, redes e escolas, a abordagem dos temas contemporâneos que “afetam a vida humana em escala local, regional e global”. A Bahia traz para o Documento Curricular Referencial da Bahia para a Educação Infantil e Ensino Fundamental, como um dos Temas Integradores, a Educação em Direitos Humanos, compreendendo a sua importância já expressa em normativas como o PEDH, o PEEDH e o Plano Estadual da Juventude, Lei nº 12.361/2011, que no art. 4º, XX, dispõe sobre a necessidade de: “Inserir conteúdos curriculares que valorizem a consciência participativa, política e cidadã dos jovens, tais como educação pela comunicação, meio ambiente, cultura brasileira, direitos humanos e de identidades.”(BAHIA, 2011). Na Rede Municipal de Ensino, os Direitos Humanos têm sido tratados no currículo escolar através de projetos interdisciplinares com estratégias e ações pedagógicas diversificadas que integram todas as Áreas do Conhecimento e Campos de Experiência, assim como, toda comunidade escolar. Eles perpassam pelas dimensões da promoção e valorização e pela prevenção e enfrentamento às violações dos Direitos Humanos em todos os âmbitos, reafirmando, assim, as demandas apontadas no Projeto Político Pedagógico à realidade das escolas e suas comunidades. Levando em consideração a proteção aos Direitos Humanos no município de Ichu foram criadas as seguintes leis: Lei Nº 12/2019 que institui o Conselho Municipal de Assistência Social; Lei 16/2013 que dispõe sobre Políticas Municipais de Atendimento dos Direitos da Criança e do Adolescente a qual também cria o Conselho Municipal da Criança e do Adolescente e o regulamenta; Lei 025/2015 que cria o Conselho Municipal de Direitos do Idoso; Lei 06/2017 que cria e regulamenta o Conselho sobre os Direitos da Mulher. Neste sentido, o ambiente educacional, a partir da elaboração coletiva de um Projeto Político-Pedagógico, pautado no compromisso de garantir os direitos à educação e à aprendizagem de todos os estudantes, promove reflexões e mudanças de atitude dos sujeitos, inclusive perante as práticas discriminatórias e violentas nos espaços sociais.

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Página: 76 64 5.7 EDUCAÇÃO PARA A DIVERSIDADE. É a diiversidade que melhor ilimuna a necessária globalidade, ou seja, é sendo diferente que nos tornamos iguais na condição humana GUENTHER A discussão do tema integrador Educação para a Diversidade, nos provoca uma reflexão em torno da nossa prática pedagógica que se revela muitas vezes contraditória. Olhando para a realidade da educação ichuense atualmente, encontramos ainda predileções histórico-culturais que enaltece a cultura branca, cristã-católica, paternalista, heterossexual, que são apresentadas muitas vezes em nossas escolas de forma homogênea, negando-se a heterogeneidade social. Promover a diversidade dentro do espaço escolar é uma forma de garantir o fortalecimento da autoestima e das identidades dos estudantes, a construção do sentimento de pertencimento e a promoção do respeito às liberdades individuais e coletivas, o que contribuem para a permanência do estudante na escola, com a melhoria da frequência e do rendimento escolar. O texto apresentado nos mostra uma proximidade da realidade do município de IchuBahia. As ações que se propõe trabalhar no tocante aos Temas Integradores como religiosidade, identidade de gênero, sexualidade e relações étnico-raciais, serão necessárias que haja estudos mais aprofundados sobre eles, como capacitação, palestras e outros com os profissionais da educação, família e outros segmentos da sociedade em geral, para assim a escola como espaço formador de cidadãos e cidadãs e demais segmentos possam tratar essas questões de maneira abrangente considerando as diversidades existentes sem ferir ou menosprezar um outro. A elaboração do conhecimento da educação na atualidade deve ocorrer na coletividade e estar voltada para as questões que comtemplem as diferenças, ou seja, a diversidade humana, dentro e fora do espaço escolar, sendo necessário para tanto abranger questões a serem refletidas como: etnia, raça, gênero, classe, sexo entre outros, considerando o conhecimento que os diferentes grupos trazem para a sala de aula, enriquecendo muito mais o ensino e a aprendizagem. Nesse sentido, podemos apontar os desafios de um ensino para a Diversidade, como

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Página: 77 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 65 por exemplo, a dificuldade da maioria de nossos profissionais em compreender os conceitos que envolvem a temática Relações de Gênero e Sexualidade, que é complexa em suas nuances. Faz-se necessário a formação continuada de professores voltada para a temática, com especialistas da área, que possa ajudar na apropriação dos conceitos e no desenvolvimento de estratégias pedagógicas específicas para cada fase do estudante e/ou etapa de ensino. No campo das Relações Étnicos-Raciais, a educação ichuense precisa ter um olhar mais atento para a questão religiosa que é abordada nas escolas, de forma predominante, sob o viés cristão-católico. É preciso fortalecer o ensino pluriconfessional com estratégias pedagógicas que promovam o conhecimento das diversas religiões, a desconstrução de estereótipos e o respeito à liberdade de credo, atendendo ao princípio da escola laica, e fortalecendo a escola enquanto instituição democrática.

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Página: 78 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DA BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 06 EDUCAÇÃO INFANTIL 108

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Página: 80 6.1. Introdução No fluxo e na dinâmica da implementação da Base Nacional Comum Curricular para a Educação Infantil, efetiva-se e explicita-se aqui o Referencial Curricular para a Educação Infantil. Faz-se necessário afirmar, como princípio fundante, que a BNCC não pode se configurar enquanto norma que visa a uma mera coesão curricular no currículo do Estado, do Município ou da Escola. Trata-se de uma normatização que orienta, referencia, mas que não deve se configurar como uma prescrição totalizante, até porque, nos processos de democratização das realizações curriculares, não há nem deverá haver autoridades curriculares únicas se levarmos em conta os contextos socioeducacionais de apropriação curricu- lar. Na busca por uma “coesão” pretendida pela BNCC, como política de currículo, com autonomia e responsabilidade socioeducacional, o DCRB movimenta-se numa apropriação crítico-contextualizada de suas orientações. Faz-se necessário afirmar que este documento não pode ser toma- do como uma prescrição curricular, mas um Referencial que, para ser pertinente e relevante, deve ser estudado e debatido, para de- pois desse processo ser apropriado pelos educadores da Educação Infantil nos contextos municipais, nas escolas e salas de aula. Levando em conta a extensão e a diversidade territorial, socioeconômica e cultural do Estado da Bahia, assim como suas complexas e intensas necessidades educacionais, com implicações diretas de como emerge a condição concreta das infâncias baianas e o que exigem historicamente em termos das necessidades socioeduca- cionais para uma formação qualificada, esse Referencial se confi- gura dentro de uma perspectiva multirreferencial, na medida em que se inspira na compreensão de que a criança não é uma inva- riante existencial, social e/ou cultural. Dessa forma é que, para fins curriculares, pensamos no bem comum socialmente referenciado e na emergência e acolhimento da diferença como realidades com as quais devemos trabalhar dispositivos curriculares e processos formativos e aprendermos mutuamente no convívio socioeducacional, em face da sua riqueza e importância formativo-experiencial.

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Página: 81 EDUCAÇÃO INFANTIL 69 Não abrindo mão dos processos de autonomização e de responsabilização da escola no que concerne à relação com as normas eà ineliminável e complexa dinâmica curricular e seus “atos de currículo” (MACEDO, 2013; 2016), fundamental é pensarmos nas crianças em formação como atores/atrizes e autores/autoras curriculantes. Com suas experiências, ações e protagonismos aprendentes, elas podem acrescentar cotidianamente ao currículo, assim como os grupos e instituições com os quais interagem, tomando-os como analisadores e propositores de processos decisórios da gestão curricular. É importante, neste processo, a intercriticidade das suas contribuições à experiência e à dinâmica curricular. Nesses termos, são instituintes de atos de currículo. É assim que autoformação (for- marse), heteroformação (formar-se com o outro) e metaformação (reflexão voltada para a análise valorada do próprio processo for- mativo) passam a se configurar como realizações importantes para a qualificação da formação da criança. Nesses termos, pedagogias ativas, ou seja, construcionistas, social e culturalmente referencia das, são apropriadas em favor de uma didática coerente com essas perspectivas curriculares e as aprendizagens aí requeridas. É assim que cuidado e aprendizagem qualificada e a aprendizagem qualificada pelo cuidado, bem como interações singularizadas, tomando a criança como ser de desejo, intenção e pensamento, vivendo de forma entretecida de as experiências corporais, cogniti- vas e socioculturais, assim como inserida e atuante nas complexas dinâmicas das sociedades em que vivem sejam consideradas sujei- tos de fato e de direitos. É fundamental imaginar um currículo para Educação Infantil inserido reflexiva e criticamente nas intensas, enlarguecidas e dinâmi- cas culturais da contemporaneidade. Currículos contemporâneos se configuram pela vivência e apropriação de saberes e atividades que se complementam, que vivem reflexiva e intensamente a expe- riência e o acontecimento e que, no presente, se nos apresentam com potencialidades para qualificação da formação. Num mundo cibercultural, por exemplo, entre outros mundos culturais, onde as crianças os vivenciam com intenso protagonismo, numa dinâmica, muitas vezes, ambivalente no que se refere às questões éticas, afetivas e cognitivas. Na mesma medida dessa intensidade experiencial, não há como um currículo e seus atos deixarem de criar as condições para se configurar processos de aprendizagem qualificados, implicando experiências e experimentações aprendentes, nas quais as aprendizagens deverão articular saberes curriculares vinculados aos campos dos saberes sistematizados, da

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Página: 82 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 70 experiência, da ética, da estética, da política, da cultura e da espiritualidade. Com isso, pautas vinculadas à justiça social, como questões de desigualdade socioeconômica, de gênero, étnico-raciais, geracionais e de orientação sexual são transversais à formação da criança. Tra- ta-se aqui de uma formação cidadã qualificada pela intersecciona- lidade da formação. Ademais e de forma realçada, qualquer experiência curricular e seus atos de currículo devem ter como preocupação contínua reflexões aprofundadas sobre qual a concepção de infância que norteia o currículo, por se tratar de uma construção filosófica, sociocultural e política fundamental para se qualificar um currículo de Educação Infantil. O vir a ser da criança é apanhado na sua virtualidade ineliminá- vel sem que uma lógica etapista do desenvolvimento infantil seja a última palavra para que iniciativas pedagógicas se configurem. A positividade do ser-criança em incessante auto-organização, em incessante criação (poiesis) chega primeiro, sem se desconsiderar, obviamente, o que a criança tem de espécie humana, mas essa não emerge sem aquela, é uma impossibilidade na emergência da própria humanidade do ser-criança. Vir a ser significa criação incessante, a emergência poiética inarredável de toda criança. 6.2. Concepção de Infância e sua Formação A ideia de infância, que atende a um etapismo evolucionista, é uma exterodeterminação, ou seja, é definida de fora da própria infância vivida. Carvalho (2012, p. 13) argumenta no sentido de que possamos experimentar inverter essa lógica, em que o enfoque mudaria “de um currículo para educar a infância para uma infância que pos- sa educar o currículo”. É nesses termos que essa autora nos fala da necessidade de “abertura do currículo para o plano da imanência do mundo, da vida vivida de nossas crianças” (CARVALHO, 2012, p. 47). Se imaginarmos que um currículo pode instaurar-se conjugado à experiência irredutível da formação da criança, até porque essa experiência é, também, da nossa perspectiva, um ato de currículo (MACEDO, 2013), poderíamos ter aqui uma oportunidade ímpar de experienciar uma fecunda desterritorialização dos padrões rígidos que ainda persistem nas políticas de currículo e na escola, traves- tidos de belas e progressistas ideias, em muitas oportunidades um novo pronto curricular.

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Página: 83 EDUCAÇÃO INFANTIL 71 Nesses termos, crianças curriculantes se apresentariam para configurar e colorir mais (in)tensamente os cenários curriculares, em geral feitos para elas, mas raramente com elas. Seus modos de sentir, pensar e criar mundos relacionais comporiam as propos- tas curriculares, sem que adultos as encaixassem nos seus tem- pos e crenças narcísicos e obsessivos, nos quais a maturidade e a eficiência buscadas estariam num futuro curricular traçado como uma “linha dura” (percurso; caminho, itinerário curriculares). Nes- se caso, a zona de conforto de uma pretensa maturidade infantil é, acima de tudo, arrogância. Assim, uma inflexão se torna necessária: experiências infantis concretas e saberes em uso – competências – seriam entretecidos num currículo singular e singularizante. No que se refere às concepções de currículo e formação que nos orientam, partimos da premissa de que currículo é uma realiza- ção pedagógica interessada que se configura na vontade e opção em conceber, organizar, institucionalizar e avaliar conhecimentos e atividades eleitos como formativos, na dinâmica ampliada dos processos educacionais e formacionais. Fundamental afirmar que, toda vez que nos envolvemos em questões e práticas curriculares, também estamos envolvidos em pautas, demandas e proposições de cunho formativo, mesmo que não conscientes. Currículo e formação são, para todos os fins práticos, realidades indissociáveis, apesar das dicotomias históricas que criamos entre essas pautas educacionais. No que se refere ao fenômeno formação, que implica a experiência irredutível e, ao mesmo tempo, relacio- nal de sujeitos em aprendizagem, convoca sempre um debate sobre sua valoração, formação não se explica, se compreende. Trata-se de uma experiência que jamais pode ser simplificada por qualquer modelo teórico ou avaliativo, só o próprio sujeito da formação, de maneira relacional e singular, é capaz de atualizar e proporcionar a compreensão da sua experiência formativa. Ademais, faz-se necessário ressaltar que o formativo é sempre do âmbito do valorado, até porque, em algum lugar e de alguma perspectiva, alguém ou algum segmento social dirá que alguma aprendizagem é ou não é boa. O que se explica, em realidade, são as condições educacionais e pedagógicas para que a formação aconteça, ou seja, seus dispositivos, formas de mediação, disponibilizações tecnológicas e materiais, espaços e tempos necessários para a qualificação da formação, modelos metodológicos, teóricos e de gestão da formação. A experiência formativa propriamente dita é irredutí- vel a qualquer explicação. Só o ser da experiência formativa é capaz de expressá-la.

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Página: 84 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 72 Tomando os meios educacionais como referência, só alcançamos a experiência formativa se o outro nos revelar, conscientes de que, tanto ele quanto nós experimentaremos, nos processos formativos, a condição do não saber, do não conhecer nas itinerâncias e errân- cias dessa experiência. Essa perspectiva retira qualquer possibili- dade de um currículo para a Educação Infantil pautado no adulto- centrismo ou na extradeterminação. Como nossas crianças se formariam como entes inteiros e positivados? Quais são as propostas curriculares relevantes para pleitear a complexidade das suas necessidades socioeducacionais nos plurais contextos do nosso Estado? Essas nos parecem indagações fundan- tes para reflexões e propostas de uma Educação Infantil compro- metida com a formação de entes de direito à aprendizagem/forma- ção qualificada. Ao aceitarmos o desafio de pensar a infância numa perspectiva ampliada e radicalmente distinta das concepções que quiseram compreender a criança como uma invariante na história e na cultura, pretendemos expressar, sobretudo, o desejo de contribuir para um projeto de Educação Infantil que possa ser considerado patrimônio sociocomunitário, pois entendemos que este nível de educação não pode estar à mercê das categorias teóricas corporativistas, das descontinuidades pedagógicas, dos jogos políticos e das instáveis disponibilidades burocráticas de setores político-administrativos. Direitos de Aprendizagem e Desenvolvimento Faz-se necessário pontuar que é preciso se compreender a Educação Infantil no âmbito da Educação Básica como uma especificidade pedagógica com uma forte compreensão ontológica, ou seja, aí está o ser-criança em formação. Dissolver a Educação Infantil nos princípios e métodos adultocêntricos do Ensino Fundamental, alguns já contestáveis, é não reconhecer que a criança precisa de uma educação diferenciada, ou mesmo negar a própria necessidade de significar o espaço-tempo da educação da criança de 0 a 6 anos. Necessário imaginar que a condição para viver a infância deveria atravessar toda a experiência do chamado Ensino Fundamental, até para fazer jus ao sentido radical que essa denominação pode nos revelar. Ademais, os objetivos da Educação Infantil precisam envolver as duas modalidades que lhe são inerentes. A creche e a denominada pré-escola não podem deixar de contemplar objetivos singulares.

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Página: 85 EDUCAÇÃO INFANTIL 73 É preciso afirmar a infância como “um mundo outro” (CHOMBART DE LAUWE, 1991). É preciso, portanto, não fazer da conjugação da Educação Infantil com o Ensino Fundamental um processo de subordinação a este e a sua tradição pedagógica, para não cairmos numa certa pedagogi- zação essencialista da Educação Infantil. Essa atitude que defende- mos não significa, como alerta Kuhlmann Jr., uma demarcação no estilo avestruz, face à realidade nacional, fazendo uma reserva de domínio descomprometida com o Ensino Fundamental. Trata-se de reconhecer a importância dos dois momentos, que deverão entretecer-se, articular-se intensamente, pois vivenciar a Educação Infantil e suas especificidades e valorizar o Ensino Funda- mental como uma demanda de potência democrática ineliminável é reconhecer que, afinal de contas, formação, aqui, está tratando da infância na sua condição humana e nas suas diferenças ontológicas. 6.4. Articulações e Garantias Ao publicizar o Programa de Ampliação do Ensino Fundamental, o Ministério da Educação aponta para uma ação de equidade social, ou seja, de justiça social pela via da diferença, ao garantir a todas as crianças mais um ano de escolarização, corrigindo, por consequência, as distorções produzidas pelos mecanismos do Fundef. Não se tratava tão somente da antecipação da escolarização obrigatória, mas também de sua ampliação, o que poderia significar mais permanência com mais qualidade. No que se refere à Educação Infantil, apostou-se que o deslocamen- to das crianças de 6 anos para o Ensino Fundamental geraria, como efeito positivo, o aumento de vagas nessa etapa educativa. Em reali- dade, estudos de Campos e Silva (2011) mostram que a transição tem sido feita de forma inconsistente em alguns contextos educacionais brasileiros, e que as expectativas da iniciativa não vêm ocorrendo. Por exemplo, a pressão por vagas na Educação Infantil continua. Preocupar-se com uma prática pedagógica que não compartimentalize Educação Infantil e Ensino Fundamental é fundar mais uma atitude de desconstrução das fragmentações que tanto aprende- mos a fabricar. Aproximar, articulando, esses dois momentos edu- cacionais é um procedimento que nos direciona justamente para a complexidade da aprendizagem como fenômeno sociointerativo que deve sempre, de forma inarredável, estar compromissada com a qualificação da formação.

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Página: 86 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 74 É preciso que qualquer orientação norteadora sobre a educação das crianças pequenas parta das suas ontologias, das suas condi- ções socioculturais concretas, compreendendo que o conhecimen- to do mundo envolve afeto, prazer, desprazer, fantasia, brincadeira, movimento, poesia, ciências, artes, linguagem, música, matemáti- ca etc., que, para a criança, a brincadeira é uma forma de lingua- gem, assim como a linguagem pode ser uma forma de brincadeira (KUHLMANN JR., 1999), e que o polimorfismo é a forma de expressão preponderante deste mundo outro. Nessa nova realidade, o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos traz diversas implicações, desde a exigência de investimentos em aspectos físicos e materiais para atender à criança de 6 (seis) anos no espaço escolar, até a destinação de recursos relacionados às polí- ticas de formação de professores e demais necessidades de cunho pedagógico. Podemos dizer que, mesmo com o avanço das políti- cas públicas para a pequena infância, verificamos que as propostas educativas criadas para este momento histórico revelam que, de forma elaborada, o caráter compensatório ainda se faz presente. Vale ressaltar que a Educação Infantil é complementar à educação da família e um direito da criança; portanto não se constitui apenas como um pré-requisito para o seu ingresso na escola. Reiteramos que o fato de a Educação Infantil fazer parte da Educação Básica não subentende que deverá antecipar o modelo escolar do Ensino Fundamental, extremamente contestável quando se trata da rela- ção dessa proposta pedagógica com as diversas infâncias que se apresentam à escola buscando formação. Convencido da necessidade de parâmetros para a educação da infância, o MEC (BRASIL, 1995, p. 11) apresentou critérios de qualidade para que a Educação Infantil respeitasse os direitos fundamentais das crianças: • • • • • • • • • • Nossas crianças têm direito à brincadeira; Nossas crianças têm direito à atenção individual; Nossas crianças têm direito a um ambiente aconchegante, seguro e estimulante; Nossas crianças têm direito ao contato com a natureza; Nossas crianças têm direito à higiene e à saúde; Nossas crianças têm direito a uma alimentação sadia; Nossas crianças têm direito a desenvolver sua curiosidade, imaginação e capacidade de expressão; Nossas crianças têm direito ao movimento em espaços amplos; Nossas crianças têm direito à proteção, ao afeto e à amizade; Nossas crianças têm direito a expressar seus sentimentos;

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Página: 87 EDUCAÇÃO INFANTIL • • 75 Nossas crianças têm direito a uma especial atenção durante seu período de adaptação à creche; Nossas crianças têm direito a desenvolver sua identidade cultu- ral, racial e religiosa. O que podemos concluir dessas elaborações de possibilidades autonomistas e emancipacionistas é que devemos falar não apenas de direito à aprendizagem, mas de direito à formação qualificada via aprendizagens relevantes e pertinentes. Toda proposta curricular que tem como base propostas de aprendizados precisa ser subme- tida a processos ampliados de debate sobre sua valoração, pois esse é o campo do formacional. Na medida em que nem toda aprendizagem é boa, a formação re- quer uma aprendizagem eleita como formativa, do contrário po- demos estar repetindo padrões e crenças legitimados por centros de poder da educação, sem reflexões profundas sobre suas perti- nências e relevâncias formativas, até porque, levando em conta os argumentos aqui já desenvolvidos sobre a formação, a formação, da perspectiva curricular, é sempre uma (in)tensa pauta ética e polí- tica, e envolve, portanto, opções, escolhas em face de demandas diversas. Nesse mesmo veio, devemos nos interrogar quem elege o que é formativo para as crianças, como elegem e para que elegem. Vale dizer que, para nosso interesse de texto, o formativo para as crianças implica compreender o que e como elas estão aprendendo, envolvendo os atos de currículo (MACEDO, 2010; 2012; 2013) que envolvem e fazem a mediação dessa aprendizagem. Portanto, não falemos apenas de direito à aprendizagem, mas de direito à formação qualificada, em que aprendizagens mediadas e com conteúdos cognitivos, éti- cos, estéticos, políticos e culturais estejam presentes em processos de qualificação dessa própria formação. Vale ressaltar o argumento de Kohan (2003). Para esse autor, em educação, associamos infância à primeira idade, pensando os seres humanos atravessando estágios cujos percursos costumam ter o signo do progresso. A infância seria o primeiro degrau associado a uma marca do ser em potência – e não em ato –, do que pode ser, mas ainda não é, do que virá a ser se acompanhamos a infância com um bom currículo, numa referência aberta a uma concepção exterodeterminante de desenvolvimento, a uma perspectiva de quase condenação sociopedagógica. A proposta pedagógica para a Educação Infantil e a incorporação da criança de 6 anos no Ensino Fundamental é justificada como uma tentativa de superar um discurso que difundiu o assistencialismo

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Página: 88 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 76 separado da educação. Buscou-se, e ainda se busca, a construção de uma identidade localizada em outro extremo, exaltando a exce- lência educativa pautada no modelo escolar, como se este fosse o melhor parâmetro de qualidade. A permanência de crianças de 6 anos no Ensino Fundamental hoje é fato, ou seja, é uma política que se efetivou. Com efeito, em 2006, a redação da Lei nº 11.274 modificou o art. 32 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996. A partir de então, definiu-se que o aluno ingressaria nos estabelecimentos escolares que ministravam o Ensino Fundamental aos 6 anos de idade, em caráter obrigatório. Alguns incisos do artigo mencionado afirmam a necessidade de que os estudantes desenvolvam, ao longo da segunda etapa da Educa- ção Básica, a habilidade de aprender, considerando relevante o ple- no domínio da leitura, da escrita e do cálculo, além da percepção adequada do ambiente natural e social. O estudo do sistema políti- co, da tecnologia, das artes e dos valores que regem a sociedade em que vivemos deveria fazer parte do currículo. O Ministério da Educação (MEC), a Secretaria de Educação Básica (SEB), o Departamento de Políticas de Educação Infantil e Ensino Fundamental (DPE) e a Coordenação Geral do Ensino Fundamen- tal (COEF) publicaram, em 2004, um documento intitulado “Ensino Fundamental de nove anos: orientações gerais”, dizendo ter como objetivo incentivar políticas que pudessem promover transforma- ções estruturais nas instituições escolares, no que se refere ao pro- cesso de “ensino/aprendizagem, avaliação, currículo, conhecimen- to e desenvolvimento humano”. Ao mesmo tempo, postulava-se a necessidade de que não houves- se uma ruptura entre a Educação Infantil e o Ensino Fundamental e, nessa direção, reforçava-se a importância das Diretrizes Curri- culares Nacionais para a Educação Infantil na revisão da propos- ta pedagógica do Ensino Fundamental, que passaria a atender às crianças de 6 anos: “[...] O objetivo de um maior número de anos de ensino obriga- tório é assegurar a todas as crianças um tempo mais longo de convívio escolar, maiores oportunidades de aprender e, com isso, uma aprendizagem mais ampla. É evidente que a maior aprendizagem não depende do tempo de permanência na es- cola, mas sim do emprego mais eficaz do tempo. No entanto, a associação de ambos deve contribuir, significativamente, para que os estudantes aprendam mais. Seu ingresso no Ensino Fundamental obrigatório não pode constituir-se em medida

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Página: 89 EDUCAÇÃO INFANTIL 77 meramente administrativa. O cuidado na sequência do processo de desenvolvimento e aprendizagem das crianças de seis anos de idade implica o conhecimento e a atenção às suas características etárias, sociais e psicológicas. As orientações pedagógicas, por sua vez, estarão atentas a essas caracterís- ticas para que as crianças sejam respeitadas como sujeitos do aprendizado” (BRASIL, 2004, p. 17-18). Importante notar que, se no âmbito formal o primeiro ano passou a pertencer ao Ensino Fundamental, do ponto de vista da prática pedagógica ainda está inserido na Educação Infantil. Por isso, as Diretrizes continuam sendo orientações para o planejamento dos conteúdos que deveriam ser trabalhados com as crianças de 6 anos. Recomenda-se atenção às singularidades dos alunos dessa faixa etária, a não antecipação do currículo da antiga primeira série, ao mesmo tempo em que se estimula a alfabetização precoce. O fato de o educando estar imerso em um “ambiente alfabetizador” já na Educação Infantil, ou seja, de ter acesso a situações em que a leitura e a escrita possuem usos reais de expressão e comunicação, seria um elemento facilitador para um processo de transição “natural” entre a primeira e a segunda etapas da Educação Básica. É inegável que o debate acerca da Educação Infantil como parte da Educação Básica e sua oferta enquanto garantia de direito vêm sen- do afirmados desde a Constituição Federal de 1988. Nesse sentido, muitos são os temas abordados na contemporaneidade sobre Educação Infantil. Aqui dedicaremos atenção e centralidade à Educa- ção Infantil na perspectiva da Educação Integral. Compreendendo Educação Integral como a escola de tempo completo e de formação integral humana. 6.5. Educação Infantil na Perspectiva Fatos que contribuem de forma efetiva para a discussão sobre a imda Educação portância da Educação Infantil na perspectiva da Educação Inte- gral Integral referem-se às diversas experiências e arranjos educativos denos diversos territórios; ao crescimento de iniciativas como Direito senvolvidos estaduais e municipais de políticas de Educação Integral incenti- vadas pelo programa indutor da implantação e implementação de Educação Integral do Governo Federal, por meio do Programa Mais Educação, instituído pelo Ministério da Educação em 2007. A força do debate na agenda nacional e a construção da meta 6 no Plano Nacional de Educação (Oferecer Educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender,

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Página: 90 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 78 pelo menos, 25% dos(as) alunos(as) da Educação Básica) são fruto do resgate ao pensamento e contribuições de educadores brasileiros, como Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro, Florestan Fernandes e Paulo Freire, que marcaram a história da educação brasileira pela luta da garantia do direito de aprender dos meninos e meninas da escola pública. Conforme Moll (2009), o debate sobre Educação Integral exige uma ampliação da visão sobre a escola, considerando que sua compo- sição envolve uma rede de espaços sociais, sendo institucional ou não, mas que contribuem para a construção de comportamentos, juízos de valor, saberes e formas de ser e estar no mundo. Vale ressaltar que a apropriação e o desenvolvimento da leitura e da escrita constituem processos que, para a grande maioria das crianças no Brasil, só se iniciam na escola. Somos, indiscutivel- mente, um país de negação de direitos, com milhares de brasileiros (avós, mães, pais, adultos) que compõem o cenário de analfabetos e semianalfabetos no contexto familiar das nossas crianças e jovens estudantes. Dessa forma, é fundamental para os estudantes terem acesso a uma escola que possam permanecer por mais tempo; que essa não produza na ampliação desse tempo, mais do mesmo, mas que avance para articulação com a comunidade, para educação em Direitos Humanos, para a educação e os diversos saberes a partir de situações significativas de leitura e escrita, arte e cultura, es- porte e lazer. Uma escola que cumpra seu papel na produção do conhecimento a partir do desenvolvimento das diversas dimensões do sujeito. Nesse sentido, pensar a formação docente na Educação Infantil, na perspectiva da Educação Integral, nos reporta à ideia de um redimensionamento de tempos e espaços educativos e, por consequência, da ampliação das práticas do diálogo e do princípio democrático. Em verdade, a educação, em seu sentido amplo e real, por si só, em seu significado, já deveria dar conta da formação integral do homem. Contudo, no Brasil, em função de uma educação escolar direcionada ao atendimento das massas populares, historicamente constituída de um tempo e uma dedicação limitada e insuficiente, o termo Educação Integral ganha ênfase ao falarmos de uma educa- ção escolar de dia inteiro, como defende Anísio Teixeira: “Precisamos restituir-lhe o dia integral, enriquecer-lhe o programa com atividades práticas, dar-lhe amplas oportunidades de formação de hábitos de vida real, organizando a escola como miniatura da comunidade, com toda a gama de suas atividades de trabalho, de estudo, de recreação e de arte” (TEIXEIRA, 2007, p. 67).

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Página: 91 EDUCAÇÃO INFANTIL 79 Analisar o sentido do termo Educação Integral nos permite re- pensar a educação escolar que é oferecida de forma específica nas escolas públicas no Brasil; uma educação escolar que, diminuída em seu tempo, não oportuniza diversos aprendizados e experiên- cias que permitam o desenvolvimento pleno da criança e do jovem estudante. Como reafirma a Lei nº 12.796, de 4 de abril de 2013, no art. 29: “A Educação Infantil, primeira etapa da Educação Básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança de até 5 (cinco) anos, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade”. Assim, creches e pré-escolas devem buscar trabalhar a Educação Infantil na perspectiva da Educação Integral humana, desenvolvendo as habilidades e potencialidades das crianças. A Educação Infantil, na perspectiva da Educação Integral, conduz à necessidade de repensar espaços, tempos e oportunidades educa- tivas, exige a construção de um novo olhar sobre a escola, o currí- culo, as práticas pedagógicas, os sujeitos e os lugares que educam, que fazem da escola lugar central da ação educativa, capaz de ar- ticular os diversos saberes. Para tanto, a formação de professores que atuem nesse contexto, a partir da qualificação de suas práticas e experiências pedagógicas, é conditio sine qua non. Aqui se articulam três grandes desafios da Educação Brasileira, a saber: 1. Educação Infantil, 2. Educação Integral e 3. Formação de Professores; desafios que demandam decisões políticas e investimentos financeiros, desafios que nos impulsionam a manter na agenda o debate e o compromisso de enfrentá-los apesar de todas as adversidades. Ao articular a Educação Infantil com a Educação Integral, a partir do Plano Nacional de Educação, tanto Barbosa (2011) quanto Aquino (2012) afirmam que “[...] a oferta da Educação Infantil para crianças de 4 a 6 anos vem se fazendo, primordialmente, em tempo parcial”. Vale ressaltar o que diz a estratégia 1.17, (meta 1), do Plano Nacional de Educação, conforme os autores. Desse modo, é preciso considerar, apoiar e acompanhar a estratégia 1.17 do PNE 2014, que prevê o estímulo do acesso à Educação Infantil em tempo integral para todas as crianças, conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (BARBOSA; ALVES; SILVEIRA; SOARES, 2014, p. 509).

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Página: 92 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 80 Refletir a formação do educador nesse tempo exige considerar seu papel social, sua história, seus saberes, experiências e sua realidade política e econômica. O educador como sujeito protagonista de sua ação, como sujeito disponível e predisposto à formação e transformação de sua prática. Nesse sentido, importa afirmar que toda e qualquer proposta pedagógica que se constitua como séria, comprometida com o processo educativo e verdadeira, só se constitui e pode avançar se estiver em sua base a formação dos profissionais da educação, especialmente formação docente como pressuposto básico. Atos de currículo, mediação didática e processos de aprendizagem são entretecimentos do campo educacional que guardam relações profundamente necessárias. Podemos dizer que currículos, para se qualificarem através de seus atos, precisam de mediações didáticas qualificadas, condição para a possibilidade de aprendizagens e processos formativos também qualificados. 6.6. Entretecimentos entre Currículo, caso da Educação Infantil, currículos e seus atos precisam que a Didática e No didática assuma, de início, as especificidades das aprendizagens e do infantis, bem como as transversalidades que fundam Processos de desenvolvimento a educação das crianças, como a concepção de infância, o cuidado, a Aprendizagem ludicidade, a interação acolhedora e motivacional, para que o ensino perca a compreensão de que lida via mediações com as infâncias na Educação não em educação. Infantil Métodos ativos e construcionistas que tomem as crianças como autoras das suas aprendizagens, que compreendam a aprendizagem como um fenômeno ao mesmo tempo cognitivo, social, cultural, ético e político podem qualificar os atos de currículo por meio dos entretecimentos com a didática e a compreensão do processo de aprendizagem das crianças. Educadores atenciosos, acolhedores, brincantes, mediadores de aprendizagens criativas, facilitadores das experiências aprendentes das crianças, conectados com uma Educação Infantil contemporâ- nea e cientes da pluralidade, dos espaços-tempos de formação dos nossos tempos, podem trazer para a Educação Infantil entreteci- mentos ricos e valorosos entre currículo, didática e processos de aprendizagem.

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Página: 93 EDUCAÇÃO INFANTIL 81 É num cenário da Educação Infantil impactado não apenas pelo paradigma da necessidade, mas, a fortiori, pelo paradigma do direito da criança à educação, que a ideia forte hoje em pauta no discurso oficial sobre o “direito à aprendizagem” se configura. Entretanto, da nossa perspectiva, o conteúdo desse discurso precisa de uma refle- xão, ou mesmo de uma inflexão mais que fundamental em realidade fundante. Senão, vejamos. Para o campo das práticas educacionais, a aprendizagem é uma pauta de interesse inarredável em termos pedagógicos. Concordamos, entretanto, como vimos afirmando, em termos valorativos nem toda aprendizagem é boa, levando em conta a perspectiva de quem vive a experiência do aprender, suas necessidades, demandas e direitos. 6.7. As Transições entre Educação Infantil e Ensino Fundamental: Questões Para a educação, como lugar eminentemente político e ético, a só se legitima se for valorada e referenciada socialDidáticas e aprendizagem mente. Nesse sentido, o que constitui formação para uma criança vai além do que está prescrito, do que deve aprender, nos provoca Curriculares muito Pierre Dominicé (2012). Sem nos alongar nessa argumen- tação introdutória, mas importante para explicitarmos nossas in- tenções de texto, ao se falar em “direito à aprendizagem”, fica-se a meio caminho de uma complexidade fundante e de uma necessida- de socialmente referenciada: o direito à (aprendizagem) formação. É com esse sentido político-pedagógico do aprender formando-se e do aprender a formarse na escola de Educação Infantil e das sé- ries iniciais do Ensino Fundamental que caminharemos com nos- so texto político-curricular, em que a provocação central é jamais desvincular aprendizagem da formação, envolvendo aí as questões do currículo da educação das crianças pequenas. Por outra perspectiva mais ampla, Silva, Pasuch e Silva (2012) explicitam que vivenciamos, nas décadas de 1980 e 1990, a transição da Educação Infantil pautada no paradigma da necessidade para um paradigma do direito da criança sujeito de direitos. Para a autora, essa transição marca o reconhecimento da importância da Educação Infantil para o processo de formação da criança pequena em ambiências de cuidado e de aprendizagens organizadas para educá-la. Quanto à didática da Educação Infantil, inspirada no trabalho com os Campos da Experiência, torna-se necessário definir os objetivos centrais da Pedagogia da Infância. De acordo com Moysés Kuhlmann Jr. (1999), não se trata de dizer que o conhecimento e a aprendizagem não pertençam ao universo da Educação Infantil, porém a dimensão que assumem na educação das crianças pequenas colo- caos numa relação extremamente vinculada aos processos gerais de constituição da criança: a expressão, o afeto, a sexualidade, a socialização, o brincar, a linguagem, o movimento, a fantasia e o imaginário.

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Página: 94 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 82 Tal didática não é aquela “por meio das quais se incentivam aprendizagens particulares”, mas a que busca aprofundar os tipos de experiência que as crianças vivem e podem viver diariamente [...] (a manipulação, o rabisco, os transformismos, o contar histórias, as atividades motoras, o comentário de figuras)” e, ao mesmo tem- po, tenta “identificar situações inéditas que possam incentivar nas crianças a exploração e transformação do ambiente” (BONDIOLI; MANTOVANI, 1998, p. 31). Como a realidade da criança é ainda bastante fragmentada, mar- cada pelo “aqui e agora”, a possibilidade de continuidade garante o crescimento e a qualidade das experiências dos meninos e das meninas. Isso significa dizer que a continuidade implica condições objetivas (i) de tempo, para que as crianças possam permanecer em seus percursos de investigação; (ii) de materiais em quantidade suficiente, para que cada criança do grupo não seja constantemente interrompida, e com variedade ampliada para aumentar seu repertório de negociações entre os próprios materiais; (iii) de espaço, pois se faz necessário garantir opções diversas de atuações das crianças em um mesmo local, sem que as obrigue a permanecer todas em uma mesma atividade por longos períodos de tempo; e (iv) de grupo, pois já se sabe que as crianças conseguem atuar melhor quando estão em pequenos grupos. Novamente, alertamos para o fato de que os campos de experiên- cias não operam em tempos compartimentados: eles atravessam de forma objetiva o modo como o contexto é organizado e, subjetiva- mente, nas ações e intervenções do adulto que os acompanha. Em especial, quando nos referimos ao princípio da continuidade, esta- mos a convocar os professores para o seu papel de responder a essa “forte exigência de continuidade. [...] Estabelecendo hábitos, isto é, momentos reconhecíveis pela sua identidade e repetitividade, ou ainda [...] prestando atenção às possibilidades intrínsecas a cada experiência” (BONDIOLI; MANTOVANI, 1998, p. 32). Na continuida- de das experiências éque reside a força e a vitalidade da ação das crianças em compreender, explorar e aprofundar as suas hipóteses afetivas, cognitivas e sociais sobre o mundo. A partir desse ponto de vista, “o princípio da continuidade da experiência significa que toda experiência tanto toma algo das experiências passadas quanto modifica de algum modo a qualidade das experiências do presente e que virão” (DEWEY, 2010, p. 36). Daí o convite a outro princípio, a significatividade. O caráter lúdico e contínuo das experiências das crianças abre um espaço para a produção da ludicidade, da continuidade e da significatividade das experiências infantis que podem servir como guias importantes na elaboração e organização dos currículos para dar significados

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Página: 95 EDUCAÇÃO INFANTIL 83 pessoais, seja pelo prazer do já-vivido característico na atividade lúdica, seja por germinar algo que está embrionário na criança na continuidade de suas experiências. Bondioli e Mantovani (1998, p. 32) nos indicam estes princípios como sendo “de uma didática do fazer com as crianças pequenas” que, aqui neste texto, serviram para ampliar e nos fazer pensar so- bre a experiência nos campos de experiência. Na Pedagogia de Projetos, por exemplo, a abordagem educativa está centrada na criança e na possibilidade de que ela possa expressar-se por meio de todas as suas linguagens, como desenhos, pinturas, palavras, movimentos, dobraduras, modelagens, montagens, dramatizações, colagens, esculturas, músicas, o que a conduz a uma ampla possibilidade de expressão e de criatividade. A organização das atividades baseia-se numa contínua e responsá- vel flexibilidade e inventividade didática em relação à variabilidade dos ritmos, dos tempos e dos estilos de aprendizagem, além das motivações e dos interesses das crianças. A organização da programação pedagógica, a partir do trabalho centrado nas experiências, além de valorizar as experiências das crianças, favorece ainda uma organização flexível e autônoma, na qual cada escola de Educação Infantil possa valorizar as suas ex- periências e culturas locais. Permite ainda que a escola da infância possa ter flexibilidade e autonomia para construir um projeto pró- prio, criativo a respeito das orientações das políticas de currículo. Transversalidades fundantes: concepção de infância, cuidado, interação, ludicidade e formação. Enquanto transversalidade, as políti- cas curriculares e as atitudes e práticas advindas da sua apropria- ção deverão deixar evidentes de que concepção de infância partem suas concepções curriculares e como cultivam essa concepção nos seus atos de currículo. 6.8. Transversalidades Fundantes e por exemplo, superam as concepções pedagógicas adultoTransversalidades Como, cêntricas de criança e/ou reduzidas ao etapismo psicológico, que sempre a criança como ser imaturo e insuficiente, tendo o das Competências imaginou “amadurecimento” adulto como meta. Como apreendem, por ou- tro da Base lado, as crianças na sua inteireza existencial/relacional, social, ética, estética, cultural e política e, em termos curriculares, como, ademais, um ator/atriz curriculante. Ou seja: que acrescenta ao currículo que experiencia.

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Página: 96 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 84 Da perspectiva do cuidado como uma transversalidade curricular, mas presente na constituição mesma em toda educação de crian- ças, deixar claro que o cuidado é parte de todo e qualquer ato de currículo. O cuidado deve estar no cuidar, na mediação das apren- dizagens, das interações cognitivas, afetivas, artísticas e linguísti- cas. É assim que essa transversalidade insubstituível qualifica um currículo em Educação Infantil. No que se refere às interações, é fundamental saber acolher, compreender, orientar e reorientar as experiências curriculares das crianças em toda e qualquer atividade que envolva o currículo e seus atos. As interações saudáveis e acolhedoras qualificam, por consequên- cia, o processo formativo veiculado pelos atos de currículo. Inte- rações qualificadas habilitam também a aprendizagem e o desen- volvimento das crianças em toda a sua integralidade. Até porque, como todo o ser humano, a criança é um ser constituído pela sua individualidade, mas, em muito, pelas interações que a constituem em toda a sua vida de relação com saberes, assim como, e por con- sequência, em relação às suas aprendizagens. Compreendida como experiência singular de cada criança, a formação, construída como possibilidade de qualificação das aprendizagens, integra a ideia de que uma aprendizagem boa é aquela que qualifica a vida da própria criança. Implica, portanto, em boas mediações para se chegar a uma formação qualificada, que tem na sua dinâmica a autoformação, formação consigo mesma como ser reflexivo e crítico, heteroformação, formação com o outro (pais, professores, colegas, autores, personagens da literatura etc.), ecoformação (formação na relação com as experiências com outros seres), metaformação, reflexão sobre o próprio processo formativo. Um currículo de Educação Infantil só se legitima se qualificar a formação da criança nos níveis da sua integralidade, envolvendo sabe- res de campos de conhecimento sistematizados, incluindo saberes e experiências éticas, estéticas, culturais, políticas e espirituais. Quanto à ludicidade, emerge num currículo de Educação Infantil como uma transversalidade que vai ao encontro da própria forma de configuração das experiências infantis vinculadas às brincadei- ras e aos jogos e suas potencialidades formativas. Um currículo de Educação Infantil deverá ser sempre um currículo brincante para um ser brincante (CONCEIÇÃO; MACEDO, 2018). É necessário realçar que afirmar que a criança aprende brincando é algo que ultimamente vem sendo discutido com afinco nos meios

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Página: 97 EDUCAÇÃO INFANTIL 85 educacionais. Da nossa perspectiva, o brincar é uma característica fundamental do ser humano, do qual a criança depende muito para se desenvolver. Portanto, para crescer, ela deve brincar, bem como para se posicionar frente ao mundo. Uma preocupação emerge quando a tendência em nossas escolas é de adotar a brincadeira com o caráter de preparo, e não com o ca- ráter recreativo. Essa realidade faz com que a utilização problema- tizada da brincadeira na escola se torne premente. Trazer o lúdico como brincadeira de forma vivenciada e reflexiva de volta para o cotidiano educacional das crianças, salvá-lo de certa prática ins- trumentalista é um dos aspectos importantes para o qual tentamos chamar a atenção. Tomar consciência desse processo requer, na verdade, mudanças nas atitudes dos atores e sujeitos do currículo. Essas mudanças, porém, não acontecem de forma automática. São necessárias as vi- vências reflexivas para incorporar a inspiração lúdica vinculada à brincadeira. Talvez seja necessário reinspirar e reencantar na esco- la o brincar na educação das crianças. Com o corpo, com o espaço e os objetos; com a imaginação, a criatividade, a inteligência; com a intuição, com as palavras e com o conhecimento, com nós mesmos e com os outros. Assim, estaremos redescobrindo também essa lin- guagem para nos comunicar e nos expressar. Tanto o brincar como o faz de conta podem ser considerados atividades fundamentais para o desenvolvimento da autonomia, uma das finalidades inelimináveis da educação e, a fortiori, da educa- ção das crianças. Nas brincadeiras, as crianças podem desenvol- ver algumas capacidades importantes, tais como a atenção, a imi- tação, a memória, a imaginação. Amadurecem também algumas capacidades de socialização, por meio da interação e da utilização e experimentação de regras e papéis sociais vivenciados nas brincadeiras. Essas compreensões já estão presentes nos Referenciais Curricu- lares da Educação Infantil. Falta, entretanto, que estas inspirações entrem na vida dos currículos de Educação Infantil de forma tal que representem o início da configuração de uma cultura e de uma práxis educativa que atentem para a multiplicidade das expressões lúdicas dos segmentos infantis; edifiquem a ludicidade curricular da educação enquanto uma construção identitária. A escola, enquanto espaço institucionalmente organizado, que contém regras específicas para o seu funcionamento, em geral, impõe à criança e, logicamente, à ludicidade, a sua óptica. A inserção do processo dicotômico entre o brincar e o trabalho, entre ludicidade

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Página: 98 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 86 e produtividade, frente à fragilidade da significação desta perspectiva de ludicidade, por sua vez, impele a escola a buscar uma “formação” puramente cognitiva e utilitarista, marcando a vida da criança por meio da imitação de ações produtivistas, como forma de preparação para uma escolaridade reducionista. Claramente estabelece uma oposição em relação aos anseios lúdi- cos infantis. O mundo produtivo, a cultura ocidental e, consequen temente, a escola vão destituindo as atividades lúdicas de seu valor, considerando-as apenas como uma atividade de descanso em face do excesso de energia. Um estigma para a vivência do lúdico. Na escola, a criança manipula os brinquedos que são oferecidos, mas temos dúvidas se ela brinca, porque, muitas vezes, não se re- conhece nessa experiência. O lúdico deixou de ser a totalidade que se constrói para nela habitar. As práticas da fantasia, por exemplo, que deveriam ser acolhidas, respeitadas e estimuladas antes da en- trada em cena do discurso racional, são, muitas vezes, esvaziadas (CONCEIÇÃO; MACEDO, 2018). Importante mencionar as “Dez Competências” definidas na BNCC: • • • • • Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva; Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conheci- mentos das diferentes áreas; Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e cultu- rais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos das linguagens artísticas, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo; Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informa- ção e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares), para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva;

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Página: 99 EDUCAÇÃO INFANTIL • • • • • 87 Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade; Argumentar, com base em fatos, dados e informações confiá- veis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos huma- nos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si, dos outros e do planeta. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecen- do suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas; Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar, promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qual- quer natureza; Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilida- de, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sus- tentáveis e solidários. Essas competências são aqui apropriadas como transversalidades que podem emergir em todos os argumentos do Currículo do Es- tado da Bahia. Ou seja, compreendidas como saberes em uso, nos quais saberes, habilidades e valores compõem as competências transversais a serem desenvolvidas, entretecidas à formação po- lítica, ética, estética, cultural, espiritual e religiosa, configuram-se como uma continuidade a ser cultivada pelos atos de currículo du- rante toda a Educação Básica, respeitando e acolhendo as especifi- cidades de cada etapa. As transversalidades pontuam e atravessam, como espirais, as eta- pas formativas, produzindo conexões diversas com as competên- cias, seus componentes e todo e qualquer conteúdo ou atividades vinculadas à formação como um todo. São, em realidade, macroconcepções que acolhem e também se conectam a todos os atos de currículos e, por consequência, às experiências formativas. Entretanto, faz-se necessário afirmar, como ressaltamos em nos- sos argumentos ao longo desse Referencial, que existem outras transversalidades que não implicam tão somente no que a BNCC

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Página: 100 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 88 preconiza, ou mesmo poderá ressignificar o que a BNCC pleiteia como Competência a ser trabalhada, levando em conta a singularidade dos contextos de formação. O exercício importante é se perguntar: que transversalidades emergem no meu contexto curricular-formacional que a BNCC não pleiteia como transversalidade nas suas competências? Como po- demos trabalhar seu enriquecimento, sua crítica, sua reconfigura- ção e sua complementação? 6.9. Avaliação da Aprendizagem Como um ato de currículo, a avaliação na Educação Infantil não pode se configurar perdendo de vista as especificidades do desenvolvimento da criança e suas mediações. Também não pode perder de vista as transversalidades fundantes e ampliadas aqui citadas, bem como as outras transversalidades que surgirão das singula- ridades dos contextos dos quais emergem as crianças. Eminente- mente processuais, percebidas como atos de currículo para quali- ficar a formação da criança, compreendida como um diagnóstico pedagógico a fim de orientar e reorientar seu desenvolvimento e suas aprendizagens, a avaliação deve incentivar a autoforma ção, a heteroformação, a ecoformação e a metaformação, como já descrevemos neste Referencial. Nesses termos, o portfólio e o álbum de memória são dispositivos de avaliação de possibilidades valorosas para uma formação qualificada num contexto curricular da Educa- ção Infantil. Esses dispositivos podem e devem favorecer uma avaliação cen- trada numa visão positivada da criança. Errar para acertar como ato criativo, por exemplo, faz do “erro” um caminhar sem punições, classificações e hierarquizações, pois dessa perspectiva a avaliação tem um só objetivo: ajudar a compor uma aprendizagem qualifica- da e digna para a criança, por meio das suas itinerâncias e errân- cias aprendentes. Ademais, quanto mais pluralizarmos as formas de avaliação, mais nos aproximamos das singularidades das crianças, mesmo que tenhamos orientações curriculares sobre conhecimen- tos sistematizados, experiências, habilidades, valores a serem trabalhados e avaliados. Dessa forma, a “aprendizagem boa” – sempre um fenômeno valora- do singularmente por diversas culturas –, construída pelos proces- sos avaliativos, é aquela que qualifica por sua mediação a formação da criança. Até porque o significado de avaliação aqui cultivado é, também, um momento importante de desenvolvimento, aprendiza- gem e formação da criança. Jamais pode ser reduzido a um exame

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Página: 102 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 90 diagnóstico classificatório eivado de expectativas competitivas. Exames não têm compromisso com formação qualificada, seu compromisso é com verificação classificatória pura e simples, com fins de hierarquização. As crianças não podem crescer aprendendo que os mundos humanos em aprendizagem mediada por instituições educacionais são configurados por esses valores pautados na predação do outro pela competitividade. Como pensar uma Base Nacional Comum Curricular para todos os níveis de educação e ensino sem perder a especificidade da Educação Infantil e, aquilo que Carlina Rinaldi chamou de “Currículo Emergente” (1999), com a proposta de diferenciar-se de um planejamento como um método de trabalho que estabelece de antemão objetivos educacionais gerais e específicos? 6.10. Campos de Experiência Cabe então questionar o formato do currículo escolar organizado por no Currículo disciplinas que, muitas vezes, é trazido como modelo para Edu- cação Infantil, de modo que possamos pensar novas formas de lidar com os da Educação saberes, materiais, tempos e espaços educacionais especí- ficos da Infantil para as crianças pequenas. Por tal razão, Infantil Educação destacamos a necessidade de refletir sobre os campos de experiên- cia no contexto da educação da infância e suas contribuições para pensar o processo de construção de conhecimentos, para construir um processo educativo que considere as trocas entre as crianças e entre adultos e crianças. Em síntese, buscar contribuir para um processo educativo que tem na criança a sua centralidade. Nesse caso, a dúvida e a fascinação são fatores muito bem-vindos, juntamente com a investigação, a descoberta e a invenção. Com base no art. 9º das Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil, abre-se a proposição dos Campos de Experiências como proposta norteadora para a organização curricular da Educação Infantil. Essa abordagem considera a experiência da criança como sujeito que age, cria e produz cultura, visão que supera a lógica da criança como mera receptora dos conhecimentos. Os campos de experiências colocam o fazer e o agir da criança no centro do saber, além de articular os direitos de aprendizagens da criança, que destacam seis princípios básicos, a saber: conviver, brincar, participar, explorar, expressar e conhecer-se.

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Página: 103 EDUCAÇÃO INFANTIL 91 FIGURA 4 Campos da Experiência ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES O EU, O OUTRO, O NÓS TRAÇOS, SONS E IMAGENS CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO Fonte: Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil 21 . Como um dispositivo estruturante e propositivo de Currículos, os campos de experiência trazem transformações significativas para a qualificação dos processos formacionais, na medida em que evitam o abstracionismo e a insularidade da tradição disciplinar. No que se refere à Educação Infantil, dá centralidade à aprendizagem da criança e seu processo formacional, compreendidos como singularidades experienciais. Nesses termos, aprendizagem e formação como experiências valoradas estão apartadas de qualquer perspectiva exterodeterminante da aprendizagem e da formação. Dessa forma, processos de autonomização e de autorização por parte da criança implicam em aprender e desenvolver saberes que envolvem exprimir sentimentos e elaborar estratégias, expressar pontos de vista e aventurar-se honestamente em definições de si- tuação e, com isso, na construção da afirmação atitudinal. É com esse conjunto de dispositivos e capacidades adquiridas que as crianças, ao brincar, ao exercitar sua curiosidade, ao questionar, ao explorar, ao narrar, ao escutar, produzem descritibilidades, inteligibilidades, analisibilidades e sistematicidades, compreendidas como competências que as ajudam a questionar e criar hipóteses sobre o mundo e seus sistemas simbólicos, de uma forma sempre ativa, mesmo que nessas itinerâncias produzam erros. A construção de processos de autonomização, de autorização e autorias infantis se constitui em aventuras pensadas, eivadas de intensas atividades cognitivas, desiderativas, sociais e simbólicas. 16 BRASIL. Conselho Nacional de Educação; Câmera de Educação Básica. Parecer nº 7, de 7 de abril de 2010. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica. Diário Oficial da União, Brasília, 9 de julho de 2010, Seção 1, p. 10. Disponível em: <http://pactoensinomedio.mec. gov.br/images/pdf/pceb007_10.pdf>. Acesso em: 19 set. 2018.

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Página: 104 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 92 A aprendizagem é, acima de tudo, ação simbólica, deslocamento e alteração do ser criança na sua totalidade. Enquanto processo, ao mesmo tempo individual, relacional e simbólico, a aprendizagem, enquanto saber, saber-fazer e saber-ser, é fundamentalmente uma atividade experiencial. Assim, mediada por procedimentos pedagógicos na escola, bem como em outros tempos e espaços, se dá na experiência do ser que aprende e sua singularidade. Nesses termos, nos processos formacionais das crianças, atitudes de pesquisa co- laboram para que crianças acordem as fontes dos saberes, expe- rimentem intensamente, pensem e expressem seus pensamentos, dialoguem tentando esclarecê-los, tendo a narrativa um lugar de destaque nesse processo pedagógico. Justifica-se aqui não só valorizar e valorar a experiência e os sa- beres, mas os acolher na sua plenitude, dialogando com sua perti- nência e relevância, assim como problematizando-os quando ne- cessário. É preciso que o educador esteja atento para o fato de que nem toda aprendizagem é boa. Importa criar uma ambiência onde o diálogo honesto, acolhedor, crítico possa valorizar e valorar as aprendizagens, tornando-as potencialmente formadoras para as experiências infantis e para o próprio educador, até porque crian- ças os fazem aprender também. O encontro mediado entre educa- dores e crianças é mutuamente formacional. Com esses argumentos, faz-se necessário afirmar que trabalhar com os campos de experiência na Educação Infantil não significa cair no populismo pedagógico de que a mediação do educador dei- xa de ser propositiva ou mesmo crítica. Acolhedora, solidária, pedagogicamente preparada, essa mediação é, acima de tudo, dialógica, trata-se de um encontro experiencial transversalizado, por inten- ções pedagógicas compromissadas com aprendizagens formacio- nais, portanto, qualificadas. Implicar nos processos pedagógicos as explorações infantis, suas curiosidades, proposições e descobertas, não significa o educador se ausentar propositivamente do processo de qualificação pleiteada pelo Currículo. Sabe-se, a fortiori, que, em realidade, quem constrói os saberes e suas formas de ação são as crianças, mas num mundo intensamente relacional. Jogos e brincadeiras, como centralidades lúdicas, constroem e oportunizam descobertas e aprendizagens. Nesses termos, é pre- ciso cuidar das ambiências pedagógicas e seus dispositivos, para que essa condição e direito da infância seja vivido plenamente e potencialize aprendizagens formacionais. Cada campo de experiência oferece um conjunto de objetos, situa ções, imagens e linguagens, relacionados aos sistemas simbóli- cos da nossa cultura, capazes de evocar, estimular, acompanhar

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Página: 105 EDUCAÇÃO INFANTIL 93 progressivamente aprendizagens. Pode-se falar que os campos de experiência como organizadores curriculares necessitam de uma ecologia educacional para que seu potencial formacional possa emergir. Essa é uma recomendação fulcral para a gestão curricular da Educação Infantil, que implica conceber, organizar e disponibi- lizar ambiências saudáveis e artefatos culturais pedagogicamente relevantes. Campos de Experiência como dispositivo organizador de um currículo significam, acima de tudo, colocar a experiência da criança no centro das atenções a partir de disponibilidades interativas que se disponibilizem a trabalhar com essas experiência, e não sobre elas ou contra elas. É compreendê-las sempre como fonte de saberes de possibilidades formacionais. É por meio da experiência que se dá sentido ao mundo, às nossas atividades e realizações. É com as experiências cotidianas que as crianças buscam e constroem suas políticas de sentido, ou seja: fazem opções, compreendem o mundo e tomam decisões. Por outro lado, faz-se necessário, no encontro entre a experiência docente e da criança em formação, intercriticizar seus sentidos para que se possa valorizar e valorar seus conteúdos formacionais. Cabe nesse contexto reinventar a docência para trabalhar com a complexidade e os desafios das diversas experiências num âmbi- to pedagógico estruturado por ações-reflexões-ações implicadas à qualificação dos processos formacionais. O eu, o outro, o nós Na infância, a construção dos processos identitários, realizada por meio de inúmeras formas de observação e de indagações que envolvem as pessoas, eventos, tradições familiares, culturas em que as crianças estão inseridas desde os seus primeiros dias de vida, efetiva comparações, assim como processos de inclusão e exclusão. Neste processo, a criança interessa-se pela sua existência e das ou- tras pessoas, entre outros seres. Presentes nessas questões sur- gem, mais tarde, perguntas sobre Deus, a vida e a morte, a tristeza e a felicidade. Como muitas vezes se tratam de questões complexas, faz-se necessário uma escuta compreensiva e refinada para que, de acordo com sua capacidade cognitiva e afetiva, respostas formacio- nais cuidadosas sejam construídas pelos seus educadores. Crianças constroem seus processos identitários convivendo e dialogando consigo e com os outros. Experimentam estados de humor e, com isso, aprendem a expressá-los, em busca de apoio, cuidado,

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Página: 106 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 94 proteção e interação qualificada. É aqui que muitos dos seus direi- tos deverão ser exercidos, tendo como guardiões o Estado e a famí- lia, entre outras instituições educacionais, meios pelos quais tam- bém aprendem sobre seus deveres. Da perspectiva da infância, esta é a condição de uma passagem evolutiva, importante, na superação gradual do seu egocentrismo, entrando em cena, com importantes aprendizagens sociais. É aí que a escola tem um papel social fulcral no processo de ampliação dos processos de socialização e, portan- to, de ampliação, também, do processo identitário da criança. É aí, também, que acontece uma diferenciação significativa da qualifica- ção da convivência, a partir de valores vinculados à solidariedade, à reciprocidade e ao respeito dos direitos e deveres de si próprio e dos outros. O outro começa a surgir como fonte de possibilidades e limites, assim como valores democráticos importantes a serem exercidos pela cidadania. Corpo, gestos e movimentos Trata-se da importância da tomada de consciência do corpo e da compreensão de que toda a nossa vida passa pela condição corpo- ral, suas amplas e, às vezes, insondáveis experiências. Movimentos, gestos, como correr e pular, produzem bem-estar e equilíbrio psicofísico. Sensações e emoções são produzidas e necessariamente passam pelo corpo. Aliás, toda e qualquer experiência passa pelo corpo como lugar de estados de ser. Relaxamento, tensão, controle de gestos, limites e possibilidades físicas implicam aprendizagens importantes para a luta pela qualificação da vida. As crianças jogam com o próprio corpo, comunicam-se e exprimem-se com a mímica. As experiências motoras permitem integrar as diferentes linguagens. Jogos que impliquem a psicomotricidade fina e ampla constroem aprendizagens importantes, assim como satisfação e saúde. Nesses termos, é de suma importância que uma arquitetura de prédios para Educação Infantil tenha consciência da importância do planejamento dos espaços para que a especificida- de pedagógica da Educação Infantil tenha lugar. É assim que a Educação Infantil e seus espaços adequados possibilitam a expressão e a comunicação pelo corpo, assim como as diversas expressões artísticas pelas quais a criança aprende a se movimentar em diversos e complexos tempos e espaços da vida. Conhecer e cuidar do seu corpo, assim como compreender que o corpo do outro merece cuidado e respeito, é parte de uma forma- ção valorosa e valorada do ser da criança.

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Página: 107 EDUCAÇÃO INFANTIL 95 Traços, sons, cores e formas Em geral, as crianças se encontram nas Artes com uma facilidade impressionante. É também por isso que a Educação Infantil encon- tra nas Artes potenciais significativos para a formação da criança. Além da criatividade, a Arte implica emoções, imaginação, sensibi- lidade e autoria artística. Arte e diferença são entretecimentos que criam singularidades incessantes, ao mesmo tempo em que elabo- ram experiências formacionais, singularizantes, porque vivem da e na criação. A experimentação de materiais e linguagens como a música, a dramatização, os sons, elaborações gráfico-pictóricas, bem como a criação e experimentação de mídias, implicam atitudes de pesquisa e um prazer singular nos processos de aprendizagem. Em termos contemporâneos, as experiências com a transmídia inserem as crianças em verdadeiros cenários de experimentações que, constantemente, as colocam no devir artístico, numa cultura contemporânea, a cibercultura, por exemplo, que lhes desafiam prazerosamente, tanto individual quanto coletivamente. É aí que a fruição e a invenção elevam a imaginação infantil a mundos a serem explorados e observados com significativos potenciais formativos. Essas possibilidades estão no museu, no cinema, no circo, nas instalações, nos espetáculos de rua, no teatro, nos eventos musicais, na televisão, no digital etc. Patrimônio artístico que se encontra como possíveis patrimônios formacionais da criança. Escuta, fala, pensamento e imaginação A linguagem não só expressa o pensamento, ela é generativa, ou seja, criativa, assim como mobiliza o desenvolvimento cognitivo. Nesses termos, implica-se o comunicar e a complexidade do com- preender. No processo cultural, emerge a língua como fenômeno identitário da criança, bem como um patrimônio cultural afirmati- vo da singularidade de um povo. No encontro entre línguas, amplia-se a compreensão cultural da criança. As crianças, no encontro com a escola, já possuem um repertório linguístico rico. Na escola, esse repertório se diferencia na medida em que processos de socialização e outros são vividos a partir de aprendizagens mais ampliadas e dirigidas para competências coletivas, socialmente referenciadas. Ouvindo histórias e contos, confrontando pontos de vista, experimentando jogos e atividades mais formalizadas, interagindo com adultos e colegas, criando jogos com a língua, as crianças exploram possibilidades e produzem outras formas de comunicação prazerosa.

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Página: 108 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 96 Num ambiente estimulante e acolhedor, o encontro com a língua escrita por meio de livros ilustrados, de mensagens, de orientações escritas, da convergência de mídias, a criança amplia o léxico e amplia, também, a aproximação com sons, palavras e frases corretas, e, com isso, vai experimentando o prazer da comunicação por meio da língua. Assim, os sentidos enriquecem e outros mundos podem ser compreendidos nas suas aproximações e diferenças. Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações A curiosidade da criança é uma das atitudes que favorecem a sua inserção no querer saber no que se refere aos diversos fenômenos da Natureza. Convidá-la a refletir sobre conceitos científicos e matemáticos pode ser pedagogicamente um prolongamento de sua condição para questionar quase tudo. Nesses termos, ao observar os fenômenos que os cercam, tentam compreender experimentan- do e observando suas mudanças. Neste mesmo fluxo de curiosida- des sobre si, sobre outros seres, assim como sobre algumas lógicas da tradição matemática contidas em histórias e jogos matemáticos, ampliam a compreensão do mundo em que vivem. Na vontade de experimentar e questionar o mundo em que vive e as informações a que têm acesso, a atitude de pesquisa num sen- tido amplo já está presente no modo de ser criança. Nesse senti- do, podemos considerar a criança um ser que gosta de exercitar a exploração e o mundo para compreendê-lo. Como mediadores pedagógicos desse processo, o professor e seus auxiliares e adultos próximos ajudam as crianças a ampliar e complexificar suas compreensões, formulando questões explicitativas e oferecendo pistas, à medida que os pequenos exploram objetos, materiais e manifestações da Natureza. Nesse processo, os professores também vão mediando formas pedagógicas mais estruturadas e sistematizadas de oportunizar na criança compreensões lógicas. Pegando e sentindo o movimento dos objetos, as crianças sentem sua duração e movimento, aprendendo assim a organizá-los a partir da sua interferência na realidade. Nesse caminho de experimenta- ções, tomam gosto pela construção e reconstrução dos mesmos e, em algumas situações, na montagem e desmontagem das suas configurações. No processo de observação e experimentação dessas ações, aprimoram seus gestos e suas compreensões. Aprendem a fazer perguntas, a dar e a pedir explicações, a se deixar conven- cer pelos pontos de vista dos outros, a não se desencorajar se suas ideias não resultam apropriadas. Podem, portanto, dar início a uma

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Página: 109 EDUCAÇÃO INFANTIL 97 itinerância de conhecimentos mais estruturados, em que exploram as potencialidades da linguagem para se exprimir e usar símbolos para representar sentidos e significados. Envoltas nessas experiências, as crianças vão criando questões e hipóteses de como funcionam e funcionariam os objetos com os quais trabalham e convivem cotidianamente. É nesse momento que, pedagogicamente, passa a ser importante trabalhar a própria estruturação, desenvolvimento e funcionalidade do próprio corpo, bem como as relações possíveis com outros corpos de seres vivos e suas formas de vida. Com esse movimento de curiosidades, experimentações e compreensões em processo de ampliação, inseri-las na possibilidade de entendimento de como funcionam os fenômenos invisíveis da Natureza e do seu corpo aguça a curiosidade e amplia os instrumentos cognitivos de compreensão das realidades que não estão ao alcance das suas observações diretas. Com isso, oportunizam-se os exercícios cognitivos que vão se afastando de um pensar, colando ao que é observável. Acessar instrumentos que permitem visibilizar o invísivel ajuda a criança a entrar no mundo dos inventos para compreender fenômenos mais complexos e na própria saga da tradição científica, trabalhando com objetos, plantas e animais. No que concerne a relação com os números, é fundamental aproveitar a familiaridade da criança com as quantidades e as dimen- sões, assim como as suas habilidades para tirar e adicionar. O uso de materiais e de experiências cotidianas com o cálculo para que a constatação e a abstração se encontrem e facilitem o acesso às competências matemáticas iniciais e a representação dos seus símbolos. Seus movimentos no espaço permitem, também, experimen- tar e experienciar de forma reflexiva conceitos geométricos. In- serções de jogos de mesa e jogos eletrônicos abrem possibilidades de desenvolvimento lógico num mundo contemporâneo eivado de constantes desafios neste campo dos inventos que implicam jogos e brincadeiras para crianças. Nesse particular, é fundamental cuidar das adequações cognitivas e éticas desses jogos. Assim, o mundo dos números e dos cálculos pode ser experimenta- do e compreensões podem ser construídas de forma lúdica e pro- cessual, incluindo nessa itinerância compreensiva os fenômenos presentes na Natureza, na biologia humana e de outros seres.

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Página: 110 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 6.11. Organizador Curricular 98 No âmbito da organização curricular, a partir da lógica de uma Base Curricular Nacional, é importante destacar que seu objetivo não visa definir o currículo da escola, tem como premissa subsidiar pro- postas pedagógicas da escola sob a condição de estas serem frutos de uma construção coletiva que considere a participação da comu- nidade educacional e, nesse contexto, possa articular participação das famílias e da comunidade no sentido de garantia dos direitos da criança. Na Educação Infantil, primeira etapa da Educação Bá- sica, o Organizador Curricular tem como pressuposto articular os princípios preconizados pelas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Infantil aos Campos de Experiências, ao processo de desenvolvimento da aprendizagem e à formação integral da criança. Respeitando e considerando a organização do trabalho pedagógi- co na realidade das escolas nos diversos territórios do Estado da Bahia, planejamentos e propostas pedagógicas desenvolvidas nas unidades escolares de Educação Infantil, o organizador curricular apresentado neste documento segue a periodização por faixa etá- ria: 0-1 a 6m/ 1a7m a 3a11m/ 4a a 5a11m. Contudo, essa divisão não representa uma estrutura fixa e estática do desenvolvimento da criança; é uma divisão que se aproxima das atividades pedagógicas no contexto do cotidiano escolar. O organizador curricular é um dispositivo de referência que permi- te enxergar a criança enquanto sujeito histórico que, por meio dos campos de experiências, cria e recria suas vivências, desenvolve suas competências e constrói sentidos sobre o mundo à sua volta. Nesse sentido, o projeto pedagógico da escola deve ser construído por meio de um processo democrático que privilegie a participação dos professores, auxiliares, coordenadores, família e toda a comunidade escolar, que cuida dos meninos e meninas da Educação Infantil, educando-os. Nesse processo, é fundamental criar vínculos entre o conhecimento que os alunos já trazem de suas realidades com os conteúdos/saberes que ele deseja desenvolver. Importa compreender o organizador curricular como dispositivo de referência para construção de expectativas de aprendizagem e desenvolvimento da criança e para a ampliação do campo das orientações metodológicas.

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EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIME NTO EXPERIÊNCIAS CAMPO DE FAIXA ETÁRIA (EI01EO03) Interagir com crianças da mesma faixa etária e adultos ao explorar espaços, materiais, objetos, brinquedos. (EI01EO02) Perceber as possibilidades e os limites de seu corpo nas brincadeiras e interações das quais participa. O EU, O OUTRO, O NÓS (EI01EO01) Perceber que suas ações têm efeitos nas outras crianças e nos adultos. (EI02EO03) Compartilhar os objetos e os espaços com crianças da mesma faixa etária e adultos. (EI02EO02) Demonstrar imagem positiva de si e confiança em sua capacidade para enfrentar dificuldades e desafios. (EI02EO01) Demonstrar atitudes de cuidado e solidariedade na interação com crianças e adultos. 1 ANO E 7 MESES A 3 ANOS E 11 MESES GRUPO II (EI03EO03) Ampliar as relações interpessoais, desenvolvendo atitudes de participação e cooperação. (EI03EO02) Agir de maneira independente, com confiança em suas capacidades, reconhecendo suas conquistas e limitações. (EI03EO01) Demonstrar empatia pelos outros, percebendo que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e maneiras de pensar e agir. 4 ANOS A 5 ANOS E 11 MESES GRUPO III Incentivo ao diálogo com pessoas mais velhas da comunidade, colher histórias e brincadeiras infantis. Uso de contação de histórias, cantigas, danças circulares e movimentos livres. Construção de maquetes, pinturas, dobraduras. Criação de cenários a partir de histórias que contribuam para dramatização e interpretação de casos. Estímulo a movimentos simples, possibilitando o alcance de movimentos mais complexos; nesse sentido, permitir que a criança perceba seu corpo como forma de linguagem, como possibilidade de expressão e comunicação com os outros. Realização de brincadeiras e interação por meio das atividades educativas. ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS TRANSVERSALIDADE RELACIONADA COM AS COMPETÊNCIAS 1. Conhecimento; 2. Pensamento crítico e criativo; 3. Repertório cultural; 4. Comunicação; 5. Cultura digital; 6. Trabalho e projeto de vida; 7. Argumentação; 8. Autoconhecimento e autocuidado; 9. Empatia e cooperação; 10. Responsabilidade e cidadania. ZERO A 1 ANO E SEIS MESES GRUPO I – Pensar em uma criança baseada no vir a ser, em sua capacidade de criação constante e no seu protagonismo; – Ter como eixos norteadores a interação e brincadeira e sua importância no desenvolvimento da criança a partir de suas experiências; – Cuidado precisa estar presente em todo ato de currículo; – Educação Integral, pensar em uma formação que respeite a criança em sua integralidade e em espaços e tempo que amparem este novo olhar. TRANSVERSALIDADE RELACIONADA COM OS CONCEITOS FUNDANTES ORGANIZADOR CURRICULAR Página: 111 EDUCAÇÃO INFANTIL 139

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(EI03EO07) Usar estratégias pautadas no respeito mútuo para lidar com conflitos nas interações com crianças e adultos. (EI02EO07) Resolver conflitos nas interações e brincadeiras, com a orientação de um adulto. (EI02EO02IC) Sensibilizar as crianças da importância da agricultura familiar local buscando compreende-la incentivando essa prática. (EI03EO02IC) Compreender a importância da agricultura familiar para a sustentabilidade da família e da comunidade local, proporcionando essa pratica nas crianças.  Roda de conversa;  Contação de historia;  Apreciação vídeos;  Pesquisas, entrevista;  Leitura e exploração de textos e imagens;  Desfile, dramatizações;  Exposição de fotografias e/ouobjetos;  Música;  Recorte e colagem, desenho, pintura, dobradura e etc;  Relatos de fatos vivenciados  Passeio de campo;  Atividade motora fina e grossa; Utilização de atividades com “rostinhos” (emojis) para acompanhar o clima emocio- nal das crianças. Envolvimento das crianças em atividades que proporcionem o respeito às manifesta- ções culturais e locais por meio de visitas a espaços, pessoas que contribuem na cons- trução da perpetuação da cultura. Pratica de atividades com instrumentos e jogos de diferentes origens culturais e tradições. Realização de reconhecimentos por meio de fotografias de si e da sua família, construin- do álbuns identificando as pessoas e suas características. Estímulo à troca de experiências entre a criança e a pessoa mais velha, descobrir histórias locais, tradições e saberes populares a partir do contato com as pessoas do território com essa experiência; construir álbuns, organizando fotografias, pôsteres, danças e dramatizações. DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DA BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB (EI01EO02IC) Estimular o interesse e o respeito das crianças pelos diferentes modos de agricultura familiar ichuenses. (EI03EO01IC) Reconhecer a formação do povo ichuense a partir das matrizes indígena, africana e europeia estimulando o sentimento de pertencimento. (EI03EO06) Manifestar interesse e respeito por diferentes culturas e modos de vida. (EI02EO06) Respeitar regras básicas de convívio social nas interações e brincadeiras. (EI01EO06) Interagir com outras crianças da mesma faixa etária e adultos, adaptando-se ao convívio social. (EI02EO01IC) Reconhecer a formação do povo ichuense a partir das matrizes indígena, africana e europeia. (EI03EO05) Demonstrar valorização das características de seu corpo e respeitar as características dos outros (crianças e adultos) com os quais convive. (EI02EO05) Perceber que as pessoas têm características físicas diferentes e respeitar essas diferenças. (EI01EO05) Reconhecer seu corpo e expressar suas sensações em momentos de alimentação, higiene, brincadeira e descanso. (EI01EO01IC) Conhecer a origem do povo ichuense a partir das matrizes indígena, africana e europeia. (EI03EO04) Comunicar suas ideias e sentimentos a pessoas e grupos diversos. (EI02EO04) Comunicarse com os colegas e os adultos, buscando compreendê-los e fazendo-se compreender. 100 (EI01EO04) Comunicar necessidades, desejos e emoções, utilizando gestos, balbucios, palavras. DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB Página: 112 140

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(EI01EO10IC) Identificar como a cultura africana esta presente no nosso cotidiana por meio de musicas, comidas, línguas, religião, entre (EI01EO08IC) Perceber as possibilidades e os limites de seu corpo nas brincadeiras e interações das quais participa, seus direitos e deveres. (EI01EO05) Reconhecer seu corpo e expressar suas sensações em momentos de alimentação, higiene, brincadeira e descanso Diferentes formas de expressão de fé (religiões) no município; (EI01EO07IC) Estimular valores como amizade, solidariedade, respeito, honestidade, vivenciando dinâmicas e situações do cotidiano. (EI01EO06IC) Vivenciar atitudes de cuidado, respeito e solidariedade na interação com crianças e adultos. (EI01EO05IC) Conhecer a história de nossa cidade e resgatar a cultura local buscando valoriza-la. (EI01EO04IC) Despertar nas crianças a importância das escolas, em especial as do campo ichuense para a transformação social e local do indivíduo. (EI01EO03IC) Perceber-se como cidadão ichuense compreendendo o seu pertencimento identitário. (EI02EO08IC) Despertar nas crianças o interesse por seus direitos e deveres demonstrando uma imagem positiva de si e confiança na sua capacidade para enfrentar dificuldades e desafios. (EI02EO10IC) Desenvolver nas crianças atitudes de respeito e de valorização dos povos negros e da cultura africana, destacando a (EI02EO07IC) Reconhecer valores e atitudes como empatia, solidariedade, respeito honestidade entre outras, importantes para o convívio social. (EI02EO05) Perceber que as pessoas têm características físicas diferentes e respeitar essas diferenças. (EI02EO05IC) Compreender a importância de conhecer a história de nossa cidade e resgatar a cultura local buscando valoriza-la. (EI02EO06IC) Demonstrar atitudes de cuidado, respeito e solidariedade na interação com crianças e adultos. (EI02EO04IC) Compreender a importância das escolas em especial as do campo ichuense para a transformação social e local do indivíduo. (EI02EO03IC) Reconhecer sua identidade e de seus familiares manifestando interesse por sua territorialidade e o seu sentimento de pertencimento local. (EI03EO10IC) Conhecer as tradições africanas e identificar de que maneira elas influenciaram na cultura local despertando nas crianças o seu (EI03EO05) Demonstrar valorização das características de seu corpo e respeitar as características dos outros (crianças e adultos) com os quais convive. (EI03EO07IC) Promover ações que estimulem atitudes e valores como empatia, solidariedade, respeito honestidade entre outras, exercitando-os no cotidiano escolar, familiar e social. (EI03EO08IC) Reconhecer e respeitar os direitos e deveres das crianças, refletindo sobre o papel delas nos diversos espaços sociais. (EI03EO05IC) Conhecer e analisar as formas de cultura, memória e história das pessoas e do município em que vivem. (EI03EO06IC) Compreender a necessidade de interação e integração entre as pessoas que convivem num grupo e formam os grupos de convivência. (EI03EO04IC) Compreender a importância das escolas em especial as do campo ichuense para a transformação social e local do indivíduo, valorizando esse espaço. (EI03EO03IC) Reconhecer sua identidade e de seus familiares como cidadão Inchuense sendo responsável pela construção e reconstrução dessa história. Atividades Xerocopiadas  Produção de cartaz;  Produção de hortaliças, ervas medicinais e etc.  Cantigas de roda  Interação da criança com elementos da cultura popular (samba de roda, capoeira, bata de feijão, queima de juda, brincadeira de roda, etc.;  Interação da criança com idosos, pessoas com necessidades especiais, entre outros. Página: 113

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(EI01EO13IC) Valorizar a figura da mulher (mãe, vó, irmã, tia, prima, amiga, entre outros) (EI01EO12IC) Explorar a diversidade religiosa local, estimulando atitudes de respeito. (EI01EO11IC) Estimular nas crianças a importância do “bem viver”, priorizando a formação de valores no ambiente escolar, familiar e comunitário. outros. (EI02EO12IC) Reconhecer a importância de conviver com as diferenças religiosas, respeitando e valorizando as diversidades existentes no município. (EI02EO13IC) Reconhecer o papel da mulher como ser humano ativo na sociedade ichuense. importância na construção da identidade. (EI02EO11IC) Perceber que as pessoas têm diferentes sentimentos, necessidades e maneiras de pensar e agir, demonstrando empatia pelos outros. DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB (EI03EO13IC) Desperta nas crianças a importância da mulher no funcionamento da sociedade local e de inúmeros papeis que ela assume em diferentes momentos. (EI03EO12IC) Compreender a liberdade de credo das pessoas valorizando e respeitando essas diferenças religiosas existentes em Ichu. (EI03EO11IC) Envolver as crianças em uma compreensão dos princípios de respeito pela liberdade, justiça, tolerância, igualdade e solidariedade. autoconhecimento identitário. 102 Página: 114

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EXPECTATIV AS DE APRENDIZAG EM E DESENVOLVI MENTO (EI02CG05) Desenvolver progressivamente as habilidades manuais, adquirindo controle para desenhar, pintar, rasgar, folhear, entre outras. (EI01CG05) Utilizar os movimentos de preensão, encaixe e lançamento, ampliando suas possibilidades de manuseio de diferentes materiais e objetos. (EI01CG06BA) Interagir com o meio cultural através de sons e brincadeiras que valorizem a cultura local. (EI03CG04) Adotar hábitos de autocuidado relacionados a higiene, alimentação, conforto e aparência. (EI02CG04) Demonstrar progressiva independência no cuidado do corpo. (EI01CG04) Participar do cuidado do corpo e da promoção do seu bem-estar. (EI03CG05) Coordenar suas habilidades manuais no atendimento adequado a seus interesses e necessidades em situações diversas. (EI03CG03) Criar movimentos, gestos, olhares e mímicas em brincadeiras, jogos e atividades artísticas, como dança, teatro e música. (EI02CG03) Explorar formas de deslocamento no espaço (pular, saltar, dançar), combinando movimentos e seguindo orientações. (EI01CG03) Imitar gestos e movimentos de outras crianças, adultos e animais. (EI03CG02) Demonstrar controle e adequação do uso de seu corpo em brincadeiras e jogos, escuta e reconto de histórias, atividades artísticas, entre outras possibilidades. (EI03CG01) Criar, com o corpo, formas diversificadas de expressão de sentimentos, sensações e emoções tanto nas situações do cotidiano quanto em brincadeiras, dança, teatro, música. (EI03CG01BA) Conhecer a multiplicidade de funções e manifestações motoras a partir da compreensão acerca da postura corporal. (EI02CG02) Deslocar seu corpo no espaço, orientandose por noções, como em frente, atrás, no alto, embaixo, dentro, fora etc., ao se envolver em brincadeiras e atividades de diferentes naturezas. (EI02CG01) Apropriar-se de gestos e movimentos de sua cultura no cuidado de si e nos jogos e brincadeiras. CORPO, GESTOS E MOVIMENTOS (EI01CG02) Experimentar as possibilidades corporais nas brincadeiras e interações em ambientes acolhedores e desafiantes. (EI01CG01) Movimentar as partes do corpo para exprimir corporalmente emoções, necessidades e desejos. CAMPO DE EXPERIÊNCIAS Desenvolvimento de atividades que envolvam o segurar, apalpar, encaixar/desencaixar, pegar/ soltar e manusear materiais diversos. Promoção de diferentes oportunidades para que a criança experimente diferentes possibili- dades e desenvolva suas habilidades segundo seu desenvolvimento biológico, psíquico, emo- cional e históricocultural. Desenvolvimento de práticas cotidianas de diá- logos voltadas para a amorosidade e o cuidar, cuidar de si e cuidar do outro, deixar bem arti- culado o cuidar com o educar: ações indisso- ciáveis. Criação de atividades utilizando pneus, bambo- lês, raquetes e outros objetos que, por meio de propostas diferenciadas, possibilitem diversos tipos de movimento com o corpo. Importante ter atenção a diversas formas de a criança viven- ciar o equilíbrio corporal. Utilização de cubos e caixas grandes para en- trar, sair e voltar, encaixar e desencaixar, puxar e empurrar objetos e/ou brinquedos. Exploração de espaços educativos incentivando andar/correr, pegar/soltar. Criação de espaços e rotinas que contribuam com o desenvolvimento da autonomia da criança. ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS Página: 115

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(EI02CG01IC) Reconhecer e valorizar o esporte e lazer ichuense a exemplo do cicloturismo, motocross, futsal, copa rural e de bairros, campeonatos em geral, capoeira, cavalgada e entre outros. (EI02CG02IC) Valorizar as expressões culturais existentes no município de Ichu promovendo interação social. (EI02CG03IC) Reconhecer e valorizar os músicos ichuenses, explorando os diversos gêneros musicais existente na cidade. (EI01CG01IC) Conhecer tipos de esporte e lazer ichuense a exemplo do cicloturismo, motocross, futsal, copa rural e de bairros, campeonatos em geral, capoeira, cavalgada e entre outros. (EI01CG02IC) Participar de situações que envolvam expressões culturais existentes no município de Ichu. (EI01CG03IC) Interagir com o meio cultural através dos músicos ichuenses, valorizando suas contribuições para a cultura local. DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB (EI03CG03IC) Promover a integração entre as crianças e os músicos ichuenses oportunizando o desenvolvimento da oralidade através dos diversos ritmos musicais. (EI03CG02IC) Demostrar e promover as expressões culturais existentes no município de Ichu. (EI03CG01IC) Estimular a participação e o envolvimento da criança em diferentes modalidades de esporte existente no município de Ichu favorecendo a cultura esportiva da atividade física e do lazer para alcançar o desenvolvimento integral do individuo. 104 Jogos diversos; Brincadeiras; Roda de conversa; Danças de ritmos vareadas; Cantigas de roda; Confecção de cartaz; Quebra cabeça; Músicas; Dramatizações; Trilhas; Contação de historia; Circuitos Atividade pratica de cuidados com o corpo; Pesquisas; Atividades motoras finas e grossas; Modelagens; Brincadeiras no parquinho, campos, pátios, etc.; Interações com músicos locais; Aula expositiva dialogada Promoção do contato com lazer do campo; Aula passeio; Intercambio; Preparação e degustação de alimentos Plantação de hortaliças, ervas medicinais e etc. Jogos e brincadeiras livre e dirigidas;                         Página: 116

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(EI03CG06IC) Desenvolver nas crianças hábitos alimentares saudáveis e nutritivos, imprescindíveis para o seu pleno desenvolvimento. (EI02CG06IC) Compreender a importância de uma alimentação saudável na reposição de energia para manter a saúde e evitar doenças. (EI02CG07IC) Compreender a importância das campanhas realizadas no município de Ichu, voltadas ao combate do mosquito Aedes Aegypti, calazar, corona vírus, doenças transmissíveis e não transmissíveis, entre outros relatando, fatos acontecidos para a efetiva prevenção. (EI02CG08IC) Perceber a ação de plantar como possibilidade de melhorar a qualidade de vida para todos a sua volta com o consumo de produtos naturais. (EI01CG06IC) Experenciar possibilidades degustativa nas brincadeiras e interações com alimentos saudáveis. (EI01CG07IC) Mostrar e desenvolver praticas de cuidado e proteção a saúde. (EI01CG08IC) Incentivar as crianças a desenvolver gestos e movimentos através do manuseio de sementes, terra e hortaliças buscando a ampliação de habilidades motoras na produção da horta. (EI03CG08IC) Proporcionar à ação de plantar, reconhecendo e valorizando os produtores e produtos locais. (EI03EF07IC) Envolver as crianças em práticas educativas e preventivas voltadas as campanhas realizadas no município de Ichu a exemplo de: combate ao mosquito Aedes aegypti, calazar, corona vírus, cuidado com doenças transmissíveis e não transmissíveis, entre outros. (EI03CG05IC) Adotar hábitos de autocuidado relacionados à higiene física, mental e ambiental. (EI02CG05IC) Demonstrar progressiva independência no cuidado do corpo, desenvolvendo habitos de higiene física, mental e ambiental. (EI01CG05IC) Participar de situações que envolvam o cuidado com o corpo e a mente na promoção do seu bem estar. (EI03CG04IC) Vivenciar as principais manifestações de lazer rural ichuense e maneiras de se viver do presente com as de outros tempos e espaços. (EI02CG04IC) Valorizar o lazer do homem e da mulher do campo do município de Ichu, resgatando as atividades culturais que estiverem em menor evidencia. (EI01CG04IC) Conhecer as principais manifestações de lazer do município de Ichu do homem e da mulher do campo. Página: 117

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CAMPO DE EXPERIÊNCIAS EXPECTATIV AS DE APRENDIZAG EM E DESENVOLVI MENTO (EI02TS03) Utilizar diferentes fontes sonoras disponíveis no ambiente em brincadeiras cantadas, canções, músicas e melodias. (EI01TS03) Explorar diferentes fontes sonoras e materiais para acompanhar brincadeiras cantadas, canções, músicas e melodias. (EI02TS01IC) Reconhecer os vários tipos de artes e tradições das comunidades ichuenses na maneira de criar, trabalhar e festejar. (EI02TS02) Utilizar materiais variados com possibilidades de manipulação (argila, massa de modelar), explorando cores, texturas, superfícies, planos, formas e volumes ao criar objetos tridimensionais. (EI01TS02) Traçar marcas gráficas em diferentes suportes, usando instrumentos riscantes e tintas. (EI01TS01IC) Manusear diferentes matérias e objetos voltados a arte e as tradições locais. (EI02TS01) Criar sons com materiais, objetos e instrumentos musicais, para acompanhar diversos ritmos de música. (EI01TS01) Explorar sons produzidos com o próprio corpo e com objetos do ambiente. TRAÇOS, SONS, CORES E FORMAS DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB (EI03TS01IC) Possibilitar a criatividade e a sensibilidade das crianças no desenvolver da auto expressão e da linguagem artística a partir das tradições municipais aliadas ao desenvolvimento de suas habilidades. (EI03TS03) Reconhecer as qualidades do som (intensidade, duração, altura e timbre), utilizando-as em suas produções sonoras e ao ouvir músicas e sons. (EI03TS02) Expressar-se livremente por meio de desenho, pintura, colagem, dobradura e escultura, criando produções bidimensionais e tridimensionais. (EI03TS01) Utilizar sons produzidos por materiais, objetos e instrumentos musicais durante brincadeiras de faz de conta, encenações, criações musicais, festas. 106  Desenho;  Recorte e colagem;  Pintura;  Musicas;  Apreciação e reprodução musical;  Dramatizações;  Modelagem  Misturas de cores  Confecção de mascaras;  Confecção de cartaz; Dobradura. Promoção de interação com o meio cultu- ral por meio de sons e brincadeiras que va- lorizem a cultura local. Realização de atividades sensoriais, explo- rando atividades lúdicas e práticas que tra- balhem os sentidos. Utilização de “cantigas” de roda. Realização de gestos e movimentos relacio- nados às músicas infantis e sons apresen- tados. Utilização de objetos sonoros artísticos, in- cluindo os de tradição e cultura local; ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS Página: 118 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DA BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 142

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EXPECTATIV AS DE APRENDIZAG EM E DESENVOLVI MENTO CAMPO DE EXPERIÊNCIAS (EI02EF01) Dialogar com crianças e adultos, expressando desejos, necessidades, sentimentos e opiniões. (EI02EF02) Identificar e criar diferentes sons e reconhecer rimas e aliterações em cantigas de roda e textos poéticos. (EI02EF03) Demonstrar interesse e atenção ao ouvir a leitura de histórias e outros textos, diferenciando escrita de ilustrações e acompanhando, com orientação do adulto- leitor, a direção da leitura (de cima para baixo, da esquerda para a direita). (EI02EF04) Formular e responder perguntas sobre fatos da história narrada, identificando cenários, personagens e principais acontecimentos. (EI02EF05) Relatar experiências e fatos acontecidos, histórias ouvidas, filmes ou peças teatrais assistidos etc. (EI02EF06) Criar e contar histórias oralmente, com base em imagens ou temas sugeridos. (EI01EF01) Reconhecer quando é chamado pelo nome e reconhecer os nomes de pessoas com quem convive. (EI01EF02) Demonstrar interesse ao ouvir a leitura de poemas e a apresentação de músicas. (EI01EF03) Demonstrar interesse ao ouvir histórias lidas ou contadas, observando ilustrações e os movimentos de leitura do adulto-leitor (modo de segurar o portador e de virar as páginas). (EI01EF04) Reconhecer elementos das ilustrações de histórias, apontando-os a pedido do adulto-leitor. (EI01EF05) Imitar as variações de entonação e gestos realizados pelos adultos, ao ler histórias e ao cantar. (EI01EF06) Comunicarse com outras pessoas usando movimentos, gestos, balbucios, fala e outras formas de expressão. ESCUTA, FALA, PENSAMENTO E IMAGINAÇÃO Construção, junto com as crianças, de ins- trumentos musicais utilizando sucatas, para que, além de trabalhar a oralidade e listagem por meio do manual de instru- ções, trabalhem a coordenação, brinquem e participem do faz de conta, desfilem com os instrumentos construídos, enriquecendo as vivências e interações. Ampliação das discussões sobre valorização da história e cultura africanas, com destaque para a diversidade étnica. Intensificação do trabalho com livros e his- tórias que destacam a diversidade, a construção da identidade e autoaceitação das características individuais. Reconhecimento do choro, movimentos, sons, olhares etc. como comunicação de vontades ao participar de rotinas de alimentação, higiene, cuidados e descanso e nas trocas de afeto com adultos e crianças. Incentivo à vivência de situações que possi- bilitem andar, correr, procurar, abaixar-se, empurrar objetos, escorregar, rolar, ações de tocar, apertar, arremessar, balançar e carregar diferentes objetos, possibilitan- do à criança imitar ou mostrar suas ações além de perceber o efeito de suas ações no outro. EDUCAÇÃO INFANTIL (EI03EF06) Produzir suas próprias histórias orais e escritas (escrita espontânea) em situações com função social significativa. (EI03EF05) Recontar histórias ouvidas para produção de reconto escrito, tendo o professor como escriba. (EI03EF04) Recontar histórias ouvidas e planejar coletivamente roteiros de vídeos e de encenações, definindo os contextos, os personagens, a estrutura da história. (EI03EF03) Escolher e folhear livros, procurando orientar- se por temas e ilustrações e tentando identificar palavras conhecidas. (EI03EF02) Inventar brincadeiras cantadas, poemas e canções, criando rimas, aliterações e ritmos. (EI03EF01) Expressar ideias, desejos e sentimentos sobre suas vivências, por meio da linguagem oral e escrita(escrita espontânea), de fotos, desenhos e outras formas de expressão. ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS Página: 119 143

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(EI02EF03IC) Demonstrar interesse e atenção ao ouvir a leitura ou contação de histórias das comunidades e povoados do município de Ichu. (EI02EF04IC) Criar e contar histórias oralmente da formação cultural do município, com base em imagens (EI01EF03IC) Demonstrar interesse ao ouvir histórias lidas ou contadas a respeito das comunidades e povoados do município de Ichu, observando ilustrações e movimentos do adulto leitor. (EI01EF04IC) Desenvolver a linguagem oral através de contação de histórias, musicas e conversas informais (EI01EF02IC) Conhecer as manifestações religiosas do município de Ichu/BA através da manipulação de materiais impressos e audiovisuais. (EI02EF01IC) Dialogar com crianças e adultos, sobre as organizações associativas locais expressando sentimentos e opiniões. (EI02EF02IC) Identificar e dialogar com as crianças, sobre as manifestações religiosas do município de Ichu/BA. (EI03EF04IC) Oportunizar e promover a valorização cultural do municipio através da leitura e interpretação (EI03EF01IC) Conhecer as entidades sindicais, associativas e movimentos sociais do nosso município valorizando suas ações. (EI03EF02IC) Compreender, valorizar e respeitar as manifestações religiosas existentes no município de Ichu/Ba, suas experiências e saberes, em diferentes tempos, espaços. (EI03EF03IC) Demonstrar interesse e atenção ao ouvir a leitura ou contação da história das comunidades e povoados do município de Ichu recontando, encenando, definidos os contextos e personagens. (EI03EF09) Levantar hipóteses em relação à linguagem escrita, realizando registros de palavras e textos por meio de escrita espontânea. (EI02EF09) Manusear diferentes instrumentos e suportes de escrita para desenhar, traçar letras e outros sinais gráficos. (EI01EF09) Conhecer e manipular diferentes instrumentos e suportes de escrita. (EI01EF01IC) Participar de situações de escuta e leitura de imagens sobre as organizações associativas locais (EI03EF08) Selecionar livros e textos de gêneros conhecidos para a leitura de um adulto e/ou para sua própria leitura (partindo de seu repertório sobre esses textos, como a recuperação pela memória, pela leitura das ilustrações etc.). (EI02EF08) Manipular textos e participar de situações de escuta, para ampliar seu contato com diferentes gêneros textuais (parlendas, histórias de aventura, tirinhas, cartazes de sala, cardápios, notícias etc.). (EI01EF08) Participar de situações de escuta de textos em diferentes gêneros textuais (poemas, fábulas, contos, receitas, quadrinhos, anúncios etc.). (EI03EF07) Levantar hipóteses sobre gêneros textuais veiculados em portadores conhecidos, recorrendo a estratégias de observação gráfica e/ou de leitura. (EI02EF07) Manusear diferentes portadores textuais, demonstrando reconhecer seus usos sociais. 108 (EI01EF07) Conhecer e manipular materiais impressos e audiovisuais em diferentes portadores (livro, revista, gibi, jornal, cartaz, CD, tablet etc.). DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB                   Oficinas: Desenho e grafismo; Contação de História, lendas, parlendas, etc. Brincadeiras como: trava línguas, advinhas; Musicas; Apreciação musical; Roda de conversa Brincadeiras de roda; Folear livros e revistas, orientados por temas e ilustrações trabalhadas; Bingos Leitura de texto e imagens. Ditado variados: ditado surpresa, ditado estourado, de alfabeto, de imagens e etc. Jogos e brincadeiras livre e dirigidas; Dramatizações Teatro Vídeo Recorte e colagem Atividade motora e grossa Aula passeio Página: 120

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EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGE ME DESENVOLVIME NTO CAMPO DE EXPERIÊNCIAS de textos literários e não literários refletindo sobre o tema. (EI02EF05IC) Recontar histórias ouvidas acerca da emancipação de Ichu e planejar coletivamente encenações definindo os contextos, os personagens e a estrutura da história. ou temas sugeridos. (EI02EF05IC) Formular e responder perguntas sobre fatos da história narrada, identificando cenários, personagens e principais acontecimentos no processo de emancipação de Ichu. (EI02ET03) Compartilhar, com outras crianças, situações de cuidado de plantas e animais nos espaços da instituição e fora dela. (EI02ET02) Observar, relatar e descrever incidentes do cotidiano e fenômenos naturais (luz solar, vento, chuva etc.). (EI01ET02) Explorar relações de causa e efeito (transbordar, tingir, misturar, mover e remover etc.) na interação com o mundo físico. (EI01ET03) Explorar o ambiente pela ação e observação, manipulando, experimentando e fazendo descobertas. (EI02ET01) Explorar e descrever semelhanças e diferenças entre as características e propriedades dos objetos (textura, massa, tamanho). (EI01ET01) Explorar e descobrir as propriedades de objetos e materiais (odor, cor, sabor, temperatura). (EI03ET03) Identificar e selecionar fontes de informações, para responder a questões sobre a natureza, seus fenômenos, sua conservação. (EI03ET02) Observar e descrever mudanças em diferentes materiais, resultantes de ações sobre eles, em experimentos envolvendo fenômenos naturais e artificiais. (EI03ET01) Estabelecer relações de comparação entre objetos, observando suas propriedades. ESPAÇOS, TEMPOS, QUANTIDADES, RELAÇÕES E TRANSFORMAÇÕES acerca da formação cultural do município, com base em imagens ou temas sugeridos. (EI01EF05IC) Identificar elementos da história da emancipação de Ichu em ilustrações a pedido do adulto. DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DA BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB Utilização de cubos e caixas grandes Utilização de diversos espaços educativos incentivando o virar/rolar, arrastar/engatinhar, andar/correr, pegar/soltar. Realização de atividades concretas e pequenas experiências em sala, de modo a incentivar o pequeno cientista, valorizando assim uma das habilidades das competên- cias gerais sobre o conhecimento tecnológi- co e científico. Uso de imagens, na sala de aula, contendo eventos do cotidiano que expressem a rela- ção de causa e efeito. Utlização de recipientes para a observação quanto a capacidade dos objetos, compa- rando-os. Estímulo ao uso de brinquedos que proporcionem aprendizado de causa e efeito: sacudir um chocalho, apertar botões que acendam luzes ou fazer determinados baru- lhos, bolas cheias para estourar. ORIENTAÇÕES METODOLÓGICAS Atividades Xerocopiadas Página: 121 144

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(EI03ET07) Relacionar números às suas respectivas quantidades e identificar o antes, o depois e o entre em uma sequência. (EI03ET08) Expressar medidas (peso, altura etc.), construindo gráficos básicos. (EI03ET01BA) Conhecer e interpretar o ambiente, realizando comparações para desenvolver condições favoráveis ao pensamento lógico e matemático. (EI02ET06) Utilizar conceitos básicos de tempo (agora, antes, durante, depois, ontem, hoje, amanhã, lento, rápido, depressa, devagar). (EI02ET07) Contar oralmente objetos, pessoas, livros etc. Em contextos diversos. (EI02ET08) Registrar com números a quantidade de crianças (meninas e meninos, presentes e ausentes) e a quantidade de objetos da mesma natureza (bonecas, bolas, livros etc.). (EI01ET06) Vivenciar diferentes ritmos, velocidades e fluxos nas interações e brincadeiras (em danças, balanços, escorregadores etc.). (EI03ET06) Relatar fatos importantes sobre seu nascimento e desenvolvimento, a história dos seus familiares e da sua comunidade. (EI02ET05) Classificar objetos considerando determinado atributo (tamanho, peso, cor, forma etc.). (EI01ET05) Manipular materiais diversos e variados para comparar as diferenças e semelhanças entre eles. (EI03ET04) Registrar observações, manipulações e medidas usando multiplas línguagens (desenhos, registro por números ou escrita espontânea), em diferentes suportes. (EI03ET05) Classificar objetos e figuras de acordo com suas semelhanças e diferenças. (EI02ET04) Identificar relações espaciais (dentro e fora, em cima, embaixo, acima, abaixo, entre e do lado) e temporais (antes, durante e depois). 110 (EI01ET04) Manipular, experimentar, arrumar e explorar o espaço por meio de experiências de deslocamentos de si e dos objetos. DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB Preparação de ambientes com diferentes desafios: passar por baixo, por cima, atra- vessar etc. Encaixe de formas geométricas, em tama- nho grande, nos locais indicados. Separação de objetos, fazendo a classificação em recipientes de duas cores. Por exemplo: objetos de cor vermelha, brincar com a criança de jogar no vasilhame verme- lho; objetos de cor amarela, coloca-se no vasilhame amarelo. Utilização de brincadeiras de inversão de papéis, atividades de dramatização e tea- tro, contação de histórias e práticas cotidia- nas de diálogos que avaliem situações de conflitos, atividades de quietude e atenção, trabalhos com a respiração e reflexão. para o entrar, sair e voltar, encaixar e desencaixar, puxar e empurrar objetos e/ou brinquedos. Ao desenvolver atividades que envolvam o cuidado com o corpo da criança, envolvê-la por meio do diálogo e afeto, proporcionan- do sua participação. Página: 122

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(EI02ET02IC) Identificar e valorizar diferentes elementos da cadeia produtiva do município de Ichu a exemplo: vassouras, doces, queijos, yogurts, água de coco, pães entre outros. (EI02ET03IC) Despertar nas crianças valores e ideias de preservação da natureza e senso de responsabilidade, explorando ambientes afetados pela ação humana. (EI01ET03IC) Explorar ambientes afetados pela ação humana observando, manipulando, experimentando e fazendo descobertas. (EI02ET01IC) Identificar a importância da história do município de Ichu através de brincadeiras, vídeos, músicas, histórias, entre outros. (EI01ET02IC) Explorar diferentes elementos da cadeia produtiva do município de Ichu a exemplo: vassouras, doces, queijos, yogurts, água de coco, pães entre outros. (EI01ET01IC) Vivenciar o contexto histórico do município de Ichu através de brincadeiras cantadas, canções, músicas e melodias. (EI03ET03IC) Reconhecer ações humanas inadequadas ao meio ambiente, estimulando a mudança de prática de atitudes e a formação de novos hábitos. (EI03ET02IC) Reconhecer diferentes elementos da cadeia produtiva do município de Ichu a exemplo: vassouras, doces, queijos, yogurts, água de coco, pães entre outros, discutindo o processo de produção, transformação de matéria-prima e consumo desses produtos. (EI03ET01IC) Reconhecer e valorizar o município de Ichu como um lugar onde vivemos resgatando as memórias desde sua fundação, através de brincadeiras, vídeos, músicas, histórias, entre outros.                        Experiências e experimentações Marcação do tempo por meio do calendário. Manipulação de objetos Oficina de desenhos modelagens e musicas; Passeios Confecção de cartazes Ilustrações Contagens com materiais concretos; Recorte e colagem Exploração de diferentes procedimentos para comparar grandezas; Experiência com dinheiros em brincadeiras Construção de tabelas e gráficos Pesquisas Jogos e brincadeiras Atividades Xerocopiadas Filmes e vídeos Modelagens com argila e/ou massa de modelar. Exposição Interação com espécies de animais e plantas existentes; Leitura de imagens; Plantação de hortaliças e ervas medicinais Incorporar a rotina da coleta seletiva Página: 123

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(EI02ET04IC) Identificar diferentes tipos de animais existentes no município de Ichu, observando suas utilidades e características. (EI02ET05IC) Reconhecer as plantas medicinais existentes no município como um importante instrumento de benefício à saúde, fazendo suas experienciações. (EI02ET06IC) Observar e vivenciar as riquezas do campo e a importância do cuidado e preservação dos recursos naturais existente no município de Ichu. (EI02ET07IC) Identificar espécie que fazem parte da fauna e flora ichuense, comparando as diferenças e semelhanças entre elementos. (EI02ET08IC) Identificar rios e riachos existentes no município de Ichu, despertando sobre a importância dos cuidados com a preservação dos mesmos. (EI02ET09IC) Despertar o interesse das crianças pelo cultivo de diferentes tipos de hortas e conhecer o processo de germinação, situando seu desenvolvimento de acordo os conceitos básicos de tempo. (EI01ET04IC) Observar diferentes tipos de animais existentes no município de Ichu analisando suas utilidades e características. (EI01ET05IC) Manipular diferentes ervas medicinais, experenciando as texturas, os aromas, sabores. (EI01ET06IC) Observar as riquezas do campo e a importância do cuidado e preservação dos recursos naturais existente no município de Ichu. (EI01ET07IC) Observar espécies que fazem parte da fauna e flora Ichuense, promovendo o contato visomotor, comparando as diferenças e semelhanças entre elas. (EI01ET08IC) Proporcionar contato das crianças com elementos que despertem nelas a noção de rios e riachos existentes em nosso município. (EI01ET09IC) Despertar o interesse das crianças pelo cultivo de plantas utilizadas como alimento, vivenciando o processo de germinação, cuidados necessários e as transformações das plantinhas. DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB (EI03ET09IC) Despertar o interesse das crianças pelo cultivo de diferentes tipos de hortas e conhecer o processo de germinação, situando seu desenvolvimento de acordo os conceitos básicos de tempo, reconhecendo essa pratica como a forma de subsistência. (EI03ET08IC) Reconhecer os rios e riachos existentes no município de Ichu, valorizando-os, preservando-os e conscientizando-se da importância dos mesmos. (EI03ET07IC) Identificar espécie que fazem parte da fauna e flora ichuense, sensibilizando as crianças sobre sua importância. (EI03ET06IC) Perceber e explorar as riquezas do campo compreendendo a importância do cuidado e preservação dos recursos naturais existente no município de Ichu. (EI03ET05IC) Identificar algumas plantas medicinais existentes no município de Ichu, incentivando as crianças a valoriza-las reconhecendo suas características e benefícios a saúde. (EI03ET04IC) Reconhecer diferentes tipos de animais existentes no município de Ichu como seres vivos, classificando-os respeitando, valorizando e protegendo-os. 112  Página: 124

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(EI02ET10IC) Identificar os tipos predominantes de quintais produtivos do município de Ichu (criação de aves, ovinos, caprinos, suínos) e cultivo de plantas medicinais, frutíferas, hortaliças que contribuem para alimentação. (EI02ET11IC) Despertar nas crianças valores e ideias sobre o uso sustentável dos recursos naturais através de suas próprias ações; (EI02ET12IC) Conhecer as diferentes formas de coleta e destino do lixo, na escola, casa e espaços em comum, reconhecendo a importância da separação adequada do lixo. (EI02ET13IC) Sensibilizar as crianças a respeito das formas de coleta e destino do lixo, mostrando a importância do trabalho desenvolvido pela ACTAMARES Ichu (Associação de catadores e demais trabalhados em matérias recicláveis do território do Sisal). (EI02ET14IC) Proporcionar as crianças o reconhecimento da sua origem identificando na sua genealogia suas características. (EI01ET10IC) Conhecer os tipos predominantes de quintais produtivos do município de Ichu que contribuem para alimentação. (EI01ET11IC) Sensibilizar as crianças de forma lúdica sobre o uso sustentável dos recursos naturais através de suas próprias ações. (EI01ET12IC) Conhecer formas de coleta e destino do lixo, na escola, casa e espaços em comum. (EI01ET13IC) Experienciar o trabalho realizado pela ACTAMARES Ichu (Associação de catadores e demais trabalhados em matérias recicláveis do território do Sisal) através de ações como recolher e separar o lixo. (EI01ET14IC) Proporcionar as crianças o reconhecimento da sua origem identificando na sua genealogia suas características. (EI03ET13IC) Conhecer as diferentes formas de coleta e destino do lixo, valorizando o trabalho desenvolvido pela ACTAMARES Ichu (Associação de catadores e demais trabalhados em matérias recicláveis do território do Sisal) na renovação de matérias primas através da reciclagem. (EI03ET14IC) Relatar fatos importantes sobre o nascimento e desenvolvimento, a história dos seus familiares e de sua comunidade. (EI03ET12IC) Mostrar as diferentes formas de coleta e destino do lixo no município Ichu, reconhecendo a importância da separação adequada. (EI03ET10IC) Reconhecer e registrar os tipos predominantes de quintais produtivos no município de Ichu (criação de aves, ovinos, caprinos, suínos) e cultivo de plantas medicinais, frutíferas, hortaliças que contribuem para alimentação e a renda das famílias. (EI03ET11IC) Identificar atitudes sustentáveis e não sustentáveis para com o meio ambiente, destacando atitudes sustentáveis para a qualidade de vida dos seres vivos. Página: 125

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(EI02ET16IC) (EI01ET16IC) Possibilitar vivências voltadas ao patrimônio cultural do município de Ichu. (EI02ET17IC) Explorar os diferentes tipos de poluição local levando as crianças a conscientizar-se a cerca da prevenção e combate aos mesmos. (EI02ET18IC) Identificar situações de riscos e acidentes, sensibilizando as crianças sobre a prevenção dos mesmos, vivenciando atitudes de cuidado. (EI02ET19IC) Vivenciar situações que despertem a aprendizagem sobre a importância de respeitar as regras de segurança para o trânsito, comparando atitudes positivas e negativas. (EI01ET17IC) Explorar o ambiente pela ação e observação dos diferentes tipos de poluição local. (EI01ET18IC) Sensibilizar as crianças sobre a prevenção de acidentes vivenciando atitudes de cuidado. (EI01ET19IC) Vivenciar situações que despertem a aprendizagem sobre a importância de respeitar o trânsito. nossa herança cultural. necessidade de preservação da de Ichu, despertando a patrimônio cultural do município Possibilitar vivências voltadas ao (EI02ET15IC) Conhecer os meios de transporte, observando suas características e principais utilidades; (EI01ET15IC) Estimular na criança a curiosidade e o interesse pelos meios de transporte que as cercam; DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB (EI03ET19IC) Sensibilizar as crianças sobre a importância de conhecer e respeitar as regras de transito através deferentes linguagens ajustadas a situações do cotidiano de forma lúdica e prazerosa. (EI03ET18IC) Identificar situações de riscos e acidentes e adotar ações de prevenção. (EI03ET17IC) Observar e descrever diferentes tipos de poluição local e atitudes positivas de prevenção. (EI03ET16IC) Valorizar o patrimônio cultural, estabelecendo dialogo e despertando o interesse das crianças sobre a preservação da herança cultural do município de Ichu. (EI03ET15IC) Reconhecer e identificar os meios de transporte, tipos de locomoção e sua importância. 114 Página: 126

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Página: 127 115 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DA BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 07 ENSINO FUNDAMENTAL 146

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Página: 128 7.1. Introdução O Ensino Fundamental é a etapa mais longa da Educação Básica, atendendo estudantes na faixa etária de 6 a 14 anos de idade e também, por meio das modalidades de ensino, jovens com mais de 14 anos, adultos e terceira idade. Envolve, portanto, crianças e adolescentes que, ao longo desse período, passam por mudanças físicas, cognitivas, afetivas, sociais, emocionais. O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8069, de 13 de julho de 1990) considera criança a pessoa até 12 anos de idade incompletos, e adolescente a pessoa entre 12 e 18 anos (art. 2°). Em seus arts. 3º e 4º, considera a criança e o adolescente como sujeitos de direi- tos, que devem gozar de proteção integral e de todas as oportu- nidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento em todas as suas dimensões, física, mental, moral, espiritual e social, com liberdade e dignidade, sendo dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar a efetivação dos direitos referentes a todos os aspectos da sua vida. Essas mudanças impõem desafios na elaboração de currículo para a etapa do Ensino Fundamental, de modo a superar as lacunas que ocorrem entre as etapas da Educação Básica, mas principalmente entre a Educação Infantil e o Ensino Fundamental e as duas fases do Ensino Fundamental: Anos Iniciais e Anos Finais, garantindo in- tegração e continuidade dos processos de aprendizagens dos es- tudantes, respeitando suas singularidades e as diferentes relações que são estabelecidas entre os conhecimentos. A BNCC nos aponta a necessidade de articulação do currículo entre as etapas, da elaboração de um currículo que permita progressão entre os anos de ensino, por meio do desenvolvimento das aprendi- zagens essenciais definidas e que estejam em articulação com as 10 competências gerais proposta no documento. No DCRB o Ensino Fundamental está estruturado conforme orienta a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e a Resolução CNE/CEB nº 7, de 14 de de- zembro de 2010, que fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos; está constituído de uma Base Nacional Comum Curricular e de uma Parte Diversificada, como

Página 129

Página: 129 ENSINO FUNDAMENTAL 117 estabelece o art. 7º e o seu parágrafo único da Resolução nº 2, de 22 de dezembro de 2017: “Art. 7º. Os currículos escolares relativos a todas as etapas e modalidades da Educação Básica devem ter a BNCC como referência obrigatória e incluir uma parte diversificada, de- finida pelas instituições ou redes escolares de acordo com a LDB, as diretrizes curriculares nacionais e o atendimento das características regionais e locais, segundo normas comple- mentares estabelecidas pelos órgãos normativos dos respec- tivos Sistemas de Ensino. Parágrafo único. Os currículos da Educação Básica, tendo como referência a BNCC, devem ser complementados em cada instituição escolar e em cada rede de ensino, no âmbito de cada sistema de ensino, por uma parte diversificada, as quais não podem ser consideradas como dois blocos distintos justapostos, devendo ser planejadas, executa- das e avaliadas como um todo integrado.” Sua estrutura está organizada em áreas de conhecimento e respectivos componentes curriculares, conforme descrito a seguir: Área de Linguagens: Componentes Curriculares: Língua Portuguesa; Educação Física; Língua Estrangeira e Arte; II. Área de Matemática: Componente curricular: Matemática; III. Área de Ciências da Natureza: Componente curricular: Ciências; IV. Área de Ciências Humanas: Componentes curriculares: História; Geografia; V. Área de Ensino Religioso Componente curricular: Ensino Religioso. I. A BNCC está sendo complementada por uma parte diversificada que constitui um todo integrado por meio do DCRB, e sua articu- lação deverá possibilitar a sintonia dos interesses mais amplos de formação básica do cidadão com a realidade local. As necessidades dos estudantes, as características regionais da sociedade, da cultu- ra e da economia perpassam todo o currículo. O Ensino Fundamental está organizado em duas fases: Anos Iniciais (1º ano ao 5º ano) e Anos Finais (6º ano ao 9º ano). O Documento Curricular Referencial da Bahia para a Educação Infantil e Ensi- no Fundamental apresenta um texto introdutório por etapa, área e componente curricular e um organizador curricular para cada componente curricular por ano letivo.

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Página: 130 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 118 A Área de Linguagens é composta pelos seguintes componentes curriculares: Língua Portuguesa, Arte e Educação Física (e Língua Inglesa, nos Anos Finais). O objetivo expresso na proposta de trabalho da área é possibilitar aos estudantes participar de práticas de linguagem diversificadas, que lhes permitam ampliar suas capacidades expressivas em manifestações artísticas, corporais e linguísticas, dando continuidade à Educação Infantil, de preferência, interdisciplinarmente. 7.2. Área de Linguagens – Texto Anos Iniciais, os componentes curriculares tematizam di- versas Introdutório Nos práticas, considerando especialmente aquelas relativas às culturas infantis tradicionais e contemporâneas, embasadas pelo processo de letramento. Já no Ensino Fundamental – Anos Ini- ciais, as aprendizagens, nos componentes curriculares dessa área, ampliam as práticas de linguagem conquistadas no Ensino Fun- damental, nos Anos Iniciais, incluindo a aprendizagem de Língua Inglesa. No Ensino Fundamental, a diversificação dos contextos permite o aprofundamento de práticas de linguagem artísticas, corporais e linguísticas que se constituem e integram a vida social. Os estudantes devem se apropriar das especificidades de cada linguagem, sem perder a visão do todo no qual estão inseridas, compreenden- do que elas são dinâmicas e que todos participam dos seus natu- rais e constantes processos de transformação. A dimensão analítica das linguagens não é apresentada como fim, mas como meio para a compreensão dos modos de se expressar e de participar no mundo, constituindo práticas mais sistematizadas de formulação de questionamentos, seleção, organização, análise e apresentação de descobertas e conclusões. Em consonância com a BNCC, em articulação com as competências gerais da Educação Básica, a Área de Linguagens deve garantir aos alunos o desenvolvimento das seguintes competências específicas: ÁREA DE LINGUAGENS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE LINGUAGENS 1. Compreender as linguagens como construção humana, histórica, social e cultural, de natureza dinâmica, reconhecendo-as e valorizando-as como formas de significação da realidade e expressão de subjetividades e identidades sociais e culturais. 2. Conhecer e explorar diversas práticas de linguagem (artísticas, corporais e linguísticas) em diferentes campos da atividade humana, para continuar aprendendo, ampliar suas possibilidades de participação na vida social e colaborar para a construção de uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva. 3. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital – para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao diálogo, à resolução de conflitos e à cooperação.

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Página: 131 ENSINO FUNDAMENTAL 119 4. Utilizar diferentes linguagens para defender pontos de vista que respeitem o outro e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, atuando criticamente frente a questões do mundo contemporâneo. 5. Desenvolver o senso estético para reconhecer, fruir e respeitar as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, inclusive aquelas pertencentes ao patrimônio cultural da humanidade, bem como participar de práticas diversificadas, individuais e coletivas, da produção artístico-cultural, com respeito à diversidade de saberes, identidades e culturas. 6. Compreender e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares), para se comunicar por meio das diferentes linguagens e mídias, produzir conhecimentos, resolver problemas e desenvolver projetos autorais e coletivos. 7.2.1. Língua Portuguesa 7.2.1.1. Texto Introdutório A língua é um fenômeno vivo, extremamente variável, assim como seus falantes. É por meio do uso da língua materna que somos capazes de receber e de processar informações quaisquer, inclusive as informações matemáticas, bem como esclarecer dúvidas, co- municar nossos resultados e propor soluções. A língua materna é aquela na qual são lidos os enunciados, são feitos os comentários, e a que permite interpretar o que se ouve ou o que se lê nos diversos suportes. Nosso currículo reconhece que a língua deve ser trabalhada e contemplada em sua diversidade cultural, uma vez que, no Brasil, estimamos mais de 250 línguas faladas, atendendo à perspectiva intercultural. Nesse contexto, a escola precisa apresentar propostas pedagógicas inclusivas e devidamente contextualizadas que visem conhecer e valorizar as realidades nacionais, bem como a diversidade e os usos linguísticos. Assim, combateremos o preconceito linguístico. Para entender a necessidade de seu estudo, é preciso cuidar de analisála nas diversas situações (formais e informais) em que seu uso se faz presente e necessário: comunicar; resolver problemas, aproximar pessoas; amenizar conflitos, externar ideias, sentimen- tos e emoções; convencer, refletir, deleitar-se, construir. Como canta Caetano Veloso nos versos de “Língua”: “O que quer e o que pode essa língua?”. E, para isso, nada melhor que refletir sobre as diversas situações em que ela se faz presente na vida cotidiana dos nossos estudantes baianos, objetivando garantir ao componente curricular a perspectiva da aprendizagem significativa. Afinal, é dever da escola valorizar as experiências do mundo letrado que os estudantes já trazem, garantindo acesso a outros tantos textos da cultura escolar e acadêmica. No cenário baiano, assim como em boa parte do país, vivemos ainda os reflexos da precária escolarização da população, que não dispõe,

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Página: 132 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 120 em sua totalidade, do acesso aos livros e bens culturais, fruto da chamada “cultura letrada”. Os índices de proficiência em leitura e escrita, por mais que já tenham dado algum sinal de melhoria, ainda avançam a passos muito lentos, dificultando o progresso do estado e do país. Há muito o que fazer para transformar esse quadro, e, se os nossos estudantes não trazem esses bons hábitos de casa, a escola acaba por assumir sozinha a responsabilidade por essa questão. As metas da escola como instituição democrática de acesso ao conhecimento e compensadora de disparidades sociais são desafia- doras e perpassam, prioritariamente, por garantir o direito a um objeto de conhecimento construído historicamente pela humani- dade, a linguagem escrita, sem entendê-la ou limitá-la à aquisição de um mero código. Antigamente, o que se entendia como sujeito alfabetizado estava reduzido ao indivíduo que assinava o seu nome e escrevia simples textos. No entanto, esta visão está muito distante das que vigoram atualmente, momento em que não mais se considera o entendimen- to e a apropriação da escrita (alfabetização) dissociada de suas prá- ticas sociais (letramento). Dessa forma, alfabetizar letrando, ou um letrar alfabetizando, é o recomendável e esperado. Tal concepção vem reforçar a necessidade de educar para o mun- do, de ensinar ao estudante que a escrita e a leitura vão mais além do que conhecer as 26 letras do alfabeto. Para isso, é necessário o trabalho com práticas de leitura e escrita com diversos textos que circulam também fora dos muros da escola. Além disso, é preciso considerar que há práticas escolares tão reais e tão sociais quanto às externas à escola, portanto os alunos precisam aprender a lidar com os instrumentos de avaliações diversos (provas, seminários, projetos, pesquisas, debates, relatórios, resumos etc.). Como afirmam Teberosky e Tolchinsky (1992, p. 6), “a linguagem escrita surge do uso da escrita em certas circunstâncias e não da escrita em si”. Portanto, o estudante possui plenos direitos a oportunidades em que se apresentem a leitura e a escrita em seus usos reais e contextualizados. Isso significa dizer que o texto deve estar ajustado ao lugar onde circulará (escola, igreja, congresso etc.), ao portador no qual será publicado (jornal, outdoor, revista acadêmica, blog, seção de um site etc.), ao interlocutor pretendido (colegas de classe, frequentadores da igreja, leitores do jornal, seguidores do blog etc.) e às finalidades colocadas (convencer, entreter, divertir, informar etc.).

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Página: 133 ENSINO FUNDAMENTAL 121 A linguagem do texto, a sua extensão, o seu formato, os recursos gráficos, o gênero, tudo deverá estar adequado às características do contexto que foram definidas, sob pena de não haver compre- ensão possível, de não se cumprir a finalidade colocada. Da mesma forma, quando se toma um texto para ler, é preciso recuperar as características do contexto no qual ele foi produzido para que uma compreensão mais adequada e menos superficial aconteça. Nesse contexto, o compromisso é criar condições para que o estudante compreenda a base alfabética do sistema de escrita enquanto realiza atividades de letramento. Daí a importância de considerar como unidade básica de ensino o texto: o estudante poderá pro- duzir – ou ler – listas, por exemplo – que é um gênero que circula em vários espaços, e não apenas na escola – tanto com a finalidade de compreender o sistema quanto de cumprir a finalidade da lista produzida, como: anotar o nome dos faltosos quando a professora fizer a chamada; ler a lista para fazer a chamada; elaborar a lista dos livros lidos para não retirar livros repetidos na biblioteca (a menos que se deseje). Cabe aqui ressaltar a importância do trabalho multi, inter e transdisciplinar para subsidiar o desenvolvimento das habilidades específicas de cada componente curricular, que demandam, cada uma a seu modo, diferentes possibilidades comunicativas que precisam caminhar juntas no ensino da língua, principalmente nos anos iniciais. Assim, o componente assume também um caráter transver- sal, uma vez que subsidia os demais. No campo específico do currículo, provocamos, em cada componente curricular, não apenas em Língua Portuguesa, ideias para a criação de estratégias de planejamento focadas na aprendizagem da leitura e da escrita. Para tal, parte-se do pressuposto de que en- sinar a ler e a escrever é compromisso de todas as áreas; para tanto é necessária ao professor a utilização de gêneros textuais variados, promovendo, constantemente, um ambiente fecundo de leitura e escrita. Nesse sentido, é preciso propor a participação efetiva e significativa dos estudantes em atividades de leitura que, em certa medida, promovam demandas de progressão, fluência e compreensão de senti- do, pois só assim ocorrerá a ampliação de repertório e experiências leitoras. Isso será possível por meio de práticas pedagógicas que contemplem o uso de gêneros textuais diversos e de distintas situações sociais de interação verbal, dos mais simples aos mais complexos, ao longo da vida escolar, o que, provavelmente, acarretará o aumento gradativo da fluência de leitura e escrita do estudante,

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Página: 134 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 122 além do progressivo estado de maturação psicológica, cultural e social que ganhamos naturalmente ao longo da vida. Para que isso seja possível, é preciso compreender os textos que lemos e, para tanto, é necessário que identifiquemos as suas ideias e nos posicionemos diante delas, emitindo a nossa opinião a respeito, concordando ou não, argumentando a favor ou contra, buscando mais informações a respeito do assunto para ampliar e aprofundar o nosso conhecimento sobre o tema, conversando com outras pes- soas a respeito da questão apresentada no texto – ou participando de fóruns em blogs que discutam o assunto. Além disso, mais do que compreender o que está explicitamente colocado, é preciso inter pretar o que não foi dito, os “silêncios”, os implícitos, os pressupos tos, os valores subjacentes. Esses procedimentos e comportamen- tos possibilitam uma leitura reflexiva que, certamente, contribui para a transformação da pessoa, seja por um aprofundamento que possibilite a consolidação do pensamento que o sujeito já tinha a respeito, seja por uma mudança nas suas ideias. Paralelamente a esse legado, vivenciamos, com a internet, um cenário polêmico em relação à leitura, no que diz respeito a esta como promotora de reflexão. Pesquisas apontam que nunca se leu tanto quanto na contemporaneidade, conforme os estudos de Canclini (2008) e Chatier (2001), por exemplo. Mas o que de fato andam lendo nossos estudantes? Como leem? Como a escrita e a oralidade se manifestam no suporte virtual? Os textos literários circulam neste espaço sob quais formatos? Todas essas inquietações alimentam nosso currículo. A Bahia é, reconhecidamente, um celeiro cultural importante, principalmente no cenário musical e literário brasileiro. A diversidade de ritmos, letras e temas do nosso cancioneiro e da nossa arte li- terária promove reflexões identitárias importantes, haja vista nos- sa constituição histórica permeada pela mistura de povos, etnias e crenças. A diversidade sociocultural e econômica, principalmente do nosso estado, apresenta contextos heterogêneos que exigem do profes- sor um olhar inquieto e mobilizador de reflexões linguísticas importantes para o cotidiano dos estudantes, que vivenciam modos de vida diferentes, como, por exemplo, o urbano e o rural. Isso se torna importante, uma vez que agropecuária é uma das atividades mais significativas da economia do estado. Assim, essa atividade, por exemplo, é fator relevante por unir universos linguísticos e vocabulares significativos para a ambientação da língua.

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Página: 135 ENSINO FUNDAMENTAL 123 Nesse sentido, deve-se contextualizar o estudo da língua a par- tir das situações comunicacionais que ocorrem nesses ambientes, como por exemplo: feiras agropecuárias, vaquejadas, feiras livres, festejos religiosos associados a padroeiros e períodos de plantio e colheitas, quermesses, que marcam o universo de boa parte dos interiores baianos. As feiras livres, por exemplo, organizadas semanalmente nos municípios do interior baiano, promotoras de encontros significativos de pessoas de classes sociais e idades diferentes, possibilitam a circulação de uma diversidade de falares e gêneros. Há que pen- sar na diversidade de gêneros textuais que circulam nesse espaço: receitas, cantorias, literatura oral e popular, diálogos, lista de com- pras, cardápio, panfletos, propagandas, jornais impressos locais e tantos outros. Assume-se aqui o ensino da língua na perspectiva enunciativodiscursiva de linguagem, pois esta ocorre numa ação interindividual orientada para finalidades específicas, para atender aos processos de interlocuções que se realizam nas práticas sociais existentes. Desse modo, a Língua Portuguesa ocupa um lugar de destaque no currículo brasileiro, visto que as demandas impostas pelas situa- ções sociais próprias da esfera pública exigem dos sujeitos, além da constituição ética necessária, o acionamento de competências, estratégias e habilidades mediadas pelas proficiências oral (fala e escuta), leitora e escrita. Mudar o foco para o desenvolvimento de competências e habilida- des implica, além da mudança de postura da escola, um trabalho pedagógico integrado em que se definam as responsabilidades de cada professor nessa tarefa. Um grande obstáculo aqui é que nós mesmos, professores, podemos ter dúvidas sobre em que consiste, realmente, uma determinada habilidade e, mais ainda, sobre como auxiliar o seu desenvolvimento. É por meio do processo de forma- ção de professores, devidamente alinhado às concepções desse currículo, que podemos promover uma mudança significativa nas práticas de ensino. Ensino Fundamental – Anos Iniciais O Ensino Funtamental se subdivide em duas fases: Anos Iniciais (1º ano ao 5º ano) e Anos Finais (6º ano ao 9º ano). Os Anos Iniciais são organizados em dois momentos: o primeiro pauta o trabalho sistemático de alfabetização e, no segundo, são aprofundados os conhecimentos, numa caracterização de maior fluência da língua,

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Página: 136 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 124 admitindo-se as possibilidades de compreensão de situações mais complexas e abstratas. Ainda há que compreender, principalmente, o primeiro momento como um período de transição para as crianças, pois estão recém-saídas da Educação Infantil. De acordo com a BNCC (2017): “Nos dois primeiros anos do Ensino Fundamental, a ação pe- dagógica deve ter como foco a Alfabetização, a fim de garan- tir amplas oportunidades para que os alunos se apropriem do sistema de escrita alfabética de modo articulado ao desenvol- vimento de outras habilidades de leitura e de escrita e ao seu envolvimento em práticas diversificadas de letramentos.” Nessa fase, a alfabetização e o letramento se apresentam como base para a organização curricular, trazendo, desta forma, o sentido de continuidade para a aprendizagem nos dois primeiros anos; seguin- do o princípio da progressão continuada que assegura a todos os estudantes a oportunidade de ampliar, sistematizar e aprofundar as aprendizagens básicas imprescindíveis para o prosseguimento dos estudos, embora cada ano possua competências e habilidades que devem ser desenvolvidas. A partir do 2º ano, a promoção para os anos seguintes obedece aos princípios de avaliações regulares para todo o Ensino Fundamental. Os 3º, 4º e 5º anos mantêm a ideia de consolidar aspectos significativos da alfabetização, tendo como base fundamental os direitos de aprendizagem da criança, garan- tindo as condições básicas para o acesso aos Anos Finais do Ensino Fundamental. Contudo, a partir da homologação da BNCC, entendemos que a sistematização da alfabetização deve ocorrer nos dois primeiros anos, enquanto a ortografização se estenderá por todo o Ensino Fundamental, no Anos Iniciais. O que se propõe é que haja a cons trução da consciência fonológica, do conhecimento sobre as diferentes estruturas silábicas, as regularidades ortográficas diretas, as diferentes grafias do alfabeto (nos dois primeiros anos); cons- trução das regularidades ortográficas (contextuais e morfológicas) na ortografização; desenvolvimento da fluência em leitura (nos dois primeiros anos) de forma gradativa em níveis de complexidade crescente. O compromisso, portanto, é, nos Anos Iniciais (1º ao 2º), assegu- rar aos estudantes a apropriação do sistema alfabético por meio de práticas de letramento. O exercício desses saberes será ampliado nos anos seguintes; as diferentes práticas da linguagem continua- rão a ser trabalhadas do 3º ao 5º ano, formando constantemente

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Página: 137 ENSINO FUNDAMENTAL 125 leitores e escritores críticos e reflexivos, competentes, de fato, para o convívio social e capazes de compreender criticamente as rea- lidades sociais e nelas atuar na direção de garantir os direitos de todos, visando a uma convivência justa e igualitária. Durante a fase inicial de alfabetização, produzir um texto em linguagem escrita não significa, necessariamente, saber grafá-lo corretamente de próprio punho, uma vez que a alfabetização tem etapas. O aluno pode organizar o enunciado em voz alta e ditá-lo para que o professor o grafe na lousa, em uma atividade coletiva, por exemplo, na qual todos da classe possam participar redigindo oralmente – mas em linguagem escrita – o texto proposto. Ou seja, com registro literário se for um conto; com registro mais for- mal se for uma solicitação para a direção da escola ou uma carta de leitor para um jornal ou um comentário em um blog; com re- gistro menos formal se for um bilhete para os pais ou uma carta para um colega. Uma atividade como essa tanto possibilita a apropriação de procedimentos de escrita (planejar um texto, redigi-lo, relê-lo, revê-lo ajustando-o etc.) quanto permite a compreensão de como um tex- to do gênero em questão se organiza; ou a necessidade de ajustá-lo às características do contexto de produção; ou, ainda, quanto a base alfabética do sistema de escrita. São atividades desse tipo que possibilitam a alfabetização inserida em um processo de le- tramento. Assim, a alfabetização é o exercício para alcance da cidadania plena e da participação ativa do sujeito no mundo. E, antes de tudo, um meio para chegar a ações cidadãs que devem ser incorporadas pelo estudante. Neste caso, acessar a cultura letrada é, principalmente, mergulhar na cultura, na história pessoal e social, de maneira que o conhecimento formal ou escolar torne-se crítico; além disso, é também desenvolver-se no plano individual, nas dimensões inter- nas, a saber: cognitivas, lógicas, genéticas, psicológicas, afetivas e orgânico-biológicas. Essa defesa de alfabetização está amplamente vinculada à perspectiva atual desse campo: o chamado letramento – um conceito contemporâneo que vem sendo muito debatido por Mary Kato desde a década de 1980 e, mais recentemente, por Magda Soares (1997), Ângela Kleiman (1995) e Leda Tfouni (1995). Nessa proposta, o letramento sugere que o alfabetizando desenvolva competências e habilidades suficientes de leitura e escrita para o uso efetivo destas em práticas sociais, percebendo, de forma reflexiva e crítica, a di- nâmica de transformações que acontecem na sociedade. De modo

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Página: 138 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 126 que as práticas de letramento possibilitem ao estudante alcançar condição formativa em várias dimensões. Alfabetização e letramento não têm o mesmo significado. A alfabetização é a conquista/compreensão/domínio do sistema de escrita e da fala da língua materna. É compreender como o sistema funcio- na. Um estudante está alfabetizado quando domina o sistema, além da decodificação, desenvolvendo leitura e escrita de forma fluente e padronizada. Já o letramento vem antes, durante e após a alfabetização, ou seja, trata-se do uso social/práticas reais do sistema de escrita. Em nome de uma visão cidadã e de uma situação didática significativa e construtiva, o DCRB orienta que os estudantes se alfabetizem em situações de letramento. FIGURA 5 Dimensões Formativas das Práticas do Letramento Fonte: Adaptação da equipe dos redatores do Componente Curricular de Língua Portuguesa (2018). Atualmente, diferem-se os conceitos de alfabetização e letramento, embora ambos sejam complementares e essenciais. Eis porque a presente proposta abarca a necessidade de alfabetizar letrando e letrar alfabetizando. É nessa perspectiva de ensino que se faz a interdisciplinaridade. Nela, os alunos são expostos às diversas situações com gêneros e portadores de texto presentes na sociedade, estes focados em todos os fazeres e formas de comunicação: as re- gras de convívio e de jogos, as informações científicas, históricas, geográficas, as novidades tecnológicas, a comunicação nas redes sociais, as músicas, os espetáculos teatrais, o lazer encontrado nos livros e revistas, as informações econômicas que incluem os números e as relações numéricas; daí o cuidado com a alfabetização e letramento em todas as áreas. Sendo essa necessária em situações

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Página: 139 ENSINO FUNDAMENTAL 127 de aprendizagem, capaz de gerar novos conhecimentos – geográficos, históricos, científicos, filosóficos e muitos outros. Perceber e compreender a importância da alfabetização e do letramento como ferramentas prioritárias e estruturantes dos demais conhecimen- tos é o que se espera de cada professor. Nesta instância, nosso convite estende-se à integração do trabalho extraescolar no sentido de ser um multiplicador dessa perspectiva apresentada na presente proposta: os diálogos com os pais e/ou cuidadores devem ser construídos permanentemente na conscientização de que todo dia se deve ler e escrever em todas as áreas. O convite vai dirigido a esse espaço democrático de discussão que a escola deve promover com os seus membros, familiares de estudantes e comunidade. É importante deixar claro que nenhuma rede é obrigada a adotar uma ou outra metodologia de trabalho, mas independentemente do método, todas as crianças precisam ter assegurados os seus direitos de aprendizagem e o desenvolvimento das competências gerais e específicas para cada etapa escolar, bem como para cada componente curricular. Algumas premissas para o trabalho do- cente, no entanto, precisam balizar o processo de ensino numa abordagem significativa e auxiliar, de fato, o desenvolvimento de habilidades e competências previstas neste documento. Cada es- cola deve eleger suas metodologias de trabalho no seu PPP, não ca- bendo a este documento prescrever tais ações. Todavia, é preciso reforçar que os métodos elencados pelo corpo docente precisam oferecer oportunidades aos estudantes e um ambiente alfabeti- zador no qual se sintam desafiados e estimulados a inserir-se no incrível mundo da leitura e da escrita, garantido os seus direitos de aprendizagem. Portanto, o letramento deve ocorrer de maneira integrada ao processo de alfabetizar. Assim, o cuidar, o brincar e o educar devem estar atrelados a metodologias nas quais se contemplem os jogos de palavras, as parlendas, os trava-línguas, os ritmos musicais presen- tes na nossa cultura, a poesia, as rimas, as aliterações, entre outros recursos. Todos esses recursos auxiliarão o estudante no acesso aos aspectos formais da linguagem (consciência fonológica, morfo- lógica e sintática), imprescindíveis para o entendimento da leitura e da escrita, bem como lhe proporcionarão práticas significativas, uma vez que farão com que entre em contato com textos presentes na sua cultura. Por isso, no Ensino Fundamental (Anos Iniciais), este componen- te curricular dialogará, de maneira interdisciplinar, com os demais componentes, na medida em que são articuladas diversas práticas

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Página: 140 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 128 de leitura e escrita relativas ao universo infantil. Nos dois primeiros anos, deve-se dar o enfoque ao processo de alfabetização (decodificação dos códigos linguísticos), mas numa perspectiva de alfabetizar letrando, uma vez que é preciso não somente decodificar os códigos, como também identificar, entender e utilizar a leitura e a escrita em situações reais. Ensino Fundamental – Anos Finais A etapa final do 6º ao 9º anos viabiliza, principalmente, a produção de conhecimento dos estudantes que se encontram na faixa etária entre 11 e 14 anos. Nesse período, continuam se evidenciando o lú- dico e as tecnologias mediante o acesso às diversas linguagens ar- tísticas, corporal e às temáticas socioculturais que ampliam a visão crítica e reflexiva. Ao mesmo tempo, prevê a consolidação das múl- tiplas competências do Ensino Fundamental, de forma a assegurar aos estudantes a promoção para o Ensino Médio. No que se refere ao Ensino Fundamental (Anos Finais), os conhecimentos e aprendizagens construídos implicam a sequência dos Anos Iniciais. Isso é possível pela diversificação e aprofundamento das práticas sociais de leitura e escrita. Atende também às transformações das práticas de linguagem que emergiram neste século, essas por sua vez, devidas, em grande parte, ao desenvolvimento das tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC). Segundo a Lei de Diretrizes e Bases22, essa etapa terá como objeti- vo a formação básica do cidadão. Isso será possível a partir do desenvolvimento da capacidade de aprender, de aprendizagem, bem como do fortalecimento dos vínculos familiares. Assim, os alunos deverão ter domínios básicos de leitura, escrita e cálculo e, ainda, do sistema político, do ambiente natural, da tecnologia, das artes, dos valores fundamentais previstos pela sociedade. Isso, em certa medida, se materializa em situações que despertam a solidarieda- de, a tolerância, o respeito, por exemplo. Sendo assim, é de responsabilidade da família e da escola proporcionar aos estudantes momentos de ensino e aprendizagem, justamente para que eles possam articular e estabelecer conexões entre as informações e conhecimentos presentes no cotidiano com foco no protagonismo estudantil, possibilitando novas experiências de leitura, escrita e oralidade relacionadas tanto ao contexto escolar quanto ao ambiente externo. 22 BRASIL. Lei nº 9.934, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Edu- cação Nacional. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9394.htm>. Acesso em: 20 set. 2018.

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Página: 141 ENSINO FUNDAMENTAL 129 Nossos protagonistas são os adolescentes/jovens baianos que de- vem participar com maior criticidade nas diversas situações comunicativas, interagindo com um número cada vez mais crescente de interlocutores, materializados em contextos dentro e fora da escola – reais e digitais. Assim, nossa proposta é contribuir ainda mais para sua formação autônoma, integral, e, acima de tudo, para a valorização de sua cultura, memória e território. Sobre o Organizador Curricular • • • O DCRB elege a concepção interacionista, tratando a língua como um meio de interação social, praticada por meio dos gê- neros textuais. Essa concepção mantém estreitos laços com a concepção interacionista de aprendizagem, dando voz e vez ao sujeito em suas especificidades socioculturais, um sujeito que fala, escreve, ou ve e lê, em situações diversas e em diferentes suportes. Nosso grande desafio é atender, de maneira significa- tiva, a todas as modalidades de ensino, numa perspectiva inclu- siva. Cabe, então, proporcionarmos aos estudantes (de todas as modalidades) experiências que contribuam, em certa medida, para a ampliação dos letramentos, possibilitando-lhes a partici- pação significativa e crítica em sociedade, utilizando sua língua. A linguagem funciona nas diferentes práticas sociais, nas quais os sujeitos interagem por meio de textos (orais ou escritos) que se organizam em gêneros diversos. Estes gêneros circulam em diferentes esferas de comunicação ou campos de atuação (al- guns em um único campo, como boletim de ocorrência; ou- tros circulam em vários campos, como artigo de opinião, por exemplo). As esferas ou campos de atuação são espaços sociais nos quais predominam determinadas atividades surgidas das necessidades humanas, como cuidar da saúde das pessoas, educar crianças, produzir literatura, divulgar acontecimentos, registrar e organizar estudos acadêmico-científicos, realizar atividades religiosas, legislar, entre outras. Os gêneros são formas de se realizar linguisticamente objetivos específicos em situações sociais e particulares. São, de acor- do com Bakhtin23, um conjunto de “tipos relativamente estáveis de enunciados”. Marcuschi24 complementa essa informação ao considerá-los como fenômenos sócio-históricos e culturalmen- te sensíveis; podem ser tomados como famílias de textos com uma série de semelhança, uma vez que o predomínio da função 23 BAKHTIN, M. Estética da criação verbal: os gêneros do discurso. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997. 24 MARCUSCHI, L. A. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, A. Paiva et al. Gêneros textuais & ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002. p. 19-36.

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Página: 142 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 130 supera a forma na determinação do gênero, evidenciando uma intertextualidade intergêneros, ou seja, um gênero com a fun- ção de outro e uma heterogeneidade tipológica quando um gê- nero acolhe outros vários. Nesse sentido, o papel da escola é proporcionar aos estudantes mecanismos para que estes reconheçam as características, as finalidades e as funcionalidades destes. Deve ainda, proporcionar aos estudantes participarem de situações de escuta e produção de textos em diferentes gê- neros textuais, uma vez que esses circulam socialmente, sen- do considerados como práticas sociais de diferentes esferas e campos de atividadeshumanas. Outro ponto a ser considerado neste componente são os gêneros digitais, práticas de linguagem contemporâneas, que assumem, cada vez mais, características multissemióticas e multimidiáticas. Isso se dá pelas diferentes formas de produzir, de disponibilizar, de interagir, de curtir, de comentar e de configurar as novas fer- ramentas digitais existentes e disponíveis nos ambientes da Web: redes sociais; áudios; vídeos; playlists, vlogs, blogs, fanfics, podcasts; infográficos; enciclopédias, livros e revistas digitais, entre tantos outros. Vale ressaltar, ainda, a importância da orientação, da che- cagem, da verificação dos conteúdos e publicações (re)conhecidas, na maioria das vezes e casos, como pós-verdade. Assim, compete à escola garantir o trato, a análise, a pesquisa e a identificação das “informações” veiculadas na Web. A importância da abordagem de ensino pautada nesses campos centrase na proposta de formação integral e contextualizada com os diferentes espaços sociais: na família, na escola e nos demais espaços. Assim sendo, os estudantes estarão inseridos em contextos de ensino e aprendizagem que os levarão à produção do conheci- mento, da pesquisa e do exercício da cidadania, estabelecendo uma relação progressiva e articulada com as práticas mais cotidianas (informais), bem como com as mais institucionalizadas (formais). As práticas de linguagens assumidas neste componente curricular dialogarão e contextualizarão com os campos de atuação previs- tos na BNCC. Esses campos de atuação são utilizados para garantir que, no currículo, a escola selecione textos organizados em gêneros dos diferentes campos de atuação, em especial os gêneros de comunicação pública. São cinco os campos de atuação considerados: campo da vida cotidiana (somente Anos Iniciais), campo artístico-literário, campo das práticas de estudo e pesquisa, campo jornalístico/midiático e campo de atuação na vida pública, sendo que esses dois últimos aparecem fundidos nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, com a denominação campo da vida pública:

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Página: 143 ENSINO FUNDAMENTAL 131 PRÁTICAS DE LINGUAGENS – CAMPOS DE ATUAÇÃO CAMPO DA VIDA COTIDIANA Campo de atuação relativo à participação em situações de leitura, próprias de atividades vivenciadas cotidianamente por crianças, adolescentes, jovens e adultos, no espaço doméstico e familiar, es- colar, cultural e profissional. Alguns gêneros deste campo: agendas, listas, bilhetes, recados, avisos, convites, cartas, cardápios, diários, receitas, regras de jogos e brincadeiras (parlendas, trava-línguas, lenga-lenga etc.). CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO Campo de atuação relativo à participação em situações de leitura, fruição e produção de textos literários e artísticos, representativos da diversidade cultural e linguística, que favoreçam experiências estéticas. Alguns gêneros deste campo: lendas, mitos, fábulas, contos, crônicas, canção, poemas, poemas visuais, cordéis, quadrinhos, tirinhas, charge/cartum, entre outros. CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA Campo de atuação relativo à participação em situações de leitura/ escrita que possibilitem conhecer os textos expositivos e argumen- tativos, a linguagem e as práticas relacionadas ao estudo, à pesqui- sa e à divulgação científica, favorecendo a aprendizagem dentro e fora da escola. Alguns gêneros deste campo em mídia impressa ou digital: enunciados de tarefas escolares; relatos de experimentos; quadros; gráficos; tabelas; infográficos; diagramas; entrevistas; notas de divulgação científica; verbetes de enciclopédia. CAMPO DA VIDA PÚBLICA Campo de atuação relativo à participação em situações de leitura e escrita, especialmente de textos das esferas jornalística, publici- tária, política, jurídica e reivindicatória, contemplando temas que impactam a cidadania e o exercício de direitos. Alguns gêneros textuais deste campo: notas; álbuns noticiosos; notícias; reportagens; cartas do leitor (revista infantil); comentários em sites para criança; textos de campanhas de conscientização; Estatuto da Criança e do Adolescente; abaixoassinados; cartas de reclamação, regras e regulamentos. CAMPO DE ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA Trata-se, neste campo, de ampliar e qualificar a participação dos jo- vens nas práticas relativas ao debate de ideias e à atuação política e social, por meio do(a): – compreensão dos interesses que movem a esfera política em seus diferentes níveis e instâncias, das formas e canais de participação institucionalizados, incluindo os digitais, e das formas de participação não institucionalizadas, incluindo aqui manifes- tações artísticas e intervenções urbanas; – reconhecimento da importância de se envolver com questões de interesse público e coletivo e compreensão do contexto de pro- mulgação dos direitos humanos, das políticas afirmativas e das leis de uma forma geral em um estado democrático, como forma de propiciar a vivência democrática em várias instâncias, e uma atuação pautada pela ética da responsabilidade (o outro tem di- reito a uma vida digna tanto quanto eu tenho); – desenvolvimento de habilidades e aprendizagem de procedimen- tos envolvidos na leitura/escuta e produção de textos pertencen- tes a gêneros relacionados à discussão e implementação de pro- postas, à defesa de direitos e a projetos culturais e de interesse público de diferentes naturezas. Envolvem o domínio de gêneros legais e o conhecimento dos canais competentes para questionamentos, reclamação de direitos e de- núncias de desrespeito a legislações e regulamentações e a direitos; de discussão de propostas e programas de interesse público no con- texto de agremiações, coletivos, movimentos e outras instâncias e fóruns de discussão da escola, da comunidade e da cidade. Trata-se também de possibilitar vivências significativas na articulação com todas as áreas do currículo e com os interesses e escolhas pessoais dos adolescentes e jovens, que envolvam a proposição, desenvolvimento e avaliação de ações e projetos culturais, de forma a fomen- tar o protagonismo juvenil de forma contextualizada. Fonte: BRASIL, 2017. Essas habilidades mais gerais envolvem o domínio contextualizado de gêneros já considerados em outras esferas – como discussão oral, debate, palestra, apre- sentação oral, notícia, reportagem, artigo de opinião, cartaz, spot, propaganda (de campanhas variadas, nesse campo, inclusive de campanhas políticas) – e de outros, como estatuto, regimento, projeto cultural, carta aberta, carta de solicitação, carta de reclama- ção, abaixo-assinado, petição on-line, requerimento, turno de fala em assembleia, tomada de turno em reuniões, edital, proposta, ata, parecer, enquete, rela- tório etc., os quais supõem o reconhecimento de sua função social, a análise da forma como se organizam e dos recursos e elementos linguísticos e das demais semioses envolvidos na tessitura de textos pertencentes a esses gêneros. Em especial, vale destacar que o trabalho com discus- são oral, debate, propaganda, campanha e apresen- tação oral podem/devem se relacionar também com questões, temáticas e práticas próprias do campo de atuação na vida pública. Assim, as mesmas habilida- des relativas a esses gêneros e práticas propostas para o campo.

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Página: 144 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 132 O que precisamos entender inicialmente é como se estruturam as habilidades. Elas expressam as aprendizagens essenciais que de- vem ser asseguradas aos alunos nos diferentes contextos escolares, conforme ilustrado no exemplo a seguir: HABILIDADE: (EF15LP11) VERBO(S) QUE EXPLICITA(M) O(S) PROCESSO(S) COGNITIVO(S) ENVOLVIDO(S) NA HABILIDADE RECONH ECER Características da conversação espontânea presencial, respeitando os turnos de fala, selecionando e utilizando, duran- te a conversação, formas de tratamento adequadas, de acor- do com a situação e a posição do interlocutor. 7.2.1.2. Organizador Curricular Complemento do(s) verbo(s) que explicita(m) o(s) objeto(s) de conhecimento mobilizado(s) na habilidade. Modificadores do(s) verbo(s) ou do complemento do(s) verbo(s) que explicita(m) o contexto e/ou uma maior especifi- cação da aprendizagem esperada. Os modificadores devem ser entendidos como a explicitação da situação ou condição em que a habilidade deve ser desenvolvida, considerando a faixa etária dos alunos. Ainda assim, as habilidades não descrevem ações ou condutas esperadas do professor, nem induzem à opção por abordagens ou metodologias. Essas escolhas estão no âmbito dos projetos pedagógicos que, como já menciona- do, devem ser adequados à realidade de cada sistema ou rede de ensino e a cada instituição escolar, considerando o contexto e as características dos seus alunos. ÁREA DE LINGUAGENS COMPONENTE CURRICULAR DE LÍNGUA PORTUGUESA COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE LÍNGUA PORTUGUESA 1. Compreender a língua como fenômeno cultural, histórico, social, variável, heterogêneo e sensível aos contextos de uso, reconhecendo-a como meio de construção de identidades de seus usuários e da comunidade a que pertencem. 2. Apropriar-se da linguagem escrita, reconhecendo-a como forma de interação nos diferentes campos de atuação da vida social e utilizando-a para ampliar suas possibilidades de participar da cultura letrada, de construir conhecimentos (inclusive escolares) e de se envolver com maior autonomia e protagonismo na vida social. 3. Ler, escutar e produzir textos orais, escritos e multissemióticos que circulam em diferentes campos de atuação e mídias, com compreensão, autonomia, fluência e criticidade, de modo a se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos e continuar aprendendo. 4. Compreender o fenômeno da variação linguística, demonstrando atitude respeitosa diante de variedades linguísticas e rejeitando preconceitos linguísticos. 5. Empregar, nas interações sociais, a variedade e o estilo de linguagem adequados à situação comunicativa, ao(s) interlocutor(es) e ao gênero do discurso/gênero textual. 6. Analisar informações, argumentos e opiniões manifestados em interações sociais e nos meios de comunicação, posicionando-se ética e criticamente em relação a conteúdos discriminatórios que ferem direitos humanos e ambientais. 7. Reconhecer o texto como lugar de manifestação e negociação de sentidos, valores e ideologias. 8. Selecionar textos e livros para leitura integral, de acordo com objetivos, interesses e projetos pessoais (estudo, formação pessoal, entretenimento, pesquisa, trabalho etc.). 9. Envolver-se em práticas de leitura literária que possibilitem o desen volvimento do senso estético para fruição, valorizando a literatura e outras manifestações artístico-culturais como formas de acesso às dimensões lúdicas, de imaginário e encantamento, reconhecendo o potencial transformador e humanizador da experiência com a literatura. 10. Mobilizar práticas da cultura digital, diferentes linguagens, mídias e ferramentas digitais para expandir as formas de produzir sentidos (nos processos de compreensão e produção), aprender e refletir sobre o mundo e realizar diferentes projetos autorais.

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Página: 145 ENSINO FUNDAMENTAL 133 1º ANO CAMPO DE ATUAÇÃO: TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO PRÁTICA S DE LINGUA GEM Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) COMPETÊN CIAS ESPECÍFI CAS OBJETOS DE CONHECIM ENTO 1, 2, 3 Protocolos de leitura 1, 2,3 Identidade pessoal e cultural Minhas origens Escrita (compartilhad a e autônoma) 2 Escrita (compartilhad a e autônoma) 1, 2, 3 Correspondên cia fonemagrafema HABILID ADES (EF01LP01) Reconhecer que textos são lidos e escritos da esquerda para a direita e de cima para baixo da página. (EF12LP01IC) - Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam no município de Ichu. (EF01LP02) Escrever, espontaneamente ou por ditado, palavras e frases de forma alfabética – usando letras/grafemas que representem fone- mas. Construção do sistema alfabético/ convenções da escrita (EF01LP03) Observar escritas convencionais, comparando-as às suas produções escritas, percebendo semelhanças e diferenças. Conhecimen to do alfabeto do português do Brasil (EF01LP04) Distinguir as letras do alfabeto de outros sinais gráficos. Construção do sistema alfabético (EF01LP05) Reconhecer o sistema de escrita al- fabética como representação dos sons da fala. (EF01LP06) Segmentar oralmente palavras em sílabas. (EF01LP07) Identificar fonemas e sua represen- tação por letras. Construção do sistema alfabético e da ortografia Análise linguística/ semiótica (alfabetização) (EF01LP08) Relacionar elementos sonoros (sí- labas, fonemas, partes de palavras) com sua representação escrita. (EF01LP09) Comparar palavras, identificando semelhanças e diferenças entre sons de sílabas iniciais, mediais e finais. 2 Conhecimen to do alfabeto do português do Brasil (EF01LP10) Nomear as letras do alfabeto e reci- tá-lo na ordem das letras. Conhecimento das diversas grafias do alfabeto/ acentuação (EF01LP11) Conhecer, diferenciar e relacionar letras em formato imprensa e cursiva, maiús- culas e minúsculas.

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Página: 146 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB Segmentaçã o de palavras/ classificação de palavras por número de sílabas Construção do sistema alfabético Pontuação 2 Sinoními a e antoními a/ morfolog ia/ pontuaçã o Decodificação/ fluência de leitura Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) 2, 3, 8 Escrita (compartilhad a e autônoma) 2 1,2,3,4 1, 2, 3 Formação de leitor 134 (EF01LP12) Reconhecer a separação das pala- vras, na escrita, por espaços em branco. (EF01LP13) Comparar palavras, identificando semelhanças e diferenças entre sons de sílabas iniciais, mediais e finais. (EF01LP14) Identificar outros sinais no texto além das letras, como pontos-finais, de interro- gação e exclamação e seus efeitos na entonação. (EF01LP15) Agrupar palavras pelo critério de aproximação de significado (sinonímia) e sepa- rar palavras pelo critério de oposição de signi- ficado (antonímia). (EF12LP01) Ler palavras novas com precisão na decodificação, no caso de palavras de uso frequente, ler globalmente, por memorização. (EF12LP02) Buscar, selecionar e ler, com a mediação do professor (leitura compartilhada), textos que circulam em meios impressos ou digitais, de acordo com as necessidades e interesses. Construção do sistema alfabético/ estabelecimento de relações anafóricas na referenciação e construção da coesão (EF12LP03) Copiar textos breves, mantendo suas características e voltando para o texto sempre que tiver dúvidas sobre sua distribui- ção gráfica, espaçamento entre as palavras, escrita das palavras e pontuação. Gêneros textuais que circulam na comunidade (EF12LP05IC) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instruções de montagem e legendas para álbuns, fotos ou ilustrações (digitais ou impressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/ finalidade do texto com base no contexto ichuense. Reconstruç ão das condições de produção e recepção de textos (EF15LP01) Identificar a função social de tex- tos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que fo- ram produzidos, onde circulam, quem os pro- duziu e a quem se destinam.

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Página: 147 ENSINO FUNDAMENTAL Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) 1, 2, 3 Estratégia de leitura 2, 3 Estratégia de leitura 1, 2, 3 Estratégia de leitura 1, 2, 3, 5, 7 Planejamento de texto 135 (EF15LP02) Estabelecer expectativas em rela- ção ao texto que vai ler (pressuposições ante- cipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conheci- mentos prévios sobre as condições de produ- ção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, da- dos da própria obra (índice, prefácio etc.), con- firmando antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas. (EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos. (EF15LP04) Identificar o efeito de sentido pro- duzido pelo uso de recursos expressivos gráfi- co-visuais em textos multissemióticos. (EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a situ- ação comunicativa, os interlocutores (quem es- creve/para quem escreve); a finalidade ou o pro- pósito (escrever para quê); a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e forma do tex- to e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas. 2, 3, 5 Revisão de textos (EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação. 2, 3, 5, 10 Edição de textos (EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital. 10 3, 5 1,2,3 Utilização de tecnologia digital Oralidade pública/ intercâmbio conversacional em sala de aula Identidade pessoal e cultural Oralidade Variações linguísticas e interculturalidad es Relato oral Registro formal e Informal. (EF15LP08) Utilizar software, inclusive progra- mas de edição de texto, para editar e publicar os textos produzidos, explorando os recursos multissemióticos disponíveis. (EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendido pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articula- ção e ritmo adequado. (EF12LP03IC) Reconhecer os traços de identidade pessoal e cultural presentes nos modos de falar das comunidades ichuenses. (EF12LP04IC) Identificar finalidades da (interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc) que existiram e existem no município de Ichu.

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Página: 148 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 1,2,3,4 Memórias (EF12LP06IC) Reconhecer as diversas dimensões da história e cultura local por meio das memórias e histórias do seu povo; Autoestima (EF12LP07IC) Conhecer a si mesmo, interagir com os outros de forma respeitosa valorizando as singularidades de cada um. Escuta atenta 3 Característic as da conversação espontânea (EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de pro- fessores e colegas, formulando perguntas per- tinentes ao tema e solicitando esclarecimentos sempre que necessário. (EF15LP11) Reconhecer características da con- versação espontânea presencial, respeitando os turnos de fala, selecionando e utilizando, durante a conversação, formas de tratamento adequadas, de acordo com a situação e a posi- ção do interlocutor. 1, 3 Aspectos não linguísticos (paralinguísticos) no ato da fala (EF15LP12) Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísticos) observados na fala, como direção do olhar, riso, gestos, movi- mentos da cabeça (de concordância ou discor- dância), expressão corporal, tom de voz. 3 Relato oral/registro formal e informal (EF15LP13) Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, in- formar, relatar experiências etc.). CAMPO DE ATUAÇÃO: VIDA COTIDIANA PRÁTICA S DE LINGUA GEM Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS 1, 2, 3, 9 1, 2, 3, 5, 10 Escrita (compartilhad 136 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Compreensão em leitura Escrita autônoma e compartilhada HABILID ADES (EF01LP16) Ler e compreender, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do profes- sor, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-lín- guas, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunica- tiva e o tema/assunto do texto e relacionando sua forma de organização à sua finalidade. (EF01LP17) Planejar e produzir, em colabo- ração com os colegas e com a ajuda do pro- fessor, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instruções de montagem e legendas para álbuns, fotos ou ilustrações (digitais ou impressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o

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Página: 149 ENSINO FUNDAMENTAL a e autônoma) tema/assunto/fina- lidade do texto. 1, 2, 3, 9 Oralidade Análise linguística/ semiótica (alfabetização) Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) Escrita (compartilhada e autônoma) Oralidade Análise linguística/ semiótica (alfabetização) 137 3, 9 1, 2, 3, 5, 7 1, 2, 3 Escrita autônoma e compartilhada Produção de texto oral Forma de composição do texto Compreensão em leitura (EF01LP18) Registrar, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, cantigas, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-lín- guas, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto. (EF01LP19) Recitar parlendas, quadras, qua- drinhas, trava-línguas, lenga-lenga, com ento- nação adequada e observando as rimas. (EF01LP20) Identificar e reproduzir, em cola- boração com os colegas e com a ajuda do pro- fessor ou já com certa autonomia, em listas, agendas, calendários, regras, avisos, convites, receitas, instruções de montagem e legendas para álbuns, fotos ou ilustrações (digitais ou impressos), a formatação e diagramação es- pecífica de cada um desses gêneros e reco- nhecendo a finalidade de cada gênero. (EF12LP04) Ler e compreender, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do professor ou já com certa autonomia, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instru- ções de montagem (digitais ou impressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto e relacionando sua formade organização à sua finalidade. Escrita compartilha da (EF12LP05) Planejar e produzir, em colabo- ração com os colegas e com a ajuda do pro- fessor, (re)contagem de histórias, poemas e outros textos versificados (letras de canção, quadrinhas, cordel), poemas visuais, tiras e histórias em quadrinhos, dentre outros gêne- ros do campo artístico-literário, consideran- do a situação comunicativa e a finalidade do texto. 1, 2, 3, 5 Produção de texto oral (EF12LP06) Planejar e produzir, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do profes- sor, recados, avisos, convites, receitas, ins- truções de montagem, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, que possam ser repassados oralmente por meio de ferramen- tas digitais, em áudio ou vídeo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/fi- nalidade do texto. 2, 3, 9 Forma de composição do texto (EF12LP07) Identificar e (re)produzir, em canti- ga, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-lín- guas e canções, rimas, aliterações, assonân- cias, o ritmo de fala relacionado ao ritmo e à melodia das músicas e seus efeitos de sentido. 1, 2, 3, 5, 9

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Página: 150 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) 2, 3, 9 Leitura de imagens em narrativas visuais (EF15LP14) Construir o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas, relacionando imagens e palavras e interpretando recursos gráficos (ti- pos de balões, de letras, onomatopeias). CAMPO DE ATUAÇÃO: ARTÍSTICO-LITERÁRIO PRÁTICAS DE LINGUAG EM COMPETÊN CIAS ESPECÍFI CAS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES (EF01LP25) Produzir, tendo o professor como escriba, recontagem de histórias lidas pelo pro- fessor, histórias imaginadas ou baseadas em livros de imagens, observando a forma de com- posição de textos narrativos (personagens, en- redo, tempo e espaço). Escrita (compartilhada e autônoma) 1, 2, 3, 5, 9 Análise linguística/ semiótica (alfabetização) 2, 3, 9 Formas de composição de narrativas 1, 2, 3, 9 Apreciação estética/ estilo 1, 2, 3, 9 Formas de composição de textos poéticos 9 Formação do leitor literário (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apre- sentam uma dimensão lúdica, de encantamen- to, valorizando-os, em sua diversidade cultu- ral, como patrimônio artístico da humanidade. Leitura colaborativa e autônoma (EF15LP16) Ler e compreender, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do professor e, mais tarde, de maneira autônoma, textos narrativos de maior porte como contos (popu- lares, de fadas, acumulativos, de assombração etc.) e crônicas. 9 Apreciação estética/ estilo (EF15LP17) Apreciar poemas visuais e concre- tos, observando efeitos de sentido criados pelo formato do texto na página, distribuição e dia- gramação das letras, pelas ilustrações e por outros efeitos visuais. 1, 2, 3, 9 Formação do leitor literário/leitura multissemiótica 3, 5, 9 Contagem de histórias Leitura/escuta (compartilhada e autônoma) Análise linguística/ semiótica (alfabetização) Leitura/escuta (compartilhada e autônoma) Oralidade 1, 2, 3, 9 Escrita autônoma e compartilhada (EF01LP26) Identificar elementos de uma nar- rativa lida ou escutada, incluindo personagens, enredo, tempo e espaço. (EF12LP18) Apreciar poemas e outros textos versificados, observando rimas, sonoridades, jogos de palavras, reconhecendo seu pertenci- mento ao mundo imaginário e sua dimensão de encantamento, jogo e fruição. (EF12LP19) Reconhecer, em textos versificados, rimas, sonoridades, jogos de palavras, palavras, expressões, comparações, relacionando-as com sensações e associações. (EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos. (EF15LP19) Recontar oralmente, com e sem apoio de imagem, textos literários lidos pelo professor. CAMPO DE ATUAÇÃO: PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA PRÁTICA S DE LINGUA COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC OBJETOS DE CONHECIM HABILID ADES 138

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Página: 151 ENSINO FUNDAMENTAL GEM Escrita (compartilhada e autônoma) Oralidade AS ENTO 1, 2, 3, 5 1, 2, 3, 5, 10 Produção de textos Planejamento de texto oral Exposição oral Análise linguística/ semiótica (alfabetização) Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) 139 Forma de composição dos textos/adequação do texto às normas de escrita 1, 2, 3 Compreensão em leitura 1, 2, 3 (EF01LP22) Planejar e produzir, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do professor ou já com certa autonomia, diagramas, entre- vistas, curiosidades, dentre outros gêneros do campo investigativo, digitais ou impressos, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto. (EF01LP23) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, en- trevistas, curiosidades, dentre outros gêneros do campo investigativo, que possam ser repassados oralmente por meio de ferramentas digitais, em áudio ou vídeo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto. (EF01LP24) Identificar e reproduzir, em enuncia- dos de tarefas escolares, diagramas, entrevistas, curiosidades, digitais ou impressos, a formata- ção e diagramação específica de cada um des- ses gêneros, inclusive em suas versões orais. (EF12LP17) Ler e compreender, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do professor, enunciados de tarefas escolares, diagramas, curiosidades, pequenos relatos de experimen- tos, entrevistas, verbetes de enciclopédia infantil, dentre outros gêneros do campo investi- gativo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. CAMPO DE ATUAÇÃO: VIDA PÚBLICA PRÁTICAS DE LINGUAG EM COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS OBJETOS DE CONHECIM ENTO (EF12LP08) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, foto- legendas em notícias, manchetes e lides em no- tícias, álbum de fotos digital noticioso e notícias curtas para público infantil, dentre outros gêne- ros do campo jornalístico, considerando a situa- ção comunicativa e o tema/assunto do texto. 1, 2, 3 Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) Compreensão em leitura 1, 2, 3, 7 HABILIDADES (EF12LP09) Ler e compreender, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do profes- sor, slogans, anúncios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público infantil, dentre outros gêneros do campo publicitário, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. (EF12LP10) Ler e compreender, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do profes- sor, cartazes, avisos, folhetos, regras e regula- mentos que organizam a vida na comunidade escolar, dentre outros gêneros do campo da atuação cidadã, considerando a situação co- municativa e o tema/assunto do texto.

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Página: 152 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB Escrita (compartilhad a e autônoma) 1, 2, 3, 5 Escrita compartilha da Produção de texto oral 1, 2, 3, 5 Forma de composição do texto (EF12LP14) Identificar e reproduzir, em fotole- gendas de notícias, álbum de fotos digital noti- cioso, cartas de leitor (revista infantil), digitais ou impressos, a formatação e diagramação es- pecífica de cada um desses gêneros, inclusive em suas versões orais. 1, 2, 3 Forma de composição do texto 1, 2, 3, 5, 7 Forma de composição do texto Oralidade Escrita (compartilhad a e autônoma) (EF12LP12) Escrever, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, slogans, anúncios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público in- fantil, dentre outros gêneros do campo publi- citário, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto. (EF12LP13) Planejar, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, slogans e peça de campanha de conscientização des- tinada ao público infantil que possam ser re- passados oralmente por meio de ferramentas digitais, em áudio ou vídeo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/fina- lidade do texto. 1, 2, 3, 5, 7, 10 Análise linguística/ semiótica (alfabetização) (EF12LP11) Escrever, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, fotolegen- das em notícias, manchetes e lides em notícias, álbum de fotos digital noticioso e notícias cur- tas para público infantil, digitais ou impressos, dentre outros gêneros do campo jornalístico, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. 1, 2, 3, 5 Escrita compartilha da (EF12LP15) Identificar a forma de composição de slogans publicitários. (EF12LP16) Identificar e reproduzir, em anún- cios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público infantil (orais e escritos, digitais ou impressos), a for- matação e diagramação específica de cada um desses gêneros, inclusive o uso de imagens. (EF01LP21) Escrever, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, listas de regras e regulamentos que organizam a vida na comunidade escolar, dentre outros gêneros do campo da atuação cidadã, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. 140

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Página: 153 ENSINO FUNDAMENTAL 141 2º ANO CAMPO DE ATUAÇÃO: TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 2 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Decodificação/ fluência de leitura Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) 2, 3, 8 Formação de leitor 1, 2,3 Identidade pessoal e cultural Minhas origens 1,2,3,4 Escrita (compartilhad a e autônoma) 2 Linguagem Oral e escrita Compreensão em leitura. Construção do sistema alfabético/ estabelecimento de relações anafóricas na referenciação e construção da coesão Reconstruç ão das condições de produção e recepção de textos 1, 2, 3 Leitura/escuta (compartilhada e autônoma) Estratégia de leitura HABILID ADES (EF12LP01) Ler palavras novas com precisão na decodificação; no caso de palavras de uso fre- quente, ler globalmente, por memorização. (EF12LP02) Buscar, selecionar e ler, com a me- diação do professor (leitura compartilhada), textos que circulam em meios impressos ou digitais, de acordo com as necessidades e inte- resses. (EF12LP01IC) Identificar a função social de textos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam no município de Ichu. (EF12LP02IC) Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-línguas, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana ichuense, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto e relacionando sua forma de organização à sua finalidade. (EF12LP03) Copiar textos breves, mantendo suas características e voltando para o texto sempre que tiver dúvidas sobre sua distribui- ção gráfica, espaçamento entre as palavras, escrita das palavras e pontuação. (EF15LP01) Identificar a função social de tex- tos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa de massa e digital, reconhecendo para que fo- ram produzidos, onde circulam, quem os pro- duziu e a quem se destinam. (EF15LP02) Estabelecer expectativas em rela- ção ao texto que vai ler (pressuposições ante- cipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirman- do antecipações e inferências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequa- ção das hipóteses realizadas.

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Página: 154 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 142 Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) 2, 3 (EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos. 1, 2, 3 (EF15LP04) Identificar o efeito de sentido pro- duzido pelo uso de recursos expressivos gráfi- co-visuais em textos multissemióticos. 1, 2, 3, 5, 7 (EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a si- tuação comunicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê); a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas. Planejamento de texto 2, 3, 5 Revisão de textos (EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação. 2, 3, 5, 10 Edição de textos (EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilustrando, quando for o caso, em su- porte adequado, manual ou digital. 10 3, 5 Utilização de tecnologia digital Oralidade pública/ intercâmbio conversacional em sala de aula (EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendido pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articula- ção e ritmo adequado. Escuta atenta (EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de pro- fessores e colegas, formulando perguntas per- tinentes ao tema e solicitando esclarecimentos sempre que necessário. 3 Característic as da conversação espontânea Oralidade (EF15LP08) Utilizar software, inclusive progra- mas de edição de texto, para editar e publicar os textos produzidos, explorando os recursos multissemióticos disponíveis. (EF15LP11) Reconhecer características da con- versação espontânea presencial, respeitando os turnos de fala, selecionando e utilizando, durante a conversação, formas de tratamento adequadas, de acordo com a situação e a posi- ção do interlocutor. 1, 3 Aspectos não linguísticos (paralinguístic os) no ato da fala (EF15LP12) Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísticos) observados na fala, como direção do olhar, riso, gestos, movi- mentos da cabeça (de concordância ou discor- dância), expressão corporal, tom de voz. 3 Relato oral/registro formal e informal (EF15LP13) Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, in- formar, relatar experiências etc.).

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Página: 155 ENSINO FUNDAMENTAL 1,2,3 e 4 Identidade pessoal e cultural Variações linguísticas e interculturalidades Relato oral Registro formal e Informal. Memórias Escrita (compartilhada e autônoma) 2 1,2,3,4 143 (EF12LP03IC) Reconhecer os traços de identidade pessoal e cultural presentes nos modos de falar das comunidades ichuenses. (EF12LP04IC) Identificar finalidades da (interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc) que existiram e existem no município de Ichu. (EF12LP06IC) - Reconhecer as diversas dimensões da história e cultura local por meio das memórias e histórias do seu povo; Autoestima (EF12LP07IC) - Conhecer a si mesmo, interagir com os outros de forma respeitosa valorizando as singularidades de cada um. Construção do sistema alfabético/ convenções da escrita (EF02LP01) Utilizar, ao produzir o texto, grafia correta de palavras conhecidas ou com estru- turas silábicas já dominadas, letras maiúsculas em início de frases e em substantivos próprios, segmentação entre as palavras, ponto-final, ponto de interrogação e ponto de exclamação. Gêneros textuais que circulam na comunidade (EF12LP05IC) Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instruções de montagem e legendas para álbuns, fotos ou ilustrações (digitais ou impressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/ finalidade do texto com base no contexto ichuense. (EF02LP02) Segmentar palavras em sílabas e remover e substituir sílabas iniciais, mediais ou finais para criar novas palavras. Construção do sistema alfabético e da ortografia (EF02LP03) Ler e escrever palavras com cor- respondências regulares diretas entre letras e fonemas (f, v, t, d, p, b) e correspondências regu- lares contextuais (c e q; e e o, em posição átona em final de palavra). (EF02LP04) Ler e escrever corretamente pala- vras com sílabas CV, V, CVC, CCV, identificando que existem vogais em todas as sílabas. (EF02LP05) Ler e escrever corretamente pala- vras com marcas de nasalidade (til, m, n). Análise linguística/ semiótica 2 Conhecimen to do alfabeto do português do Brasil (EF02LP06) Perceber o princípio acrofônico que opera nos nomes das letras do alfabeto.

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Página: 156 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 144 (alfabetização) Conhecimento das diversas grafias do alfabeto/ acentuação (EF02LP07) Escrever palavras, frases, textos curtos nas formas imprensa e cursiva, respei- tando a acentuação gráfica. Segmentaçã o de palavras/ classificação de palavras por número de sílabas (EF02LP08) Segmentar corretamente as pala- vras ao escrever frases e textos. Pontuação Sinoními a e antoními a/ morfolog ia/ pontuaçã o Morfologia (EF02LP09) Usar adequadamente pontofinal, ponto de interrogação e ponto de exclamação. (EF02LP10) Identificar sinônimos de palavras de texto lido, determinando a diferença de sentido entre eles, e formar antônimos de pa- lavras encontradas em texto lido pelo acrésci- mo do prefixo de negação in-/im-. (EF02LP11) Formar o aumentativo e o diminuti- vo de palavras com os sufixos -ão e -inho/-zinho. CAMPO DE ATUAÇÃO: VIDA COTIDIANA PRÁTICAS DE LINGUAG EM Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) Escrita (compartilhada e autônoma) Oralidade COMPETÊN CIAS ESPECÍFI CAS 1, 2, 3 1, 2, 3, 5, 9 1, 2, 3, 5 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Compreensão em leitura HABILID ADES (EF12LP04) Ler e compreender, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do professor ou já com certa autonomia, listas, agendas, calendários, avisos, convites, receitas, instru- ções de montagem (digitais ou impressos), dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto e relacionando sua forma de organização à sua finalidade. Escrita compartilha da (EF12LP05) Planejar e produzir, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do professor, (re)contagem de histórias, poemas e outros textos versificados (letras de canção, quadri- nhas, cordel), poemas visuais, tiras e histórias em quadrinhos, dentre outros gêneros do cam- po artísticoliterário, considerando a situação comunicativa e a finalidade do texto. Produção de texto oral (EF12LP06) Planejar e produzir, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do profes- sor, recados, avisos, convites, receitas, ins- truções de montagem, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, que possam ser repassados oralmente por meio de ferramen- tas digitais, em áudio ou vídeo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/fi- nalidade do texto.

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Página: 157 ENSINO FUNDAMENTAL Análise linguística/ semiótica (alfabetização) 2, 3, 9 Forma de composição do texto 2, 3, 9 Leitura de imagens em narrativas visuais Leitura/escuta (compartilhada e autônoma) 1, 2, 3, 9 Compreensão em leitura 145 (EF12LP07) Identificar e (re)produzir, em canti- ga, quadras, quadrinhas, parlendas, trava-lín- guas e canções, rimas, aliterações, assonân- cias, o ritmo de fala relacionado ao ritmo e à melodia das músicas e seus efeitos de sentido. (EF15LP14) Construir o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas, relacionando imagens e palavras e interpretando recursos gráficos (ti- pos de balões, de letras, onomatopeias). (EF02LP12) Ler e compreender, com certa au- tonomia, cantigas, letras de canção, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto e relacionando sua for- ma de organização à sua finalidade. (EF02LP13) Planejar e produzir bilhetes e car- tas, em meio impresso e/ou digital, dentre ou- tros gêneros do campo da vida cotidiana, con- siderando a situação comunicativa e o tema/ assunto/finalidade do texto. Escrita (compartilhada e autônoma) 1, 2, 3, 5 Oralidade 1, 2, 3, 9 Produção de texto oral (EF02LP15) Cantar cantigas e canções, obede- cendo ao ritmo e à melodia. 1, 2, 3, 5 Forma de composição do texto (EF02LP16) Identificar e reproduzir bilhetes, re- cados, avisos, cartas, e-mails, receitas (modo de fazer), relatos (digitais ou impressos), a for- matação e diagramação específica de cada um desses gêneros. Forma de composição do texto (EF02LP17) Identificar e reproduzir, em rela- tos de experiências pessoais, a sequência dos fatos, utilizando expressões que marquem a passagem do tempo (“antes”, “depois”, “on- tem”, “hoje”, “amanhã”, “outro dia”, “antiga- mente”, “há muito tempo” etc.), e o nível de informatividade necessário. Análise linguística/ semiótica (alfabetização) 2, 3 Escrita autônoma e compartilhada (EF02LP14) Planejar e produzir pequenos rela- tos de observação de processos, de fatos, de experiências pessoais, mantendo as caracte- rísticas do gênero, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.

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Página: 158 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 146 CAMPO DE ATUAÇÃO: ARTÍSTICO-LITERÁRIO PRÁTICAS DE LINGUAGEM COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS OBJETOS DE CONHECIM ENTO Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) 1, 2, 3, 9 Apreciação estética/estilo Análise linguística/ semiótica (alfabetização) 1, 2, 3, 9 Formas de composição de textos poéticos HABILID ADES (EF12LP18) Apreciar poemas e outros textos versificados, observando rimas, sonoridades, jogos de palavras e reconhecendo seu perten- cimento ao mundo imaginário e sua dimensão de encantamento, jogo e fruição. (EF12LP19) Reconhecer, em textos versifica- dos, rimas, sonoridades, jogos de palavras, palavras, expressões, comparações, relacio- nando-os com sensações e associações. Formação do leitor literário (EF15LP15) Reconhecer que os textos literá- rios fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encan- tamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, como patrimônio artístico da huma- nidade. Leitura colaborativa e autônoma (EF15LP16) Ler e compreender, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do professor e, mais tarde, de maneira autônoma, textos narrativos de maior porte como contos (po- pulares, de fadas, acumulativos, de assombra- ção etc.) e crônicas. 9 Apreciação estética/estilo (EF15LP17) Apreciar poemas visuais e concre- tos, observando efeitos de sentido criados pelo formato do texto na página, distribuição e diagramação das letras, pelas ilustrações e por outros efeitos visuais. 1, 2, 3, 9 Formação do leitor literário/leitura multissemiótica Oralidade 3, 5, 9 Contagem de histórias Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) 2, 7, 8, 9 Formação do leitor literário Escrita (compartilhad a e autônoma) 2, 3, 5 8, 9 Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) Análise linguística/ semiótica (alfabetização) 1, 2, 3, 9 Escrita autônoma e compartilhada 2, 3 Formas de composição de narrativas 2, 3, 9 Formas de composição de textos poéticos visuais (EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos. (EF15LP19) Recontar oralmente, com e sem apoio de imagem, textos literários lidos pelo professor. (EF02LP26) Ler e compreender, com certa au- tonomia, textos literários, de gêneros varia- dos, desenvolvendo o gosto pela leitura. (EF02LP27) Reescrever textos narrativos literá- rios lidos pelo professor. (EF02LP28) Reconhecer o conflito gerador de uma narrativa ficcional e sua resolução, além de palavras, expressões e frases que caracte- rizam personagens e ambientes. (EF02LP29) Observar, em poemas visuais, o formato do texto na página, as ilustrações e outros efeitos visuais.

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Página: 159 ENSINO FUNDAMENTAL 147 CAMPO DE ATUAÇÃO: PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA PRÁTICAS DE LINGUAG EM COMPETÊN CIAS ESPECÍFI CAS 1, 2, 3 OBJETO(S) DE CONHECIM ENTO Compreensão em leitura Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) 2, 3 2, 3, 10 1, 2, 3, 5, 6 Imagens analíticas em textos Oralidade Análise linguística/ semiótica (alfabetização) 1, 2, 3, 5 2, 3, 5 (EF12LP17) Ler e compreender, em colabora- ção com os colegas, com a ajuda do professor e com certa autonomia, enunciados de tarefas escolares, diagramas, curiosidades, pequenos relatos de experimentos, entrevistas, verbetes de enciclopédia infantil, entre outros gêneros do campo investigativo, considerando a situa- ção comunicativa e o tema/assunto do texto. (EF02LP20) Reconhecer a função de textos utilizados para apresentar informações cole- tadas em atividades de pesquisa (enquetes, pequenas entrevistas, registros de experimen- tações). Pesquisa (EF02LP21) Explorar, com a mediação do pro- fessor, textos informativos de diferentes am- bientes digitais de pesquisa, conhecendo suas possibilidades. Produção de textos (EF02LP22) Planejar e produzir, em colabora- ção com os colegas, com a ajuda do professor e com certa autonomia, pequenos relatos de experimentos, entrevistas, verbetes de enci- clopédia infantil, dentre outros gêneros do campo investigativo, digitais ou impressos, considerando Escrita autônoma (EF02LP23) Planejar e produzir, com certa au- tonomia, pequenos registros de observação de resultados de pesquisa, coerentes com um tema investigado. Escrita (compartilhad a e autônoma) 1, 2, 3, 5 HABILID ADES Planejamen to de texto oral/ exposição oral Forma de composição dos textos/adequação do texto às normas de escrita (EF02LP24) Planejar e produzir, em colabora- ção com os colegas, com a ajuda do professor e com certa autonomia, relatos de experimen- tos, registros de observação, entrevistas, den- tre outros gêneros do campo investigativo, que possam ser repassados oralmente por meio de ferramentas digitais em áudio ou ví- deo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto. (EF02LP25) Identificar e reproduzir, em relatos de experimentos, entrevistas, verbetes deen- ciclopédia infantil, digitais ou impressos, a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros, inclusive em suas versões orais.

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Página: 160 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 148 CAMPO DE ATUAÇÃO: VIDA PÚBLICA PRÁTICAS DE LINGUAG EM COMPETÊN CIAS ESPECÍFI CAS 1, 2, 3 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Compreensão em leitura 1, 2, 3, 7 Oralidade Análise linguística/ semiótica (alfabetização) (EF12LP08) Ler e compreender, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do profes- sor, fotolegendas em notícias, manchetes e lides em notícias, álbum de fotos digital no- ticioso e notícias curtas para público infantil, dentre outros gêneros do campo jornalístico, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. (EF12LP09) Ler e compreender, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do profes- sor, slogans, anúncios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público infantil, dentre outros gêneros do campo publicitário, considerando asituação comunicativa e o tema/assunto do texto. Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) Escrita (compartilhad a e autônoma) HABILID ADES 1, 2, 3, 5 1, 2, 3, 5, 7, 10 1, 2, 3, 5 Compreensão em leitura Escrita compartilha da (EF12LP10) Ler e compreender, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do profes- sor, cartazes, avisos, folhetos, regras e regula- mentos que organizam a vida na comunidade escolar, dentre outros gêneros do campo da atuação cidadã, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. (EF12LP11) Escrever, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, fotolegen- das em notícias, manchetes e lides em notí- cias, álbum de fotos digital noticioso e notícias curtas para público infantil digitais ouimpres- sas, dentre outros gêneros do campo jornalís- tico, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. (EF12LP12) Escrever, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, slogans, anúncios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público in- fantil, dentre outros gêneros do campo publi- citário, considerando asituação comunicativa e o tema/ assunto/finalidade do texto. Produção de texto oral (EF12LP13) Planejar, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, slogans e peça de campanha de conscientização des- tinada ao público infantil que possam ser re- passados oralmente por meio de ferramentas digitais em áudio ou vídeo, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/fina- lidade do texto. Forma de composição do texto (EF12LP14) Identificar e reproduzir, em fotole- gendas de notícias, álbum de fotos digital noti- cioso, cartas de leitor (revista infantil) digitais ou impressas, a formatação e diagramação es- pecífica de cada um desses gêneros, inclusive em suas versões orais.

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Página: 161 ENSINO FUNDAMENTAL 1, 2, 3 Análise linguística/ semiótica (alfabetização) Escrita (compartilhad a e autônoma) Oralidade 1, 2, 3, 5, 7 1, 2, 3, 5, 7 1, 2, 3, 5 149 Forma de composição do texto (EF12LP15) Identificar a forma de composição de slogans publicitários. Forma de composição do texto (EF12LP16) Identificar e reproduzir, em anún- cios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público in- fantil (orais e escritos, digitais ou impressos), a formatação e diagramação específicas de cada um desses gêneros, inclusive o uso de imagens. Escrita compartilha da (EF02LP18) Planejar e produzir cartazes e fo- lhetos para divulgar eventos da escola ou da comunidade, utilizando linguagem persuasiva e elementos textuais e visuais (tamanho da letra, leiaute, imagens) adequados ao gêne- ro, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. Produção de texto oral (EF02LP19) Planejar e produzir, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do profes- sor, notícias curtas para público infantil, para compor jornal falado que possa ser repassado oralmente ou em meio digital em áudio ou ví- deo, dentre outros gêneros do campo jornalís- tico, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. 3º ANO CAMPO DE ATUAÇÃO: TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO PRÁTICAS DE LINGUAGEM COMPETÊN CIAS ESPECÍFI CAS OBJETOS DE CONHECIM ENTO Reconstruç ão das condições de produção e recepção de textos Leitura/escuta (compartilhada e autônoma) 1, 2, 3 Estratégia de leitura 2, 3 Estratégia de leitura HABILID ADES (EF15LP01) Identificar a função social de tex- tos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impressa, de massa e digital, reconhecendo para que fo- ram produzidos, onde circulam, quem os pro- duziu e a quem se destinam. (EF15LP02) Estabelecer expectativas em rela- ção ao texto que vai ler (pressuposições ante- cipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de pro- dução e recepção desse texto, o gênero, o su- porte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, prefácio etc.), confirmando antecipações e inferências reali- zadas antes e durante a leitura de textos, che- cando a adequação das hipóteses realizadas. (EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.

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Página: 162 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 150 Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) 1, 2, 3 1, 2, 3, 5, 7 Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) Estratégia de leitura Planejamento de texto (EF15LP04) Identificar o efeito de sentido pro- duzido pelo uso de recursos expressivos gráfi- co-visuais em textos multissemióticos. (EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a si- tuação comunicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê); a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas. 2, 3, 5 Revisão de textos (EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação. 2, 3, 5, 10 Edição de textos (EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital. 10 1, 2, 3, 5 Utilização de tecnologia digital Os meios de comunicação no campo e na cidade. (EF15LP08) Utilizar software, inclusive progra- mas de edição de texto, para editar e publicar os textos produzidos, explorando os recursos multissemióticos disponíveis. (EF35LP27IC) - Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, notícias curtas para público infantil, para compor jornal falado que possa ser repassado oralmente ou em meio digital em áudio ou vídeo, dentre outros gêneros do campo jornalístico, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto a partir do estudo de comunicação no campo e na cidade de Ichu. 10 Textos em formato digital. Jogos educativos Utilização de tecnologia digital. (EF35LP28IC) - Utilizar software, inclusive programas de edição de texto, para editar e publicar os textos produzidos, explorando os recursos multissemióticos disponíveis em diferentes contextos comunicativos do município. 2, 3, 6, 7 Fake News Cyberbullying. (EF35LP29IC) - Compreender as formas do processo de comunicação digital, atentandose a reflexão quanto às fontes das notícias, sabendo identificar o que é verdade ou fake New e não contribuir com a propagação do cyberbullying e crimes virtuais no município, na Bahia e no Brasil; 3, 5 Oralidade pública/ Intercâmbio conversacional em sala de aula (EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendido pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articula- ção e ritmo adequado.

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Página: 163 ENSINO FUNDAMENTAL Escuta atenta 3 Característic as da conversação espontânea Oralidade 1, 3 3 1,2,3, 5 e 8 Aspectos não linguísticos (paralinguísticos) no ato da fala Relato oral/registro formal e informal Dialetos Variações linguísticas e interculturais; 151 (EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de pro- fessores e colegas, formulando perguntas per- tinentes ao tema e solicitando esclarecimen- tos sempre que necessário. (EF15LP11) Reconhecer características da con- versação espontânea presencial, respeitando os turnos de fala, selecionando e utilizando, durante a conversação, formas de tratamento adequadas, de acordo com a situação e a posi- ção do interlocutor. (EF15LP12) Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísticos) observados na fala, como direção do olhar, riso, gestos, movi- mentos da cabeça (de concordância ou discor- dância), expressão corporal, tom de voz. (EF15LP13) Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc.). (EF35LP08IC) - Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísticos) observados na fala, como direção do olhar, riso, gestos, movimentos da cabeça (de concordância ou discordância), expressão corporal, tom de voz presentes no contexto ichuense. (EF35LP09IC) - Compreender e valorizar as variedades linguísticas como formas de interação intercultural no território ichuense e nas diferentes regiões do Brasil; (EF35LP10IC) - Opinar e defender ponto de vista sobre tema polêmico relacionado a situações vivenciadas na escola e/ou na comunidade ichuense, utilizando registro formal e estrutura adequada à argumentação, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. Valores: Respeito, cortesia, cooperação, tolerância e compromisso. O direito e o respeito à diferença. (EF35LP11IC) - Reconhecer os diferentes valores necessários para o convívio social buscando apreciar e colocar em prática na vida cotidiana como formação interpessoal; (EF35LP12IC) Reconhecer características da conversação espontânea presencial, respeitando os turnos e modos de fala, selecionando e utilizando, durante a conversação, formas de tratamento adequadas, de acordo com a situação e a posição do interlocutor, diferentes contextos comunicativos a situação comunicativa existente em Ichu.

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Página: 164 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 152 (EF35LP13IC) Reconhecer as diferentes características individuais, os modos de ser e de agir de cada pessoa, valorizando e respeitando as diferenças na formação positiva de valores sociais e possibilitando a interação e o aprendizado coletivo. Memórias: Saberes ancestrais dos povos do campo ichuense. (EF35LP14IC) - Resgatar histórias e vivências do povo do campo, ouvir relatos e experimentos com pessoas da comunidade, por meio de entrevistas e relatos orais, entre as gerações, considerando o contexto histórico e comunicativo da população; (EF35LP15IC) - Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativo popular ichuense (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc.). Entrevistas, história oral. (EF35LP16IC) - Conhecer e compreender diferentes gêneros orais presentes no contexto popular ichuense, valorizando a narrativa das pessoas como guardiões da memória das comunidades. Educação socioemocional. Construir espaços de (EF35LP17IC) autoconhecimento, diálogo, escuta, respeito e cooperação, valorizando as singularidades de cada um e o exercício da empatia. Construção do sistema alfabético e da ortografia (EF03LP01) Ler e escrever palavras com corres- pondências regulares contextuais entre grafe- mas e fonemas – c/qu; g/gu; r/rr; s/ss; o (e não u) e e (e não i) em sílaba átona em final de palavra – e com marcas de nasalidade (til, m, n). (EF03LP02) Ler e escrever corretamente pala- vras com sílabas CV, V, CVC, CCV, VC, VV, CVV, identificando que existem vogais em todas as sílabas. (EF03LP03) Ler e escrever corretamente pala- vras com os dígrafos lh, nh, ch. 2 Análise linguística/ semiótica (ortografização) Conhecimento das diversas grafias do alfabeto/ acentuação (EF03LP04) Usar acento gráfico (agudo ou cir- cunflexo) em monossílabos tônicos termina- dos em a, e, o e em palavras oxítonas termina- das em a, e, o, seguidas ou não de s. Segmentaçã o de palavras/ classificação de palavras por número de sílabas (EF03LP05) Identificar o número de sílabas de palavras, classificando-as em monossílabas, dissílabas, trissílabas e polissílabas. Construção do sistema alfabético (EF03LP06) Identificar a sílaba tônica em pala- vras classificando-as em oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas.

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Página: 165 ENSINO FUNDAMENTAL 2, 3 Pontuação (EF03LP07) Identificar a função na leitura e usar na escrita ponto-final, ponto de interro- gação, ponto de exclamação e, em diálogos (discurso direto), dois-pontos e travessão. Morfologia (EF03LP08) Identificar e diferenciar, em textos, substantivos e verbos e suas funções na ora- ção: agente, ação, objeto da ação. Morfossintaxe (EF03LP09) Identificar, em textos, adjetivos e sua função de atribuição de propriedades aos substantivos. Morfologia (EF03LP10) Reconhecer prefixos e sufixos pro- dutivos na formação de palavras derivadas de substantivos, de adjetivos e de verbos, utili- zando-os para compreender palavras e para formar novas palavras. Decodificação/ fluência de leitura (EF35LP01) Ler e compreender, silenciosamen- te e, em seguida, em voz alta, com autonomia e fluência, textos curtos com nível de textuali- dade adequado. Formação de leitor (EF35LP02) Selecionar livros da biblioteca e/ou do cantinho de leitura da sala de aula e/ou dis- poníveis em meios digitais, para leitura indivi- dual, justificando a escolha e compartilhando com os colegas sua opinião, após a leitura. Compreensão (EF35LP03) Identificar a ideia central do texto, demonstrando compreensão global. 2 3 Leitura/escuta (compartilhada e autônoma) 8 153 2, 3 Estratégia de leitura (EF35LP04) Inferir informações implícitas nos textos lidos. 2, 3, 7 Leitura colaborativaCompreensão em leitura. (EF35LP22IC) - Ler e compreender, com autonomia, cartas pessoais e diários com expressão de sentimentos e opiniões, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana presentes no contexto ichuense, de acordo com as convenções do gênero carta e considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. 1, 2, 3, 9 Gêneros textuais de autores Ichuenses (EF35LP23IC) - Ler e compreender, diferentes gêneros textuais de autores ichuenses como poesia, cordel, crônicas, músicas, causos, dentre outros; (EF35LP24IC) - Ler e compreender, com certa autonomia, textos literários, de gêneros variados, desenvolvendo o gosto pela leitura, valorizando as práticas leitoras do município de Ichu. 1, 2, 3 Intercâmbios comunicativos. (EF35LP26IC) - Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, slogans, anúncios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público infantil, dentre outros gêneros do campo publicitário, considerando a situação comunicativa e o tema/ assunto do texto presentes no contexto ichuense.

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Página: 166 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 154 Escrita (compartilhada e Autônoma) 1,2,3,5,9 Escrita Compartilhada. Leis (Estatuto da Criança e Adolescente, Lei Maria da Penha). (EF35LP19IC) - Planejar e produzir, com certa autonomia, pequenos registros de observação de resultados de pesquisa, coerentes com tema como Lei Maria da Penha e o Estatuto da Criança e Adolescente investigado em Ichu. 1, 2, 3, 5, 7 Práticas de leitura de produção de texto. Escrita compartilhada (EF35LP20IC) - Planejar e produzir cartazes e folhetos para divulgar eventos da escola ou da comunidade, utilizando linguagem persuasiva e elementos textuais e visuais (tamanho da letra, leiaute, imagens) adequados ao gênero, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto relacionando-os com a realidade do município de Ichu. Linguagem verbal, não verbal e corporal. Formação do leitor literário (EF35LP21IC) - Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural ichuense, como patrimônio artístico da humanidade. (EF35LP05) Inferir o sentido de palavras ou ex- pressões desconhecidas em textos, com base no contexto da frase ou do texto. 2, 3 Estratégia de leitura Construção do sistema alfabético/ convenções da escrita Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) (EF35LP18IC) - Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, (re) contagem de histórias, poemas e outros textos versificados (letras de canção, quadrinhas, cordel), poemas visuais, tiras e histórias em quadrinhos, dentre outros gêneros do campo artísticoliterário, considerando a situação comunicativa e a finalidade do texto e do contexto popular ichuense. 1, 2, 3, 5 9 Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) No campo tem historia 2, 3, 5 Construção do sistema alfabético/ estabelecimento de relações anafóricas na referenciação e construção da coesão (EF35LP06) Recuperar relações entre partes de um texto, identificando substituições lexicais (de substantivos por sinônimos) ou pronomi- nais (uso de pronomes anafóricos – pessoais, possessivos, demonstrativos) que contribuem para a continuidade do texto. (EF35LP07) Utilizar, ao produzir um texto, co- nhecimentos linguísticos e gramaticais, tais como ortografia, regras básicas de concordân- cia nominal e verbal, pontuação (ponto-final, ponto de exclamação, ponto de interrogação, vírgulas em enumerações) e pontuação do dis- curso direto, quando for o caso. (EF35LP08) Utilizar, ao produzir um texto, recur- sos de referenciação (por substituição lexical ou por pronomes pessoais, possessivos e demons- trativos), vocabulário apropriado ao gênero, recursos de coesão pronominal (pronomes ana- fóricos) e articuladores de relações de sentido (tempo, causa, oposição, conclusão, compara- ção), com nível suficiente de informatividade.

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Página: 167 ENSINO FUNDAMENTAL Planejamento de texto/progressã o temática e paragrafação 3, 6 Análise linguística/ semiótica (ortografização) (EF35LP09) Organizar o texto em unidades de sentido, dividindo-o em parágrafos, segundo as normas gráficas e de acordo com as carac- terísticas do gênero textual. Forma de composição de gêneros orais (EF35LP10) Identificar gêneros do discurso oral utilizados em diferentes situações e contextos comunicativos e suas características linguísti- co-expressivas e composicionais (conversação espontânea, conversação telefônica, entrevis- tas pessoais, entrevistas no rádio ou na TV, debate, noticiário de rádio e TV, narração de jogos esportivos no rádio e TV, aula, debate etc.). Variação linguística (EF35LP11) Ouvir gravações, canções, textos falados em diferentes variedades linguísticas, identificando características regionais, urba- nas e rurais da fala e respeitando as diversas variedades linguísticas como características do uso da língua por diferentes grupos regio- nais ou diferentes culturas locais, rejeitando preconceitos linguísticos. Oralidade 3, 4 155 2, 3 Construção do sistema alfabético e da ortografia 2 Construção do sistema alfabético e da ortografia 2, 3 Morfologia (EF35LP12) Recorrer ao dicionário para escla- recer dúvida sobre a escrita de palavras, espe- cialmente no caso de palavras com relações irregulares fonemagrafema. (EF35LP13) Memorizar a grafia de palavras de uso frequente nas quais as relações fonema-grafema são irregulares e com h inicial que não representa fonema. (EF35LP14) Identificar em textos e usar na pro- dução textual pronomes pessoais, possessivos e demonstrativos, como recurso coesivo ana- fórico.

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Página: 168 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 156 CAMPO DE ATUAÇÃO: VIDA COTIDIANA PRÁTICAS DE LINGUAG EM Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) COMPETÊN CIAS ESPECÍFI CAS OBJETOS DE CONHECIM ENTO 2, 3, 9 Leitura de imagens em narrativas visuais 2, 3 2, 3, 7 Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) 2, 3, 5, 7 Escrita (compartilhad a e autônoma) 2, 3, 5 Oralidade 3, 10 2, 3 (EF15LP14) Construir o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas, relacionando imagens e palavras e interpretando recursos gráficos (ti- pos de balão, deletra, onomatopeia). Compreensão em leitura (EF03LP11) Ler e compreender, com autono- mia, textos injuntivos instrucionais (receitas, instruções de montagem etc.), com a estrutu- ra própria desses textos (verbos imperativos, indicação de passos a serem seguidos) e mes- clando palavras, imagens e recursos gráfico-visuais, considerando a situação comunicati- va e o tema/assunto do texto. Compreensão em leitura (EF03LP12) Ler e compreender, com autono- mia, cartas pessoais e diários com expressão de sentimentos e opiniões, dentre outros gê- neros do campo da vida cotidiana, de acordo com as convenções do gênero carta e consi- derando a situação comunicativa e o tema/ assunto do texto. Escrita colaborativa Escrita colaborativa Produção de texto oral (EF03LP13) Planejar e produzir cartas pesso- ais e diários com expressão de sentimentos e opiniões, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, de acordo com as convenções dos gêneros carta e diário e considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. (EF03LP14) Planejar e produzir textos injunti- vos instrucionais, com a estrutura própria des- ses textos (verbos imperativos, indicação de passos a serem seguidos) e mesclando pala- vras, imagens e recursos gráfico-visuais, con- siderando a situação comunicativa e o tema/ assunto do texto. (EF03LP15) Assistir, em vídeo digital, a progra- mas de culinária infantil e, a partir dele, plane- jar e produzir receitas em áudio ou vídeo. Forma de composição do texto (EF03LP16) Identificar e reproduzir, em textos injuntivos instrucionais (receitas, instruções de montagem, digitais ou impressos), a forma- tação própria desses textos (verbos impera- tivos, indicação de passos a serem seguidos) e a diagramação específica dos textos desses gêneros (lista de ingredientes ou materiais e instruções de execução – “modo de fazer”). Forma de composição do texto (EF03LP17) Identificar e reproduzir, em gêne- ros epistolares e diários, a formatação própria desses textos (relatos de acontecimentos, ex- pressão de vivências, emoções, opiniões ou críticas) e a diagramação específica dos textos desses gêneros (data, saudação, corpo do tex- to, despedida, assinatura). Análise linguística/ semiótica (ortografização) 2, 3, 7 HABILID ADES

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Página: 169 ENSINO FUNDAMENTAL 157 CAMPO DE ATUAÇÃO: ARTÍSTICO-LITERÁRIO PRÁTICA S DE LINGUA GEM Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES 9 Formação do leitor literário (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apre- sentam uma dimensão lúdica, de encanta- mento; valorizá-los em sua diversidade cultu- ral, como patrimônio artístico da humanidade. Leitura colaborativa e autônoma (EF15LP16) Ler e compreender, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do professor e, mais tarde, de maneira autônoma, textos narrativos de maior porte como contos (popu- lares, de fadas, acumulativos, de assombra- ção etc.) e crônicas. Apreciação estética/estilo (EF15LP17) Apreciar poemas visuais e concre- tos, observando efeitos de sentido criados pelo formato do texto na página, distribuição e diagramação das letras, pelas ilustrações e por outros efeitos visuais. 1, 2, 3, 9 9 1, 2, 3, 9 Formação do leitor literário/leitura multissemiótica 3, 5, 9 Contagem de histórias (EF15LP19) Recontar oralmente, com e sem apoio de imagem, textos literários lidos pelo professor. 2, 3, 9 Performances orais (EF03LP27) Recitar cordel e cantar repentes e emboladas, observando as rimas e obedecen- do ao ritmo e à melodia. 1, 2, 3, 9 Formação do leitor literário (EF35LP21) Ler e compreender, de forma autô- noma, textos literários de diferentes gêneros e extensões, inclusive aqueles sem ilustrações, estabelecendo preferências por gêneros, te- mas, autores. 2, 3, 4, 5 Formação do leitor literário/leitura multissemiótica Oralidade Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) 3, 9 2, 3, 9 Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) 3, 5, 9 (EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos. (EF35LP22) Perceber diálogos em textos nar- rativos, observando o efeito de sentido de verbos de enunciação e, se for o caso, o uso de variedades linguísticas no discurso direto. Apreciação estética/estilo (EF35LP23) Apreciar poemas e outros textos versificados, observando rimas, aliterações e diferentes modos de divisão dos versos, estro- fes e refrãos e seu efeito de sentido. Textos dramáticos (EF35LP24) Identificar funções do texto dra- mático (escrito para ser encenado) e sua orga- nização, por meio de diálogos entre persona- gens e marcadores das falas das personagens e de cena. Escrita autônoma e compartilhada (EF35LP25) Criar narrativas ficcionais, com certa autonomia, utilizando detalhes descri- tivos, sequências de eventos e imagens apro- priadas para sustentar o sentido do texto e marcadores de tempo, espaço e de fala de personagens.

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Página: 170 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 158 Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) Oralidade Análise linguística/ semiótica (ortografização) Escrita autônoma e compartilhada (EF35LP26) Ler e compreender, com certa au- tonomia, narrativas ficcionais que apresentem cenários e personagens, observando os ele- mentos da estrutura narrativa: enredo, tempo, espaço, personagens, narrador e a construção do discurso indireto e discurso direto. Escrita autônoma (EF35LP27) Ler e compreender, com certa autonomia, textos em versos, explorando ri- mas, sons e jogos de palavras, imagens poé- ticas (sentidos figurados) e recursos visuais e sonoros. 3, 9 Declamação (EF35LP28) Declamar poemas, com entonação, postura e interpretação adequadas. 2, 3, 9 Formas de composição de narrativas (EF35LP29) Identificar, em narrativas, cenário, personagem central, conflito gerador, resolu- ção e o ponto de vista com base nos quais his- tórias são narradas, diferenciando narrativas em primeira e terceira pessoas. 2, 3 Discurso direto e indireto (EF35LP30) Diferenciar discurso indireto e dis- curso direto, determinando o efeito de sentido de verbos de enunciação e explicando o uso de variedades linguísticas no discurso direto, quando for o caso. 3, 9 Forma de composição de textos poéticos 3, 9 (EF35LP31) Identificar, em textos versificados, efeitos de sentido decorrentes do uso de re- cursos rítmicos e sonoros e de metáforas. CAMPO DE ATUAÇÃO: PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA PRÁTICA S DE LINGUA GEM Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) Análise linguística/ semiótica (ortografização) COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS OBJETOS DE CONHECIM ENTO 1, 2, 3 Compreensão em leitura (EF03LP24) Ler/ouvir e compreender, com au- tonomia, relatos de observações e de pesqui- sas em fontes de informações, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. Produção de textos (EF03LP25) Planejar e produzir textos para apresentar resultados de observações e de pesquisas em fontes de informações, incluin- do, quando pertinente, imagens, diagramas e gráficos ou tabelas simples, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. 1, 2, 3, 5 1, 2, 3, 5 Forma de composição dos textos Adequação do texto às normas de escrita HABILID ADES (EF03LP26) Identificar e reproduzir, em rela- tórios de observação e pesquisa, a formata- ção e diagramação específica desses gêneros (passos ou listas de itens, tabelas, ilustrações, gráficos, resumo dos resultados), inclusive em suas versões orais.

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Página: 171 ENSINO FUNDAMENTAL Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) Oralidade 159 Pesquisa (EF35LP17) Buscar e selecionar, com o apoio do professor, informações de interesse sobre fenômenos sociais e naturais em textos que circulam em meios impressos ou digitais. 3 Escuta de textos orais (EF35LP18) Escutar, com atenção, apresen- tações de trabalhos realizadas por colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema e solicitando esclarecimentos sempre que ne- cessário. 3, 6 Compreensão de textos orais (EF35LP19) Recuperar as ideias principais em situações formais de escuta de exposições, apresentações e palestras. 1, 2, 3, 7 Planejamen to de texto oral/ exposição oral 2, 3, 5 (EF35LP20) Expor trabalhos ou pesquisas es- colares em sala de aula, com apoio de recur- sos multissemióticos (imagens, diagrama, ta- belas etc.), orientando-se por roteiro escrito, planejando o tempo de fala e adequando a linguagem à situação comunicativa. CAMPO DE ATUAÇÃO: VIDA PÚBLICA PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS 2, 3, 6, 7 OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES Compreensão em leitura (EF03LP18) Ler e compreender, com autono- mia, cartas dirigidas a veículos da mídia im- pressa ou digital (cartas de leitor e de recla- mação a jornais, revistas) e notícias, dentre outros gêneros do campo jornalístico, de acor- do com as convenções do gênero carta e con- siderando a situação comunicativa e o tema/ assunto do texto. Compreensão em leitura (EF03LP19) Identificar e discutir o propósito do uso de recursos de persuasão (cores, imagens, escolha de palavras, jogo de palavras, tama- nho de letras) em textos publicitários e de pro- paganda, como elementos de convencimento. Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) 3, 6, 7 2, 3, 5, 6, 7 Escrita colaborativa Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) 1, 2, 3, 5 Escrita colaborativa (EF03LP20) Produzir cartas dirigidas a veículos da mídia impressa ou digital (cartas do leitor ou de reclamação a jornais ou revistas), den- tre outros gêneros do campo político-cidadão, com opiniões e críticas, de acordo com as con- venções do gênero carta e considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. (EF03LP21) Produzir anúncios publicitários, textos de campanhas de conscientização des- tinados ao público infantil, observando os re- cursos de persuasão utilizados nos textos publicitários e de propaganda (cores, imagens, slogan, escolha de palavras, jogo de palavras, tamanho e tipo de letras, diagramação).

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Página: 172 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 160 Oralidade Análise linguística/ semiótica (ortografização) Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) Análise linguística/ semiótica (ortografização) 1, 2, 3, 5, 7 2 2, 3, 6, 7 2, 3, 5 Planejamento e produção de texto Forma de composição dos textos (EF03LP22) Planejar e produzir, em colabora- ção com os colegas, telejornal para público infantil com algumas notícias e textos de cam- panhas que possam ser repassados oralmente ou em meio digital, em áudio ou vídeo, con- siderando a situação comunicativa, a orga- nização específica da fala nesses gêneros e o tema/assunto/finalidade dos textos. (EF03LP23) Analisar o uso de adjetivos em car- tas digitais ou impressas dirigidas a veículos da mídia impressa ou digital (cartas do leitor ou de reclamação a jornais ou revistas). Escrita colaborativa (EF35LP15) Opinar e defender ponto de vista sobre tema polêmico relacionado a situações vivenciadas na escola e/ou na comunidade, utilizando registro formal e estrutura adequa- da à argumentação, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. Forma de composição dos textos (EF35LP16) Identificar e reproduzir, em notí- cias, manchetes, lides e corpo de notícias sim- ples para público infantil e cartas de reclama- ção (revista infantil), digitais ou impressos, a formatação e diagramação específica de cada um desses gêneros, inclusive em suas versões orais. 4º ANO CAMPO DE ATUAÇÃO: TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS OBJETOS DE CONHECIM ENTO Reconstruç ão das condições de produção e recepção de textos Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) 1, 2, 3 Estratégia de leitura 2, 3 Estratégia de leitura HABILID ADES (EF15LP01) Identificar a função social de tex- tos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impres- sa, de massa e digital, reconhecendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam. (EF15LP02) Estabelecer expectativas em re- lação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, pre- fácio etc.), confirmando antecipações e infe- rências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas. (EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos.

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Página: 173 ENSINO FUNDAMENTAL Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) 1, 2, 3 1, 2, 3, 5, 7 Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) Estratégia de leitura Planejamento de texto 161 (EF15LP04) Identificar o efeito de sentido pro- duzido pelo uso de recursos expressivos gráfi- co-visuais em textos multissemióticos. (EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a si- tuação comunicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê); a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas. 2, 3, 5 Revisão de textos (EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação. 2, 3, 5, 10 Edição de textos (EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital. 10 3, 5 Utilização de tecnologia digital Oralidade pública/ intercâmbio conversacional em sala de aula (EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendido pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado. Escuta atenta (EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema e solicitando esclareci- mentos sempre que necessário. 3 Característic as da conversação espontânea Oralidade 1, 3 3 (EF15LP08) Utilizar software, inclusive progra- mas de edição de texto, para editar e publicar os textos produzidos, explorando os recursos multissemióticos disponíveis. (EF15LP11) Reconhecer características da con- versação espontânea presencial, respeitando os turnos de fala, selecionando e utilizando, durante a conversação, formas de tratamento adequadas, de acordo com a situação e a posi- ção do interlocutor. Aspectos não linguísticos (paralinguístic os) no ato da fala (EF15LP12) Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísticos) observados na fala, como direção do olhar, riso, gestos, movi- mentos da cabeça (de concordância ou discor- dância), expressão corporal, tom de voz. Relato oral/registro formal e informal (EF15LP13) Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc.).

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Página: 174 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 162 3 8 Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) Decodificação/ fluência de leitura (EF35LP01) Ler e compreender silenciosamen- te e, em seguida, em voz alta, com autonomia e fluência, textos curtos com nível de textuali- dade adequado. Formação de leitor (EF35LP02) Selecionar livros da biblioteca e/ ou do cantinho de leitura da sala de aula e/ou disponíveis em meios digitais para leitura indi- vidual, justificando a escolha e compartilhan- do com os colegas sua opinião, após a leitura. Compreensão (EF35LP03) Identificar a ideia central do texto, demonstrando compreensão global. (EF35LP04) Inferir informações implícitas nos textos lidos. (EF35LP05) Inferir o sentido de palavras ou ex- pressões desconhecidas em textos, com base no contexto da frase ou do texto. 2, 3 Estratégia de leitura 9 2, 3, 7 1, 2, 3, 9 (EF35LP06) Recuperar relações entre partes de um texto, identificando substituições lexicais (de substantivos por sinônimos) ou pronomi- nais (uso de pronomes anafóricos – pessoais, possessivos, demonstrativos) que contribuem para a continuidade do texto. Linguagem verbal, não verbal e corporal. Formação do leitor literário (EF35LP21IC) - Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural ichuense, como patrimônio artístico da humanidade. Leitura colaborativaCompreensão em leitura. (EF35LP22IC) - Ler e compreender, com autonomia, cartas pessoais e diários com expressão de sentimentos e opiniões, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana presentes no contexto ichuense, de acordo com as convenções do gênero carta e considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. Gêneros textuais de autores Ichuenses (EF35LP23IC) - Ler e compreender, diferentes gêneros textuais de autores ichuenses como poesia, cordel, crônicas, músicas, causos, dentre outros; (EF35LP24IC) - Ler e compreender, com certa autonomia, textos literários, de gêneros variados, desenvolvendo o gosto pela leitura, valorizando as práticas leitoras do município de Ichu. 1, 2, 3, 9 Códigos e sinais de trânsito 1, 2, 3 Intercâmbios comunicativos. (EF35LP25IC) - Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos, correlacionando a realidade do município de Ichu. (EF35LP26IC) - Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, slogans, anúncios publicitários e

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Página: 175 ENSINO FUNDAMENTAL 163 textos de campanhas de conscientização destinados ao público infantil, dentre outros gêneros do campo publicitário, considerando a situação comunicativa e o tema/ assunto do texto presentes no contexto ichuense. Construção do sistema alfabético/ convenções da escrita Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) 2, 3, 5 1, 2, 3, 5 10 2, 3, 6, 7 (EF35LP07) Utilizar, ao produzir um texto, co- nhecimentos linguísticos e gramaticais, tais como ortografia, regras básicas de concordân- cia nominal e verbal, pontuação (ponto-final, ponto de exclamação, ponto de interrogação, vírgulas em enumerações) e pontuação do dis- curso direto, quando for o caso. Construção do sistema alfabético/ estabelecimento de relações anafóricas na referenciação e construção da coesão (EF35LP08) Utilizar, ao produzir um texto, recursos de referenciação (por substituição lexi- cal ou por pronomes pessoais, possessivos e demonstrativos), vocabulário apropriado ao gênero, recursos de coesão pronominal (pro- nomes anafóricos) e articuladores de relações de sentido (tempo, causa, oposição, conclusão, comparação), com nível suficiente de in- formatividade. Planejamento de texto/progressã o temática e paragrafação (EF35LP09) Organizar o texto em unidades de sentido, dividindo-o em parágrafos segundo as normas gráficas e de acordo com as carac- terísticas do gênero textual. Os meios de comunicação no campo e na cidade. (EF35LP27IC) - Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, notícias curtas para público infantil, para compor jornal falado que possa ser repassado oralmente ou em meio digital em áudio ou vídeo, dentre outros gêneros do campo jornalístico, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto a partir do estudo de comunicação no campo e na cidade de Ichu. Textos em formato digital. Jogos educativos Utilização de tecnologia digital. (EF35LP28IC) - Utilizar software, inclusive programas de edição de texto, para editar e publicar os textos produzidos, explorando os recursos multissemióticos disponíveis em diferentes contextos comunicativos do município. Fake News Cyberbullying. (EF35LP29IC) - Compreender as formas do processo de comunicação digital, atentandose a reflexão quanto às fontes das notícias, sabendo identificar o que é verdade ou fake New e não contribuir com a propagação do cyberbullying e crimes virtuais no município, na Bahia e no Brasil;

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Página: 176 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 164 Oralidade Oralidade Forma de composição de gêneros orais (EF35LP10) Identificar gêneros do discurso oral, utilizados em diferentes situações e con- textos comunicativos, e suas características linguístico-expressivas e composicionais (conversação espontânea, conversação telefônica, entrevistas pessoais, entrevistas no rádio ou na TV, debate, noticiário de rádio e TV, narra- ção de jogos esportivos no rádio e TV, aula, debate etc.). 3, 4 Variação linguística (EF35LP11) Ouvir gravações, canções, textos falados em diferentes variedades linguísticas, identificando características regionais, urba- nas e rurais da fala e respeitando as diversas variedades linguísticas como características do uso da língua por diferentes grupos regio- nais ou diferentes culturas locais, rejeitando preconceitos linguísticos. 1,3 Dialetos Variações linguísticas e interculturais; 3, 6 (EF35LP08IC) - Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísticos) observados na fala, como direção do olhar, riso, gestos, movimentos da cabeça (de concordância ou discordância), expressão corporal, tom de voz presentes no contexto ichuense. (EF35LP09IC) - Compreender e valorizar as variedades linguísticas como formas de interação intercultural no território ichuense e nas diferentes regiões do Brasil; (EF35LP10IC) - Opinar e defender ponto de vista sobre tema polêmico relacionado a situações vivenciadas na escola e/ou na comunidade ichuense, utilizando registro formal e estrutura adequada à argumentação, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. 3 3 Valores: Respeito, cortesia, cooperação, tolerância e compromisso. O direito e o respeito à diferença. (EF35LP11IC) - Reconhecer os diferentes valores necessários para o convívio social buscando apreciar e colocar em prática na vida cotidiana como formação interpessoal; (EF35LP12IC) - Reconhecer características da conversação espontânea presencial, respeitando os turnos e modos de fala, selecionando e utilizando, durante a conversação, formas de tratamento adequadas, de acordo com a situação e a posição do interlocutor, diferentes contextos comunicativos a situação comunicativa existente em Ichu. (EF35LP13IC) - Reconhecer as diferentes características individuais, os modos de ser e de agir de cada pessoa, valorizando e respeitando as diferenças na formação positiva de valores sociais e possibilitando a interação e o aprendizado coletivo.

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Página: 177 ENSINO FUNDAMENTAL 1, 2, 3, 5 Memórias: Saberes ancestrais dos povos do campo ichuense. 165 (EF35LP14IC) - Resgatar histórias e vivências do povo do campo, ouvir relatos e experimentos com pessoas da comunidade, por meio de entrevistas e relatos orais, entre as gerações, considerando o contexto histórico e comunicativo da população; (EF35LP15IC) - Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativo popular ichuense (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc.). 8 (EF35LP16IC) - Conhecer e compreender diferentes gêneros orais presentes no contexto popular ichuense, valorizando a narrativa das pessoas como guardiões da memória das comunidades. Educação socioemocional. (EF35LP17IC) - Construir espaços de autoconhecimento, diálogo, escuta, respeito e cooperação, valorizando as singularidades de cada um e o exercício da empatia. 2, 3 Construção do sistema alfabético e da ortografia 2 Construção do sistema alfabético e da ortografia 2, 3 Morfologia 2 Análise linguística/ semiótica (ortografização) Entrevistas, história oral. 2, 3 2 Construção do sistema alfabético e da ortografia (EF35LP12) Recorrer ao dicionário para escla- recer dúvida sobre a escrita de palavras, espe- cialmente no caso de palavras com relações irregulares fonemagrafema. (EF35LP13) Memorizar a grafia de palavras de uso frequente nas quais as relações fonema-grafema são irregulares e com h inicial que não representa fonema. (EF35LP14) Identificar em textos e usar na pro- dução textual pronomes pessoais, possessi- vos e demonstrativos como recurso coesivo anafórico. (EF04LP01) Grafar palavras utilizando regras de correspondência fonema-grafema regula- res diretas e contextuais. (EF04LP02) Ler e escrever, corretamente, pala- vras com sílabas VV e CVV em casos nos quais a combinação VV (ditongo) é reduzida na língua oral (ai, ei, ou). Conheciment o do alfabeto do português do Brasil/ ordem alfabética/ polissemia (EF04LP03) Localizar palavras no dicionário para esclarecer significados, reconhecendo o significado mais plausível para o contexto que deu origem à consulta. Conhecimento das diversas grafias do alfabeto/ acentuação (EF04LP04) Usar acento gráfico (agudo ou cir- cunflexo) em paroxítonas terminadas em -i(s), -l, -r, -ão(s).

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Página: 178 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 166 Pontuação (EF04LP05) Identificar a função na leitura e usar, adequadamente na escrita, pontofinal, de interrogação, de exclamação, doispontos e travessão em diálogos (discurso direto); vír- gula em enumerações e em separação de vo- cativo e de aposto. Morfologia (EF04LP06) Identificar em textos e usar na pro- dução textual a concordância entre substanti- vo ou pronome pessoal e verbo (concordância verbal). 2, 3, 5 Morfossintaxe (EF04LP07) Identificar em textos e usar na pro- dução textual a concordância entre artigo, substantivo e adjetivo (concordância no grupo nominal). 2 Morfologia 2, 3 1,2,3,5,9 No campo tem historia Escrita Compartilhada. Escrita (compartilhada e Autônoma) 1, 2, 3, 5 Leis (Estatuto da Criança e Adolescente, Lei Maria da Penha). 1, 2, 3, 5, 7 Práticas de leitura de produção de texto. Escrita compartilhada (EF04LP08) Reconhecer e grafar, corretamen- te, palavras derivadas com os sufixos -agem, -oso, -eza, -izar/-isar (regulares morfológicas). (EF35LP18IC) - Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, (re) contagem de histórias, poemas e outros textos versificados (letras de canção, quadrinhas, cordel), poemas visuais, tiras e histórias em quadrinhos, dentre outros gêneros do campo artístico-literário, considerando a situação comunicativa e a finalidade do texto e do contexto popular ichuense. (EF35LP19IC) - Planejar e produzir, com certa autonomia, pequenos registros de observação de resultados de pesquisa, coerentes com tema como Lei Maria da Penha e o Estatuto da Criança e Adolescente investigado em Ichu. (EF35LP20IC) - Planejar e produzir cartazes e folhetos para divulgar eventos da escola ou da comunidade, utilizando linguagem persuasiva e elementos textuais e visuais (tamanho da letra, leiaute, imagens) adequados ao gênero, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto relacionando-os com a realidade do município de Ichu.

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Página: 179 ENSINO FUNDAMENTAL 167 CAMPO DE ATUAÇÃO: VIDA COTIDIANA PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS 2, 3, 9 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Leitura de imagens em narrativas visuais Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) 2, 3 Compreensão em leitura HABILID ADES (EF15LP14) Construir o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas, relacionando imagens e palavras e interpretando recursos gráficos (ti- pos de balão, de letra, onomatopeia). (EF04LP09) Ler e compreender, com autono- mia, boletos, faturas e carnês, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, de acor- do com as convenções do gênero (campos, itens elencados, medidas de consumo, código de barras), considerando a situação comuni- cativa e a finalidade do texto. (EF04LP10) Ler e compreender, com autono- mia, cartas pessoais de reclamação, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, de acordo com as convenções do gênero car- ta, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto. Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) Oralidade Análise linguística/ semiótica (ortografização) 2, 3, 5, 6 3, 10 2, 3, 5 Escrita colaborativa (EF04LP11) Planejar e produzir, com autonomia, cartas pessoais de reclamação, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, de acordo com as convenções do gênero carta e com a estrutura própria desses textos (pro- blema, opinião, argumentos), considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/fina- lidade do texto. Produção de texto oral (EF04LP12) Assistir, em vídeo digital, a progra- ma infantil com instruções de montagem, de jogos e brincadeiras e, a partir dele, planejar e produzir tutoriais em áudio ou vídeo. Forma de composição do texto (EF04LP13) Identificar e reproduzir, em textos injuntivos, instrucionais (instruções de jogos digitais ou impressos), a formatação própria desses textos (verbos imperativos, indicação de passos a serem seguidos) e formato espe- cífico dos textos orais ou escritos desses gêne- ros (lista/apresentação de materiais e instruções/passos de jogo).

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Página: 180 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 168 CAMPO DE ATUAÇÃO: ARTÍSTICO-LITERÁRIO PRÁTICA S DE LINGUA GEM Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS OBJETO(S) DE CONHECIM ENTO HABILID ADES 8, 9 Formação do leitor literário (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apre- sentam uma dimensão lúdica, de encanta- mento; valorizá-los em sua diversidade cultu- ral como patrimônio artístico da humanidade. Leitura colaborativa e autônoma (EF15LP16) Ler e compreender, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do professor e, mais tarde, de maneira autônoma, textos narrativos de maior porte como contos (po- pulares, de fadas, acumulativos, de assombra- ção etc.) e crônicas. Apreciação estética/estilo (EF15LP17) Apreciar poemas visuais e concre- tos, observando efeitos de sentido criados pelo formato do texto na página, distribuição e diagramação das letras, pelas ilustrações e por outros efeitos visuais. 1, 2, 3, 9 9 Oralidade 1, 2, 3, 9 Formação do leitor literário/leitura multissemiótica 3, 5, 9 Contagem de histórias (EF15LP19) Recontar oralmente, com e sem apoio de imagem, textos literários lidos pelo professor. 1, 2, 3, 9 Formação do leitor literário (EF35LP21) Ler e compreender, de forma autô- noma, textos literários de diferentes gêneros e extensões, inclusive aqueles sem ilustrações, estabelecendo preferências por gêneros, te- mas e autores. 2, 3, 4, 5 Formação do leitor literário/leitura multissemiótica Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) 3, 9 2, 3, 9 (EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos. (EF35LP22) Perceber diálogos em textos nar- rativos, observando o efeito de sentido de verbos de enunciação e, se for o caso, o uso de variedades linguísticas no discurso direto. Apreciação estética/estilo (EF35LP23) Apreciar poemas e outros textos versificados, observando rimas, aliterações e diferentes modos de divisão dos versos, estro- fes e refrãos e seu efeito de sentido. Textos dramáticos (EF35LP24) Identificar funções do texto dra- mático (escrito para ser encenado) e sua orga- nização, por meio de diálogos entre persona- gens e marcadores das falas das personagens e de cena.

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Página: 181 ENSINO FUNDAMENTAL Escrita autônoma e compartilhada (EF35LP25) Criar narrativas ficcionais, com cer- ta autonomia, utilizando detalhes descritivos, sequências de eventos e imagens apropriadas, para sustentar o sentido do texto, e marcado- res de tempo, espaço e de fala de personagens. Escrita autônoma e compartilhada (EF35LP26) Ler e compreender, com certa au- tonomia, narrativas ficcionais que apresentem cenários e personagens, observando os ele- mentos da estrutura narrativa: enredo, tempo, espaço, personagens, narrador e a construção do discurso indireto e discurso direto. 3, 9 Escrita autônoma (EF35LP27) Ler e compreender, com certa au- tonomia, textos em versos, explorando rimas, sons e jogos de palavras, imagens poéticas (sen- tidos figurados) e recursos visuais e sonoros. 3,9 Declamação (EF35LP28) Declamar poemas, com entonação, postura e interpretação adequadas. 2, 3, 9 Formas de composição de narrativas (EF35LP29) Identificar, em narrativas, cenário, personagem central, conflito gerador, resolu- ção e o ponto de vista, com base no qual histó- rias são narradas, diferenciando narrativas em primeira e terceira pessoas. 2, 3 Discurso direto e indireto (EF35LP30) Diferenciar discurso indireto e dis- curso direto, determinando o efeito de sentido de verbos de enunciação e explicando o uso de variedades linguísticas no discurso direto, quando for o caso. 3, 9 Forma de composição de textos poéticos (EF35LP31) Identificar, em textos versificados, efeitos de sentido decorrentes do uso de re- cursos rítmicos e sonoros e de metáforas. Forma de composição de textos poéticos visuais (EF04LP26) Observar, em poemas concretos, o formato, a distribuição e a diagramação das letras do texto na página. Forma de composição de textos dramáticos (EF04LP27) Identificar, em textos dramáticos, marcadores das falas das personagens e de cena. 3, 5, 9 Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) Oralidade Análise linguística/ semiótica (ortografização) 169 3, 9 2, 3, 9 CAMPO DE ATUAÇÃO: PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) 1, 2, 3, 7 Oralidade 3 OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES Pesquisa (EF35LP17) Buscar e selecionar, com o apoio do professor, informações de interesse sobre fenômenos sociais e naturais em textos que circulam em meios impressos ou digitais. Escuta de textos orais (EF35LP18) Escutar, com atenção, apresen- tações de trabalhos realizadas por colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema e solicitando esclarecimentos sempre que ne- cessário.

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Página: 182 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 170 3, 6 Oralidade 2, 3, 5 Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) Compreensão de textos orais Planejamen to de texto oral/ exposição oral (EF04LP19) Ler e compreender textos exposi- tivos de divulgação científica para crianças, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. Imagens analíticas em textos (EF04LP20) Reconhecer a função de gráficos, diagramas e tabelas em textos, como forma de apresentação de dados e informações. Produção de textos (EF04LP21) Planejar e produzir textos sobre te- mas de interesse, com base em resultados de observações e pesquisas em fontes de infor- mações impressas ou eletrônicas, incluindo, quando pertinente, imagens e gráficos ou ta- belas simples, considerando a situação comu- nicativa e o tema/assunto do texto. 2, 3, 5 Escrita autônoma 2, 3, 5 Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) 2, 3, 5 (EF35LP20) Expor trabalhos ou pesquisas es- colares em sala de aula, com apoio de recursos multissemióticos (imagens, diagrama, tabelas etc.), orientando-se por roteiro escrito, plane- jando o tempo de fala e adequando a lingua- gem à situação comunicativa. Compreensão em leitura 3 Análise linguística/ semiótica (ortografização) (EF35LP19) Recuperar as ideias principais em situações formais de escuta de exposições, apresentações e palestras. Forma de composição dos textos/coesão e articuladores Forma de composição dos textos/adequaçã o do texto às normas de escrita Escrita autônoma (EF04LP22) Planejar e produzir, com certa au- tonomia, verbetes de enciclopédia infantil, digitais ou impressos, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto. (EF04LP23) Identificar e reproduzir, em ver- betes de enciclopédia infantil digitais ou im- pressos, a formatação e diagramação especí- fica desse gênero (título do verbete, definição, detalhamento, curiosidades), considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/fina- lidade do texto. (EF04LP24) Identificar e reproduzir, em seu formato, tabelas, diagramas e gráficos em re- latórios de observação e pesquisa, como for- ma de apresentação de dados e informações. (EF04LP25) Planejar e produzir, com certa au- tonomia, verbetes de dicionário, digitais ou impressos, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto.

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Página: 183 ENSINO FUNDAMENTAL 171 CAMPO DE ATUAÇÃO: VIDA PÚBLICA PRÁTICA S DE LINGUA GEM Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) Análise linguística/ semiótica (ortografização) Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) Oralidade Análise linguística/ semiótica (ortografização) COMPETÊNCI AS ESPECÍFICA S 2, 3, 6, 7 2, 3, 5 OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES Escrita colaborati va (EF35LP15) Opinar e defender ponto de vista sobre tema polêmico relacionado a situações vivenciadas na escola e/ou na comunidade, uti- lizando registro formal e estrutura adequada à argumentação, considerando a situação comu- nicativa e o tema/assunto do texto. Forma de composição dos textos (EF35LP16) Identificar e reproduzir, em notícias, manchetes, lides e corpo de notícias simples para público infantil e cartas de reclamação (re- vista infantil), digitais ou impressos, a formata- ção e diagramação específica de cada um des- ses gêneros, inclusive em suas versões orais. 2, 3 Compreensão em leitura (EF04LP14) Identificar, em notícias, fatos, parti- cipantes, local e momento/tempo da ocorrência do fato noticiado. 2, 3, 6 (EF04LP15) Distinguir fatos de opiniões/suges- tões em textos (informativos, jornalísticos, pu- blicitários etc.). 2, 3, 5 (EF04LP16) Produzir notícias sobre fatos ocorri- dos no universo escolar, digitais ou impressas, para o jornal da escola, noticiando os fatos e seus atores e comentando decorrências, de acordo com as convenções do gênero notícia e considerando a situação comunicativa e o tema/ assunto do texto. 2, 3, 5, 10 3 Escrita colaborati va Planejamento e produção de texto (EF04LP17) Produzir jornais radiofônicos ou te- levisivos e entrevistas veiculadas em rádio, TV e na internet, orientando-se por roteiro ou texto e demonstrando conhecimento dos gêneros jor- nal falado/televisivo e entrevista. Forma de composição dos textos (EF04LP18) Analisar o padrão entonacional e a expressão facial e corporal de âncoras de jornais radiofônicos ou televisivos e de entrevistadores/ entrevistados.

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Página: 184 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 172 5º ANO CAMPO DE ATUAÇÃO: TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS 1, 2, 3 Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) OBJETOS DE CONHECIM ENTO Reconstruç ão das condições de produção e recepção de textos 1, 2, 3 Estratégia de leitura 2, 3 Estratégia de leitura 1, 2, 3 Estratégia de leitura 1, 2, 3, 5, 7 Planejamento de texto Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) 2, 3, 5 2, 3, 5, 10 10 HABILID ADES (EF15LP01) Identificar a função social de tex- tos que circulam em campos da vida social dos quais participa cotidianamente (a casa, a rua, a comunidade, a escola) e nas mídias impres- sa, de massa e digital, reconhecendo para que foram produzidos, onde circulam, quem os produziu e a quem se destinam. (EF15LP02) Estabelecer expectativas em re- lação ao texto que vai ler (pressuposições antecipadoras dos sentidos, da forma e da função social do texto), apoiando-se em seus conhecimentos prévios sobre as condições de produção e recepção desse texto, o gênero, o suporte e o universo temático, bem como sobre saliências textuais, recursos gráficos, imagens, dados da própria obra (índice, pre- fácio etc.), confirmando antecipações e infe- rências realizadas antes e durante a leitura de textos, checando a adequação das hipóteses realizadas. (EF15LP03) Localizar informações explícitas em textos. (EF15LP04) Identificar o efeito de sentido pro- duzido pelo uso de recursos expressivos gráfi- co-visuais em textos multissemióticos. (EF15LP05) Planejar, com a ajuda do professor, o texto que será produzido, considerando a si- tuação comunicativa, os interlocutores (quem escreve/para quem escreve); a finalidade ou o propósito (escrever para quê); a circulação (onde o texto vai circular); o suporte (qual é o portador do texto); a linguagem, organização e forma do texto e seu tema, pesquisando em meios impressos ou digitais, sempre que for preciso, informações necessárias à produção do texto, organizando em tópicos os dados e as fontes pesquisadas. Revisão de textos (EF15LP06) Reler e revisar o texto produzido com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, para corrigi-lo e aprimorá-lo, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de ortografia e pontuação. Edição de textos (EF15LP07) Editar a versão final do texto, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, ilustrando, quando for o caso, em suporte adequado, manual ou digital. Utilização de tecnologia digital (EF15LP08) Utilizar software, inclusive progra- mas de edição de texto, para editar e publicar os textos produzidos, explorando os recursos multissemióticos disponíveis.

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Página: 185 ENSINO FUNDAMENTAL 1, 2, 3, 5 10 2, 3, 6, 7 (EF35LP27IC) - Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, notícias curtas para público infantil, para compor jornal falado que possa ser repassado oralmente ou em meio digital em áudio ou vídeo, dentre outros gêneros do campo jornalístico, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto a partir do estudo de comunicação no campo e na cidade de Ichu. Textos em formato digital. Jogos educativos Utilização de tecnologia digital. (EF35LP28IC) - Utilizar software, inclusive programas de edição de texto, para editar e publicar os textos produzidos, explorando os recursos multissemióticos disponíveis em diferentes contextos comunicativos do município. Fake News Cyberbullying. (EF35LP29IC) - Compreender as formas do processo de comunicação digital, atentandose a reflexão quanto às fontes das notícias, sabendo identificar o que é verdade ou fake New e não contribuir com a propagação do cyberbullying e crimes virtuais no município, na Bahia e no Brasil; Oralidade pública/ intercâmbio conversacional em sala de aula (EF15LP09) Expressar-se em situações de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendido pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado. 3 Escuta atenta (EF15LP10) Escutar, com atenção, falas de professores e colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema e solicitando esclareci- mentos sempre que necessário. 3 Característic as da conversação espontânea 1, 3 Aspectos não linguísticos (paralinguístic os) no ato da fala (EF15LP12) Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísticos) observados na fala, como direção do olhar, riso, gestos, movi- mentos da cabeça (de concordância ou discor- dância), expressão corporal, tom de voz. Relato oral/registro formal e informal (EF15LP13) Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativos (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc.). 3, 5 Oralidade Os meios de comunicação no campo e na cidade. 173 3 1,3 Dialetos Variações linguísticas e interculturais; (EF15LP11) Reconhecer características da con- versação espontânea presencial, respeitando os turnos de fala, selecionando e utilizando, durante a conversação, formas de tratamento adequadas, de acordo com a situação e a posi- ção do interlocutor. (EF35LP08IC) - Atribuir significado a aspectos não linguísticos (paralinguísticos) observados na fala, como direção do olhar, riso, gestos, movimentos da cabeça (de concordância ou discordância), expressão corporal, tom de voz presentes no contexto ichuense. (EF35LP09IC) - Compreender e valorizar as variedades linguísticas como formas de interação intercultural no território ichuense e nas diferentes regiões do Brasil;

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Página: 186 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 174 (EF35LP10IC) - Opinar e defender ponto de vista sobre tema polêmico relacionado a situações vivenciadas na escola e/ou na comunidade ichuense, utilizando registro formal e estrutura adequada à argumentação, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. 3 3 Valores: Respeito, cortesia, cooperação, tolerância e compromisso. O direito e o respeito à diferença. (EF35LP11IC) - Reconhecer os diferentes valores necessários para o convívio social buscando apreciar e colocar em prática na vida cotidiana como formação interpessoal; (EF35LP12IC) - Reconhecer características da conversação espontânea presencial, respeitando os turnos e modos de fala, selecionando e utilizando, durante a conversação, formas de tratamento adequadas, de acordo com a situação e a posição do interlocutor, diferentes contextos comunicativos a situação comunicativa existente em Ichu. (EF35LP13IC) - Reconhecer as diferentes características individuais, os modos de ser e de agir de cada pessoa, valorizando e respeitando as diferenças na formação positiva de valores sociais e possibilitando a interação e o aprendizado coletivo. 1, 2, 3, 5 Memórias: Saberes ancestrais dos povos do campo ichuense. (EF35LP14IC) - Resgatar histórias e vivências do povo do campo, ouvir relatos e experimentos com pessoas da comunidade, por meio de entrevistas e relatos orais, entre as gerações, considerando o contexto histórico e comunicativo da população; (EF35LP15IC) - Identificar finalidades da interação oral em diferentes contextos comunicativo popular ichuense (solicitar informações, apresentar opiniões, informar, relatar experiências etc.). Entrevistas, história oral. 8 3 (EF35LP16IC) - Conhecer e compreender diferentes gêneros orais presentes no contexto popular ichuense, valorizando a narrativa das pessoas como guardiões da memória das comunidades. Educação socioemocional. (EF35LP17IC) - Construir espaços de autoconhecimento, diálogo, escuta, respeito e cooperação, valorizando as singularidades de cada um e o exercício da empatia. Decodificação/ fluência de leitura (EF35LP01) Ler e compreender silenciosamen- te e, em seguida, em voz alta, com autonomia e fluência, textos curtos com nível de textuali- dade adequado.

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Página: 187 ENSINO FUNDAMENTAL Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) 175 8 Formação de leitor (EF35LP02) Selecionar livros da biblioteca e/ou do cantinho de leitura da sala de aula e/ou dis- poníveis em meios digitais para leitura indivi- dual, justificando a escolha e compartilhando com os colegas sua opinião após a leitura. 2, 3 Compreensão (EF35LP03) Identificar a ideia central do texto, demonstrando compreensão global. (EF35LP04) Inferir informações implícitas nos textos lidos. (EF35LP05) Inferir o sentido de palavras ou ex- pressões desconhecidas em textos, com base no contexto da frase ou do texto. 2, 3 9 Estratégia de leitura Linguagem verbal, não verbal e corporal. Formação do leitor literário 2, 3, 7 Leitura colaborativaCompreensão em leitura. 1, 2, 3, 9 Gêneros textuais de autores Ichuenses (EF35LP06) Recuperar relações entre partes de um texto, identificando substituições lexicais (de substantivos por sinônimos) ou pronomi- nais (uso de pronomes anafóricos – pessoais, possessivos, demonstrativos) que contribuem para a continuidade do texto. (EF35LP21IC) - Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural ichuense, como patrimônio artístico da humanidade. (EF35LP22IC) - Ler e compreender, com autonomia, cartas pessoais e diários com expressão de sentimentos e opiniões, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana presentes no contexto ichuense, de acordo com as convenções do gênero carta e considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. (EF35LP23IC) - Ler e compreender, diferentes gêneros textuais de autores ichuenses como poesia, cordel, crônicas, músicas, causos, dentre outros; (EF35LP24IC) - Ler e compreender, com certa autonomia, textos literários, de gêneros variados, desenvolvendo o gosto pela leitura, valorizando as práticas leitoras do município de Ichu. 1, 2, 3, 9 Códigos e sinais de trânsito 1, 2, 3 Intercâmbios comunicativos. (EF35LP25IC) - Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos, correlacionando a realidade do município de Ichu. (EF35LP26IC) - Ler e compreender, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, slogans, anúncios publicitários e textos de campanhas de conscientização destinados ao público infantil, dentre outros gêneros do campo publicitário, considerando a situação comunicativa e o tema/ assunto do texto presentes no contexto ichuense.

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Página: 188 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 176 Construção do sistema alfabético/ convenções da escrita Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) 2, 3, 5 3, 6 Construção do sistema alfabético/ estabelecimento de relações anafóricas na referenciação e construção da coesão (EF35LP08) Utilizar, ao produzir um texto, recursos de referenciação (por substituição lexi- cal ou por pronomes pessoais, possessivos e demonstrativos), vocabulário apropriado ao gênero, recursos de coesão pronominal (pro- nomes anafóricos) e articuladores de relações de sentido (tempo, causa, oposição, conclusão, comparação), com nível suficiente de in- formatividade. Planejamento de texto/progressã o temática e paragrafação (EF35LP09) Organizar o texto em unidades de sentido, dividindo-o em parágrafos segundo as normas gráficas e de acordo com as carac- terísticas do gênero textual. Forma de composição de gêneros orais (EF35LP10) Identificar gêneros do discurso oral utilizados em diferentes situações e con- textos comunicativos e suas características linguístico-expressivas e composicionais (conversação espontânea, conversação telefônica, entrevistas pessoais, entrevistas no rádio ou na TV, debate, noticiário de rádio e TV, narra- ção de jogos esportivos no rádio e TV, aula, debate etc.). Variação linguística (EF35LP11) Ouvir gravações, canções, textos falados em diferentes variedades linguísticas, identificando características regionais, urba- nas e rurais da fala e respeitando as diversas variedades linguísticas como características do uso da língua por diferentes grupos regio- nais ou diferentes culturas locais, rejeitando preconceitos linguísticos. Oralidade 3, 4 Análise linguística/ semiótica (ortografização) (EF35LP07) Utilizar, ao produzir um texto, co- nhecimentos linguísticos e gramaticais, tais como ortografia, regras básicas de concordân- cia nominal e verbal, pontuação (ponto-final, ponto de exclamação, ponto de interrogação, vírgulas em enumerações) e pontuação do dis- curso direto, quando for o caso. (EF35LP12) Recorrer ao dicionário para escla- recer dúvida sobre a escrita de palavras, espe- cialmente no caso de palavras com relações irregulares fonemagrafema. 2, 3 Construção do sistema alfabético e da ortografia 2 Construção do sistema alfabético e da ortografia 2, 3 Morfologia (EF35LP14) Identificar em textos e usar na pro- dução textual pronomes pessoais, possessi- vos e demonstrativos como recurso coesivo anafórico. 2 Construção do sistema alfabético e da ortografia (EF05LP01) Grafar palavras utilizando regras de correspondência fonema-grafema regula- res, contextuais e morfológicas e palavras de uso frequente com correspondências irregu- lares. (EF35LP13) Memorizar a grafia de palavras de uso frequente, nas quais as relações fonema-grafema são irregulares e com h inicial que não representa fonema.

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Página: 189 ENSINO FUNDAMENTAL 2, 5 2 Análise linguística/ semiótica (ortografização) 2, 3 Conhecimen to do alfabeto do português do Brasil/orde m alfabética/ polissemia Conhecimento das diversas grafias do alfabeto/ acentuação Pontuação 177 (EF05LP02) Identificar o caráter polissêmico das palavras (uma mesma palavra com dife- rentes significados, de acordo com o contexto de uso), comparando o significado de determi- nados termos utilizados nas áreas científicas com esses mesmos termos utilizados na lin- guagem usual. (EF05LP03) Acentuar corretamente palavras oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas. (EF05LP04) Diferenciar, na leitura de textos, vírgula, ponto e vírgula, dois-pontos e reco- nhecer, na leitura de textos, o efeito de senti- do que decorre do uso de reticências, aspas, parênteses. 2 (EF05LP05) Identificar a expressão de presen- te, passado e futuro em tempos verbais do modo indicativo. 2, 5 (EF05LP06) Flexionar, adequadamente, na es- crita e na oralidade, os verbos em concordância com pronomes pessoais/nomes sujeitos da oração. Morfologia 2, 3 (EF05LP07) Identificar, em textos, o uso de conjunções e a relação que estabelecem entre partes do texto: adição, oposição, tempo, cau- sa, condição, finalidade. 2 (EF05LP08) Diferenciar palavras primitivas, de- rivadas e compostas e derivadas por adição de prefixo e de sufixo. 1,2,3,5,9 No campo tem historia Escrita Compartilhada. Escrita (compartilhada e Autônoma) 1, 2, 3, 5 1, 2, 3, 5, 7 (EF35LP18IC) - Planejar e produzir, em colaboração com os colegas e com a ajuda do professor, (re) contagem de histórias, poemas e outros textos versificados (letras de canção, quadrinhas, cordel), poemas visuais, tiras e histórias em quadrinhos, dentre outros gêneros do campo artístico-literário, considerando a situação comunicativa e a finalidade do texto e do contexto popular ichuense. Leis (Estatuto da Criança e Adolescente, Lei Maria da Penha). (EF35LP19IC) - Planejar e produzir, com certa autonomia, pequenos registros de observação de resultados de pesquisa, coerentes com tema como Lei Maria da Penha e o Estatuto da Criança e Adolescente investigado em Ichu. Práticas de leitura de produção de texto. Escrita compartilhada (EF35LP20IC) - Planejar e produzir cartazes e folhetos para divulgar eventos da escola ou da comunidade, utilizando linguagem persuasiva e elementos textuais e visuais (tamanho da letra, leiaute, imagens) adequados ao gênero, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto relacionando-os com a realidade do município de Ichu.

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Página: 190 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. CAMPO DE ATUAÇÃO: VIDA COTIDIANA PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 2, 3, 9 Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) OBJETOS DE CONHECIM ENTO Leitura de imagens em narrativas visuais 2, 3 Compreensão em leitura Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) Escrita (compartilhad a e autônoma) Oralidade Análise linguística/ semiótica (ortografização) HABILID ADES (EF15LP14) Construir o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas, relacionando imagens e palavras e interpretando recursos gráficos (ti- pos de balão, de letra, onomatopeia). (EF05LP09) Ler e compreender, com autono- mia, textos instrucionais de regras de jogo, dentre outros gêneros do campo da vida coti- diana, de acordo com as convenções do gêne- ro e considerando a situação comunicativa e a finalidade do texto. 1, 2, 3 (EF05LP10) Ler e compreender, com autono- mia, anedotas, piadas e cartuns, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, de acor- do com as convenções do gênero e conside- rando a situação comunicativa e a finalidade do texto. 1, 2, 3, 5, 6 Escrita colaborativa (EF05LP11) Registrar, com autonomia, anedo- tas, piadas e cartuns, dentre outros gêneros do campo da vida cotidiana, de acordo com as convenções do gênero e considerando a situa- ção comunicativa e a finalidade do texto. Escrita colaborativa (EF05LP12) Planejar e produzir, com autono- mia, textos instrucionais de regras de jogo, dentre outros gêneros do campo da vida coti- diana, de acordo com as convenções do gêne- ro e considerando a situação comunicativa e a finalidade do texto. 3, 10 Produção de texto oral (EF05LP13) Assistir, em vídeo digital, a posta- gem de vlog infantil de críticas de brinquedos e livros de literatura infantil e, a partir dele, planejar e produzir resenhas digitais em áudio ou vídeo. 2, 3, 6 Forma de composição do texto (EF05LP14) Identificar e reproduzir, em textos de resenha crítica de brinquedos ou livros de literatura infantil, a formatação própria des- ses textos (apresentação e avaliação do pro- duto). 2, 3, 5 CAMPO DE ATUAÇÃO: ARTÍSTICO-LITERÁRIO PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES 178

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Página: 191 ENSINO FUNDAMENTAL 8, 9 Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) 1, 2, 3, 9 9 Oralidade Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) Formação do leitor literário Leitura colaborativa e autônoma (EF15LP16) Ler e compreender, em colabora- ção com os colegas e com a ajuda do professor e, mais tarde, de maneira autônoma, textos narrativos de maior porte, como contos (po- pulares, de fadas, acumulativos, de assombra- ção etc.) e crônicas. Apreciação estética/estilo (EF15LP17) Apreciar poemas visuais e concre- tos, observando efeitos de sentido criados pelo formato do texto na página, distribuição e diagramação das letras, pelas ilustrações e por outros efeitos visuais. 1, 2, 3, 9 Formação do leitor literário/leitura multissemiótica 3, 5, 9 Contagem de histórias (EF15LP19) Recontar oralmente, com e sem apoio de imagem, textos literários lidos pelo professor. 1, 2, 3, 9 Formação do leitor literário (EF35LP21) Ler e compreender, de forma autô- noma, textos literários de diferentes gêneros e extensões, inclusive aqueles sem ilustrações, estabelecendo preferências por gêneros, te- mas e autores. 2, 3, 4, 5, 9 Formação do leitor literário/leitura multissemiótica 3, 9 2, 3, 9 3, 5, 9 Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) 3,9 (EF15LP18) Relacionar texto com ilustrações e outros recursos gráficos. (EF35LP22) Perceber diálogos em textos nar- rativos, observando o efeito de sentido de verbos de enunciação e, se for o caso, o uso de variedades linguísticas no discurso direto. Apreciação estética/estilo (EF35LP23) Apreciar poemas e outros textos versificados, observando rimas, aliterações e diferentes modos de divisão dos versos, estro- fes e refrãos e seu efeito de sentido. Textos dramáticos (EF35LP24) Identificar funções do texto dra- mático (escrito para ser encenado) e sua orga- nização por meio de diálogos entre persona- gens e marcadores das falas das personagens e de cena. Escrita autônoma e compartilhada (EF35LP25) Criar narrativas ficcionais, com certa autonomia, utilizando detalhes descri- tivos, sequências de eventos e imagens apro- priadas para sustentar o sentido do texto e marcadores de tempo espaço e de fala de per- sonagens. Escrita autônoma e compartilhada (EF35LP26) Ler e compreender, com certa au- tonomia, narrativas ficcionais que apresentem cenários e personagens, observando os ele- mentos da estrutura narrativa: enredo, tempo, espaço, personagens, narrador e a construção do discurso indireto e discurso direto. Escrita autônoma (EF35LP27) Ler e compreender, com certa autonomia, textos em versos, explorando ri- mas, sons e jogos de palavras, imagens poé- ticas (sentidos figurados) e recursos visuais e sonoros. Declamação (EF35LP28) Declamar poemas, com entonação, postura e interpretação adequadas. 3, 9 Oralidade 179 (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e apre- sentam uma dimensão lúdica, de encantamen- to, valorizando-os em sua diversidade cultural como patrimônio artístico da humanidade.

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Página: 192 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Formas de composição de narrativas (EF35LP29) Identificar, em narrativas, cenário, personagem central, conflito gerador, resolu- ção e o ponto de vista com base no qual histó- rias são narradas, diferenciando narrativas em primeira e terceira pessoas. Discurso direto e indireto (EF35LP30) Diferenciar discurso indireto e dis- curso direto, determinando o efeito de sentido de verbos de enunciação e explicando o uso de variedades linguísticas no discurso direto, quando for o caso. 2, 3, 9 Análise linguística/ semiótica (ortografização) Oralidade Análise linguística/ semiótica (ortografização) 3, 9 Forma de composição de textos poéticos 2, 3, 9 Performances orais (EF05LP25) Representar cenas de textos dra- máticos, reproduzindo as falas das persona- gens, de acordo com as rubricas de interpreta- ção e movimento indicadas pelo autor. Forma de composição de textos poéticos visuais (EF05LP28) Observar, em ciberpoemas e mini- contos infantis em mídia digital, os recursos multissemióticos presentes nesses tex- tos digitais. 2, 3, 9, 10 (EF35LP31) Identificar, em textos versificados, efeitos de sentido decorrentes do uso de re- cursos rítmicos e sonoros e de metáforas. CAMPO DE ATUAÇÃO: PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) 1, 2, 3, 7 Oralidade OBJETO(S) DE CONHECIM ENTO Pesquisa (EF35LP17) Buscar e selecionar, com o apoio do professor, informações de interesse sobre fenômenos sociais e naturais em textos que circulam em meios impressos ou digitais. 3 Escuta de textos orais (EF35LP18) Escutar, com atenção, apresen- tações de trabalhos realizadas por colegas, formulando perguntas pertinentes ao tema e solicitando esclarecimentos sempre que ne- cessário. 3, 6 Compreensão de textos orais (EF35LP19) Recuperar as ideias principais em situações formais de escuta de exposições, apresentações e palestras. 2, 3, 5 Planejamento de texto oral Exposição oral Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) HABILID ADES 3 3, 6 Compreensão em leitura Imagens analíticas em textos (EF35LP20) Expor trabalhos ou pesquisas es- colares em sala de aula, com apoio de recursos multissemióticos (imagens, diagrama, tabelas etc.), orientando-se por roteiro escrito, plane- jando o tempo de fala e adequando a lingua- gem à situação comunicativa. (EF05LP22) Ler e compreender verbetes de dicionário, identificando a estrutura, as infor- mações gramaticais (significado de abreviatu- ras) e as informações semânticas. (EF05LP23) Comparar informações apresenta- das em gráficos ou tabelas. 180

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Página: 193 ENSINO FUNDAMENTAL Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) 2, 3, 5 1, 2, 3, 5 Análise linguística/ semiótica (ortografização) 2, 3, 5 Produção de textos Forma de composição dos textos Adequação do texto às normas de escrita Forma de composição dos textos Coesão e articulador es 181 (EF05LP24) Planejar e produzir texto sobre tema de interesse, organizando resultados de pesquisa em fontes de informação impressas ou digitais, incluindo imagens e gráficos ou ta- belas, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. (EF05LP26) Utilizar, ao produzir o texto, co- nhecimentos linguísticos e gramaticais: regras sintáticas de concordância nominal e verbal, convenções de escrita de citações, pontuação (ponto-final, dois-pontos, vírgulas em enume- rações) e regras ortográficas. (EF05LP27) Utilizar, ao produzir o texto, recur- sos de coesão pronominal (pronomes anafó- ricos) e articuladores de relações de sentido (tempo, causa, oposição, conclusão, compara- ção), com nível adequado de informatividade.

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Página: 194 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. CAMPO DE ATUAÇÃO: VIDA PÚBLICA PRÁTICA S DE LINGUA GEM Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) Análise linguística/ semiótica (ortografização) Leitura/escuta (compartilhad a e autônoma) COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 2, 3, 6, 7 2, 3, 5 3, 6 OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES Escrita colaborativa (EF35LP15) Opinar e defender ponto de vista sobre tema polêmico relacionado a situações vivenciadas na escola e/ou na comunidade, utilizando registro formal e estrutura adequa- da à argumentação, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. Forma de composição dos textos (EF35LP16) Identificar e reproduzir, em notícias, manchetes, lides e corpo de notícias simples para público infantil e cartas de reclamação (re- vista infantil), digitais ou impressos, a formata- ção e diagramação específica de cada um des- ses gêneros, inclusive em suas versões orais. Compreensão em leitura (EF05LP15) Ler/assistir e compreender, com autonomia, notícias, reportagens, vídeos em vlogs argumentativos, dentre outros gêneros do campo político-cidadão, de acordo com as convenções dos gêneros e considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto. (EF05LP16) Comparar informações sobre um mesmo fato veiculadas em diferentes mídias e concluir sobre qual é mais confiável e por quê. Produção de textos (escrita compartilhad ae autônoma) 2, 3, 5, 10 2, 3, 5, 10 Escrita colaborativa Planejamento e produção de texto (EF05LP18) Roteirizar, produzir e editar vídeo para vlogs argumentativos sobre produtos de mídia para público infantil (filmes, desenhos animados, HQs, games etc.), com base em conhecimentos sobre eles, de acordo com as convenções do gênero e considerando a situa- ção comunicativa e o tema/assunto/finalidade do texto. Produção de texto (EF05LP19) Argumentar oralmente sobre acontecimentos de interesse social, com base em conhecimentos sobre fatos divulgados em TV, rádio, mídia impressa e digital, respeitan- do pontos de vista diferentes. Oralidade 3, 6 6 Análise linguística/ semiótica (ortografização) Forma de composição dos textos 2, 3, 4, 5, 10 (EF05LP17) Produzir roteiro para edição de uma reportagem digital sobre temas de inte- resse da turma, a partir de buscas de informa- ções, imagens, áudios e vídeos na internet, de acordo com as convenções do gênero e con- siderando a situação comunicativa e o tema/ assunto do texto. (EF05LP20) Analisar a validade e força de argu- mentos em argumentações sobre produtos de mídia para público infantil (filmes, desenhos animados, HQs, games etc.), com base em co- nhecimentos sobre os mesmos. (EF05LP21) Analisar o padrão entonacional, a expressão facial e corporal e as escolhas de va- riedade e registro linguísticos de vloggers de vlogs opinativos ou argumentativos. 182

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Página: 195 ENSINO FUNDAMENTAL 183 CAMPOS DE ATUAÇÃO: CAMPO JORNALÍSTICO MIDIÁTICO PRÁTICAS DE LINGUAGEM COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS 3, 7, 10 OBJETOS DE CONHECIMENTO Reconstruçã o do contexto de produção, circulação e recepção de textos Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros em circulação, mídias e práticas da cultura digital (EF06LP01) Reconhecer a impossibilidade de uma neutralidade absoluta no relato de fatos e identificar diferentes graus de parcialidade/ imparcialidade dados pelo recorte feito e pe- los efeitos de sentido advindos de escolhas fei- tas pelo autor, de forma a poder desenvolver uma atitude crítica frente aos textos jornalísti- cos e tornar-se consciente das escolhas feitas enquanto produtor de textos. (EF06LP02) Estabelecer relação entre os diferentes gêneros jornalísticos, compreendendo a centralidade da notícia. (EF67LP01) Analisar a estrutura e funciona- mento dos hiperlinks em textos noticiosos pu- blicados na Web e vislumbrar possibilidades de uma escrita hipertextual. Apreciação e réplica (EF67LP02) Explorar o espaço reservado ao lei- tor nos jornais, revistas, impressos e online, si- tes noticiosos etc., destacando notícias, fotor- reportagens, entrevistas, charges, assuntos, temas, debates em foco, posicionando-se de maneira ética e respeitosa frente a esses tex- tos e opiniões a eles relacionadas, e publicar notícias, notas jornalísticas, fotorreportagem de interesse geral nesses espaços do leitor. Relação entre textos (EF67LP03) Comparar informações sobre um mesmo fato divulgadas em diferentes veículos e mídias, analisando e avaliando a confiabili- dade. 3, 7, 8, 10 Leitura 6, 7, 8, 10 HABILIDADES Estratégia de leitura Distinção de fato e opinião (EF67LP04) Distinguir, em segmentos descon- tínuos de textos, fato da opinião enunciada em relação a esse mesmo fato. Estratég ia de leitura: identificação de teses e argumentos Apreciação e réplica (EF67LP05) Identificar e avaliar teses/opiniões/ posicionamentos explícitos e argumentos em textos argumentativos (carta de leitor, comen- tário, artigo de opinião, resenha crítica etc.), manifestando concordância ou discordância. 6, 7 Efeitos de sentido (EF67LP06) Identificar os efeitos de sentido provocados pela seleção lexical, topicalização de elementos e seleção e hierarquização de in- formações, uso de 3ª pessoa etc. (EF67LP07) Identificar o uso de recursos persuasivos em textos argumentativos diversos (como a elaboração do título, escolhas lexicais, construções metafóricas, a explicitação ou a ocultação de fontes de informação) e perceber seus efeitos de sentido.

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Página: 196 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Leitura 3, 6, 7, 10 Efeitos de sentido/ exploração da multissemiose Reconstrução do contexto de produção, circulação e recepção de textos. Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros em circulação, mídias e práticas da cultura digital (EF67LP08) Identificar os efeitos de sentido devido à escolha de imagens estáticas, se- quenciação ou sobreposição de imagens, defi- nição de figura/fundo, ângulo, profundidade e foco, cores/tonalidades, relação com o escrito (relações de reiteração, complementação ou oposição) etc. em notícias, reportagens, fo- torreportagens, foto-denúncias, memes, gifs, anúncios publicitários e propagandas publica- dos em jornais, revistas, sites na internet etc. (EF06LP01) Reconhecer a impossibilidade de uma neutralidade absoluta no relato de fatos e identificar diferentes graus de parcialidade/ imparcialidade dados pelo recorte feito e pelos efeitos de sentido advindos de escolhas feitas pelo autor, de forma a poder desenvolver uma atitude crítica frente aos textos jornalísticos e tornar-se consciente das escolhas feitas enquanto produtor de textos. Relação entre os textos (EF67LP03) Comparar informações sobre um mesmo fato divulgadas em diferentes veículos e mídias, analisando e avaliando a confiabilidade. Estratégia de leitura Distinção de fato e opinião (EF67LP04IC) Distinguir fato da opinião enunciada em relação a esse mesmo fato em textos multimodais veiculados em diferentes veículos de comunicação. Estratégia de leitura: identificação de teses e argumentos (EF67LP05IC) Identificar e avaliar opiniões e posicionamentos explícitos e argumentos em textos argumentativos, manifestando concordância ou discordância. Apreciação e réplica Efeitos de sentido Efeitos de sentido/ exploração da multissemiose (EF67LP07) Identificar o uso de recursos persuasivos em textos argumentativos diversos (como a elaboração do título, escolhas lexicais, construções metafóricas, a explicitação ou a ocultação de fontes de informação) e perceber seus efeitos de sentido. (EF67LP08IC) Identificar os efeitos de sentido devido à escolha de imagens estáticas, sequenciação ou sobreposição de imagens, definição de figura/fundo, ângulo, profundidade e foco, cores/tonalidades, relação com o escrito em notícias, reportagens, fotorreportagens, foto-denúncias, memes, gifs, anúncios publicitários e propagandas publicados em jornais, revistas, sites na internet etc. 184

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Página: 197 ENSINO FUNDAMENTAL Estratégia s de produção: planejamento de textos informativos Produção de textos 1, 2, 3, 5, 7, 10 1, 2, 3, 5, 7, 10 Textualização, tendo em vista suas condições de produção, as características do gênero em questão, o estabelecimento de coesão, adequação à norma-padrão e o uso adequado de ferramentas de edição 185 (EF67LP09) Planejar notícia impressa e para circulação em outras mídias (rádio ou TV/ vídeo), tendo em vista as condições de pro- dução, do texto – objetivo, leitores/especta- dores, veículos e mídia de circulação etc. –, a partir da escolha do fato a ser noticiado (de re- levância para a turma, escola ou comunidade), do levantamento de dados e informações so- bre o fato – que pode envolver entrevistas com envolvidos ou com especialistas, consultas a fontes, análise de documentos, cobertura de eventos etc.–, do registro dessas informações e dados, da escolha de fotos ou imagens a produzir ou a utilizar etc. e a previsão de uma estrutura hipertextual (no caso de publicação em sites ou blogs noticiosos). (EF67LP10) Produzir notícia impressa, tendo em vista características do gênero – título ou manchete com verbo no tempo presente, li- nha fina (opcional), lide, progressão dada pela ordem decrescente de importância dos fatos, uso de 3ª pessoa, de palavras que indicam pre- cisão – e o estabelecimento adequado de coe- são e produzir notícia para TV, rádio e internet, tendo em vista, além das características do gênero, os recursos de mídias disponíveis e o manejo de recursos de captação e edição de áudio e imagem. Estratégias de produção: planejamen to de textos argumentativos e apreciativos (EF67LP11) Planejar resenhas, vlogs, vídeos e podcasts variados e textos e vídeos de apre- sentação e apreciação próprios das culturas juvenis (algumas possibilidades: fanzines, fanclipes, e-zines, gameplay, detonado etc.), dentre outros, tendo em vista as condições de produção do texto – objetivo, leitores/es- pectadores, veículos e mídia de circulação etc. –, a partir da escolha de uma produção ou evento cultural para analisar – livro, filme, sé- rie, game, canção, videoclipe, fanclipe, show, saraus, slams etc. –,da busca de informação sobre a produção ou evento escolhido, da síntese de informações sobre a obra/evento e do elenco/seleção de aspectos, elementos ou recursos que possam ser destacados positiva ou negativamente ou da roteirização do passo a passo do game para posterior gravação dos vídeos. Textualiza ção de textos argumentativos e apreciativos (EF67LP12) Produzir resenhas críticas, vlogs, vídeos, podcasts variados e produções e gê- neros próprios das culturas juvenis (algumas possibilidades: fanzines, fanclipes, e-zines, gameplay, detonado etc.), que apresentem/ descrevam e/ou avaliem produções culturais (livro, filme, série, game, canção, disco, video- clipe etc.) ou evento (show, sarau, slam etc.), tendo em vista o contexto deprodução dado, as características do gênero, os recursos das mídias envolvidas e a textualização adequada dos textos e/ou produções.

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Página: 198 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Produção de textos Produção e edição de textos publicitários (EF67LP13) Produzir, revisar e editar textos publicitários, levando em conta o contexto de produção dado, explorando recursos multis- semióticos, relacionando elementos verbais e visuais, utilizando adequadamente estraté- gias discursivas de persuasão e/ou convenci- mento e criando título ou slogan que façam o leitor motivarse a interagir com o texto pro- duzido e se sinta atraído pelo serviço, ideia ou produto em questão. (EF67LP13IC) Planejar, produzir, revisar e editar textos publicitários, levando em conta o contexto de produção dado, explorando recursos multissemióticos, relacionando elementos verbais e visuais, estratégias utilizando adequadamente discursivas de persuasão e/ou convencimento e criando título ou slogan que façam o leitor motivar-se a interagir com o texto produzido e se sinta atraído pelo serviço, ideia ou produto em questão. Oralidade 1, 2, 3, 5, 7, 10 Planejamen to e produção de entrevistas orais (EF67LP14) Definir o contexto de produção da entrevista (objetivos, o que se pretende conse- guir, por que aquele entrevistado etc.), levan- tar informações sobre o entrevistado e sobre o acontecimento ou tema em questão, preparar o roteiro de perguntas e realizar entrevista oral com envolvidos ou especialistas relacionados com o fato noticiado ou com o tema em pau- ta, usando roteiro previamente elaborado e formulando outras perguntas a partir das res- postas dadas, e, quando for o caso, selecionar partes, transcrever e proceder a uma edição escrita do texto, adequando-o a seu contexto de publicação, à construção composicional do gênero e garantindo a relevância das informa- ções mantidas e a continuidade temática. (EF67LP14IC) Definir o contexto de produção da entrevista (objetivos, o que se pretende conseguir, porque aquele entrevistado etc.), levantar informações sobre o entrevistado e sobre o acontecimento ou tema em questão, preparar o roteiro de perguntas e realizar entrevista oral com envolvidos ou especialistas relacionados com o fato noticiado ou com o tema em pauta, usando roteiro previamente elaborado e formulando outras perguntas a partir das respostas dadas. CAMPOS DE ATUAÇÃO: CAMPO DE ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES 186

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Página: 199 ENSINO FUNDAMENTAL Leitura 1, 2, 3, 5, 7 2, 3, 5, 6 Leitura 6, 2, 4, 5 187 Estratégias e procedimentos de leitura em textos legais e normativos (EF67LP15) Identificar a proibição imposta ou o direito garantido e as circunstâncias de sua aplicação em artigos relativos a normas, regi- mentos escolares, regimentos e estatutos da sociedade civil, regulamentações para o mer- cado publicitário, Código de Defesa do Consumidor, Código Nacional de Trânsito, ECA, Constituição, dentre outros. Contexto de produção, circulação e recepção de textos e práticas relacionadas à defesa de direitos e à participação social (EF67LP16) Explorar e analisar espaços de re- clamação de direitos e de envio de solicitações (tais como ouvidorias, SAC, canais ligados a órgãos públicos, plataformas do consumidor, plataformas de reclamação), bem como de textos pertencentes a gêneros que circulam nesses espaços, reclamação ou carta de reclamação, solicitação ou carta de solicitação, como forma de ampliar as possibilidades de produção desses textos em casos que reme- tam a reivindicações que envolvam a escola, a comunidade ou algum de seus membros, como forma de se engajar na busca de solução de problemas pessoais, dos outros e coletivos. Relação entre contexto de produção e característica s composicion ais e estilísticas dos gêneros (carta de solicitação, carta de reclamação, petição online, carta aberta, abaixoassinado, proposta etc.) (EF67LP17) Analisar, a partir do contexto de produção, a forma de organização das cartas de solicitação e de reclamação (datação, for- ma de início, apresentação contextualizada do pedido ou da reclamação, em geral, acompa- nhada de explicações, argumentos e/ou rela- tos do problema, fórmula de finalização mais ou menos cordata, dependendo do tipo de carta e subscrição) e algumas das marcas lin- guísticas relacionadas à argumentação, expli- cação ou relato de fatos, como forma de possi- bilitar a escrita fundamentada de cartas como essas ou de postagens em canais próprios de reclamações e solicitações em situações que envolvam questões relativas à escola, à comu- nidade ou a algum dos seus membros. Apreciação e réplica Produção de textos 2, 3, 4, 5 Estratégias, procedimentos de leitura em textos reivindicatórios ou propositivos (EF67LP18) Identificar o objeto da reclamação e/ou da solicitação e sua sustentação, explica- ção ou justificativa, de forma a poder analisar a pertinência da solicitação ou justificação. 1, 2, 3, 5 Estratégia de produção: planejament o de textos reivindicatórios ou propositivos (EF67LP19) Realizar levantamento de ques- tões, problemas que requeiram a denúncia de desrespeito a direitos, reivindicações, recla- mações, solicitações que contemplem a co- munidade escolar ou algum de seus membros e examinar normas e legislações. CAMPOS DE ATUAÇÃO: PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES

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Página: 200 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Curadoria de informaçã o (EF67LP20) Realizar pesquisa, a partir de recortes e questões definidos previamente, usando fontes indicadas e abertas. Leitura 1, 2, 3 Produção de textos 1, 2, 3, 5 Estratégias de escrita: textualizaç ão, revisão e edição (EF67LP21) Divulgar resultados de pesquisas por meio de apresentações orais, painéis, arti- gos de divulgação científica, verbetes de enci- clopédia, podcasts científicos etc. 1, 2, 3, 5 Estratégias de escrita: textualizaç ão, revisão e edição (EF67LP22) Produzir resumos, a partir das no- tas e/ou esquemas feitos, com o uso adequado de paráfrases e citações. Produção de textos Conversa ção espontâne a Oralidade 1, 2, 3, 5, 10 Procediment os de apoio à compreensã o Tomada de nota Textualização Análise linguística/ semiótica 1, 2, 3 Progress ão temática Textualização (EF67LP23) Respeitar os turnos de fala na par- ticipação em conversações e em discussões ou atividades coletivas, na sala de aula e na es- cola e formular perguntas coerentes e adequa- das em momentos oportunos em situações de aulas, apresentação oral, seminário etc. (EF67LP24) Tomar nota de aulas, apresentações orais, entrevistas (ao vivo, áudio, TV, vídeo), identificando e hierarquizando as in- formações principais, tendo em vista apoiar o estudo e a produção de sínteses e reflexões pessoais ou outros objetivos em questão. (EF67LP25) Reconhecer e utilizar os critérios de organização tópica (do geral para o especí- fico, do específico para o geral etc.), as marcas linguísticas dessa organização (marcadores de ordenação e enumeração, de explicação, definição e exemplificação, por exemplo) e os mecanismos de paráfrase, de maneira a orga- nizar mais adequadamente a coesão e a pro- gressão temática de seus textos. (EF67LP26) Reconhecer a estrutura de hiper- texto em textos de divulgação científica e pro- ceder à remissão a conceitos e relações por meio de notas de rodapés ou boxes. CAMPOS DE ATUAÇÃO: CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS 1, 2, 3, 5,9, 10 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Relação entre textos HABILID ADES (EF67LP27) Analisar, entre os textos literários e entre estes e outras manifestações artísticas (como cinema, teatro, música, Artes Visuais e midiáticas), referências explícitas ou implíci- tas a outros textos, quanto aos temas, personagens e recursos literários e semióticos. 188

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Página: 201 ENSINO FUNDAMENTAL Leitura 1, 3, 6, 7, 9 Leitura 1, 2, 3, 5, 9, 10 Estratégias de leitura Apreciação e réplica Reconstrução da textualidade Efeitos desentidos provocados pelos usos de recursos linguísticos e multissemióticos Curadoria da informação 1,3,6,7,9 3, 5, 9 (EF67LP28) Ler, de forma autônoma, e compreender – selecionando procedimentos e estratégias de leitura adequadas a diferentes objetivos e levando em conta características dos gêneros e suportes –, romances infanto- juvenis, contos populares, contos de terror, lendas brasileiras, indígenas e africanas, narrativas de aventuras, narrativas de enigma, mitos, crônicas, autobiografias, histórias em quadrinhos, mangás, poemas de forma livre e fixa (como sonetos e cordéis), vídeopoemas, poemas visuais, dentre outros, expressando avaliação sobre o texto lido e estabelecendo preferências por gêneros, temas, autores. (EF67LP29) Identificar, em texto dramático, personagem, ato, cena, fala e indicações cê- nicas e a organização do texto: enredo, confli- tos, ideias principais, pontos de vista, univer- sos de referência. (EF67LP20) Realizar pesquisa, a partir de recortes e questões definidos previamente, usando fontes indicadas e abertas. Relação entre os textos (EF67LP27IC) Analisar, entre os textos literários e entre estes e outras manifestações artísticas (música, artes visuais e midiáticas), referências explícitas ou implícitas a outros textos, quanto aos temas, personagens e recursos literários e semióticos. Estratégias de leitura Apreciação e réplica (EF67LP28IC) Ler e compreender – selecionando procedimentos e estratégias de leitura adequadas a diferentes objetivos e levando em conta características dos gêneros e suportes – contos populares, contos de terror, lendas brasileiras, indígenas e africanas, narrativas de aventuras, narrativas de enigma, mitos, autobiografias, histórias em quadrinhos, mangás, poemas de forma livre (cordéis), vídeopoemas, poemas visuais, dentre outros, expressando avaliação sobre o texto lido e estabelecendo preferências por gêneros, temas, autores. Construção da textualidad e Relação entre textos Produção de textos 189 (EF67LP30) Criar narrativas ficcionais, tais como contos populares, contos de suspense, mistério, terror, humor, narrativas de enigma, crônicas, histórias em quadrinhos, dentre ou- tros, que utilizem cenários e personagens rea- listas ou de fantasia, observando os elemen- tos da estrutura narrativa próprios ao gênero pretendido, tais como enredo, personagens, tempo, espaço e narrador, utilizando tempos verbais adequados à narração de fatos passados, empregando conhecimentos sobre di- ferentes modos de se iniciar uma história e de inserir os discursos direto e indireto.

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Página: 202 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Construção da textualidad e Relação entre textos Estratégias de escrita: textualização,revis ão e edição Construção da textualidade Relação entre textos Oralidade Análise linguística / semiótica 1,2,3,5,10 (EF67LP31) Criar poemas compostos por ver- sos livres e de forma fixa (como quadras e sonetos), utilizando recursos visuais, semân- ticos e sonoros, tais como cadências, ritmos e rimas, e poemas visuais e vídeo-poemas, explorando as relações entre imagem e texto verbal, a distribuição da mancha gráfica (poe- ma visual) e outros recursos visuais e sonoros. (EF67LP21IC) Divulgar resultados de pesquisas por meio de apresentações orais, painéis. (EF67LP22IC) Produzir resumos, a partir das notas e/ou esquemas feitos. (EF67LP30IC) Criar narrativas ficcionais, tais como contos populares, contos de suspense, mistério, terror, humor, narrativas de enigma, histórias em quadrinhos, dentre outros, que utilizem cenários e personagens realistas ou de fantasia, observando os elementos da estrutura narrativa próprios ao gênero pretendido, tais como enredo, personagens, tempo, espaço e narrador, utilizando tempos verbais adequados à narração de fatos passados, empregando conhecimentos sobre diferentes modos de se iniciar uma história e de inserir os discursos direto e indireto. Conversação espontânea (EF67LP23) Respeitar os turnos de fala na participação em conversações e em discussões ou atividades coletivas, na sala de aula e na escola e formular perguntas coerentes e adequadas em momentos oportunos em situações de aulas, apresentação oral, seminário etc. Procedimentos de apoio à compreensão Tomada de nota (EF67LP24IC) Tomar nota de aulas, apresentações orais, entrevistas, identificando e hierarquizando as informações principais. Textualização Progressão temática (EF67LP25IC) Reconhecer e utilizar os critérios de organização tópica (do geral para o específico, do específico para o geral etc.), as marcas linguísticas dessa organização e organizar mais adequadamente a coesão. 1,2,3,5,10 CAMPOS DE ATUAÇÃO: TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊN CIAS ESPECÍFI CAS OBJETOS DE CONHECIM ENTO Fono-ortografia Elementos notacionais da escrita HABILID ADES (EF67LP32) Escrever palavras com correção ortográfica, obedecendo às convenções da língua escrita. (EF67LP33) Pontuar textos adequadamente. 190

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Página: 203 ENSINO FUNDAMENTAL Léxico/morfologia Análise linguística/ semiótica 191 (EF67LP34) Formar antônimos com acréscimo de prefixos que expressam noção de negação. (EF67LP35) Distinguir palavras derivadas por acréscimo de afixos e palavras compostas. 2, 5 Coesão (EF67LP36) Utilizar, ao produzir texto, recursos de coesão referencial (léxica e pronominal) e sequencial e outros recursos expressivos ade- quados ao gênero textual. Sequências textuais (EF67LP37) Analisar, em diferentes textos, os efeitos de sentido decorrentes do uso de re- cursos linguístico-discursivos de prescrição, causalidade, sequências descritivas e exposi- tivas e ordenação de eventos. Figuras de linguag em Léxico/morfologia (EF67LP38) Analisar os efeitos de sentido do uso de figuras de linguagem, como compara- ção, metáfora, metonímia, personificação, hi- pérbole, dentre outras. (EF06LP03) Analisar diferenças de sentido en- tre palavras de uma série sinonímica. (EF06LP04) Analisar a função e as flexões de substantivos e adjetivos e de verbos nos mo- dos indicativo, subjuntivo e imperativo afirma- tivo e negativo. (EF06LP05) Identificar os efeitos de sentido dos modos verbais, considerando o gênero textual e a intenção comunicativa. Morfossintaxe Análise linguística/ semiótica (EF06LP06) Empregar, adequadamente, as re- gras de concordância nominal (relações entre os substantivos e seus determinantes) e as re- gras de concordância verbal (relações entre o verbo e o sujeito simples e composto). (EF06LP07) Identificar, em textos, períodos compostos por orações separadas por vírgula sem a utilização de conectivos, nomeando-os como períodos compostos por coordenação. 2, 5 (EF06LP08) Identificar, em texto ou sequên- cia textual, orações como unidades constitu- ídas em torno de um núcleo verbal e períodos como conjuntos de orações conectadas. (EF06LP09) Classificar, em texto ou sequência textual, os períodos simples compostos. Sintaxe Elementos notacionais da escrita/ morfossint axe Semântica/coesão (EF06LP10) Identificar sintagmas nominais e verbais como constituintes imediatos da oração. (EF06LP11) Utilizar, ao produzir texto, conheci- mentos linguísticos e gramaticais: tempos ver- bais concordâncias nominal e verbal, regras ortográficas, pontuação etc. (EF06LP12) Utilizar, ao produzir texto, recursos de coesão referencial (nome e pronomes), re- cursos semânticos de sinonímia, antonímia e homonímia e mecanismos de representação de diferentes vozes (discurso direto e discurso indireto).

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Página: 204 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Fono-ortografia 192 (EF67LP32) Escrever palavras com correção ortográfica, obedecendo às convenções da língua escrita. (EF67LP33) Pontuar textos adequadamente. Pontuação Léxico/morfologi a (EF67LP34) Formar antônimos com acréscimo de prefixos que expressam noção de negação. (EF67LP35) Distinguir palavras derivadas por acréscimo de afixos e palavras compostas. Sequências textuais (EF67LP37IC) Analisar, em diferentes textos, os efeitos de sentido decorrentes do uso de recursos linguístico-discursivos. Figuras de linguagem (EF67LP38) Analisar os efeitos de sentido do uso de figuras de linguagem, como comparação, metáfora, metonímia, personificação, hipérbole, dentre outras. Léxico/morfologi a Morfossintaxe (EF06LP03) Analisar diferenças de sentido entre palavras de uma série sinonímica. (EF06LP04) Analisar a função e as flexões de substantivos e adjetivos e de verbos nos modos indicativo, subjuntivo e imperativo afirmativo e negativo. (EF06LP05) Identificar os efeitos de sentido dos modos verbais, considerando o gênero textual e a intenção comunicativa. (EF06LP06) Empregar, adequadamente, as regras de concordância nominal (relações entre os substantivos e seus determinantes) e as regras de concordância verbal (relações entre o verbo e o sujeito simples e composto) (EF06LP08IC) Identificar, em texto ou sequência textual, orações como unidades constituídas em torno de um núcleo verbal. Sintaxe Elementos notacionais da escrita/morfossint axe (EF06LP10) Identificar sintagmas nominais e verbais como constituintes imediatos da oração. (EF06LP11) Utilizar, ao produzir texto, conhecimentos linguísticos e gramaticais: tempos verbais concordâncias nominal e verbal, regras ortográficas, pontuação etc.

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Página: 205 ENSINO FUNDAMENTAL Produção de textos 2,5 Construção da textualidade Relação entre textos 193 (EF67LP31IC) Criar poemas compostos por versos livres (como quadras), utilizando recursos visuais, semânticos e sonoros, tais como cadências, ritmos e rimas, explorando as relações entre imagem e texto verbal.

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Página: 206 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 7º ANO CAMPOS DE ATUAÇÃO: CAMPO JORNALÍSTICOMIDIÁTICO PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊN CIAS ESPECÍFI CAS 3, 7, 10 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Reconstruç ão do contexto de produção, circulação e recepção de textos Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros em circulação, mídias e práticas da cultura digital (EF07LP01) Distinguir diferentes propostas editoriais – sensacionalismo, jornalismo inves- tigativo etc. –, de forma a identificar os recur- sos utilizados para impactar/chocar o leitor que podem comprometer uma análise crítica da notícia e do fato noticiado. (EF07LP02) Comparar notícias e reportagens sobre um mesmo fato divulgadas em diferen- tes mídias, analisando as especificidades das mídias, os processos de (re)elaboração dos textos e a convergência das mídias em notícias ou reportagens multissemióticas. (EF67LP01) Analisar a estrutura e funciona- mento dos hiperlinks em textos noticiosos pu- blicados na Web e vislumbrar possibilidades de uma escrita hipertextual. Apreciação e réplica (EF67LP02) Explorar o espaço reservado ao lei- tor nos jornais, revistas, impressos e online, si- tes noticiosos etc., destacando notícias, fotor- reportagens, entrevistas, charges, assuntos, temas, debates em foco, posicionando-se de maneira ética e respeitosa frente a esses tex- tos e opiniões a eles relacionadas, e publicar notícias, notas jornalísticas, fotorreportagem de interesse geral nesses espaços do leitor. Relação entre textos (EF67LP03) Comparar informações sobre um mesmo fato divulgadas em diferentes veículos e mídias, analisando e avaliando a confiabili- dade. 3, 7, 8, 10 Leitura 6, 7, 8, 10 HABILID ADES Estratégia de leitura Distinção de fato e opinião (EF67LP04) Distinguir, em segmentos descon- tínuos de textos, fato da opinião enunciada em relação a esse mesmo fato. Estratég ia de leitura: identificação de teses e argumentos Apreciação e réplica (EF67LP05) Identificar e avaliar teses/opiniões/ posicionamentos explícitos e argumentos em textos argumentativos (carta de leitor, comen- tário, artigo de opinião, resenha crítica etc.), manifestando concordância ou discordância. 6, 7 (EF67LP06) Identificar os efeitos de sentido provocados pela seleção lexical, topicalização de elementos e seleção e hierarquização de in- formações, uso de 3ª pessoa etc. Efeitos de sentido (EF67LP07) Identificar o uso de recursos per- suasivos em textos argumentativos diversos (como a elaboração do título, escolhas lexicais, construções metafóricas, a explicitação ou a ocultação de fontes de informação) e per- ceber seus efeitos de sentido. 194

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Página: 207 ENSINO FUNDAMENTAL Leitura 3, 6, 7, 10 Efeitos de sentido Exploração da multissemi ose (EF67LP08) Identificar os efeitos de sentido devido à escolha de imagens estáticas, se- quenciação ou sobreposição de imagens, defi- niçãode figura/fundo, ângulo, profundidade e foco, cores/tonalidades, relação com o escrito (relações de reiteração, complementação ou oposição) etc. em notícias, reportagens, fo- torreportagens, foto-denúncias, memes, gifs, anúncios publicitários e propagandas publica- dos em jornais, revistas, sites na internet etc. Reconstrução do contexto de produção, circulação e recepção de textos. (EF07LP01) Distinguir diferentes propostas editoriais – sensacionalismo, jornalismo investigativo etc. –, de forma a identificar os recursos utilizados para impactar/chocar o leitor que podem comprometer uma análise crítica da notícia e do fato noticiado. Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros em circulação, mídias e práticas da cultura digital. Apreciação e réplica Relação entre textos 6,7,8,10 6,7 195 Estratégia de leitura Distinção de fato e opinião Estratégia de leitura: identificação de argumentos (EF07LP02IC) Comparar notícias e reportagens sobre um mesmo fato divulgadas em mídias, analisando as diferentes especificidades das mídias. (EF67LP02IC) Explorar o espaço reservado ao leitor nos jornais, revistas, impressos e on-line, sites noticiosos etc., destacando notícias, fotorreportagens, entrevistas, charges, assuntos, temas, debates em foco, posicionando-se de maneira ética e respeitosa frente a esses textos e opiniões a eles relacionadas. (EF67LP03) Comparar informações sobre um mesmo fato divulgadas em diferentes veículos e mídias, analisando e avaliando a confiabilidade. (EF67LP04) Distinguir, em segmentos descontínuos de textos, fato da opinião enunciada em relação a esse mesmo fato. (EF67LP05IC) Identificar e avaliar opiniões e argumentos em textos, manifestando concordância ou discordância. Apreciação e réplica Efeitos de sentido (EF67LP06) Identificar os efeitos de sentido provocados pela seleção lexical, topicalização de elementos e seleção e hierarquização de informações, uso de 3ª pessoa etc. (EF67LP07) Identificar o uso de recursos persuasivos em textos argumentativos diversos (como a elaboração do título, escolhas lexicais, construções metafóricas, a explicitação ou a

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Página: 208 196 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL ocultação de fontes de informação) e perceber seus efeitos de sentido. 3,6,7,10 Efeitos de sentido Exploração da multissemiose Estratégia s de produção: planejamento de textos informativos Produção de textos 1, 2, 3, 5, 7, 10 Textualização, tendo em vista suas condições de produção, as características do gênero em questão, o estabelecimento de coesão, adequação à normapadrão e o uso adequado de ferramentas de edição Estratégias de produção: planejamen to de textos argumentativos e apreciativos (EF67LP08) Identificar os efeitos de sentido devido à escolha de imagens estáticas, sequenciação ou sobreposição de imagens, definição de figura/ fundo, ângulo, profundidade e foco, cores/ tonalidades, relação com o escrito (relações de reiteração, complementação ou oposição) etc. em notícias, reportagens, fotorreportagens, fotodenúncias, memes, gifs, anúncios publicitários e propagandas publicados em jornais, revistas, sites na internet etc. (EF67LP09) Planejar notícia impressa e para circulação em outras mídias (rádio ou TV/ví- deo), tendo em vista as condições de produ- ção do texto – objetivo, leitores/espectadores, veículos e mídia de circulação etc. –, a partir da escolha do fato a ser noticiado (de relevân- cia para a turma, escola ou comunidade), do levantamento de dados e informações sobre o fato – que pode envolver entrevistas com envolvidos ou com especialistas, consultas a fontes, análise de documentos, cobertura de eventos etc.–, do registro dessas informações e dados, da escolha de fotos ou imagens a produzir ou a utilizar etc. e a previsão de uma estrutura hipertextual (no caso de publicação em sites ou blogs noticiosos). (EF67LP10) Produzir notícia impressa, tendo em vista características do gênero – título ou manchete com verbo no tempo presente, li- nha fina (opcional), lide, progressão dada pela ordem decrescente de importância dos fatos, uso de 3ª pessoa, de palavras que indicam pre- cisão – e o estabelecimento adequado de coe- são e produzir notícia para TV, rádio e internet, tendo em vista, além das características do gênero, os recursos de mídias disponíveis e o manejo de recursos de captação e edição de áudio e imagem. (EF67LP11) Planejar resenhas, vlogs, vídeos e podcasts variados e textos e vídeos de apre- sentação e apreciação próprios das culturas juvenis (algumas possibilidades: fanzines, fanclipes, e-zines, gameplay, detonado etc.), dentre outros, tendo em vista as condições de produção do texto – objetivo, leitores/es- pectadores, veículos e mídia de circulação etc. –, a partir da escolha de uma produção ou evento cultural para analisar – livro, filme, sé- rie, game, canção, videoclipe, fanclipe, show, saraus, slams etc. – da busca de informação sobre aprodução ou evento escolhido, da sín- tese de informações sobre a obra/evento e do elenco/seleção de aspectos, elementos ou recursos que possam ser destacados positiva ou negativamente ou da roteirização do passo a passo do game para posterior gravação dos vídeos.

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Página: 209 ENSINO FUNDAMENTAL Produção de textos Textualiza ção de textos argumentativos e apreciativos (EF67LP12) Produzir resenhas críticas, vlogs, vídeos, podcasts variados e produções e gê- neros próprios das culturas juvenis (algumas possibilidades: fanzines, fanclipes, e-zines, gameplay, detonado etc.), que apresentem/ descrevam e/ou avaliem produções culturais (livro, filme, série, game, canção, disco, vide- oclipe etc.) ou evento (show, sarau, slam etc.), tendo em vista o contexto de produção dado, as características do gênero, os recursos das mídias envolvidas e a textualização adequada dos textos e/ou produções. Produção e edição de textos publicitários (EF67LP13) Produzir, revisar e editar textos publicitários, levando em conta o contexto de produção dado, explorando recursos multis- semióticos, relacionando elementos verbais e visuais, utilizando adequadamente estraté- gias discursivas de persuasão e/ou convenci- mento e criando título ou slogan que façam o leitor motivarse a interagir com o texto pro- duzido e se sinta atraído pelo serviço, ideia ou produto em questão. 1, 2, 3, 5, 7, 10 1,2,3,5,7,10 197 Estratégias de produção: planejamento de textos informativos Textualização, tendo em vista suas condições de produção, as características do gênero em questão, o estabelecimento de coesão, adequação à norma-padrão e o uso adequado de ferramentas de edição. Produção e edição de textos publicitários (EF67LP09IC) Planejar tendo em vista as condições de produção do texto – objetivo, leitores/espectadores, veículos e mídia de circulaçãoetc. (EF67LP10IC) Produzir notícia, tendo em vista características do gênero – título ou manchete com verbo no tempo presente, linha fina (opcional), lide, progressão dada pela ordem decrescente de importância dos fatos, uso de 3ª pessoa, de palavras que indicam precisão – e o estabelecimento adequado de coesão (EF67LP13IC) Planejar, produzir, revisar e editar textos publicitários, levando em conta o contexto de produção dado, explorando recursos multissemióticos, relacionando elementos verbais e visuais, utilizando adequadamente estratégias discursivas de persuasão e/ou convencimento e criando título ou slogan que façam o leitor motivar-se a interagir com o texto produzido e se sinta atraído pelo serviço, ideia ou produto em questão.

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Página: 210 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 1, 2, 3, 5, 7, 10 Oralidade 1,2,3,5,7,10 Planejamen to e produção de entrevistas orais Planejamento e produção de entrevistas orais (EF67LP14) Definir o contexto de produção da entrevista (objetivos, o que se pretende conse- guir, por que aquele entrevistado etc.), levan- tar informações sobre o entrevistado e sobre o acontecimento ou tema em questão, preparar o roteiro de perguntar e realizar entrevista oral com envolvidos ou especialistas relacionados com o fato noticiado ou com o tema em pau- ta, usando roteiro previamente elaborado e formulando outras perguntas a partir das res- postas dadas, e, quando for o caso, selecionar partes, transcrever e proceder a uma edição escrita do texto, adequando-o a seu contexto de publicação, à construção composicional do gênero e garantindo a relevância das informa- ções mantidas e a continuidade temática. (EF67LP14IC) Definir o contexto de produção da entrevista (objetivos, o que se pretende conseguir, porque aquele entrevistado etc.), levantar informações sobre o entrevistado e sobre o acontecimento ou tema em questão, preparar o roteiro de perguntar e realizar entrevista oral com envolvidos ou especialistas relacionados com o fato noticiado ou com o tema em pauta, usando roteiro previamente elaborado e formulando outras perguntas a partir das respostas dadas. CAMPOS DE ATUAÇÃO: CAMPO DE ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA PRÁTICAS DE LINGUAGEM Leitura COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 1, 2, 3, 5, 7 2, 3, 5, 6 OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES Estratégias e procedimentos de leitura em textos legais e normativos (EF67LP15) Identificar a proibição imposta ou o direito garantido e as circunstâncias de sua aplicação em artigos relativos a normas, regi- mentos escolares, regimentos e estatutos da sociedade civil, regulamentações para o mer- cado publicitário, Código de Defesa do Consumidor, Código Nacional de Trânsito, ECA, Constituição, dentre outros. Contexto de produção, circulação e recepção de textos e práticas relacionadas à defesa de direitos e à participação social (EF67LP16) Explorar e analisar espaços de re- clamação de direitos e de envio de solicitações (tais como ouvidorias, SAC, canais ligados a órgãos públicos, plataformas do consumidor, plataformas de reclamação) bem como de textos pertencentes a gêneros que circulam nesses espaços, reclamação ou carta de reclamação, solicitação ou carta de solicitação, como forma de ampliar as possibilidades de produção desses textos em casos que reme- tam a reivindicações que envolvam a escola, a comunidade ou algum de seus membros, como forma de se engajar na busca de solução de problemas pessoais, dos outros e coletivos. 198

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Página: 211 ENSINO FUNDAMENTAL Leitura 6, 2, 4, 5 Relação entre contexto de produção e característica s composicion ais e estilísticas dos gêneros (carta de solicitação, carta de reclamação, petição online, carta aberta, abaixoassinado, proposta etc.) 199 (EF67LP17) Analisar, a partir do contexto de produção, a forma de organização das cartas de solicitação e de reclamação (datação, for- ma de início, apresentação contextualizada do pedido ou da reclamação, em geral acompa- nhada de explicações, argumentos e/ou rela- tos do problema, fórmula de finalização mais ou menos cordata, dependendo do tipo de carta e subscrição) e algumas das marcas lin- guísticas relacionadas à argumentação, expli- cação ou relato de fatos, como forma de possi- bilitar a escrita fundamentada de cartas como essas ou de postagens em canais próprios de reclamações e solicitações em situações que envolvam questões relativas à escola, à comu- nidade ou a algum dos seus membros. Apreciação e réplica 2, 3, 4, 5 1,2,3,5,7 2,3,5,6 Produção de textos 1, 2, 3, 5 1,2,3,5 Estratégias, procedimentos de leitura em textos reivindicatórios ou propositivos (EF67LP18) Identificar o objeto da reclamação e/ou da solicitação e sua sustentação, explica- ção ou justificativa, de forma a poder analisar a pertinência da solicitação ou justificação. Estratégias e procedimentos de leitura em textos legais e normativos (EF67LP15) Identificar a proibição imposta ou o direito garantido e as circunstâncias de sua aplicação em artigos relativos a normas, regimentos escolares, regimentos e estatutos da sociedade civil, regulamentações para o mercado publicitário, Código de Defesa do Consumidor, Código Nacional de Trânsito, ECA, Constituição, dentre outros. Contexto de produção, circulação e recepção de textos e práticas relacionadas à defesa de direitos e à participação social. (EF67LP16IC) Explorar e analisar espaços de reclamação de direitos e de envio de solicitações, com mediação, bem como de textos pertencentes a gêneros que circulam nesses espaços, como forma de ampliar as possibilidades de produção desses textos em casos que remetam a reivindicações que envolvam a escola, a comunidade ou algum de seus membros, como também de se engajar na busca de solução de problemas pessoais, dos outros e coletivos. Estratégia de produção: planejament o de textos reivindicatórios ou propositivos (EF67LP19) Realizar levantamento de ques- tões, problemas que requeiram a denúncia de desrespeito a direitos, reivindicações, recla- mações, solicitações que contemplem a co- munidade escolar ou algum de seus membros e examinar normas e legislações. Estratégia de produção: planejamento de textos reivindicatórios oupropositivos (EF67LP19) Realizar levantamento de questões, problemas que requeiram a denúncia de desrespeito a direitos, reivindicações, reclamações, solicitações que contemplem a comunidade escolar ou algum de seus membros e examinar normas e legislações.

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Página: 212 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL CAMPOS DE ATUAÇÃO: CAMPO ARTÍSTICOLITERÁRIO PRÁTICAS DE LINGUAGEM Leitura COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 1, 2, 3, 5, 9, 10 1, 3, 6, 7, 9 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Relação entre textos (EF67LP27) Analisar, entre os textos literários e entre estes e outras manifestações artísticas (como cinema, teatro, música, Artes Visuais e midiáticas), referências explícitas ou implíci- tas a outros textos, quanto aos temas, personagens e recursos literários e semióticos. Estratégias de leitura Apreciação e réplica (EF67LP28) Ler, de forma autônoma, e compreender – selecionando procedimentos e estratégias de leitura adequados a diferentes objetivos e levando em conta características dos gêneros e suportes –, romances infanto- juvenis, contos populares, contos de terror, lendas brasileiras, indígenas e africanas, narrativas de aventuras, narrativas de enigma, mitos, crônicas, autobiografias, histórias em quadrinhos, mangás, poemas de forma livre e fixa (como sonetos e cordéis), videopoemas, poemas visuais, dentre outros, expressando avaliação sobre o texto lido e estabelecendo preferências por gêneros, temas, autores. Leitura 1, 2, 3, 5, 9, 10 HABILID ADES Reconstrução da textualidade Efeitos desentidos provocados pelos usos de recursos linguísticos e multissemióticos Relação entre textos Estratégias de leitura Apreciação e réplica (EF67LP29) Identificar, em texto dramático, personagem, ato, cena, fala e indicações cêni- cas e a organização do texto: enredo, conflitos, ideias principais, pontos de vista, universos de referência. (EF67LP27IC) Analisar, entre os textos literários e entre estes e outras manifestações artísticas (música, artes visuais e midiáticas), referências explícitas ou implícitas a outros textos, quanto aos temas, personagens e recursos literários e semióticos. (EF67LP28IC) Ler, de forma autônoma, e compreender – selecionando procedimentos e estratégias de leitura adequados a diferentes objetivos e levando em conta características dos gêneros e suportes –contos populares, contos de terror, lendas brasileiras, indígenas e africanas, narrativas de aventuras, narrativas de enigma, mitos, autobiografias, histórias em quadrinhos, mangás, poemas de forma livre (cordéis), vídeo-poemas, poemas visuais, dentre outros, expressando avaliação sobre o texto lido e estabelecendo preferências por gêneros, temas, autores. 200

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Página: 213 ENSINO FUNDAMENTAL Produção de textos 3, 5, 9 1,2,3,5,10 Construção da textualidad e Relação entre textos Estratégias de escrita: textualização,revis ão e edição Construção da textualidade Relação entre textos Conversação espontânea Oralidade 1,2,3,5,10 Procedimentos de apoio à compreensão Tomada de nota 201 (EF67LP30) Criar narrativas ficcionais, tais como contos populares, contos de suspense, mistério, terror, humor, narrativas de enigma, crônicas, histórias em quadrinhos, dentre ou- tros, que utilizem cenários e personagens rea- listas ou de fantasia, observando os elemen- tos da estrutura narrativa próprios ao gênero pretendido, tais como enredo, personagens, tempo, espaço e narrador, utilizando tempos verbais adequados à narração de fatos passados, empregando conhecimentos sobre dife- rentes modos de se iniciar uma história e de inserir os discursos direto e indireto. (EF67LP31) Criar poemas compostos por ver- sos livres e de forma fixa (como quadras e sonetos), utilizando recursos visuais, semân- ticos e sonoros, tais como cadências, ritmos e rimas, e poemas visuais e vídeo-poemas, explorando as relações entre imagem e texto verbal, a distribuição da mancha gráfica (poe- ma visual) e outros recursos visuais e sonoros. (EF67LP22IC) Produzir resumos, a partir das notas e/ou esquemas feitos. (EF67LP30IC) Criar narrativas ficcionais, tais como contos populares, contos de suspense, mistério, terror, humor, narrativas de enigma, histórias em quadrinhos, dentre outros, que utilizem cenários e personagens realistas ou de fantasia, observando os elementos da estrutura narrativa próprios ao gênero pretendido, tais como enredo, personagens, tempo, espaço e narrador, utilizando tempos verbais adequados à narração de fatos passados, empregando conhecimentos sobre diferentes modos de se iniciar uma história e de inserir os discursos direto e indireto. (EF67LP23) Respeitar os turnos de fala na participação em conversações e em discussões ou atividades coletivas, na sala de aula e na escola, e formular perguntas coerentes e adequadas em momentos oportunos em situações de aulas, apresentação oral, seminário etc. (EF67LP24IC) Tomar nota de aulas, apresentações orais, entrevistas, identificando e hierarquizando as informações principais.

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Página: 214 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Análise linguística/ semiótica 1,2,3,5,10 Textualização Progressão temática (EF67LP25IC) Reconhecer e utilizar os critérios de organização tópica (do geral para o específico, do específico para o geral etc.), as marcas linguísticas dessa organização de maneira a organizar mais adequadamente a coesão e a progressão temática dos textos. CAMPOS DE ATUAÇÃO: TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO PRÁTICA S DE LINGUA GEM Análise linguística/ semiótica COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 2, 5 OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES Fono-ortografia (EF67LP32) Escrever palavras com correção ortográfica, obedecendo às convenções da língua escrita. Elementos notacionais da escrita Léxico/morfologia (EF67LP33) Pontuar textos adequadamente. (EF67LP34) Formar antônimos com acréscimo de prefixos que expressam noção de negação. (EF67LP35) Distinguir palavras derivadas por acréscimo de afixos e palavras compostas. Coesão (EF67LP36) Utilizar, ao produzir texto, recursos de coesão referencial (léxica e pronominal) e sequencial e outros recursos expressivos ade- quados ao gênero textual. Sequências textuais (EF67LP37) Analisar, em diferentes textos, os efeitos de sentido decorrentes do uso de re- cursos linguístico-discursivos de prescrição, causalidade, sequências descritivas e exposi- tivas e ordenação de eventos. Figuras de linguag em Léxico/morfologia (EF67LP38) Analisar os efeitos de sentido do uso de figuras de linguagem, como compara- ção, metáfora, metonímia, personificação, hi- pérbole, dentre outras. (EF07LP03) Formar, com base em palavras pri- mitivas, palavras derivadas com os prefixos e sufixos mais produtivos no português. (EF07LP04) Reconhecer, em textos, o verbo como o núcleo das orações. Análise linguística/ semiótica 2, 5 (EF07LP05) Identificar, em orações de textos lidos ou de produção própria, verbos de pre- dicação completa e incompleta: intransitivos e transitivos. (EF07LP06) Empregar as regras básicas de concordância nominal e verbal em situações comunicativas e na produção de textos. 202

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Página: 215 ENSINO FUNDAMENTAL 203 (EF07LP07) Identificar, em textos lidos ou de produção própria, a estrutura básica da ora- ção: sujeito, predicado, complemento (objetos direto e indireto). Morfossintaxe (EF07LP08) Identificar, em textos lidos ou de produção própria, adjetivos que ampliam o sentido do substantivo sujeito ou complemen- to verbal. (EF07LP09) Identificar, em textos lidos ou de produção própria, advérbios e locuções ad- verbiais que ampliam o sentido do verbo nú- cleo da oração. (EF07LP10) Utilizar, ao produzir texto, conhe- cimentos linguísticos e gramaticais: modos e tempos verbais, concordância nominal e ver- bal, pontuação etc. (EF07LP11) Identificar, em textos lidos ou de produção própria, períodos compostos nos quais duas orações são conectadas por vírgu- la ou por conjunções que expressem soma de sentido (conjunção “e”) ou oposição de senti- dos (conjunções “mas”, “porém”). Análise linguística/ semiótica Semântica Coesão (EF07LP12) Reconhecer recursos de coesão referencial: substituições lexicais (de substan- tivos por sinônimos) ou pronominais (uso de pronomes anafóricos – pessoais, possessivos, demonstrativos). Coesão (EF07LP13) Estabelecer relações entre partes do texto, identificando substituições lexicais (de substantivos por sinônimos) ou pronomi- nais (usode pronomes anafóricos – pessoais, possessivos, demonstrativos), que contri- buem para a continuidade do texto. Modalização (EF07LP14) Identificar, em textos, os efeitos de sentido do uso de estratégias de modalização e argumentatividade. Fono-ortografia (EF67LP32) Escrever palavras com correção ortográfica, obedecendo às convenções da língua escrita. 2, 5 Elementos notacionais da escrita Léxico/morfologi a Léxico/morfologi a Coesão (EF67LP33) Pontuar textos adequadamente. (EF67LP34) Formar antônimos com acréscimo de prefixos que expressam noção de negação. (EF67LP35) Distinguir palavras derivadas por acréscimo de afixos e palavras compostas. (EF67LP36) Utilizar, ao produzir texto, recursos de coesão referencial (léxica e pronominal) e sequencial e outros recursos expressivos adequados ao gênero textual.

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Página: 216 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Sequências textuais (EF67LP37IC) Analisar, em diferentes textos, os efeitos de sentido decorrentes do uso de recursos linguístico-discursivos. Figuras de linguagem (EF67LP38) Analisar os efeitos de sentido do uso de figuras de linguagem, como comparação, metáfora, metonímia, personificação, hipérbole, dentre outras. Léxico/morfologi a (EF07LP03) Formar, com base em palavras primitivas, palavras derivadas com os prefixos e sufixos mais produtivos no português. Morfossintaxe (EF07LP04) Reconhecer, em textos, o verbo como o núcleo das orações. Morfossintaxe Morfossintaxe Morfossintaxe Morfossintaxe Morfossintaxe Morfossintaxe Morfossintaxe Coesão Modalização (EF07LP05) Identificar, em orações de textos lidos ou de produção própria, verbos de predicação completa e incompleta: intransitivos e transitivos. (EF07LP06) Empregar as regras básicas de concordância nominal e verbal em situações comunicativas e na produção de textos (EF07LP07) Identificar, em textos lidos ou de produção própria, a estrutura básica da oração: sujeito, predicado, complemento (objetos direto e indireto). (EF07LP08) Identificar, em textos lidos ou de produção própria, adjetivos que ampliam o sentido do substantivo sujeito ou complemento verbal. (EF07LP09) Identificar, em textos lidos ou de produção própria, advérbios e locuções adverbiais que ampliam o sentido do verbo núcleo da oração. (EF07LP10) Utilizar, ao produzir texto, conhecimentos linguísticos e gramaticais: modos e tempos verbais, concordância nominal e verbal, pontuação etc. (EF07LP11) Identificar, em textos lidos ou de produção própria, períodos compostos nos quais duas orações são conectadas por vírgula ou por conjunções que expressem soma de sentido (conjunção “e”) ou oposição de sentidos (conjunções “mas”, “porém”). (EF07LP13) Estabelecer relações entre partes do texto, identificando substituições lexicais (de substantivos por sinônimos) ou pronominais (uso de pronomes anafóricos – pessoais, possessivos, demonstrativos), que contribuem para a continuidade do texto. (EF07LP14) Identificar, em textos, os efeitos de sentido do uso de estratégias de modalização e argumentatividade. 204

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Página: 217 ENSINO FUNDAMENTAL Produção de textos 2,5 205 Construção da textualidade Relação entre textos (EF67LP31IC) Criar poemas compostos por versos livres (como quadras), utilizando recursos visuais, semânticos e sonoros, tais como cadências, ritmos e rimas, e poemas visuais e vídeopoemas, explorando as relações entre imagem e texto verbal, a distribuição da mancha gráfica (poema visual) e outros recursos visuais e sonoros. CAMPOS DE ATUAÇÃO: PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA PRÁTICAS DE LINGUAGEM Leitura Produção de textos COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 1, 2, 3, 5, 10 1, 2, 3, 5, 10 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Curadoria de informaçã o Estratégias de escrita: textualizaç ão, revisão e edição Conversa ção espontâne a Oralidade 1, 2, 3, 5, 10 Procediment os de apoio à compreensã o Tomada de nota Análise linguística/ semiótica 1, 2, 3, 5, 10 HABILID ADES (EF67LP20) Realizar pesquisa, a partir de recor- tes e questões definidos previamente, usando fontes indicadas e abertas. (EF67LP21) Divulgar resultados de pesquisas por meio de apresentações orais, painéis, arti- gos de divulgação científica, verbetes de enci- clopédia, podcasts científicos etc. (EF67LP22) Produzir resumos, a partir das no- tas e/ou esquemas feitos, com o uso adequado de paráfrases e citações. (EF67LP23) Respeitar os turnos de fala na par- ticipação em conversações e em discussões ou atividades coletivas, na sala de aula e na esco- la, e formular perguntas coerentes e adequa- das em momentos oportunos em situações de aulas, apresentação oral, seminário etc. (EF67LP24) Tomar nota de aulas, apresenta- ções orais, entrevistas (ao vivo, áudio, TV, vídeo), identificando e hierarquizando as in- formações principais, tendo em vista apoiar o estudo e a produção de sínteses e reflexões pessoais ou outros objetivos em questão. Textualização Progressão temática (EF67LP25) Reconhecer e utilizar os critérios de organização tópica (do geral para o específico, do específico para o geral etc.), as marcas lin- guísticas dessa organização (marcadores de ordenação e enumeração, de explicação, defi- nição e exemplificação, por exemplo) e os mecanismos de paráfrase, de maneira a organizar mais adequadamente a coesão e a progressão temática de seus textos. Textualização (EF67LP26) Reconhecer a estrutura de hiper- texto em textos de divulgação científica e pro- ceder à remissão a conceitos e relações por meio de notas de rodapés ou boxes. 8º ANO CAMPOS DE ATUAÇÃO: CAMPO JORNALÍSTICO-MIDIÁTICO

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Página: 218 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL PRÁTICA S DE LINGUA GEM Leitura Produção de textos Leitura COMPETÊN CIAS ESPECÍFI CAS 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Reconstruçã o do contexto de produção, circulação e recepção de textos Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros em circulação, mídias e práticas da cultura digital HABILID ADES (EF08LP01) Identificar e comparar as várias editorias de jornais impressos e digitais e de sites noticiosos, de forma a refletir sobre os ti- pos de fato que são noticiados e comentados, as escolhas sobre o que noticiar e o que não noticiar e o destaque/enfoque dado e a fide- dignidade da informação. Relação entre textos (EF08LP02) Justificar diferenças ou semelhan- ças no tratamento dado a uma mesma infor- mação veiculada em textos diferentes, consul- tando sites e serviços de checadores de fatos. Textualiza ção de textos argumentativos e apreciativos (EF08LP03) Produzir artigos de opinião, tendo em vista o contexto de produção dado, a defe- sa de um ponto de vista, utilizando argumen- tos e contraargumentos e articuladores de coesão que marquem relações de oposição, contraste, exemplificação, ênfase. Reconstruç ão do contexto de produção, circulação e recepção de textos Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros em circulação, mídias e práticas da cultura digital (EF89LP01) Analisar os interesses que movem o campo jornalístico, os efeitos das novas tec- nologias no campo e as condições que fazem da informação uma mercadoria, de forma a poder desenvolver uma atitude crítica frente aos textos jornalísticos. Reconstruç ão do contexto de produção, circulação e recepção de textos Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros em circulação, mídias e práticas da cultura digital (EF89LP02) Analisar diferentes práticas (curtir, compartilhar, comentar, curar etc.) e textos pertencentes a diferentes gêneros da cultura digital (meme, gif, comentário, charge digital etc.) envolvidos no trato com a informação e opinião, de forma a possibilitar uma presença mais crítica e ética nas redes. 206

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Página: 219 ENSINO FUNDAMENTAL Estratégia de leitura: apreender os sentidos globais do texto Apreciação e réplica Leitura 207 (EF89LP03) Analisar textos de opinião (artigos de opinião, editoriais, cartas de leitores, co- mentários, posts de blog e de redes sociais, charges, memes, gifs etc.) e posicionar-se de forma crítica e fundamentada, ética e respei- tosa frente a fatos e opiniões relacionados a esses textos. (EF89LP04) Identificar e avaliar teses/opiniões/ posicionamentos explícitos e implícitos, argu- mentos e contraargumentos em textos argu- mentativos do campo (carta de leitor, comen- tário, artigo de opinião, resenha crítica etc.), posicionando-se frente à questão controversa de forma sustentada. (EF89LP05) Analisar o efeito de sentido produ- zido pelo uso, em textos, de recurso a formas de apropriação textual (paráfrases, citações, discurso direto, indireto ou indireto livre). 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Efeitos de sentido Efeitos de sentido Exploração da multissemi ose Relação entre textos Reconstrução do contexto de produção, circulação e recepção de textos Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros em circulação, mídias e práticas da cultura digital (EF89LP06) Analisar o uso de recursos per- suasivos em textos argumentativos diversos (como a elaboração do título, escolhas lexicais, construções metafóricas, a explicitação ou a ocultação de fontes de informação) e seus efeitos de sentido. (EF89LP07) Analisar, em notícias, reportagens e peças publicitárias em várias mídias, os efeitos de sentido devido ao tratamento e à composição dos elementos nas imagens em movimento, à performance, à montagem feita (ritmo, duração e sincronização entre as linguagens – complementaridades, interfe- rências etc.) e ao ritmo, melodia, instrumen- tos e sampleamentos das músicas e efeitos sonoros. (EF08LP02) Justificar diferenças ou semelhanças no tratamento dado a uma mesma informação veiculada em textos diferentes, consultando sites e serviços de checadores de fatos. (EF89LP01) Analisar os interesses que movem o campo jornalístico, os efeitos das novas tecnologias no campo e as condições que fazem da informação uma mercadoria, de forma a poder desenvolver uma atitude crítica frente aos textos jornalísticos.

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Página: 220 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Reconstrução do contexto de produção, circulação e recepção de textos Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros em circulação, mídias e práticas da cultura digital. Estratégia de leitura: apreender os sentidos globais do texto (EF89LP02) Analisar diferentes práticas (curtir, compartilhar, comentar, curar etc.) e textos pertencentes a diferentes gêneros da cultura digital (meme, gif, comentário, charge digital etc.) envolvidos no trato com a informação e opinião, de forma a possibilitar uma presença mais crítica e ética nas redes. (EF89LP03IC) Analisar textos de opinião e posicionarse de forma crítica e fundamentada, ética e respeitosa frente a fatos e opiniões relacionados a esses textos. Apreciação e réplica Estratégia de leitura: apreender os sentidos globais do texto Apreciação e réplica Produção de textos 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 (EF89LP04) Identificar e avaliar explícitos e opiniões/posicionamentos implícitos, argumentos e contra-argumentos em textos argumentativos do campo, posicionando-se frente à questão controversa de forma sustentada. Estratégia de produção: planejamento de textos informativos (EF89LP08) Planejar reportagem impressa e em outras mídias (rádio ou TV/vídeo, sites), tendo em vista as condições de produção do texto – objetivo, leitores/espectadores, veí- culos e mídia de circulação etc. –, a partir da escolha do fato a ser aprofundado ou do tema a ser focado (de relevância para a turma, es- cola ou comunidade), do levantamento de da- dos e informações sobre o fato ou tema – que pode envolver entrevistas com envolvidos ou com especialistas, consultas a fontes diversas, análise de documentos, cobertura de eventos etc. –, do registro dessas informações e dados, da escolha de fotos ou imagens a produzir ou a utilizar etc., da produção de infográficos, quando for o caso, e da organização hipertex- tual (no caso a publicação em sites ou blogs noticiosos ou mesmo de jornais impressos, por meio de boxes variados). Estratégia de produção: textualização de textos informativos (EF89LP09) Produzir reportagem impressa, com título, linha fina (optativa), organização composicional (expositiva, interpretativa e/ou opinativa), progressão temática e uso de recursos linguísticos compatíveis com as es- colhas feitas e reportagens multimidiáticas, tendo em vista as condições de produção, as características do gênero, os recursos e mídias disponíveis, sua organização hipertextual e o manejo adequado de recursos de captação e edição de áudio e imagem e adequação à nor- mapadrão. 208

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Página: 221 ENSINO FUNDAMENTAL Produção de textos 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Estratégia de produção: planejament o de textos argumentativos e apreciativos Estratégia s de produção: planejamento, textualização, revisão e edição de textos publicitários Textualização de textos argumentativos e apreciativos Estratégia de produção: textualização de textos informativos Estratégias de produção: planejamento, textualização, revisão e edição de textos publicitários. 209 (EF89LP10) Planejar artigos de opinião, tendo em vista as condições de produção do texto – objetivo, leitores/espectadores, veículos e mídia de circulação etc. –, a partir da escolha do tema ou questão a ser discutido(a), da re- levância para a turma, escola ou comunidade, do levantamento de dados e informações so- bre a questão, de argumentos relacionados a diferentes posicionamentos em jogo, da defi- nição – o que pode envolver consultas a fontes diversas, entrevistas com especialistas, análise de textos, organização esquemática das informações e argumentos –, dos (tipos de) argumentos e estratégias que se pretendem utilizar para convencer os leitores. (EF89LP11) Produzir, revisar e editar peças e campanhas publicitárias, envolvendo o uso articulado e complementar de diferentes pe- ças publicitárias: cartaz, banner, indoor, folheto, panfleto, anúncio de jornal/revista, para in- ternet, spot, propaganda de rádio, TV, a partir da escolha da questão/problema/causa signi- ficativa para a escola e/ou a comunidade es- colar, da definição do público-alvo, das peças que serão produzidas, das estratégias de persuasão e convencimento que serão utilizadas. (EF08LP03IC) Produzir artigos de opinião, com mediação, tendo em vista o contexto de produção dado, a defesa de um ponto de vista, utilizando argumentos e contra-argumentos. (EF89LP09IC) Produzir reportagem impressa, progressão temática e uso de recursos linguísticos compatíveis com as escolhas feitas e reportagens multimidiáticas, tendo em vista as condições de produção, as características do gênero, os recursos e mídias disponíveis e adequação à norma-padrão. (EF89LP11IC) Produzir, revisar e editar peças publicitárias: cartaz, banner, indoor, folheto, panfleto, spot, propaganda de rádio, a partir da escolha da questão/problema/causa significativa para a escola e/ou a comunidade escolar e a definição do público-alvo.

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Página: 222 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Oralidade Oralidade 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Estratégia s de produção: planejamento e participação em debates regrados Estratégia s de produção: planejamento, realização e edição de entrevistas orais Estratégias de produção:planeja mento, realização e edição de entrevistas orais. Estilo (EF89LP12) Planejar coletivamente a realiza- ção de um debate sobre tema previamente definido, de interesse coletivo, com regras acordadas, e planejar, em grupo, participação em debate, a partir do levantamento de infor- mações e argumentos que possam sustentar o posicionamento a ser defendido (o que pode envolver entrevistas com especialistas, con- sultas a fontes diversas, o registro das infor- mações e dados obtidos etc.), tendo em vista as condições de produção do debate – perfil dos ouvintes e demais participantes, objetivos do debate, motivações para sua realização, argumentos e estratégias de convencimento mais eficazes etc. –, e participar de debates re- grados na condição de membro de uma equipe de debatedor, apresentador/mediador, espec- tador (com ou sem direito a perguntas), e/ou de juiz/avaliador, como forma de compreender o funcionamento do debate e poder parti- cipar de forma convincente, ética, respeitosa e crítica e desenvolver uma atitude de respeito e diálogo para com as ideias divergentes. (EF89LP13) Planejar entrevistas orais com pessoas ligadas ao fato noticiado, especialistas etc., como forma de obter dados e informações sobre os fatos cobertos sobre o tema ou questão discutidos ou temático em estudo, levando em conta o gênero e seu con- texto de produção, partindo do levantamento de informações sobre o entrevistado e sobre a temática e da elaboração de um roteiro de perguntas, garantindo a relevância das infor- mações mantidas e acontinuidade temática; realizar entrevista e fazer edição em áudio ou vídeo, incluindo uma contextualização inicial e uma fala de encerramento para publicação da entrevista isoladamente ou como parte integrante de reportagem multimidiática, adequando-a a seu contexto de publicação e garantindo a relevância das informações man- tidas e a continuidade temática. (EF89LP13IC) Planejar entrevistas orais como forma de obter dados e informações sobre os fatos cobertos sobre o tema ou questão discutidos ou temático em estudo, levando em conta o gênero e seu contexto de produção, partindo do levantamento de informações sobre o entrevistado e sobre a temática e da elaboração de um roteiro de perguntas, garantindo a relevância das informações mantidas e a continuidade temática; (EF89LP15) Utilizar, nos debates, operadores argumentativos que marcam a defesa de ideia e de diálogo com a tese do outro: concordo, discordo, concordo parcialmente, do meu ponto de vista, na perspectiva aqui assumida etc. 210

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Página: 223 ENSINO FUNDAMENTAL 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Argumentação: movimentos argumentativos, tipos de argumento e força argumentativa (EF89LP14) Analisar, em textos argumentativos e propositivos, os movimentos argumentativos de sustentação, refutação e negociação e os tipos de argumentos, avaliando a força/tipo dos argumentos utilizados. Estilo (EF89LP15) Utilizar, nos debates, operadores argumentativos que marcam a defesa de ideia e de diálogo com a tese do outro: concordo, discordo, concordo parcialmente, do meu ponto de vista, na perspectiva aqui assumida etc. Modalização (EF89LP16) Analisar a modalização realizada em textos noticiosos e argumentativos, por meio das modalidades apreciativas, viabiliza- das por classes e estruturas gramaticais como adjetivos, locuções adjetivas, advérbios, lo- cuções adverbiais, orações adjetivas e adver- biais, orações relativas restritivas e explicati- vas etc., de maneira a perceber a apreciação ideológica sobre os fatos noticiados ou as po- sições implícitas ou assumidas. Análise linguística/ semiótica 3, 4, 5 211

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Página: 224 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. CAMPOS DE ATUAÇÃO: CAMPO DE ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA PRÁTICAS DE LINGUAGEM COMPETÊN CIAS ESPECÍFI CAS 2, 3, 4, 5 Leitura OBJETOS DE CONHECIM ENTO Reconstruç ão do contexto de produção, circulação e recepção de textos legais e normativos HABILID ADES (EF89LP17) Relacionar textos e documentos legais e normativos de importância universal, nacional ou local que envolvam direitos, em es- pecial, de crianças, adolescentes e jovens – tais como a Declaração dos Direitos Humanos, a Constituição Brasileira, o ECA – e a regulamen- tação da organização escolar – por exemplo, regimento escolar –, a seus contextos de pro- dução, reconhecendo e analisando possíveis motivações, finalidades e sua vinculação com experiências humanas e fatos históricos e so- ciais, como forma de ampliar a compreensão dos direitos e deveres, de fomentar os prin- cípios democráticos e uma atuação pautada pela ética da responsabilidade (o outro tem di- reito a uma vida digna tanto quanto eu tenho). Contexto de produção, circulação e recepção de textos e práticas relacionadas à defesa de direitos e à participação social (EF89LP18) Explorar e analisar instâncias e canais de participação disponíveis na escola (conselho de escola, outros colegiados, grê- mio livre), na comunidade (associações, cole- tivos, movimentos etc.), no município ou no país, incluindo formas de participação digital, como canais e plataformas de participação (como portal e-cidadania), serviços, portais e ferramentas de acompanhamentos do trabalho de políticos e de tramitação de leis, canais de educação política, bem como de propostas e proposições que circulam nesses canais, de forma a participar do debate de ideias e pro- postas na esfera social e a engajar-se com a busca de soluções para problemas ou ques- tões que envolvam a vida da escola e da comunidade. Relação entre contexto de produção e característica s composicion ais e estilísticas dos gêneros Apreciação e réplica (EF89LP19) Analisar, a partir do contexto de produção, a forma de organização das cartas abertas, abaixo-assinados e petições on-line (identificação dos signatários, explicitação da reivindicação feita, acompanhada ou não de uma breve apresentação da problemática e/ou de justificativas que visam sustentar a reivindicação) e a proposição, discussão e aprova- ção de propostas políticas ou de soluções para problemas de interesse público, apresentadas ou lidas nos canais digitais de participação, identificando suas marcas linguísticas, como forma de possibilitar a escrita ou subscrição consciente de abaixo-assinados e textos des- sa natureza e poder se posicionar de forma crítica e fundamentada frente às propostas. 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 212

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Página: 225 ENSINO FUNDAMENTAL Leitura 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Estratégias e procedimentos de leitura em textos reivindicatórios ou propositivos 2, 3, 4, 5 Reconstrução do contexto de produção, circulação e recepção de textos legais e normativos. 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Contexto de produção, circulação e recepção de textos e práticas relacionadas à defesa de direitos e à participação social 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Curadoria de informação 213 (EF89LP20) Comparar propostas políticas e de solução de problemas, identificando o que se pretende fazer/implementar, por que (motiva- ções, justificativas), para que (objetivos, bene- fícios e consequências esperados), como (ações e passos), quando etc. e a forma de avaliar a eficácia da proposta/solução, contrastando dados e informações de diferentes fontes, identificando coincidências, complementaridades e contradições, de forma a poder compreender e posicionar-se criticamente sobre os dados e in- formações usados em fundamentação de pro- postas e analisar a coerência entre os elemen- tos, de forma a tomar decisões fundamentadas. (EF89LP17) Relacionar textos e documentos legais e normativos de importância universal, nacional ou local que envolvam direitos, em especial, de crianças, adolescentes e jovens – tais como a Declaração dos Direitos Humanos, a Constituição Brasileira, o ECA e a regulamentação da organização escolar – por exemplo, regimento escolar -, a seus contextos de produção, reconhecendo e analisando possíveis motivações, finalidades e sua vinculação com experiências humanas e fatos históricos e sociais, como forma de ampliar a compreensão dos direitos e deveres, de fomentar os princípios democráticos e uma atuação pautada pela ética da responsabilidade (o outro tem direito a uma vida digna tanto quanto eu tenho). (EF89LP18IC) Explorar e analisar instâncias e canais de participação disponíveis na escola/no município de forma a participar do debate de ideias e propostas na esfera social e a engajar-se com a busca de soluções para problemas ou questões que envolvam a vida da escola e da comunidade. (EF89LP24) Realizar pesquisa, estabelecendo o recorte das questões, usando fontes abertas e confiáveis.

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Página: 226 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Produção de textos 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Estratégia de produção: planejament o de textos reivindicatórios ou propositivos Estratégia de produção: planejamento de textos reivindicatórios ou propositivos Estratégias de escrita: textualização, revisão e edição Oralidade 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Escuta Apreender o sentido geral dos textos Apreciação e réplica Produção/proposta Escuta Apreender o sentido geral dos textos Apreciação e réplica Produção/ Proposta Conversação espontânea (EF89LP21) Realizar enquetes e pesquisas de opinião, de forma a levantar prioridades, pro- blemas a resolver ou propostas que possam contribuir para melhoria da escola ou da co- munidade, caracterizar demanda/necessida- de, documentando-a de diferentes maneiras por meio de diferentes procedimentos, gêne- ros e mídias, e, quando for o caso, selecionar informações e dados relevantes de fontes pertinentes diversas (sites, impressos, vídeos etc.), avaliando a qualidade e a utilidade dessas fontes, que possam servir de contextualização e fundamentação de propostas, de forma a justificar a proposição de propostas, projetos culturais e ações de intervenção. (EF89LP21IC) Realizar enquetes e pesquisas de opinião, de forma a levantar prioridades, problemas a resolver ou propostas que possam contribuir para melhoria da escola ou da comunidade, necessidade, caracterizar demanda/ documentando-a de diferentes maneiras por meio de diferentes procedimentos de forma impressa em vídeo, etc. (EF89LP25IC) Divulgar o resultado de pesquisas por meio de apresentações orais e vídeos de diferentes tipos etc. (EF89LP22) Compreender e comparar as dife- rentes posições e interesses em jogo em uma discussão ou apresentação de propostas, avaliando a validade e força dos argumentos e as consequências do que está sendo propos- to, e, quando for o caso, formular e negociar propostas de diferentes naturezas relativas a interesses coletivos envolvendo a escola ou comunidade escolar. (EF89LP22IC) Compreender e comparar as diferentes posições e interesses em jogo em uma discussão ou apresentação de propostas, avaliando a validade e força dos argumentos e as consequências do que está sendo proposto. (EF89LP27) Tecer considerações e formular problematizaçõespertinentes, em momentos oportunos, em situações de aulas, apresentação oral, seminário etc. 214

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Página: 227 ENSINO FUNDAMENTAL Procedimentos de apoio à compreensão Tomada de nota Análise linguística/ semiótica 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Movimentos argumentativ os e força dos argumentos Modalização Leitura Produção de textos 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Curadoria de informaçã o Estratégias de escrita: textualizaç ão, revisão e edição Conversa ção espontâne a Oralidade 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Procediment os de apoio à compreensã o Tomada de nota 215 (EF89LP28IC) Tomar nota de vídeoaulas, apresentações multimídias, documentários e afins, identificando, em função dos objetivos, informações principais para apoio ao estudo e realizando, quando necessário, uma síntese final que destaque e reorganize os pontos ou conceitos centrais (EF89LP23) Analisar, em textos argumentati- vos, reivindicatórios e propositivos, os movimentos argumentativos utilizados (susten- tação, refutação e negociação), avaliando a força dos argumentos utilizados. (EF89LP31IC) Analisar e utilizar modos de indicar uma avaliação sobre o valor de verdade e as condições de uma proposição, tais como os asseverativos – quando se concorda com (“realmente, evidentemente, naturalmente, efetivamente, claro, certo, lógico, sem dúvida” etc.) ou discorda de (“de jeito nenhum, de forma alguma”) uma ideia; e os quase asseverativos, que indicam que se considera o conteúdo como quase certo (“talvez, assim, possivelmente, provavelmente, eventualmente”). (EF89LP24) Realizar pesquisa, estabelecendo o recorte das questões, usando fontes abertas e confiáveis. (EF89LP25) Divulgar o resultado de pesquisas por meio deapresentações orais, verbetes de enciclopédias colaborativas, reportagens de divulgação científica, vlogs científicos, vídeos de diferentes tipos etc. (EF89LP26) Produzir resenhas, a partir das no- tas e/ou esquemas feitos, com o manejo ade- quado das vozes envolvidas (do resenhador, do autor da obra e, se for o caso, também dos autores citados na obra resenhada), por meio do uso de paráfrases, marcas do discurso re- portado e citações. (EF89LP27) Tecer considerações e formular problematizações pertinentes, em momentos oportunos, em situações de aulas, apresenta- ção oral, seminário etc. (EF89LP28) Tomar nota de videoaulas, aulas digitais, apresentações multimídias, vídeos de divulgação científica, documentários e afins, identificando, em função dos objetivos, in- formações principais para apoio ao estudo e realizando, quando necessário, uma síntese final que destaque e reorganize os pontos ou conceitos centrais e suas relações e que, em alguns casos, seja acompanhada de reflexões pessoais, que podem conter dúvidas, questio- namentos, considerações etc.

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Página: 228 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 2, 5 Análise linguística/ semiótica Textualização Progress ão temática (EF89LP29) Utilizar e perceber mecanismos de progressão temática, tais como retoma- das anafóricas (“que, cujo, onde”, pronomes do caso reto e oblíquos, pronomes demons- trativos, nomes correferentes etc.), catáforas (remetendo para adiante ao invés de retomar o já dito), uso de organizadores textuais, de co- esivos etc., e analisar os mecanismos de reformulação e paráfrase utilizados nos textos de divulgação do conhecimento. Textualização (EF89LP30) Analisar a estrutura de hipertexto e hiperlinks em textos de divulgação científica que circulam na Web e proceder à remissão a conceitos e relações por meio de links. 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Modalização Movimentos argumentativos e força dos argumentos (EF89LP31) Analisar e utilizar modalização epistêmica, isto é, modos de indicar uma ava- liação sobre o valor de verdade e as condições de verdade de uma proposição, tais como os asseverativos – quando se concorda com (“re- almente, evidentemente, naturalmente, efetivamente, claro, certo, lógico, sem dúvida” etc.) ou discorda de (“de jeito nenhum, de for- ma alguma”) uma ideia; e os quase asseverati- vos, que indicam que se considera o conteúdo como quase certo (“talvez, assim, possivelmente, provavelmente, eventualmente”). (EF89LP23IC) Analisar, em textos argumentativos a sustentação, refutação e negociação de ideias, avaliando a força dos argumentos utilizados. CAMPOS DE ATUAÇÃO: CAMPO ARTÍSTICOLITERÁRIO PRÁTICA S DE LINGUA GEM Leitura COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Efeitos de sentido e mecanismos da textualidade HABILID ADES (EF89LP32) Analisar os efeitos de sentido de- correntes do uso de mecanismos de intertex- tualidade (referências, alusões, retomadas) entre os textos literários, entre esses textos literários e outras manifestações artísticas (cinema, teatro, Artes Visuais e midiáticas, música), quanto aos temas, personagens, es- tilos, autores etc., e entre o texto original e pa- ródias, paráfrases, pastiches, trailer honesto, vídeos-minuto, vidding, dentre outros. 216

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Página: 229 ENSINO FUNDAMENTAL Estratégias de leitura Apreciação e réplica Leitura 1, 2, 9 Reconstrução da textualidade e compreensão dos efeitos de sentidos provocados pelos usos de recursos linguísticos e multissemióticos Efeitos de sentido e mecanismos da textualidade Estratégias de leitura Apreciação e réplica Construção da textualidad e Produção de textos 1, 2, 9 Relação entre textos 217 (EF89LP33) Ler, de forma autônoma, e compreender – selecionando procedimentos e estratégias de leitura adequados a diferentes objetivos e levando em conta características dos gêneros e suportes – romances, contos contemporâneos, minicontos, fábulas contemporâneas, romances juvenis, biografias romanceadas, novelas, crônicas visuais, nar- rativas de ficção científica, narrativas de sus- pense, poemas de forma livre e fixa (como haicai), poema concreto, ciberpoema, dentre outros, expressando avaliação sobre o texto lido e estabelecendo preferências por gêne- ros, temas, autores. (EF89LP34) Analisar a organização de texto dramático apresentado em teatro, televisão, cinema, identificando e percebendo os senti- dos decorrentes dos recursos linguísticos e se- mióticos que sustentam sua realização como peça teatral, novela, filme etc. (EF89LP32IC) Analisar os efeitos de sentido decorrentes do uso de mecanismos de intertextualidade (referências, alusões, retomadas) entre os textos literários e outras manifestações artísticas (artes visuais, midiáticas e música). (EF89LP33IC) Ler, de forma autônoma, e compreender – selecionando procedimentos e estratégias de leitura adequados a diferentes objetivos e levando em conta características dos gêneros e suportes, expressando avaliação sobre o texto lido e estabelecendo preferências por gêneros, temas, autores. (EF89LP35) Criar contos ou crônicas (em espe- cial, líricas), crônicas visuais, minicontos, nar- rativas de aventura e de ficção científica, den- tre outros, com temáticas próprias ao gênero, usando os conhecimentos sobre os constituin- tes estruturais e recursos expressivos típicos dos gêneros narrativos pretendidos, e, no caso de produção em grupo, ferramentas de escrita colaborativa. (EF89LP36) Parodiar poemas conhecidos da literatura e criar textos em versos (como poe- mas concretos, ciberpoemas, haicais, liras, mi- crorroteiros, lambe-lambes e outros tipos de poemas), explorando o uso de recursos sono- ros e semânticos (como figuras de linguagem e jogos de palavras) e visuais (como relações entre imagem e texto verbal e distribuição da mancha gráfica), de forma a propiciar diferen- tes efeitos de sentido.

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Página: 230 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Construção da textualidade Relação entre os textos (EF89LP35IC) Criar contos ou crônicas, minicontos, narrativas de aventura e de ficção científica, dentre outros, com temáticas próprias ao gênero, usando os conhecimentos sobre os constituintes estruturais e recursos expressivos típicos dos gêneros narrativos pretendidos. (EF89LP36IC) Parodiar poemas conhecidos da literatura, letras de música e criar textos em versos, explorando o uso de recursos sonoros e semânticos (como figuras de linguagem e jogos de palavras) e visuais (como relações entre imagem e texto verbal e distribuição da mancha gráfica), de forma a propiciar diferentes efeitos de sentido. CAMPOS DE ATUAÇÃO: TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO PRÁTICA S DE LINGUA GEM Análise linguística/ semiótica COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES Fono-ortografia (EF08LP04) Utilizar, ao produzir texto, conheci- mentos linguísticos e gramaticais: ortografia, regências e concordância nominal e verbal, modos e tempos verbais, pontuação etc. Léxico/morfologia (EF08LP05) Analisar processos de formação de palavras por composição (aglutinação e justa- posição), apropriandose de regras básicas de uso do hífen em palavras compostas. 1, 2, 5 218

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Página: 231 ENSINO FUNDAMENTAL 219 (EF08LP06) Identificar, em textos lidos ou de produção própria, os termos constitutivos da oração (sujeito e seus modificadores, verbo e seus complementos e modificadores). (EF08LP07) Diferenciar, em textos lidos ou de produção própria, complementos diretos e in- diretos de verbos transitivos, apropriando-se da regência de verbos de uso frequente. (EF08LP08) Identificar, em textos lidos ou de produção própria, verbos na voz ativa e na voz passiva, interpretando os efeitos de sentido de sujeito ativo e passivo (agente da passiva). Morfossintaxe (EF08LP09) Interpretar efeitos de sentido de modificadores (adjuntos adnominais – artigos definido ou indefinido, adjetivos, expressões adjetivas) em substantivos com função de su- jeito ou de complemento verbal, usando-os para enriquecer seus próprios textos. (EF08LP10) Interpretar, em textos lidos ou de produção própria, efeitos de sentido de modi- ficadores do verbo (adjuntos adverbiais – ad- vérbios e expressões adverbiais), usando-os para enriquecer seus próprios textos. Análise linguística/ semiótica (EF08LP11) Identificar, em textos lidos ou de produção própria, agrupamento de orações em períodos, diferenciando coordenação de subordinação. 1, 2, 5 (EF08LP12) Identificar, em textos lidos, ora- ções subordinadas com conjunções de uso frequente, incorporando-as às suas próprias produções. (EF08LP13) Inferir efeitos de sentido decorren- tes do uso de recursos de coesão sequencial: conjunções e articuladores textuais. Semântica (EF08LP14) Utilizar, ao produzir texto, recursos de coesão sequencial (articuladores) e referencial (léxica e pronominal), construções passivas e impessoais, discurso direto e indire- to e outros recursos expressivos adequados ao gênero textual. Coesão (EF08LP15) Estabelecer relações entre partes do texto, identificando o antecedente de um pronome relativo ou o referente comum de uma cadeia de substituições lexicais. Modalização (EF08LP16) Explicar os efeitos de sentido do uso, em textos, de estratégias de modalização e argumentatividade (sinais de pontuação, ad- jetivos, substantivos, expressões de grau, ver- bos e perífrases verbais, advérbios etc.). Figuras de linguag em (EF89LP37) Analisar os efeitos de sentido do uso de figuras de linguagem como ironia, eufemismo, antítese, aliteração, assonância, den- tre outras.

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Página: 232 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Fono-ortografia Léxico/morfologi a Morfossintaxe Morfossintaxe Morfossintaxe Morfossintaxe Morfossintaxe Morfossintaxe Modalização Figuras de linguagem (EF08LP04) Utilizar, ao produzir texto, conhecimentos linguísticos e gramaticais: ortografia, regências e concordância nominal e verbal, modos e tempos verbais, pontuação etc. (EF08LP05) Analisar processos de formação de palavras por composição (aglutinação e justaposição), apropriando-se de regras básicas de uso do hífen em palavras compostas. (EF08LP06) Identificar, em textos lidos ou de produção própria, os termos constitutivos da oração (sujeito e seus modificadores, verbo e seus complementos e modificadores). (EF08LP07) Diferenciar, em textos lidos ou de produção própria, complementos diretos e indiretos de verbos transitivos, apropriando-se da regência de verbos de uso frequente. (EF08LP08) Identificar, em textos lidos ou de produção própria, verbos na voz ativa e na voz passiva, interpretando os efeitos de sentido de sujeito ativo e passivo (agente da passiva). (EF08LP09) Interpretar efeitos de sentido de modificadores (adjuntos adnominais – artigos definido ou indefinido, adjetivos, expressões adjetivas) em substantivos com função de sujeito ou de complemento verbal, usando-os para enriquecer seus próprios textos. (EF08LP10) Interpretar, em textos lidos ou de produção própria, efeitos de sentido de modificadores do verbo (adjuntos adverbiais – advérbios e expressões adverbiais), usando-os para enriquecer seus próprios textos. (EF08LP11) Identificar, em textos lidos ou de produção própria, agrupamento de orações em períodos, diferenciando coordenação de subordinação. (EF08LP16) Explicar os efeitos de sentido do uso, em textos, de estratégias de modalização e argumentatividade (sinais de pontuação, adjetivos, substantivos, expressões de grau, verbos e perífrases verbais, advérbios etc.). (EF89LP37) Analisar os efeitos de sentido do uso de figuras de linguagem como ironia, eufemismo, antítese, aliteração, assonância, dentre outras. 220

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Página: 233 ENSINO FUNDAMENTAL 221 9º ANO CAMPOS DE ATUAÇÃO: CAMPO JORNALÍSTICO/MIDIÁTICO PRÁTICA S DE LINGUA GEM Leitura COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Reconstruç ão do contexto de produção, circulação e recepção de textos Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros em circulação, mídias e práticas da cultura digital Relação entre textos Produção de textos Leitura 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 HABILID ADES (EF09LP01) Analisar o fenômeno da dissemi- nação de notícias falsas nas redes sociais e desenvolver estratégias para reconhecê-las, apartir da verificação/avaliação do veículo, fonte, data e local da publicação, autoria, URL, da análise da formatação, da comparação de diferentes fontes, da consulta a sites de cura- doria que atestam a fidedignidade do relato dos fatos e denunciam boatos etc. (EF09LP02) Analisar e comentar a cobertura da imprensa sobre fatos de relevância social, comparando diferentes enfoques por meio do uso de ferramentas de curadoria. Relação entre textos (EF09LP02) Analisar e comentar a cobertura da imprensa sobre fatos de relevância social, comparando diferentes enfoques por meio do uso de ferramentas de curadoria. Textualiza ção de textos argumentativos e apreciativos (EF09LP03) Produzir artigos de opinião, tendo em vista o contexto de produção dado, assu- mindo posição diante de tema polêmico, argu- mentando de acordo com a estrutura própria desse tipo de texto e utilizando diferentes ti- pos de argumentos – de autoridade, compro- vação, exemplificação, princípio etc. Reconstruç ão do contexto de produção, circulação e recepção de textos Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros em circulação, mídias e práticas da cultura digital (EF89LP01) Analisar os interesses que movem o campo jornalístico, os efeitos das novas tec- nologias no campo e as condições que fazem da informação uma mercadoria, de forma a poder desenvolver uma atitude crítica frente aos textos jornalísticos.

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Página: 234 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Reconstruç ão do contexto de produção, circulação e recepção de textos Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros em circulação, mídias e práticas da cultura digital (EF89LP02) Analisar diferentes práticas (curtir, compartilhar, comentar, curar etc.) e textos pertencentes a diferentes gêneros da cultura digital (meme, gif, comentário, charge digital etc.) envolvidos no trato com a informação e opinião, de forma a possibilitar uma presença mais crítica e ética nas redes. 222

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Página: 235 ENSINO FUNDAMENTAL 223 (EF89LP04) Identificar e avaliar teses/opini- ões/posicionamentos explícitos e implícitos, argumentos e contraargumentos em textos argumentativos do campo (carta de leitor, comentário, artigo de opinião, resenha crítica etc.), posicionando-se frente à questão controversa de forma sustentada. Leitura (EF89LP05) Analisar o efeito de sentido produ- zido pelo uso, em textos, de recurso a formas de apropriação textual (paráfrases, citações, discurso direto, indireto ou indireto livre). 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Efeitos de sentido Efeitos de sentido Exploração da multissemi ose Reconstrução do contexto de produção, circulação e recepção de textos Caracterização do campo jornalístico e relação entre os gêneros em circulação, mídias e práticas da cultura digital Efeitos de sentido (EF89LP06) Analisar o uso de recursos per- suasivos em textos argumentativos diversos (como a elaboração do título, escolhas lexicais, construções metafóricas, a explicitação ou a ocultação de fontes de informação) e seus efeitos de sentido. (EF89LP07) Analisar, em notícias, reportagens e peças publicitárias em várias mídias, os efeitos de sentido devidos ao tratamento e à composição dos elementos nas imagens em movimento, à performance, à montagem feita (ritmo, duração e sincronização entre as linguagens – complementaridades, interfe- rências etc.) e ao ritmo, melodia, instrumen- tos e sampleamentos das músicas e efeitos sonoros. (EF89LP02) Analisar diferentes práticas (curtir, compartilhar, comentar, curar etc.) e textos pertencentes a diferentes gêneros da cultura digital (meme, gif, comentário, charge digital etc.) envolvidos no trato com a informação e opinião, de forma a possibilitar uma presença mais crítica e ética nas redes. (EF89LP04IC) Identificar e avaliar opiniões/posicionamentos explícitos e implícitos, argumentos e contra-argumentos em textos argumentativos do campo (carta de leitor, comentário, artigo de opinião), posicionando-se frente à questão controversa de forma sustentada. (EF89LP05) Analisar o efeito de sentido produzido pelo uso, em textos, de recurso a formas de apropriação textual (paráfrases, citações, discurso direto, indireto ou indireto livre).

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Página: 236 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. (EF89LP06) Analisar o uso de recursos persuasivos em textos argumentativos diversos (como a elaboração do título, escolhas lexicais, construções metafóricas, a explicitação ou a ocultação de fontes de informação) e seus efeitos de sentido. Estratégia de leitura: apreender os sentidos globais do texto Apreciação e réplica Produção de textos 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Estratégia de produção: planejamento de textos informativos (EF89LP03) Analisar textos de opinião (artigos de opinião, editoriais, cartas de leitores, co- mentários, posts de blog e de redes sociais, charges, memes, gifs etc.) e posicionar-se de forma crítica e fundamentada, ética e respei- tosa frente a fatos e opiniões relacionados a esses textos. (EF89LP08) Planejar reportagem impressa e em outras mídias (rádio ou TV/vídeo, sites), tendo em vista as condições de produção do texto – objetivo, leitores/espectadores, veí- culos e mídia de circulação etc. – a partir da escolha do fato a ser aprofundado ou do tema a ser focado (de relevância para a turma, es- cola ou comunidade), do levantamento de dados e informações sobre o fato ou tema – que pode envolver entrevistas com envolvi- dos ou com especialistas, consultas a fontes diversas, análise de documentos, cobertura de eventos etc. –, do registro dessas informa- ções e dados, da escolha de fotos ouimagens a produzir ou a utilizar etc., da produção de infográficos, quando for o caso, e da organi- zação hipertextual (no caso a publicação em sites ou blogs noticiosos ou mesmo de jor- nais impressos, por meio de boxes variados). 224

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Página: 237 ENSINO FUNDAMENTAL Produção de textos 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 225 Estratégia de produção: textualização de textos informativos (EF89LP09) Produzir reportagem impressa, com título, linha fina (optativa), organização composicional (expositiva, interpretativa e/ou opinativa), progressão temática e uso de recursos linguísticos compatíveis com as es- colhas feitas e reportagens multimidiáticas, tendo em vista as condições de produção, as características do gênero, os recursos e mídias disponíveis, sua organização hipertextual e o manejo adequado de recursos de captação e edição de áudio e imagem e adequação à nor- mapadrão. Estratégia de produção: planejament o de textos argumentativos e apreciativos (EF89LP10) Planejar artigos de opinião, tendo em vista as condições de produção do texto – objetivo, leitores/espectadores, veículos e mídia de circulação etc. –, a partir da escolha do tema ou questão a serem discutidos, da relevância para a turma, escola ou comunida- de, do levantamento de dados e informações sobre a questão, de argumentos relacionados a diferentes posicionamentos em jogo, da defi- nição – o que pode envolver consultas a fontes diversas, entrevistas com especialistas, análise de textos, organização esquemática das informações e argumentos – dos (tipos de) ar- gumentos e estratégias que pretende utilizar para convencer os leitores. Estratégia s de produção: planejamento, textualização, revisão e edição de textos publicitários (EF89LP11) Produzir, revisar e editar peças e campanhas publicitárias, envolvendo o uso articulado e complementar de diferentes pe- ças publicitárias: cartaz, banner, indoor, folheto, panfleto, anúncio de jornal/revista, para in- ternet, spot, propaganda de rádio, TV, a partir da escolha da questão/problema/causa signi- ficativa para a escola e/ou a comunidade es- colar, da definição do público-alvo, das peças que serão produzidas, das estratégias de persuasão e convencimento que serão utilizadas. Textualização de textos argumentativos e apreciativos Estratégia de produção: planejamento de textos informativos (EF09LP03) Produzir artigos de opinião, tendo em vista o contexto de produção dado, assumindo posição diante de tema polêmico, argumentando de acordo com a estrutura própria desse tipo de texto e utilizando diferentes tipos de argumentos – de autoridade, comprovação, exemplificação princípio etc. (EF89LP08IC) Planejar reportagem impressa e em outras mídias (rádio/vídeo, sites), tendo em vista as condições de produção do texto – objetivo, leitores/espectadores, veículos e mídia de circulação etc. – a partir da escolha do fato a ser aprofundado ou do tema a ser focado (de relevância para a turma, escola ou comunidade), do levantamento de dados e informações sobre o fato ou tema – que pode envolver entrevistas com envolvidos, consultas a fontes diversas, análise de documentos, cobertura de eventos escolares etc. -, do registro dessas informações e dados,

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Página: 238 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. da escolha de fotos ou imagens a produzir ou a utilizar etc. (EF89LP09IC) Produzir reportagem impressa, com progressão temática e uso de recursos linguísticos compatíveis com as escolhas feitas e reportagens multimidiáticas, tendo em vista as condições de produção, as características do gênero, os recursos e mídias disponíveis e adequação à norma-padrão. Oralidade 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Estratégia de produção: planejamento de textos argumentativos e apreciativos (EF89LP10IC) Planejar artigos de opinião, com mediação, tendo em vista as condições de produção do texto – objetivo, leitores/espectadores, veículos e mídia de circulação etc. –, a partir da escolha do tema ou questão a serem discutidos, da relevância para a turma, escola ou comunidade, do levantamento de dados e informações sobre a questão, de argumentos relacionados a diferentes posicionamentos em jogo, da definição – o que pode envolver consultas a fontes diversas Estratégias de produção:planejam ento, textualização, revisão e edição de textos publicitários (EF89LP11IC) Produzir, revisar e editar peças publicitárias: cartaz, banner, indoor, folheto, panfleto, anúncio de jornal/revista para internet, spot, propaganda de rádio, a partir da escolha da questão/problema/causa significativa para a escola e/ou a comunidade escolar, da definição do público-alvo. Estratégia s de produção: planejamento e participação em debates regrados (EF89LP12) Planejar coletivamente a realiza- ção de um debate sobre tema previamente definido, de interesse coletivo, com regras acordadas, e planejar, em grupo, participação em debate a partir do levantamento de infor- mações e argumentos que possam sustentar o posicionamento a ser defendido (o que pode envolver entrevistas com especialistas, con- sultas a fontes diversas, o registro das infor- mações e dados obtidos etc.), tendo em vista as condições de produção do debate – perfil dos ouvintes e demais participantes, objetivos do debate, motivações para sua realização, argumentos e estratégias de convencimento mais eficazes etc. –, e participar de debates regrados, na condição de membro de uma equipe de debatedor, apresentador/mediador, espectador (com ou sem direito a perguntas), e/ou de juiz/avaliador, como forma de com- preender o funcionamento do debate, e poder participar de forma convincente, ética, respei- tosa e crítica e desenvolver uma atitude de res- peito e diálogo para com as ideias divergentes. 226

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Página: 239 ENSINO FUNDAMENTAL Oralidade 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 227 Estratégia s de produção: planejamento, realização e edição de entrevistas orais Argumentação: movimentos argumentativos, tipos de argumento e força argumentativa (EF89LP14) Analisar, em textos argumentativos e propositivos, os movimentos argumentativos de sustentação, refutação e negociação e os tipos de argumentos, avaliando a força/tipo dos argumentos utilizados. (EF89LP15) Utilizar, nos debates, operadores argumentativos que marcam a defesa de ideia e de diálogo com a tese do outro: concordo, discordo, concordo parcialmente, do meu ponto de vista, na perspectiva aqui assumida etc. Estilo Análise linguística/ semiótica 3, 4, 5 (EF89LP13) Planejar entrevistas orais com pes- soas ligadas ao fato noticiado, especialistas etc., como forma de obter dados e informa- ções sobre os fatos cobertos sobre o tema ou questão discutidos ou temáticas em estudo, levando em conta o gênero e seu contexto de produção, partindo do levantamento de infor- mações sobre o entrevistado e sobre a temá- tica e da elaboração de um roteiro de pergun- tas, garantindo a relevância das informações mantidas e acontinuidade temática, realizar entrevista e fazer edição em áudio ou vídeo, incluindo uma contextualização inicial e uma fala de encerramento para publicação da entrevista isoladamente ou como parte integran- te de reportagem multimidiática, adequando-a a seu contexto de publicação e garantindo a relevância das informações mantidas e a con- tinuidade temática. Modalização Estilo (EF89LP16) Analisar a modalização realizada em textos noticiosos e argumentativos, por meio das modalidades apreciativas, viabiliza- das por classes e estruturas gramaticais como adjetivos, locuções adjetivas, advérbios, lo- cuções adverbiais, orações adjetivas e adver- biais, orações relativas restritivas e explicati- vas etc., de maneira a perceber a apreciação ideológica sobre os fatos noticiados ou as po- sições implícitas ou assumidas. (EF89LP15) Utilizar, nos debates, operadores argumentativos que marcam a defesa de ideia e de diálogo com a tese do outro: concordo, discordo, concordo parcialmente, do meu ponto de vista, na perspectiva aqui assumida etc.

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Página: 240 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. CAMPOS DE ATUAÇÃO: CAMPO DE ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 2, 3, 4, 5 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Reconstruç ão do contexto de produção, circulação e recepção de textos legais e normativos Contexto de produção, circulação e recepção de textos e práticas relacionadas à defesa de direitos e à participação social Leitura 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Relação entre contexto de produção e característica s composicion ais e estilísticas dos gêneros Apreciação e réplica HABILID ADES (EF89LP17) Relacionar textos e documentos legais e normativos de importância universal, nacional ou local que envolvam direitos, em especial, de crianças, adolescentes e jovens – tais como a Declaração dos Direitos Humanos, a Constituição Brasileira, o ECA –, e a regula- mentação da organização escolar – por exem- plo, regimento escolar –, a seus contextos de produção, reconhecendo e analisando possíveis motivações, finalidades e sua vinculação com experiências humanas e fatos históricos e sociais, como forma de ampliar a compreensão dos direitos e deveres, de fomentar os princípios democráticos e uma atuação pau- tada pela ética da responsabilidade (o outro tem direito a uma vida digna tanto quanto eu tenho). (EF89LP18) Explorar e analisar instâncias e canais de participação disponíveis na escola (conselho de escola, outros colegiados, grê- mio livre), na comunidade (associações, cole- tivos, movimentos etc.), no município ou no país, incluindo formas de participação digital, como canais e plataformas de participação (como portal e-cidadania), serviços, portais e ferramentas de acompanhamentos do trabalho de políticos e de tramitação de leis, canais de educação política, bem como de propostas e proposições que circulam nesses canais, de forma a participar do debate de ideias e pro- postas na esfera social e a engajar-se com a busca de soluções para problemas ou ques- tões que envolvam a vida da escola e da comunidade. (EF89LP19) Analisar, a partir do contexto de produção, a forma de organização das cartas abertas, abaixo-assinados e petições on-line (identificação dos signatários, explicitação da reivindicação feita, acompanhada ou não de uma breve apresentação da problemáti- ca e/ou de justificativas que visam sustentar a reivindicação) e a proposição, discussão e aprovação de propostas políticas ou de soluções para problemas de interesse público, apresentadas ou lidas nos canais digitais de participação, identificando suas marcas linguísticas, como forma de possibilitar a escrita ou subscrição consciente de abaixoassinados e textos dessa natureza e poder se posicionar de forma crítica e fundamentada frente às pro- postas. 228

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Página: 241 ENSINO FUNDAMENTAL Leitura Produção de textos Oralidade Análise linguística/ semiótica Leitura 229 Estratégias e procedimentos de leitura em textos reivindicatórios ou propositivos (EF89LP20) Comparar propostas políticas e de solução de problemas, identificando o que se pretende fazer/implementar, por que (motiva- ções, justificativas), para que (objetivos, bene- fícios e consequências esperados), como (ações e passos), quando etc. e a forma de avaliar a eficácia da proposta/solução, contrastando dados e informações de diferentes fontes, identificando coincidências, complementaridades e contradições, de forma a poder compreender e posicionar-se criticamente sobre os dados e in- formações usados em fundamentação de pro- postas e analisar a coerência entre os elemen- tos, de forma a tomar decisões fundamentadas. 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Estratégia de produção: planejament o de textos reivindicatórios ou propositivos (EF89LP21) Realizar enquetes e pesquisas de opinião, de forma a levantar prioridades, pro- blemas a resolver ou propostas que possam contribuir para melhoria da escola ou da co- munidade, caracterizar demanda/necessida- de, documentando-a de diferentes maneiras por meio de diferentes procedimentos, gêne- ros e mídias, e, quando for o caso, selecionar informações e dados relevantes de fontes pertinentes diversas (sites, impressos, vídeos etc.), avaliando a qualidade e a utilidade dessas fontes, que possam servir de contextualização e fundamentação de propostas, de forma a justificar a proposição de propostas, projetos culturais e ações de intervenção. 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Escuta Apreender o sentido geral dos textos Apreciação e réplica Produção/proposta (EF89LP22) Compreender e comparar as dife- rentes posições e interesses em jogo em uma discussão ou apresentação de propostas, avaliando a validade e força dos argumentos e as consequências do que está sendo propos- to, e, quando for o caso, formular e negociar propostas de diferentes naturezas relativas a interesses coletivos envolvendo a escola ou comunidade escolar. 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Movimentos argumentativ os e força dos argumentos (EF89LP23) Analisar, em textos argumenta- tivos, reivindicatórios e propositivos, os movimentos argumentativos utilizados (susten- tação, refutação e negociação), avaliando a força dos argumentos utilizados. 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Curadoria de informaçã o Reconstrução do contexto de produção, circulação e recepção de textos legais e normativos (EF89LP24) Realizar pesquisa, estabelecendo o recorte das questões, usando fontes abertas e confiáveis. (EF89LP17) Relacionar textos e documentos legais e normativos de importância universal, nacional ou local que envolvam direitos, em especial, de crianças, adolescentes e jovens – tais como a Declaração dos Direitos Humanos, a Constituição Brasileira, o ECA -, e a regulamentação da organização escolar – por exemplo, regimento escolar -, a seus contextos de produção, reconhecendo e analisando possíveis motivações, finalidades e sua vinculação com experiências humanas e fatos históricos e sociais, como forma de ampliar a compreensão dos direitos e

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Página: 242 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. deveres, de fomentar os princípios democráticos e uma atuação pautada pela ética da responsabilidade (o outro tem direito a uma vida digna tanto quanto eu tenho). Contexto de produção, circulação e recepção de textos e práticas relacionadas à defesa de direitos e à participação social Produção de textos 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Estratégias de escrita: textualizaç ão, revisão e edição Conversa ção espontâne a Oralidade 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Procediment os de apoio à compreensã o Tomada de nota Escuta Apreender o sentido geral dos textos Apreciação e réplica Produção/ Proposta Conversação espontânea (EF89LP18IC) Explorar e analisar instâncias e canais de participação disponíveis na escola, na comunidade (associações, coletivos, movimentos, etc.) e no munícipio , de forma a participar do debate de ideias e propostas na esfera social e a engajar-se com a busca de soluções para problemas ou questões que envolvam a vida da escola e da comunidade. (EF89LP25) Divulgar o resultado de pesquisas por meio de apresentações orais, verbetes de enciclopédias colaborativas, reportagens de divulgação científica, vlogs científicos, vídeos de diferentes tipos etc. (EF89LP26) Produzir resenhas, a partir das no- tas e/ou esquemas feitos, com o manejo ade- quado das vozes envolvidas (do resenhador, do autor da obra e, se for o caso, também dos autores citados na obra resenhada), por meio do uso de paráfrases, marcas do discurso re- portado e citações. (EF89LP27) Tecer considerações e formular problematizações pertinentes, em momentos oportunos, em situações de aulas, apresenta- ção oral, seminário etc. (EF89LP28) Tomar nota de videoaulas, aulas digitais, apresentações multimídias, vídeos de divulgação científica, documentários e afins, identificando, em função dos objetivos, in- formações principais para apoio ao estudo e realizando, quando necessário, uma síntese final que destaque e reorganize os pontos ou conceitos centrais e suas relações e que, em alguns casos, seja acompanhada de reflexões pessoais, que podem conter dúvidas, questio- namentos, considerações etc. (EF89LP22) Compreender e comparar as diferentes posições e interesses em jogo em uma discussão ou apresentação de propostas, avaliando a validade e força dos argumentos e as consequências do que está sendo proposto e, quando for o caso, formular e negociar propostas de diferentes naturezas relativas a interesses coletivos envolvendo a escola ou comunidade escolar. (EF89LP27) Tecer considerações e formular problematizações pertinentes, em momentos oportunos, em situações de aulas, apresentação oral, seminário etc. 230

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Página: 243 ENSINO FUNDAMENTAL 2, 5 Análise linguística/ semiótica 231 Textualização Progress ão temática (EF89LP29) Utilizar e perceber mecanismos de progressão temática, tais como retoma- das anafóricas (“que, cujo, onde”, pronomes do caso reto e oblíquos, pronomes demons- trativos, nomes correferentes etc.), catáforas (remetendo para adiante ao invés de retomar o já dito), uso de organizadores textuais, de co- esivos etc., e analisar os mecanismos de reformulação e paráfrase utilizados nos textos de divulgação do conhecimento. Textualização (EF89LP30) Analisar a estrutura de hipertexto e hiperlinks em textos de divulgação científica que circulam na Web e proceder à remissão a conceitos e relações por meio de links. 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Modalização Movimentos argumentativos e força dos argumentos Modalização (EF89LP31) Analisar e utilizar modalização epistêmica, isto é, modos de indicar uma ava- liação sobre o valor de verdade e as condições de verdade de uma proposição, tais como os asseverativos – quando se concorda com (“realmente, evidentemente, naturalmente, efetivamente, claro, certo, lógico, sem dúvida” etc.) ou discorda de (“de jeito nenhum, de for- ma alguma”) uma ideia; e os quase asseverativos, que indicam que se considera o conteúdo como quase certo (“talvez, assim, possivelmente, provavelmente, eventualmente”). (EF89LP23IC) Analisar, em textos argumentativos a sustentação, refutação e negociação de ideias, avaliando a força dos argumentos utilizados. (EF89LP31IC) Analisar e utilizar modos de indicar uma avaliação sobre o valor e as condições de verdade de uma proposição, tais como os asseverativos – quando se concorda com (“realmente, evidentemente, naturalmente, efetivamente, claro, certo, lógico, sem dúvida” etc.) ou discorda de (“de jeito nenhum, de forma alguma”) uma ideia; e os quase-asseverativos, que indicam que se considera o conteúdo como quase certo (“talvez, assim, possivelmente, provavelmente, eventualmente”). CAMPOS DE ATUAÇÃO: CAMPO ARTÍSTICOLITERÁRIO PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES

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Página: 244 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Leitura 1, 2, 3, 5, 6, 7, 10 Efeitos de sentido e mecanismo da textualidade (EF89LP32) Analisar os efeitos de sentido de- correntes do uso de mecanismos de intertex- tualidade (referências, alusões, retomadas) entre os textos literários, entre esses textos literários e outras manifestações artísticas (cinema, teatro, Artes Visuais e midiáticas, música), quanto aos temas, personagens, es- tilos, autores etc., e entre o texto original e pa- ródias, paráfrases, pastiches, trailer honesto, vídeos-minuto, vidding, dentre outros. 232

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Página: 245 ENSINO FUNDAMENTAL Estratégias de leitura Apreciação e réplica Leitura 1, 2, 9 Reconstrução da textualidade e compreensão dos efeitos de sentidos provocados pelos usos de recursos linguísticos e multissemióticos Efeitos de sentido e mecanismo da textualidade Estratégias de leitura Apreciação e réplica Construção da textualidad e Produção de textos 1, 2, 9 Relação entre textos Construção da textualidade 233 (EF89LP33) Ler, de forma autônoma, e compreender – selecionando procedimentos e estraté- gias de leitura adequados a diferentes objetivos e levando em conta características dos gêneros e suportes – romances, contos contemporâneos, minicontos, fábulas contemporâneas, romances juvenis, biografias romanceadas, novelas, crônicas visuais, narrativas de ficção científica, narrativas de suspense, poemas de forma livre e fixa (como haicai), poema concre- to, ciberpoema, dentre outros, expressando avaliação sobre o texto lido e estabelecendo preferências por gêneros, temas, autores. (EF89LP34) Analisar a organização de texto dramático apresentado em teatro, televisão, cinema, identificando e percebendo os senti- dos decorrentes dos recursos linguísticos e se- mióticos que sustentam sua realização como peça teatral, novela, filme etc. (EF89LP32IC) Analisar os efeitos de sentido decorrentes do uso de mecanismos de intertextualidade (referências, alusões, retomadas) entre os textos literários e outras (artes visuais, manifestações artísticas midiáticas e música). (EF89LP33IC) Ler, de forma autônoma, e compreender – selecionando procedimentos e estratégias de leitura adequados a diferentes objetivos e levando em conta características dos gêneros e suportes. (EF89LP35) Criar contos ou crônicas (em espe- cial, líricas), crônicas visuais, minicontos, nar- rativas de aventura e de ficção científica, den- tre outros, com temáticas próprias ao gênero, usando os conhecimentos sobre os constituin- tes estruturais e recursos expressivos típicos dos gêneros narrativos pretendidos, e, no caso de produção em grupo, ferramentas de escrita colaborativa. (EF89LP36) Parodiar poemas conhecidos da literatura e criar textos em versos (como poe- mas concretos, ciberpoemas, haicais, liras, mi- crorroteiros, lambe-lambes e outros tipos de poemas), explorando o uso de recursos sono- ros e semânticos (como figuras de linguagem e jogos de palavras) e visuais (como relações entre imagem e texto verbal e distribuição da mancha gráfica), de forma a propiciar diferen- tes efeitos de sentido. (EF89LP35IC) Criar contos ou crônicas visuais, minicontos, narrativas de aventura e de ficção científica, dentre outros, com temáticas próprias ao gênero, usando os conhecimentos sobre os

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Página: 246 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. constituintes estruturais e recursos expressivos típicos dos gêneros narrativos pretendidos. Relação entre textos (EF89LP36) Parodiar poemas conhecidos da literatura, letras de música e criar textos em versos, explorando o uso de recursos sonoros e semânticos (como figuras de linguagem e jogos de palavras) e visuais (como relações entre imagem e texto verbal e distribuição da mancha gráfica), de forma a propiciar diferentes efeitos de sentido. CAMPOS DE ATUAÇÃO: TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO PRÁTICAS DE LINGUAGEM COMPETÊN CIAS ESPECÍFI CAS 1, 2, 4, 5 Análise linguística/ semiótica OBJETOS DE CONHECIM ENTO Figuras de linguag em (EF09LP04) Escrever textos corretamente, de acordo com a norma-padrão, com estruturas sintáticas complexas no nível da oração e do período. Morfossintaxe (EF09LP05) Identificar, em textos lidos e em produções próprias, orações com a estrutura sujeito-verbo de ligaçãopredicativo. Morfossintaxe (EF09LP06) Diferenciar, em textos lidos e em produções próprias, o efeito de sentido do uso dos verbos de ligação “ser”, “estar”, “ficar”, “pa- recer” e “permanecer”. 1, 2, 4, 5 Morfossintaxe 1, 2, 5 Análise linguística/ semiótica 1, 2, 5 Elementos notacionais da escrita/morfossintax e 1, 2, 4, 5 Coesão 1, 2, 5 1, 2, 4, 5 (EF89LP37) Analisar os efeitos de sentido do uso de figuras de linguagem como ironia, eufe- mismo, antítese, aliteração, assonância, dentre outras. Fono-ortografia 1, 2, 5 1, 2, 5 HABILID ADES Variação linguística (EF09LP07) Comparar o uso de regência verbal e regência nominal na norma-padrão com seu uso no português brasileiro coloquial oral. (EF09LP08) Identificar, em textos lidos e em pro- duções próprias, a relação que conjunções (e lo- cuções conjuntivas) coordenativas e subordinati- vas estabelecem entre as orações que conectam. (EF09LP09) Identificar efeitos de sentido do uso de orações adjetivas restritivas e explicativas em um período composto. (EF09LP10) Comparar as regras de colocação pronominal na norma-padrão com o seu uso no português brasileiro coloquial. (EF09LP11) Inferir efeitos de sentido decorren- tes do uso de recursos de coesão sequencial (conjunções e articuladores textuais). (EF09LP12) Identificar estrangeirismos, carac- terizando-os segundo a conservação, ou não, de sua forma gráfica de origem, avaliando a pertinência, ou não, de seu uso. 234

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Página: 247 ENSINO FUNDAMENTAL 235 Figuras de linguagem (EF89LP37) Analisar os efeitos de sentido do uso de figuras de linguagem como ironia, eufemismo, antítese, aliteração, assonância, dentre outras. Morfosintaxe (EF09LP05) Identificar, em textos lidos e em produções próprias, orações com a estrutura sujeito-verbo de ligação-predicativo. Morfossintaxe (EF09LP05) Identificar, em textos lidos e em produções próprias, orações com a estrutura sujeito-verbo de ligação-predicativo. Morfossintaxe (EF09LP07) Comparar o uso de regência verbal e regência nominal na norma-padrão com seu uso no português brasileiro coloquial oral. Morfossintaxe (EF09LP08) Identificar, em textos lidos e em produções próprias, a relação que conjunções (e locuções conjuntivas) coordenativas e subordinativas estabelecem entre as orações que conectam. Elementos notacionais da escrita/ morfossintaxe (EF09LP09) Identificar efeitos de sentido do uso de orações adjetivas restritivas e explicativas em um período composto. Coesão (EF09LP10) Comparar as regras de colocação pronominal na norma-padrão com o seu uso no português brasileiro coloquial. Coesão (EF09LP11) Inferir efeitos de sentido decorrentes do uso de recursos de coesão sequencial (conjunções e articuladores textuais). Variação linguística (EF09LP12) Identificar estrangeirismos, caracterizando-os segundo a conservação, ou não, de sua forma gráfica de origem, avaliando a pertinência, ou não, de seu uso.

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Página: 248 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 6º, 7º, 8º E 9º ANOS CAMPOS DE ATUAÇÃO: CAMPO JORNALÍSTICO/MIDIÁTICO PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES (EF69LP01) Diferenciar liberdade de expressão de discursos de ódio, posicionando-se contra- riamente a esse tipo de discurso e vislumbrando possibilidades de denúncia quando for o caso. Apreciação e réplica Relação entre gêneros e mídias Leitura 3, 6, 7, 8, 10 Estratégia de leitura: apreender os sentidos globais do texto Leitura 3, 6, 7, 8, 10 Efeitos de sentido Apreciação e réplica Relação entre gêneros e mídias Efeitos de sentido (EF69LP02) Analisar e comparar peças publi- citárias variadas (cartazes, folhetos, outdoor, anúncios e propagandas em diferentes mídias, spots, jingle, vídeos etc.), de forma a perceber a articulação entre elas em campanhas, as es- pecificidades das várias semioses e mídias, a adequação dessas peças ao público-alvo, aos objetivos do anunciante e/ou da campanha e à construção composicional e estilo dos gêneros em questão, como forma de ampliar suas possibilidades de compreensão (e produção) de textos pertencentes a esses gêneros. (EF69LP03) Identificar, em notícias, o fato central, suas principais circunstâncias e even- tuais decorrências; em reportagens e fotorre- portagens o fato ou a temática retratada e a perspectiva de abordagem, em entrevistas os principais temas/subtemas abordados, expli- cações dadas ou teses defendidas em relação a esses subtemas; em tirinhas, memes, charge, a crítica, ironia ou humor presente. (EF69LP04) Identificar e analisar os efeitos de sentido que fortalecem a persuasão nos textos publicitários, relacionando as estraté- gias de persuasão e apelo ao consumo com os recursos linguístico-discursivos utilizados, como imagens, tempo verbal, jogos de pala- vras, figuras de linguagem etc., com vistas a fomentar práticas de consumo conscientes. (EF69LP05) Inferir e justificar, em textos mul- tissemióticos – tirinhas, charges, memes, gifs etc. –, o efeito de humor, ironia e/ou crítica pelo uso ambíguo de palavras, expressões ou imagens ambíguas, de clichês, de recursos ico- nográficos, de pontuação etc. (EF69LP01) Diferenciar liberdade de expressão de discursos de ódio, posicionando-se contrariamente a esse tipo de discurso e vislumbrando possibilidades de denúncia quando for o caso. (EF69LP05) Inferir e justificar, em textos multissemióticos – tirinhas, charges, memes, gifs etc. –, o efeito de humor, ironia e/ou crítica pelo uso ambíguo de palavras, expressões ou imagens ambíguas, de clichês, de recursos iconográficos, de pontuação etc. 236

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Página: 249 ENSINO FUNDAMENTAL Produção de textos 237 Relação do texto com o contexto de produção e experimentação de papéis sociais (EF69LP06) Produzir e publicar notícias, fotodenúncias, fotorreportagens, reportagens, reportagens multimidiáticas, infográficos, podcasts noticiosos, entrevistas, cartas de leitor, comentários, artigos de opinião de inte- resse local ou global, textos de apresentação e apreciação de produção cultural – resenhas e outros próprios das formas de expressão das culturas juvenis, tais como vlogs e podcasts culturais, gameplay, detonado etc.– e cartazes, anúncios, propagandas, spots, jingles de campanhas sociais, dentre outros em várias mídias, vivenciando de forma significativa o papel de repórter, de comentador, de analista, de crítico, de editor ou articulista, de booktu- ber, de vlogger (vlogueiro) etc., como forma de compreender as condições de produção que envolvem a circulação desses textos e poder participar e vislumbrar possibilidades de par- ticipação nas práticas de linguagem do campo jornalístico e do campo midiático de forma éti- ca e responsável, levando-se em consideração o contexto da Web 2.0, que amplia a possibilidade de circulação desses textos e “funde” os papéis de leitor e autor, de consumidor e produtor. Textualização (EF69LP07) Produzir textos em diferentes gê- neros, considerando sua adequação ao con- texto produção e circulação – os enunciadores envolvidos, os objetivos, o gênero, o suporte, a circulação –, ao modo (escrito ou oral; imagem estática ou em movimento etc.), à variedade linguística e/ou semiótica apropriada a esse contexto, à construção da textualidade rela- cionada às propriedades textuais e do gênero), utilizando estratégias de planejamento, elaboração, revisão, edição, reescrita/redesign e avaliação de textos, para, com a ajuda do professor e a colaboração dos colegas, corrigir e aprimorar as produções realizadas, fazendo cortes, acréscimos, reformulações, correções de concordância, ortografia, pontuação em textos e editando imagens, arquivos sonoros, fazendo cortes, acréscimos, ajustes, acrescentando/alterando efeitos, ordenamentos etc. Revisão/edição de texto informativo e opinativo (EF69LP08) Revisar/editar o texto produzi- do – notícia, reportagem, resenha, artigo de opinião, dentre outros –, tendo em vista sua adequação ao contexto de produção, a mídia em questão, características do gênero, aspec- tos relativos à textualidade, a relação entre as diferentes semioses, a formatação e uso ade- quado das ferramentas de edição (de texto, foto, áudio e vídeo, dependendo do caso) e adequação à norma culta. Planejamento de textos de peças publicitárias de campanhas sociais (EF69LP09) Planejar uma campanha publicitá- ria sobre questões/problemas, temas, causas significativas para a escola e/ou comunidade, a partir de um levantamento de material sobre o tema ou evento, da definição do público-al- vo, do texto ou peça a ser produzido – cartaz, banner, folheto, panfleto, anúncio impresso e para internet, spot, propaganda de rádio, TV etc. –, da ferramenta de edição de texto, áudio ou vídeo que será utilizada, do recorte e enfo- que a ser dado, das estratégias de persuasão que serão 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 10 Produção de textos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 10

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Página: 250 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. utilizadas etc. Produção de textos jornalísticos orais Oralidade *Considerar todas as habilidades dos eixos leitura e produção que se referem a textos ou produções orais, em áudio ou vídeo (EF69LP10) Produzir notícias para rádios, TV ou vídeos, podcasts noticiosos e de opinião, entrevistas, comentários, vlogs, jornais radio- fônicos e televisivos, dentre outros possíveis, relativos a fato e temas de interesse pessoal, local ou global e textos orais de apreciação e opinião – podcasts e vlogs noticiosos, cultu- rais e de opinião, orientando-se por roteiro ou texto, considerando o contexto de produção e demonstrando domínio dos gêneros. (EF69LP11) Identificar e analisar posiciona- mentos defendidos e refutados na escuta de interações polêmicas em entrevistas, discus- sões e debates (televisivo, em sala de aula, em redes sociais etc.), entre outros, e se posicio- nar frente a eles. 1, 2, 3, 5, 9, 10 Planejamento e produção de textos jornalísticos orais (EF69LP12) Desenvolver estratégias de plane- jamento, elaboração, revisão, edição, reescri- ta/ redesign (esses três últimos quando não for situação ao vivo) e avaliação de textos orais, áudio e/ou vídeo, considerando sua adequa- ção aos contextos em que foram produzidos, à forma composicional e estilo de gêneros, a cla- reza, progressão temática e variedade linguís- tica empregada, os elementos relacionados à fala, tais como modulação de voz, entonação, ritmo, altura e intensidade, respiração etc., os elementos cinésicos, tais como postura corpo- ral, movimentos e gestualidade significativa, expressão facial, contato de olho com plateia etc. (EF69LP13) Engajar-se e contribuir com a bus- ca de conclusões comuns relativas a proble- mas, temas ou questões polêmicas de interes- se da turma e/ou de relevância social. Oralidade 1, 2, 3, 5, 9, 10 Participação em discussões orais de temas controversos de interesse da turma e/ou de relevância social (EF69LP14) Formular perguntas e decompor, com a ajuda dos colegas e dos professores, tema/questão polêmica, explicações e/ou argumentos relativos ao objeto de discussão para análise mais minuciosa e buscar em fon- tes diversas informações ou dados que permi- tam analisar partes da questão e compartilhá-los com a turma. (EF69LP15) Apresentar argumentos e contra-argumentos coerentes, respeitando os turnos de fala, na participação em discussões sobre temas controversos e/ou polêmicos. 238

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Página: 251 ENSINO FUNDAMENTAL 239 Construção composicio nal Análise linguística/ semiótica (EF69LP17) Perceber e analisar os recursos estilísticos e semióticos dos gêneros jornalís- ticos e publicitários, os aspectos relativos ao tratamento da informação em notícias, como a ordenação dos eventos, as escolhas lexicais, o efeito de imparcialidade do relato, a morfo- logia do verbo, em textos noticiosos e argumentativos, reconhecendo marcas de pessoa, número, tempo, modo, a distribuição dos verbos nos gêneros textuais (por exemplo, as formas de pretérito em relatos; as formas de presente e futuro em gêneros argumentativos; as formas de imperativo em gêneros publicitários), o uso de recursos persuasivos em textos argumentativos diversos (como a elaboração do título, escolhas lexicais, construções meta- fóricas, a explicitação ou a ocultação de fontes de informação) e as estratégias de persuasão e apelo ao consumo com os recursos linguístico-discursivos utilizados (tempo verbal, jogos de palavras, metáforas, imagens). 3, 6, 7, 10 Estilo Análise linguística/ semiótica (EF69LP16) Analisar e utilizar as formas de composição dos gêneros jornalísticos da or- dem do relatar, tais como notícias (pirâmide invertida no impresso X blocos noticiosos hi- pertextuais e hipermidiáticos no digital, que também pode contar com imagens de vários tipos, vídeos, gravações de áudio etc.), da ordem do argumentar, tais como artigos de opinião e editorial (contextualização, defesa de tese/opinião e uso de argumentos) e das entrevistas: apresentação e contextualização do entrevistado e do tema, estrutura pergunta e resposta etc. Estilo (EF69LP18) Utilizar, na escrita/reescrita de textos argumentativos, recursos linguísticos que marquem as relações de sentido entre pará- grafos e enunciados do texto e operadores de conexão adequados aos tipos de argumento e à forma de composição de textos argumen- tativos, de maneira a garantir a coesão, a co- erência e a progressão temática nesses textos (“primeiramente, mas, no entanto, em primeiro/segundo/terceiro lugar, finalmente, em conclusão” etc.). Efeito de sentido (EF69LP19) Analisar, em gêneros orais que en- volvam argumentação, os efeitos de sentido de elementos típicos da modalidade falada, como a pausa, a entonação, o ritmo, a gestu- alidade e expressão facial, as hesitações etc. 3, 6, 7, 10 Estilo (EF69LP18) Utilizar, na escrita/reescrita de textos argumentativos, recursos linguísticos que marquem as relações de sentido entre parágrafos e enunciados do texto e operadores de conexão adequados aos tipos de argumento e à forma de composição de textos argumentativos, de maneira a garantir a coesão, a coerência e a progressão temática nesses textos (“primeiramente, mas, no entanto, em primeiro/segundo/terceiro lugar, finalmente, em conclusão” etc.).

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Página: 252 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Efeitos de sentido (EF69LP19) Analisar, em gêneros orais que envolvam argumentação, os efeitos de sentido de elementos típicos da modalidade falada, como a pausa, a entonação, o ritmo, a gestualidade e expressão facial, as hesitações etc. CAMPOS DE ATUAÇÃO: CAMPO DE ATUAÇÃO NA VIDA PÚBLICA PRÁTICAS DE LINGUAGEM Leitura Produção de textos Produção de textos COMPETÊN CIAS ESPECÍFI CAS 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 9, 10 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 9, 10 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 9, 10 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Reconstruç ão das condições de produção e circulação e adequação do texto à construção composicional e ao estilo de gênero (lei, código, estatuto, código, regimento etc.) HABILID ADES (EF69LP20) Identificar, tendo em vista o con- texto de produção, a forma de organização dos textos normativos e legais, a lógica de hierar- quização de seus itens e subitens e suas partes: parte inicial (título – nome e data – e ementa), blocos de artigos (parte, livro, capítulo, seção, subseção), artigos (caput e parágrafos e inci- sos) e parte final (disposições pertinentes à sua implementação) e analisar efeitos de sentido causados pelo uso de vocabulário técnico, pelo uso do imperativo, de palavras e expres- sões que indicam circunstâncias, como advér- bios e locuções adverbiais, de palavras que indicam generalidade, como alguns pronomes indefinidos, de forma a poder compreender o caráter imperativo, coercitivo e generalista das leis e de outras formas de regulamentação. Apreciação e réplica (EF69LP21) Posicionar-se em relação a conte- údos veiculados em práticas não institucio- nalizadas de participação social, sobretudo àquelas vinculadas a manifestações artísticas, produções culturais, intervenções urbanas e práticas próprias das culturas juvenis que pretendam denunciar, expor uma problemática ou “convocar” para uma reflexão/ação, relacio- nando esse texto/produção com seu contexto de produção e relacionando as partes e semio- ses presentes para a construção de sentidos. Textualização, revisão e edição (EF69LP22) Produzir, revisar e editar textos rei- vindicatórios ou propositivos sobre problemas que afetam a vida escolar ou da comunidade, justificando pontos de vista, reivindicações e detalhando propostas (justificativa, objetivos, ações previstas etc.), levando em conta seu contexto de produção e as características dos gêneros em questão. Textualização, revisão e edição (EF69LP23) Contribuir com a escrita de textos normativos, quando houver esse tipo de de- manda na escola – regimentos e estatutos de organizações da sociedade civil do âmbito da atuação das crianças e jovens (grêmio livre, clubes de leitura, associações culturais etc.) – e de regras e regulamentos nos vários âmbitos da escola – campeonatos, festivais, regras de convivência etc., levando em conta o contexto de produção e as características dos gêneros em questão. 240

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Página: 253 ENSINO FUNDAMENTAL Textualização, revisão e edição Discussão oral Oralidade 1, 2, 3, 5, 10 (EF69LP23IC) Contribuir com a escrita de textos normativos e de regras e regulamentos nos vários âmbitos da escola – campeonatos, festivais, regras de convivência etc., levando em conta o contexto de produção e as características dos gêneros em questão. (EF69LP24) Discutir casos, reais ou simulações, submetidos a juízo, que envolvam (supostos) desrespeitos a artigos, do ECA, do Código de Defesa do Consumidor, do Código Nacional de Trânsito, de regulamentações do mercado pu- blicitário etc., como forma de criar familiarida- de com textos legais – seu vocabulário, formas de organização, marcas de estilo etc. –, de ma- neira a facilitar a compreensão de leis, fortale- cer a defesa de direitos, fomentar a escrita de textos normativos (se e quando isso for necessário) e possibilitar a compreensão do caráter interpretativo das leis e as várias perspectivas que podem estar em jogo. (EF69LP25) Posicionar-se de forma consistente e sustentada em uma discussão, assembleia, reuniões de colegiados da escola, de agremia- ções e outras situações de apresentação de propostas e defesas de opiniões, respeitando as opiniões contrárias e propostas alternati- vas e fundamentando seus posicionamentos, no tempo de fala previsto, valendo-se de sín- teses e propostas claras e justificadas. 1, 2, 3, 5, 10 Registro Análise linguística/ semiótica 241 Análise de textos legais/normativos, propositivos e reivindicatórios (EF69LP26) Tomar nota em discussões, deba- tes, palestras, apresentação de propostas, reuniões, como forma de documentar o even- to e apoiar a própria fala (que pode se dar no momento do evento ou posteriormente, quan- do, por exemplo, for necessária a retomada dos assuntos tratados em outros contextos públicos, como diante dos representados). (EF69LP27) Analisar a forma composicional de textos pertencentes a gêneros normati- vos/jurídicos e a gêneros da esfera política, tais como propostas, programas políticos (posicionamento quanto a diferentes ações a serem propostas, objetivos, ações previstas etc.), propaganda política (propostas e sua sustentação, posicionamento quanto a temas em discussão) e textos reivindicatórios: cartas de reclamação, petição (proposta, suas jus- tificativas e ações a serem adotadas) e suas marcas linguísticas, de forma a incrementar a compreensão de textos pertencentes a esses gêneros e a possibilitar a produção de textos mais adequados e/ou fundamentados quando isso for requerido.

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Página: 254 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Análise linguística/ semiótica 1, 2, 3, 5, 10 Modalização (EF69LP28) Observar os mecanismos de mo- dalização adequados aos textos jurídicos, as modalidades deônticas, que se referem ao eixo da conduta (obrigatoriedade/permissibi- lidade) como, por exemplo: Proibição: “Não se deve fumar em recintos fechados”; Obrigatoriedade: “A vida tem que valer a pena”; Possi- bilidade: “É permitida a entrada de menores acompanhados de adultos responsáveis”, e os mecanismos de modalização adequados aos textos políticos e propositivos, as modali- dades apreciativas, em que o locutor exprime um juízo de valor (positivo ou negativo) acerca do que enuncia. Por exemplo: “Que belo dis- curso!”, “Discordo das escolhas de Antônio”, “Felizmente, o buraco ainda não causou aci- dentes mais graves”. CAMPOS DE ATUAÇÃO: CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊN CIAS ESPECÍFI CAS OBJETOS DE CONHECIM ENTO Reconstruç ão das condições de produção e recepção dos textos e adequação do texto à construção composicional e ao estilo de gênero Leitura 1, 2, 3, 5, 6, 7, 9, 10 HABILID ADES (EF69LP29) Refletir sobre a relação entre os contextos de produção dos gêneros de divul- gação científica – texto didático, artigo de di- vulgação científica, reportagem de divulgação científica, verbete de enciclopédia (impressa e digital), esquema, infográfico (estático e animado), relatório, relato multimidiático de campo, podcasts e vídeos variados de divul- gação científica etc. – e os aspectos relativos à construção composicional e às marcas linguís- ticas características desses gêneros, de forma a ampliar suas possibilidades de compreensão (e produção) de textos pertencentes a esses gêneros. Relação entre textos (EF69LP30) Comparar, com a ajuda do professor, conteúdos, dados e informações de diferentes fontes, levando em conta seus contextos de produção e referências, identi- ficando coincidências, complementaridades e contradições, de forma a poder identificar erros/imprecisões conceituais, compreender e posicionar-se criticamente sobre os conteú- dos e informações em questão. Apreciação e réplica (EF69LP31) Utilizar pistas linguísticas – tais como “em primeiro/segundo/terceiro lugar”, “por outro lado”, “dito de outro modo”, isto é”, “por exemplo” – para compreender a hie- rarquização das proposições, sintetizando o conteúdo dos textos. (EF69LP32) Selecionar informações e dados relevantes de fontes diversas (impressas, di- gitais, orais etc.), avaliando a qualidade e a utilidade dessas fontes, e organizar, esque- maticamente, com ajuda do professor, as in- formações necessárias (sem excedê-las) com ou sem apoio de ferramentas digitais, em qua- dros, tabelas ou gráficos. 242

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Página: 255 ENSINO FUNDAMENTAL Leitura 1, 2, 3, 5, 6, 7, 9, 10 Estratégias e procedimentos de leitura Relação do verbal com outras semioses Procedimentos e gêneros de apoio à compreensão Relação entre textos Apreciação e réplica Estratégias e procedimentos de leitura Relação do verbal com outras semioses Procedimentos e gêneros de apoio à compreensão 243 (EF69LP33) Articular o verbal com os esque- mas, infográficos, imagens variadas etc. na (re)construção dos sentidos dos textos de divulgação científica e retextualizar do dis- cursivo para o esquemático – infográfico, es- quema, tabela, gráfico, ilustração etc. – e, ao contrário, transformar o conteúdo das tabelas, esquemas, infográficos, ilustrações etc. em texto discursivo, como forma de ampliar as possibilidades de compreensão desses textos e analisar as características das multissemio- ses e dos gêneros em questão. (EF69LP34) Grifar as partes essenciais do tex- to, tendo em vista os objetivos de leitura, pro- duzir marginalias (ou tomar notas em outro suporte), sínteses organizadas em itens, qua- dro sinóptico, quadro comparativo, esquema, resumo ou resenha do texto lido (com ou sem comentário/análise), mapa conceitual, depen- dendo do que for mais adequado, como forma de possibilitar uma maior compreensão do texto, a sistematização de conteúdos e infor- mações. (EF69LP30) Comparar, com a ajuda do professor, conteúdos, dados e informações de diferentes fontes, levando em conta seus contextos de produção e referências, identificando coincidências, complementaridades e contradições, de forma a poder identificar erros/ imprecisões conceituais, compreender e posicionar-se criticamente sobre os conteúdos e informações em questão. (EF69LP31) Utilizar pistas linguísticas – tais como “em primeiro/segundo/terceiro lugar”, “por outro lado”, “dito de outro modo”, isto é”, “por exemplo” – para compreender a hierarquização das proposições, sintetizando o conteúdo dos textos. (EF69LP34IC) Grifar as partes essenciais do texto, tendo em vista os objetivos de leitura como forma de possibilitar uma maior compreensão do texto, a sistematização de conteúdos e informações.

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Página: 256 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Produção de textos Produção de textos Oralidade 1, 2, 3, 5, 9, 10 Consideração das condições de produção de textos de divulgação científica Estratégias de escrita Estratégias de escrita: textualizaç ão, revisão e edição (EF69LP36) Produzir, revisar e editar textos voltados para a divulgação do conhecimen- to e de dados e resultados de pesquisas, tais como artigos de divulgação científica, verbete de enciclopédia, infográfico, infográfico ani- mado, podcast ou vlog científico, relato de experimento, relatório, relatório multimidiá- tico de campo, dentre outros, considerando o contexto de produção e as regularidades dos gêneros em termos de suas construções com- posicionais e estilos. Estratégias de produção (EF69LP37) Produzir roteiros para elaboração de vídeos de diferentes tipos (vlog científico, vídeo-minuto, programa de rádio, podcasts) para divulgação de conhecimentos científicos e resultados de pesquisa, tendo em vista seu contexto de produção, os elementos e a cons- trução composicional dos roteiros. 1, 2, 3, 5, 9, 10 1, 2, 3, 5, 10 (EF69LP35) Planejar textos de divulgação cien- tífica, a partir da elaboração de esquema que- considere as pesquisas feitas anteriormente, de notas e sínteses de leituras ou de registros de experimentos ou de estudo de campo, pro- duzir, revisar e editar textos voltados para a divulgação do conhecimento e de dados e resultados de pesquisas, tais como artigo de divulgação científica, artigo de opinião, re- portagem científica, verbete de enciclopédia, verbete de enciclopédia digital colaborativa, infográfico, relatório, relato de experimento científico, relato (multimidiático) de campo, tendo em vista seus contextos de produção, que podem envolver a disponibilização de informações e conhecimentos em circulação em um formato mais acessível para um pú- blico específico ou a divulgação de conhecimentos advindos de pesquisas bibliográficas, experimentos científicos e estudos de campo realizados. Estratégias de produção: planejamen to e produção de apresentações orais Estratégias de produção (EF69LP38) Organizar os dados e informações pesquisados em painéis ou slides de apresen- tação, levando em conta o contexto de produ- ção, o tempo disponível, as características do gênero apresentação oral, a multissemiose, as mídias e tecnologias que serão utilizadas, ensaiar a apresentação, considerando também elementos paralinguísticos e cinésicos, e proceder à exposição oral de resultados de estudos e pesquisas, no tempo determinado, a partir do planejamento e da definição de di- ferentes formas de uso da fala – memorizada, com apoio da leitura ou fala espontânea. (EF69LP39) Definir o recorte temático da en- trevista e o entrevistado, levantar informa- ções sobre o entrevistado e sobre o tema da entrevista, elaborar roteiro de perguntas, rea- lizar entrevista, a partir do roteiro, abrindo possibilidades para fazer perguntas a partir da resposta, se o contexto permitir, tomar nota, gravar ou salvar a entrevista e usar adequada- mente as informações obtidas, de acordo com os objetivos estabelecidos. 244

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Página: 257 ENSINO FUNDAMENTAL Análise linguística/ semiótica 1, 2, 4, 5, 10 Construção composicio nal Elementos paralinguístico s e cinésicos Apresentaçõe s orais Usar adequadament e ferramentas de apoio a apresentações orais Análise linguística/ semiótica 1, 2, 4, 5, 10 Construção composiciona l e estilo Gêneros de divulgaç ão científic a 245 (EF69LP40) Analisar, em gravações de seminá- rios, conferências rápidas, trechos de palestras, dentre outros, a construção composicional dos gêneros de apresentação – abertura/saudação, introdução ao tema, apresentação do plano de exposição, desenvolvimento dos conteú- dos, por meio do encadeamento de temas e subtemas (coesão temática), síntese final e/ou conclusão, encerramento –, os elementos pa- ralinguísticos (tais como: tom e volume da voz, pausas e hesitações – que, em geral, devem ser minimizadas –, modulação de voz e entonação, ritmo, respiração etc.) e cinésicos (tais como: postura corporal, movimentos e gestualidade significativa, expressão facial, contato de olho com plateia, modulação devoz e entonação, sincronia da fala com ferramenta de apoio etc.), para melhor performar apresentações orais no campo da divulgação do conhecimento. (EF69LP41) Usar adequadamente ferramentas de apoio a apresentações orais, escolhendo e usando tipos e tamanhos de fontes que permi- tam boa visualização, topicalizando e/ou or- ganizando o conteúdo em itens, inserindo de forma adequada imagens, gráficos, tabelas, formas e elementos gráficos, dimensionando a quantidade de texto (e imagem) por slide, usando progressivamente e de forma harmô- nica recursos mais sofisticados como efeitos de transição, slides mestres, layouts personalizados etc. (EF69LP42) Analisar a construção composi- cional dos textos pertencentes a gêneros re- lacionados à divulgação de conhecimentos: título, (olho), introdução, divisão do texto em subtítulos, imagens ilustrativas de conceitos, relações, ou resultados complexos (fotos, ilustrações, esquemas, gráficos, infográficos, diagramas, figuras, tabelas, mapas) etc., exposição, contendo definições, descrições, comparações, enumerações, exemplificações e remissões a conceitos e relações por meio de notas de rodapé, boxes ou links; ou título, contextualização do campo, ordenação temporal ou temática por tema ou subtema, intercalação de trechos verbais com fotos, ilustrações, áudios, vídeos etc. e reconhecer traços da linguagem dos textos de divulgação científica, fazendo uso consciente das estratégias de impessoalização da linguagem (ou de pessoalização, se o tipo de publicação e objetivos assim o demandar, como em alguns podcasts e vídeos de divulgação científica), 3ª pessoa, presente atemporal, recurso à cita- ção, uso de vocabulário técnico/especializado etc., como forma de ampliar suas capacidades de compreensão e produção de textos nesses gêneros.

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Página: 258 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Marcas linguísticas Intertextualidade (EF69LP43) Identificar e utilizar os modos de introdução de outras vozes no texto – citação literal e sua formatação e paráfrase –, as pis- tas linguísticas responsáveis por introduzir no texto a posição do autor e dos outros autores citados (“Segundo X; De acordo com Y; De mi- nha/nossa parte, penso/amos que”...) e os ele- mentos de normatização (tais como as regras de inclusão e formatação de citações e paráfrases, de organização de referências biblio- gráficas) em textos científicos, desenvolvendo reflexão sobre o modo como a intertextualida- de e a retextualização ocorrem nesses textos. 246

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Página: 259 ENSINO FUNDAMENTAL 247 CAMPOS DE ATUAÇÃO: CAMPO ARTÍSTICOLITERÁRIO PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES (EF69LP44) Inferir a presença de valores so- ciais, culturais e humanos e de diferentes vi- sões de mundo, em textos literários, reconhe- cendo nesses textos formas de estabelecer múltiplos olhares sobre as identidades, socie- dades e culturas e considerando a autoria e o contexto social e histórico de sua produção. Reconstruç ão das condições de produção, circulação e recepção Apreciação e réplica Leitura 1, 2, 4, 5 Reconstrução da textualidade e compreensão dos efeitos de sentidos provocados pelos usos de recursos linguísticos e multissemióticos (EF69LP45) Posicionar-se criticamente em re- lação a textos pertencentes a gêneros como quarta-capa, programa (de teatro, dança, exposição etc.), sinopse, resenha crítica, co- mentário em blog/vlog cultural etc., para selecionar obras literárias e outras manifes- tações artísticas (cinema, teatro, exposições, espetáculos, CDs, DVDs etc.), diferenciando as sequências descritivas e avaliativas e reconhe- cendoos como gêneros que apoiam a escolha do livro ou produção cultural e consultando-os no momento de fazer escolhas, quando for o caso. (EF69LP46) Participar de práticas de compar- tilhamento de leitura/recepção de obras lite- rárias/manifestações artísticas, como rodas de leitura, clubes de leitura, eventos de con- tação de histórias, de leituras dramáticas, de apresentações teatrais, musicais e de filmes, cineclubes, festivais de vídeo, saraus, slams, canais de booktubers, redes sociais temáticas (de leitores, de cinéfilos, de música etc.), dentre outros, tecendo, quando possível, comen- tários de ordem estética e afetiva. (EF69LP47) Analisar, em textos narrativos fic- cionais, as diferentes formas de composição próprias de cada gênero, os recursos coesivos que constroem a passagem do tempo e arti- culam suas partes, a escolha lexical típica de cada gênero para a caracterização dos cená- rios e dos personagens e os efeitos de sentido decorrentes dos tempos verbais, dos tipos de discurso, dos verbos de enunciação e das va- riedades linguísticas (no discurso direto, se houver) empregados, identificando o enredo e o foco narrativo e percebendo como se es- trutura a narrativa nos diferentes gêneros e os efeitos de sentido decorrentes do foco narra- tivo típico de cada gênero, da caracterização dos espaços físico e psicológico e dos tempos cronológico e psicológico, das diferentes vozes no texto (do narrador, de personagens em dis- curso direto e indireto), do uso de pontuação expressiva, palavras e expressões conotativas e processos figurativos e do uso de recursos linguístico-gramaticais próprios a cada gêne- ro narrativo.

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Página: 260 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Reconstrução da textualidade e compreensão dos efeitos de sentidos provocados pelos usos de recursos linguísticos e multissemióticos Leitura 1, 2, 4, 5 Adesão às práticas de leitura Reconstrução das condições de produção, circulação e recepção Apreciação e réplica Reconstrução da textualidade e compreensão dos efeitos de sentidos provocados pelos usos de recursos linguísticos e multissemióticos Relação entre textos Produção de textos 1, 2, 4, 5 Consideração das condições de produção Estratégia s de produção: planejament o, textualizaçã o e revisão/ediç (EF69LP48) Interpretar, em poemas, efeitos produzidos pelo uso de recursos expressivos sonoros (estrofação, rimas, aliterações etc), semânticos (figuras de linguagem, por exem- plo), gráficoespaciais (distribuição da man- cha gráfica no papel), imagens e sua relação com o texto verbal. (EF69LP49) Mostrar-se interessado e envolvido pela leitura de livros de literatura e por outras produções culturais do campo e receptivo a textos que rompam com seu universo de expectativas, que representem um desafio em relação às suas possibilidades atuais e suas experiências anteriores de leitura, apoiando-se nas marcas linguísticas, em seu conhecimento sobre os gêneros e a temática e nas orientações dadas pelo professor. (EF69LP44) Inferir a presença de valores sociais, culturais e humanos e de diferentes visões de mundo, em textos literários, reconhecendo nesses textos formas de estabelecer múltiplos olhares sobre as identidades, sociedades e culturas e considerando a autoria e o contexto social e histórico de sua produção. (EF69LP48) Interpretar, em poemas, efeitos produzidos pelo uso de recursos expressivos sonoros (estrofação, rimas, aliterações etc.), semânticos (figuras de linguagem, por exemplo), gráfico- espaciais (distribuição da mancha gráfica no papel), imagens e sua relação com o texto verbal. (EF69LP50) Elaborar texto teatral, a partir da adaptação de romances, contos, mitos, narrativas de enigma e de aventura, novelas, biografias romanceadas, crônicas, dentre outros, indicando as rubricas para caracteri- zação do cenário, do espaço, do tempo; expli- citando a caracterização física e psicológica dos personagens e dos seus modos de ação; reconfigurando a inserção do discurso direto e dos tipos de narrador; explicitando as mar- cas de variação linguística (dialetos, registros e jargões) e retextualizando o tratamento da temática. (EF69LP51) Engajar-se ativamente nos proces- sos de planejamento, textualização, revisão/ edição e reescrita, tendo em vista as restri- ções temáticas, composicionais e estilísticas dos textos pretendidos e as configurações da situação de produção – o leitor pretendido, o suporte, o contexto de circulação do texto, as finalidades etc. – e considerando a imagina- ção, a estesia e a verossimilhança próprias ao texto literário. 248

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Página: 261 ENSINO FUNDAMENTAL 249 ão Oralidade 1, 2, 4, 5 Produção de textos orais Produção de textos orais: oralização Oralidade 1, 2, 4, 5 (EF69LP52) Representar cenas ou textos dramáticos, considerando, na caracterização dos personagens, os aspectos linguísticos e pa- ralinguísticos das falas (timbre e tom de voz, pausas e hesitações, entonação e expressivi- dade, variedades e registros linguísticos), os gestos e os deslocamentos no espaço cênico, o figurino e a maquiagem e elaborando as rubri- cas indicadas pelo autor por meio do cenário, da trilha sonora e da exploração dos modos de interpretação. (EF69LP53) Ler em voz alta textos literários diversos – como contos de amor, de humor, de suspense, de terror; crônicas líricas, hu- morísticas, críticas; bem como leituras orais capituladas (compartilhadas ou não com o professor) de livros de maior extensão, como romances, narrativas de enigma, narrativas de aventura, literatura infantojuvenil –, contar/ recontar histórias tanto da tradição oral (cau- sos, contos de esperteza, contos de animais, contos de amor, contos de encantamento, piadas, dentre outros) quanto da tradição li- terária escrita, expressando a compreensão e interpretação do texto por meio de uma leitu- ra ou fala expressiva e fluente, que respeite o ritmo, as pausas, as hesitações e a entonação indicados tanto pela pontuação quanto por outros recursos gráficoeditoriais, como ne- gritos, itálicos, caixaalta, ilustrações etc., gra- vando essa leitura ou esse conto/reconto, seja para análise posterior, seja para produção de audiobooks de textos literários diversos ou de podcasts de leituras dramáticas com ou sem efeitos especiais, e ler e/ou declamar poemas diversos, tanto de forma livre quanto de for- ma fixa (como quadras, sonetos, liras, haicais etc.), empregando os recursos linguísticos, paralinguísticos e cinésicos necessários aos efeitos de sentido pretendidos, como o ritmo e a entonação, o emprego de pausas e prolon- gamentos, o tom e o timbre vocais, bem como eventuais recursos de gestualidade e panto- mima que convenham ao gênero poético e à situação de compartilhamento em questão.

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Página: 262 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Recursos linguísticos e semióticos que operam nos textos pertencentes aos gêneros literários (EF69LP54) Analisar os efeitos de sentido de- correntes da interação entre os elementos linguísticos e os recursos paralinguísticos e cinésicos, como as variações no ritmo, as mo- dulações no tom de voz, as pausas, as mani- pulações do estrato sonoro da linguagem, ob- tidos por meio da estrofação, das rimas e de figuras de linguagem como as aliterações, as assonâncias, as onomatopeias, dentre outras, a postura corporal e a gestualidade, na decla- mação de poemas, apresentações musicais e teatrais, tanto em gêneros em prosa quanto nos gêneros poéticos, os efeitos de sentido decorrentes do emprego de figuras de lingua- gem, tais como comparação, metáfora, perso- nificação, metonímia, hipérbole, eufemismo, ironia, paradoxo e antítese e os efeitos de sen- tido decorrentes do emprego de palavras e expressões denotativas e conotativas (adjetivos, locuções adjetivas, orações subordinadas ad- jetivas etc.), que funcionam como modificadores, percebendo sua função na caracterização dos espaços, tempos, personagens e ações próprios de cada gênero narrativo. 250

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Página: 263 ENSINO FUNDAMENTAL 251 CAMPOS DE ATUAÇÃO: TODOS OS CAMPOS DE ATUAÇÃO PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES (EF69LP55) Reconhecer as variedades da lín- gua falada, o conceito de norma-padrão e o de preconceito linguístico. Análise linguística/ semiótica 1, 2, 4, 5 Variação linguística (EF69LP56) Fazer uso consciente e reflexivo de regras e normas da normapadrão em situa- ções de fala e escrita nas quais ela deve ser usada. (EF69LP55) Reconhecer as variedades da língua falada, o conceito de norma-padrão e o de preconceito linguístico. (EF69LP56) Fazer uso consciente e reflexivo de regras e normas da norma-padrão em situações de fala e escrita nas quais ela deve ser usada. 7.2.2. Arte A Arte é reconhecida, no DCRB, como um campo do conhecimen- to próprio, indo muito além do trabalho com a dimensão sensível. É um fenômeno social e cultural de caráter universal que permite acessar dados e informações sobre a cultura a partir do conheci- mento e análise crítico-reflexiva de quando as obras de arte fo- ram realizadas, sua história, os elementos constitutivos junto ao processo formal de constituição de uma produção artística, tendo como um dos seus objetivos o desenvolvimento pleno e integral dos estudantes. 7.2.2.1. Texto Sendo a escola um local privilegiado de cultura, é imprescindível Introdutório assegurar o lugar da Arte na educação, requerendo dos educado- res a compreensão da sua importância (Arte) no desenvolvimento humano. Fowler (2001, p. 9-13) nos elucida bem sobre isso, ao afirmar que a Arte ensina a pensar receptivamente, desenvolvendo a sensibilida- de e consciência; a pensar esteticamente, tendo a consciência esté- tica como modo de nos relacionarmos com o mundo, ainda permite a referência da Arte para outros aspectos da vida; ensina a pensar criativamente, pois a ambiguidade das formas de expressão simbó- lica requer um pensamento de ordem superior, e a pensar comunicativamente, pois sendo todas as formas de arte, meios de comunicação, dão acesso ao ser expressivo e comunicativo e à participação na criação do seu próprio mundo. Destarte, na estruturação do Currículo Bahia, a Arte se constitui como um componente curricular dentro da Área de Linguagens, o que, em nenhuma medida, reduz seu valor ou sua importância na formação das crianças e jovens, tendo em vista o necessário conhecimento de mundo a partir de múltiplas referências. Não se cons-

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Página: 264 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 252 Ela pode e deve ser trabalhada de forma contextualizada, interdisciplinar, assegurando-se que não haja negligência de seus conteúdos próprios que ajudam na reflexão e na crítica de objetos artístico-culturais situados em diversos tempos históricos e em diferentes contextos culturais, tanto no contexto urbano quanto do campo, local, regional e nacionalmente. Há que enfatizarmos a importância e destaque que deve ser dado ao estudo da historicidade da produ- ção artística na Bahia, mesmo antes da municipalização das escolas. A BNCC propõe a distribuição e organização das linguagens como unidades temáticas. Na proposta curricular ora apresentada, declinamos da denominação unidade temática, assumindo o termo linguagem por considerar que melhor representa a especificidade desta área de componente, aqui considerada Componente Curri- cular. Assim, o Componente Curricular Arte fica constituído por quatro linguagens: Artes Visuais, Música, Dança e Teatro, sendo perpassado de forma interdisciplinar por uma unidade do conhe- cimento, ora denominada Artes Integradas, conforme estabelece a BNCC, que devem ser trabalhadas, considerando a especificidade dos grupos urbanos, bem como do campo, em seus contextos lo- cais, regionais e nacionais. Sobre as linguagens: As Artes Visuais podem ser definidas como processos e produtos artísticos e culturais, criados nos diversos tempos históricos e contextos sociais, que têm a expressão visual como principal elemento de comunicação. Portanto, considera-se, aqui, como Artes Visuais um conjunto de manifestações, desde a pintura e escultura, até vídeo-arte, animações, colagens, arte urbana, instalações artísti- cas, performances, arte corporal (BodyArt), apresentações de rua, história em quadrinhos, artes decorativas, arte multimídia, design gráfico, de produtor e de moda, entre outros (WANNER, 2010). O trabalho com Artes Visuais possibilita aos estudantes explorar múltiplas culturas visuais, dialogar com as diferenças e conhecer outros espaços e possibilidades inventivas e expressivas, de modo a ampliar os limites escolares e criar novas formas de interação artística e de produção cultural, sejam elas concretas, sejam elas simbólicas. A Dança constitui-se como prática artística pelo pensamento e sentimento do corpo, mediante a articulação dos processos cognitivos e das experiências sensíveis implicados no movimento dançado. Os processos de investigação e produção artística da dança centram-se naquilo que ocorre no e pelo corpo, discutindo e significando relações entre corporeidade e produção estética.

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Página: 265 ENSINO FUNDAMENTAL 253 A ação corporal constitui e faz parte de toda atividade humana. A criança utiliza-se do movimento para conhecer a si e ao mundo. Em constante mobilidade, relaciona-se com seu entorno, com todos e tudo que a cerca. Ainda há que compreender que a ação física é a primeira forma de aprendizagem da criança, essencial para o seu desenvolvimento integral e integrado: seu potencial motor, afetivo e cognitivo. Ao movimentar-se, a criança e o jovem experimentam e movimentam-se em prol da construção de sua autonomia. Através da Dança, é possível desenvolver na criança o entendimen- to de como seu corpo funciona, suas possibilidades de movimento, expressando-se e relacionando-se com o mundo de forma integra- da entre motricidade, cognição e afetividade. Em Dança pode-se trabalhar com estímulos sonoros ou o silêncio, com os jogos tradicionais infantis que têm grande carga de movimento, a exemplo das cirandas, amarelinhas e muitos outros que são importantes fontes de pesquisa. É essencial acolher e valorizar as manifestações popu- lares, atentando-se para as especificidades da cultura da Dança e suas manifestações em cada localidade. A Música é a expressão artística que se materializa por meio dos sons, que ganham forma, sentido e significado no âmbito da sensi- bilidade subjetiva das interações sociais, como resultado de saberes e valores diversos, estabelecidos no domínio de cada cultura. A ampliação e a produção dos conhecimentos musicais passam pela percepção, experimentação, reprodução, manipulação e criação de materiais sonoros diversos, dos mais próximos aos mais distantes da cultura musical dos alunos. Esse processo lhes possibilita viven- ciar a música inter-relacionada à diversidade e desenvolver saberes musicais fundamentais para sua inserção e participação crítica e ativa na sociedade. O Teatro instaura a experiência artística multissensorial de encontro com o outro em performance. Nessa experiência, o corpo é lócus de criação ficcional de tempos, espaços e sujeitos distintos de si próprios, por meio do verbal, não verbal e da ação física. Os processos de criação teatral passam por situações de criação coletiva e colaborativa, por intermédio de jogos, improvisações, atuações e encenações, caracterizadas pela interação entre atuantes e espectadores. O fazer teatral possibilita a intensa troca de experiências entre os alunos e aprimora a percepção estética, a imaginação, a consciên- cia corporal, a intuição, a memória, a reflexão e a emoção. Ainda- que, na BNCC, as linguagens artísticas das Artes Visuais, da Dança, da Música e do Teatro sejam consideradas, em suas especificidades,

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Página: 266 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 254 as experiências e vivências dos sujeitos em sua relação com a Arte, não acontecem de forma compartimentada ou estanque. As quatro linguagens desse componente se articulam em seis dimensões do conhecimento artístico que se associam simultânea e indissociavelmente ao trabalho de Arte, a saber: (1) Criação; (2) Crítica; (3) Estesia; (4) Expressão; (5) Fruição; (6) Reflexão. Estas dimensões não são eixos temáticos, mas sim “linhas maleáveis” que se interpenetram e constituem a especificidade do conhecimento em Arte no contexto escolar (BRASIL, 2016, p. 113). A seguir a definição da BNCC para cada uma destas dimensões: • • • • • Criação: refere-se ao fazer artístico, quando os sujeitos criam, produzem e constroem. Trata-se de uma atitude intencional e investigativa que confere materialidade estética a sentimentos, ideias, desejos e representações em processos, acontecimentos e produções artísticas individuais ou coletivas. Esta dimensão trata do apreender o que está em jogo durante o fazer artístico, processo permeado por tomadas de decisão, entraves, desafios, conflitos, negociações e inquietações. Crítica: refere-se às impressões que impulsionam os sujeitos em direção a novas compreensões do espaço em que vivem com base no estabelecimento de relações, por meio do estudo e da pesquisa, entre as diversas experiências e manifestações artísticas e culturais vividas e conhecidas. Essa dimensão articula ação e pensamento propositivos, envolvendo aspectos estéticos, políticos, históricos, filosóficos, sociais, econômicos e culturais. Estesia: refere-se à experiência sensível dos sujeitos em relação ao espaço, ao tempo, ao som, à ação, às imagens, ao próprio corpo e aos diferentes materiais. Essa dimensão articula a sen- sibilidade e a percepção, tomadas como forma de conhecer a si mesmo, o outro e o mundo. Nela, o corpo em sua totalidade (emoção, percepção, intuição, sensibilidade e intelecto) é o pro- tagonista da experiência. Expressão: refere-se às possibilidades de exteriorizar e manifestar as criações subjetivas por meio de procedimentos artísticos, tanto em âmbito individual quanto coletivo. Essa dimensão emerge da experiência artística com os elementos constitutivos de cada linguagem, dos seus vocabulários específicos e das suas materialidades. Fruição: refere-se ao deleite, ao prazer, ao estranhamento e à abertura para se sensibilizar durante a participação em práticas artísticas e culturais. Essa dimensão implica disponibilidade dos sujeitos para a relação continuada com produções artísticas e culturais oriundas das mais diversas épocas, lugares e grupos sociais.

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Página: 267 ENSINO FUNDAMENTAL • 255 Reflexão: refere-se ao processo de construir argumentos e ponderações sobre as fruições, as experiências e os processos criativos, artísticos e culturais. É a atitude de perceber, analisar e interpretar as manifestações artísticas e culturais, seja como criador, seja como leitor. A integração e a articulação de tais dimensões do conhecimento às quatro linguagens permitem ultrapassar o tratamento do componente curricular Arte como uma atividade para ensino de técnicas e códigos. A Educação pela Arte, por sua vez, constitui-se como forma de propiciar o desenvolvimento do pensamento artístico, além de proporcionar, a muitos indivíduos, uma relação afetiva com o meio em que vivem, possibilitando-lhes relacionar-se com o meio social de for- ma mais prazerosa, de forma ativa e protagonista. O ensino de Arte não pode ser tratado como suporte para as de- mais disciplinas constitutivas do quadro curricular, como acontece tradicionalmente. Posicioná-la de tal modo significa retirar seu caráter específico enquanto área do conhecimento humano. De acor- do com Fusari (1992, p. 16), é fundamental entender que “a arte se constitui de modos específicos da atividade criativa dos seres humanos”, portanto deve ser pensada em suas propriedades, deman- das e objetivos, com vistas à formação estética, crítica e social dos estudantes, especialmente por contribuir com a Educação Integral deles. Em consonância com o que preconiza a BNCC, o objetivo geral do ensino em Arte prevê desenvolvimento integral do indivíduo, a saber: intelectual, cultural, emocional, social, perceptivo, físico, estético e criador, compreendendo, reconhecendo e aplicando os elementos que integram as diversas linguagens artísticas em sua vivência no contexto cultural e social em que está inserido. Os objetos de conhecimento de Arte devem ser selecionados a par- tir de uma análise histórica, de forma crítica, permitindo ao estu- dante uma percepção da Arte em suas múltiplas dimensões, indo além da multiculturalidade e investindo em um trabalho com o en- sino de Arte na perspectiva descolonizadora e não hegemônica. No processo de ensino e aprendizagem do componente curricu- lar Arte há que se tratar dos aspectos essenciais da criação e per- cepção estética dos alunos, bem como a apropriação de conteúdos imprescindíveis para a cultura do cidadão contemporâneo, de for- ma progressiva e contextualizada. A cultura de arte do estudante é desenvolvida ao fazer, conhecer e apreciar produções artísticas

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Página: 268 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 256 que são ações que integram o perceber, o pensar, o aprender, o recordar, o imaginar, o sentir, o expressar, o comunicar e acompanha o processo de desenvolvimento da criança e do jovem. Os objetos de conhecimento foram organizados progressivamen- te, entre o 1º e o 5º anos, tendo como referência as habilidades e competências previstas na BNCC, consideradas, também, as necessidades e realidade local. Destacamos que tais objetos de conhecimento não podem ser banalizados. É essencial que sejam valorizados e ensinados às crianças e aos jovens através de situações e/ou propostas problematizadoras, pautadas nas metodologias ati- vas, assegurando a participação de cada um dentro da sala de aula. Tais orientações favorecem o emergir de formulações pessoais de ideias, hipóteses, teorias e formas artísticas. Progressivamente, e por meio de trabalhos contínuos, essas formulações tendem a se aproximar de modos mais elaborados de fazer e pensar sobre Arte. Introduzir o aluno do primeiro ciclo do Ensino Fundamental nas origens do teatro ou nos textos de dramaturgia por meio de his- tórias narradas pode despertar maior interesse e curiosidade sem perder a integridade dos conteúdos e fatos históricos. As linguagens, bem como a unidade temática Artes Integradas, não deverão ser trabalhadas independentemente ou na ordem em que foram escritas. Desse modo, o entendimento é que haja o entrelaçamento entre elas, sendo promovido um diálogo profícuo para a construção de um currículo na escola. Inclusive, o professor possui a liberdade para organizar e ampliar as ideias aqui propostas. Incentivamos o desenvolvimento de traba- lhos com projetos e com a interdisciplinaridade, bem como sugeri- mos que esteja presente a abordagem de temáticas da diversidade na perspectiva da inclusão, a fim de convencer estes estudantes de que, com estratégias específicas, eles podem vivenciar as seis dimensões do conhecimento. Por exemplo, o surdo pode vivenciar a experiência sonora através do corpo, o cego, por meio de expe- riências táteis, dentre outras adaptações possíveis para qualquer tipo de necessidade educacional especial. A ação artística também costuma envolver criação grupal. Nes- se momento, a arte contribui para o fortalecimento do conceito de grupo como socializador e criador de um universo imaginário, atualizando referências e desenvolvendo sua própria história. A Arte torna presente o grupo para si mesmo, por meio de suas representações imaginárias. O aspecto lúdico dessa atividade é fundamental. Ainda há que considerar, quanto ao ensino de Arte, a passagem da Educação Infantil para o Ensino Fundamental. Enquanto na

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Página: 269 ENSINO FUNDAMENTAL 257 Educação Infantil os estudantes vivenciam uma orientação curri- cular diferenciada, ou seja, o processo de aprendizagem deixa de ser estruturado em campos de experiências, em que as brincadei- ras e os jogos norteiam o processo de aprendizagem e desenvolvi- mento para ingressarem em uma organização curricular estrutu- rada em áreas de conhecimento e componentes curriculares, como se organiza no Ensino Fundamental. 7.2.2.2. Organizador Curricular ÁREA DE LINGUAGENS COMPONENTE CURRICULAR ARTE COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE ARTES 1. Explorar, conhecer, fruir e analisar criticamente práticas e produções artísticas e culturais do seu entorno social, patrimônio material e imaterial, dos povos indígenas, das comunidades tradicionais brasileiras e de diversas socieda- des, em distintos tempos e espaços, para reconhecer a Arte como um fenômeno cultural, histórico, social e sensível a diferentes contextos e dialogar com as diversidades. 2. Compreender as relações entre as linguagens da Arte e suas práticas integradas, inclusive aquelas possibilitadas pelo uso das novas tecnologias de informação e comunicação, pelo cinema e pelo audiovisual, nas condições parti- culares de produção, na prática de cada linguagem e nas suas articulações. 3. Pesquisar e conhecer distintas matrizes estéticas e culturais – especialmente aquelas manifestas na arte e nas cul turas que constituem a identidade brasileira –, suas tradições e manifestações contemporâneas, reelaborando-as nas criações em Arte. 4. Experienciar a ludicidade, a percepção, a expressividade e a imaginação, ressignificando espaços da escola e de fora dela no âmbito da Arte. 5. Mobilizar recursos tecnológicos como formas de registro, pesquisa e criação artística. 6. Estabelecer relações entre Arte, mídia, mercado e consumo, compreendendo, de forma crítica e problematizadora, modos de produção e de circulação da Arte na sociedade. 7. Problematizar questões políticas, sociais, econômicas, científicas, tecnológicas e culturais, por meio de exercícios, produções, intervenções e apresentações artísticas. 8. Desenvolver a autonomia, a crítica, a autoria e o trabalho coletivo e colaborativo nas Artes. 9. Analisar e valorizar o patrimônio artístico nacional e internacional, material e imaterial, com suas histórias e dife- rentes visões de mundo.

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Página: 270 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 258 1º ANO UNIDADES TEMÁTICA S/ LINGUAGE NS COMPETÊNCI AS 1, 3, 4 OBJETOS DE CONHECIMEN TO Contextos e práticas HABILIDAD ES (EF15AR01*) Identificar e apreciar formas dis- tintas das Artes Visuais tradicionais e contem- porâneas, a partir de seu contexto artístico cultural e suas manifestações local, regional e nacional, cultivando a percepção, o imaginá- rio, a capacidade de simbolizar e o repertório imagético. (EF01AR01BA) Apontar a influência da matriz das Artes Visuais produzidas no contexto Ur- bano e Rural nas manifestações artísticas das culturas locais, regionais e nacionais. (EF15AR30IC) Identificar, apreciar e respeitar as produções artesanais dos artesões municipais a partir da sua localidade e contexto histórico. 1, 3, 9 Elementos da linguagem (EF15AR02) Explorar e reconhecer elementos constitutivos das Artes Visuais (ponto, linha, forma, cor, espaço, movimento etc.). (EF15AR31IC) Reconhecer e ampliar a investigação de elementos constitutivos das artes visuais (ponto, linha, forma, volume, bi e tridimensional, textura, cor, espaço, movimento, luz e sombra) em produções artesanais Urbanas e no Campo. Artes Visuais (EF15AR32IC) Fazer leituras visuais com a finalidade de (re)conhecer as características físicas por meio de observação e representação direta do corpo, utilizando-se das linguagens das artes visuais tais como gravura, pintura, fotografia e escultura, entre outras. (EF15AR03) Reconhecer e analisar a influência de distintas matrizes estéticas e culturais das Artes Visuais nas manifestações artísticas das culturas locais, regionais e nacionais. 1, 3, 4 Matrizes estéticas e culturais (EF01AR02BA) Identificar formas distintas das Artes Visuais tradicionais e contemporâneas, a partir de seu contexto histórico-artístico-cultural e suas manifestações. (EF01AR03BA) Reconhecer e analisar a influên- cia de distintas matrizes estéticas e culturais presentes nas primeiras formas de

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Página: 271 ENSINO FUNDAMENTAL 1, 3 Contextos e práticas 259 (EF15AR08) Experimentar e apreciar formas distintas de manifestações da dança presentes em diferentes contextos, cultivando a percep- ção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório corporal. (EF01AR06BA) Apreciar, reconhecer, identificar e produzir elementos constitutivos da dança. (EF15AR09) Estabelecer relações entre as par- tes do corpo e destas com o todo corporal na construção do movimento dançado. 1, 3, 4 e 8 Elementos da linguagem (EF15AR10) Experimentar diferentes formas de orientação no espaço (deslocamentos, planos, direções, caminhos etc.) e ritmos de movimen- to (lento, moderado e rápido) na construção do movimento dançado. (EF01AR07BA) Interessar-se e desenvolver a disciplina necessária à prática das diversas modalidades de atividades físicas e artísticas, bem como de atividades rítmicas expressivas. (EF01AR08BA) Conscientizar-se da função dinâ- mica do corpo, do gesto e do movimento como uma manifestação pessoal e cultural, promovendo o autoconhecimento. Dança (EF15AR42IC) Identificar e analisar aspectos da própria imagem e esquema corporal por meio de experiências de movimento e apreciação de si, buscando o (auto)conhecimento. (EF15AR43IC) Analisar diferentes danças populares por meio dos múltiplos contextos (históricos, sociais, geográficos, estéticos etc.), identificando os modos próprios de organização. (EF01AR09BA) Conhecer e descrever aspectos da dança, em suas diversas modalidades, for- mas de expressão, a saber: capoeira, samba de roda etc., considerando a cultura local, regio- nal e nacional. 1, 2, 3, 4, 8 Matrizes estéticas e culturais (EF01AR10BA) Contextualizar a história das di- versas modalidades de dança e atividades rít- micas expressivas, a saber: capoeira, maculelê, bate-barriga, balé clássico, dentre outras, por meio de vivências corporais. (EF01AR11BA) Vivenciar, contextualizar e exe- cutar a ginga e os golpes de defesa e ataque da capoeira a partir de dinâmicas em grupos, reconhecendo a capoeira como um processo artístico de dança, e não de violência.

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Página: 272 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 260 (EF15AR11) Criar e improvisar movimentos dançados de modo individual, coletivo e cola- borativo, considerando os aspectos estrutu- rais, dinâmicos e expressivos dos elementos constitutivos do movimento, com base nos có- digos de dança. 1,3, 4 e 8 Processos de criação (EF15AR12) Discutir, com respeito e sem pre- conceito, as experiências pessoais e coletivas em dança vivenciadas na escola, como fonte para a construção de vocabulários e repertó- rios próprios. (EF01AR12BA) Vivenciar práticas de dança e ati- vidades rítmicas e expressivas culturais locais, regionais e nacionais, em suas diversas possi- bilidades na escola, na comunidade e em espa- ços culturais da região. (EF15AR44IC) (Re)Criar e participar de danças de culturas populares com princípios e padrões de movimento constituintes em uma postura crítica e ética (EF15AR45IC) Apreciar danças populares em registro audiovisuais e outros recursos, proporcionando o conhecimento e a valorização destas manifestações artísticas |(samba de roda, quadrilhas, folia de Reis etc) (EF15AR46IC) Desenvolver dimensões atitudinais tais como: respeito, solidariedade, empatia, diálogo, colaboração e afins, no exercício de criação, participação, interpretação e apreciação da dança. 1, 4, 5, 8 Contexto e práticas (EF15AR13) Identificar e apreciar criticamente diversas formas e gêneros de expressão mu- sical, reconhecendo e analisando os usos e as funções da música em diversos contextos de circulação, em especial, aqueles da vida coti- diana. (EF01AR13BA) Conhecer as propriedades do som em diversos contextos. 1, 4, 8, 9 Elementos da linguagem (EF15AR14) Perceber e explorar os elementos constitutivos da música (altura, intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.), por meio de jogos, brincadeiras, canções e práticas diversas de composição/criação, execução e apreciação musical. (EF01AR14BA) Identificar gêneros musicais em diferentes contextos de circulação, em especial aqueles da comunidade, vida cotidiana e de ou- tros contextos culturais. Música 1, 2, 3, 4 Materialidades (EF15AR15) Explorar fontes sonoras diversas, como as existentes no próprio corpo (palmas, voz, percussão corporal), na natureza e em ob- jetos cotidianos, reconhecendo os elementos constitutivos da música e as características de instrumentos musicais variados.

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Página: 273 ENSINO FUNDAMENTAL 261 (EF01AR15BA) Experimentar improvisações e composições de modo individual, coletivo e colaborativo. 1, 2, 3, 4, 8 1, 5 1, 3 Teatro 1, 4, 8 Matrizes estéticas e culturais (EF01AR16BA) Conhecer, utilizar e aprender os toques básicos da capoeira a partir da utiliza- ção de instrumento. (EF01AR17BA) Apreciar, conhecer e identificar os instrumentos utilizados na capoeira. Notação e registro musical (EF15AR16) Explorar diferentes formas de regis- tro musical não convencional (representação gráfica de sons, partituras criativas etc.), bem como procedimentos e técnicas de registro em áudio e audiovisual, e reconhecer a notação musical convencional. Processos de criação (EF15AR17*) Experimentar improvisações, com- posições e sonorização de histórias, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos musicais convencionais ou não convencionais, de modo individual, coletivo e colaborativo, percebendo-se em espaço e tem- po musical e corporal. Contextos e práticas (EF15AR18) Reconhecer e apreciar formas dis- tintas de manifestações do teatro presentes em diferentes contextos, aprendendo a ver e a ouvir histórias dramatizadas e cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade de sim- bolizar e o repertório ficcional. (EF01AR18BA) Reconhecer e apreciar formas distintas de manifestações do teatro, apren- dendo a ver e a ouvir histórias dramatizadas e cultivar a percepção, o imaginário, a capacida- de de simbolizar e o repertório ficcional. (EF15AR38IC) Apreciar e dramatizar histórias da vivência familiar valorizando a época dos fatos, potencializando a construção do repertório que valoriza a diversidade da cultura na formação da comunidade local. (EF15AR39IC) Vivenciar e apreciar formas de expressões facial e corporal, gestos, entonação de voz, presente no cotidiano, para ouvir histórias reais e dramatizadas, valorizando a identidade cultural da comunidade local. 1, 2, 3, 4, 5 e 8 Elementos da linguagem (EF15AR19) Descobrir teatralidades na vida co- tidiana, identificando elementos teatrais (va- riadas entonações de voz, diferentes fisicalida- des, diversidade de personagens e narrativas etc.). (EF15AR40IC) Investigar a diversidade cultural do Campo e Urbano, ampliando os sentimentos de pertencimento com relação aos contextos sócio culturais.

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Página: 274 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL (EF15AR41IC) Investigar e distinguir a presença de elementos sagrados e profanos nas manifestações populares e contemporâneas nos diferentes contextos (Cidade, Campo, Região Sisaleira e Estado da Bahia) Teatro (EF15AR20) Experimentar o trabalho colabora- tivo, coletivo e autoral em improvisações tea- trais e processos narrativos criativos em teatro, explorando desde a teatralidade dos gestos e das ações do cotidiano até elementos de dife- rentes matrizes estéticas e culturais. 1, 2, 4, 5 Processos de criação (EF15AR21) Exercitar a imitação e o faz de con- ta, ressignificando objetos e fatos e experi- mentando-se no lugar do outro, ao compor e encenar acontecimentos cênicos, por meio de músicas, imagens, textos ou outros pontos de partida, de forma intencional e reflexiva. (EF15AR22) Experimentar possibilidades criati- vas de movimento e de voz na criação de um personagem teatral, discutindo estereótipos. (EF01AR19BA) Identificar, reconhecer e viven- ciar diferentes estéticas teatrais. (EF01AR20BA) Produzir e contextualizar jogos teatrais para resolver situações cotidianas e em todos os lugares. 1, 2, 4, 8 1, 2, 3, 4, 5, 9 Processos de criação Matrizes estéticas e culturais (EF15AR23) Reconhecer e experimentar, em projetos temáticos, as relações processuais en- tre as diversas linguagens artísticas. (EF15AR24*) Caracterizar e experimentar brin- quedos, brincadeiras, jogos, danças, canções e histórias de diferentes matrizes estéticas e culturais, valorizando o patrimônio artístico e cultural do lugar onde vive, da sua região e na- cionalidade. (EF01AR21BA) Realizar rodas de capoeira, dan- ça e outras atividades rítmicas e expressivas culturais, locais, regionais e nacionais em suas diversas possibilidades. Artes Integradas 3, 9 5, 6 Patrimônio cultural (EF15AR25) Conhecer e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas diver- sas, em especial a brasileira, incluindo-se suas matrizes indígenas, africanas e europeias, de diferentes épocas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às dife- rentes linguagens artísticas. Arte e tecnologia (EF15AR26*) Explorar diferentes tecnologias e recursos digitais (multimeios, animações, jo- gos eletrônicos, gravações em áudio e vídeo, fotografia, softwares etc.) nos processos de criação artística e para resolver situações co- tidianas. 262

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Página: 275 ENSINO FUNDAMENTAL 263 2º ANO UNIDADES TEMÁTICA S/ LINGUAGE NS COMPETÊNCI AS OBJETOS DE CONHECIMEN TO HABILIDAD ES (EF15AR01*) Identificar e apreciar formas dis- tintas das Artes Visuais tradicionais e contem- porâneas, a partir de seu contexto artístico cultural e suas manifestações local, regional e nacional, cultivando a percepção, o imaginá- rio, a capacidade de simbolizar e o repertório imagético. 1, 3, 4 Contextos e práticas (EF15AR30IC) Identificar, apreciar e respeitar as produções artesanais dos artesões municipais a partir da sua localidade e contexto histórico. (EF02AR01BA) Diferenciar a influência da ma- triz das Artes Visuais produzidas no contexto urbano e rural nas manifestações artísticas das culturas locais, regionais e nacionais. (EF02AR02BA) Explorar os diversos espaços de- dicados à preservação e elaboração da Arte na comunidade local e adjacências. Artes Visuais 1, 3, 4 1, 3 Elementos da linguagem Matrizes estéticas e culturais (EF15AR02) Explorar e reconhecer elementos constitutivos das Artes Visuais (ponto, linha, forma, cor, espaço, movimento etc.). (EF02AR03BA) Identificar, descrever, explicar e apreciar formas distintas das Artes Visuais tradicionais e contemporâneas, cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade de sim- bolizar. (EF15AR03) Reconhecer e analisar a influência de distintas matrizes estéticas e culturais das Artes Visuais nas manifestações artísticas das culturas locais, regionais e nacionais. (EF02AR04BA) Identificar formas distintas das Artes Visuais tradicionais e contemporâneas, a partir de seu contexto histórico-artístico-cultural e suas manifestações. 1, 2, 4, 8 Materialidade s (EF15AR04) Experimentar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintura, cola- gem, quadrinhos, dobradura, escultura, mode- lagem, instalação, vídeo, fotografia etc.), fazen- do uso sustentável de materiais, instrumentos, recursos e técnicas convencionais e não convencionais. (EF15AR05) Experimentar a criação em Artes Vi- suais de modo individual, coletivo e colaborati- vo, explorando diferentes espaços da escola e da comunidade. 2, 6 Processos de (EF15AR06) Dialogar sobre a sua criação e as

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Página: 276 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. EF15AR33IC) Investigar e construir brinquedos e brincadeiras populares presente no contexto que está inserido, focalizando em saberes das artes visuais( pinturas, cortes, colagens, etc.) Artes Visuais (EF15AR34IC) Pesquisar e construir diferentes materiais e recursos utilizados na produção de máscaras em diversos estilos e contextos, como forma de valorizar e resgatar a cultura do uso de máscaras na festa local da Lavagem da Igreja. ( Festa de mascaras e baianas) (EF15AR08) Experimentar e apreciar formas distintas de manifestações da dança presentes em diferentes contextos, cultivando a percep- ção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório corporal. 1, 3, 7 Contextos e práticas (EF02AR06BA) Experimentar e apreciar formas distintas de manifestações da dança presentes na cultura local (danças tradicionais e contemporâneas), percebendo sua relação com outras produções artísticas e culturais de tempos e lugares distintos, cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o re- pertório corporal. (EF15AR09) Estabelecer relações entre as par- tes do corpo e destas com o todo corporal na construção do movimento dançado. Dança 264 1, 3, 4 Elementos da linguagem (EF15AR10) Experimentar diferentes formas de orientação no espaço (deslocamentos, planos, direções, caminhos etc.) e ritmos de movimen- to (lento, moderado e rápido) na construção do movimento dançado. (EF02AR07BA) Interessar-se e desenvolver a disciplina necessária à prática das diversas modalidades de atividades físicas e artísticas, bem como de atividades rítmicas expressivas. (EF02AR08BA) Conscientizar-se da função dinâ- mica do corpo, do gesto e do movimento como uma manifestação pessoal e cultural, promovendo o autoconhecimento. (EF15AR42IC) Identificar e analisar aspectos da própria imagem e esquema corporal por meio de experiências de movimento e apreciação de si, buscando o (auto)conhecimento. (EF15AR43IC) Analisar diferentes danças populares por meio dos múltiplos contextos (históricos, sociais, geográficos, estéticos etc.), identificando os modos próprios de organização.

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Página: 277 ENSINO FUNDAMENTAL 265 (EF02AR09BA) Conhecer e descrever aspectos da dança em suas diversas modalidades, for- mas de expressão, a saber: capoeira, samba de roda etc., considerando as culturas local, regio- nal e nacional. 1, 3, 9 Matrizes estéticas e culturais (EF02AR10BA) Contextualizar a história das di- versas modalidades de dança e atividades rít- micas expressivas, a saber: capoeira, maculelê, bate-barriga, balé clássico, dentre outras, por meio de vivências corporais. (EF02AR11BA) Vivenciar, contextualizar e exe- cutar a ginga e os golpes de defesa e ataque da capoeira a partir de dinâmicas em grupos, reconhecendo a capoeira como um processo artístico de dança, e não de violência. (EF15AR11) Criar e improvisar movimentos dançados de modo individual, coletivo e cola- borativo, considerando os aspectos estrutu- rais, dinâmicos e expressivos dos elementos constitutivos do movimento, com base nos có- digos de dança. (EF15AR12) Discutir, com respeito e sem pre- conceito, as experiências pessoais e coletivas em dança vivenciadas na escola, como fonte para a construção de vocabulários e repertó- rios próprios. Dança 1, 4, 8 Processos de criação (EF02AR12BA) Criar e improvisar movimentos dançados de modo individual, coletivo e cola- borativo, considerando os aspectos estrutu- rais, dinâmicos e expressivos dos elementos constitutivos do movimento, com base nos códigos de dança e nas atividades rítmicas ex- pressivas presentes nas manifestações locais, regionais e nacionais. (EF02AR13BA) Discutir, com respeito e sem pre- conceito, as experiências pessoais e coletivas em dança vivenciadas na escola, como fonte para a construção de vocabulários e repertó- rios próprios, a partir da recriação das danças locais. (EF15AR44IC) (Re)Criar e participar de danças de culturas populares com princípios e padrões de movimento constituintes em uma postura crítica e ética (EF15AR45IC) Apreciar danças populares em registro audiovisuais e outros recursos, proporcionando o conhecimento e a valorização destas manifestações artísticas |(samba de roda, quadrilhas, folia de Reis etc) (EF15AR46IC) Desenvolver dimensões atitudinais tais como: respeito, solidariedade, empatia, diálogo, colaboração e afins, no exercício de criação, participação, interpretação e apreciação da dança.

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Página: 278 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 1, 2, 4 e 8 Contexto e práticas 266 (EF15AR13) Identificar e apreciar criticamente diversas formas e gêneros de expressão mu- sical, reconhecendo e analisando os usos e as funções da música em diversos contextos de circulação, em especial, aqueles da vida coti- diana. (EF02AR14BA) Explorar os elementos consti- tutivos da música em diversos contextos mu- sicais. (EF15AR35IC) Interagir com práticas e repertórios musicais da cultura infanto-juvenil presentes nos contextos da vida social familiar, escolar, comunitária, midiática e religiosa, entre outros. Música 1, 4 Elementos da linguagem (EF15AR14) Perceber e explorar os elementos constitutivos da música (altura, intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.), por meio de jogos, brincadeiras, canções e práticas diversas de composição/criação, execução e apreciação musical. (EF02AR15BA) Explorar as propriedades do som e os elementos constitutivos da música em diversos contextos musicais. (EF15AR15) Explorar fontes sonoras diversas, como as existentes no próprio corpo (palmas, voz, percussão corporal), na natureza e em ob- jetos cotidianos, reconhecendo os elementos constitutivos da música e as características de instrumentos musicais variados. 1, 2, 4, 5, 6 Materialidade (EF02AR16BA) Explorar diferentes fontes sono- ras, inclusive do próprio corpo, através de jogos musicais, histórias, canções folclóricas, erudi- tas e populares, gestos, movimentos corporais, instrumentos de percussão, dentre outros. (EF02AR17BA) Reconhecer os timbres das dife- rentes fontes sonoras. (EF15AR36IC) Construir, utilizar e valoriza instrumentos utilizados no samba de roda, capoeira e outros da cultura popular. (EF15AR37IC) (Re) Conhecer e valorizar os artistas populares e suas obras, local e regional (músicos, grupos de samba de roda, violeiros, aboiadores, repentistas, entre outros) 1, 5 Música Notação e registro musical (EF15AR16) Explorar diferentes formas de regis- tro musical não convencional (representação gráfica de sons, partituras criativas etc.), bem como procedimentos e técnicas de registro em áudio e audiovisual, e reconhecer a notação musical convencional. (EF15AR17*) Experimentar improvisações, com- posições e sonorização de histórias, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos musicais convencionais ou não convencionais, de modo individual, coletivo e colaborativo, percebendo-se em espaço e tem- po musical e corporal.

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Página: 279 ENSINO FUNDAMENTAL 4, 8 Processos de criação 267 (EF02AR18BA) Explorar diferentes fontes sono- ras, inclusive do próprio corpo, através de jogos musicais, histórias, canções folclóricas, erudi- tas e populares, gestos, movimentos corporais, instrumentos de percussão, dentre outros. (EF02AR19BA) Experimentar improvisações e composições de modo individual, coletivo e colaborativo. 1, 4 Contextos e práticas (EF15AR18) Reconhecer e apreciar formas dis- tintas de manifestações do teatro presentes em diferentes contextos, aprendendo a ver e a ouvir histórias dramatizadas e cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade de sim- bolizar e o repertório ficcional. (EF02AR20BA) Reconhecer os diferentes ele- mentos constitutivos do teatro, relacionando-os com suas utilizações e funções no cotidiano. (EF15AR38IC) Apreciar e dramatizar histórias da vivência familiar valorizando a época dos fatos, potencializando a construção do repertório que valoriza a diversidade da cultura na formação da comunidade local. Teatro (EF15AR39IC) Vivenciar e apreciar formas de expressões facial e corporal, gestos, entonação de voz, presente no cotidiano, para ouvir histórias reais e dramatizadas, valorizando a identidade cultural da comunidade local. 1, 2, 4, 5 e 8 Elementos da linguagem (EF15AR19) Descobrir teatralidades na vida co- tidiana, identificando elementos teatrais (va- riadas entonações de voz, diferentes fisicalida- des, diversidade de personagens e narrativas etc.). (EF15AR40IC) Investigar a diversidade cultural do Campo e Urbano, ampliando os sentimentos de pertencimento com relação aos contextos sócio culturais. (EF15AR41IC) Investigar e distinguir a presença de elementos sagrados e profanos nas manifestações populares e contemporâneas nos diferentes contextos (Cidade, Campo, Região Sisaleira e Estado da Bahia) (EF15AR20) Experimentar o trabalho colabora- tivo, coletivo e autoral em improvisações tea- trais e processos narrativos criativos em teatro, explorando desde a teatralidade dos gestos e das ações do cotidiano até elementos de dife- rentes matrizes estéticas e culturais. 1, 2, 4, 5 Processos de criação (EF15AR21) Exercitar a imitação e o faz de con- ta, ressignificando objetos e fatos e experi- mentando-se no lugar do outro, ao compor e encenar acontecimentos cênicos, por meio de músicas, imagens, textos ou outros pontos de partida, de forma intencional e reflexiva. (EF15AR22) Experimentar possibilidades criati- vas de movimento e de voz na criação de um personagem teatral, discutindo estereótipos.

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Página: 280 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. (EF02AR21BA) Identificar, reconhecer e viven- ciar diferentes estéticas teatrais. (EF02AR22BA) Produzir e contextualizar jogos teatrais para resolver situações cotidianas e em todos os lugares. 268

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Página: 281 ENSINO FUNDAMENTAL 1, 2 1, 3, 4, 5, 8, 9 Processo de criação Matrizes estéticas e culturais Artes Integradas 1, 3, 9 Patrimônio cultural 269 (EF15AR23) Reconhecer e experimentar, em projetos temáticos, as relações processuais en- tre diversas linguagens artísticas. (EF02AR23BA) Reconhecer e experimentar, em projetos temáticos, as relações processuais entre diversas linguagens artísticas da cultura local, regional e nacional. (EF15AR24*) Caracterizar e experimentar brin- quedos, brincadeiras, jogos, danças, canções e histórias de diferentes matrizes estéticas e culturais, valorizando o patrimônio artístico e cultural do lugar onde vive, da sua região e na- cionalidade. (EF02AR24BA) Realizar rodas de capoeira, dan- ça e outras atividades rítmicas e expressivas culturais, locais, regionais e nacionais, em suas diversas possibilidades. (EF15AR25) Conhecer e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas diver- sas, em especial a brasileira, incluindo-se suas matrizes indígenas, africanas e europeias, de diferentes épocas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às dife- rentes linguagens artísticas. (EF02AR25BA) Conhecer e valorizar o patrimô- nio cultural material e imaterial de culturas diversas, em especial a local, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relati- vos às diferentes linguagens artísticas. 7 Artes e tecnologia (EF15AR26*) Explorar diferentes tecnologias e recursos digitais (multimeios, animações, jo- gos eletrônicos, gravações em áudio e vídeo, fotografia, softwares etc.) nos processos de criação artística e para resolver situações co- tidianas.

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Página: 282 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 270 3º ANO UNIDAD ES TEMÁTI CAS/ LINGUA GENS Artes Visuais COMPETÊNCI AS 1, 3, 4, 8 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Contextos e práticas HABILID ADES (EF15AR01*) Identificar e apreciar formas dis- tintas das Artes Visuais tradicionais e contem- porâneas, a partir de seu contexto artístico cultural e suas manifestações local, regional e nacional, cultivando a percepção, o imaginá- rio, a capacidade de simbolizar e o repertório imagético. (EF03AR01BA) Identificar e apreciar formas distintas das Artes Visuais, enfatizando a pro- dução artística moderna brasileira como propositora da independência cultural do país e cultivar a percepção, o imaginário, a capacida- de de simbolizar e o repertório imagético. (EF15AR30IC) Identificar, apreciar e respeitar as produções artesanais dos artesões municipais a partir da sua localidade e contexto histórico. (EF15AR02) Explorar e reconhecer elementos constitutivos das Artes Visuais (ponto, linha, forma, cor, espaço, movimento etc.). 1, 3, 4, 8 e 9 Elementos da linguagem (EF03AR02BA) Demonstrar, empregar e ilustrar elementos constitutivos das Artes Visuais (pon- to, linha, forma, cor, espaço, movimento etc.), identificando-os e percebendo-os nas manifes- tações artísticas visuais estudadas como ele- mentos que caracterizam visualmente as obras de Artes Urbanas. (EF15AR31IC) Reconhecer e ampliar a investigação de elementos constitutivos das artes visuais (ponto, linha, forma, volume, bi e tridimensional, textura, cor, espaço, movimento, luz e sombra) em produções artesanais Urbanas e no Campo. Artes Visuais (EF15AR32IC) Fazer leituras visuais com a finalidade de (re)conhecer as características físicas por meio de observação e representação direta do corpo, utilizando-se das linguagens das artes visuais tais como gravura, pintura, fotografia e escultura, entre outras. 1, 3, 8 Matrizes estéticas e culturais (EF15AR03) Reconhecer e analisar a influência de distintas matrizes estéticas e culturais das Artes Visuais nas manifestações artísticas das culturas locais, regionais e nacionais.

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Página: 283 ENSINO FUNDAMENTAL 1, 4, 8 Materialidades 271 (EF15AR04) Experimentar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintura, cola- gem, quadrinhos, dobradura, escultura, mode- lagem, instalação, vídeo, fotografia etc.), fazen- do uso sustentável de materiais, instrumentos, recursos e técnicas convencionais e não con- vencionais. (EF15AR05) Experimentar a criação em Artes Vi- suais de modo individual, coletivo e colaborati- vo, explorando diferentes espaços da escola e da comunidade. 2,6, 7, 8 Processos de criação (EF15AR06) Dialogar sobre a sua criação e as criações dos colegas, para alcançar sentidos plurais. (EF03AR03BA) Dialogar sobre a própria criação e as dos colegas, para alcançar sentidos plu- rais, ampliando a percepção da multiplicidade de significados atribuíveis às manifestações artísticas. EF15AR33IC) Investigar e construir brinquedos e brincadeiras populares presente no contexto que está inserido, focalizando em saberes das artes visuais ( pinturas, cortes, colagens, etc.) (EF15AR34IC) Pesquisar e construir diferentes materiais e recursos utilizados na produção de máscaras em diversos estilos e contextos, como forma de valorizar e resgatar a cultura do uso de máscaras na festa local da Lavagem da Igreja. 1, 9 Dança 1, 4 Sistemas da linguage m Contextos e práticas (EF15AR07) Reconhecer algumas categorias do sistema das Artes Visuais (museus, galerias, instituições, artistas, artesãos, curadores etc.). (EF15AR08) Experimentar e apreciar formas distintas de manifestações da dança presentes em diferentes contextos, cultivando a percep- ção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório corporal. (EF03AR04BA) Apreciar, reconhecer e produzir elementos constitutivos do espetáculo de dan- ça, reconhecendo seus limites e os cuidados necessários com o corpo. (EF15AR09) Estabelecer relações entre as par- tes do corpo e destas com o todo corporal na construção do movimento dançado. 1,3, 4 e 8 Elementos da linguagem (EF15AR10) Experimentar diferentes formas de orientação no espaço (deslocamentos, planos, direções, caminhos etc.) e ritmos de movimen- to (lento, moderado e rápido) na construção do movimento dançado. (EF03AR05BA) Interessar-se e desenvolver a disciplina necessária à prática das diversas mo- dalidades de atividades físicas e artísticas bem como de atividades rítmicas expressivas. (EF03AR06BA) Conscientizar a função dinâmica do corpo, do gesto e do movimento como uma manifestação pessoal e cultural, promovendo o autoconhecimento.

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Página: 284 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 272 (EF15AR42IC) Identificar e analisar aspectos da própria imagem e esquema corporal por meio de experiências de movimento e apreciação de si, buscando o (auto)conhecimento. Dança (EF15AR43IC) Analisar diferentes danças populares por meio dos múltiplos contextos (históricos, sociais, geográficos, estéticos etc.), identificando os modos próprios de organização. 1, 2, 3, 4, 8 Matrizes estéticas e culturais (EF03AR08BA) Vivenciar, contextualizar e exe- cutar a ginga e os golpes de defesa e ataque da capoeira, a partir de dinâmicas em grupos, reconhecendo a capoeira como um processo artístico de dança, e não de violência. (EF15AR11) Criar e improvisar movimentos dançados de modo individual, coletivo e cola- borativo, considerando os aspectos estrutu- rais, dinâmicos e expressivos dos elementos constitutivos do movimento, com base nos có- digos de dança. 1, 3, 4, 8 Processo de criação (EF15AR12) Discutir, com respeito e sem pre- conceito, as experiências pessoais e coletivas em dança vivenciadas na escola, como fonte para a construção de vocabulários e repertó- rios próprios. (EF03AR09BA) Vivenciar práticas de dança e atividades rítmicas expressivas na escola, na comunidade e em espaços culturais. (EF03AR10BA) Apreciar, analisar e relatar as apresentações de dança e de atividades rítmi- co-expressivas ocorridas na escola, na comuni- dade e em espaços culturais. (EF15AR44IC) (Re)Criar e participar de danças de culturas populares com princípios e padrões de movimento constituintes em uma postura crítica e ética (EF15AR45IC) Apreciar danças populares em registro audiovisuais e outros recursos, proporcionando o conhecimento e a valorização destas manifestações artísticas |(samba de roda, quadrilhas, folia de Reis etc) (EF15AR46IC) Desenvolver dimensões atitudinais tais como: respeito, solidariedade, empatia, diálogo, colaboração e afins, no exercício de criação, participação, interpretação e apreciação da dança. (EF15AR13) Identificar e apreciar criticamente diversas formas e gêneros de expressão mu- sical, reconhecendo e analisando os usos e as funções da música em diversos contextos de circulação, em especial, aqueles da vida coti- diana. Música 1, 4, 8 Contexto e práticas (EF03AR11BA) Identificar e apreciar criticamen- te diversas formas e gêneros de expressão mu- sical, enfatizando a música popular brasileira e reconhecendo os usos e as funções da música em diversos contextos de circulação, em espe- cial, aqueles da vida

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Página: 285 ENSINO FUNDAMENTAL 273 cotidiana. (EF15AR35IC) Interagir com práticas e repertórios musicais da cultura infanto-juvenil presentes nos contextos da vida social familiar, escolar, comunitária, midiática e religiosa, entre outros. 1, 2, 8 Elementos da linguagem (EF15AR14) Perceber e explorar os elementos constitutivos da música (altura, intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.), por meio de jogos, brincadeiras, canções e práticas diversas de composição/criação, execução e apreciação musical. (EF03AR12BA) Distinguir os elementos consti- tutivos da música em diversos contextos mu- sicais. (EF03AR13BA) Distinguir as propriedades do som em diversos contextos. 2, 4, 5 Materialidades (EF15AR15) Explorar fontes sonoras diversas, como as existentes no próprio corpo (palmas, voz, percussão corporal), na natureza e em ob- jetos cotidianos, reconhecendo os elementos constitutivos da música e as características de instrumentos musicais variados. (EF03AR14BA) Explorar diferentes fontes sono- ras de modo individual, coletivo e colaborativo. Música (EF03AR15BA) Reconhecer os timbres das dife- rentes fontes sonoras. (EF15AR36IC) Construir, utilizar e valoriza instrumentos utilizados no samba de roda, capoeira e outros da cultura popular. (EF15AR37IC) (Re)Conhecer e valorizar os artistas populares e suas obras, local e regional (músicos, grupos de samba de roda, violeiros, aboiadores, repentistas, entre outros) 1, 5 4, 8 2, 3, 4, 8 Notação e registro musical (EF15AR16) Explorar diferentes formas de regis- tro musical não convencional (representação gráfica de sons, partituras criativas etc.), bem como procedimentos e técnicas de registro em áudio e audiovisual, e reconhecer a notação musical convencional. Processos de criação (EF15AR17*) Experimentar improvisações, com- posições e sonorização de histórias, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos musicais convencionais ou não convencionais, de modo individual, coletivo e colaborativo, percebendo-se em espaço e tem- po musical e corporal. Matrizes estéticas e culturais (EF03AR16BA) Conhecer, utilizar e aprender os toques básicos da capoeira a partir da utiliza- ção de instrumento.

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Página: 286 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 1, 4 Contextos e práticas Teatro 274 (EF15AR18) Reconhecer e apreciar formas dis- tintas de manifestações do teatro presentes em diferentes contextos, aprendendo a ver e a ouvir histórias dramatizadas e cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade de sim- bolizar e o repertório ficcional. (EF15AR38IC) Apreciar e dramatizar histórias da vivência familiar valorizando a época dos fatos, potencializando a construção do repertório que valoriza a diversidade da cultura na formação da comunidade local. (EF15AR39IC) Vivenciar e apreciar formas de expressões facial e corporal, gestos, entonação de voz, presente no cotidiano, para ouvir histórias reais e dramatizadas, valorizando a identidade cultural da comunidade local. 1, 2, 3, 4, 5 e 8 Elementos da linguagem (EF15AR19) Descobrir teatralidades na vida co- tidiana, identificando elementos teatrais (va- riadas entonações de voz, diferentes fisicalida- des, diversidade de personagens e narrativas etc.). (EF15AR40IC) Investigar a diversidade cultural do Campo e Urbano, ampliando os sentimentos de pertencimento com relação aos contextos sócio culturais. (EF15AR41IC) Investigar e distinguir a presença de elementos sagrados e profanos nas manifestações populares e contemporâneas nos diferentes contextos (Cidade, Campo, Região Sisaleira e Estado da Bahia) (EF15AR20) Experimentar o trabalho colabora- tivo, coletivo e autoral em improvisações tea- trais e processos narrativos criativos em teatro, explorando desde a teatralidade dos gestos e das ações do cotidiano até elementos de dife- rentes matrizes estéticas e culturais. Teatro 1, 2, 4, 5, 8 Processos de criação (EF15AR21) Exercitar a imitação e o faz de con- ta, ressignificando objetos e fatos e experi- mentando-se no lugar do outro, ao compor e encenar acontecimentos cênicos, por meio de músicas, imagens, textos ou outros pontos de partida, de forma intencional e reflexiva. (EF15AR22) Experimentar possibilidades cria- tivas de movimento e de voz na criação de um personagem teatral, discutindo estereótipos. (EF03AR17BA) Produzir e contextualizar jogos teatrais para resolver situações em todos os lugares. (EF03AR18BA) Experimentar possibilidades criativas que levem a diferentes formas de expressão (entonação e timbre de voz e movi- mentos corporais expressivos), que caracterizarem diferentes personagens, levantando a discussão sobre o respeito às diferenças e à diversidade de pessoas e situações.

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Página: 287 ENSINO FUNDAMENTAL 275 (EF15AR23) Reconhecer e experimentar, em projetos temáticos, as relações processuais en- tre diversas linguagens artísticas. 1, 2, 4 2, 3, 4, 8 Processo de criação Matrizes estéticas e culturais Artes Integradas (EF03AR19BA) Reconhecer e experimentar, em projetos temáticos, as relações processuais en- tre diversas linguagens artísticas, partindo do conhecimento já adquirido em Arte nas quatro linguagens estudadas. (EF15AR24*) Caracterizar e experimentar brin- quedos, brincadeiras, jogos, danças, canções e histórias de diferentes matrizes estéticas e culturais, valorizando o patrimônio artístico e cultural do lugar onde vive, da sua região e na- cionalidade. (EF03AR20BA) Realizar rodas de capoeira, dan- ça e outras atividades rítmicas e expressivas culturais, local, regional e nacional em suas di- versas possibilidades. 1, 3, 9 1, 5, 6 Patrimônio cultural (EF15AR25) Conhecer e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas diver- sas, em especial a brasileira, incluindo-se suas matrizes indígenas, africanas e europeias, de diferentes épocas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às dife- rentes linguagens artísticas. Arte e tecnologia (EF15AR26*) Explorar diferentes tecnologias e recursos digitais (multimeios, animações, jo- gos eletrônicos, gravações em áudio e vídeo, fotografia, softwares etc.) nos processos de criação artística e para resolver situações co- tidianas. 4º ANO UNIDAD ES TEMÁTI CAS/ LINGUA GENS COMPETÊNCI AS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES (EF15AR01*) Identificar e apreciar formas dis- tintas das Artes Visuais tradicionais e contem- porâneas, a partir de seu contexto artístico cultural e suas manifestações local, regional e nacional, cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório ima- gético. (EF04AR01BA) Apontar e diferenciar a influência da matriz das Artes Visuais produzidas no con- texto urbano e rural nas manifestações artísti- cas das culturas locais, regionais e nacionais. 1, 2, 3, 4, 8 Contextos e práticas (EF04AR02BA) Conectar, relacionar, diferenciar e interpretar formas distintas das Artes Visuais urbanas presentes na cultura local e regional (arte da Bahia, incluindo as mulheres artistas e os artistas de diferentes etnias) e perceber as influências das matrizes estéticas que as cons- tituem, cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório imagé- tico.

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Página: 288 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 276 (EF04AR03BA) Conhecer, identificar, interpretar e produzir elementos constitutivos de instru- mentos musicais locais e regionais, a exemplo do berimbau e do tambor, no contexto socio- cultural local, regional e nacional. Artes Visuais (EF15AR30IC) Identificar, apreciar e respeitar as produções artesanais dos artesões municipais a partir da sua localidade e contexto histórico. (EF15AR02) Explorar e reconhecer elementos constitutivos das Artes Visuais (ponto, linha, forma, cor, espaço, movimento etc.). 1, 2, 4, 8 e 9 Elementos da linguagem (EF04AR04BA) Analisar, classificar, debater, dis- tinguir e elaborar elementos constitutivos das Artes Visuais (ponto, linha, forma, cor, espaço, movimento etc.), das obras estudadas, de obje- tos culturais e de imagens do cotidiano escolar e das Artes Urbanas. (EF15AR31IC) Reconhecer e ampliar a investigação de elementos constitutivos das artes visuais (ponto, linha, forma, volume, bi e tridimensional, textura, cor, espaço, movimento, luz e sombra) em produções artesanais Urbanas e no Campo. (EF15AR32IC) Fazer leituras visuais com a finalidade de (re)conhecer as características físicas por meio de observação e representação direta do corpo, utilizando-se das linguagens das artes visuais tais como gravura, pintura, fotografia e escultura, entre outras. (EF15AR03) Reconhecer e analisar a influência de distintas matrizes estéticas e culturais das Artes Visuais nas manifestações artísticas das culturas locais, regionais e nacionais. 1, 2, 3, 4, 8, 9 Matrizes estéticas e culturais (EF04AR05BA) Conhecer, identificar, interpretar e produzir elementos constitutivos de instru- mentos musicais locais e regionais, a exemplo do berimbau e do tambor, tanto do contexto so- ciocultural local quanto no regional e nacional. (EF04AR06BA) Reconhecer e analisar a influên- cia de distintas matrizes estéticas e culturais (arte e cultura de negros, de descendentes europeus e de diversas etnias que constituem o povo baiano) das Artes Visuais nas manifes- tações artísticas das culturas locais, regionais e nacionais. (EF15AR04) Experimentar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintura, cola- gem, quadrinhos, dobradura, escultura, mode- lagem, instalação, vídeo, fotografia etc.), fazen- do uso sustentável de materiais, instrumentos, recursos e técnicas convencionais e não con- vencionais.

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Página: 289 ENSINO FUNDAMENTAL 1, 2, 4, 8 Materialidades 277 (EF04AR07BA) Perceber e construir as materia- lidades que exigem fazer escolhas, de inves- tigação e manipulação da matéria (materiais: tinta, argila, sucata, cola, materiais naturais etc. e meios: tela, papel, tecido, madeira, aço etc.). (EF15AR05) Experimentar a criação em Artes Vi- suais de modo individual, coletivo e colaborati- vo, explorando diferentes espaços da escola e da comunidade. Artes Visuais (EF15AR06) Dialogar sobre a sua criação e as dos colegas, para alcançar sentidos plurais. 1, 2, 4, 5, 6, 8 Processos de criação (EF04AR08BA) Experimentar a criação em Ar- tes Visuais de modo individual, coletivo e co- laborativo, explorando diferentes espaços da escola e da comunidade, incluindo a produção de cordéis, xilogravuras, ilustrações, pinturas, mosaicos, cerâmica, esculturas, instalações, fotografia, entre outros, estimulando o aluno a aprender a dialogar sobre o seu processo de criação e justificar suas escolhas. (EF15AR33IC) Investigar e construir brinquedos e brincadeiras populares presente no contexto que está inserido, focalizando em saberes das artes visuais( pinturas, cortes, colagens, etc.) (EF15AR34IC) Pesquisar e construir diferentes materiais e recursos utilizados na produção de máscaras em diversos estilos e contextos, como forma de valorizar e resgatar a cultura do uso de máscaras na festa local da Lavagem da Igreja. 1, 8, 9 1, 2, 4, 8 Sistemas da linguage m Contextos e práticas (EF15AR07) Reconhecer algumas categorias do sistema das Artes Visuais (museus, galerias, ins- tituições, artistas, artesãos, curadores etc.). (EF15AR08) Experimentar e apreciar formas distintas de manifestações da dança e de ati- vidades rítmicas e expressivas presentes em diferentes contextos, cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o re- pertório corporal. (EF04AR09BA) Compor, articular, formular e executar elementos constitutivos do espetácu- lo de dança. (EF15AR09) Estabelecer relações entre as par- tes do corpo e destas com o todo corporal na construção do movimento dançado. 1, 3, 4, 8 Dança Elementos da linguagem (EF15AR10) Experimentar diferentes formas de orientação no espaço (deslocamentos, planos, direções, caminhos etc.) e ritmos de movimen- to (lento, moderado e rápido) na construção do movimento dançado. (EF04AR10BA) Interessar-se e desenvolver a disciplina necessária à prática das diversas mo- dalidades de atividades físicas e artísticas e de atividades rítmicas expressivas.

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Página: 290 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. (EF04AR11BA) Conscientizar a função dinâmica do corpo, do gesto e do movimento como uma manifestação pessoal e cultural, promovendo o autoconhecimento. (EF15AR42IC) Identificar e analisar aspectos da própria imagem e esquema corporal por meio de experiências de movimento e apreciação de si, buscando o (auto)conhecimento. (EF15AR43IC) Analisar diferentes danças populares por meio dos múltiplos contextos (históricos, sociais, geográficos, estéticos etc.), identificando os modos próprios de organização. 1, 3, 4, 8 Matrizes estéticas e culturais (EF04AR12BA) Vivenciar, contextualizar e exe- cutar a ginga e os golpes de defesa e ataque da capoeira a partir de dinâmicas em grupos, reconhecendo a capoeira como um processo artístico de dança, e não de violência. (EF15AR11) Criar e improvisar movimentos dan- çados de modo individual, coletivo e colaborati- vo, considerando os aspectos estruturais, dinâ- micos e expressivos dos elementos constitutivos do movimento, com base nos códigos de dança. Dança 1,3, 4, 8 Processos de criação (EF15AR12) Discutir, com respeito e sem pre- conceito, as experiências pessoais e coletivas em dança vivenciadas na escola, como fonte para a construção de vocabulários e repertó- rios próprios. (EF04AR13BA) Vivenciar práticas de dança e atividades rítmicas expressivas na escola, na comunidade e em espaços culturais. (EF04AR14BA) Apreciar, analisar e relatar as apresentações de dança e de atividades rítmi- cas expressivas ocorridas na escola, na comu- nidade e em espaços culturais. (EF15AR44IC) (Re)Criar e participar de danças de culturas populares com princípios e padrões de movimento constituintes em uma postura crítica e ética (EF15AR45IC) Apreciar danças populares em registro audiovisuais e outros recursos, proporcionando o conhecimento e a valorização destas manifestações artísticas |(samba de roda, quadrilhas, folia de Reis etc) (EF15AR46IC) Desenvolver dimensões atitudinais tais como: respeito, solidariedade, empatia, diálogo, colaboração e afins, no exercício de criação, participação, interpretação e apreciação da dança. (EF15AR13) Identificar e apreciar criticamente diversas formas e gêneros de expressão mu- sical, reconhecendo e analisando os usos e as funções da música em diversos contextos de cir- culação, em especial, aqueles da vida cotidiana. 278

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Página: 291 ENSINO FUNDAMENTAL 1, 2, 3, 4, 8 Contextos e práticas 279 (EF04AR15BA) Identificar e apreciar critica- mente diversas formas e gêneros de expressão musical, reconhecendo os estilos musicais bra- sileiros, tais como: músicas africanas, congo, reggae, hip hop, forró, MPB, samba, gospel, músicas indígenas, sertanejo, entre outros. (EF15AR35IC) Interagir com práticas e repertórios musicais da cultura infanto-juvenil presentes nos contextos da vida social familiar, escolar, comunitária, midiática e religiosa, entre outros. Música 1, 4 Elementos da linguagem (EF15AR14) Perceber e explorar os elementos constitutivos da música (altura, intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.), por meio de jogos, brincadeiras, canções e práticas diversas de composição/criação, execução e apreciação musical. (EF04AR16BA) Analisar os usos e as funções da música em diversos contextos de circulação, em especial aqueles da vida cotidiana. (EF04AR17BA) Explorar as propriedades do som que influenciam as dimensões emocionais e es- pirituais. 1, 2, 4, 5 e 8 Materialidades (EF15AR15) Explorar fontes sonoras diversas, como as existentes no próprio corpo (palmas, voz, percussão corporal), na natureza e em ob- jetos cotidianos, reconhecendo os elementos constitutivos da música e as características de instrumentos musicais variados. (EF15AR36IC) Construir, utilizar e valoriza instrumentos utilizados no samba de roda, capoeira e outros da cultura popular. (EF15AR37IC) (Re)Conhecer e valorizar os artistas populares e suas obras, local e regional (músicos, grupos de samba de roda, violeiros, aboiadores, repentistas, entre outros) 1, 3, 4 1, 4 Notação e registro musical Processo de criação Música (EF15AR16) Explorar diferentes formas de regis- tro musical não convencional (representação gráfica de sons, partituras criativas etc.), bem como procedimentos e técnicas de registro em áudio e audiovisual, e reconhecer a notação musical convencional. (EF15AR17*) Experimentar improvisações, com- posições e sonorização de histórias, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos musicais convencionais ou não convencionais, de modo individual, coletivo e colaborativo, percebendo-se em espaço e tem- po musical e corporal. (EF04AR18BA) Experimentar improvisações e composições de diversos gêneros musicais de modo individual, coletivo e colaborativo. 1, 3, 4, 8 Matrizes estéticas e culturais (EF04AR19BA) Identificar, utilizar e desenvolver os toques básicos da capoeira a partir da utili- zação de um instrumento musical.

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Página: 292 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 1, 2, 4 Contextos e práticas 280 (EF15AR18) Reconhecer e apreciar formas dis- tintas de manifestações do teatro presentes em diferentes contextos, aprendendo a ver e a ouvir histórias dramatizadas e cultivando a percepção, o imaginário, acapacidade de sim- bolizar e o repertório ficcional. (EF15AR38IC) Apreciar e dramatizar histórias da vivência familiar valorizando a época dos fatos, potencializando a construção do repertório que valoriza a diversidade da cultura na formação da comunidade local. (EF15AR39IC) Vivenciar e apreciar formas de expressões facial e corporal, gestos, entonação de voz, presente no cotidiano, para ouvir histórias reais e dramatizadas, valorizando a identidade cultural da comunidade local. Teatro 1, 2, 4, 5, 8 Elementos da linguagem (EF15AR19) Descobrir teatralidades na vida co- tidiana, identificando elementos teatrais (va- riadas entonações de voz, diferentes fisicalida- des, diversidade de personagens e narrativas etc.). (EF04AR20BA) Reconhecer, analisar e manu- sear os diferentes elementos constitutivos do teatro, relacionando-os com suas utilizações e funções no cotidiano. (EF15AR40IC) Investigar a diversidade cultural do Campo e Urbano, ampliando os sentimentos de pertencimento com relação aos contextos sócio culturais. (EF15AR41IC) Investigar e distinguir a presença de elementos sagrados e profanos nas manifestações populares e contemporâneas nos diferentes contextos (Cidade, Campo, Região Sisaleira e Estado da Bahia) (EF15AR20) Experimentar o trabalho colabora- tivo, coletivo e autoral em improvisações tea- trais e processos narrativos criativos em teatro, explorando desde a teatralidade dos gestos e das ações do cotidiano até elementos de dife- rentes matrizes estéticas e culturais. 1, 2, 4, 5 Processos de criação (EF15AR21) Exercitar a imitação e o faz de con- ta, ressignificando objetos e fatos e experi- mentando-se no lugar do outro, ao compor e encenar acontecimentos cênicos, por meio de músicas, imagens, textos ou outros pontos de partida, de forma intencional e reflexiva. (EF15AR22) Experimentar possibilidades cria- tivas de movimento e de voz na criação de um personagem teatral, discutindo estereótipos. (EF04AR21BA) Produzir e contextualizar jogos teatrais para resolver situações cotidianas e em todos os lugares.

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Página: 293 ENSINO FUNDAMENTAL 281 (EF04AR22BA) Experimentar possibilidades cria- tivas de movimento e de voz na criação de um personagem teatral, discutindo estereótipos, levantando a discussão sobre o respeito às dife- renças e à diversidade de pessoas e situações. (EF15AR23) Reconhecer e experimentar, em projetos temáticos, as relações processuais en- tre diversas linguagens artísticas. 1, 2, 3, 4, 8 1, 2, 3, 4, 5, 6, 8 Artes Integradas Processos de criação Matrizes estéticas e culturais (EF15AR23BA) Analisar, experimentar e execu- tar projetos temáticos, as relações processuais entre diversas linguagens artísticas, valorizan- do os elementos e recursos processuais espe- cíficos de cada uma das linguagens na cultura baiana. (EF15AR24*) Caracterizar e experimentar brin- quedos, brincadeiras, jogos, danças, canções e histórias de diferentes matrizes estéticas e culturais, valorizando o patrimônio artístico e cultural do lugar onde vive, da sua região e na- cionalidade. (EF04AR24BA) Realizar rodas de capoeira, dan- ça e outras atividades rítmicas e expressivas culturais locais, regionais e nacionais em suas diversas possibilidades. (EF04AR25BA) Identificar elementos visuais, de dança e musicais do berimbau. 1, 9 1, 5 Patrimônio cultural (EF15AR25) Conhecer e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas diver- sas, em especial a brasileira, incluindo-se suas matrizes indígenas, africanas e europeias, de diferentes épocas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às diferen- tes linguagens artísticas. Artes e tecnologia (EF15AR26*) Explorar diferentes tecnologias e recursos digitais (multimeios, animações, jogos eletrônicos, gravações em áudio e vídeo, foto- grafia, softwares etc.) nos processos de criação artística e para resolver situações cotidianas. 5º ANO UNIDAD ES TEMÁTI CAS/ LINGUA GENS COMPETÊNCI AS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES (EF15AR01*) Identificar e apreciar formas dis- tintas das Artes Visuais tradicionais e contem- porâneas, a partir de seu contexto artístico cultural e suas manifestações local, regional e nacional, cultivando a percepção, o imaginá- rio, a capacidade de simbolizar e o repertório imagético.

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Página: 294 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Artes Visuais 1, 2, 3, 4, 5, 8 Contextos e práticas 282 (EF05AR01BA) Estruturar, relacionar, interpre- tar, organizar e produzir formas distintas das Artes Visuais e Artes Urbanas produzidas a par- tir das tecnologias contemporâneas, tais como: o cinema, a fotografia, a Arte Cibernética, Arte de computador, Arte Digital, entre outros, percebendo essas manifestações artísticas em seu entorno e em diferentes partes do mundo, culti- vando a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório imagético. (EF15AR30IC) Identificar, apreciar e respeitar as produções artesanais dos artesões municipais a partir da sua localidade e contexto histórico. (EF15AR02) Explorar e reconhecer elementos constitutivos das Artes Visuais (ponto, linha, forma, cor, espaço, movimento etc.). 1, 3, 4, 8 Elementos da linguagem (EF05AR02BA) Analisar, interpretar, debater, distinguir e elaborar elementos constitutivos das Artes Visuais urbanas presentes nas mani- festações artísticas que utilizam tecnologias contemporâneas, de objetos culturais e de ima- gens do cotidiano escolar. (EF15AR31IC) Reconhecer e ampliar a investigação de elementos constitutivos das artes visuais (ponto, linha, forma, volume, bi e tridimensional, textura, cor, espaço, movimento, luz e sombra) em produções artesanais Urbanas e no Campo. (EF15AR32IC) Fazer leituras visuais com a finalidade de (re)conhecer as características físicas por meio de observação e representação direta do corpo, utilizando-se das linguagens das artes visuais tais como gravura, pintura, fotografia e escultura, entre outras. (EF15AR03) Reconhecer e analisar a influência de distintas matrizes estéticas e culturais das Artes Visuais nas manifestações artísticas das culturas locais, regionais e nacionais. Artes Visuais 1, 3, 4, 8 Matrizes estéticas e culturais (EF05AR03BA) Conhecer, identificar, interpretar e produzir elementos constitutivos de instru- mentos musicais locais e regionais, a exemplo do berimbau e do tambor, no contexto socio- cultural local, regional e nacional. (EF05AR04BA) Reconhecer e analisar a influên- cia de distintas matrizes estéticas e culturais (arte e cultura de negros, de descendentes eu- ropeus e de diversas etnias que constituem o povo baiano) das Artes Visuais nas manifesta- ções artísticas das culturas locais, regionais e nacionais. 1, 2, 4, 8 Materialidades (EF15AR04) Experimentar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintura, co- lagem, quadrinhos, dobradura, escultura, mo- delagem, instalação, vídeo, fotografia etc.), fazendo uso sustentável de materiais, instru- mentos, recursos e técnicas convencionais e não convencionais.

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Página: 295 ENSINO FUNDAMENTAL 283 (EF15AR05) Experimentar a criação em Artes Vi- suais de modo individual, coletivo e colaborati- vo, explorando diferentes espaços da escola e da comunidade. 1,2, 4, 6 e 8 Processos de criação (EF15AR06) Dialogar sobre a sua criação e as dos colegas, para alcançar sentidos plurais. (EF05AR05BA) Dialogar sobre a criação pessoal e as dos colegas, para alcançar sentidos plu- rais, ampliando a percepção da multiplicidade de significados atribuíveis às manifestações artísticas. (EF15AR33IC) Investigar e construir brinquedos e brincadeiras populares presente no contexto que está inserido, focalizando em saberes das artes visuais( pinturas, cortes, colagens, etc.) (EF15AR34IC) Pesquisar e construir diferentes materiais e recursos utilizados na produção de máscaras em diversos estilos e contextos, como forma de valorizar e resgatar a cultura do uso de máscaras na festa local da Lavagem da Igreja. 1, 2, 4, 8 Dança 1, 4, 8 Sistema de linguag ens Contextos e práticas (EF15AR07) Reconhecer algumas categorias do sistema das Artes Visuais (museus, galerias, instituições, artistas, artesãos, curadores etc.). (EF05AR06BA) Reconhecer algumas categorias do sistema das Artes Visuais (museus, galerias, instituições, artistas, artesãos, curadores etc.), destacando a presença dos museus de Arte Mo- derna em diferentes capitais do Brasil. (EF15AR08) Experimentar e apreciar formas distintas de manifestações da dança presentes em diferentes contextos, cultivando a percep- ção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório corporal. (EF15AR09) Estabelecer relações entre as par- tes do corpo e destas com o todo corporal na construção do movimento dançado. 1, 3, 4, 8 Elementos da linguagem (EF15AR10) Experimentar diferentes formas de orientação no espaço (deslocamentos, planos, direções, caminhos etc.) e ritmos de movimen- to (lento, moderado e rápido) na construção do movimento dançado. (EF05AR07BA) Interessar-se e desenvolver a disciplina necessária à prática das diversas mo- dalidades de atividades físicas e artísticas e de atividades rítmicas expressivas. (EF05AR08BA) Conscientizar-se da função dinâ- mica do corpo, do gesto e do movimento como uma manifestação pessoal e cultural, promovendo o autoconhecimento. Dança (EF15AR42IC) Identificar e analisar aspectos da própria imagem e esquema corporal por meio de experiências de movimento e apreciação de si, buscando o (auto)conhecimento.

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Página: 296 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 284 (EF15AR43IC) Analisar diferentes danças populares por meio dos múltiplos contextos (históricos, sociais, geográficos, estéticos etc.), identificando os modos próprios de organização. 1, 3, 4, 8 Matrizes estéticas e culturais (EF05AR09BA) Vivenciar, contextualizar e exe- cutar a ginga e os golpes de defesa e ataque da capoeira a partir de dinâmicas em grupos, reconhecendo a capoeira como um processo artístico de dança, e não de violência. (EF15AR11) Criar e improvisar movimentos dançados de modo individual, coletivo e cola- borativo, considerando os aspectos estrutu- rais, dinâmicos e expressivos dos elementos constitutivos do movimento, com base nos có- digos de dança. 1, 2,3, 4, 8 Processos de criação (EF15AR12) Discutir, com respeito e sem pre- conceito, as experiências pessoais e coletivas em dança vivenciadas na escola, como fonte para a construção de vocabulários e repertó- rios próprios. (EF05AR10BA) Vivenciar práticas de dança e atividades rítmicas expressivas na escola, na comunidade e em espaços culturais. (EF05AR11BA) Apreciar, analisar e relatar as apresentações de dança e de atividades rítmi- co-expressivas ocorridas na escola, na comuni- dade e em espaços culturais. (EF15AR44IC) (Re)Criar e participar de danças de culturas populares com princípios e padrões de movimento constituintes em uma postura crítica e ética (EF15AR45IC) Apreciar danças populares em registro audiovisuais e outros recursos, proporcionando o conhecimento e a valorização destas manifestações artísticas |(samba de roda, quadrilhas, folia de Reis etc) (EF15AR46IC) Desenvolver dimensões atitudinais tais como: respeito, solidariedade, empatia, diálogo, colaboração e afins, no exercício de criação, participação, interpretação e apreciação da dança. (EF15AR13) Identificar e apreciar criticamente diversas formas e gêneros de expressão mu- sical, reconhecendo e analisando os usos e as funções da música em diversos contextos de circulação, em especial, aqueles da vida coti- diana. Música 1, 3, 4, 5, 8 Contextos e práticas (EF05AR12BA) Identificar e apreciar critica- mente diversas formas e gêneros de expressão musical, reconhecendo os estilos musicais bra- sileiros, tais como: músicas africanas, congo, reggae, hip hop, forró, MPB, samba, gospel, músicas indígenas, sertanejo, entre outros. (EF15AR35IC) Interagir com práticas e repertórios musicais da cultura infanto-juvenil presentes nos contextos da vida social familiar, escolar, comunitária, midiática e religiosa,

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Página: 297 ENSINO FUNDAMENTAL 285 entre outros. (EF15AR14) Perceber e explorar os elementos constitutivos da música (altura, intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.), por meio de jogos, brincadeiras, canções e práticas diversas de composição/criação, execução e apreciação musical. 1, 3, 4, 8 Elementos da linguagem (EF05AR13BA) Empregar, ilustrar e contextuali- zar os usos e as funções da música em diversos contextos de circulação, em especial aqueles da vida cotidiana. (EF05AR14BA) Explorar as propriedades do som que influenciam as dimensões emocionais e espirituais. 1, 4, 8 Materialidades Música (EF15AR15) Explorar fontes sonoras diversas, como as existentes no próprio corpo (palmas, voz, percussão corporal), na natureza e em ob- jetos cotidianos, reconhecendo os elementos constitutivos da música e as características de instrumentos musicais variados. (EF15AR36IC) Construir, utilizar e valoriza instrumentos utilizados no samba de roda, capoeira e outros da cultura popular. (EF15AR37IC) (Re)Conhecer e valorizar os artistas populares e suas obras, local e regional (músicos, grupos de samba de roda, violeiros, aboiadores, repentistas, entre outros). 1, 5 1, 4, 8 Notação e registro musical Processos de criação (EF15AR16) Explorar diferentes formas de regis- tro musical não convencional (representação gráfica de sons, partituras criativas etc.), bem como procedimentos e técnicas de registro em áudio e audiovisual, e reconhecer a notação musical convencional. (EF15AR17*) Experimentar improvisações, com- posições e sonorização de histórias, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos musicais convencionais ou não convencionais, de modo individual, coletivo e colaborativo, percebendo-se em espaço e tem- po musical e corporal. (EF05AR15BA) Experimentar improvisações e composições de diversos gêneros musicais de modo individual, coletivo e colaborativo. 1, 3, 4, 8 1, 2, 4, 5, 8 Teatro Matrizes estéticas e culturais Contextos e práticas (EF05AR16BA) Identificar, utilizar e desenvolver os toques básicos da capoeira a partir da utili- zação de um instrumento musical. (EF15AR18) Reconhecer e apreciar formas dis- tintas de manifestações do teatro presentes em diferentes contextos, aprendendo a ver e a ouvir histórias dramatizadas e cultivando a percepção, o imaginário, a capacidade de sim- bolizar e o repertório ficcional. (EF05AR17BA) Estruturar, relacionar, interpre- tar, organizar e produzir diferentes estéticas e suas estruturas cênicas e textuais.

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Página: 298 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 286 (EF15AR38IC) Apreciar e dramatizar histórias da vivência familiar valorizando a época dos fatos, potencializando a construção do repertório que valoriza a diversidade da cultura na formação da comunidade local. (EF15AR39IC) Vivenciar e apreciar formas de expressões facial e corporal, gestos, entonação de voz, presente no cotidiano, para ouvir histórias reais e dramatizadas, valorizando a identidade cultural da comunidade local. 1, 2, 4, 5, 8 Elementos da linguagem (EF15AR19) Descobrir teatralidades na vida co- tidiana, identificando elementos teatrais (va- riadas entonações de voz, diferentes fisicalida- des, diversidade de personagens e narrativas etc.). (EF05AR18BA) Aplicar, experimentar, articular e formular os diferentes elementos constitutivos do teatro, relacionando-os com suas utiliza- ções e funções no cotidiano. (EF15AR40IC) Investigar a diversidade cultural do Campo e Urbano, ampliando os sentimentos de pertencimento com relação aos contextos sócio culturais. (EF15AR41IC) Investigar e distinguir a presença de elementos sagrados e profanos nas manifestações populares e contemporâneas nos diferentes contextos (Cidade, Campo, Região Sisaleira e Estado da Bahia) (EF15AR20) Experimentar o trabalho colabora- tivo, coletivo e autoral em improvisações tea- trais e processos narrativos criativos em teatro, explorando desde a teatralidade dos gestos e das ações do cotidiano até elementos de dife- rentes matrizes estéticas e culturais. Teatro 1, 2, 4, 5 Processos de criação (EF15AR21) Exercitar a imitação e o faz de con- ta, ressignificando objetos e fatos e experi- mentando-se no lugar do outro, ao compor e encenar acontecimentos cênicos, por meio de músicas, imagens, textos ou outros pontos de partida, de forma intencional e reflexiva. (EF15AR22) Experimentar possibilidades cria- tivas de movimento e de voz na criação de um personagem teatral, discutindo estereótipos. (EF05AR19BA) Produzir e contextualizar jogos teatrais para resolver situações cotidianas e em todos os lugares. (EF05AR20BA) Experimentar possibilidades criativas de movimento e de voz na criação de um personagem teatral, discutindo estereóti- pos, levantando a discussão sobre o respeito às diferenças e à diversidade de pessoas e si- tuações. (EF15AR23) Reconhecer e experimentar, em projetos temáticos, as relações processuais en- tre diversas linguagens artísticas.

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Página: 299 ENSINO FUNDAMENTAL 1, 2, 3, 4, 8 1, 2, 3, 4, 5, 6, 8 287 Processos de criação Matrizes estéticas e culturais Artes Integradas (EF05AR21BA) Estruturar, relacionar, interpre- tar, organizar e produzir projetos temáticos, as relações processuais entre diversas linguagens artísticas, valorizando os elementos e recursos processuais específicos de cada uma das lin- guagens na cultura local, regional e nacional. (EF15AR24*) Caracterizar e experimentar brin- quedos, brincadeiras, jogos, danças, canções e histórias de diferentes matrizes estéticas e culturais, valorizando o patrimônio artístico e cultural do lugar onde vive, da sua região e na- cionalidade. (EF05AR22BA) Identificar elementos visuais, de dança e musicais do berimbau. 1, 9 1, 5 Patrimônio cultural (EF15AR25) Conhecer e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas diver- sas, em especial a brasileira, incluindo-se suas matrizes indígenas, africanas e europeias, de diferentes épocas, favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às dife- rentes linguagens artísticas. Artes e tecnologia (EF15AR26*) Explorar diferentes tecnologias e recursos digitais (multimeios, animações, jo- gos eletrônicos, gravações em áudio e vídeo, fotografia, softwares etc.) nos processos de criação artística e para resolver situações co- tidianas. 6º ANO UNIDAD ES TEMÁTI CAS/ LINGUA GENS COMPETÊNCI AS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES (EF69AR01) Pesquisar, apreciar e analisar for- mas distintas das Artes Visuais tradicionais e contemporâneas, em obras de artistas bra- sileiros e estrangeiros de diferentes épocas e em diferentes matrizes estéticas e culturais, de modo a ampliar a experiência com diferentes contextos e práticas artístico-visuais e culti- var a percepção, o imaginário, acapacidade de simbolizar e o repertório imagético. 1, 9 Artes Visuais Contextos e práticas As culturas ancestrais de matrizes indígenas africanas e portuguesas na formação do município de Ichu. A arte e a ancestralidade do municipio de Ichu (EF69AR02*) Pesquisar e analisar diferentes es- tilos visuais, contextualizando-os no tempo e no espaço, através da prática do desenho, gra- fite, pintura, colagem, histórias em quadrinhos, dobraduras, gravuras, esculturas, fotografias e vídeos. (EF69AR03) Analisar situações nas quais as linguagens das Artes Visuais se integram às linguagens audiovisuais (cinema, animações, vídeos etc.), gráficas (capas de livros, ilustra- ções de textos diversos etc.), cenográficas, co- reográficas, musicais etc. (EF06AR01BA) Reconhecer e explorar as cores primárias, secundárias e terciárias, quentes e frias, dialogando com os diversos contextos das Artes Urbanas e Rurais (do campo).

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Página: 300 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. (EF06AR02BA) Apreciar as Artes Visuais através de visitação e pesquisa. (EF06AR01IC) – Identificar e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial da cultura ichuense incluindo suas matrizes indígenas, africanas e europeias. 1, 3 3 Elementos da linguagem Símbolos gráficos visuais representativos do município Bandeira, brasão e hino Matrizes estéticas e culturais Culturas ancestrais na formação do municipio (EF69AR04) Analisar os elementos constitutivos das Artes Visuais (ponto, linha, forma, direção, cor, tom, escala, dimensão, espaço, movimen- to etc.) na apreciação de diferentes produções artísticas. (EF06AR03BA) Conhecer e manipular os diver- sos instrumentos e utensílios específicos do fazer artístico visual e artesanal. (EF06AR04BA) Experimentar e aplicar diferen- tes técnicas de produção manual em Artes Visuais. (EF06AR05BA) Experimentar a criação em Ar- tes Visuais na modalidade do grafite, de modo individual, coletivo e colaborativo, explorando diferentes espaços da escola e da comunidade. (EF06AR06BA) Reconhecer, identificar e recriar sentidos estéticos presentes nas produções vi- suais de cunho histórico e identitário. (EF06AR07BA) Conhecer e validar as diversas formas de expressão das Artes Visuais presen- tes na cultura afrobrasileira. 288

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Página: 301 ENSINO FUNDAMENTAL 1, 6 Materialidades As cores e as paisagens urbanas e rurais do município de Ichu 289 (EF69AR05) Experimentar e analisar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintu- ra, colagem, quadrinhos, dobradura, escultura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia, per- formance etc.) (EF06AR08BA) Reconhecer as categorias do sistema das Artes Visuais (museus, galerias, instituições, artistas, artesãos, curadores etc.), de forma conceitual e prática, envolvendo visi- tação. (EF06AR02IC) Conhecer e diferenciar as cores primárias, secundárias, quentes e frias, a fim de reconhecê-las no seu cotidiano. (EF69AR06) Desenvolver processos de criação em Artes Visuais, com base em temas ou inte- resses artísticos, de modo individual, coletivo e colaborativo, fazendo uso de materiais, instru- mentos e recursos convencionais, alternativos e digitais. (EF69AR07) Dialogar com princípios concei- tuais, proposições temáticas, repertórios ima- géticos e processos de criação nas suas produ- ções visuais. Artes Visuais 1 Processos de criação A arte de viver e fazer do povo ichuense (EF06AR09BA) Conhecer, analisar e relacionar os diferentes aspectos estéticos que marcam as Artes Visuais na história. (EF06AR10BA) Identificar e distinguir os traços e os elementos que caracterizam as Artes Visuais afro-brasileira contemporânea. (EF06AR11BA) Desenvolver processos de cria- ção em Artes Visuais que mobilizem diálogos entre o passado e o presente, a partir de coo- peração, respeito, diálogo e valorização da cul- tura local, regional e nacional. 4 Sistemas da linguage m Trançados de palhacestaria , chapéu, esteiras, vassouras entre outros no contexto local. (EF69AR08) Diferenciar as categorias de artista, artesão, produtor cultural, curador, designer, entre outras, estabelecendo relações entre os profissionais do sistema das Artes Visuais. (EF06AR12BA) Experimentar e aplicar diferen- tes técnicas de produção manual em Artes Vi- suais. (EF06AR13BA) Dialogar com princípios concei- tuais, proposições temáticas, repertórios ima- géticos e processos de criação nas produções visuais. (EF69AR09) Pesquisar e analisar diferentes for- mas de expressão, representação e encenação da dança, reconhecendo e apreciando compo- sições de dança de artistas e grupos brasileiros e estrangeiros de diferentes épocas. 3 Contextos e práticas A dança como manifestações focloricas, artísticas (EF06AR14BA) Identificar, reconhecer, analisar, vivenciar e contextualizar diferentes estéticas de expressão, representação e encenação da dança e suas respectivas estruturas rítmicas e coreográficas.

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Página: 302 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL e culturais do povo inchuense. (EF06AR15BA) Conhecer, identificar e explorar a diversidade de possibilidades que a dança mobiliza com os seus vários ritmos, movimen- tos e jogos de corpo através da prática da capo- eira, hip hop, dança de salão, forró, xote, samba de roda, arrocha, valsa, salsa, lambada, dança contemporânea e dança afro-brasileira etc. (EF69AR10) Explorar elementos constitutivos do movimento cotidiano e do movimento dançado, abordando, criticamente, o desenvol- vimento das formas da dança em sua história tradicional e contemporânea. 1, 3, 4 Dança Elementos da linguagem Os elementos que fazem a dança. (EF69AR11) Experimentar e analisar os fatores de movimento (tempo, peso, fluência e espaço) como elementos que, combinados, geram as ações corporais e o movimento dançado. (EF06AR16BA) Reconhecer, validar e aplicar um amplo repertório de movimentos corporais que dialogue com a linguagem da reflexão e fruição. 3, 4 Matrizes estéticas e culturais A lavagem da igreja e a festa junina, tradicões da cultura (EF06AR17BA) Analisar e experimentar diferentes elementos (figurino, iluminação, cenário, trilha sonora etc.) e espaços (convencionais e não convencionais) para composição cênica e apresentação coreográfica. (EF06AR18BA) Pesquisar e analisar diferentes formas de expressão corporal, representação e encenação da dança, reconhecendo e apre- ciando composições de dança, de artistas lo- cais, de grupos artísticos, culturais, brasileiros e estrangeiros de diferentes épocas. 3, 9 Materialidades Danças Regionais (EF06AR19BA) Relacionar e conectar as práti- cas artísticas da dança às diferentes dimensões da vida social, cultural, política, histórica, eco- nômica, estética e ética. (EF06AR20BA) Conhecer e se apropriar da his- tória das estéticas da dança em estudos dirigi- dos sobre as danças circulares, samba de roda, forró, sapateado, jazz, dança afrobrasileira, hip hop, dança de rua e as diversas danças de salão, contextualizando-os no tempo e no espaço. (EF69AR12) Investigar e experimentar proce- dimentos de improvisação e criação do movi- mento como fonte para a construção de voca- bulários e repertórios próprios. (EF69AR13) Investigar brincadeiras, jogos, dan- ças coletivas e outras práticas de dança de dife- rentes matrizes estéticas e culturais como refe- rência para a criação e a composição de danças autorais, individualmente e em grupo. 1, 3, 8 Dança Processos de criação (EF69AR14) Analisar e experimentar diferentes elementos (figurino, iluminação, cenário, trilha sonora etc.) e espaços (convencionais e não convencionais) para composição cênica e apre- sentação coreográfica. 290

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Página: 303 ENSINO FUNDAMENTAL As danças na tradicão popular do município de Ichu 291 (EF69AR15) Discutir as experiências pessoais e coletivas em dança vivenciadas na escola e em outros contextos, problematizando estereótipos e preconceitos. (EF06AR21BA) Discutir as experiências pessoais e coletivas em dança vivenciadas na escola e em outros contextos sociais, problematizando estereótipos e preconceitos étnicos, de gênero e sexualidade nas suas interseccionalidades. (EF06AR22BA) Descrever, a partir de experi- mentações, experiências pessoais com danças e atividades rítmicas expressivas do passado, da ancestralidade e suas mitologias. (EF06AR23BA) Identificar, validar e vivenciar práticas de dança na escola, na comunidade e em espaços culturais locais. (EF06AR24BA) Pesquisar, reconhecer e visitar espaços artísticos voltados para ensaios de dança e de produções de artistas e de grupos de dança da comunidade local. 1 Sistemas da linguage m A dança nos espaços urbanos e rurais do município. (EF06AR25BA) Apreciar, analisar e criticar as produções e apresentações de dança ocorridas na escola, na comunidade e em espaços cultu- rais locais e nacionais. (EF06AR26BA) Conhecer e entrevistar estudan- tes, artistas dançarinos, produtores da escola, da comunidade e também artistas e produ- tores artísticos, reconhecendo o valor de sua produção. (EF69AR16) Analisar criticamente, por meio da apreciação musical, usos e funções da música em seus contextos de produção e circulação, relacionando as práticas musicais às diferentes dimensões da vida social, cultural, política, his- tórica, econômica, estética e ética. (EF69AR17) Explorar e analisar, criticamente, diferentes meios e equipamentos culturais de circulação da música e do conhecimento mu- sical. 1 Música Contextos e práticas A cultura musical ichuense. Produto cultural: Hino ao município de Ichu. Os grupos musicais, cantores e compositores ichuenses. (EF69AR18) Reconhecer e apreciar o papel de músicos e grupos de música brasileiros e es- trangeiros que contribuíram para o desenvolvi- mento de formas e gêneros musicais. (EF69AR19) Identificar e analisar diferentes estilos musicais, contextualizando-os no tempo e no espaço, de modo a aprimorar a capacidade de apreciação da estética musical. (EF06AR27BA) Identificar, reconhecer e explo- rar fontes históricas de materiais sonoros pro- venientes dos sintetizadores de som, reconhecendo timbres de instrumentos musicais na sua diversidade artística e cultural. (EF06AR28BA) Pesquisar e reconhecer os usos e funções da música em seus contextos de produção e circulação, especialmente a trilha sonora de propagandas e jingles, relacionando essa prática musical às diferentes dimensões da vida social, cultural, política, histórica, eco- nômica, estética e ética.

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Página: 304 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL (EF06AR03IC) – Reconhecer e valorizar o Hino do município de Ichu como manifestação social e identitária que representa ligação com determinados fatos históricos e o espaço geográfico. 1 1, 3 Elementos da linguagem A paisagem sonora Os sons e a natureza Matrizes estéticas e culturais Manifestações musicais folclóricas (EF69AR20) Explorar e analisar elementos cons- titutivos da música (altura, intensidade, tim- bre, melodia, ritmo etc.), por meio de recursos tecnológicos (games e plataformas digitais), jogos, canções e práticas diversas de compo- sição/criação, execução e apreciação musicais. (EF06AR29BA) Pesquisar, identificar e desen- volver os diferentes modos de produção musical, através dos ciberespaços, numa dinâmica que conecte o contexto social e as Artes Urba- nas com o rap, hip hop, street dance, música eletrônica etc. (EF06AR30BA) Conhecer, utilizar e aprender os toques básicos da capoeira como elemento his- tórico e cultural estético, a partir da utilização de instrumentos de percussão apropriados. (EF69AR21) Explorar e analisar fontes e ma- teriais sonoros em práticas de composição/ criação, execução e apreciação musical, reco- nhecendo timbres e características de instru- mentos musicais diversos. 1, 6 Materialidades Instrumetos musicais (EF06AR31BA) Pesquisar fontes históricas de materiais sonoros para as práticas de compo- sição, criação, apreciação e produção musical, reconhecendo os valores culturais como parte integrante na identificação de instrumentos musicais diversos. (EF06AR32BA) Reconhecer e analisar diferentes estilos musicais, contextualizando-os no tem- po e no espaço, de modo a aprimorar a capa- cidade de apreciação da estética musical e sua diversidade. 1 Música Notação e registro musical Partitura gráfica (EF69AR22) Explorar e identificar diferentes formas de registro musical (notação musical tradicional, partituras criativas e procedimen- tos da música contemporânea), bem como pro- cedimentos e técnicas de registro em áudio e audiovisual. (EF06AR05IC) Explorar e identificar diferentes formas de registro musical, bem como procedimentos e técnicas condizentes com o contexto local. 292

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Página: 305 ENSINO FUNDAMENTAL 1 Processos de criação Explorando a música a partir dos instrumentos regionais Criar partitura gráfica 1 Sistemas da linguage m 293 (EF69AR23) Explorar e criar improvisações, composições, arranjos, jingles, trilhas sonoras, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos acústicos ou eletrônicos, convencionais ou não convencionais, expres- sando ideias musicais de maneira individual, coletiva e colaborativa. (EF06AR33BA) Identificar e reconhecer a uti- lidade de objetos e materiais sustentáveis na produção musical, numa dinâmica que envolve saberes históricos e ancestralidades na produ- ção de sons e efeitos sonoros diversos. (EF06AR34BA) Explorar e criar improvisações, composições, arranjos, jingles, trilhas sonoras, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos acústicos ou eletrônicos, convencionais ou não convencionais, expres- sando ideias musicais de maneira individual, coletiva e colaborativa. (EF06AR35BA) Pesquisar e Identificar diferentes estilos musicais, contextualizando-os no tempo e no espaço, de modo a aprimorar a ca- pacidade de apreciação da estética musical e ampliação de repertórios na sua diversidade. Os repertórios musicais da cidade e do campo. (EF69AR24) Reconhecer e apreciar artistas e grupos de teatro brasileiros e estrangeiros de diferentes épocas, investigando os modos de criação, produção, divulgação, circulação e or- ganização da atuação profissional em teatro. 3 4, 8 Teatro Contextos e práticas O brincar de representar nos espaços cênicos urbanos e rurais do município de Ichu Elementos da linguagem Imaginar situações (EF69AR25) Identificar e analisar diferentes estilos cênicos, contextualizando-os no tempo e no espaço de modo a aprimorar a capacidade de apreciação da estética teatral. (EF06AR36BA) Pesquisar e criar formas de dra- maturgias e espaços cênicos urbanos e rurais (do campo) para o acontecimento teatral, em diálogo com a arte cênica contemporânea. (EF69AR26) Explorar diferentes elementos envolvidos na composição dos acontecimentos cênicos (figurinos, adereços, cenário, ilumina- ção e sonoplastia) e reconhecer seus vocabulários. (EF06AR37BA) Reconhecer e explorar os dife- rentes tipos de personagens relacionados às estéticas teatrais estudadas. (EF69AR27) Pesquisar e criar formas de drama- turgias e espaços cênicos para o acontecimen- to teatral, em diálogo com o teatro contempo- râneo. (EF69AR28) Investigar e experimentar diferentes funções teatrais e discutir os limites e desafios do trabalho artístico coletivo e colaborativo.

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Página: 306 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL (EF69AR29) Experimentar a gestualidade e as construções corporais e vocais de maneira imaginativa na improvisação teatral e no jogo cênico. 2, 7, 8 Processos de criação Brincar de representar (EF69AR30) Compor improvisações e aconte- cimentos cênicos com base em textos dramá- ticos ou outros estímulos (música, imagens, objetos etc.), caracterizando personagens (com figurinos e adereços), cenário, iluminação e sonoplastia e considerando a relação com o espectador. (EF06AR38BA) Reconhecer e explorar os dife- rentes tipos de personagens relacionados às estéticas teatrais estudadas. (EF06AR39BA) Experimentar possibilidades criativas de movimento e de voz na criação de um personagem teatral, problematizando estereótipos e debatendo sobre o respeito às diferenças e a diversidade de gênero, raça, se- xualidade e suas interseccionalidades. Artes Integradas 2 Contextos e práticas (EF69AR31) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética. (EF69AR32) Analisar e explorar, em projetos te- máticos, as relações processuais entre diversas linguagens artísticas. 2 Processos de criação (EF06AR40BA) Estruturar, relacionar, interpre- tar, organizar e produzir projetos temáticos, as relações processuais entre diversas linguagens artísticas, valorizando os elementos e recursos processuais específicos de cada uma das lin- guagens na cultura local. (EF06AR41BA) Experimentar criações artísticas de acordo com a afinidade de cada educando, incentivando o desenvolvimento através da prática. 8 Matrizes estéticas e culturais Manifestações musicais folclóricas Artes Integradas (EF69AR33) Analisar aspectos históricos, so- ciais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas eurocêntricas e as diversas categorizações da Arte (arte, artesa- nato, folclore, design etc.). (EF06AR42BA) Pesquisar e experimentar a pra- tica do hip hop como forma de arte que integra a música, a dança e o texto poético ritmado. (EF06AR04IC) Conhecer, utilizar e aprender os toques básicos das danças regionais como elemento histórico e cultural estético a partir da utilização de instrumento de percussão apropriados. 1 Patrimônio cultural (EF69AR34) Analisar e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas di- versas, em especial a brasileira, incluindo suas matrizes indígenas, africanas e europeias, de diferentes épocas, e favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às dife- rentes linguagens artísticas. 294

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Página: 307 ENSINO FUNDAMENTAL 295 (EF06AR43BA) Identificar e validar os diversos elementos constitutivos das Artes Urbanas como patrimônio artístico e cultural. (EF69AR35) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar prá- ticas e repertórios artísticos, de modo reflexi- vo, ético e responsável. 5 Arte e tecnologia (EF06AR44BA) Pesquisar e elaborar diferentes modos de acesso às tecnologias e recursos digitais (multimeios, animações, jogos eletrô- nicos, gravações em áudio e vídeo, fotografia, softwares etc.) nos processos de criação, pro- dução e montagens de peças artísticas que integrem as diversas linguagens. 7º ANO PRÁTICA S DE LINGUA GEM COMPETÊN CIAS 1 OBJETO(S) DE CONHECIM ENTO Contextos e práticas Território: lugar de pertencimento e de identidade Arte e espaço Patrimônio cultural material Patrimônio cultural imaterial Semana de Arte e cultura de Ichu HABILID ADES (EF69AR01) Pesquisar, apreciar e analisar for- mas distintas das Artes Visuais tradicionais e contemporâneas, em obras de artistas brasi- leiros e estrangeiros dediferentes épocas e em diferentes matrizes estéticas e culturais, de modo a ampliar a experiência com diferentes contextos e práticas artístico-visuais e cultivar a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório imagético. (EF69AR02) Pesquisar e analisar diferentes esti- los visuais, contextualizando-os no tempo e no espaço. (EF69AR03) Analisar situações nas quais as linguagens das Artes Visuais se integram às linguagens audiovisuais (cinema, animações, vídeos etc.), gráficas (capas de livros, ilustra- ções de textos diversos etc.), cenográficas, co- reográficas, musicais etc. (EF07AR01BA) Apreciar as Artes Visuais através de visitação e pesquisa. Artes Visuais 1, 4 Elementos da linguagem Espaço, cor, forma, texturas na arte do povo ichuense. (EF69AR04) Analisar os elementos constitutivos das Artes Visuais (ponto, linha, forma, direção, cor, tom, escala, dimensão, espaço, movimen- to etc.) na apreciação de diferentes produções artísticas. (EF07AR02BA) Experimentar e aplicar diferen- tes técnicas de produção manual em Artes Vi- suais. (EF07AR03BA) Conhecer e manipular os diver- sos instrumentos e utensílios específicos do fazer artístico-visual e artesanal. (EF07AR04BA) Conhecer e experimentar a cria- ção em Artes Visuais na modalidade do grafite, de modo individual, coletivo e colaborativo, explorando diferentes espaços da escola e da comunidade.

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Página: 308 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 3 1, 2 Matrizes estéticas e culturais Riqueza da cultura local e suas tradições identitárias Materialidade s Arte tridimensional no artesanato ichuense A modelagem em barro; As máscaras e alegorias; Os presépios natalinos. (EF07AR05BA) Reconhecer, identificar e recriar sentidos estéticos presentes nas produções vi- suais de cunho histórico e identitário. (EF07AR06BA) Conhecer e validar as diversas formas de expressão das Artes Visuais presen- tes na cultura afrobrasileira, através da apli- cação da lei 10.639/10, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de “História e Cultura Afro-brasileira” dentro das disciplinas que já fazem parte das matrizes curriculares dos ensi- nos Fundamental e Médio. (EF69AR05) Experimentar e analisar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintu- ra, colagem, quadrinhos, dobradura, escultura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia, per- formance etc.). (EF69AR06) Desenvolver processos de criação em Artes Visuais, combase em temas ou inte- resses artísticos, de modo individual, coletivo e colaborativo, fazendo uso de materiais, instru- mentos e recursos convencionais, alternativos e digitais. (EF69AR07) Dialogar com princípios concei- tuais, proposições temáticas, repertórios ima- géticos e processos de criação nas suas produ- ções visuais. 1, 2, 6, 8 Artes Visuais Processos de criação Criar obras de arte bidimensionais e tridimensionais para representar a cultura local. (EF07AR07BA) Conhecer, analisar e relacionar os diferentes aspectos estéticos que marcam as Artes Visuais na história. (EF07AR08BA) Identificar e distinguir os traços e os elementos que caracterizam as Artes Visuais afro-brasileira contemporânea. (EF07AR09BA) Desenvolver processos de cria- ção em Artes Visuais que mobilizem diálogos entre o passado e o presente. (EF07AR10BA) Conhecer categorias do sistema das Artes Visuais, a saber: museus, galerias, instituições, artistas, artesãos, curadores, fei- ras regionais e mercados de arte, dentre ou- tros, reconhecendo sua importância para o campo das artes. (EF69AR08) Diferenciar as categorias de artista, artesão, produtor cultural, curador, designer, entre outras, estabelecendo relações entre os profissionais do sistema das Artes Visuais. 1 Sistemas da linguage (EF07AR11BA) Experimentar e aplicar diferen- tes técnicas de produção manual em Artes Visuais. 296

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Página: 309 ENSINO FUNDAMENTAL m O artista popular e sua obra 297 (EF07AR12BA) Dialogar com princípios concei- tuais, proposições temáticas, repertórios ima- géticos e processos de criação nas produções visuais. (EF69AR09) Pesquisar e analisar diferentes for- mas de expressão, representação e encenação da dança, reconhecendo e apreciando compo- sições de dança de artistas e grupos brasileiros e estrangeiros de diferentes épocas. Dança 3 Contextos e práticas A dança como manifestação artística e social em nossa cidade. As danças de lazer, as religiosas e as regionais. (EF07AR13BA) Identificar, reconhecer, analisar, vivenciar e contextualizar diferentes estéticas de expressão, representação e encenação da dança e suas respectivas estruturas rítmicas e coreográficas. (EF07AR14BA) Conhecer, identificar e explorar a diversidade de possibilidades que a dança mo- biliza com os seus vários ritmos, movimentos e jogos de corpo através da prática da capoeira, hip hop, dança de salão, forró, xote, samba de roda, arrocha, valsa, salsa, lambada, dança contemporânea e dança afro-brasileira etc. (EF69AR10) Explorar elementos constitutivos do movimento cotidiano e do movimento dançado, abordando, criticamente, o desenvol- vimento das formas da dança em sua história tradicional e contemporânea. 1, 3, 4 Elementos da linguagem Movimento corporal, passo, marcação etc. (EF69AR11) Experimentar e analisar os fatores de movimento (tempo, peso, fluência e espaço) como elementos que, combinados, geram as ações corporais e o movimento dançado. (EF07AR15BA) Reconhecer, validar e aplicar um amplo repertório de movimentos corporais que dialogue com a linguagem da reflexão e fruição. (EF07AR16BA) Analisar e experimentar diferentes elementos (figurino, iluminação, cenário, trilha sonora etc.) e espaços (convencionais e não convencionais) para composição cênica e apresentação coreográfica. 3, 4 Dança Matrizes estéticas e culturais As danças circulares - cirandas e o samba de roda (EF07AR17BA) Analisar e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial de culturas diver- sas, em especial a brasileira, incluindo suas matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas, favorecendo a afirmação de identidades, cidadanias e a construção de vocabulário e repertório relativos às diferentes linguagens artísticas do corpo. (EF07AR17BAIC) Reconhecer e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial de culturas diversas incluindo suas matrizes indígenas, africanas e europeias de diferentes épocas, favorecendo a afirmação de identidades do município de Ichu. (EF07AR18BA) Pesquisar e analisar diferentes formas de expressão corporal, representação e encenação da dança, reconhecendo e apre- ciando composições de dança, de artistas lo- cais, de grupos artísticos, culturais, brasileiros e estrangeiros de diferentes épocas.

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Página: 310 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 3, 9 Materialidades Expressão corporal (EF07AR19BA) Relacionar e conectar as práticas artísticas da dança às diferentes dimensões da vida social, cultural, política, histórica, econô- mica, estética e ética. (EF07AR20BA) Conhecer e se apropriar da his- tória das estéticas da dança em estudos dirigi- dos sobre as danças circulares, samba de roda, forró, sapateado, jazz, dança afrobrasileira, hip hop, dança de rua e as diversas danças de salão, contextualizando-as no tempo e no espaço. (EF69AR12) Investigar e experimentar proce- dimentos de improvisação e criação do movi- mento como fonte para a construção de voca- bulários e repertórios próprios. (EF69AR13) Investigar brincadeiras, jogos, danças coletivas e demais atividades rítmicas expressivas de diferentes matrizes estéticas e culturais como referência para a criação e a composição de danças e atividades rítmicas expressivas autorais, individualmente e em grupo. 1, 3, 8 Processos de criação Apresentar os repertórios de movimentos das danças nas diferentes tradiçoes do povo ichuense Dança (EF69AR14) Analisar e experimentar diferentes elementos (figurino, iluminação, cenário, trilha sonora etc.) e espaços (convencionais e não convencionais) para composição cênica e apre- sentação coreográfica. (EF69AR15) Discutir as experiências pessoais e coletivas em dança vivenciadas na escola e em outros contextos, problematizando estereótipos e preconceitos. (EF07AR21BA) Discutir as experiências pessoais e coletivas em dança vivenciadas na escola e em outros contextos sociais, problematizando estereótipos e preconceitos étnicos, de gênero e sexualidade nas suas interseccionalidades. (EF07AR22BA) Descrever a partir de experi- mentações que possibilitem dançar o passado, dançar a ancestralidade e suas mitologias, dan- çar o silêncio, os sons do corpo identitário e os sons do mundo na sua diversidade. (EF07AR23BA) Identificar, validar e vivenciar práticas de dança na escola, na comunidade e em espaços culturais locais. (EF07AR24BA) Pesquisar, reconhecer e visitar espaços artísticos voltados para ensaios de dança e de produções de artistas e de grupos de dança da comunidade local. 1, 4 Sistemas da linguage m Espaços urbanos e rurais de encontros para práticas de danças (EF07AR25BA) Apreciar, analisar e criticar as produções eapresentações de dança ocorridas na escola, na comunidade e em espaços cultu- rais locais e nacionais. (EF07AR26BA) Conhecer, validar e entrevistar estudantes, artistas dançarinos, produtores da escola, da comunidade e também artistas e produtores de grande circulação midiática. 298

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Página: 311 ENSINO FUNDAMENTAL 299 (EF69AR16) Analisar criticamente, por meio da apreciação musical, usos e funções da música em seus contextos de produção e circulação, relacionando as práticas musicais às diferentes dimensões da vida social, cultural, política, his- tórica, econômica, estética e ética. (EF69AR17) Explorar e analisar, criticamente, diferentes meios e equipamentos culturais de circulação da música e do conhecimento musical. 1 Contexto e práticas O celeiro musical ichuense Os grupos musicais, cantores, aboiadores e repentistas (EF69AR18) Reconhecer e apreciar o papel de músicos e grupos de música brasileiros e es- trangeiros que contribuíram para o desenvolvi- mento de formas e gêneros musicais. (EF69AR19) Identificar e analisar diferentes estilos musicais, contextualizando-os no tempo e no espaço, de modo a aprimorar a capacidade de apreciação da estética musical. (EF07AR27BA) Identificar, reconhecer e explo- rar fontes históricas de materiais sonoros pro- venientes dos sintetizadores de som, reconhecendo timbres de instrumentos musicais na sua diversidade artística e cultural. (EF07AR28BA) Pesquisar e reconhecer os usos e funções da música em seus contextos de produção e circulação, especialmente a trilha sonora de propagandas e jingles, relacionando essa prática musical às diferentes dimensões da vida social, cultural, política, histórica, eco- nômica, estética e ética. Música (EF07AR01IC) Reconhecer, valorizar e apreciar o papel de músicos e de grupos de música ichuense em seus contextos de produção e circulação no âmbito regional e nacional. 1, 2 1 Elementos da linguagem A paisagem sonora ichuense O som no espaço público e sua implicância na poluição sonora. Letras de música do nosso repertório regional Notação e registro musical Registros musicais tradicionais (EF69AR20) Explorar e analisar elementos cons- titutivos da música (altura, intensidade, tim- bre, melodia, ritmo etc.), por meio de recursos tecnológicos (games e plataformas digitais), jogos, canções e práticas diversas de compo- sição/criação, execução e apreciação musicais. (EF07AR29BA) Pesquisar, identificar e desen- volver os diferentes modos de produção musical, através dos ciberespaços, numa dinâmica que conecte o contexto social e as Artes Urba- nas com o rap, hip hop, street dance, música eletrônica etc. (EF69AR22) Explorar e identificar diferentes formas de registro musical (notação musical tradicional, partituras criativas e procedimen- tos da música contemporânea), bem como pro- cedimentos e técnicas de registro em áudio e audiovisual. (EF07AR02IC) Explorar e identificar diferentes formas de registro musical, bem como procedimentos e técnicas condizentes

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Página: 312 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL com o contexto local. 3 Matrizes estéticas e culturais (EF07AR30BA) Conhecer, utilizar e aprender os toques básicos da capoeira como elemento his- tórico e cultural estético, a partir da utilização de instrumentos de percussão apropriados. (EF69AR21) Explorar e analisar fontes e ma- teriais sonoros em práticas de composição/ criação, execução e apreciação musical, reco- nhecendo timbres e características de instru- mentos musicais diversos. 1, 2, 4 Materialidades Apreciação sonora de ritmos musicais local. (EF07AR31BA) Pesquisar fontes históricas de materiais sonoros para as práticas de compo- sição, criação, apreciação e produção musical, reconhecendo os valores culturais como parte integrante na identificação de instrumentos musicais diversos. (EF07AR32BA) Reconhecer e analisar diferentes estilos musicais, contextualizando-os no tem- po e no espaço, de modo a aprimorar a capa- cidade de apreciação da estética musical e sua diversidade. (EF69AR23) Explorar e criar improvisações, composições, arranjos, jingles, trilhas sonoras, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos acústicos ou eletrônicos, convencionais ou não convencionais, expres- sando ideias musicais de maneira individual, coletiva e colaborativa. Música 1, 2 1 Processos de criação Criar e apresentar playlist com músicas do repertório cultural ichuense Sistemas da linguage m (EF07AR33BA) Identificar e reconhecer a uti- lidade de objetos e materiais sustentáveis na produção musical, numa dinâmica que envolve saberes históricos e ancestralidades na produ- ção de sons e efeitos sonoros diversos. (EF07AR34BA) Explorar e criar improvisações, composições, arranjos, jingles, trilhas sonoras, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos acústicos ou eletrônicos, convencionais ou não convencionais, expres- sando ideias musicais de maneira individual, coletiva e colaborativa. (EF07AR35BA) Pesquisar e Identificar diferentes estilos musicais, contextualizando-os no tempo e no espaço, de modo a aprimorar a ca- pacidade de apreciação da estética musical e ampliação de repertórios na sua diversidade. (EF69AR24) Reconhecer e apreciar artistas e grupos de teatro brasileiros e estrangeiros de diferentes épocas, investigando os modos de criação, produção, divulgação, circulação e or- ganização da atuação profissional em teatro. Teatro 3 Contextos e práticas Mascarados, tradição e arte na festa da lavagem da igreja Os personagens e personalidades na história local da lavagem da igreja (EF69AR25) Identificar e analisar diferentes estilos cênicos, contextualizando-os no tempo e no espaço de modo a aprimorar a capacidade de apreciação da estética teatral. (EF07AR36BA) Pesquisar e criar formas de dra- maturgias e espaços cênicos urbanos para o acontecimento teatral, em diálogo com a arte cênica contemporânea. 300

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Página: 313 ENSINO FUNDAMENTAL 3, 5 Elementos da linguagem Composição performática: máscaras, maquiagens e adereços 301 (EF69AR26) Explorar diferentes elementos envolvidos na composição dos acontecimentos cênicos (figurinos, adereços, cenário, ilumina- ção e sonoplastia) e reconhecer seus vocabulários. (EF07AR37BA) Reconhecer e explorar os dife- rentes tipos de personagens relacionados às estéticas teatrais estudadas. (EF69AR27) Pesquisar e criar formas de drama- turgias e espaços cênicos para o acontecimen- to teatral, em diálogo com o teatro contempo- râneo. (EF69AR28) Investigar e experimentar diferentes funções teatrais e discutir os limites e desafios do trabalho artístico coletivo e colaborativo. (EF69AR29) Experimentar a gestualidade e as construções corporais e vocais de maneira imaginativa na improvisação teatral e no jogo cênico. Teatro 1, 2, 6, 8 Processos de criação Criar figuras mascaradas e roteiros de situações e contextos para elas. (EF69AR30) Compor improvisações e aconteci- mentos cênicos com base em textos dramáti- cos ou outros estímulos (música, imagens, ob- jetos etc.), caracterizando personagens (com figurinos e adereços), cenário, iluminação e sonoplastia e considerando a relação com o espectador. (EF07AR38BA) Vivenciar e executar práticas di- versas de teatro na escola, na comunidade e em espaços culturais. (EF69AR26) Explorar diferentes elementos envolvidos na composição dos acontecimentos cênicos (figurinos, adereços, cenário, iluminação e sonoplastia) e reconhecer seus vocabulários. (EF07AR39BA) Experimentar possibilidades criativas de movimento e de voz na criação de um personagem teatral, problematizando estereótipos e debatendo sobre o respeito às diferenças e a diversidade de gênero, raça, se- xualidade e suas interseccionalidades. 2 Contextos e práticas (EF69AR31) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética. (EF69AR32) Analisar e explorar, em projetos te- máticos, as relações processuais entre diversas linguagens artísticas. Artes Integradas 2 Processos de criação (EF07AR40BA) Estruturar, relacionar, interpre- tar, organizar e produzir projetos temáticos, as relações processuais entre diversas linguagens artísticas, valorizando os elementos e recursos processuais específicos de cada uma das lin- guagens na cultura local.

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Página: 314 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL (EF07AR41BA) Experimentar criações artísticas de acordo com aafinidade de cada educando, incentivando o desenvolvimento através da prática. 8 Matrizes estéticas e culturais O canto coletivo nos costumes e práticas dos trabalhadores rurais e as canções solitárias (aboios dos vaqueiros) Artes Integradas 1 Patrimônio cultural (EF69AR33) Analisar aspectos históricos, so- ciais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas eurocêntricas e as diversas categorizações da Arte (arte, artesa- nato, folclore, design etc.). (EF07AR42BA) Identificar elementos visuais no letramento de dança e músicas através de ins- trumentos de percussão. (EF07AR43BA) Pesquisar e experimentar a pra- tica do hip hop como forma de arte que integra a música, a dança e o texto poético ritmado. (EF69AR34) Analisar e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas di- versas, em especial a brasileira, incluindo suas matrizes indígenas, africanas e europeias, de diferentes épocas, e favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às dife- rentes linguagens artísticas. (EF07AR44BA) Identificar e validar os diversos elementos constitutivos das Artes Urbanas como patrimônio artístico e cultural. (EF69AR35) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar prá- ticas e repertórios artísticos, de modo reflexi- vo, ético e responsável. 5, 7 Arte e tecnologia (EF07AR45BA) Pesquisar e elaborar diferentes modos de acesso às tecnologias e recursos digitais (multimeios, animações, jogos eletrô- nicos, gravações em áudio e vídeo, fotografia, softwares etc.) nos processos de criação, pro- dução e montagens de peças artísticas que integrem as diversas linguagens. 302

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Página: 315 ENSINO FUNDAMENTAL 303 8º ANO UNIDAD ES TEMÁTI CAS/ LINGUA GENS COMPETÊN CIAS 1 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Contextos e práticas Identidade ancestral e cultural do povo ichuense Marcos históricos: Lugares e memórias A cultura visual da cidade de Ichu Fotografias antigas HABILID ADES (EF69AR01) Pesquisar, apreciar e analisar for- mas distintas das Artes Visuais tradicionais e contemporâneas, em obras de artistas bra- sileiros e estrangeiros de diferentes épocas e em diferentes matrizes estéticas e culturais, de modo a ampliar a experiência com diferentes contextos e práticas artístico-visuais e culti- var a percepção, o imaginário, acapacidade de simbolizar e o repertório imagético. (EF69AR02) Pesquisar e analisar diferentes esti- los visuais, contextualizando-os no tempo e no espaço. (EF69AR03) Analisar situações nas quais as linguagens das Artes Visuais se integram às linguagens audiovisuais (cinema, animações, vídeos etc.), gráficas (capas de livros, ilustra- ções de textos diversos etc.), cenográficas, co- reográficas, musicais etc. (EF08AR01BA) Apreciar as Artes Visuais através de visitação e pesquisa. (EF08AR01IC) Resgatar memórias por meio de visitações, histórias de seus moradores e pelos próprios acontecimentos locais. Artes Visuais 1, 2, 4, 6, 8 1, 3, 7 1, 4 Elementos da linguagem As regras do código visual Matrizes estéticas e culturais Quilombo da Flor Roxa _ comunidade de Praianos Materialidade s (EF69AR04) Analisar os elementos constitutivos das Artes Visuais (ponto, linha, forma, direção, cor, tom, escala, dimensão, espaço, movimen- to etc.) na apreciação de diferentes produções artísticas. (EF08AR02BA) Analisar os elementos constitu- tivos das Artes Visuais: efeitos de luz e sombra, ilusão de ótica e a cor ligada ao significado e à emoção, na apreciação de diferentes produ- ções artísticas. (EF08AR03BA) Apreciar e analisar a influência de distintas matrizes estéticas e culturais das Artes Visuais nas manifestações artísticas das culturas ocidental e oriental. (EF08AR03BAIC) Apreciar e analisar a influência de matrizes africanas e culturais das Artes Visuais nas manifestações artísticas da cultura do município de Ichu. (EF69AR05) Experimentar e analisar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintu- ra, colagem, quadrinhos, dobradura, escultura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia, per- formance etc.).

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Página: 316 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL (EF69AR06) Desenvolver 5, 8 Processos de criação processos de criação em Artes Visuais, com base em temas ou inte- resses artísticos, de modo individual, coletivo e colaborativo, fazendo uso de materiais, instru- mentos e recursos convencionais, alternativos e digitais. (EF69AR07) Dialogar com princípios conceitu- ais, proposições temáticas, repertórios ima- géticos e processos de criação nas suas produ- ções visuais. (EF69AR08) Diferenciar as categorias de artista, artesão, produtor cultural, curador, designer, entre outras, estabelecendo relações entre os profissionais do sistema das Artes Visuais. Artes Visuais 3, 7 Sistema de linguag ens Comuni cão visual 1, 2, 5 Contextos e práticas Dançando nossas tradições Celebrações, festas e folguedos como expressões da identidade cultural ichuense; (EF08AR04BA) Reconhecer e diferenciar as di- versas categorias do sistema das Artes Visuais (museus, galerias, instituições, artistas, arte- sãos etc.) e as categorias de artista, artesão, produtor cultural, curador, designer, entre ou- tras, estabelecendo relações entre os profissio- nais do sistema das Artes Visuais e destacando a presenças dos museus de Arte Moderna em diferentes capitais do Brasil. (EF69AR09) Pesquisar e analisar diferentes for- mas de expressão, representação e encenação da dança, reconhecendo e apreciando compo- sições de dança de artistas e grupos brasileiros e estrangeiros de diferentes épocas. (EF08AR02IC) – Pesquisar, analisar e valorizar diferentes formas da dança em sua história tradicional e contemporânea do município de Ichu. (EF69AR10) Explorar elementos constitutivos do movimento cotidiano e do movimento dançado, abordando, criticamente, o desenvol- vimento das formas da dança em sua história tradicional e contemporânea. 1, 3, 4 Dança Elementos da linguagem Os elementos que fazem a dança (EF69AR11) Experimentar e analisar os fatores de movimento (tempo, peso, fluência e espaço) como elementos que, combinados, geram as ações corporais e o movimento dançado. (EF08AR05BA) Explorar elementos constituti- vos do movimento cotidiano urbano e do mo- vimento dançado, abordando, criticamente, o desenvolvimento das formas da dança em sua história tradicional e contemporânea. (EF69AR12) Investigar e experimentar proce- dimentos de improvisação e criação do movi- mento como fonte para a construção de voca- bulários e repertórios próprios. 8 Processos de criação Dançar diferentes manifestações da cultura local. (EF69AR13) Investigar brincadeiras, jogos, dan- ças coletivas e outras práticas de dança de dife- rentes matrizes estéticas e culturais como refe- rência para a criação e a composição de danças autorais, individualmente e em grupo. (EF69AR14) Analisar e experimentar diferentes elementos (figurino, iluminação, cenário, trilha sonora etc.) e espaços (convencionais e não convencionais) para composição cênica e apre- sentação coreográfica. 304

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Página: 317 ENSINO FUNDAMENTAL 305 (EF69AR15) Discutir as experiências pessoais e coletivas em dança vivenciadas na escola e em outros contextos, problematizando estereótipos e preconceitos.

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Página: 318 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL (EF69AR16) Analisar criticamente, por meio da apreciação musical, usos e funções da música em seus contextos de produção e circulação, relacionando as práticas musicais às diferentes dimensões da vida social, cultural, política, his- tórica, econômica, estética e ética. (EF69AR17) Explorar e analisar, criticamente, diferentes meios e equipamentos culturais de circulação da música e do conhecimento mu- sical. (EF69AR18) Reconhecer e apreciar o papel de músicos e grupos de música brasileiros e es- trangeiros que contribuíram para o desenvolvi- mento de formas e gêneros musicais. 1, 3 Contextos e práticas Manifestações musicais na tradição ichuense Música (EF69AR19) Identificar e analisar diferentes estilos musicais, contextualizando-os no tempo e no espaço, de modo a aprimorar a capacidade de apreciação da estética musical. (EF08AR06BA) Identificar e apreciar critica- mente diversas formas e gêneros de expressão musical, reconhecendo os estilos musicais bra- sileiros, tais como: músicas africanas, congo, reggae, hip hop, forró, MPB, samba, gospel, músicas indígenas, sertanejo, entre outros, re- conhecendo e analisando os usos e as funções da música em diversos contextos de circulação, em especial o contexto urbano. (EF08AR07) Identificar, reconhecer e explorar fontes históricas de materiais sonoros prove- nientes dos sintetizadores de som, reconhecendo timbres de instrumentos musicais na sua diversidade artística e cultural. (EF08AR08) Pesquisar e reconhecer os usos e funções da música em seus contextos de pro- dução e circulação, especialmente a trilha so- nora de propagandas e jingles, relacionando essa prática musical às diferentes dimensões da vida social, cultural, política, histórica, eco- nômica, estética e ética. 4, 6 Elementos da linguagem Os sons produzidos por instrumentos improvisados (EF69AR20) Explorar e analisar elementos cons- titutivos da música (altura, intensidade, tim- bre, melodia, ritmo etc.), por meio de recursos tecnológicos (games e plataformas digitais), jogos, canções e práticas diversas de compo- sição/criação, execução e apreciação musicais. (EF08AR09) Pesquisar, identificar e desenvol- ver os diferentes modos de produção musical, através dos ciberespaços, numa dinâmica que conecte o contexto social e as Artes Urbanas e do Campo com o rap, hip hop, street dance, música eletrônica e músicas do campo. 306

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Página: 319 ENSINO FUNDAMENTAL 307 (EF69AR21) Explorar e analisar fontes e ma- teriais sonoros em práticas de composição/ criação, execução e apreciação musical, reco- nhecendo timbres e características de instru- mentos musicais diversos. 2, 6, 8 Materialidades A imagem e a comunicação visual Fotografias antigas e atuais. Relação de letra, formas musicais, instrumentos etc. 3 Matrizes estéticas e culturais (EF08AR10) Reconhecer e analisar diferentes estilos musicais, contextualizando-os no tem- po e no espaço, de modo a aprimorar a capa- cidade de apreciação da estética musical e sua diversidade. (EF08AR11) Pesquisar fontes históricas de ma- teriais sonoros para as práticas de composi- ção, criação, apreciação e produção musical, reconhecendo os valores culturais como parte integrante na identificação de instrumentos musicais diversos. (EF08AR12) Conhecer, utilizar e aprender os to- ques básicos da capoeira como elemento his- tórico e cultural estético, a partir da utilização. A capoeira, manifestação antiga e de tradição oral Música 3 Notação e registro musical Registro sonoro da música na tradição oral (EF69AR22) Explorar e identificar diferentes formas de registro musical (notação musical tradicional, partituras criativas e procedimen- tos da música contemporânea), bem como pro- cedimentos e técnicas de registro em áudio e audiovisual. (EF08AR13) Identificar a cifra e a notação musi- cal não convencional contemporânea com seus diversos tipos de registro. (EF69AR23) Explorar e criar improvisações, composições, arranjos, jingles, trilhas sonoras, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos acústicos ou eletrônicos, convencionais ou não convencionais, expres- sando ideias musicais de maneira individual, coletiva e colaborativa. 1, 3 Processos de criação Coletar e organizar stands com imagens da relação da arte com a vida na cultura visual de Ichu. (EF08AR14) Explorar e criar improvisações, composições, arranjos, jingles, trilhas sonoras, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos acústicos ou eletrônicos, convencionais ou não convencionais, expres- sando ideias musicais de maneira individual, coletiva e colaborativa. (EF08AR15) Identificar e reconhecer a utilidade de objetos e materiais sustentáveis na produ- ção musical, numa dinâmica que envolve saberes históricos e ancestralidades na produção de sons e efeitos sonoros diversos.

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Página: 320 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 3 3, 5 Contextos e práticas Histórias e manifestações culturais pela tradição oral do povo ichuense. Elementos da linguagem Elementos da encenação teatral (EF69AR24) Reconhecer e apreciar artistas e grupos de teatro brasileiros e estrangeiros de diferentes épocas, investigando os modos de criação, produção, divulgação, circulação e or- ganização da atuação profissional em teatro. (EF69AR25) Identificar e analisar diferentes estilos cênicos, contextualizando-os no tempo e no espaço de modo a aprimorar a capacidade de apreciação da estética teatral. (EF69AR26) Explorar diferentes elementos envolvidos na composição dos acontecimentos cênicos (figurinos, adereços, cenário, ilumina- ção e sonoplastia) e reconhecer seus vocabulários. (EF69AR27) Pesquisar e criar formas de drama- turgias e espaços cênicos para o acontecimen- to teatral, em diálogo com o teatro contempo- râneo. Teatro (EF69AR28) Investigar eexperimentar diferentes funções teatrais e discutir os limites e desafios do trabalho artístico coletivo e colaborativo. (EF69AR29) Experimentar a gestualidade e as construções corporais e vocais de maneira imaginativa na improvisação teatral e no jogo cênico. 3, 4, 8 Processos de criação A história representada na peça teatral (EF69AR30) Compor improvisações e aconte- cimentos cênicos com base em textos dramá- ticos ou outros estímulos (música, imagens, objetos etc.), caracterizando personagens (com figurinos e adereços), cenário, iluminação e sonoplastia e considerando a relação com o espectador. (EF08AR07BA) Experimentar possibilidades criativas de movimento e de voz na criação de um personagem teatral, problematizando estereótipos e debatendo sobre o respeito às diferenças e à diversidade de gênero, raça, se- xualidade e suas interseccionalidades. (EF69AR31) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética. Artes Integradas 2 Contextos e práticas (EF08AR08BA) Estruturar, relacionar, interpre- tar, organizar e produzir projetos temáticos, as relações processuais entre diversas linguagens artísticas, valorizando os elementos e recursos processuais específicos de cada uma das lin- guagens na cultura local. (EF08AR09BA) Experimentar criações artísticas de acordo com a afinidade de cada educando, incentivando o desenvolvimento através da prática. (EF69AR32) Analisar e explorar, em projetos te- máticos, as relações processuais entre diversas linguagens artísticas. 308

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Página: 321 ENSINO FUNDAMENTAL 8 1 Processos de criação Criar instrumentos sonoros para as práticas musicais Utilizar a percussão corporal para criar sons Matrizes estéticas e culturais Artes Integradas 309 (EF08AR19) Estruturar, relacionar, interpretar, organizar e produzir projetos temáticos, as re- lações processuais entre diversas linguagens artísticas, valorizando os elementos e recursos processuais específicos de cada uma das lin- guagens na cultura local. (EF69AR33) Analisar aspectos históricos, so- ciais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas eurocêntricas e as diversas categorizações da Arte (arte, artesa- nato, folclore, design etc.). (EF08AR20) Pesquisar e experimentar a prática do hip hop como forma de arte que integra a música, a dança e o texto poético ritmado. (EF08AR21) Identificar elementos visuais no le- tramento de dança e músicas através de instru- mentos de percussão. 9 Patrimônio cultural (EF69AR34) Analisar e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas di- versas, em especial a brasileira, incluindo suas matrizes indígenas, africanas e europeias, de diferentes épocas, e favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às dife- rentes linguagens artísticas. (EF08AR22) Identificar e validar os diversos ele- mentos constitutivos das Artes Urbanas como patrimônio artístico e cultural. 5, 7 Artes e tecnologia Registro de imagens de lugares e memórias do município de Ichu (EF08AR23) Pesquisar e elaborar diferentes mo- dos de acesso às tecnologias e recursos digitais (multimeios, animações, jogos eletrônicos, gravações em áudio e vídeo, fotografia, softwa- res etc.) nos processos de criação, produção e montagens de peças artísticas que integrem as diversas linguagens. (EF69AR35) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar prá- ticas e repertórios artísticos, de modo reflexi- vo, ético e responsável. 9º ANO UNIDAD ES TEMÁTI CAS/ LINGUA GENS COMPETÊN CIAS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES (EF69AR01) Pesquisar, apreciar e analisar for- mas distintas das Artes Visuais tradicionais e contemporâneas, em obras de artistas brasi- leiros e estrangeiros de diferentes épocas e em diferentes matrizes estéticas e culturais, de modo a ampliar a experiência com diferentes contextos e práticas artístico-visuais e cultivar a percepção, o imaginário, a capacidade de simbolizar e o repertório imagético.

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Página: 322 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL (EF69AR02) Pesquisar e analisar diferentes esti- los visuais, contextualizando-os no tempo e no espaço. 1, 3 Contextos e práticas (EF69AR03) Analisar situações nas quais as linguagens das Artes Visuais se integram às linguagens audiovisuais (cinema, animações, vídeos etc.), gráficas (capas de livros, ilustra- ções de textos diversos etc.), cenográficas, co- reográficas, musicais etc. (EF09AR01BA) Pesquisar e analisar diferentes es- tilos visuais, contextualizandoos no tempo e no espaço, através da prática do desenho, grafite, pintura, colagem, histórias em quadrinhos, do- bradura, gravura, escultura, fotografia e vídeo. (EF09AR02BA) Apreciar as Artes Visuais através de visitação e pesquisa. (EF69AR04) Analisar os elementos constitutivos das Artes Visuais (ponto, linha, forma, direção, cor, tom, escala, dimensão, espaço, movimen- to etc.) na apreciação de diferentes produções artísticas. Artes Visuais 1, 2 Elementos da linguagem (EF09AR03BA) Conhecer emanipular os diver- sos instrumentos e utensílios específicos do fazer artístico visual e artesanal. (EF09AR04BA) Experimentar e aplicar diferentes técnicas de produção manual em Artes Visuais. (EF09AR05BA) Analisar os elementos constitu- tivos das Artes Visuais: efeitos de luz e sombra, ilusão de ótica e a cor ligada ao significado e à emoção, na apreciação de diferentes produ- ções artísticas. 1, 7 Matrizes estéticas e culturais (EF09AR06BA) Apreciar e analisar a influência de distintas matrizes estéticas e culturais das Artes Visuais nas manifestações artísticas das culturas ocidental e oriental. (EF09AR07BA) Reconhecer, identificar e recriar sentidos estéticos presentes nas produções vi- suais de cunho histórico e identitário. (EF09AR08BA) Conhecer e validar as diversas formas de expressão das Artes Visuais presen- tes na cultura afrobrasileira. 1, 6 Materialidade s (EF69AR05) Experimentar e analisar diferentes formas de expressão artística (desenho, pintu- ra, colagem, quadrinhos, dobradura, escultura, modelagem, instalação, vídeo, fotografia, per- formance etc.). (EF69AR06) Desenvolver processos de criação em Artes Visuais, com base em temas ou inte- resses artísticos, de modo individual, coletivo e colaborativo, fazendo uso de materiais, instru- mentos e recursos convencionais, alternativos e digitais. (EF69AR07) Dialogar com princípios concei- tuais, proposições temáticas, repertórios ima- géticos e processos de criação nas suas produ- ções visuais. 310

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Página: 323 ENSINO FUNDAMENTAL 1, 5, 6, 7, 8 Processos de criação 311 (EF09AR09BA) Conhecer, identificar, analisar, relacionar e distinguir os traços e os elementos que caracterizam as Artes Visuais Afro-brasilei- ras Contemporâneas bem como os diferentes aspectos estéticos e políticos que marcam as Artes Visuais na história. (EF09AR10BA) Desenvolver processos de cria- ção em Artes Visuais que mobilizem diálogos entre o passado e o presente, entre diferentes culturas e entre diferentes linguagens. (EF69AR08) Diferenciar as categorias de artista, artesão, produtor cultural, curador, designer, entre outras, estabelecendo relações entre os profissionais do sistema das Artes Visuais. Artes Visuais 1, 3, 5 Sistema de linguag ens (EF09AR11BA) Reconhecer e diferenciar as di- versas categorias do sistema das Artes Visuais (museus, galerias, instituições, artistas, arte- sãos etc.) e as categorias de artista, artesão, produtor cultural, curador, designer, entre ou- tras, estabelecendo relações entre os profissio- nais do Sistema das Artes Visuais e destacando a presença dos museus de Arte Moderna em diferentes capitais do Brasil. (EF09AR12BA) Pesquisar, analisar e reconhecer situações nas quais as linguagens das Artes Vi- suais se integram às linguagens audiovisuais (cinema, animações, vídeos etc.), gráficas (ca- pas de livros, ilustrações de textos diversos etc.), cenográficas, coreográficas, musicais etc. (EF69AR09) Pesquisar e analisar diferentes for- mas de expressão, representação e encenação da dança, reconhecendo e apreciando compo- sições de dança de artistas e grupos brasileiros e estrangeiros de diferentes épocas. Dança 1, 2, 5 Contextos e práticas (EF09AR13BA) Identificar, reconhecer, analisar, vivenciar e contextualizar diferentes estéticas de expressão, representação e encenação da dança, e suas respectivas estruturas rítmicas e coreográficas. (EF08AR02IC) – Pesquisar, analisar e valorizar diferentes formas da dança em sua história tradicional e contemporânea do município de Ichu. (EF09AR14BA) Conhecer, identificar e explorar a diversidade de possibilidades que a dança mo- biliza com os seus vários ritmos, movimentos e jogos de corpo através da prática da capoeira, hip hop, dança de salão, forró, xote, samba de roda, arrocha, valsa, salsa, lambada, dança contemporânea e dança afro-brasileira. (EF69AR10) Explorar elementos constitutivos do movimento cotidiano e do movimento dançado, abordando, criticamente, o desenvol- vimento das formas da dança em sua história tradicional e contemporânea. 1, 3, 4 Elementos da linguagem (EF69AR11) Experimentar e analisar os fatores de movimento (tempo, peso, fluência e espaço) como elementos que, combinados, geram as ações corporais e o movimento dançado.

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Página: 324 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL (EF09AR15BA) Explorar elementos constituti- vos do movimento cotidiano urbano e do mo- vimento dançado, abordando, criticamente, o desenvolvimento das formas da dança em sua história tradicional e contemporânea. 1, 3, 4 Matrizes estéticas e culturais (EF09AR16BA) Investigar brincadeiras, jogos, danças coletivas e outras práticas de dança de diferentes matrizes estéticas e culturais como referência para a criação e a composição de danças autorais, individualmente e em grupo. (EF69AR12) Investigar e experimentar proce- dimentos de improvisação e criação do movi- mento como fonte para a construção de voca- bulários e repertórios próprios. Dança (EF69AR13) Investigar brincadeiras, jogos, dan- ças coletivas e outras práticas de dança de dife- rentes matrizes estéticas e culturais como refe- rência para a criação e a composição de danças autorais, individualmente e em grupo. 1, 3, 8 Processos de criação (EF69AR14) Analisar e experimentar diferentes elementos (figurino, iluminação, cenário, trilha sonora etc.) e espaços (convencionais e não convencionais) para composição cênica e apre- sentação coreográfica. (EF69AR15) Discutir as experiências pessoais e coletivas em dança vivenciadas na escola e em outros contextos, problematizando estereótipos e preconceitos. (EF09AR17BA) Discutir as experiências pessoais e coletivas em dança vivenciadas na escola e em outros contextos sociais, problematizando estereótipos e discutindo preconceitos étnicos, de gênero e sexualidade, nas suas interseccio- nalidades. (EF09AR18BA) Descrever a partir de experimenta- ções que possibilitem dançar o passado, dançar a ancestralidade e suas mitologias, dançar o silên- cio, dançar os sons do corpo identitário e os sons do mundo na sua diversidade. (EF69AR16) Analisar criticamente, por meio da apreciação musical, usos e funções da música em seus contextos de produção e circulação, relacionando as práticas musicais às diferentes dimensões da vida social, cultural, política, his- tórica, econômica, estética e ética. (EF69AR17) Explorar e analisar, criticamente, dife- rentes meios e equipamentos culturais de circula- ção da música e do conhecimento musical. (EF69AR18) Reconhecer e apreciar o papel de músicos e grupos de música brasileiros e es- trangeiros que contribuíram para o desenvolvi- mento de formas e gêneros musicais. (EF69AR19) Identificar e analisar diferentes estilos musicais, contextualizando-os no tempo e no espaço, de modo a aprimorar a capacidade de apreciação da estética musical. 312

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Página: 325 ENSINO FUNDAMENTAL 1, 3 Contextos e práticas Música 313 (EF09AR19BA) Identificar e apreciar critica- mente diversas formas e gêneros de expressão musical, reconhecendo os estilos musicais bra- sileiros, tais como: músicas africanas, congo, reggae, hip hop, forró, MPB, samba, gospel, músicas indígenas, sertanejo, entre outros, re- conhecendo e analisando os usos e as funções da música em diversos contextos de circulação, em especial o contexto urbano. (EF09AR20BA) Identificar, reconhecer e explo- rar fontes históricas de materiais sonoros pro- venientes dos sintetizadores de som, reconhecendo timbres de instrumentos musicais na sua diversidade artística e cultural. (EF09AR21BA) Pesquisar e reconhecer os usos e funções da música em seus contextos de produção e circulação, especialmente a trilha sonora de propagandas e jingles, relacionando essa prática musical às diferentes dimensões da vida social, cultural, política, histórica, eco- nômica, estética e ética. 1, 3, 4, 8 Elementos da linguagem (EF69AR20) Explorar e analisar elementos cons- titutivos da música (altura, intensidade, tim- bre, melodia, ritmo etc.), por meio de recursos tecnológicos (games e plataformas digitais), jogos, canções e práticas diversas de compo- sição/criação, execução e apreciação musicais. (EF09AR22BA) Pesquisar, identificar e desen- volver os diferentes modos de produção musical, através dos ciberespaços, numa dinâmica que conecte o contexto social e as Artes Urba- nas com o rap, hip hop, street dance, música eletrônica etc. (EF69AR21) Explorar e analisar fontes e ma- teriais sonoros em práticas de composição/ criação, execução e apreciação musical, reco- nhecendo timbres e características de instru- mentos musicais diversos. 1, 2, 4 Materialidades (EF09AR23BA) Pesquisar fontes históricas de materiais sonoros para as práticas de compo- sição, criação, apreciação e produção musical, reconhecendo os valores culturais como parte integrante na identificação de instrumentos musicais diversos. (EF09AR24BA) Reconhecer e analisar diferentes estilos musicais, contextualizando-os no tem- po e no espaço, de modo a aprimorar a capa- cidade de apreciação da estética musical e sua diversidade. (EF69AR22) Explorar e identificar diferentes formas de registro musical (notação musical tradicional, partituras criativas e procedimen- tos da música contemporânea), bem como pro- cedimentos e técnicas de registro em áudio e audiovisual. Música 1, 3 Notação e registro musical (EF09AR25BA) Explorar e identificar diferentes formas de registro musical (notação musical tradicional, partituras criativas e procedimen- tos da música popular contemporânea) e pro- cedimentos e técnicas de registro em áudio e audiovisual.

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Página: 326 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL (EF09AR26BA) Identificar a cifra e a notação musical não convencional contemporânea com seus diversos tipos de registro. 1, 2 Processos de criação (EF69AR23) Explorar e criar improvisações, composições, arranjos, jingles, trilhas sonoras, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos acústicos ou eletrônicos, convencionais ou não convencionais, expres- sando ideias musicais de maneira individual, coletiva e colaborativa. (EF09AR27BA) Identificar e reconhecer a uti- lidade de objetos e materiais sustentáveis na produção musical, numa dinâmica que envolve saberes históricos e ancestralidades na produ- ção de sons e efeitos sonoros diversos. (EF69AR24) Reconhecer e apreciar artistas e grupos de teatro brasileiros e estrangeiros de diferentes épocas, investigando os modos de criação, produção, divulgação, circulação e or- ganização da atuação profissional em teatro. Teatro 1 Contextos e práticas (EF69AR25) Identificar e analisar diferentes estilos cênicos, contextualizando-os no tempo e no espaço de modo a aprimorar a capacidade de apreciação da estética teatral. (EF09AR28BA) Pesquisar e criar formas de dramaturgias e espaços cênicos para o acontecimento teatral, em diálogo com o teatro contemporâneo e diversidade da linguagem gestual. 1, 8 Elementos da linguagem (EF69AR26) Explorar diferentes elementos envolvidos na composição dos acontecimentos cênicos (figurinos, adereços, cenário, ilumina- ção e sonoplastia) e reconhecer seus vocabulários. (EF69AR27) Pesquisar e criar formas de drama- turgias e espaços cênicos para o acontecimen- to teatral, em diálogo com o teatro contempo- râneo. (EF69AR28) Investigar e experimentar dife- rentes funções teatrais e discutir os limites e desafios do trabalho artístico coletivo e colaborativo. (EF69AR29) Experimentar a gestualidade e as construções corporais e vocais de maneira imaginativa na improvisação teatral e no jogo cênico. Teatro 3, 4, 8 Processos de criação (EF69AR30) Compor improvisações e aconte- cimentos cênicos com base em textos dramá- ticos ou outros estímulos (música, imagens, objetos etc.), caracterizando personagens (com figurinos e adereços), cenário, iluminação e sonoplastia e considerando a relação com o espectador. 314

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Página: 327 ENSINO FUNDAMENTAL 315 (EF09AR29BA) Experimentar possibilidades criativas de movimento e de voz na criação de um personagem teatral, problematizando estereótipos e debatendo sobre o respeito às diferenças e a diversidade de gênero, raça, se- xualidade e suas interseccionalidades. (EF69AR31) Relacionar as práticas artísticas às diferentes dimensões da vida social, cultural, política, histórica, econômica, estética e ética. 2 Contextos e práticas (EF09AR30BA) Estruturar, relacionar, interpre- tar, organizar e produzir projetos temáticos, as relações processuais entre diversas linguagens artísticas, valorizando os elementos e recursos processuais específicos de cada uma das lin- guagens na cultura local. (EF09AR31BA) Experimentar criações artísticas de acordo com a afinidade de cada educando, incentivando o desenvolvimento através da prática. Artes Integradas (EF69AR32) Analisar e explorar, em projetos te- máticos, as relações processuais entre diversas linguagens artísticas. 1, 8 Processos de criação (EF09AR32BA) Estruturar, relacionar, interpre- tar, organizar e produzir projetos temáticos, as relações processuais entre diversas linguagens artísticas, valorizando os elementos e recursos processuais específicos de cada uma das lin- guagens na cultura local. (EF69AR33) Analisar aspectos históricos, so- ciais e políticos da produção artística, problematizando as narrativas eurocêntricas e as diversas categorizações da Arte (arte, artesa- nato, folclore, design etc.). 1 Matrizes estéticas e culturais (EF09AR33BA) Pesquisar e experimentar a prá- tica do hip hop e capoeira como forma de arte que integra uma diversidade de elementos; a música, a dança, a luta, o ritmo, o jogo e o texto poético ritmado. (EF09AR34BA) Identificar elementos rítmicos e visuais no letramento de dança e da música, através de instrumentos de percussão (ataba- que, timbau, pandeiro). (EF08AR03BAIC) – Apreciar e analisar a influência de matrizes africanas e culturais das Artes Visuais nas manifestações artísticas da cultura do município de Ichu. Artes Integradas 9 Patrimônio cultural (EF69AR34) Analisar e valorizar o patrimônio cultural, material e imaterial, de culturas di- versas, em especial a brasileira, incluindo suas matrizes indígenas, africanas e europeias, de diferentes épocas, e favorecendo a construção de vocabulário e repertório relativos às dife- rentes linguagens artísticas. (EF09AR35BA) Identificar e validar os diversos elementos constitutivos das Artes Urbanas e do Campo, considerando os contextos locais, regionais e nacionais como patrimônio artísti- co e cultural.

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Página: 328 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 5 Artes e tecnologia 316 (EF09AR36BA) Pesquisar e elaborar diferentes modos de acesso às tecnologias e recursos digitais (multimeios, animações, jogos eletrô- nicos, gravações em áudio e vídeo, fotografia, softwares etc.) nos processos de criação, pro- dução e montagens de peças artísticas que integrem as diversas linguagens. (EF69AR35) Identificar e manipular diferentes tecnologias e recursos digitais para acessar, apreciar, produzir, registrar e compartilhar prá- ticas e repertórios artísticos, de modo reflexi- vo, ético e responsável. O processo de construção da proposta curricular da Educação Físi- ca Escolar para a rede pública e privada da Bahia foi permeado pela compreensão do contexto da legalidade e legitimidade da BNCC, das Orientações Curriculares do Ensino Fundamental de nove anos25, da 7.2.3. Educação estabelecida pela instituição responsável por esse processo Física dinâmica (Secretaria de Educação e seus atores sociais), das sugestões elencadas pelo processo de consulta pública e da produ- ção científica da área. 7.2.3.1. Sendo assim, pensar o currículo da Educação Física Escolar (EFE) Texto constitui-se, pedagogicamente, como possibilidade de construção Introdutório 25 BAHIA. Secretaria da Educação. Superintendência de Desenvolvimento da Educação Básica. Diretoria de Educação Básica. Orientações curriculares e subsídios didáticos para a organiza- ção do trabalho pedagógico no ensino fundamental de nove anos. Salvador, 2013.

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Página: 329 ENSINO FUNDAMENTAL 317 da cidadania com autonomia intelectual, ética e moral, por meio dos conhecimentos historicamente construídos e fundamentados legalmente neste componente curricular obrigatório da Educação Básica, integrado à proposta pedagógica da escola (BRASIL, 2003). Adicionalmente, compreende-se que este componente deverá ser ofertado em todos os níveis e modalidades de ensino, ministrado por docentes licenciados em Educação Física. Nesse cenário, esclarecemos que a efetividade do currículo dependerá das condições objetivas de implantação e execução em cada escola baiana, considerando elementos sociais, políticos, econômicos, pedagógicos, didáticos e formativos do processo, reconhecendo a individualidade de cada realidade escolar. De outra forma, identifica-se um elemento primordial para a efetivação e vida do currículo na rede, o processo de formação continuada e perma- nente, para que as ações pedagógicas do DCRB sejam efetivadas e possam interferir na realidade social dos escolares. Como tal, a Educação Física Escolar (EFE), no contexto da Área das Linguagens, configura-se como relevante para o processo de formação e desenvolvimento integral dos estudantes, durante o En- sino Fundamental, oferecendo possibilidades enriquecedoras de ampliação cultural do potencial dos escolares de intervirem de ma- neira crítica, autônoma e criativa na realidade social, por meio da pluralidade das práticas corporais sistematizadas e das represen- tações sociais26. Assim, a ampliação cultural aqui referendada compreende saberes e práticas corporais, experiências estéticas, emotivas e lúdicas, que se inscrevem, mas não se restringem à racionalidade típica dos sa- beres científicos que, comumente, orientam as práticas pedagógi- cas na escola. Além disso, as experiências irrestritas com as práti- cas corporais e a segurança que esse conhecimento pode oferecer a cada estudante lhe oportunizarão experiências de autonomia e segurança em contextos de saúde e lazer, que, na vida do ser huma- no trabalhador moderno, tomam contornos ainda mais relevantes e fundamentais. Para pensar uma proposta de currículo, é preciso reconhecer que os estudantes do Ensino Fundamental possuem modos próprios de vida e múltiplas experiências pessoais e sociais, o que torna ne- cessário reconhecer a existência de infâncias, no plural, e, conse- quentemente, a singularidade de qualquer processo escolar e sua interdependência com as características da comunidade local.

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Página: 330 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 318 As crianças possuem conhecimentos que precisam ser, por um lado, reconhecidos e problematizados nas vivências escolares, com vistas a proporcionar a compreensão do mundo e, por outro, am- pliados de maneira a potencializar a inserção e o trânsito dessas crianças nas várias esferas da vida social (BRASIL, 2017). Diante do compromisso com a formação estética, sensível e ética, a Educação Física, aliada aos demais componentes curriculares, assume, nessa composição curricular, o papel com a qualificação para a leitura, a produção e a vivência das práticas corporais. Para tanto, entende-se que os professores devem buscar formas de trabalho pedagógico pautadas no diálogo, considerando a impossibilidade de ações uniformes ou lineares, que possam atender às demandas específicas de grupos naturalmente não incluídos. Nas aulas, as práticas corporais poderão ser compreendidas como fenômeno cultural dinâmico, diversificado, pluridimensional, sin- gular e contraditório. Desse modo, é possível assegurar aos es- tudantes a (re)construção de um conjunto de conhecimentos que permitam ampliar sua consciência a respeito de seus movimentos e dos recursos para o cuidado de si e dos outros, além de desenvolver autonomia para apropriação e utilização da cultura corporal em di- versas finalidades humanas, favorecendo sua participação de forma confiante e autoral na sociedade (BRASIL, 2017). Sendo assim, considera-se que haverá ampliação do acervo cul- tural corporal dos estudantes do Ensino Fundamental se todos os conhecimentos tematizados contemplarem a inclusão como prin- cípio de suas ações pedagógicas, de modo que tanto o público ora excluído quanto aqueles que não demandam tratamento específi- co desfrutem das aprendizagens desejadas para essa etapa educa- cional. No panorama da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a Educação Física Escolar é compreendida como fenômeno cultural dinâmico, diversificado, pluridimensional, singular e contraditório, tematizada por meio das práticas corporais em suas diversas for- mas de “codificação e significação social, entendidas como manifestações das possibilidades expressivas dos sujeitos, produzidas por diversos grupos sociais no decorrer da história” (BRASIL, 2017, p. 217). Neste documento, compreende-se que há três elementos fundamentais comuns às práticas corporais: “movimento corporal como elemento essencial; organização interna (de maior ou menor grau), pautada por uma lógica específica; e produto cultural vincu lado com o lazer/entretenimento e/ou o cuidado com o corpo e a saúde” (BRASIL, 2017, p. 211). 318 GONZÁLEZ, F. J.; FRAGA, A. B. Afazeres da Educação Física na escola: planejar, ensinar, partilhar. Erechim: Edelbra, 2012.

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Página: 331 ENSINO FUNDAMENTAL 319 Vale ressaltar que a conceituação de práticas corporais necessita atender a esses três elementos fundamentais, além de serem aque- las realizadas fora das obrigações laborais, domésticas, higiênicas e religiosas, nas quais os sujeitos se envolvem em função de propósitos específicos, sem caráter instrumental. Essa condição assertiva evita que qualquer movimento corporal seja inserido no currículo sem critério ou relação direta com o intento pedagógico do compo- nente no Ensino Fundamental. Dito isso, a Educação Física no Ensino Fundamental oferecerá, por meio das práticas corporais sistematizadas e das possibilidades de se movimentar, acesso a uma dimensão de conhecimentos e de experiências complementadas dentro e fora do ambiente escolar. Considerando a extensão geográfica e a multiplicidade cultural que compõem a identidade do Estado da Bahia, a proposta curri- cular em tela leva em consideração a organização geográfica dos 27 Territórios de Identidade que marcam o Estado da Bahia, pois necessitam ser considerados nas proposições curriculares de cada território, cidade e escola. Desta forma, diante da proposta indicada pela BNCC e das Orientações Curriculares do Ensino Fundamental de 9 (nove) anos na Bahia, o desenho curricular proposto para Educação Física Esco- lar organizará o conhecimento e as unidades temáticas sustenta- das nas discussões de González e Schwengber 27 e de González e Fraga28, a saber: a) possibilidades do se-movimentar: abordadas como oportuni- dades de ampliação dos conhecimentos do próprio corpo, em diversos espaços e tempos em múltiplos contextos culturais. Sendo assim, EFE oportunizará às crianças desafios psicomo- tores e cognitivos, na construção de novas referências sobre seu próprio corpo, de potencialidades para se-movimentar e de interação com o ambiente e com outros. Além disso, destaca- mos que apesar da experiência de movimento ocupar um lugar central, não acontecerá no vazio social, pois estará permeada de valores e formas de entender o mundo. b) a segunda dimensão do conhecimento da EFE se refere ao estu- do das práticas corporais sistematizadas, com alguns elemen- tos em comum, como: 1) o movimento corporal como elemen- to essencial; 2) uma organização interna (de maior ou menor grau) pautada por uma lógica específica; e 3) serem produtos 27 GONZÁLEZ, F. J.; SCHWENGBER, M. S. V. Práticas pedagógicas em Educação Física: espaço, tempo e corporeidade. Erechim: Edelbra, 2012.

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Página: 332 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 320 culturais vinculados com o lazer/entretenimento e/ou o cuida- do do corpo e a saúde. Nessa perspectiva, as práticas corporais que fazem parte do campo de estudo da EF são: as acrobacias, as atividades aquáticas, as danças, os esportes, os exercícios físicos, os jogos e brincadeiras, as lutas, as práticas corporais de aventura na natureza, as ginásticas, a capoeira, a saúde e o lazer e práticas corporais. c) representações sociais sobre os conhecimentos da cultura corporal de movimento: entendidas como conhecimentos sociais construídos no campo científico, embasados na sociologia, antropologia, política, saúde coletiva, epidemiologia, fisiologia e anatomia, que contribuirão na formação humana. Nesse con- texto, a EFE problematizará conceitos sobre a origem e a di- nâmica de transformação nas representações e práticas que se relacionam com as atividades corporais de tempo livre, o cuida- do e a educação do corpo, seus vínculos com a organização da vida coletiva e individual, bem como os agentes sociais envolvi- dos em sua produção, tais como: o Estado, o mercado, a mídia, as instituições esportivas, as organizações sociais, as questões de gênero, socioeconômicas, políticas etc. Ao brincar, dançar, jogar, praticar esportes, ginásticas ou atividades de aventura, para além da ludicidade, os estudantes se apropriam das lógicas intrínsecas (regras, códigos, rituais, sistemáticas de funciona- mento, organização, táticas etc.) a essas manifestações, assim como trocam entre si e com a sociedade as representações e os significados que lhes são atribuídos. Sendo assim, a Educação Física Escolar no Ensino Fundamental será um campo de experiências de se movimentar, das práticas corporais sistematizadas e das representações sociais, dispostas conforme o quadro a seguir “Organizador Curricular”, o qual dis- corre sobre a distribuição das unidades temáticas, competências específicas, objetos de conhecimento e habilidades, distribuídas em ciclos. Por outro lado, a Figura 6, apresentada a seguir, repre- senta as possibilidades que poderão ser adequadas a cada realidade escolar. 320 GONZÁLEZ, F. J.; FRAGA, A. B. Afazeres da Educação Física na escola: planejar, ensinar, partilhar. Erechim: Edelbra, 2012.

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Página: 333 ENSINO FUNDAMENTAL 321 FIGURA 6 Ênfase (Tempo Curricular) das Áreas de Conhecimento da Educação Física nas Diferentes Etapas Escolares Fonte: Gonzáles e Schwengber (2012, p. 28). EDUCAÇÃO INFANTIL A proposta curricular deste documento sugere que os conheci- mentos da EFE, delimitados em habilidades que privilegiem oito dimensões de conhecimento (BRASIL, 2017), nas quais utilizaremos os exemplos que envolvem casos de inclusão e busquem facilitar o entendimento do docente: Experimentação: refere-se à dimensão do conhecimento que se origina pela vivência das práticas corporais, pelo envolvimento corporal na realização dessas práticas. São conhecimentos que não podem ser acessados sem passar pela vivência corporal, sem que sejam efetivamente experimentados. Trata-se de uma possibilida- de única de apreender as manifestações culturais tematizadas pela Educação Física e de o estudante se perceber como sujeito “de car- ne e osso”. Faz parte dessa dimensão, além do imprescindível acesso à experiência, cuidar para que as sensações geradas no momento da realização de uma determinada vivência sejam positivas ou, pelo menos, não sejam desagradáveis a ponto de gerar rejeição à prática em si. O caminhar de um cego nunca será um conhecimento efetivo até que o estudante vidente seja desafiado a experimentar as suas tarefas naturalizadas do dia a dia de olhos vendados, com e sem companhia. Não há outra forma de aprender esse conhecimento se não for através da vivência. • Uso e apropriação: refere-se ao conhecimento que possibili- ta ao estudante ter condições de realizar de forma autônoma uma determinada prática corporal. Trata-se do mesmo tipo de

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Página: 334 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL • • • 324 conhecimento gerado pela experimentação (saber-fazer), mas dele se diferencia por possibilitar ao estudante a competência necessária para potencializar o seu envolvimento com práticas corporais no lazer ou para a saúde. Diz respeito àquele rol de conhecimentos que viabilizam a prática efetiva das manifesta ções da cultura corporal de movimento não só durante as au- las, como também para além delas. Ainda utilizando a cegueira como referência explicativa, a partir da experimentação, o estu- dante poderá e deverá desenvolver melhor a utilização de seus sentidos táteis e auditivos para usar e efetivamente se apropriar desse conhecimento. Fruição: implica a apreciação estética das experiências sensíveis geradas pelas vivências corporais, bem como das diferentes práticas corporais oriundas das mais diversas épocas, lugares e grupos. Essa dimensão está vinculada à apropriação de um conjunto de conhecimentos que permita ao estudante desfru- tar e ser competente em uma prática corporal, de poder dar conta das exigências colocadas no momento de sua realização no contexto do lazer. Trata-se de um grau de domínio da práti- ca que permite ao sujeito uma atuação que lhe produz satisfa- ção. Ao incorporar em sua vida conhecimentos que podem lhe ser úteis no dia a dia, o estudante também apresentará a condi- ção de fruição acerca desse conhecimento, na medida em que se enxergará competente e mais seguro no caso de a cegueira acometer alguém da família ou de lidar com esse público na vida em sociedade. Reflexão sobre a ação: refere-se aos conhecimentos originados na observação e na análise das próprias vivências corporais e daquelas realizadas por outros. Vai além da reflexão espontânea gerada em toda experiência corporal. Trata-se de um ato intencional, orientado a formular e empregar estratégias de observação e análise para: (a) resolver desafios peculiares à prática realizada; (b) apreender novas modalidades; e (c) adequar as práticas aos interesses e às possibilidades próprios e aos das pessoas com quem compartilha a sua realização. Sendo ou não um cego, a experiência com esses conhecimentos lhe permitirá refletir sobre as condições sociais que envolvem esse público e sua vida cotidiana, tornando-se, certamente, um agente efetivo na luta por condições melhores de vida social. Construção de valores: vincula-se aos conhecimentos originados em discussões e vivências no contexto da tematização das práticas corporais que possibilitam a aprendizagem de valores e normas voltadas ao exercício da cidadania em prol de uma sociedade democrática. A produção e partilha de atitudes, normas e valores (positivos e negativos) são inerentes a qualquer proces- so de socialização. No entanto, essa dimensão está diretamen- te associada ao ato intencional de ensino e de aprendizagem e,

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Página: 335 ENSINO FUNDAMENTAL • • 323 portanto, demanda intervenção pedagógica orientada para tal fim. Por esse motivo, deve-se focar a construção de valores re- lativos ao respeito às diferenças e ao combate aos preconceitos de qualquer natureza. Ainda assim, não se pretende propor o tratamento apenas desses valores, ou fazê-lo só em determi- nadas etapas do componente, mas assegurar a superação de estereótipos e preconceitos expressos nas práticas corporais. É muito mais simples não se preocupar com a inclusão quando se está incluído. Essa reflexão determina um perfil de aprendi- zado em que valores verdadeiros da vida em sociedade se colo- carão como desafio para a vida dos estudantes, haja vista que, ao experimentarem e refletirem sobre a cegueira, eles estarão reconstruindo seus valores e colocando em tela novos desafios para a construção de uma sociedade mais justa e em melhores condições de igualdade. Análise: está associada aos conceitos necessários para entender as características e o funcionamento das práticas corporais (saber sobre). Essa dimensão reúne conhecimentos como a classificação dos esportes, os sistemas táticos de uma modalidade, o efeito de determinado exercício físico no desenvolvimento de uma capacidade física, entre outros. Essa dimensão do conhe- cimento permitirá ao estudante adentrar o mundo paralímpico, em suas regras, normas e modos de pensar o esporte e as prá- ticas corporais, a ponto de compreender conceitos como “clas- sificação funcional” e perceber sua relevância e interferência na prática esportiva profissional paralímpica. Compreensão: está também associada ao conhecimento conceitual, mas, diferentemente da dimensão anterior, refere-se ao esclarecimento do processo de inserção das práticas corporais no contexto sociocultural, reunindo saberes que possibilitam compreender o lugar das práticas corporais no mundo. Em linhas gerais, essa dimensão está relacionada a temas que permitem aos estudantes interpretar as manifestações da cultura corporal em relação às dimensões éticas e estéticas, à época e à sociedade que as gerou e as modificou, às razões da sua produção e transformação e à vinculação local, nacional e global. Por exemplo, pelo estudo das condições que permitem o surgimen- to de uma determinada prática corporal, em uma dada região e época, ou os motivos pelos quais os esportes praticados por homens têm uma visibilidade e um tratamento midiático diferente dos esportes praticados por mulheres. Ou estudos que mostrem os estereótipos construídos acerca da inutilidade de uma pessoa com deficiência podem oferecer elementos concretos que, imbricados nas dimensões anteriores, fortalecem a condição de esclarecimento acerca dos contextos sociocultu rais em que vivem.

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Página: 336 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL • 324 Protagonismo comunitário: refere-se às atitudes/ações e conhecimentos necessários para os estudantes participarem de forma confiante e autoral de decisões e ações orientadas a democratizar o acesso das pessoas às práticas corporais, tomando como referência valores favoráveis à convivência social. Contempla a reflexão sobre as possibilidades que eles e a comunidade têm (ou não) de acessar uma determinada prática no lugar em que moram, os recursos disponíveis (públicos e privados) para tal, os agentes envolvidos nessa configuração, entre outros, bem como as iniciativas que se dirigem para ambien- tes além da sala de aula, orientadas a interferir no contexto em busca da materialização dos direitos sociais vinculados a esse universo. De posse desse perfil de conhecimentos, certamente pode-se criar a expectativa de que o estudante com essa formação se tornará um agente protagonista das ações em sua comunidade de moradia ou na comunidade de trabalho ou estudo. Vale ressaltar que não há nenhuma hierarquia entre essas dimen- sões, tampouco uma ordem necessária para o desenvolvimento do trabalho no âmbito didático. Cada uma delas exige diferentes abor- dagens e graus de complexidade para que se tornem relevantes e significativas. Porém, é fundamental que cada uma dessas dimen- sões seja referência para o trabalho pedagógico, e, por consequên- cia, seja o ponto de diálogo com os processos avaliativos dos docen- tes da Educação Física, de modo que estes tenham bem claro o que estão ensinando e, portanto, o que devem verificar na aprendiza- gem dos estudantes no processo avaliativo. Na organização curricular, as unidades temáticas estão articula- das, pedagogicamente, considerando as características dos conhe- cimentos acumulados da Educação Física, dos professores, do con- texto social e cultural da escola, dos alunos e alunas atreladas às competências gerais e específicas do componente curricular e das habilidades propostas do quadro organizador. Além disso, a esco- la e o docente devem considerar esses pressupostos e observar a articulação com as competências gerais da BNCC e as competên- cias específicas da Área de Linguagens, de modo que o componente curricular de Educação Física possa garantir aos estudantes o de- senvolvimento de competências específicas ao final de seu ciclo de Ensino Fundamental. A busca pelo desenvolvimento dessas 10 competências específicas da Educação Física, ao final do Ensino Fundamental, será definida pela orientação a partir de Unidades Temáticas nas quais estarão elencadas diversas habilidades a serem desenvolvidas pelos docen- tes. As proposições temáticas poderão ser ampliadas a partir das experiências dos professores e das professoras, das características

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Página: 337 ENSINO FUNDAMENTAL 325 da realidade local, dos avanços da produção científica da área, das tecnologias disponíveis, bem como por meio da articulação com outras áreas do conhecimento, considerando a identidade étnico-racial, religiosa, de gênero e de sexualidade e os(as) estudantes público-alvo de uma educação inclusiva para o Ensino Fundamental. 7.2.3.2. Organizador Curricular ÁREA DE LINGUAGENS EDUCAÇÃO FÍSICA COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA 1. Compreender a origem da cultura corporal de movimento e seus vínculos com a organização da vida coletiva e individual. 2. Planejar e empregar estratégias para resolver desafios e aumentar as possibilidades de aprendizagem das práticas corporais, além de se envolver no processo de ampliação do acervo cultural nesse campo. 3. Refletir, criticamente, sobre as relações entre a realização das práticas corporais e os processos de saúde/doença, inclusive no contexto das atividades laborais. 4. Identificar a multiplicidade de padrões de desempenho, saúde, beleza e estética corporal, analisando, criticamente, os modelos disseminados na mídia e discutir posturas consumistas e preconceituosas. 5. Identificar as formas de produção dos preconceitos, compreender seus efeitos e combater posicionamentos discriminatórios em relação às práticas corporais e aos seus participantes. 6. Interpretar e recriar os valores, os sentidos e os significados atribuídos às diferentes práticas corporais, bem como aos sujeitos que delas participam. 7. Reconhecer as práticas corporais como elementos constitutivos da identidade cultural dos povos e grupos. 8. Usufruir das práticas corporais de forma autônoma para potencializar o envolvimento em contextos de lazer, am- pliar as redes de sociabilidade e a promoção da saúde. 9. Reconhecer o acesso às práticas corporais como direito do cidadão, propondo e produzindo alternativas para sua realização no contexto comunitário. 10. Experimentar, desfrutar, apreciar e criar diferentes brincadeiras, jogos, danças, ginásticas, esportes, lutas, práticas corporais de aventura e capoeira, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo.

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Página: 338 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 1º E 2º ANOS UNIDADE TEMÁTICA Possibilidades do movimentarse COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES 1, 2, 10 Corpo e movimento (EF12EF01BA) Experimentar e fruir as qualida- des do movimento a partir da manipulação de objetos e suas possibilidades expressivas. (EF12EF01) Experimentar, fruir e recriar dife- rentes brincadeiras e jogos da cultura popular presentes no contexto comunitário e regional, reconhecendo e respeitando as diferenças in- dividuais de desempenho dos colegas. Jogos e brincadeiras 1, 2, 10 Brincadeiras e jogos da cultura popular presentes no contexto comunitário e regional (EF12EF02) Explicar, por meio de múltiplas linguagens (corporal, visual, oral e escrita), as brincadeiras e os jogos populares do contexto comunitário e regional, reconhecendo e valori- zando a importância desses jogos e brincadei- ras para suas culturas de origem. (EF12EF03) Planejar e utilizar estratégias para resolver desafios de brincadeiras e jogos popu- lares do contexto comunitário e regional, com base no reconhecimento das características dessas práticas. (EF12EF04) Colaborar na proposição e na pro- dução de alternativas para a prática, em outros momentos e espaços, de brincadeiras e jogos e demais práticas corporais tematizadas na escola, produzindo textos (orais, escritos, au- diovisuais) para divulgá-los na escola e na co- munidade. Esporte 2, 10 Esportes de marca. Esportes de precisão (EF12EF05) Experimentar e fruir, prezando pelo trabalho coletivo e pelo protagonismo, a práti- ca de esportes de marca e de precisão, identifi- cando os elementos comuns a esses esportes. (EF12EF06) Discutir a importância da observa- ção das normas e das regras dos esportes de marca e de precisão para assegurar a integri- dade própria e as dos demais participantes. (EF12EF07) Experimentar, fruir e identificar di- ferentes elementos básicos da ginástica (equi- líbrios, saltos, giros, rotações, acrobacias, com e sem materiais) e da ginástica geral, de forma individual e em pequenos grupos, adotando procedimentos de segurança. (EF12EF08) Planejar e utilizar estratégias para a execução de diferentes elementos básicos da ginástica e da ginástica geral. Ginásticas 10 Ginástica geral (EF12EF09) Participar da ginástica geral, identi- ficando as potencialidades e os limites do cor- po, e respeitando as diferenças individuais e de desempenho corporal. (EF12EF10) Descrever, por meio de múltiplas linguagens (corporal, oral, escrita e audiovi- sual), as características dos elementos básicos da ginástica e da ginástica geral, identificando a presença desses elementos em distintas prá- ticas 324

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Página: 339 ENSINO FUNDAMENTAL 327 corporais.

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Página: 340 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB Danças Capoeira 2, 10 1, 2, 7 Danças do contexto comunitário e regional Capoeira no contexto comunitário e regional (EF12EF11) Experimentar e fruir diferentes dan- ças do contexto comunitário e regional (rodas cantadas, brincadeiras rítmicas e expressivas), e recriá-las, respeitando as diferenças indivi- duais e de desempenho corporal. (EF12EF12) Experimentar e fruir diferentes dan- ças do contexto comunitário e regional (rodas cantadas, brincadeiras rítmicas e expressivas), e recriá-las, respeitando as diferenças individu- ais e de limite corporal. (EF12EF02BA) Experimentar e fruir as musicali- dades e fundamentos da capoeira, dos instru- mentos e dos cânticos. 3º AO 5º ANO UNIDADE TEMÁTICA Possibilidades do movimentarse COMPETÊNCIAS 2, 10 OBJETOS DE HABILIDADES ESPECÍFICAS CONHECIMENTO (EF35EF01BA) Experimentar e fruir as qualida- des do movimento a partir da manipulação de objetos e suas possibilidades expressivas. Corpo e movimento (EF35EF02BA) Compreender a capacidade, a estrutura, o funcionamento do corpo e os ele- mentos que compõem o seu movimento. Brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo (EF35EF01) Experimentar e fruir brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, in- cluindo aqueles de matriz indígena e africana, e recriá-los, valorizando a importância desse patrimônio histórico cultural. (EF35EF02) Planejar e utilizar estratégias para possibilitar a participação segura de todos os alunos em brincadeiras e jogos populares do Brasil e de matriz indígena e africana. Jogos e brincadeiras 2, 10 Brincadeiras e jogos de matriz indígena e africana (EF35EF03) Descrever, por meio de múltiplas linguagens (corporal, oral, escrita, audiovi- sual), as brincadeiras e os jogos populares do Brasil e de matriz indígena e africana, explican- do suas características e a importância desse patrimônio histórico cultural na preservação das diferentes culturas. (EF35EF04) Recriar, individual e coletivamente, e experimentar, na escola e fora dela, brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, incluin- do aqueles de matriz indígena e africana, e de- mais práticas corporais tematizadas na escola, adequando-as aos espaços públicos disponíveis. Esportes 10 Esportes de campo e taco Esportes de rede/ (EF35EF05) Experimentar e fruir diversos tipos de esportes de campo e taco, rede/parede e in- vasão, identificando seus elementos comuns e criando estratégias individuais e coletivas bási- cas para sua execução, prezando pelo trabalho coletivo e pelo protagonismo. 328

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Página: 341 ENSINO FUNDAMENTAL parede Esportes de invasão 2,10 ESPORTE E LAZER 329 (EF35EF06) Diferenciar os conceitos de jogo e esporte, identificando as características que os constituem na contemporaneidade e suas ma- nifestações (profissional e comunitária/lazer). (EF35EF47IC) Experimentar, fruir e recriar diferentes esportes presentes na cultura popular, que existiram e existem no município de Ichu, no contexto urbano e rural, (argolinhas, cavalgada, cicloturismo entre outros) reconhecendo-os e valorizando-os, e buscando respeitar as individualidades de desempenho dos colegas . (EF35EF48IC) Experimentar passeios de campos valorizando a natureza, buscando sua própria segurança e integridade física, bem como as dos demais. (EF35EF07) Experimentar e fruir, de forma co- letiva, combinações de diferentes elementos da ginástica geral (equilíbrios, saltos, giros, rotações, acrobacias, com e sem materiais), propondo coreografias com diferentes temas do cotidiano. Ginásticas 2, 10 Ginástica geral (EF35EF08) Planejar e utilizar estratégias para resolver desafios na execução de elementos básicos de apresentações coletivas de ginásti- ca geral, reconhecendo as potencialidades e os limites do corpo e adotando procedimentos de segurança. (EF35EF09) Experimentar, recriar e fruir danças populares do Brasil e do mundo e danças de matriz indígena e africana, valorizando e res- peitando os diferentes sentidos e significados dessas danças em suas culturas de origem. Danças 2, 10 Danças do Brasil e do mundo Danças de matriz indígena e africana (EF35EF10) Comparar e identificar os elemen- tos constitutivos comuns e diferentes (ritmo, espaço, gestos) em danças populares do Brasil e do mundo e danças de matriz indígena e afri- cana. (EF35EF11) Experimentar, recriar e fruir danças populares do Brasil e do mundo e danças de matriz indígena e africana, valorizando e res- peitando os diferentes sentidos e significados dessas danças em suas culturas de origem. (EF35EF12) Comparar e identificar os elemen- tos constitutivos comuns e diferentes (ritmo, espaço, gestos) em danças populares do Brasil e do mundo e danças de matriz indígena e afri- cana. (EF35EF47IC) Experimentar, fruir e recriar diferentes esportes presentes na cultura popular, que existiram e existem no município de Ichu, no contexto urbano e rural, (argolinhas, cavalgada, cicloturismo entre outros) reconhecendo-os e valorizando-os, e buscando respeitar as individualidades de desempenho dos colegas. (EF35EF13) Experimentar, fruir e recriar dife- rentes lutas presentes no contexto comunitário e regional e lutas de matriz indígena e africana.

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Página: 342 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB Lutas 2, 10 Lutas do contexto comunitário e regional Lutas de matriz indígena e africana (EF35EF14) Planejar e utilizar estratégias bá- sicas das lutas do contexto comunitário e re- gional e lutas de matriz indígena e africana experimentadas, respeitando ocolega como oponente e as normas de segurança. (EF35EF15) Experimentar, fruir e recriar dife- rentes lutas presentes no contexto comunitário e regional e lutas de matriz indígena e africana. Capoeira 2, 10 Capoeira, história e cultura: o ritual, malícia, a dança, a teatralização, o jogo, a luta, o canto, o toque dos instrumentos e a ética da capoeira (EF35EF03BA) Experimentar, fruir e recriar as musicalidades e fundamentos da capoeira, dos instrumentos, dos cândidos e das ladainhas, conhecendo a origem dessa cultura. (EF35EF04BA) Compreender a capoeira como patrimônio imaterial, que constitui a cultura e história afro-brasileira. (EF35EF05BA) Identificar as origens, contextos e significado histórico-social da capoeira na Bahia e no Brasil e seu papel na luta e resistên- cia dos povos negros. 6º E 7º ANOS UNIDADE TEMÁTICA COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES (EF67EF01) Experimentar e fruir, na escola e fora dela, jogos eletrônicos diversos, valori- zando e respeitando os sentidos e significados atribuídos a eles por diferentes grupos sociais e etários. (EF67EF02) Identificar as transformações nas características dos jogos eletrônicos em fun- ção dos avanços das tecnologias e nas respec- tivas exigências corporais colocadas por esses diferentes tipos de jogos. Jogos e brincadeiras 2, 10 Jogos eletrônicos Jogos e brincadeiras populares Jogos adaptados e Jogos de tabuleiro (EF67EF01BA) Recriar, individual e coletiva- mente, e experimentar, na escola e fora dela, brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo aqueles de matriz indígena e africana, e demais práticas corporais tema- tizadas na escola, adequando-as aos espaços públicos disponíveis. (EF67EF02BA) Identificar as transformações nas características dos jogos populares e indí- genas devido às novas tecnologias. (EF67EF03BA) Experimentar e utilizar jogos como instrumento pedagógico. (EF67EF04BA) Problematizar a prática excessiva de jogos eletrônicos, estabelecendo os seus pontos positivos e negativos para a aprendizagem. (EF67EF03) Experimentar e fruir esportes de marca, precisão, invasão e técnicocombinató- rios, valorizando o trabalho coletivo e o prota- gonismo. 330

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Página: 343 ENSINO FUNDAMENTAL 331 (EF67EF04) Praticar um ou mais esportes de marca, precisão, invasão e técnicocombinató- rios oferecidos pela escola, usando habilidades técnico-táticas básicas e respeitando regras. Esportes 10 Esportes de campo e taco Esportes de rede/ parede Esportes de invasão Esportes técnico-combinatórios Relações culturais (EF67EF05) Planejar e utilizar estratégias para solucionar os desafios técnicos e táticos, tan- to nos esportes de marca, precisão, invasão e técnico-combinatórios como nas modalidades esportivas escolhidas para praticar de forma específica. (EF67EF06) Analisar as transformações na or- ganização e na prática dos esportes em suas diferentes manifestações (profissional e comu- nitário/lazer). (EF67EF07) Propor e produzir alternativas para experimentação dos esportes não disponíveis e/ou acessíveis na comunidade e das demais práticas corporais tematizadas na escola. (EF67EF05BA) Construir o conceito de esporte, identificando e diferenciando as principais ca- racterísticas do elemento esporte, conhecendo e classificando os diferentes tipos de esportes. Esportes (EF67EF01IC) Resgatar os diferentes tipos de esporte na cidade e no campo, valorizando sua origem, evolução e tradição. (EF67EF08) Experimentar e fruir exercícios físicos que solicitem diferentes capacidades físi- cas, identificando seus tipos (força, velocidade, resistência, flexibilidade) e as sensações corpo- rais provocadas pela sua prática. Ginásticas 2, 10 Ginástica geral Ginástica circense Ginástica de condicioname nto físico (EF67EF09) Construir, coletivamente, procedi- mentos e normas de convívio que viabilizem a participação de todos na prática de exercícios físicos, com o objetivo de promover a saúde. (EF67EF10) Diferenciar exercício físico de ativi- dade física e propor alternativas para a prática de exercícios físicos dentro e fora do ambiente escolar. (EF67EF06BA) Realizar movimentos ginásticos e reconhecer as sensações afetivas e/ou sines- tésicas, como prazer, medo, tensão, desagra- do, enrijecimento, relaxamento, no processo de autoconhecimento da corporalidade. Danças 2, 10 Danças do Brasil e do mundo Danças de matriz indígena e africana Danças urbanas (EF67EF11) Experimentar, fruir e recriar danças urbanas, identificando seus elementos consti- tutivos (ritmo, espaço, gestos). (EF67EF12) Planejar e utilizar estratégias para aprender elementos constitutivos das danças urbanas. (EF67EF13) Diferenciar as danças urbanas das demais manifestações da dança, valorizando e respeitando os sentidos e significados atribuí- dos a eles por diferentes grupos sociais.

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Página: 344 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB (EF67EF14) Experimentar, fruir e recriar dife- rentes lutas do Brasil, valorizando a própria se- gurança e integridade física, bem como as dos demais. Lutas 2, 10 Lutas do Brasil e do mundo Lutas de matriz indígena e africana (EF67EF15) Planejar e utilizar estratégias bá- sicas das lutas do Brasil, respeitando o colega como oponente. (EF67EF16) Identificar as características (códi- gos, rituais, elementos técnicotáticos, indumentária, materiais, instalações, instituições) das lutas do Brasil. (EF67EF17) Problematizar preconceitos e estere- ótipos relacionados ao universo das lutas e de- mais práticas corporais, propondo alternativas para superá-los, com base na solidariedade, na justiça, na equidade e no respeito. (EF67EF18) Experimentar e fruir diferentes prá- ticas corporais de aventura urbanas, valori- zando a própria segurança e integridade física, bem como as dos demais. Práticas corporais de aventura 2, 10 Práticas corporais de aventura urbanas (EF67EF19) Identificar os riscos durante a reali- zação de práticas corporais de aventura urba- nas e planejar estratégias para sua superação. (EF67EF20) Executar práticas corporais de aventura urbanas, respeitando o patrimônio público e utilizando alternativas para a prática segura em diversos espaços. (EF67EF21) Identificar a origem das práticas corporais de aventura e as possibilidades de recriá-las, reconhecendo as características (ins- trumentos, equipamentos de segurança, indu- mentária, organização) e seus tipos de práticas. Capoeira 2, 10 Capoeira, história e cultura: o ritual, malícia, a dança, a teatralização, o jogo, a luta, o canto, o toque dos instrumentos, a gestualidade e a ética da capoeira (EF67EF07BA) Experimentar e fruir as musicali- dades, os movimentos básicos da capoeira, dos instrumentos e dos cânticos. (EF67EF08BA) Compreender a capoeira como jogo e dança e seu significado como patrimô- nio imaterial. (EF67EF09BA) Identificar e compreender a rele- vância social dos grandes mestres da capoeira, com ênfase na Bahia. (EF67EF10BA) Diferenciar atividade física/sedentarismo, saúde/doença, lazer/trabalho, inatividade física/sedentarismo e propor formas de reversão desses comportamentos. Saúde, lazer e práticas corporais 3, 4, 5, 8 Saúde, doença, lazer ativo, práticas corporais, atividade física, sedentarismo (EF67EF11BA) Experimentar e fruir diversas práticas corporais que solicitem diferentes capacidades físicas relacionadas à saúde, identificando seus tipos (força e resistência muscular, flexibilidade, resistência aeróbica e composição corporal) e as sensações corporais provocadas pela sua prática. (EF67EF12BA) Construir, coletivamente, proce- dimentos e normas de convívio que viabilizem a participação de todos nas práticas corporais/ atividades físicas, com o objetivo de promover a saúde e o lazer ativo. 332

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Página: 345 ENSINO FUNDAMENTAL 333 (EF67EF13BA) Compreender os diversos para- digmas contemporâneos do ser humano e sua corporeidade, a partir das discussões sobre as questões da saúde, do lazer ativo e atividade física, oportunizando a formação de hábitos e estilos de vida saudáveis. 8º E 9º ANOS UNIDADE TEMÁTICA COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES (EF89EF01*) Experimentar diferentes papéis (jogador, árbitro, jornalista, narrador, público e técnico) e fruir os esportes de rede/parede, campo e taco, invasão e combate, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo, por meio de projetos escolares e comunitários, mobili- zando pessoas e recursos. (EF89EF02) Praticar um ou mais esportes de rede/parede, campo e taco, invasão e comba- te oferecidos pela escola, usando habilidades técnico-táticas básicas. Esportes de campo e taco Esportes de rede/ parede Esportes 2, 7, 10 Esportes de invasão Esportes técnico-combinatórios Relações culturais Eventos esportivos (EF89EF03) Formular e utilizar estratégias para solucionar os desafios técnicos e táticos, tanto nos esportes de campo e taco, rede/parede, invasão e combate como nas modalidades es- portivas escolhidas para praticar de forma es- pecífica. (EF89EF04) Identificar os elementos técnicos ou técnico-táticos individuais, combinações táticas, sistemas de jogo e regras das modali- dades esportivas praticadas, bem como dife- renciar as modalidades esportivas com base nos critérios da lógica interna das categorias de esporte: rede/parede, campo e taco, invasão e combate. (EF89EF05) Identificar as transformações histó- ricas do fenômeno esportivo e discutir alguns de seus problemas (doping, corrupção, vio- lência etc.) e a forma como as mídias os apre- sentam. (EF89EF06) Verificar locais disponíveis na co- munidade para a prática de esportes e das demais práticas corporais tematizadas na es- cola, propondo e produzindo alternativas para utilizá-los no tempo livre. (EF89EF01BA) Reconhecer, refletir e argumen- tar sobre as questões conceituais, culturais e históricas do esporte. (EF89EF07) Experimentar e fruir um ou mais programas de exercícios físicos, identificando as exigências corporais desses diferentes pro- gramas e reconhecendo a importância de uma prática individualizada, adequada às caracte- rísticas e necessidades de cada sujeito.

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Página: 346 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB (EF89EF08) Discutir as transformações históri- cas dos padrões de desempenho, saúde e bele- za, considerando a forma como são apresenta- dos nos diferentes meios (científico, midiático etc.). Ginásticas 7, 10 Ginástica geral Ginástica de condicioname nto físico (EF89EF09) Problematizar a prática excessiva de exercícios físicos e o uso de medicamentos para a ampliação do rendimento ou potenciali- zação das transformações corporais. (EF89EF10) Experimentar e fruir um ou mais tipos de ginástica de conscientização corpo- ral, identificando as exigências corporais dos mesmos. (EF89EF11) Identificar as diferenças e seme- lhanças entre a ginástica de conscientização corporal e as de condicionamento físico e dis- cutir como a prática de cada uma dessas mani- festações pode contribuir para a melhoria das condições de vida, saúde, bem-estar e cuidado consigo mesmo. (EF89EF12) Experimentar, fruir e recriar danças de salão, valorizando a diversidade cultural e respeitando a tradição dessas culturas. Danças 7, 10 Danças do Brasil e do mundo Danças de matriz indígena e africana Danças urbanas (EF89EF13) Planejar e utilizar estratégias para se apropriar dos elementos constitutivos (rit- mo, espaço, gestos) das danças de salão. (EF89EF14) Discutir estereótipos e preconceitos relativos às danças de salão e demais práticas corporais e propor alternativas para sua supe- ração. (EF89EF15) Analisar as características (ritmos, gestos, coreografias e músicas) das danças de salão, bem como suas transformações históri- cas e os grupos de origem. Lutas 7, 9, 10 Lutas do contexto comunitário e regional Lutas de matriz indígena e africana Gestualidade nas lutas (EF89EF16) Experimentar e fruir a execução dos movimentos pertencentes às lutas do mundo, adotando procedimentos de segurança e res- peitando o oponente. (EF89EF17) Planejar e utilizar estratégias bási- cas das lutas experimentadas, reconhecendo as suas características técnico-táticas. (EF89EF18) Discutir as transformações históri- cas, o processo de esportivização e a midiati- zação de uma ou mais lutas, valorizando e res- peitando as culturas de origem. (EF89EF19) Experimentar e fruir diferentes prá- ticas corporais de aventura na natureza, valori- zando a própria segurança e integridade física, bem como as dos demais, respeitando o patri- mônio natural e minimizando os impactos de degradação ambiental. Práticas corporais de aventura 7, 10 Práticas corporais de aventura na natureza (EF89EF20) Identificar riscos, formular estra- tégias e observar normas de segurança para superar os desafios na realização de práticas corporais de aventura na natureza. 334

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Página: 347 ENSINO FUNDAMENTAL 335 (EF89EF21) Identificar as características (equipamentos de segurança, instrumentos, indu- mentária, organização) das práticas corporais de aventura na natureza, bem como suas trans- formações históricas. Capoeira 7, 10 Capoeira, história e cultura: o ritual, malícia, a dança, a teatralização, o jogo, a luta, o canto, o toque dos instrumentos, gestualidade e a ética da capoeira (EF89EF02BA) Experimentar e compreender as musicalidades e os movimentos da capoeira, dos instrumentos e dos cânticos. (EF89EF03BA) Compreender e refletir a capoei- ra como patrimônio imaterial, que constitui a cultura e a história afrobrasileira. (EF89EF04BA) Identificar e compreender a rele- vância social dos grandes mestres da capoeira, com ênfase na Bahia. (EF89EF05BA) Diferenciar saúde, lazer e quali- dade vida, e como esses constructos estão re- lacionados. (EF89EF06BA) Refletir sobre os baixos níveis de atividades físicas, lazer e a exposição a com- portamentos sedentários como potenciais ris- cos à saúde. (EF89EF07BA) Compreender adaptações fisio- lógicas relacionadas à saúde em detrimento das atividades físicas. (EF89EF08BA) Compreender a relevância e o papel do lazer e das práticas corporais nas ocorrências diárias de conflitos interpessoais, escolares e sociais. Saúde, lazer e práticas corporais 3, 4, 5, 8, 10 Saúde, doença, lazer ativo, práticas corporais, promoção da saúde Noções básicas de primeiros socorros (EF89EF09BA) Refletir sobre a multiplicidade de padrões de desempenho, saúde, beleza e estética corporal, analisando, criticamente, os modelos disseminados na mídia e discutir pos- turas consumistas e preconceituosas. (EF89EF10BA) Identificar as características do corpo humano e os comportamentos nas diferen- tes fases da vida e nos diferentes gêneros, aproxi- mando-se da noção de ciclo vital do ser humano. (EF89EF11BA) Experimentar e compreender a importância das práticas corporais/atividades físicas de forma autônoma para potencializar o envolvimento em contextos diversos, amplian- do as redes de sociabilidade e a promoção da saúde mental e física e exercícios físicos. (EF89EF12BA) Experimentar e compreender a organização alimentar nos processos de gasto calórico e suas relações antes, durante e depois das atividades físicas. (EF89EF13BA) Identificar quais as primeiras providências a serem tomadas em situações de emergência e urgência. JOGOS E BRINCADEIRAS 1,2,10 Jogos e brincadeiras (EF89EF01IC) Resgatar e experimentar os tipos de jogos e brincadeiras populares, valorizando e respeitando sua diversidade, atribuindo o seu significado tanto no espaço escolar como na comunidade local.

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Página: 348 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB (EF89EF02IC) Identificar as transformações dos jogos e brincadeiras populares, devido as novas tecnologias, refletindo sobre às práticas excessivas e seus pontos positivos e negativos para a aprendizagem. 336

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Página: 349 ENSINO FUNDAMENTAL 7.2.4. Língua Inglesa 337 A aprendizagem é um processo ativo e deve ser construído por professores e estudantes continuamente, por meio da análise, des construção e construção de novas formas de se repensar. Aprender uma língua estrangeira é mais significativo e efetivo quando a lín- gua é usada para a comunicação. Aprende-se uma língua usando-a, e o ensino da Língua Inglesa não deve ter um fim em si mesmo, ou seja, o estudo deve priorizar sua função comunicativa, e não apenas a análise de sua estrutura. 7.2.4.1. Nesse sentido, a proposta curricular de ensino de Língua Inglesa, que o Documento Curricular Referencial da Bahia para a Texto compõe Educação Infantil e Ensino Fundamental, destaca que o ensino da Introdutório Língua Inglesa nas escolas deve ocorrer, por meio de seu uso, como ferramenta de acesso ao conhecimento e a bens culturais. Dessa forma, alunos e alunas podem identificar o lugar de si e do outro em um mundo plurilíngue e multicultural de forma crítica e reflexiva. Para tanto, a autonomia da aprendizagem pelos estudantes deve ser incentivada e promovida permanentemente, a fim de despertar o protagonismo social, já que saber um idioma estrangeiro pode contribuir para a elevação da autoestima e o fortalecimento da autoconfiança e assim, com os estudantes sentindo-se empoderados, podem promover melhorias em seu contexto social. Saber uma língua estrangeira é uma forma de contribuir para o bemestar pessoal e social do sujeito, já que ele pode ressignificar a sua existência no planeta, colocando-se a serviço da sociedade não apenas no que tange ao mercado de trabalho, mas, principalmente, em relação a seu posicionamento como cidadão responsável, crítico e transformador. Há, na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a proposta de fundamentar as práticas de ensino do inglês a partir de sua função sociopolítica, uma vez que essa é a língua de conta- to entre grupos ou membros de um grupo de falantes de línguas distintas. O inglês é, geralmente, a língua usada para comunicação em relações de várias naturezas, sejam elas pessoais, educacionais sejam de negócios. Em relação ao multiletramento, quando se concebe a ideia do uso do inglês como meio de comunicação e acesso à informação, sur- ge também a necessidade de inserir nas práticas educacionais uma variedade de gêneros textuais e linguagens viabilizadas pela participação no mundo digital, por meio de atividades desenvolvidas com textos multimodais autênticos com foco nas linguagens es- crita, visual e também oral. Assim, o multiletramento surge natu- ralmente a partir da utilização de diversos gêneros textuais, como propagandas de revistas e jornais, comerciais, trailers, resenhas e cenas de filmes e séries, entre outros.

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Página: 350 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 338 Dessa forma, atende-se à urgente necessidade de engajamento so- cial e político e autoafirmação identitária criada pelo constante e rápido desenvolvimento da tecnologia, bem como pelas mudanças nas relações geopolíticas causadas pela globalização. Assim, considerando as atuais condições sociais, culturais e políticas, conforme a BNCC, para que o ensino da Língua Inglesa possibilite a construção de conhecimento e o desenvolvimento de competências e habilidades relevantes à formação de cidadãos conscientes, críticos, engajados e produtivos, faz-se necessário o reconhecimento dessa língua estrangeira como língua franca, o que implica a adoção da postura formativa, do multiletramento e de abordagens pedagógicas focadas no desenvolvimento humano. No que tange ao cunho formativo, a prática do ensino de inglês constitui-se nas perspectivas linguística, crítica e sociopolítica, consolidando a Língua Inglesa como instrumento de acesso ao conhecimento e comunicação com o mundo, atrelando o processo de ensino e aprendizagem à familiaridade com outras culturas e costumes, bem como ao exercício do respeito à diversidade. O desenvolvimento integral do ser humano significa considerar não apenas seus sentimentos e intelecto, mas também a forma como este age e interage com o outro em contextos variados. Assim, as abordagens pedagógicas do componente Língua Inglesa, com foco no desenvolvimento humano integral, exigem práticas que priori- zem o combate ao preconceito linguístico por meio da legitimação de estruturas gramaticais, vocabulário e sotaques de falantes da Língua Inglesa fora da Inglaterra e dos Estados Unidos, bem como por meio da valorização do inglês produzido por não nativos, sem- pre zelando pela inteligibilidade. A proposta curricular de ensino de Língua Inglesa visa promover o desenvolvimento das competências específicas em consonância com as competências gerais presentes no documento normativo, a BNCC está estruturada a partir de cinco eixos organizadores – Dimensão Intercultural, Escrita, Conhecimentos Linguísticos, Oralidade e Leitura – seguidos dos Objetos de Conhecimento e das Habilidades. Esses eixos, apresentados a seguir, não devem ser tratados separadamente nem de forma linear; eles devem figurar de forma transversal, validando as diversas formas de prática da linguagem. O eixo Dimensão Intercultural reforça a concepção do inglês como língua franca e propõe uma nova abordagem de ensino da Língua Inglesa, a partir de reflexões sobre língua, cultura e identidade, no intuito de que sejam estabelecidas relações entre as pessoas,

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Página: 351 ENSINO FUNDAMENTAL 339 levando-se em conta que as culturas estão em constante processo de interação e (re)construção. Nesse sentido, o estudante deve ser constantemente estimulado a refletir sobre a própria identidade, a partir do contato com outras identidades, com vista a se tornar pessoas capazes de romper barreiras físicas e mentais para viver no mundo cada vez mais globalizado. O eixo Escrita compreende práticas de produção escrita como um ato social, considerando a finalidade da escrita e enfatizando a pro- dução processual, individual e colaborativa. Tal abordagem contri- bui para uma escrita autoral, abrindo espaço para que os alunos e as alunas ajam como protagonistas. O eixo Conhecimento Linguístico envolve práticas de uso, análise e reflexão sobre a Língua Inglesa e não se resume ao ensino de vocabulário e gramática. Deve-se considerar o uso social da língua, e não apenas sua organização. Neste sentido, o eixo Conhecimentos Linguísticos deve estar a serviço das práticas de oralidade, escri- ta e leitura. Em outras palavras, a abordagem do ensino de Língua Inglesa deve ir além de ensinar normas sobre a língua, deixando de ser entendida como objeto de ensino, mas, por meio dela, ter acesso a outros conteúdos para construir conhecimento e, assim, desen- volver as competências e as habilidades tratadas neste documento. O eixo Oralidade refere-se às práticas de compreensão e produ- ção oral a partir da dimensão do uso da língua como prática social. Nessa perspectiva, a interação significativa dos sujeitos passa a ser o foco da prática pedagógica. Interação significativa remete à ne- cessidade de que o trabalho com a oralidade seja realizado tendo em vista a vivência e uso da língua como prática social, na qual os estudantes sejam vistos como usuários, posicionando-se, interpre- tando, argumentando, questionando, informando, explicando, den- tre outras ações que demonstrem sua contribuição como agente modificador da sociedade. O eixo Leitura diz respeito às práticas de linguagem a partir da interação do leitor com o texto escrito, por meio da compreensão e interpretação dos gêneros que circulam nos diversos campos da sociedade. A leitura deve ser entendida como uma atividade interativa na qual o leitor atribui significados ao texto, a partir de suas vivências de mundo. Nesse sentido, as práticas de leitura em Língua Inglesa devem promover o desenvolvimento de estratégias, que favoreçam a construção de significados. Além dos eixos mencionados, a proposta curricular de ensino de Língua Inglesa também abrange as correlações entre as competências gerais, as competências da área de Linguagens e as competências

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Página: 352 340 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB FIGURA 7 Correlações entre as Competências Gerais e as Competências Específicas específicas do componente. Essas relações podem ser observadas na figura a seguir: Usar novas tecnologias, com novas linguagens e modos de interação para pesquisar, selecionar, compartilhar, posicionar-se e produzir sentidos em práticas de lertramento na Língua Inglesa, de forma ética, crítica e responsável. HABILIDADES Compreender e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares), para se comunicar por meio das diferentes linguagens e mídias, produzir conhecimentos, resolver problemas e desenvolver projetos autorais e coletivos. COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS Cultura digital. COMPETÊNCIAS DA ÁREA COMPETÊNCIAS GERAIS Fonte: Elaboração dos redatores do Componente Curricular de Língua Inglesa (2018). (EF06LI15) Produzir textos escritos em Língua Inglesa (histórias em quadrinhos, cartazes, chats, blogues, agendas, fotolegendas, entre outros), sobre si mesmo, sua família, seus amigos, gostos, preferências e rotinas, sua comunidade e seu contexto escolar. Para garantir o direito de aprendizagem do componente Língua Inglesa para todos os estudantes em todo território nacional, é de extrema importância considerar as modalidades de educação não convencionais como a Educação do Campo, Educação para Jovens e Adultos (EJA), Educação Formal Quilombola e Indígena, bem como aqueles aprendizes com necessidades especiais. É imprescindível, no entanto, salientar que, para a concretização do que é indicado pela BNCC, deve-se priorizar o contexto sócio-histórico no qual o sujeito está inserido, fazendo todos os ajus- tes necessários para se contemplarem as demandas específicas de cada comunidade, o que deve repercutir na formação inicial e continuada da professora e do professor, na carga horária do com- ponente, na adoção e criação de material didático, bem como na estrutura e na organização das instituições escolares.

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Página: 353 ENSINO FUNDAMENTAL 341 7.2.4.2. Organizador Curricular ÁREA DE LINGUAGENS COMPONENTE CURRICULAR LÍNGUA INGLESA COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE LÍNGUA INGLESA 1. Identificar o lugar de si e o do outro em um mundo plurilíngue e multicultural, refletindo, criticamente, sobre como a aprendizagem da Língua Inglesa contribui para a inserção dos sujeitos no mundo globalizado, inclusive no que concerne ao mundo do trabalho. 2. Comunicar-se na Língua Inglesa, por meio do uso variado de linguagens em mídias impressas ou digitais, reconhe- cendo-a como ferramenta de acesso ao conhecimento, de ampliação das perspectivas e de possibilidades para a compreensão dos valores e interesses de outras culturas e para o exercício do protagonismo social. 3. Identificar similaridades e diferenças entre a Língua Inglesa e a língua materna/outras línguas, articulando -as a aspectos sociais, culturais e identitários, em uma relação intrínseca entre língua, cultura e identidade. 4. Elaborar repertórios linguístico-discursivos da Língua Inglesa usados em diferentes países e por grupos sociais dis- tintos dentro de um mesmo país, de modo a reconhecer a diversidade linguística como direito e valorizar os usos heterogêneos, híbridos e multimodais emergentes nas sociedades contemporâneas. 5. Utilizar novas tecnologias, com novas linguagens e modos de interação, para pesquisar, selecionar, compartilhar, posicionar-se e produzir sentidos em práticas de letramento na Língua Inglesa, de forma ética, crítica e responsável. 6. Conhecer diferentes patrimônios culturais, materiais e imateriais, difundidos na Língua Inglesa, com vistas ao exer- cício da fruição e da ampliação de perspectivas no contato com diferentes manifestações artístico-culturais. 6º ANO UNIDADES COMPETÊNCIAS OBJETOS DE TEMÁTICAS HABILIDADES ESPECÍFICAS CONHECIMENTO DIMENSÃO INTERCULT URAL Reflexão sobre aspectos relativos à interação entre culturas (dos alunos e aquelas relacionadas a demais falantes de Língua Inglesa), de modo a favorecer o convívio, o respeito, a superação de conflitos e a valorização da diversidade entre os povos Territorialidade : Aspectos (EF06LI24*) Investigar o alcance e a importân- cia da Língua Inglesa no mundo como língua materna, e/ou oficial (primeira ou segunda língua). 1, 5, 6 1, 5, 6 Países que têm a Língua Inglesa como língua materna e/ou oficial A Língua Inglesa como língua franca Presença da Língua Inglesa no cotidiano Importância da prática esportiva (EF06LI01BA) Reconhecer a Língua Inglesa co- mo língua franca. (EF06LI25) Identificar a presença da Língua Inglesa na sociedade brasileira/comunidade (palavras, expressões, suportes e esferas de circulação e consumo) e seu significado. (EF06LI26*) Avaliar, criticamente, elementos/ produtos culturais de países de Língua Inglesa absorvidos pela sociedade brasileira/comu- nidade. (EF69LI01IC) Reconhecer a importância da prática esportiva individual e coletiva como forma de bem-estar para o ser humano.

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Página: 354 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 342 socioculturais do município de Ichu-BA: esporte e lazer; expressões culturais Educação ambiental: Reflexão sobre as práticas cidadãs referentes à interação com o Meio Ambiente como forma de bem-estar individual e coletivo (EF69LI04IC) Conhecer as manifestações culturais existentes no município, valorizando as atividades desenvolvidas em cada comunidade. Atividades e manifestações culturais do município (EF69LI07IC) Interpretar textos que tratem de temáticas voltadas ao Meio Ambiente disponíveis em diferentes meios de circulação com o objetivo de despertar a consciência de preservação ambiental. Meio ambiente e cidadania Práticas de cyberbullying e fake news recorrentes na interação em ambientes virtuais Cultura digital: interação em ambientes virtuais A prática da alimentação saudável na vida contemporânea Saúde na escola: Alimentação saudável (EF69LI14IC) Investigar e avaliar como ocorre a prática da alimentação saudável na vida contemporânea das pessoas, fazendo um comparativo entre moradores do campo e da cidade. (EF06LI13*) Listar ideias para a produção de textos com mediação do/a professor/a, levan- do em conta o tema e o assunto. ESCRITA Práticas de produção de textos em Língua Inglesa relacionados ao cotidiano dos alunos presentes em diferentes suportes e esferas de circulação. Tais práticas envolvem a escrita mediada pelo professor ou colegas e articulada com os conhecimentos prévios dos alunos em língua materna e/ou outras línguas (EF69LI11IC) Entender o impacto da tecnologia no processo de interação das pessoas em ambientes virtuais, incluindo as relações sociais e culturais existentes no município como meio de compreensão para a prática de cyberbullying e fake news. 2, 3, 4, 5 Planejamento do texto: brainstorming e organização de ideias Produção de textos escritos, em formatos diversos, com a mediação do professor (EF06LI14) Organizar ideias, selecionandoas em função da estrutura e do objetivo do texto. (EF06LI15*) Produzir textos multimodais es- critos em Língua Inglesa (histórias em quadri- nhos, cartazes, chats, blogues, agendas, foto- legendas, entre outros), sobre si mesmo, sua família, seus amigos, gostos, preferências e ro- tinas, sua comunidade e seu contexto escolar. EF69LI03IC) Fazer uso da língua inglesa para explicitar as informações sobre esporte/lazer coletadas em grupo através de cartaz, slides, explorando as possibilidades de organização gráfica, de suporte e de formato de texto. (EF69LI05IC) Produzir painel utilizando texto escrito e recursos imagéticos para apresentar as manifestações culturais locais. (EF69LI08IC) Produzir coletores seletivos de lixo para uso na escola/comunidade, utilizando a língua inglesa para identificar cada material a ser descartado. (EF69LI09IC) Produzir textos multimodais (cartazes, placas, panfletos, etc.) para veiculação em diferentes locais da comunidade no intuito de despertar o interesse/consciência de preservar o Meio Ambiente.

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Página: 355 ENSINO FUNDAMENTAL 343 (EF69LI12IC) Utilizar a língua inglesa para produzir textos informativos sobre fake news e cyberbullying com uso de estratégias de escrita (fonte, layout, distribuição das informações, etc.) para informar a comunidade sobre os possíveis riscos na interação em ambientes virtuais. (EF69LI15IC) Elaborar gênero textual escrito em língua inglesa para exemplificação de hábitos alimentares saudáveis, utilizando recursos imagéticos como suporte. CONHECIMEN TOS LINGUÍSTICO S Práticas de análise linguística para a reflexão sobre o funcionamento da Língua Inglesa, com base nos usos de linguagem trabalhados nos eixos Oralidade, Leitura, Escrita e Dimensão intercultural 4, 5 Construção de repertório lexical Reflexão e escolhas linguísticas para fins comunicativos, priorizando a inteligibilidade: usos do presente simples e contínuo, imperativo, caso genitivo (‘s), pronomes do caso reto e adjetivos possessivos (EF06LI16) Construir repertório relativo às ex- pressões usadas para o convívio social e o uso da Língua Inglesa em sala de aula. (EF06LI19*) Utilizar o presente do indicativo para identificar pessoas, descrever rotinas diá- rias, fazer e responder perguntas. (EF06LI20) Utilizar o presente contínuo para descrever ações em progresso. (EF06LI21*) Reconhecer e empregar o impera- tivo em enunciados de atividades, comandos e instruções. (EF06LI22) Descrever relações por meio do uso de apóstrofo (’) + s. (EF06LI23*) Empregar, de forma inteligível, cla- ra os adjetivos possessivos. (EF06LI01*) Interagir em situações do dia a dia de intercâmbio oral, demonstrando iniciativa para utilizar a Língua Inglesa em apresenta- ções, cumprimentos e despedidas, em ambien- tes presenciais e/ou virtuais. ORALIDADE Práticas de compreensão e produção oral de Língua Inglesa em diferentes contextos discursivos presenciais ou simulados, com repertório de falas diversas, incluída a fala do professor 1, 2, 4, 5 Construção de laços afetivos. Funções e usos da Língua Inglesa em sala de aula (classroom language) Estratégias de compreensão de textos orais Produção de textos orais, com a mediação do/a professor/a Produção de entrevista oral (EF06LI02*) Informar, coletar e registrar infor- mações dos indivíduos do grupo sobre sua fa- mília, sua escola e sua comunidade. (EF06LI04*) Reconhecer, com o apoio de pala- vras cognatas e pistas do contexto discursivo, o assunto e as informações principais em textos orais sobre temas como escola, família e comunidade, diferenciando e valorizando quaisquer variedades linguísticas. (EF06LI05) Aplicar os conhecimentos da Língua Inglesa para falar de si e de outras pessoas, explicitando informações pessoais e caracte- rísticas relacionadas a gostos, preferências e rotinas. (EF06LI06) Planejar apresentação sobre a famí- lia, a comunidade e a escola, compartilhando-a oralmente com o grupo. EF69LI02IC) Pesquisar, coletar e registrar os diferentes tipos de esportes e lazer existente no seu país/munícipio.

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Página: 356 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 344 (EF69LI06IC) Planejar e elaborar entrevista com pessoas que fazem parte de grupos e movimentos culturais locais. (EF69LI10IC) Definir contexto de produção da entrevista (objetivos, o que se pretende conseguir, porque aquele entrevistado, etc.), levantar informações sobre o entrevistado e seu papel na preservação ambiental na sociedade local. (EF69LI13IC) Pesquisar em diversos veículos e mídias posicionamentos explícitos sobre o efeito causado pelas fake news e cyberbullying na vida das pessoas, buscando exemplos na escola/comunidade e seus impactos na vida social. (EF69LI16IC) Compreender e comparar os benefícios que a alimentação saudável proporciona à vida das pessoas através de debate levantado em sala de aula pelo professor/a. LEITURA Práticas de leitura de textos diversos em Língua Inglesa (verbais, verbovisuais, multimodais) presentes em diferentes suportes e esferas de circulação. Tais práticas envolvem articulação com os conhecimentos prévios dos alunos em língua materna e/ou outras línguas 3, 4, 5, 6 Levantamento de hipóteses sobre a finalidade de um texto Estratégias de leitura (skimming, scanning) Construção de repertório lexical e autonomia leitora Leitura compartilhada, com a mediação do professor (EF06LI07*) Formular hipóteses sobre a finali- dade de um texto em Língua Inglesa, com base em sua estrutura composicional (tipografia, layout, títulos e subtítulos, imagens, legendas, dentre outros). (EF06LI08*) Identificar o assunto de um texto, reconhecendo sua organização textual e pala- vras cognatas, bem como examinar os falsos cognatas em diferentes situações de uso da Língua Inglesa. (EF06LI09) Localizar informações específicas em texto. (EF06LI10) Conhecer a organização de um di- cionário bilíngue (impresso e/ou on-line) para construir repertório lexical. (EF06LI11) Explorar ambientes virtuais e/ou aplicativos para construir repertório lexical na Língua Inglesa. (EF06LI12) Interessar-se pelo texto lido, com- partilhando suas ideias. (EF69LI17IC) Explorar gêneros textuais diversos e ambientes virtuais para construir conhecimentos sobre alimentação saudável e seus benefícios para o desenvolvimento do ser humano. (EF69LI18IC) Identificar grupos alimentars que fazem parte de uma alimentação saudável, desenvolvendo a consciência crítica a respeito dos hábitos alimentares de pessoas da família/comunidade as quais fazem parte 7º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES

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Página: 357 ENSINO FUNDAMENTAL 345 DIMENSÃO INTERCULT URAL (EF07LI21) Analisar o alcance da Língua Inglesa e os seus contextos de uso no mundo globa- lizado. Reflexão sobre aspectos relativos à interação entre culturas (dos alunos e aquelas relacionadas a demais falantes de Língua Inglesa), de modo a favorecer o convívio, o respeito, a superação de conflitos e a valorização da diversidade entre os povos (EF07LI22) Explorar modos de falar em Língua Inglesa, refutando preconceitos e reconhecen- do a variação linguística como fenômeno natu- ral das línguas. 1, 5, 6 A Língua Inglesa como língua franca na sociedade contemporânea Territorialidade: Aspectos socioculturais do município de IchuBA: esporte e lazer; expressões culturais Importância da prática esportiva como forma de bem-estar individual e coletivo Educação ambiental: Reflexão sobre as práticas cidadãs referentes à interação com o Meio Ambiente Atividades e manifestações culturais do município Meio ambiente e cidadania Cultura digital: interação em ambientes virtuais Práticas de cyberbulling e fake news recorrentes na interação em ambientes virtuais Saúde na escola: Alimentação saudável A prática da alimentação saudável na vida contemporânea (EF69LI04IC) Conhecer as manifestações culturais existentes no município, valorizando as atividades desenvolvidas em cada comunidade. (EF69LI07IC) interpretar textos que tratem de temáticas voltadas ao Meio Ambiente disponíveis em diferentes meios de circulação com o objetivo de despertar a consciência de preservação ambiental. (EF69LI11IC) Entender o impacto da tecnologia no processo de interação das pessoas em ambientes virtuais, incluindo as relações sociais e culturais existentes no município como meio de compreensão para a prática de cyberbullying e fake news. (EF69LI14IC) Investigar e avaliar como ocorre a prática da alimentação saudável na vida contemporânea das pessoas, fazendo um comparativo entre moradores do campo e da cidade (EF07LI12) Planejar a escrita de textos em fun- ção do contexto (público, finalidade, layout e suporte). ESCRITA Práticas de produção de textos em Língua Inglesa relacionados ao cotidiano dos alunos presentes em diferentes suportes e esferas de circulação. Tais práticas envolvem a escrita mediada pelo professor ou colegas e articulada com (EF07LI23*) Reconhecer a variação linguísti- ca como manifestação de formas de pensar e expressar o mundo por falantes nativos e não nativos. 2, 3, 4, 5 Planejamento de produção escrita, com mediação do/a professor/a Produção de textos escritos, em formatos diversos, com mediação do/a professor/a Revisão e reescrita das produções textuais (EF07LI13) Organizar texto em unidades de sentido, dividindo-o em parágrafos ou tópicos e subtópicos, explorando as possibilidades de organização gráfica, de suporte e de formato do texto. (EF07LI14) Produzir textos diversos sobre fatos, acontecimentos e personalidades do passado (linha do tempo/timelines, biografias, verbetes de enciclopédias, blogues, entre outros). (EF07LI01BA) Revisar e reescrever as produções levando em consideração o objetivo, formato e clareza do texto de acordo com referências multimodais.

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Página: 358 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 346 os conhecimentos prévios dos alunos em língua materna e/ou outras línguas EF69LI03IC) Fazer uso da língua inglesa para explicitar as informações sobre esporte/lazer coletadas em grupo através de cartaz, slides, explorando as possibilidades de organização gráfica, de suporte e de formato de texto. (EF69LI05IC) Produzir painel utilizando texto escrito e recursos imagéticos para apresentar as manifestações culturais locais (EF69LI08IC) Produzir coletores seletivos de lixo para uso na escola/comunidade, utilizando a língua inglesa para identificar cada material a ser descartado. (EF69LI09IC) Produzir textos multimodais (cartazes, placas, panfletos, etc.) para veiculação em diferentes locais da comunidade no intuito de despertar o interesse/consciência de preservar o Meio Ambiente. (EF69LI12IC) Utilizar a língua inglesa para produzir textos informativos sobre fake news e cyberbullying com uso de estratégias de escrita (fonte, layout, distribuição das informações, etc.) para informar a comunidade sobre os possíveis riscos na interação em ambientes virtuais. (EF69LI15IC) Elaborar gênero textual escrito em língua inglesa para exemplificação de hábitos alimentares saudáveis, utilizando recursos imagéticos como suporte. CONHECIMEN TOS LINGUÍSTICO S Práticas de análise linguística para a reflexão sobre o funcionament o da Língua Inglesa, com base nos usos de linguagem trabalhados nos eixos Oralidade, Leitura, Escrita e Dimensão intercultural Estudo do léxico 4, 5 Estudo do léxico: construção, pronúncia e polissemia Reflexão e escolhas linguísticas para fins comunicativos, priorizando a inteligibilidade: usos do passado simples e contínuo para afirmar, negar e perguntar, pronomes do caso reto e do caso oblíquo, verbo modal can (presente e passado) (EF07LI15) Construir e empregar repertório le- xical relativo a verbos regulares e irregulares (formas no passado), preposições de tempo (in, on, at) e conectores (and, but, because, then, so, before, after, entre outros). (EF07LI02BA) Praticar, por meios de jogos e brincadeiras, o conhecimento lexical para a consolidação do repertório. (EF07LI16*) Reconhecer e diferenciar a pronún- cia de verbos regulares no passado (- ed). (EF07LI17) Explorar o caráter polissêmico de palavras de acordo com o contexto de uso. (EF07LI18) Utilizar o passado simples e o pas- sado contínuo para produzir textos orais e escritos, mostrando relações de sequência e causalidade. (EF07LI19) Discriminar sujeito de objeto, utili- zando pronomes a eles relacionados. (EF07LI20) Empregar, de forma inteligível, o verbo modal can para descrever habilidades (no presente e no passado).

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Página: 359 ENSINO FUNDAMENTAL ORALIDADE Práticas de compreensão e produção oral de Língua Inglesa, em diferentes contextos discursivos presenciais ou simulados, com repertório de falas diversas, incluída a fala do professor 2, 4, 5 Usos da Língua Inglesa para convivência e colaboração em sala de aula Práticas investigati vas Estratégias de compreensão de textos orais diversos Produção de textos orais, com mediação do/a professor/a Produção de entrevista oral 347 (EF07LI01*) Interagir em situações de intercâm- bio oral em inglês para realizar as atividades em sala de aula, de forma respeitosa e colabo- rativa, trocando ideias e engajando-se em brin- cadeiras e jogos. (EF07LI02*) Entrevistar os colegas para conhe- cer suas histórias de vida a fim de valorizar e respeitar a diversidade. (EF07LI03) Mobilizar conhecimentos prévios para compreender texto oral. (EF07LI04) Identificar o contexto, a finalidade, o assunto e os interlocutores em textos orais presentes no cinema, na internet, na televisão, entre outros. (EF07LI05*) Compor, em Língua Inglesa, narrativas orais sobre fatos, acontecimentos e personalidades marcantes do passado, utilizando recursos multimodais. EF69LI02IC) Pesquisar, coletar e registrar os diferentes tipos de esportes e lazer existente no seu país/munícipio. (EF69LI06IC) Planejar e elaborar entrevista com pessoas que fazem parte de grupos e movimentos culturais locais. (EF69LI10IC) Definir contexto de produção da entrevista (objetivos, o que se pretende conseguir, porque aquele entrevistado, etc.), levantar informações sobre o entrevistado e seu papel na preservação ambiental na sociedade local. (EF69LI13IC) Pesquisar em diversos veículos e mídias posicionamentos explícitos sobre o efeito causado pelas fake news e cyberbullying na vida das pessoas, buscando exemplos na escola/comunidade e seus impactos na vida social. (EF69LI16IC) Compreender e comparar os benefícios que a alimentação saudável proporciona à vida das pessoas através de debate levantado em sala de aula pelo professor/a. (EF07LI06) Antecipar o sentido global de textos em Língua Inglesa por inferências, com base em leitura rápida, observando títulos, primeiras e últimas frases de parágrafos e palavras-chaves. LEITURA Práticas de leitura de textos diversos em Língua Inglesa (verbais, verbovisuais, multimodais) presentes em diferentes suportes e esferas de circulação. Tais práticas envolvem articulação com 3, 4, 5, 6 Estratégias de leitura Construção do sentido global Objetivos de leitura Leitura compartilha da (EF07LI07) Identificar a(s) informação(ões)-chave de partes de um texto em Língua Inglesa (parágrafos). (EF07LI08) Relacionar as partes de um texto (parágrafos) para construir seu sentido global. (EF07LI09*) Selecionar, em um texto, a informa- ção pertinente ao objetivo da leitura. (EF07LI10) Escolher, em ambientes virtuais, textos em Língua Inglesa, de fontes confiáveis, para estudos/pesquisas escolares.

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Página: 360 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 348 os conhecimentos prévios dos alunos em língua materna e/ou outras línguas (EF07LI11*) Participar de troca de opiniões e in- formações sobre textos de apreciação cultural e sobre personalidades marcantes do passado e da contemporaneidade. EF69LI17IC) Explorar gêneros textuais diversos e ambientes virtuais para construir conhecimentos sobre alimentação saudável e seus benefícios para o desenvolvimento do ser humano. (EF69LI18IC) Identificar grupos alimentares que fazem parte de uma alimentação saudável, desenvolvendo a consciência crítica a respeito dos hábitos alimentares de pessoas da família/comunidade as quais fazem parte. 8º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS OBJETO(S) DE CONHECIM ENTO DIMENSÃO INTERCULT URAL Reflexão sobre aspectos relativos à interação entre culturas (dos alunos e aquelas relacionadas a demais falantes de Língua Inglesa), de modo a favorecer o convívio, o respeito, a superação de conflitos e a valorização da diversidade entre os povos Territorialidade: Aspectos socioculturais do município de Ichu-BA: esporte e lazer; expressões culturais Educação ambiental: Reflexão sobre as práticas cidadãs referentes à interação com o Meio Ambiente Cultura digital: interação em ambientes virtuais Saúde na escola: 1, 5, 6 Construção de repertório artístico- cultural Impacto de aspectos culturais na comunicação HABILID ADES (EF08LI18) Construir repertório cultural por meio do contato com manifestações artístico-culturais vinculadas à Língua Inglesa (Artes Plásticas e Visuais, literatura, música, cinema, dança, festividades, entre outros), valorizando a diversidade entre culturas. (EF08LI19*) Investigar de que forma expres- sões, gestos e comportamentos são interpreta- dos em função de aspectos culturais e étnicos. (EF08LI20*) Examinar fatores que podem impe- dir o entendimento entre pessoas de culturas diferentes que falam a Língua Inglesa como pri- meira, segunda ou língua estrangeira. Importância da prática esportiva como forma de bem-estar individual e coletivo Atividades e manifestações culturais do município Meio ambiente e cidadania Práticas de cyberbullying e fake news recorrentes na interação em ambientes virtuais (EF69LI01IC) Reconhecer a importância da prática esportiva individual e coletiva como forma de bem-estar para o ser humano. (EF69LI04IC) Conhecer as manifestações culturais existentes no município, valorizando as atividades desenvolvidas em cada comunidade. (EF69LI07IC) interpretar textos que tratem de temáticas voltadas ao Meio Ambiente disponíveis em diferentes meios de circulação com o objetivo de despertar a consciência de preservação ambiental. (EF69LI11IC) Entender o impacto da tecnologia no processo de interação das pessoas em ambientes virtuais, incluindo as relações sociais e culturais existentes no município como meio de compreensão para a prática de cyberbullying e fake news.

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Página: 361 Alimentação saudável ENSINO FUNDAMENTAL A prática da alimentação saudável na vida contemporânea ESCRITA Práticas de produção de textos em Língua Inglesa relacionadas ao cotidiano dos alunos, presentes em diferentes suportes e esferas de circulação. Tais práticas envolvem a escrita mediada pelo professor ou colegas e articulada com os conhecimentos prévios dos alunos em língua materna e/ou outras línguas 2, 3, 4, 5 Produção coletiva e / ou individual de textos escritos, com mediação do/a professor/a Revisão de textos escritos com a mediação do/a professor/a e colegas 349 (EF69LI14IC) Investigar e avaliar como ocorre a prática da alimentação saudável na vida contemporânea das pessoas, fazendo um comparativo entre moradores do campo e da cidade. (EF08LI09) Avaliar a própria produção escrita e a de colegas, com base no contexto de comuni- cação (finalidade e adequação ao público, con- teúdo a ser comunicado, organização textual, legibilidade, estrutura de frases). (EF08LI10*) Reconstruir o texto, com cortes, acréscimos, reformulações e correções, para aprimoramento, edição e publicação final em diferentes ambientes virtuais de informação e socialização. (EF08LI11) Produzir textos (comentários em fóruns, relatos pessoais, mensagens instantâ- neas, tweets, reportagens, histórias de ficção, blogues, entre outros), com o uso de estraté- gias de escrita (planejamento, produção de rascunho, revisão e edição final), apontando sonhos e projetos para o futuro (pessoal, da fa- mília, da comunidade ou do planeta). (EF69LI03IC) Fazer uso da língua inglesa para explicitar as informações sobre esporte/lazer coletadas em grupo através de cartaz, slides, explorando as possibilidades de organização gráfica, de suporte e de formato de texto. (EF69LI05IC) Produzir painel utilizando texto escrito e recursos imagéticos para apresentar as manifestações culturais locais. (EF69LI08IC) Produzir coletores seletivos de lixo para uso na escola/comunidade, utilizando a língua inglesa para identificar cada material a ser descartado. (EF69LI09IC) Produzir textos multimodais (cartazes, placas, panfletos, etc.) para veiculação em diferentes locais da comunidade no intuito de despertar o interesse/consciência de preservar o Meio Ambiente. (EF69LI12IC) Utilizar a língua inglesa para produzir textos informativos sobre fake news e cyberbullying com uso de estratégias de escrita (fonte, layout, distribuição das informações, etc.) para informar a comunidade sobre os possíveis riscos na interação em ambientes virtuais. (EF69LI15IC) Elaborar gênero textual escrito em língua inglesa para exemplificação de hábitos alimentares saudáveis, utilizando recursos imagéticos como suporte. (EF08LI12) Construir repertório lexical relati- vo a planos, previsões e expectativas para o futuro.

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Página: 362 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 350 CONHECIMEN TOS LINGUÍSTICO S Práticas de análise linguística para a reflexão sobre o funcionament o da Língua Inglesa, com base nos usos de linguagem trabalhados nos eixos Oralidade, Leitura, Escrita e Dimensão Intercultural 4, 5 ORALIDADE Práticas de compreensão e produção oral de Língua Inglesa em diferentes contextos discursivos presenciais ou simulados, com repertório de falas diversas, incluída a fala do professor 2, 4, 5 Construção de repertório lexical Reflexão e escolhas linguísticas para fins comunicativos, priorizando a inteligibilidade: usos de verbos para indicar futuro, comparativos e superlativos, quantificadores e pronomes relativos Interação discursiva: negociação de sentidos e esclarecimento de mal-entendidos e posicionamento respeitoso em situações de conflitos de opiniões Usos de recursos linguísticos e paralinguísticos no intercâmbio oral Compreensão de textos orais, multimodais, de cunho informativo/ jornalístico Produção de textos orais com autonomia (EF08LI13) Reconhecer sufixos e prefixos co- muns utilizados na formação de palavras em Língua Inglesa. (EF08LI14) Utilizar formas verbais do futuro para descrever planos e expectativas, bem como fazer previsões. (EF08LI15) Utilizar, de modo compreensível, as formas comparativas e superlativas de adjeti- vos para comparar qualidades e quantidades. (EF08LI16) Utilizar, de modo compreensível, some, any, many, much. (EF08LI17) Empregar, de modo claro, os prono- mesrelativos (who, which, that, whose) paracons- truir períodos compostos por subordinação. (EF08LI01) Fazer uso da Língua Inglesa para re- solver mal-entendidos, emitir opiniões e escla- recer informações por meio de paráfrases ou justificativas. (EF08LI02) Explorar e articular o uso de recur- sos linguísticos (frases incompletas, hesita- ções, entre outros) e paralinguísticos (gestos, expressões faciais, entre outros) em situações de interação oral. (EF08LI03) Construir o sentido global de textos orais, relacionando suas partes, o assunto prin- cipal e informações relevantes. (EF08LI04) Utilizar recursos e repertório linguísticos apropriados para informar/comunicar/fa- lar do futuro: planos, previsões, possibilidades e probabilidades. EF69LI02IC) Pesquisar, coletar e registrar os diferentes tipos de esportes e lazer existente no seu país/munícipio. (EF69LI06IC) Planejar e elaborar entrevista com pessoas que fazem parte de grupos e movimentos culturais locais. (EF69LI10IC) Definir contexto de produção da entrevista (objetivos, o que se pretende conseguir, porque aquele entrevistado, etc.), levantar informações sobre o entrevistado e seu papel na preservação ambiental na sociedade local. (EF69LI13IC) Pesquisar em diversos veículos e mídias posicionamentos explícitos sobre o efeito causado pelas fake news e cyberbullying na vida das pessoas, buscando exemplos na escola/comunidade e seus impactos na vida social.

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Página: 363 ENSINO FUNDAMENTAL 351 (EF69LI16IC) Compreender e comparar os benefícios que a alimentação saudável proporciona à vida das (EF08LI05) Inferir informações e relações que não aparecem de modo explícito no texto para construção de sentidos. LEITURA Práticas de leitura de textos diversos em Língua Inglesa (verbais, verbovisuais, multimodais) presentes em diferentes suportes e esferas de circulação. Tais práticas envolvem articulação com os conhecimentos prévios dos alunos em língua materna e/ou outras línguas 3, 4, 5, 6 Construção de sentidos por meio de inferências e reconhecimento de implícitos Leitura de textos de cunho artísticoliterário Reflexão pósleitura (EF08LI06) Apreciar textos narrativos em Lín- gua Inglesa (contos, romances, entre outros, em versão original ou simplificada), como for- ma de valorizar o patrimônio cultural produzi- do em Língua Inglesa. (EF08LI07) Explorar ambientes virtuais e/ou aplicativos paraacessar e usufruir do patrimô- nio artístico-literário em Língua Inglesa. (EF08LI08) Analisar, criticamente, o conteúdo de textos, comparando diferentes perspectivas apresentadas sobre um mesmo assunto. EF69LI17IC) Explorar gêneros textuais diversos e ambientes virtuais para construir conhecimentos sobre alimentação saudável e seus benefícios para o desenvolvimento do ser humano. (EF69LI18IC) Identificar grupos alimentares que fazem parte de uma alimentação saudável, desenvolvendo a consciência crítica a respeito dos hábitos alimentares de pessoas da família/comunidade as quais fazem parte. 9º ANO UNIDADES COMPETÊNCIAS OBJETOS DE HABILIDADES TEMÁTICAS ESPECÍFICAS CONHECIMENTO DIMENSÃO INTERCULT URAL Reflexão sobre aspectos relativos à interação entre culturas (dos alunos e aquelas relacionadas a demais falantes de Língua Inglesa), de modo a favorecer o convívio, o respeito, a superação de conflitos e a valorização da diversidade entre os povos 1, 5, 6 Expansão da Língua Inglesa: contexto histórico A Língua Inglesa e seu papel nos intercâmbios artístico, cultural, científico, econômico e político Construção de identidades no mundo globalizado Importância da prática esportiva como forma de bem-estar individual e coletivo (EF09LI17) Debater sobre a expansão da Língua Inglesa pelo mundo, em função do processo de colonização nas Américas, África, Ásia e Ocea- nia, bem como identificar as influências posi- tivas e negativas da Língua Inglesa em nosso país. (EF09LI18*) Analisar a importância da Língua Inglesa para o desenvolvimento das artes e das ciências (produção, divulgação e discussão de novos conhecimentos), da economia e da polí- tica no cenário mundial. (EF09LI19) Discutir a comunicação intercultu- ral por meio da Língua Inglesa como mecanis- mo de valorização pessoal e de construção de identidades no mundo globalizado. (EF69LI01IC) Reconhecer a importância da prática esportiva individual e coletiva como forma de bem-estar para o ser humano. (EF69LI04IC) Conhecer as manifestações

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Página: 364 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Territorialidade: Aspectos socioculturais do município de IchuBA: esporte e lazer; expressões culturais Atividades e manifestações culturais do município Meio ambiente e cidadania Educação ambiental: Reflexão sobre as práticas cidadãs referentes à interação com o Meio Ambiente Práticas de cyberbulling e fake news recorrentes na interação em ambientes virtuais Cultura digital: interação em ambientes virtuais A prática da alimentação saudável na vida contemporânea Saúde na escola: Alimentação saudável ESCRITA Práticas de produção de textos em Língua Inglesa relacionados ao cotidiano dos alunos presentes em diferentes suportes e esferas de circulação. Tais práticas envolvem a escrita mediada pelo professor ou colegas e articulada com os conhecimentos prévios dos alunos em língua materna e/ou outras línguas 2, 3, 4, 5 Pré-escrita: construção da argumentação e da persuasão Produção de textos escritos, com mediação do(a) professor(a)/colegas culturais existentes no município, valorizando as atividades desenvolvidas em cada comunidade. (EF69LI07IC) interpretar textos que tratem de temáticas voltadas ao Meio Ambiente disponíveis em diferentes meios de circulação com o objetivo de despertar a consciência de preservação ambiental. (EF69LI11IC) Entender o impacto da tecnologia no processo de interação das pessoas em ambientes virtuais, incluindo as relações sociais e culturais existentes no município como meio de compreensão para a prática de cyberbullying e fake news. (EF69LI14IC) Investigar e avaliar como ocorre a prática da alimentação saudável na vida contemporânea das pessoas, fazendo um comparativo entre moradores do campo e da cidade. (EF09LI10) Propor potenciais argumentos para expor e defender ponto de vista em texto es- crito, refletindo sobre o tema proposto e pes- quisando dados, evidências e exemplos para sustentar os argumentos, organizando-os em sequência lógica. (EF09LI11) Utilizar recursos verbais e não ver- bais para construção da persuasão em textos da esfera publicitária, de forma adequada ao contexto de circulação (produção e com- preensão). (EF09LI12) Produzir textos (infográficos, fóruns de discussão on-line, fotorreportagens, cam- panhas publicitárias, memes, entre outros) so- bre temas de interesse coletivo local ou global, que revelem posicionamento crítico. (EF69LI03IC) Fazer uso da língua inglesa para explicitar as informações sobre esporte/lazer coletadas em grupo através de cartaz, slides, explorando as possibilidades de organização gráfica, de suporte e de formato de texto. (EF69LI05IC) Produzir painel utilizando texto escrito e recursos imagéticos para apresentar as manifestações culturais locais. (EF69LI08IC) Produzir coletores seletivos de lixo para uso na escola/comunidade, utilizando a língua inglesa para identificar cada material a ser descartado. (EF69LI09IC) Produzir textos multimodais (cartazes, placas, panfletos, etc.) para veiculação em diferentes locais da comunidade no intuito de despertar o interesse/consciência de preservar o Meio Ambiente. 352

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Página: 365 ENSINO FUNDAMENTAL (EF69LI12IC) Utilizar a língua inglesa para produzir textos informativos sobre fake news e cyberbullying com uso de estratégias de escrita (fonte, layout, distribuição das informações, etc.) para informar a comunidade sobre os possíveis riscos na interação em ambientes virtuais. (EF69LI15IC) Elaborar gênero textual escrito em língua inglesa para exemplificação de hábitos alimentares saudáveis, utilizando recursos imagéticos como suporte. CONHECIMEN TOS LINGUÍSTICO S Práticas de análise linguística para a reflexão sobre o funcionament o da Língua Inglesa, com base nos usos de linguagem trabalhados nos eixos Oralidade, Leitura, Escrita e Dimensão intercultural 4, 5 Construção de repertório lexical: usos de linguagem em meio digital e conectores Reflexão e escolhas linguísticas para fins comunicativos, priorizando a inteligibilidade: orações condicionais, verbos modais (EF09LI14) Utilizar conectores indicadores de adição, condição, oposição, contraste, conclu- são e síntese como auxiliares na construção da argumentação e intencionalidade discursiva. (EF09LI15) Empregar, de modo inteligível, as formas verbais em orações condicionais dos tipos 1 e 2 (If-clauses). (EF09LI16) Empregar, de modo inteligível, os verbos should, must, have to, may e might para indicar recomendação, necessidade ou obriga- ção e probabilidade. (EF09LI01) Fazer uso da Língua Inglesa para expor pontos de vista, argumentos e contra-argumentos, considerando o contexto e os re- cursos linguísticos voltados para a eficácia da comunicação. ORALIDADE Práticas de compreensão e produção oral de Língua Inglesa em diferentes contextos discursivos presenciais ou simulados, com repertório de falas diversas, incluída a fala do professor (EF09LI13) Reconhecer, nos novos gêneros digitais (blogues, mensagens instantâneas, tweets, entre outros), novas formas de escrita (abreviação de palavras, palavras com combi- nação de letras e números, pictogramas, sím- bolos gráficos, entre outros) na constituição das mensagens. 2, 4, 5 Usos da Língua Inglesa: persuasão Compreensã o de textos orais, multimodais , de cunho argumentati vo Produção de textos orais com autonomia Produção de entrevista oral (EF09LI01BA) Apreciar, com respeito, o discurso do outro. (EF09LI02) Compilar as ideias-chave de textos por meio de tomada de notas. (EF09LI03) Analisar posicionamentos defendi- dos e refutados em textos orais sobre temas de interesse social e coletivo. (EF09LI02BA) Planejar apresentações orais para propor soluções para situaçõesproblema. (EF09LI04) Expor resultados de pesquisa ou es- tudo com o apoio de recursos, tais como notas, gráficos, tabelas, entre outros, adequando as estratégias de construção do texto oral aos ob- jetivos de comunicação e ao contexto. EF69LI02IC) Pesquisar, coletar e registrar os diferentes tipos de esportes e lazer existente no seu país/munícipio. 353

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Página: 366 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 354 (EF69LI06IC) Planejar e elaborar entrevista com pessoas que fazem parte de grupos e movimentos culturais locais. (EF69LI10IC) Definir contexto de produção da entrevista (objetivos, o que se pretende conseguir, porque aquele entrevistado, etc.), levantar informações sobre o entrevistado e seu papel na preservação ambiental na sociedade local. (EF69LI13IC) Pesquisar em diversos veículos e mídias posicionamentos explícitos sobre o efeito causado pelas fake news e cyberbullying na vida das pessoas, buscando exemplos na escola/comunidade e seus impactos na vida social. (EF69LI16IC) Compreender e comparar os benefícios que a alimentação saudável proporciona à vida das pessoas através de debate levantado em sala de aula pelo professor/a. LEITURA Práticas de leitura de textos diversos em Língua Inglesa (verbais, verbovisuais, multimodais) presentes em diferentes suportes e esferas de circulação. Tais práticas envolvem articulação com os conhecimentos prévios dos alunos em língua materna e/ou outras línguas 3, 4, 5, 6 Estratégias de leitura: recursos de persuasão e argumentação Práticas de leitura: informações em ambientes virtuais Reflexão pósleitura (EF09LI05) Identificar e analisar recursos de persuasão (escolha e jogo de palavras, uso de cores e imagens, tamanho de letras), utiliza- dos nos textos publicitários e de propaganda, como elementos de convencimento. (EF09LI06) Distinguir fatos de opiniões em tex- tos argumentativos da esfera jornalística. (EF09LI07) Identificar argumentos principais e as evidências/exemplos que os sustentam. (EF09LI08) Explorar ambientes virtuais de infor- mação e socialização, analisando a qualidade e avalidade das informações veiculadas. (EF09LI09) Compartilhar, com os colegas, a lei- tura dos textos escritos pelo grupo, valorizan- do os diferentes pontos de vista defendidos, com ética e respeito. EF69LI17IC) Explorar gêneros textuais diversos e ambientes virtuais para construir conhecimentos sobre alimentação saudável e seus benefícios para o desenvolvimento do ser humano. (EF69LI18IC) Identificar grupos alimentares que fazem parte de uma alimentação saudável, desenvolvendo a consciência crítica a respeito dos hábitos alimentares de pessoas da família/comunidade as quais fazem parte.

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Página: 367 ENSINO FUNDAMENTAL 7.3. ÁREA DE MATEMÁTICA – TEXTO INTRODUTÓRI O 355 O Currículo Baiano da área de Matemática propõe a ampliação e o aprofundamento das aprendizagens essenciais desenvolvidas até o 9º ano do Ensino Fundamental. A presente proposta considera que a sociedade contemporânea, ao realizar ações das mais simples até aquelas que envolvem conceitos científicos e tecnológicos, utiliza conhecimentos matemáticos que vão sendo construídos historicamente pelas necessidades diárias dos indivíduos. Nessa perspecti- va, para que a escola acompanhe a história da civilização, ou seja, o processo de desenvolvimento humano que se encontra ancorado no contexto da resolução de situações-problema, deve-se conceber uma nova dinâmica para a mobilização de saberes matemáticos intrinsecamente ligados a uma realidade sociocultural. Para tanto, colocam-se em jogo, de modo mais inter-relacionado, os conhecimentos já explorados na etapa anterior, de modo a possibilitar que os estudantes construam uma visão mais integrada da Matemática, ainda na perspectiva de sua aplicação à realidade. Assim, cada escola deve ser suficientemente flexível para contemplar os estudantes de diferentes níveis de habilidade e deve espelhar-se em suas necessidades – entre estas figuram experiências matemáticas significativas e interessantes sobre outras áreas de aprendizagem. Além disso, deve oportunizar a compreensão da necessidade de continuarem estudando Matemática além dos muros da escola; e uma formação como sujeitos alfabetizados matematicamente, capazes de fazer uso social das habilidades e competências construídas no Ensino Fundamental. Pensar na contribuição da Matemática na construção do Currículo por Competência tem sido um desafio para os educadores do mun- do contemporâneo. Desenvolvida a partir das civilizações mediter râneas, desde egípcios, babilônicos, hebreus, gregos e romanos, e que, a partir do século XVI, passou a todas as regiões do planeta, a Matemática não nasceu como ela se apresenta hoje. Ela nasceu do esforço de lidar com questões do dia a dia, formalizando as ideias matemáticas, das práticas sociais, da relação do homem como seu meio e da necessidade de resolver problemas postos em seu contexto de vida, valorizando o conhecimento preexistente ao ingres- sar na escola. O currículo ora proposto visa proporcionar ao estudante uma Educação Matemática tanto adequada, do ponto de vista escolar, quan- to socialmente relevante. A importância da Matemática deve ser vista como processo de construção de conhecimento, favorecido mediante a estimulação da investigação e participação dos alunos, o qual possa estar relacionado aos avanços tecnológicos, social e cultural da história da humanidade, seja por sua grande aplicação

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Página: 368 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 356 na sociedade contemporânea, seja pelas suas potencialidades na formação de cidadãos críticos, cientes de suas responsabilidades. A Matemática e a língua materna – entendida aqui como a primeira língua que se aprende – têm sido as disciplinas básicas na consti- tuição dos currículos escolares, em todas as épocas e culturas, ha- vendo um razoável consenso ao fato de que, sem o desenvolvimen- to adequado de tal eixo linguístico/lógico-matemático, a formação pessoal não se completa. Portanto, os documentos que vislumbram seu funcionamento de- vem contemplar o presente e olhar para o futuro. E, nesse olhar para o futuro, espera-se que a escola, paralelamente ao ensino dos conteúdos escolares, esteja apta para habilitar os jovens estudan- tes com competências que lhes permitam trabalhar em equipe e intervir de forma crítica, consciente e autônoma. Ou seja, exige-se a elaboração de um Currículo por Competência, aqui proposto, que possa oferecer uma educação de qualidade para todos: uma edu- cação plural, democrática, inclusiva e hábil na construção de uma sociedade baseada em valores de cooperação, parceria e solidarie- dade. No entanto, esse referencial só terá significado se todos os atores implicados no processo educativo apropriarem-se dele. É imprescindível destacar que as competências gerais da Educação Básica, apresentadas a seguir, inter-relacionam-se e desdobram-se no tratamento didático proposto para as três etapas da Educação (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio). Elas estão organizadas e relacionam-se, de modo progressivo, para culminar no desenvolvimento das dez competências gerais apontadas pela BNCC, que são: 1. 2. 3. 4. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construí- dos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem pró- pria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conheci- mentos das diferentes áreas. Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e cultu- rais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural. Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e

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Página: 369 ENSINO FUNDAMENTAL 357 científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo. 5. Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informa- ção e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva. 6. Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade. 7. Argumentar com base em fatos, dados e informações confiá- veis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos huma- nos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta. 8. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecen- do suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas. 9. Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza. 10. Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilida- de, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sus- tentáveis e solidários. É importante destacar que essas competências articulam-se na construção de conhecimentos, no desenvolvimento de habilidades e na formação de atitudes e valores, nos termos da LDB. A escola é um espaço onde inúmeras pessoas interagem com intencionalidades e responsabilidades definidas. Essa organização constitui um ambiente de aprendizagem, cuja atmosfera pode propiciar uma vivência do que queremos como sociedade: um espaço de igualdade, acolhedor da diversidade, onde o conhecimento e as relações interpessoais favorecem a inserção e um olhar amplo para o que acontece no mundo.

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Página: 370 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 358 Para que haja avanço e ampliação dos esquemas mentais, da rede de conhecimentos, na qual essa organização do ambiente de aprendizagem possa fluir naturalmente, é papel do(da) professor(a) propor atividades que gerem conflitos para que os alunos compreendam as ligações entre os conteúdos, valorizando sempre a construção do conhecimento significativo. Dentre as inúmeras atividades, a Matemática é privilegiada com brincadeiras, jogos e problemas, além de muitas outras atividades que auxiliam no desenvolvimento integral da criança, possibilitando observar, refletir, interpretar, levantar hipóteses, procurar e descobrir explicações ou soluções, expressar ideias e sentimentos – são desafios essenciais a serem propostos no processo educativo. A transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental requer uma atenção singular e especial, visto que as aprendizagens e o desenvolvimento das crianças têm como eixos estruturantes as interações e a brincadeira, assegurando-lhes os direitos de conviver, brincar, participar, explorar, expressar-se e conhecer-se. Nessa proposta, o DCRB traz a alfabetização e o letramento matemático em todos os momentos das unidades temáticas como eixos estruturantes e como aspectos transversais no Ensino Fundamen- tal. A alfabetização matemática é o processo de aprendizagem do sistema da escrita numérica na qual se desenvolve a habilidade de ler e escrever matematicamente. O letramento matemático constitui-se no processo de apropriação do uso competente da leitura e da escrita nas práticas sociais. Esse letramento expressa uma ideia social de leitura e escrita, na qual os sujeitos compreendem os números no seu cotidiano, por meio da interação com o meio e com os outros e das experiências das situações vivenciadas. Esse é o caminho que o DCRB pretende potencializar junto com a BNCC, que traz na sua proposta o foco do que precisa ser desenvolvido no aluno, para que o conhecimento matemático seja uma ferramenta para ler, compreender e transformar a realidade. Assim, propõe-se um compromisso muito forte com o letramento matemático, definido como as competências e habilidades de raciocinar, representar, comunicar e argumentar matematicamente, de modo a favorecer o estabelecimento de conjecturas, a formulação e a resolução de problemas em uma variedade de contextos, utilizando conceitos, procedimentos, fatos e ferramentas matemáticas. O desenvolvimento dessas habilidades está intrinsecamente relaciona- do a algumas formas de organização da aprendizagem matemática, com base na análise de situações da vida cotidiana, de outras áreas do conhecimento e da própria Matemática.

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Página: 371 ENSINO FUNDAMENTAL 359 Os processos matemáticos de resolução de problemas, de investigação, de desenvolvimento de projetos e da modelagem podem ser citados como formas privilegiadas da atividade matemática, motivo pelo qual são, ao mesmo tempo, objeto e estratégia para a aprendizagem ao longo de todo o Ensino Fundamental dos Anos Iniciais ou Finais. Tais processos são potencialmente ricos para o desenvolvimento de competências fundamentais para a alfabetização e o letramento matemático. Para o desenvolvimento de competências e habilidades matemáticas, como resolver problemas não somente escolares, mas também de práticas cotidianas e sociais, tais como: ler gráficos e tabelas, interpretar contas de água, luz, telefone, entre outras ações que dependem de conhecimentos relacionados aos diferentes usos socioculturais da Matemática, e propor um currículo que seja vivo no sentido de valorizar, principalmente, os processos de ensino e aprendizagem de Matemática, que acontecem em diversas situações e em múltiplos ambientes, desde o convívio em casa até os grupos sociais – escola, parque, igrejas etc. Sobre isso, a BNCC (BRASIL, 2017, p. 118) aborda que o currículo de Matemática deve aproximar as temáticas de Matemática ao universo da cultura, das contextualizações [...]. Não podemos negar a relevância da escola a partir das atividades em sala de aula realizadas pelos professores e alunos, pois é na es- cola que acontecem as interações/mediações que possibilitam a consolidação do aprendizado, possibilitando o desenvolvimento do sujeito aprendiz como capaz de raciocinar, analisar, deduzir, criar, resolver situações e buscar estratégias inovadoras. Assim, no intuito de acontecer a construção de conhecimento do aluno a partir do fazer matemático, é necessário gerar em sala de aula uma prática de produção em que os alunos se apropriem não só dos saberes, mas também vivenciem uma abordagem efetiva dos saberes matemáticos presentes no contexto cultural, em especial da cultura baiana, recuperando e valorizando as tradições cultu- rais, festividades, história de cada região do nosso estado, além dos patrimônios histórico e artístico encontrados em todos os entor- nos das escolas baianas. Nos dias atuais, há uma grande necessidade de que os(as) professores(as) desenvolvam competências profissionais para preparar os alunos em uma formação crítico-social. Para tanto, é preciso substituir as formas tradicionais de ensino por aprendizagens ati- vas que tornem o aluno protagonista do seu próprio processo de ensinoaprendizagem, valendo-se dos recursos didático-pedagó- gicos presentes no cotidiano. Deve-se buscar, então, a autonomia

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Página: 372 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 360 intelectual dos alunos, por meio de atividades planejadas pelo professor, para promover o uso de diversas habilidades de pensamento, como interpretar, analisar, sintetizar, classificar, relacionar e comparar, como possibilidade de desenvolver o processo de aprendizagem que foca uma formação crítica de estudantes e profissionais voltada para uma inserção consciente no mundo cultural e social. Tal processo formativo deve favorecer a autonomia do educando, despertando-lhe a curiosidade, estimulando tomadas de decisões individuais e coletivas advindas das atividades essenciais da prática social e em contextos do estudante. Pensar nessa transição requer propostas inovadoras que possam auxiliar o fazer pedagógico de cada unidade escolar a ter um olhar mais criterioso em relação às escolhas das temáticas das tendên- cias em Educação Matemática e a sua aplicação como proposta metodológica para o ensino dessa disciplina; deve-se identificar, no contexto de sua aplicabilidade, quais são as contribuições que ela proporciona no processo de promoção da cidadania e inclusão so- cial, por meio do desenvolvimento de competências e habilidades que permitam aprender e continuar aprendendo, para compreen- der, questionar, interagir e tomar decisões. O currículo por competência em Matemática que está sendo abordado neste material não é recente. Desde a década de 1990, ele vem se fortalecendo no campo pedagógico brasileiro. As competên- cias são definidas neste documento como “a capacidade do sujeito de mobilizar saberes, conhecimentos, habilidades e atitudes para resolver problemas e tomar decisões adequadas” (ZABALA, 1998); além disso, podem ser entendidas como capacidade de mobilizar recursos intelectuais/cognitivos para solucionar situações com pertinência (GENTILE; BENCINI, 2005). Já para Perrenoud (1999), as competências elementares a serem desenvolvidas na escola têm relação com os programas escolares e com os saberes de natureza disciplinar, exigindo noções e conheci- mentos de Matemática, Língua Portuguesa, Artes, Educação Física, Língua Inglesa, Ciências, História e Geografia. Por outro lado, as habilidades estão relacionadas ao saber fazer, em uma dimensão mais técnica, e são necessárias para a consolidação de uma com- petência. Nesse sentido, os eixos temáticos presentes na organização cur ricular por competência desta proposta aspiram a ser orientado- res da formação de competências e habilidades, além de realizar aproximações com os objetos de conhecimentos referenciais para a formação dos estudantes em cada nível do Ensino Fundamen- tal, colaborando com a organização conceitual e prática do que

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Página: 373 ENSINO FUNDAMENTAL 361 se considera essencial nas escolhas pedagógicas para cada ano. O fundamento do “Currículo por Competências” é a redefinição do sentido dos conteúdos de ensino, de modo a atribuir sentido práti- co aos saberes escolares. Vivemos hoje na era da tecnologia e da informação; nunca se produziu e se consumiu tanto conteúdo na história da humanidade, em todos os níveis e áreas da sociedade. Isso se deve à facilidade que temos em acessar essas informações e conteúdos, principalmente depois do surgimento e da expansão da internet. Várias ferramen- tas tecnológicas estão disponíveis para as escolas adaptarem-se ao mundo moderno e incorporarem novos métodos de ensino que possam melhorar o processo de ensino e aprendizagem e a prática da interdisciplinaridade. Uma das ferramentas que vem apresen- tando destaque é a robótica educacional, que desperta o interesse dos alunos, uma vez que eles podem explorar novas ideias e desco- brir novos caminhos na aplicação de conceitos adquiridos em sala de aula e na resolução de problemas, desenvolvendo a capacidade de elaborar hipóteses, investigar soluções, estabelecer relações e tirar conclusões. Nesse cenário, a escola teve que (ou deve) mudar seu posicionamento. Antes dessa revolução da informação em nossa sociedade, a escola era tida como responsável pela disseminação de conteúdos. Isso já não faz mais sentido, uma vez que os alunos têm acesso aos conteúdos, independentemente da escola, podendo, ainda, visuali- zálos e consumi-los na quantidade, velocidade e no momento que desejarem. Portanto, a escola deve focar seu trabalho em competências e ha bilidades para preparar o jovem para lidar com situações de seu cotidiano e ser capaz de resolver problemas reais. Essa postura demonstra ainda alinhamento com as tendências educacionais que enfatizam a importância de colocar o aluno como protagonista, sendo um agente ativo em seu processo de ensino e aprendizagem, por meio, por exemplo, de atividades educativas extraclasses. Nes- se sentido, o conjunto de competências e habilidades básicas que transitam pelo direito de aprendizagem construído a partir da prá- tica, argumentação, reflexão e produção de conhecimento. O DCRB traz na sua proposta um olhar para a transição entre as competências gerais, competências específicas e habilidades que possa criar elos que ajudarão a desenvolver e substanciar, no âm- bito pedagógico, os direitos de aprendizagem e desenvolvimen- to para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho. As competências gerais apontam caminhos do aprendizado, avançam no campo das

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Página: 374 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL FIGURA 8 Transição entre as Competências Gerais, Competências Específicas da Matemática e as Habilidades Fonte: Elaboração dos redatores do Componente Curricular de Matemática (2018). 1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. 362 socioemocionais e norteiam o trabalho das escolas e dos professo- res em todos os anos e componentes curriculares, desenvolvendo, efetivamente, conhecimentos, habilidades e atitudes que vão se conectando com as habilidades referentes às áreas do conhecimen- to, impactando não apenas o currículo, mas processos de ensino e aprendizagem, gestão, formação de professores e avaliação. 5. Utilizar processos e ferramentas matemáticas, inclusive tecnologias digitais disponíveis, para modelar e resolver problemas cotidianos, sociais e de outras áreas de conhecimento, validando estratégias e resultados. Dessa forma, a escola deve pensar práticas pedagógicas com o objetivo de desenvolver as habilidades dos estudantes. A evolução das competências será fruto da mobilização dessas habilidades com o objetivo de resolver problemas e desafios. Os conteúdos matemáticos recomendados por grande parte dos educadores matemáticos para a Educação Básica abrangem o desenvolvimento de habilidades de resolução de problemas envolvendo as operações fundamentais da Matemática, o raciocínio algébrico, o estabelecimento de relações, o reconhecimento de proporcionalidades e várias outras. Essas habilidades são importantes, não somente para a trajetória escolar, mas para o próprio cotidiano da vida moderna. No Ensino Fundamental, a escola precisa potencializar o estudante para entender como a Matemática é aplicada em diferentes situa- ções, dentro e fora da escola. Na aula, o contexto pode ser puramen- te matemático, ou seja, não é necessário que a questão apresentada seja referente a um fato cotidiano. O importante é que os procedi- mentos sejam inseridos em uma rede de significados mais ampla na qual o foco não seja o cálculo em si, mas as relações que ele permite estabelecer entre os diversos conhecimentos que o aluno já tem.

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Página: 375 ENSINO FUNDAMENTAL 363 Nossa expectativa é oferecer condições para que o aluno compreenda a Matemática em diferentes situações. Evidencia-se, assim, a importância do conhecimento matemático como linguagem que, no diálogo com outros conhecimentos, amplia a compreensão do homem em relação ao mundo físico e social, aspecto que permite a resolução de situações-problema e a transformação da realidade. Ao tratar da Matemática como componente curricular, este documento propõe cinco unidades temáticas correlacionadas, que orientam a formulação de habilidades a serem desenvolvidas ao longo do Ensino Fundamental: Números, Álgebra, Geometria, Grandezas e Medidas, Estatística e Probabilidade, as quais organizam os objetos de conhecimento (conteúdos, conceitos e processos) relacionados às suas respectivas habilidades (aprendizagens essenciais que devem ser asseguradas aos estudantes nos diferentes contex- tos escolares). As expectativas de aprendizagens aumentam a cada nova etapa, bem como as habilidades que se espera desenvolver a partir do conhecimento construído em sala de aula. Números A unidade temática Números pressupõe o desenvolvimento do pensamento numérico, que engloba a noção de número, de contagem, de ideia de quantidade, de escrita numérica e de notações matemá- ticas. As atividades cotidianas estão permeadas pelas diversas representações do número nos vários contextos em que ele aparece. Logo, é imprescindível a assimilação dos conceitos e a realização de procedimentos que os envolvam, no intuito de que os aprendizes possam perceber a Matemática como parte integrante da sua vida, e não como objeto de estudo exclusivo da escola. Para essa temática, é desejável que o(a) professor(a) desenvolva sequências didáticas que permitam ao estudante estender conhecimentos e procedimentos já adquiridos anteriormente, amplian- doos em complexidade. A ideia central aqui proposta é a de uma mediação que o(a) conduza à construção e à coordenação do pensamento lógico-matemático, sem deixar de lado aspectos importantes como a criatividade e a intuição, bem como a capacidade de análise e de crítica que, juntas, constituem um marco referencial para a interpretação de fatos e conceitos. No Ensino Fundamental I, é imprescindível preparar os alunos para ler, escrever e ordenar números naturais e racionais positi- vos, de modo que sejam capazes de identificar e compreender as características inerentes a cada sistema, como o valor posicional dos algarismos à esquerda ou à direita da unidade, por exemplo.

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Página: 376 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 364 O DCRB prevê que, nesse processo, os alunos também aprendam a argumentar, justificando os procedimentos utilizados para a resolução de uma dada questão, e a avaliar se os resultados encontrados deram conta do problema proposto, realizando cálculos, lançando mão de diferentes estratégias, seja por estimativas ou cálculo men- tal, seja por meio de aplicação de algoritmos. Já no Ensino Fundamental II, espera-se que o aluno possa resol- ver problemas com números naturais e racionais positivos envol- vendo as operações fundamentais. Nesse segmento, os alunos de- vem ser provocados a lidar, prioritariamente, com situações que só possam ser representadas pelos números negativos e irracionais, abrangendo significados mais abstratos para o conceito de número. Precisam estar capacitados também para reconhecer, comparar e ordenar números reais, relacionando-os com pontos na reta nu- mérica. Nessa fase, os alunos também devem dominar o cálculo de porcentagem, juros, descontos e acréscimos, prevendo o estudo de conceitos básicos de economia e finanças, com o foco na educação financeira dos alunos. Álgebra A inserção da temática Álgebra sistematiza o que já constava em outras recomendações, como os Parâmetros Curriculares Nacio- nais (PCN). Nos PCN, o pensamento algébrico estava em algumas propostas, principalmente em Números. Agora é um eixo desta- cado, com uma unidade específica, a ideia é organizar de maneira mais coesa os objetivos de aprendizagem ao longo do Ensino Fundamental e melhorar a aprendizagem. É de fundamental importância que os alunos compreendam os procedimentos utilizados, em vez de apenas memorizá-los. Sendo assim, é preciso propor atividades que contribuam com o entendimento de igualdade, estabelecendo relações e comparações entre quantidades conhecidas e desconhecidas, como também tentar expressar alguns significados para uma expressão algébrica. Os professores do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental que se aventurarem a ler o texto da Base podem se assustar com uma nova unidade temática que só costumava surgir a partir do 6º ano: o eixo da Álgebra. Para muitos, tais conteúdos significam equações e sentenças com números e letras misturados, porém não é só isso. “Não falamos em adiantar as relações de abstração entre números e letras, mas em trabalhar o pensamento algébrico”, explica o pro- fessor Ruy Pietropaolo, um dos autores do texto final da BNCC. Isso significa “olhar para a aritmética com mais ênfase na maneira de

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Página: 377 ENSINO FUNDAMENTAL 365 pensar do que na técnica e no procedimento de cálculo”. Ou seja: é mais importante que as crianças pensem sobre o que está por trás das operações matemáticas do que apenas memorizar o uso dos algoritmos. No entanto, no Ensino Fundamental II, a ideia é desenvolver o pensamento algébrico e organizar de maneira mais coesa os objetivos de aprendizagem ao longo do Ensino Fundamental, melhorando a aprendizagem. Segundo a BNCC, as ideias matemáticas fundamentais vinculadas a essa unidade são equivalência, variação, interdependência e proporcionalidade (BRASIL, 2017). Os conteúdos dessa unidade temática devem preparar o aluno para perceber regularidades e padrões de sequências numéricas e não numéricas, para interpretar representações gráficas e simbólicas e para resolver problemas por meio de equações e inequações. É de fundamental importância que os alunos compreendam os procedimentos utilizados, em vez de apenas memorizá-los. Sendo assim, é preciso propor atividades que contribuam com o entendimento de igualdade, estabelecendo relações e comparações entre quantidades conhecidas e desconhecidas, como também tentar expressar alguns significados para uma expressão numérica, para equações e para inequações. É importante também que os alunos compreendam os diferentes significados das variáveis numéricas em uma expressão, que sejam capazes de estabelecer a generalização de uma propriedade, investigar a regularidade de uma sequência, indicar um valor desconhecido em uma sentença algébrica e ainda indicar a variação entre duas grandezas. Assim, o aluno precisa dominar os conhecimentos algébricos a ponto de estabelecer conexões entre variável e fun- ção, entre incógnita e equação e entre parâmetro e fórmula. Tam- bém devem ser preparados para aplicar as técnicas de resolução de equações e inequações, inclusive no plano cartesiano. A unidade permite trabalhar, ainda, com o desenvolvimento do pensamento computacional dos alunos e, em especial, com a linguagem algorítmica, reconhecendo que o conceito de variável e a estrutura lógica operacional própria dos algoritmos podem ser transportados para a resolução de problemas modelados pela linguagem algébrica. Geometria A Geometria é uma das unidades temáticas que devem ser desenvolvidas no decorrer dos Anos Iniciais do Ensino Fundamen- tal. As ideias matemáticas fundamentais associadas a essa temá- tica devem envolver o estudo de um amplo conjunto de conceitos

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Página: 378 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 366 e procedimentos necessários para resolver problemas do mundo físico e de diferentes áreas do conhecimento. Espera-se que os alunos identifiquem e estabeleçam pontos de referência para a lo- calização e o deslocamento de objetos, construam representações de espaços conhecidos e estimem distâncias, usando, como supor- te, mapas (em papel, tablets ou smartphones), croquis e outras re- presentações. Em relação às formas, espera-se que os estudantes indiquem características das formas geométricas tridimensionais e bidimensionais, associem figuras espaciais a suas planificações e vice-versa. Espera-se, também, que nomeiem e comparem polígonos, por meio de propriedades relativas aos lados, vértices e ângulos. O estudo das simetrias deve ser iniciado por meio da manipulação de representações de figuras geométricas planas em quadriculados ou no plano cartesiano e com recurso de softwares de geometria dinâmica. As ideias matemáticas fundamentais – associadas à unidade temática, Geometria, para o Ensino Fundamental II – devem envolver o estudo de um amplo conjunto de conceitos e procedimentos necessários para resolver problemas do mundo físico e de diferentes áreas do conhecimento. O esperado é que alguns dos objetos de conhecimento da unidade temática, como posição e deslocamen- tos no espaço, formas e relações entre elementos de figuras planas e espaciais, ajudem o aluno a desenvolver o raciocínio necessário para investigar propriedades, fazer conjecturas e produzir argu- mentos a partir dos conhecimentos de geometria. O eixo também deve contemplar o trabalho com as transformações geométricas e as habilidades de construção, representação e interdependência. Prevê, também, que os alunos sejam preparados para analisar, transformar, ampliar e reduzir figuras geométricas planas, para perceber seus elementos variantes e invariantes, e, a partir desse estudo, evoluir para os conceitos de congruência e semelhança. O conteúdo também deve contribuir para a formação do raciocínio hipotético-dedutivo. É igualmente relevante, nas aulas de geome- tria, que a ideia de coordenadas seja ampliada para as represen- tações no plano cartesiano, o que exigirá conhecimentos prévios envolvendo a ampliação dos conjuntos numéricos e de suas repre- sentações na reta numérica. Grandezas e Medidas As medidas quantificam grandezas do mundo físico e são funda mentais para a compreensão da realidade. As grandezas e medidas de que tratamos referem-se à medição do tempo, do comprimento, da capacidade, da massa e da superfície. Tais conhecimentos estão

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Página: 379 ENSINO FUNDAMENTAL 367 articulados com as diversas tarefas cotidianas e, quanto maior o contato com estas medidas, maiores são as possibilidades de o estudante aprendê-los de forma significativa. Assim, a unidade temá- tica Grandezas e Medidas, ao propor o estudo das medidas e das relações entre elas – ou seja, das relações métricas –, favorece a integração da Matemática a outras áreas de conhecimento, como Ciências (densidade, grandezas e escalas do Sistema Solar, energia elétrica etc.) ou Geografia (coordenadas geográficas, densidade demográfica, escalas de mapas e guias etc.). Essa unidade temática contribui ainda para a consolidação e ampliação da noção de número, a aplicação de noções geométricas e a construção do pensamento algébrico. A estruturação didática para esse eixo deve possibilitar a compreensão de que o processo de medição nada mais é que a compa- ração entre uma unidade (convencionada, arbitrária) e aquilo que se pretende medir. Aqui, é fundamental que o professor proponha situações que envolvam medições efetivas contextualizadas com problemas pertinentes à realidade do estudante, tais como utiliza- ção de instrumentos não convencionais para medição (pés, palmos ou outras partes do corpo); uso do calendário para localizar datas e eventos de longa duração; leitura das horas em diferentes tipos de relógio; proposição de problemas que os estudantes possam resol- ver por comparação direta e indireta; apresentação de situações-problema do cotidiano social/escolar, como alterações estruturais na sala de aula (troca do quadro ou de um vidro quebrado etc.); promoção de atividades práticas como: registrar o horário de início e do término das aulas e calcular a duração da permanência dos estudantes na escola; fazer o mesmo com o horário de dormir e de acordar, com abordagem interdisciplinar a partir de jogos. A expec- tativa é que os estudantes reconheçam que medir é comparar uma grandeza com uma unidade e expressar o resultado da comparação por meio de um número. No Ensino Fundamental II, os alunos devem ser preparados para relacionar comprimento, área, volume e abertura de ângulo com figuras geométricas e para resolver problemas usando unidades de medida padronizadas. Compreendam que uma mesma medida pode ser expressa por valores diferentes e que, quando usamos medidaspadrão (centímetros ou metros, por exemplo), existe uma relação de proporção entre elas. O terceiro ponto importante é a relação de medidas entre grandezas diferentes, como capacidade (medida em unidades cúbicas) e volume (medida em litros). As ex- pressões de cálculo de áreas de quadriláteros, triângulos e círculos e de volumes de prismas e cilindros são outros conteúdos que o professor precisa desenvolver com a turma nessa fase do ensino. A unidade também abre espaço para o trabalho com a linguagem

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Página: 380 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 368 computacional, a partir do estudo de medidas de capacidade de armazenamento de computadores como grandeza (a exemplo dos quilobytes, megabytes etc.). Probabilidade e Estatística Considerando que as pessoas precisam compreender as informações que estão à sua volta, a temática Probabilidade e Estatística pretende contribuir para que o estudante interprete e compreenda representações visuais expressas por meio de gráficos e tabelas. Ela propõe a abordagem de conceitos, fatos e procedimentos presentes em muitas situações-problema da vida cotidiana, das ciências e da tecnologia. Isso inclui raciocinar e utilizar conceitos, representa ções e índices estatísticos para descrever, explicar e predizer fenômenos. No que concerne ao estudo de noções de probabilidade, a finalidade, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, é promover a compreensão de que nem todos os fenômenos são determinísticos. Para isso, o início da proposta de trabalho com probabilidade está centrado no desenvolvimento da noção de aleatoriedade, de modo que os alunos compreendam que há eventos certos, eventos impos- síveis e eventos prováveis. É muito comum que pessoas julguem im- possíveis eventos que nunca viram acontecer. Nessa fase, é impor- tante que os alunos verbalizem, em eventos que envolvem o acaso, os resultados que poderiam ter acontecido em oposição ao que realmente aconteceu, iniciando a construção do espaço amostral. Com relação à estatística, os primeiros passos envolvem o trabalho com a coleta e a organização de dados de uma pesquisa de inte- resse dos alunos. O planejamento de como fazer a pesquisa ajuda a compreender o papel da estatística no cotidiano dos alunos. Assim, a leitura, a interpretação e a construção de tabelas e gráfi- cos têm papel fundamental, bem como a forma de produção de tex- to escrito, para a comunicação de dados, pois é preciso compreen- der que o texto deve sintetizar ou justificar as conclusões. Dentre as possibilidades metodológicas a serem exploradas, destacamos a construção, leitura e comparação de gráficos e tabelas a partir de dados do cotidiano; a produção de cartazes utilizando símbolos; o uso de números contidos em reportagens e revistas; o tratamento da informação a partir de elementos do cotidiano (contas de água e energia, extratos bancários, dentre outros); a pesquisa e tabula- ção de dados; a construção e comparação de gráficos e tabelas; a realização de aulas de campo; a montagem de portfólio; a pesquisa, apresentação e discussão de tabulação de dados; o estudo de casos reais do cotidiano difundidos na mídia; a utilização de gráfico de barras para calcular a média simples.

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Página: 381 ENSINO FUNDAMENTAL 369 Já nos anos finais, os alunos devem iniciar um trabalho com experimentos e simulações para confrontar os resultados obtidos na probabilidade frequentista com os esperados na probabilidade teórica. A proposta é que eles aprendam a planejar uma pesquisa e a interpretá-la, passando por todas as etapas necessárias: coleta, organização de dados, comunicação das conclusões do estudo etc. Em relação à estatística, deve haver ênfase no desenvolvimento das habilidades de planejar e construir relatórios de pesquisas estatís- ticas descritivas. Ainda nessa fase, os alunos devem ser preparados para tomar decisões sobre a população a ser pesquisada, a necessi- dade de usar amostra e compreender o significado das medidas de tendência central e de dispersão. A sociedade contemporânea impõe um olhar inovador e inclusivo a questões centrais do processo educativo: o que aprender, para que aprender, como ensinar, como promover redes de aprendiza- gem colaborativa e como avaliar o aprendizado. Nesse cenário, a contribuição para a escrita do DCRB afirma, de maneira explícita, o seu pacto com a Educação Integral, colaborando para garantir o art. 205 da Constituição Federal de 1988: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualifi- cação para o trabalho”. Dessa maneira, reconhece-se que a educa- ção baiana assume o compromisso de colaborar com a formação e o desenvolvimento humano global em suas dimensões intelectual, física, afetiva, social, ética, moral e simbólica. No entanto, a capa- cidade de aprender terá de ser trabalhada não apenas com alunos e professores, mas com todos os integrantes que fazem parte do corpo escolar como instituição educativa.

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Página: 382 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 7.3.1. Organizador Curricular 370 Em articulação com as competências gerais da Educação Básica, a área de Matemática e, por consequência, o componente curricular de Matemática devem garantir aos alunos o desenvolvimento de competências específicas. Nesse sentido, as competências da área são as mesmas competências do componente curricular. ÁREA DE MATEMÁTICA COMPONENTE CURRICULAR: MATEMÁTICA COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE MATEMÁTICA 1. Reconhecer que a Matemática é uma ciência humana, fruto das necessidades e preocupações de diferentes culturas, em diferentes momentos históricos, e é uma ciência viva, que contribui para solucionar problemas científicos e tecnológicos e para alicerçar descobertas e construções, inclusive com impactos no mundo do trabalho. 2. Desenvolver o raciocínio lógico, o espírito de investigação e a capacidade de produzir argumentos convincentes, recorrendo aos conhecimentos matemáticos para compreender e atuar no mundo. 3. Compreender as relações entre conceitos e procedimentos dos diferentes campos da Matemática (Aritmética, Álgebra, Geometria, Estatística e Probabilidade) e de outras áreas do conhecimento, sentindo segurança quanto à própria capacidade de construir e aplicar conhecimentos matemáticos, desenvolvendo a autoestima e a perseverança na busca de soluções. 4. Fazer observações sistemáticas de aspectos quantitativos e qualitativos presentes nas práticas sociais e culturais, de modo a investigar, organizar, representar e comunicar informações relevantes, para interpretá -las e avaliá-las crítica e eticamente, produzindo argumentos convincentes. 5. Utilizar processos e ferramentas matemáticas, inclusive tecnologias digitais disponíveis, para modelar e resolver problemas cotidianos, sociais e de outras áreas de conhecimento, validando estratégias e resultados. 6. Enfrentar situações-problema em múltiplos contextos, incluindo situações imaginadas, não diretamente relacionadas como aspecto prático-utilitário; expressar suas respostas e sintetizar conclusões, utilizando diferentes registros e linguagens (gráficos, tabelas, esquemas, além de texto escrito na língua materna e outras linguagens para descrever algoritmos, como fluxogramas e dados). 7. Desenvolver e/ou discutir projetos que abordem, sobretudo, questões de urgência social, com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e solidários, valorizando a diversidade de opiniões de indivíduos e de grupos sociais, sem preconceitos de qualquer natureza. 8. Interagir com seus pares de forma cooperativa, trabalhando coletivamente no planejamento e desenvolvimento de pesquisas, para responder a questionamentos e na busca de soluções para problemas, de modo a identificar as pectos consensuais ou não na discussão de uma determinada questão, respeitando o modo de pensar dos colegas e aprendendo com eles.

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Página: 383 ENSINO FUNDAMENTAL 371 1º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCI AS ESPECÍFICA S OBJETOS DE CONHECIM ENTO Contagem de rotina Contagem ascendente e descendente Reconhecimento de números no contexto diário: indicação de quantidades, indicação de ordem ou indicação de código para a organização de informações Quantificação de elementos de uma coleção: estimativas, contagem um a um, pareamento ou outros agrupamentos e comparação Números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Leitura, escrita e comparação de números naturais (até 100) Reta numérica HABILID ADES (EF01MA01BA) Utilizar números naturais como indicador de quantidade ou de ordem em di- ferentes situações cotidianas e reconhecer situações em que os números não indicam contagem nem ordem, mas sim código de identificação. Ex.: número do registro de nascimento, RG, CPF, nº da matrícula da escola e outros, que devem ser retomados no segundo ano. (EF01MA01) Utilizar números naturais como in- dicador de quantidade ou de ordem em diferen- tes situações cotidianas e reconhecer situações em que os números não indicam contagem nem ordem, mas sim código de identificação. (EF01MA02) Contar de maneira exata ou apro- ximada, utilizando diferentes estratégias como o pareamento e outros agrupamentos. (EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos de dois conjuntos (em torno de 20 elementos), por estimativa e/ou por corres- pondência (um a um, dois a dois) para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma quantidade”. (EF01MA04) Contar a quantidade de objetos de coleções até 100 unidades e apresentar o re- sultado por registros verbais e simbólicos, em situações de seu interesse, como jogos, brin- cadeiras, materiais da sala de aula, brincadei- ras regionais, entre outros. (EF01MA05) Comparar números naturais de até duas ordens em situações cotidianas, com e sem suporte da reta numérica. Construção de fatos básicos da adição (EF01MA06) Construir fatos básicos da adição e utilizá-los em procedimentos de cálculo para resolver problemas. Composição e decomposição de números naturais (EF01MA07) Compor e decompor número de até duas ordens, por meio de diferentes adi- ções, com o suporte de material manipulável, contribuindo para a compreensão de caracte- rísticas do sistema de numeração decimal e o desenvolvimento de estratégias de cálculo. Problemas envolvendo diferentes significados da adição e da subtração (juntar, acrescentar, separar, retirar) (EF01MA08) Resolver e elaborar problemas de adição e de subtração, envolvendo números de até dois algarismos, com os significados de juntar, acrescentar, separar e retirar, com o suporte de imagens e/ou material manipulá- vel, utilizando estratégias e formas de registro pessoais.

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Página: 384 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Álgebra Geometria 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Padrões figurais e numéricos: investigação de regularidades ou padrões em sequências (EF01MA09) Organizar e ordenar objetos fami- liares ou representações por figuras, por meio de atributos, tais como cor, forma e medida. Sequências recursivas: observação de regras usadas utilizadas em seriações numéricas (mais 1, mais 2, menos 1, menos 2, por exemplo) (EF01MA10) Descrever, após o reconhecimen- to e a explicitação de um padrão (ou regulari- dade), os elementos ausentes em sequências recursivas de números naturais, objetos ou figuras. Localização de objetos e de pessoas no espaço, utilizando diversos pontos de referência e vocabulário apropriado (EF01MA11) Descrever a localização de pes- soas e de objetos no espaço em relação à sua própria posição, utilizando termos como à di- reita, à esquerda, em frente, atrás. Localização de objetos e de pessoas no espaço, utilizando diversos pontos de referência e vocabulário apropriado Figuras geométricas espaciais: reconhecimento e relações com objetos familiares do mundo físico. Paisagismos na realidade local Grandezas e medidas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 (EF01MA12) Descrever a localização de pesso- as e de objetos no espaço segundo um dado ponto de referência, compreendendo que, para a utilização de termos que se referem à posição, como direita, esquerda, em cima, em baixo, é necessário explicitar-se o referencial. (EF01MA13) Relacionar figuras geométricas espaciais (cones, cilindros, esferas e blocos retangulares) a objetos familiares do mundo físico. (EF15MA01IC) Identificar e descrever a localização e os deslocamentos de pessoas e objetos em diferentes espaços, considerando diversos pontos de referências e sua realidade local. Figuras geométricas planas: reconhecimento do formato das faces de figuras geométricas espaciais (EF01MA14) Identificar e nomear figuras pla- nas (círculo, quadrado, retângulo e triângulo) em desenhos apresentados em diferentes dis- posições ou em contornos de faces de sólidos geométricos. Medidas de comprimento, massa e capacidade: comparações e unidades de medida não convencionais (EF01MA15) Comparar comprimentos, capa- cidades ou massas, utilizando termos como mais alto, mais baixo, mais comprido, mais cur- to, mais grosso, mais fino, mais largo, mais pe- sado, mais leve, cabe mais, cabe menos, entre outros, para ordenar objetos de uso cotidiano. Medidas de tempo: unidades de medida de tempo, suas relações e o uso do calendário (EF01MA16) Relatar, em linguagem verbal ou não verbal, sequência de acontecimentos re- lativos a um dia, utilizando, quando possível, os horários dos eventos. Medidas de tempo: unidades de medida de tempo, suas relações e o uso do calendário (EF01MA17) Reconhecer e relacionar períodos do dia, dias da semana e meses do ano, utili- zando calendário, quando necessário. 372

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Página: 385 ENSINO FUNDAMENTAL Probabilidad ee estatística 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 373 Medidas de tempo: unidades de medida de tempo, suas relações e o uso do calendário (EF01MA18) Produzir a escrita de uma data, apresentando o dia, o mês e o ano, e indicar o dia da semana de uma data, consultando ca- lendários. Sistema monetário brasileiro: reconhecimento de cédulas e moedas e equivalência de valores. (EF13MA03IC) Reconhecer e relacionar valores de moedas e cédulas e sua equivalência no sistema monetário brasileiro, utilizando de forma responsável no seu cotidiano. Noção de acaso (EF01MA20) Classificar eventos envolvendo o acaso, tais como “acontecerá com certeza”, “talvez aconteça” e “é impossível acontecer”, em situações do cotidiano. Leitura de tabelas e de gráficos de colunas simples (EF01MA21) Ler dados expressos em tabelas e em gráficos de colunas simples. (EF01MA02BA) Construir gráficos tendo como base a idade dos alunos da turma e elaborar situações-problema, coletivamente, e fazendo a resolução delas. Coleta e organização de informações Registros pessoais para comunicação de informações coletadas (EF01MA22) Realizar pesquisa, envolvendo até duas variáveis categóricas de seu interesse e universo de até “n” elementos, e organizar da- dos por meio de representações pessoais. (EF01MA03BA) Realizar pesquisas e organizar dados em tabelas e gráficos envolvendo con- texto local referentes à cultura baiana. Agricultura familiar: produção e meio de subsistência (EF12MA04IC) Reconhecer a importância da agricultura familiar no fomento à produção, geração de emprego e renda. Educação financeira: orçamento doméstico e equilíbrio financeiro (EF15MA06IC) Elaborar e resolver problemas que envolvam situações de compra e venda e formas de pagamento, utilizando estratégias de uso do dinheiro de forma responsável e consciente a partir do contexto familiar. 2º ANO UNIDADES TEMÁTICAS COMPETÊNCIAS CONHECIMENTO Leitura, escrita, (EF02MA01) Comparar e ordenar números naturais (até a ordem de centenas) pela com- preensão de características do sistema de nu- meração decimal (valor posicional e função do zero).

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Página: 386 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Números Números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 comparação e ordenação de números de até três ordens pela compreensão de características do sistema de numeração decimal (valor posicional e papel do zero) (EF02MA04) Compor e decompor números naturais de até três ordens, com suporte de material manipulável, por meio de diferentes adições. Construção de fatos fundamentais da adição e da subtração (EF02MA05) Construir fatos básicos da adição e subtração e utilizá-los no cálculo mental ou escrito. Problemas envolvendo diferentes significados da adição e da subtração (juntar, acrescentar, separar, retirar) (EF02MA06) Resolver e elaborar problemas de adição e de subtração, envolvendo núme- ros de até três ordens, com os significados de juntar, acrescentar, separar, retirar, utilizando estratégias pessoais ou convencionais. Problemas envolvendo adição de parcelas iguais (multiplicação) (EF02MA07) Resolver e elaborar problemas de multiplicação (por 2, 3, 4 e 5) com a ideia de adição de parcelas iguais por meio de estraté- gias e formas de registro pessoais, utilizando ou não suporte de imagens e/ou material ma- nipulável. Construção de sequências repetitivas e de sequências recursivas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 (EF02MA03) Comparar quantidades de obje- tos de dois conjuntos, por estimativa e/ou por correspondência (um a um, dois a dois, entre outros), para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma quantidade”, indicando, quando for o caso, quantos a mais e quantos a menos. Composição e decomposição de números naturais (até 1000) Problemas envolvendo significados de dobro, metade, triplo e terça parte Álgebra (EF02MA02) Fazer estimativas por meio de es- tratégias diversas a respeito da quantidade de objetos de coleções e registrar o resultado da contagem desses objetos (até 1000 unidades). Identificação de regularidade de sequências e determinação de elementos ausentes na sequência Localização e movimentação de pessoas e objetos no espaço, segundo pontos de referência, e indicação de mudanças de direção e sentido Esboço de roteiros e de plantas simples (EF02MA08) Resolver e elaborar problemas en- volvendo dobro, metade, triplo e terça parte, com o suporte de imagens ou material manipulável, utilizando estratégias pessoais. (EF02MA09) Construir sequências de números naturais em ordem crescente ou decrescente a partir de um número qualquer, utilizando uma regularidade estabelecida. (EF02MA10) Descrever um padrão (ou regulari- dade) de sequências repetitivas e de sequên- cias recursivas, por meio de palavras, símbo- los ou desenhos. (EF02MA11) Descrever os elementos ausentes em sequências repetitivas e em sequências recursivas de números naturais, objetos ou figuras. (EF02MA12) Identificar e registrar, em lingua- gem verbal ou não verbal, a localização e os deslocamentos de pessoas e de objetos no espaço, considerando mais de um ponto de referência, e indicar as mudanças de direção e de sentido. (EF02MA13) Esboçar roteiros a ser seguidos ou plantas de ambientes familiares, assinalando entradas, saídas e alguns pontos de referência. 374

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Página: 387 ENSINO FUNDAMENTAL Geometria Grandezas e medidas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Figuras geométricas espaciais (cubo, bloco retangular, pirâmide, cone, cilindro e esfera): reconhecimento e características (EF02MA14) Reconhecer, nomear e comparar figuras geométricas espaciais (cubo, bloco re- tangular, pirâmide, cilindro e esfera), relacio- nando-as com objetos do mundo físico. Reco- nhecer em suas faces as figuras planas. Figuras geométricas planas (círculo, quadrado, retângulo e triângulo): reconhecimento e características Paisagismos na realidade local (EF02MA15) Reconhecer, comparar e nomear figuras planas (círculo, quadrado, retângulo e triângulo), por meio de características co- muns, em desenhos apresentados em diferen- tes disposições ou em sólidos geométricos. Medida de comprimento: unidades não padronizadas e padronizadas (metro, centímetro e milímetro) Medida de capacidade e de massa: unidades de medida não convencionais e convencionais (litro, mililitro, cm³, grama e quilograma) Grandezas e medidas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Medidas de tempo: intervalo de tempo, uso do calendário, leitura de horas em relógios digitais e ordenação de datas Sistema monetário brasileiro: reconhecimento de cédulas e moedas e equivalência de valores Sistema monetário brasileiro: reconhecimento de cédulas e moedas e equivalência de valores. Análise da ideia de aleatório em situações do cotidiano Probabilidad ee estatística 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 375 Coleta, classificação e representação de dados (EF15MA01IC) Identificar e descrever a localização e os deslocamentos de pessoas e objetos em diferentes espaços, considerando diversos pontos de referências e sua realidade local. (EF02MA16) Estimar, medir e comparar com- primentos de lados de salas (incluindo con- torno) e de polígonos, utilizando unidades de medida não padronizadas e padronizadas (metro, centímetro e milímetro) e instrumen- tos adequados. (EF02MA17) Estimar, medir e comparar capaci- dade e massa, utilizando estratégias pessoais e unidades de medida não padronizadas ou padronizadas (litro, mililitro, grama e quilo- grama). (EF02MA18) Indicar a duração de intervalos de tempo entre duas datas, como dias da semana e meses do ano, utilizando calendário, para planejamentos e organização de agenda. (EF02MA19) Medir a duração de um intervalo de tempo por meio de relógio digital e regis- trar o horário do início e do fim do intervalo. (EF02MA20) Estabelecer a equivalência de valores entre moedas e cédulas do sistema monetário brasileiro para resolver situações cotidianas. (EF13MA03IC) Reconhecer e relacionar valores de moedas e cédulas e sua equivalência no sistema monetário brasileiro, utilizando de forma responsável no seu cotidiano. (EF02MA21) Classificar resultados de even- tos cotidianos aleatórios como “pouco pro- váveis”, “muito prováveis”, “improváveis” e “impossíveis”. (EF02MA22) Comparar informações de pesqui- sas apresentadas por meio de tabelas de du- pla entrada e em gráficos de colunas simples ou barras, para melhor compreender aspectos da realidade

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Página: 388 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL em tabelas simples e de dupla entrada e em gráficos de colunas Agricultura familiar: produção e meio de subsistência Educação financeira: orçamento doméstico e equilíbrio financeiro próxima. (EF02MA23) Realizar pesquisa em universo de até 30 elementos, escolhendo até três variá- veis categóricas de seu interesse, organizando os dados coletados em listas, tabelas e gráfi- cos de colunas simples. (EF12MA04IC) Reconhecer a importância da agricultura familiar no fomento à produção, geração de emprego e renda. (EF15MA06IC) Elaborar e resolver problemas que envolvam situações de compra e venda e formas de pagamento, utilizando estratégias de uso do dinheiro de forma responsável e consciente a partir do contexto familiar. 3º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCI AS ESPECÍFICA S OBJETOS DE CONHECIM ENTO Leitura, escrita, comparação e ordenação de números naturais de quatro ordens Números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Composição e decomposição de números naturais HABILID ADES (EF03MA01) Ler, escrever e comparar números naturais de até a ordem de unidade de milhar, estabelecendo relações entre os registros nu- méricos e em língua materna. (EF03MA02) Identificar características do sis- tema de numeração decimal, utilizando a composição e a decomposição de número na- tural de até quatro ordens. Construção de fatos fundamentais da adição, subtração e multiplicação Reta numérica (EF03MA03) Construir e utilizar fatos básicos da adição e da multiplicação para o cálculo mental ou escrito. Construção de fatos fundamentais da adição, subtração e multiplicação Reta numérica (EF03MA04) Estabelecer a relação entre núme- ros naturais e pontos da reta numérica para utilizá-la na ordenação dos números naturais e também na construção de fatos da adição e da subtração, relacionando-os com desloca- mentos para a direita ou para a esquerda. Procedimentos de cálculo (mental e escrito) com números naturais: adição e subtração (EF03MA05) Utilizar diferentes procedimen- tos de cálculo mental e escrito para resolver problemas significativos envolvendo adição e subtração com números naturais. 376

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Página: 389 ENSINO FUNDAMENTAL Números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Problemas envolvendo significados da adição e da subtração: juntar, acrescentar, separar, retirar, comparar e completar quantidades Problemas envolvendo diferentes significados da multiplicação e da divisão: adição de parcelas iguais, configuração retangular, repartição em partes iguais e medida Álgebra Geometria 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 377 (EF03MA06) Resolver e elaborar problemas de adição e subtração com os significados de jun- tar, acrescentar, separar, retirar, comparar e completar quantidades, utilizando diferentes estratégias de cálculo exato ou aproximado, incluindo cálculo mental. (EF03MA07) Resolver e elaborar problemas de multiplicação (por 2, 3, 4, 5 e 10) com os signi- ficados de adição de parcelas iguais e elemen- tos apresentados em disposição retangular, utilizando diferentes estratégias de cálculo e registros. (EF03MA08) Resolver e elaborar problemas de divisão de um número natural por outro (até 10), com resto zero e com resto diferente de zero, com os significados de repartição equi- tativa e de medida, por meio de estratégias e registros pessoais. Significados de metade, terça parte, quarta parte, quinta parte e décima parte (EF03MA09) Associar o quociente de uma divi- são com resto zero de um número natural por 2, 3, 4, 5 e 10 às ideias de metade, terça, quar- ta, quinta e décima partes. Identificação e descrição de regularidades em sequências numéricas recursivas (EF03MA10) Identificar regularidades em se- quências ordenadas de números naturais, resultantes da realização de adições ou sub- trações sucessivas, por um mesmo número, descrever uma regra de formação da sequência e determinar elementos faltantes ou seguintes. Relação de igualdade (EF03MA11) Compreender a ideia de igualdade para escrever diferentes sentenças de adições ou de subtrações de dois números naturais que resultem na mesma soma ou diferença. Localização e movimentação: representação de objetos e pontos de referência (EF03MA12) Descrever e representar, por meio de esboços de trajetos ou utilizando croquis e maquetes, a movimentação de pessoas ou de objetos no espaço, incluindo mudanças de di- reção e sentido, com base em diferentes pon- tos de referência. Figuras geométricas espaciais (cubo, bloco retangular, pirâmide, cone, cilindro e esfera): reconhecimento, análise de características e planificações (EF03MA13) Associar figuras geométricas es- paciais (cubo, bloco retangular, pirâmide, cone, cilindro e esfera) a objetos do mundo físico e nomear essas figuras. Figuras geométricas espaciais (cubo, bloco retangular, pirâmide, cone, cilindro e esfera): reconhecimento, análise de características e planificações (EF03MA14) Descrever características de algu- mas figuras geométricas espaciais (prismas retos, pirâmides, cilindros, cones), relacionan- do-as com suas planificações.

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Página: 390 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Geometria 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Figuras geométricas planas (triângulo, quadrado, retângulo, trapézio e paralelogramo): reconhecimento e análise de características Congruência de figuras geométricas planas Paisagismos na realidade local Significado de medida e de unidade de medida Grandezas e medidas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Grandezas e medidas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 (EF03MA15) Classificar e comparar figuras pla- nas (triângulo, quadrado, retângulo, trapézio e paralelogramo) em relação a seus lados (quantidade, posições relativas e comprimen- to) e vértices. (EF03MA16) Reconhecer figuras congruentes, usando sobreposição e desenhos em malhas quadriculadas ou triangulares, incluindo o uso de tecnologias digitais. (EF15MA01IC) Identificar e descrever a localização e os deslocamentos de pessoas e objetos em diferentes espaços, considerando diversos pontos de referências e sua realidade local. (EF03MA17) Reconhecer que o resultado de uma medida depende da unidade de medida utilizada. (EF03MA18) Escolher a unidade de medida e o instrumento mais apropriado para medições de comprimento, tempo e capacidade. Medidas de comprimento (unidades não convencionais e convencionais): registro, instrumentos de medida, estimativas e comparações (EF03MA19) Estimar, medir e comparar com- primentos, utilizando unidades de medida não padronizadas e padronizadas mais usuais (metro, centímetro e milímetro) e diversos ins- trumentos de medida. Medidas de capacidade e de massa (unidades não convencionais e convencionais): registro, estimativas e comparações (EF03MA20) Estimar e medir capacidade e massa, utilizando unidades de medida não padronizadas e padronizadas mais usuais (li- tro, mililitro, quilograma, grama e miligrama), reconhecendo-as em leitura de rótulos e em- balagens, entre outros. Comparação de áreas por superposição 378 (EF03MA21) Comparar, visualmente ou por su- perposição, áreas de faces de objetos, de figu- ras planas ou de desenhos, de preferência com dados locais Medidas de tempo: leitura de horas em relógios digitais e analógicos, duração de eventos e reconhecimento de relações entre unidades de medida de tempo (EF03MA22) Ler e registrar medidas e interva- los de tempo, utilizando relógios (analógico e digital) para informar os horários de início e término de realização de uma atividade e sua duração. Sistema monetário brasileiro: estabelecimento de equivalências de um mesmo valor na utilização de diferentes cédulas e moedas (EF03MA24) Resolver e elaborar problemas que envolvam a comparação e a equivalência de valores monetários do sistema brasileiro em situações de compra, venda e troca.

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Página: 391 ENSINO FUNDAMENTAL Probabilidad ee estatística 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 379 Município de Ichu e sua territorialidade (EF35MA02IC) Conhecer a área local utilizando unidades de medidas padronizadas mais usuais, realizando pesquisas e medições populacionais, climática e a área territorial. Sistema monetário brasileiro: reconhecimento de cédulas e moedas e equivalência de valores. (EF13MA03IC) Reconhecer e relacionar valores de moedas e cédulas e sua equivalência no sistema monetário brasileiro, utilizando de forma responsável no seu cotidiano. Análise da ideia de acaso em situações do cotidiano: espaço amostral (EF03MA25) Identificar, em eventos familiares aleatórios, todos os resultados possíveis, esti- mando os que têm maiores ou menores chan- ces de ocorrência. Leitura, interpretação e representação de dados em tabelas de dupla entrada e gráficos de barras (EF03MA26) Resolver problemas cujos dados estão apresentados em tabelas de dupla en- trada, gráficos de barras ou de colunas. (EF03MA27) Ler, interpretar e comparar dados apresentados em tabelas de dupla entrada, gráficos de barras ou de colunas, envolvendo resultados de pesquisas significativas, utili- zando termos como maior e menor frequên- cia, apropriando-se desse tipo de linguagem para compreender aspectos da realidade so- ciocultural significativos. Coleta, classificação e representação de dados referentes a variáveis categóricas, por meio de tabelas e gráficos (EF03MA28) Realizar pesquisa envolvendo variáveis categóricas em um universo de até 50 elementos, organizar os dados coletados utilizando listas, tabelas simples ou de dupla entrada e representálos em gráficos de co- lunas simples, com e sem uso de tecnologias digitais. Agricultura familiar: produção e meio de subsistência (EF12MA04IC) Reconhecer a importância da agricultura familiar no fomento à produção, geração de emprego e renda. (EF35MA05IC) Recnhecer o impacto da economia solidaria como politica de desenvolvimento sustentável e social. Educação financeira: orçamento doméstico e equilíbrio financeiro (EF15MA06IC) Elaborar e resolver problemas que envolvam situações de compra e venda e formas de pagamento, utilizando estratégias de uso do dinheiro de forma responsável e consciente a partir do contexto familiar. 4º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCI AS ESPECÍFICA S OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES

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Página: 392 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Sistema de numeração decimal: leitura, escrita, comparação e ordenação de números naturais de até cinco ordens (EF04MA01) Ler, escrever e ordenar números naturais até a ordem de dezenas de milhar. Composição e decomposição de um número natural de até cinco ordens, por meio de adições e multiplicações por potências de 10 (EF04MA02) Mostrar, por decomposição e composição, que todo número natural pode ser escrito por meio de adições e multiplica- ções por potências de dez, para compreender o sistema de numeração decimal e desenvol- ver estratégias de cálculo. Propriedades das operações para o desenvolvimento de diferentes estratégias de cálculo com números naturais (EF04MA03) Resolver e elaborar problemas com números naturais envolvendo adição e subtração, utilizando estratégias diversas, como cálculo, cálculo mental e algoritmos, além de fazer estimativas do resultado (de preferência, dados da comunidade local). Propriedades das operações para o desenvolvimento de diferentes estratégias de cálculo com números naturais Números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Problemas envolvendo diferentes significados da multiplicação e da divisão: adição de parcelas iguais, configuração retangular, proporcionalidade, repartição equitativa e medida (EF04MA04) Utilizar as relações entre adição e subtração, bem como entre multiplicação e divisão, para ampliar as estratégias de cálculo. (EF04MA05) Utilizar as propriedades das operações para desenvolver estratégias de cálculo. (EF04MA06) Resolver e elaborar problemas en- volvendo diferentes significados da multipli- cação (adição de parcelas iguais, organização retangular e proporcionalidade), utilizando estratégias diversas, como cálculo por estima- tiva, cálculo mental e algoritmos. (EF04MA07) Resolver e elaborar problemas de divisão cujo divisor tenha no máximo dois algarismos, envolvendo os significados de re- partição equitativa e de medida, utilizando estratégias diversas, como cálculo por estima- tiva, cálculo mental e algoritmos. Problemas de contagem (EF04MA08) Resolver, com o suporte de ima- gem e/ou material manipulável, problemas simples de contagem, como a determinação do número de agrupamentos possíveis ao se combinar cada elemento de uma coleção com todos os elementos de outra, utilizando estra- tégias e formas de registro pessoais. Números racionais: frações unitárias mais usuais (1/2, 1/3, 1/4, 1/5, 1/10 e 1/100) (EF04MA09) Reconhecer as frações unitárias mais usuais (1/2, 1/3, 1/4, 1/5, 1/10 e 1/100) como unidades de medida menores do que uma unidade, utilizando a reta numérica como recurso. Números racionais: representação decimal para escrever valores do sistema monetário brasileiro (EF04MA10) Reconhecer que as regras do sis- tema de numeração decimal podem ser es- tendidas para a representação decimal de um número racional e relacionar décimos e centé- simos com a representação do sistema mone- tário brasileiro. 380

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Página: 393 ENSINO FUNDAMENTAL Álgebra Álgebra 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Sequência numérica recursiva formada por múltiplos de um número natural (EF04MA11) Identificar regularidades em se- quências numéricas compostas por múltiplos de um número natural. Sequência numérica recursiva formada por números que deixam o mesmo resto ao serem divididos por um mesmo número natural diferente de zero (EF04MA12) Reconhecer, por meio de investi- gações, que há grupos de números naturais para os quais as divisões por um determinado número resultam em restos iguais, identifi- cando regularidades. Relações entre adição e subtração e entre multiplicação e divisão (EF04MA13) Reconhecer, por meio de inves- tigações, utilizando a calculadora quando necessário, as relações inversas entre as ope- rações de adição e de subtração e de multipli- cação e de divisão, para aplicá-las na resolu- ção de problemas. Propriedades da igualdade (EF04MA14) Reconhecer e mostrar, por meio de exemplos, que a relação de igualdade exis- tente entre dois termos permanece quando se adiciona ou subtraise um mesmo número a cada um desses termos. (EF04MA15) Determinar o número desconhe- cido que torna verdadeira uma igualdade que envolve as operações fundamentais com nú- meros naturais. Localização e movimentação: pontos de referência, direção e sentido Paralelismo e perpendicularis mo Geometria 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 381 (EF04MA16) Descrever deslocamentos e lo- calização de pessoas e de objetos no espaço, por meio de malhas quadriculadas e represen- tações como desenhos, mapas, planta baixa e croquis, empregando termos como direita e esquerda, mudanças de direção e sentido, intersecção, transversais, paralelas e perpen- diculares. Figuras geométricas espaciais (prismas e pirâmides): reconhecimento, representações, planificações e características (EF04MA17) Associar prismas e pirâmides a suas planificações e analisar, nomear e com- parar seus atributos, estabelecendo relações entre as representações planas e espaciais. Ângulos retos e não retos: uso de dobraduras, esquadros e softwares (EF04MA18) Reconhecer ângulos retos e não retos em figuras poligonais com o uso de dobraduras, esquadros ou softwares de geometria. Simetria de reflexão Paisagismos na realidade local (EF04MA19) Reconhecer simetria de reflexão em figuras e em pares de figuras geométricas planas e utilizá-la na construção de figuras congruentes, com o uso de malhas quadricu- ladas e de softwares de geometria. (EF15MA01IC) Identificar e descrever a localização e os deslocamentos de pessoas e objetos em diferentes espaços, considerando diversos pontos de referências e sua realidade local.

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Página: 394 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Medidas de comprimento, massa e capacidade: estimativas, utilização de instrumentos de medida e de unidades de medida convencionais mais usuais Grandezas e medidas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Áreas de figuras construídas em malhas quadriculadas Medidas de tempo: leitura de horas em relógios digitais e analógicos, duração de eventos e relações entre unidades de medida de tempo Grandezas e medidas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Medidas de temperatura em grau Celsius: construção de gráficos para indicar a variação da temperatura (mínima e máxima) medida em um dado dia ou em uma semana Problemas utilizando o sistema monetário brasileiro Município de Ichu e sua territorialidade Análise de chances de eventos aleatórios Probabilidad ee estatística 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Leitura, interpretação e representação de dados em tabelas de dupla entrada, gráficos de colunas simples e agrupadas, gráficos de barras e colunas e gráficos pictóricos (EF04MA20) Medir e estimar comprimentos (incluindo perímetros), massas e capacidades, utilizando unidades de medida padronizadas mais usuais, valorizando e respeitando a cul- tura local. (EF04MA21) Medir, comparar e estimar área de figuras planas desenhadas em malha quadri- culada, pela contagem dos quadradinhos ou de metades de quadradinho, reconhecendo que duas figuras com formatos diferentes po- dem ter a mesma medida de área. (EF04MA22) Ler e registrar medidas e interva- los de tempo em horas, minutos e segundos em situações relacionadas ao seu cotidiano, como informar os horários de início e término de realização de uma tarefa e sua duração. (EF04MA23) Reconhecer temperatura como grandeza e o grau Celsius como unidade de medida a ela associada e utilizá-lo em comparações de temperaturas em diferentes regiões do Brasil ou no exterior ou, ainda, em discussões que envolvam problemas relacionados ao aquecimento global. (EF04MA24) Registrar as temperaturas má- xima e mínima diárias, em locais do seu coti- diano, e elaborar gráficos de colunas com as variações diárias da temperatura, utilizando, inclusive, planilhas eletrônicas. (EF04MA25) Resolver e elaborar problemas que envolvam situações de compra e venda e formas de pagamento, utilizando termos como troco e desconto, enfatizando o consu- mo ético, consciente e responsável. (EF35MA02IC) Conhecer a área local utilizando unidades de medidas padronizadas mais usuais, realizando pesquisas e medições populacionais, climática e a área territorial. (EF04MA26) Identificar, entre eventos aleató- rios cotidianos, aqueles que têm maior chance de ocorrência, reconhecendo características de resultados mais prováveis, sem utilizar fra- ções. (EF04MA27) Analisar dados apresentados em tabelas simples ou de dupla entrada e em grá- ficos de colunas ou pictóricos, com base em informações das diferentes áreas do conheci- mento, e produzir texto com a síntese de sua análise. 382

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Página: 395 ENSINO FUNDAMENTAL 383 Diferenciação entre variáveis categóricas e variáveis numéricas Coleta, classificação e representação de dados de pesquisa realizada (EF04MA28) Realizar pesquisa envolvendo va- riáveis categóricas e numéricas e organizar da- dos coletados por meio de tabelas e gráficos de colunas simples ou agrupadas, com e sem uso de tecnologias digitais. 5º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS Números COMPETÊNCI AS ESPECÍFICA S 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Sistema de numeração decimal: leitura, escrita e ordenação de números naturais (de até seis ordens) Números racionais expressos na forma decimal e sua representação na reta numérica 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 (EF05MA01) Ler, escrever e ordenar números naturais até a ordem das centenas de milhar com compreensão das principais característi- cas do sistema de numeração decimal. (EF05MA02) Ler, escrever e ordenar números racionais na forma decimal com compreensão das principais características do sistema de numeração decimal, utilizando, como recur- sos, a composição e decomposição e a reta numérica. Representação fracionária dos números racionais: reconhecimento, significados, leitura e representação na reta numérica (EF05MA03) Identificar e representar frações (menores e maiores que a unidade), associan- do-as ao resultado de uma divisão ou à ideia de parte de um todo, utilizando a reta numéri- ca como recurso. Comparação e ordenação de números racionais na representação decimal e na fracionária, utilizando a noção de equivalência (EF05MA04) Identificar frações equivalentes. Cálculo de porcentagens e representação fracionária Números HABILID ADES Problemas: adição e subtração de números naturais e números racionais cuja representação decimal é finita Problemas: multiplicação e divisão de números racionais cuja representação decimal é finita por números naturais (EF05MA05) Comparar e ordenar números ra- cionais positivos (representações fracionária e decimal), relacionando-os a pontos na reta numérica. (EF05MA06) Associar as representações 10%, 25%, 50%, 75% e 100% respectivamente à dé- cima parte, quarta parte, metade, três quartos e um inteiro, para calcular porcentagens, uti- lizando estratégias pessoais, cálculo mental e calculadora, em contextos de educação finan- ceira, entre outros. (EF05MA07) Resolver e elaborar problemas de adição e subtração com números naturais e com números racionais, cuja representação decimal seja finita, utilizando estratégias di- versas, como cálculo por estimativa, cálculo mental e algoritmos. (EF05MA08) Resolver e elaborar problemas de multiplicação e divisão com números naturais e com números racionais cuja representação decimal é finita (com multiplicador natural e divisor natural e diferente de zero), utilizando estratégias diversas, como cálculo por estima- tiva, cálculo mental e algoritmos.

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Página: 396 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Problemas de contagem do tipo: “Se cada objeto de uma coleção A for combinado com todos os elementos de uma coleção B, quantos agrupamentos desse tipo podem ser formados?” Álgebra 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Propriedades da igualdade e noção de equivalência (EF05MA09) Resolver e elaborar problemas simples de contagem envolvendo o princípio multiplicativo, como a determinação do nú- mero de agrupamentos possíveis ao se combi- nar cada elemento de uma coleção com todos os elementos de outra coleção, por meio de diagramas de árvore ou por tabelas. (EF05MA10) Concluir, por meio de investiga- ções, que a relação de igualdade existente entre dois membros permanece ao adicionar, subtrair, multiplicar ou dividir cada um desses membros por um mesmo número, para cons- truir a noção de equivalência. (EF05MA11) Resolver e elaborar problemas cuja conversão em sentença matemática seja uma igualdade com uma operação em que um dos termos é desconhecido. Álgebra 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Grandezas diretamente proporcionais Problemas envolvendo a partição de um todo em duas partes proporcionais Plano cartesiano: coordenadas cartesianas (1º quadrante) e representação de deslocamentos no plano cartesiano Geometria 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 (EF05MA12) Resolver problemas que envolvam variação de proporcionalidade direta entre duas grandezas, para associar a quantidade de um produto ao valor a pagar, alterar as quanti- dades de ingredientes de receitas, ampliar ou reduzir escala em mapas, entre outros. (EF05MA13) Resolver problemas envolvendo a partilha de uma quantidade em duas partes desiguais, tais como dividir uma quantidade em duas partes, de modo que uma seja o do- bro da outra, com compreensão da ideia de razão entre as partes e delas com o todo. (EF05MA14) Utilizar e compreender diferentes representações para a localização de objetos no plano, como mapas, células em planilhas eletrônicas e coordenadas geográficas, a fim de desenvolver as primeiras noções de coor- denadas cartesianas. (EF05MA15) Interpretar, descrever e representar a localização ou movimentação de objetos no plano cartesiano (1º quadrante), utilizando coordenadas cartesianas, indicando mudanças de direção e de sentido e giros. Figuras geométricas espaciais: reconhecimento, representações, planificações e características (EF05MA16) Associar figuras espaciais a suas planificações (prismas, pirâmides, cilindros e cones) e analisar, nomear e comparar seus atributos. Figuras geométricas planas: características, representações e ângulos (EF05MA17) Reconhecer, nomear e comparar polígonos, considerando lados, vértices e ân- gulos, e desenhá-los, utilizando material de desenho ou tecnologias digitais. 384

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Página: 397 ENSINO FUNDAMENTAL Ampliação e redução de figuras poligonais em malhas quadriculadas: reconhecimento da congruência dos ângulos e da proporcionalidade dos lados correspondentes Paisagismos na realidade local Grandezas e medidas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Medidas de comprimento, área, massa, tempo, temperatura e capacidade: utilização de unidades convencionais e relações entre as unidades de medida mais usuais Áreas e perímetros de figuras poligonais: algumas relações Grandezas e medidas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Noção de volume Município de Ichu e sua territorialidade Espaço amostral: análise de chances de eventos aleatórios Cálculo de probabilidade de eventos equiprováveis Probabilidad ee estatística 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Leitura, coleta, classificação interpretação e representação de dados em tabelas de dupla entrada, gráfico de colunas agrupadas, gráficos pictóricos e gráfico de linhas 385 (EF05MA18) Reconhecer a congruência dos ângulos e a proporcionalidade entre os lados correspondentes de figuras poligonais em si- tuações de ampliação e de redução em malhas quadriculadas e usando tecnologias digitais. (EF15MA01IC) Identificar e descrever a localização e os deslocamentos de pessoas e objetos em diferentes espaços, considerando diversos pontos de referências e sua realidade local. (EF05MA19) Resolver e elaborar problemas envolvendo medidas das grandezas compri- mento, área, massa, tempo, temperatura e ca- pacidade, recorrendo a transformações entre as unidades mais usuais em contextos socioculturais. (EF05MA20) Concluir, por meio de investiga- ções, que figuras de perímetros iguais podem ter áreas diferentes e que, também, figuras que têm a mesma área podem ter perímetros diferentes. (EF05MA21) Reconhecer volume como gran- deza associada a sólidos geométricos e me- dir volumes por meio de empilhamento de cubos, utilizando, preferencialmente, objetos concretos. (EF35MA02IC) Conhecer a área local utilizando unidades de medidas padronizadas mais usuais, realizando pesquisas e medições populacionais, climática e a área territorial. (EF05MA22) Apresentar todos os possíveis resultados de um experimento aleatório, es- timando se esses resultados são igualmente prováveis ou não. (EF05MA23) Determinar a probabilidade de ocorrência de um resultado em eventos aleató- rios, quando todos os resultados possíveis têm a mesma chance de ocorrer (equiprováveis). (EF05MA24) Interpretar dados estatísticos apresentados em textos, tabelas e gráficos (colunas ou linhas), referentes a outras áreas do conhecimento ou a outros contextos, como saúde e trânsito, e produzir textos com o obje- tivo de sintetizar conclusões. (EF05MA25) Realizar pesquisa envolvendo va- riáveis categóricas e numéricas, organizar da- dos coletados por meio de tabelas, gráficos de colunas, pictóricos e de linhas, com e sem uso de tecnologias digitais, e apresentar texto escrito sobre a finalidade da pesquisa e a síntese dos resultados.

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Página: 398 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 386 6º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCI AS ESPECÍFICA S OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES (EF06MA01) Comparar, ordenar, ler e escrever números naturais e números racionais cuja representação decimal é finita, fazendo uso da reta numérica. Sistema de numeração decimal: características, Números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 leitura, escrita e comparação de números naturais e de números racionais representados na forma decimal (EF06MA01BA) Interpretar, comparar, ordenar, ler e escrever números naturais e números racionais cuja representação decimal é finita, fazendo uso da reta numérica. (EF06MA02) Reconhecer o sistema de numera- ção decimal, como o que prevaleceu no mundo ocidental, e destacar semelhanças e diferenças com outros sistemas, de modo a sistematizar suas principais características (base, valor posicional e função do zero), utilizando, inclusive, a composição e decomposição de números naturais e números racionais em sua representação decimal.

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Página: 399 ENSINO FUNDAMENTAL Operações (adição, subtração, multiplicação, divisão e potenciação) com números naturais 387 (EF06MA03) Resolver e elaborar problemas que envolvam cálculos (mentais ou escritos, exatos ou aproximados) com números naturais, por meio de estratégias variadas, com compreen- são dos processos neles envolvidos com e sem uso de calculadora. (EF06MA02BA) Interpretar, resolver e elaborar problemas que envolvam cálculos (mentais ou escritos, exatos ou aproximados) com números naturais, por meio de estratégias variadas, com compreensão dos processos neles envolvidos com e sem uso de calculadora. (EF06MA04) Construir algoritmo em linguagem natural e representá-lo por fluxograma que indique a resolução de um problema simples (por exemplo, se um número natural qualquer é par). Números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Fluxograma para determinar a paridade de um número natural Múltiplos e divisores de um número natural Números primos e compostos (EF06MA05) Classificar números naturais em primos e compostos, estabelecer relações en- tre números, expressas pelos termos “é múl- tiplo de”, “é divisor de”, “é fator de”, e estabe- lecer, por meio de investigações, critérios de divisibilidade por 2, 3, 4, 5, 6, 8, 9, 10, 100 e 1000. (EF06MA03BA) Classificar números naturais em primos e compostos, estabelecer relações entre números, expressas pelos termos “é múl- tiplo de”, “é divisor de”, “é fator de”, e estabele- cer, por meio de investigações, critérios de divi- sibilidade por 2, 3, 4, 5, 6, 8, 9, 10, 12, 100 e 1000. (EF06MA06) Resolver e elaborar problemas que envolvam as ideias de múltiplo e de divisor. (EF06MA04BA) Resolver situaçõesproblema de contagem, que envolvam o princípio multipli- cativo, por meio de estratégias variadas, como a construção de diagramas, tabelas e esque- mas sem aplicação de fórmulas. (EF06MA07) Compreender, comparar e orde- nar frações associadas às ideias de partes de inteiros e resultado de divisão, identificando frações equivalentes. Frações: significados (parte/todo, quociente), equivalência, comparação, adição e subtração; cálculo da fração de um número natural; adição e subtração de frações (EF06MA08) Reconhecer que os números racio- nais positivos podem ser expressos nas formas fracionária e decimal, estabelecer relações entre essas representações, passando de uma representação para outra, e relacioná-los a pon- tos na reta numérica. (EF06MA09) Resolver e elaborar problemas que envolvam o cálculo da fração de uma quantida- de cujo resultado seja um número natural, com e sem uso de calculadora. (EF06MA10) Resolver e elaborar problemas que envolvam adição ou subtração com números racionais. positivos na representação fracio- nária.

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Página: 400 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Números Operações (adição, subtração, multiplicação, divisão e potenciação) com números racionais (EF06MA11) Resolver e elaborar problemas com números racionais positivos na representação decimal, envolvendo as quatro operações fun- damentais e a potenciação, por meio de estra- tégias diversas, utilizando estimativas e arredondamentos para verificar a razoabilidade de respostas, com e sem uso de calculadora. Aproximação de números para múltiplos de potências de 10 (EF06MA12) Fazer estimativas de quantidades e aproximar números para múltiplos da potência de 10 mais próxima. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Cálculo de porcentagens por meio de estratégias diversas, sem fazer uso da “regra de três”            População ichuense: urbana e rural; Comparação; Situações – problemas e contextualizadas; Matemática no esporte. Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA. Sistema monetário. Porcentagem. Despesas e receitas: Consumismo; Planejamento: decisões de consumo e poupança. Os perigos do endividamento, inadimplência. (EF06MA13) Resolver e elaborar problemas que envolvam porcentagens, com base na ideia de proporcionalidade, sem fazer uso da “regra de três”, utilizando estratégias pessoais, cálculo mental e calculadora, em contextos de educa- ção financeira, entre outros. (EF06MA04BA) Resolver e elaborar problemas que envolvam porcentagens, com base na ideia de proporcionalidade, sem fazer uso da “regra de três”, inclusive utilizando estratégias pesso- ais, cálculo mental e calculadora, em contextos de educação financeira, entre outros. (EF67MA01IC) Comparar, ordenar, ler e escrever números naturais, números inteiros e números racionais usando dados da população ichuense; (EF67MA02IC) Resolver, interpretar e elaborar problemas que envolvam algoritmos com números naturais e números inteiros por meio de estratégias variadas com compreensão dos processos neles envolvidos; (EF67MA03IC) Conhecer números em diferentes contextos e suas respectivas funções inclusive nas leis; (EF67MA04IC) Conhecer a evolução do sistema monetário e destacar a moeda nacional; (EF67MA05IC) Compreender o conceito de porcentagem; (EF67MA06IC) Aplicar o conceito de porcentagem pra resolver e/ou elaborar situações – problema que envolvam porcentagens, como os que lidam com acréscimos e decréscimos simples, utilizando estratégias pessoais, cálculo mental e calculadora, no contexto de educação financeira entre outros; (EF67MA07IC) Valorizar os produtos de pequenos comerciantes de município de Ichu para que os mesmos se sintam valorizados como parte do crescimento financeiro do município assegurando a qualidade alimentar e nutricional; (EF67MA08IC) Compreender a importância do consumo consciente e responsável para evitar o endividamento e inadimplência buscando o planejamento familiar na resolução dos problemas do cotidiano. 388

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Página: 401 ENSINO FUNDAMENTAL Propriedades da igualdade Álgebra Geometria 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Problemas que tratam da partição de um todo em duas partes desiguais, envolvendo razões entre as partes e entre uma das partes e o todo Plano cartesiano: associação dos vértices de um polígono a pares ordenados Prismas e pirâmides: planificações e relações entre seus elementos (vértices, faces e arestas) Polígonos: classificações quanto ao número de vértices, às medidas de lados e ângulos e ao paralelismo e perpendicularismo dos lados Geometria 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Construção de figuras semelhantes: ampliação e redução de figuras planas em malhas quadriculadas 389 (EF06MA14) Reconhecer que a relação de igual- dade matemática não se altera ao adicionar, subtrair, multiplicar ou dividir os seus dois membros por um mesmo número e utilizar essa noção para determinar valores desconhe- cidos na resolução de problemas. (EF06MA15) Resolver e elaborar problemas que envolvam a partilha de uma quantidade em duas partes desiguais, envolvendo relações aditivas e multiplicativas, bem como a razão entre as partes e entre uma das partes e o todo. (EF06MA16) Associar pares ordenados de nú- meros a pontos do plano cartesiano do 1º qua- drante, em situações como a localização dos vértices de um polígono. (EF06MA05BA) Representar e interpretar o des- locamento de um ponto num plano cartesiano por um segmento de reta orientado. (EF06MA17) Quantificar e estabelecer relações entre o número de vértices, faces e arestas de prismas e pirâmides, em função do seu polígo- no da base, para resolver problemas e desen- volver a percepção espacial. (EF06MA18) Reconhecer, nomear e comparar polígonos, considerando lados, vértices e ân- gulos, e classificá-los em regulares e não regu- lares, tanto em suas representações no plano como em faces de poliedros. (EF06MA19) Identificar características dos tri- ângulos e classificá-los em relação às medidas dos lados e dos ângulos. (EF06MA20) Identificar características dos qua- driláteros, classificá-los em relação a lados e a ângulos e reconhecer a inclusão e a intersecção de classes entre eles. (EF06MA21) Construir figuras planas semelhan- tes em situações de ampliação e de redução, com o uso de malhas quadriculadas, plano car- tesiano ou tecnologias digitais. (EF06MA06BA) Desenvolver noções de seme- lhanças de figuras planas a partir de amplia- ções ou reduções, identificando as medidas que se alteram (ângulos) e as que se modificam (dos lados, da superfície e do perímetro). (EF06MA22) Utilizar instrumentos, como réguas e esquadros, ou softwares para representações de retas paralelas e perpendiculares e construção dequadriláteros, entre outros. Construção de retas paralelas e perpendiculares, fazendo uso de réguas, esquadros e softwares (EF06MA23) Construir algoritmo para resolver situações passo a passo (como na construção de dobraduras ou na indicação de deslocamen- to de um objeto no plano segundo pontos de referência e distâncias fornecidas etc.).

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Página: 402 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Problemas sobre medidas envolvendo grandezas como comprimento, massa, tempo, temperatura, área, capacidade e volume Grandezas e medidas (EF06MA24) Resolver e elaborar problemas que envolvam as grandezas comprimento, massa, tempo, temperatura, área (triângulos e retân- gulos), capacidade e volume (sólidos formados por blocos retangulares), sem uso de fórmulas, inseridos, sempre que possível, em contextos oriundos de situações reais e/ou relacionadas às outras áreas do conhecimento. (EF06MA07BA) Mobilizar ideias referentes ao contexto histórico das grandezas e medidas. (EF06MA25) Reconhecer a abertura do ângulo como grandeza associada às figuras geomé- tricas. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Ângulos: noção, usos e medida (EF06MA26) Resolver problemas que envolvam a noção de ângulo em diferentes contextos e em situações reais, como ângulo de visão. (EF06MA27) Determinar medidas da abertura de ângulos, por meio de transferidor e/ou tecnologias digitais. Grandezas e medidas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Plantas baixas e vistas aéreas (EF06MA28) Interpretar, descrever e desenhar plantas baixas simples de residências e vistas aéreas. Perímetro de um quadrado como grandeza proporcional à medida do lado (EF06MA29) Analisar e descrever mudanças que ocorrem no perímetro e na área de um quadra- do ao se ampliarem ou reduzirem, igualmente, as medidas de seus lados, para compreender que o perímetro é proporcional à medida do lado, o que não ocorre com a área. Cálculo de probabilidade, como a razão entre o número de resultados favoráveis e o total de resultados possíveis em um espaço amostral equiprovável Cálculo de probabilidade por meio de muitas repetições de um experimento (frequências de ocorrências e probabilidad e frequentistas ) Probabilidad ee estatística 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Leitura e interpretação de tabelas e gráficos (de colunas ou barras simples ou múltiplas) referentes a variáveis categóricas e a variáveis numéricas (EF06MA30) Calcular a probabilidade de um evento aleatório, expressando-a por número racional (forma fracionária, decimal e percen- tual) e comparar esse número com a probabi- lidade obtida por meio de experimentos suces- sivos. (EF06MA31) Identificar as variáveis e suas fre- quências e os elementos constitutivos (título, eixos, legendas, fontes e datas) em diferentes tipos de gráfico. (EF06MA32) Interpretar e resolver situações que envolvam dados de pesquisas sobre contextos ambientais, sustentabilidade, trânsito, consumo responsável, entre outros, apresen- tadas pela mídia em tabelas e em diferentes tipos de gráficos e redigir textos escritos com o objetivo de sintetizar conclusões. 390

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Página: 403 ENSINO FUNDAMENTAL 391 Coleta de dados, organização e registro Construção de diferentes tipos de gráficos para representálos e interpretação das informações Diferentes tipos de representação de informações: gráficos e fluxogramas  População ichuense: urbana e rural.  Estimativa.  Matemática no esporte.  Tabelas e gráficos:  Análise.  Interpretação.  Criação. (EF06MA33) Planejar e coletar dados de pesqui- sa referente a práticas sociais escolhidas pelos alunos e fazer uso de planilhas eletrônicas para registro, representação e interpretação das informações em tabelas, gráficos variados e tex- tos verbais. (EF06MA34) Interpretar e desenvolver fluxogra- mas simples, identificando as relações entre os objetos representados (por exemplo, posição de cidades considerando as estradas que as unem, hierarquia dos funcionários de uma em- presa etc.). (EF67MA12IC) Resolver situações – problemas de contagem, que envolvam o principio multiplicativo, por meio de estratégias variadas, como a construção de diagramas, tabelas e esquemas sem aplicação de formulas usando dados da população ichuense. (EF67MA13IC) Comparar e ordenar números naturais e números inteiros em diferentes contextos, incluindo informações para construção de tabelas e gráficos em situações que envolvam jogos esportivos contendo adição, e subtração. 7º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCI AS ESPECÍFICA S OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES Múltiplos e divisores de um número natural (EF07MA01) Resolver e elaborar problemas com números naturais, envolvendo as noções de di- visor e de múltiplo, podendo incluir máximo di- visor comum ou mínimo múltiplo comum, por meio de estratégias diversas, sem a aplicação de algoritmos. Cálculo de porcentagens e de acréscimos e decréscimos simples Números inteiros: usos, história, ordenação, associação com pontos da reta numérica e operações (EF07MA02) Resolver e elaborar problemas que envolvam porcentagens, como os que lidam com acréscimos e decréscimos simples, utili- zando estratégias pessoais, cálculo mental e calculadora, no contexto de educação finan- ceira, entre outros. (EF07MA03) Comparar e ordenar números in- teiros em diferentes contextos, incluindo o his- tórico, associá-los a pontos da reta numérica e utilizá-los em situações que envolvam adição e subtração. (EF07MA04) Resolver e elaborar problemas que envolvam operações com números inteiros. (EF07MA01BA) Calcular, mentalmente ou por escrito, as operações com números inteiros (por meio de estratégias variadas), compreen- dendo os processos nelas envolvidos. Números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, (EF07MA05) Resolver um mesmo problema uti- lizando diferentes algoritmos.

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Página: 404 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 8 (EF07MA06) Reconhecer que as resoluções de um grupo de problemas que têm a mesma es- trutura podem ser obtidas utilizando os mes- mos procedimentos. Fração e seus significados: como parte de inteiros, resultado da divisão, razão e operador (EF07MA07) Representar, por meio de um fluxo- grama, os passos utilizados para resolver um grupo de problemas. (EF07MA08) Comparar e ordenar frações asso- ciadas às ideias de partes de inteiros, resultado da divisão, razão e do operador. (EF07MA09) Utilizar, na resolução de proble- mas, a associação entre razão e fração, como a fração 2/3 para expressar a razão de duas par- tes de uma grandeza para três partes da mes- ma ou três partes de outra grandeza. Números racionais na representação fracionária e na decimal: usos, ordenação e associação com pontos da reta numérica e operações            População ichuense: urbana e rural; Comparação; Situações – problemas e contextualizadas; Matemática no esporte. Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA. Sistema monetário. Porcentagem. Despesas e receitas: Consumismo; Planejamento: decisões de consumo e poupança. Os perigos do endividamento, inadimplência. (EF07MA10) Comparar e ordenar números ra- cionais em diferentes contextos e associá-los a pontos da reta numérica. (EF07MA11) Compreender e utilizar a multipli- cação e a divisão de números racionais, a rela- ção entre elas e suas propriedades operatórias. (EF07MA12) Resolver e elaborar problemas que envolvam as operações com números ra- cionais. (EF67MA01IC) Comparar, ordenar, ler e escrever números naturais, números inteiros e números racionais usando dados da população ichuense; (EF67MA02IC) Resolver, interpretar e elaborar problemas que envolvam algoritmos com números naturais e números inteiros por meio de estratégias variadas com compreensão dos processos neles envolvidos; (EF67MA03IC) Conhecer números em diferentes contextos e suas respectivas funções inclusive nas leis; (EF67MA04IC) Conhecer a evolução do sistema monetário e destacar a moeda nacional; (EF67MA05IC) Compreender o conceito de porcentagem; (EF67MA06IC) Aplicar o conceito de porcentagem pra resolver e/ou elaborar situações – problema que envolvam porcentagens, como os que lidam com acréscimos e decréscimos simples, utilizando estratégias pessoais, cálculo mental e calculadora, no contexto de educação financeira entre outros; (EF67MA07IC) Valorizar os produtos de pequenos comerciantes de município de Ichu para que os mesmos se sintam valorizados como parte do crescimento financeiro do município assegurando a qualidade alimentar e nutricional; 392

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Página: 405 ENSINO FUNDAMENTAL 393 (EF67MA08IC) Compreender a importância do consumo consciente e responsável para evitar o endividamento e inadimplência buscando o planejamento familiar na resolução dos problemas do cotidiano. (EF07MA13) Compreender a ideia de variável, representada por letra ou símbolo, para ex- pressar relação entre duas grandezas, diferen- ciando-a da ideia de incógnita. (EF07MA02BA) Produzir diferentes escritas al- gébricas. Linguagem algébrica: variável e incógnita Álgebra 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 (EF07MA15) Utilizar a simbologia algébrica para expressar regularidades encontradas em sequ- ências numéricas. Equivalência de expressões algébricas: identificação da regularidade de uma sequência numérica (EF07MA16) Reconhecer se duas expressões al- gébricas obtidas para descrever a regularidade de uma mesma sequência numérica são ou não equivalentes. Problemas envolvendo grandezas diretamente proporcionais e grandezas inversamente proporcionais (EF07MA17) Resolver e elaborar problemas que envolvam variação de proporcionalidade direta e de proporcionalidade inversa entre duas grandezas, utilizando sentença algébrica para expressar a relação entre elas. Equações polinomiais do 1º grau Transformações geométricas de polígonos no plano cartesiano: multiplicação das coordenadas por um número inteiro e obtenção de simétricos em relação aos eixos e à origem Geometria 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 (EF07MA14) Classificar sequências, em recur- sivas e não recursivas, reconhecendo que o conceito de recursão está presente não apenas na matemática, mas também nas artes e na li- teratura. Simetrias de translação, rotação e reflexão A circunferência como lugar geométrico (EF07MA18) Resolver e elaborar problemas que possam ser representados por equações poli- nomiais de 1º grau, redutíveis à forma ax + b = c, fazendo uso das propriedades da igualdade. (EF07MA19) Realizar transformações de polígo- nos representados no plano cartesiano, decor- rentes da multiplicação das coordenadas de seus vértices por um número inteiro. (EF07MA20) Reconhecer e representar, no pla- no cartesiano, o simétrico de figuras em rela- ção aos eixos e à origem. (EF07MA21) Reconhecer e construir figuras obtidas por simetrias de translação, rotação e reflexão, usando instrumentos de desenho ou softwares de geometria dinâmica e vincu- lar esse estudo a representações planas de obras de arte, elementos arquitetônicos, entre outros. (EF07MA22) Construir circunferências, utilizan- do compasso, reconhecê-las como lugar geo- métrico e utilizá-las para fazer composições artísticas e resolver problemas que envolvam objetos equidistantes. (EF07MA03BA) Estabelecer a relação entre a medida do comprimento de uma circunferên- cia e o seu diâmetro.

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Página: 406 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Relações entre os ângulos formados por retas paralelas intersectadas por uma transversal Triângulos: construção, condição de existência e soma das medidas dos ângulos internos Geometria 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Problemas envolvendo medições 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 (EF07MA24) Construir triângulos, usando régua e compasso, reconhecer a condição de existên- cia do triângulo quanto à medida dos lados e verificar que a soma das medidas dos ângulos internos de um triângulo é 180°. (EF07MA25) Reconhecer a rigidez geométrica dos triângulos e suas aplicações na construção de estruturas arquitetônicas (telhados, estru- turas metálicas e outras) ou nas Artes Plásticas. (EF07MA26) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a cons- trução de um triângulo qualquer, conhecidas as medidas dos três lados. Polígonos regulares: quadrado e triângulo equilátero Grandezas e medidas (EF07MA23) Verificar relações entre os ângulos formados por retas paralelas cortadas por uma transversal, com e sem uso de softwares de ge- ometria dinâmica. (EF07MA27) Calcular medidas de ângulos in- ternos de polígonos regulares, sem o uso de fórmulas, e estabelecer relações entre ângulos internos e externos de polígonos, preferencial- mente vinculadas à construção de mosaicos e de ladrilhamentos. (EF07MA28) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a cons- trução de um polígono regular (como quadra- do e triângulo equilátero), conhecida a medida de seu lado. (EF07MA29) Resolver e elaborar problemas que envolvam medidas de grandezas, inseridos em contextos oriundos de situações cotidianas ou de outras áreas do conhecimento, reconhecen- do que toda medida empírica é aproximada. Cálculo de volume de blocos retangulares, utilizando unidades de medida convencionais mais usuais (EF07MA30) Resolver e elaborar problemas de cálculo de medida do volume de blocos retan- gulares, envolvendo as unidades usuais (metro cúbico, decímetro cúbico e centímetro cúbico). Equivalência de área de figuras planas: cálculo de áreas de figuras que podem ser decompostas por outras, cujas áreas podem ser facilmente determinadas como triângulos e quadriláteros (EF07MA31) Estabelecer expressões de cálculo de área de triângulos e de quadriláteros. Medida do comprimento da circunferência Experimentos aleatórios: espaço amostral e estimativa de probabilidade por meio de frequência de ocorrências (EF07MA32) Resolver e elaborar problemas de cálculo de medida de área de figuras planas que podem ser decompostas por quadrados, retângulos e/ou triângulos, utilizando a equi- valência entre áreas (EF07MA33) Estabelecer o número como a ra- zão entre a medida de uma circunferência e seu diâmetro, para compreender e resolver proble- mas, inclusive os de natureza histórica. (EF07MA34) Planejar e realizar experimentos aleatórios ou simulações que envolvem cálculo de probabilidades ou estimativas por meio de frequência de ocorrências. 394

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Página: 407 ENSINO FUNDAMENTAL Estatística: média e amplitude de um conjunto de dados Probabilidad ee estatística 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Pesquisa amostral e pesquisa censitária Planejamento de pesquisa, coleta e organização dos dados, construção de tabelas e gráficos e interpretação das informações Gráficos de setores: interpretação, pertinência e construção para representar conjunto de dados  População ichuense: urbana e rural.  Estimativa.  Matemática no esporte.  Tabelas e gráficos:  Análise.  Interpretação.  Criação. 395 (EF07MA35) Compreender, em contextos sig- nificativos, o significado de média estatística como indicador da tendência de uma pesquisa, calcular seu valor e relacioná-lo, intuitivamen- te, com a amplitude do conjunto de dados. (EF07MA36) Planejar e realizar pesquisa envol- vendo tema da realidade social, identificando a necessidade de ser censitária ou de usar amos- tra, e interpretar os dados para comunicá-los por meio de relatório escrito, tabelas e gráfi- cos, com o apoio de planilhas eletrônicas. (EF07MA37) Interpretar e analisar dados apre- sentados em gráfico de setores divulgados pela mídia e compreender quando é possível ou conveniente sua utilização. (EF67MA12IC) Resolver situações – problemas de contagem, que envolvam o principio multiplicativo, por meio de estratégias variadas, como a construção de diagramas, tabelas e esquemas sem aplicação de formulas usando dados da população ichuense. (EF67MA13IC) Comparar e ordenar números naturais e números inteiros em diferentes contextos, incluindo informações para construção de tabelas e gráficos em situações que envolvam jogos esportivos contendo adição, e subtração. (EF67MA03IC) Conhecer números em diferentes contextos e suas respectivas funções inclusive nas leis; (EF67MA04IC) Conhecer a evolução do sistema monetário e destacar a moeda nacional; (EF67MA05IC) Compreender o conceito de porcentagem; (EF67MA06IC) Aplicar o conceito de porcentagem pra resolver e/ou elaborar situações – problema que envolvam porcentagens, como os que lidam com acréscimos e decréscimos simples, utilizando estratégias pessoais, cálculo mental e calculadora, no contexto de educação financeira entre outros; (EF67MA07IC) Valorizar os produtos de pequenos comerciantes de município de Ichu para que os mesmos se sintam valorizados como parte do crescimento financeiro do município assegurando a qualidade alimentar e nutricional; (EF67MA08IC) Compreender a importância do consumo consciente e responsável para evitar o endividamento e inadimplência buscando o planejamento familiar na resolução dos problemas do cotidiano.

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Página: 408 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 8º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS Números COMPETÊNCI AS ESPECÍFICA S 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES Notação científica (EF08MA01) Efetuar cálculos com potências de expoentes inteiros e aplicar esse conhecimen- to na representação de números em notação científica. Potenciação e radiciação (EF08MA02) Resolver e elaborar problemas usando a relação entre potenciação e radicia- ção, para representar uma raiz como potência de expoente fracionário. O princípio multiplicativo da contagem (EF08MA03) Resolver e elaborar problemas de contagem cuja resolução envolva a aplicação do princípio multiplicativo. (EF08MA04) Resolver e elaborar problemas, en- volvendo cálculo de porcentagens, incluindo o uso de tecnologias digitais. Porcentagens Números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 (EF08MA01BA) Resolver e elaborar problemas, envolvendo cálculo de porcentagens, incluindo o uso de tecnologias digitais, bem como sua importância no cotidiano. (EF08MA05) Reconhecer e utilizar procedimen- tos para a obtenção de uma fração geratriz para uma dízima periódica. Dízimas periódicas: fração geratriz (EF08MA05) Reconhecer e utilizar procedimen- tos para a obtenção de uma fração geratriz para uma dízima periódica e vice-versa. Matemática no esporte Despesas e receitas/ Consumismo; Planejamento, decisões de consumo e poupança; Os perigos do endividamento, inadimplência; (EF09MA02IC) Analisar e Interpretar dados apresentados e divulgados pela mídia convencional e digital para compreender e planejar o consumo, enfatizando o consumo ético, consciente e responsável de forma a evitar o endividamento e a inadimplência familiar. (EF09MA03IC)Resolver e elaborar problemas usando o conhecimento das operações de adição e subtração para controlar e acompanhar as despesas e as receitas da família Orçamento doméstico Evolução histórica dinheiro/Sistema monetário (EF09MA01Ic) Efetuar cálculos envolvendo as operações de adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação, aplicando esse conhecimento para indicar a quantidade ou a ordem dos resultados em diferentes situações relacionadas as práticas de diversos esportes individuais ou coletivos. do (EF08MA04Ic) Reconhecer a importância do dinheiro no mundo de hoje e relacionar valores de moedas, criptomoedas e cédulas, de forma a contextualizar e resolver situações simples do cotidiano familiar. 396

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Página: 409 ENSINO FUNDAMENTAL 397 (EF09MA04Ic) Reconhecer a importância do dinheiro no mundo de hoje e relacionar valores de moedas, criptomoedas e cédulas, comparando a equivalência de valores monetários do sistema brasileiro com outras moedas internacionais em situações de compra, venda e troca. Geração de renda/economia local; Consumo e produção agroecológica Valor numérico de expressões algébricas Associação de uma equação linear de 1º grau a uma reta no plano cartesiano Álgebra 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 (EF08MA06) Resolver e elaborar problemas que envolvam cálculo do valor numérico de expres- sões algébricas, utilizando as propriedades das operações. (EF08MA07) Associar uma equação linear de 1º grau com duas incógnitas a uma reta no plano cartesiano. Sistema de equações polinomiais de 1º grau: resolução algébrica e representação no plano cartesiano (EF08MA08) Resolver e elaborar problemas relacionados ao seu contexto próximo, que possam ser representados por sistemas de equações de 1º grau com duas incógnitas e interpretá-los, utilizando, inclusive, o plano cartesiano como recurso. Equação polinomial de 2º grau do tipo ax2 = b (EF08MA09) Resolver e elaborar, com e sem uso de tecnologias, problemas que possam ser representados por equações polinomiais de 2º grau do tipo ax2 = b. Sequências recursivas e não recursivas Variação de grandezas: diretamente proporcionais, inversamente proporcionais ou não proporcionais Geometria ( EF09MA05IC ) Analisar, reconhecer e utilizar dados, tabelas e gráficos para resolver e elaborar problemas relacionados a economia local, geração de renda e produção agroecológica do município de Ichu. Congruênci a de triângulos e demonstrações de propriedades de quadriláteros (EF08MA10) Identificar a regularidade de uma sequência numérica ou figural não recursiva e construir um algoritmo por meio de um fluxo- grama que permita indicar os números ou as figuras seguintes. (EF08MA11) Identificar a regularidade de uma sequência numérica recursiva e construir um algoritmo por meio de um fluxograma que per- mita indicar os números seguintes (EF08MA12) Identificar a natureza da variação de duas grandezas, diretamente, inversamente proporcionais ou não proporcionais, expres- sando a relação existente por meio de sentença algébrica e representá-la no plano cartesiano. (EF08MA13) Resolver e elaborar problemas que envolvam grandezas diretamente ou inversa- mente proporcionais, por meio de estratégias variadas. (EF08MA05BA) Resolver e elaborar problemas que envolvam grandezas diretamente ou inversamente proporcionais, especialmente por meio de um estudo de regra de três simples e composta. (EF08MA14) Demonstrar propriedades de qua- driláteros por meio da identificação da congru- ência de triângulos.

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Página: 410 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Construções geométricas: ângulos de 90°, 60°, 45° e 30° e polígonos regulares Geometria 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Mediatriz e bissetriz como lugares geométricos: construção e problemas Transformações geométricas: simetrias de translação, reflexão e rotação Área de figuras planas Área do círculo e comprimento de sua circunferência Grandezas e medidas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Volume de cilindro reto Medidas de capacidade (EF08MA15) Construir, utilizando instrumentos de desenho ou softwares de geometria dinâmi- ca, mediatriz, bissetriz, ângulos de 90°, 60°, 45° e 30° e polígonos regulares. (EF08MA16) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a cons- trução de um hexágono regular de qualquer área, a partir da medida do ângulo central e da utilização de esquadros e compasso. (EF08MA17) Aplicar os conceitos de mediatriz e bissetriz como lugares geométricos na resolu- ção de problemas. (EF08MA18) Reconhecer e construir figuras obtidas por composições de transformações geométricas (translação, reflexão e rotação), com o uso de instrumentos de desenho ou de softwares de geometria dinâmica. (EF08MA02BA) Calcular área de figuras planas bem como o volume de blocos retangulares. (EF08MA19) Resolver e elaborar problemas que envolvam medidas de área de figuras geomé- tricas, utilizando expressões de cálculo de área (quadriláteros, triângulos e círculos), em situa- ções como determinar medida de terrenos. (EF08MA20) Reconhecer a relação entre um li- tro e um decímetro cúbico e a relação entre li- tro e metro cúbico, para resolver problemas de cálculo de capacidade de recipientes. (EF08MA21) Resolver e elaborar problemas que envolvam o cálculo do volume de recipiente cujo formato é o de um bloco retangular Unidades de medidas nos diversos contextosvolume, massa, sacas, tempo, distância, etc. Agricultura familiar; (EF08MA06Ic) Reconhecer as relações entre volume, massa e sacas e a relação entre tempo e distância, por meio de dados obtidos na mídia sobre a produção de agrícola do município ou região. (EF08MA07Ic) Resolver e elaborar problemas que envolvam o expressões de cálculo de volume de produção, quantidade de sacas produzidas e o tempo de produção na agricultura familiar. (EF09MA06Ic) Analisar as relações entre volume, massa e sacas e sua relação com o tempo de plantio e a distância para o escoamento da produção, considerando as características do modo de produção agricula do município ou região, de forma a produzir dados estatisticos mais próximos da realidade que permitam influenciar na tomada de decisões. (EF09MA07Ichu) Resolver e elaborar problemas que envolvam o expressões de cálculo de volume de produção, quantidade de sacas produzidas e tempo de produção na agricultura familiar do município. 398

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Página: 411 ENSINO FUNDAMENTAL Probabilidad ee estatística 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 399 Princípio multiplicativo da contagem Soma das probabilidades de todos os elementos de um espaço amostral (EF08MA22) Calcular a probabilidade de even- tos, com base na construção do espaço amos- tral, utilizando o princípio multiplicativo, e reconhecer que a soma das probabilidades de todos os elementos do espaço amostral é igual a 1. Gráficos de barras, colunas, linhas ou setores e seus elementos constitutivos e adequação para determinado conjunto de dados (EF08MA23) Avaliar a adequação de diferentes tipos de gráficos para representar um conjunto de dados de uma pesquisa. Organização dos dados de uma variável contínua em classes Atividades com gráficos: análise, criação e interpretação POPULAÇÃO ICHUENSE urbana e rural comparação, estimativa, porcentagem; probabilidade e estatística; situações problemas contextualizadas Empreendedorismo social Economia solidária; Cooperativismo de produção e de crédito Tipos de impostos e como eles se constituem; Origem dos tributos; Tributação e orçamento (EF08MA24) Classificar as frequências de uma variável contínua de uma pesquisa em classes, de modo que resumam os dados de maneira adequada para a tomada de decisões. (EF08MA09IC) Interpretar e analisar dados apresentados em gráfico de setores e barras envolvendo diversas situações num contexto atual divulgados pela mídia e redes sociais e avaliar quando é possível ou conveniente sua utilização para criação de estatísticas referentes aos dados coletados de forma a contribuir para tomada de decisões. (EFO9MA09IC) Aplicar os conceitos de estatística, probabilidade e porcentagem para análise por meio de dados, tabelas e gráficos divulgados pela mídia da população ichuense urbana e rural atual, comparando o resultado com anos anteriores, bem como fazendo o uso desses dados para estimar o percentual da população urbana e rural ichuense para os próximos anos. (EFO9MA10IC) Reconhecer e analisar o Empreendedorismo social como uma importante ferramenta no mundo globalizado de hoje e a aplicar esses conhecimentos para coletar informações que possibilite a criação de dados a serem usados em probabilidade e estatística que ajudem na tomada de decisão que beneficie uma comunidade, cidade ou região a se desenvolverem de maneira sustentável. (EF09MA11IC) Reconhecer e analisar a Economia solidária, o cooperativismo de produção e de crédito de forma a aplicar esses conhecimentos como uma importante ferramenta de desenvolvimento da cidade ou região de Ichu, analisando seus aspectos econômicos e sociais para criação de modelos estatísticos que possibilitem tomada de decisões. (EF09MA12Ichu) Analisar os tributos pertinentes ao município de Ichu e aplicar o conhecimento sobre números reais, porcentagem e juros para elaboração e resolução de problemas que envolvam cálculos dos tributos, multas por atraso e parcelamentos de dívidas com o município

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Página: 412 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Evasão fiscal e combate a sonegação Lei de responsabilidade fiscal; Estudo das leis Municipais: Lei Orçamentária, Plano plurianual, LOAS (Lei orgânica da assistência social). Probabilidad ee estatística 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Pesquisas censitária ou amostral Planejamento e execução de pesquisa amostral (EF09MA13Ichu) Analisar e utilizar dados, tabelas e gráficos para resolver e elaborar melhores estratégias ao combate a evasão fiscal e a sonegação do município, bem como utilizar outros subsídios a serem agregados por meio de dados estatísticos, de forma a propicionar a melhor tomada de decisão em respeito ao cumprimento de lei de responsabilidade fiscal e aos paramêtros estabelecidos na Lei Orçamentária, Plano plurianual, e LOAS (Lei orgânica da assistência social). (EF08MA26) Selecionar razões, de diferentes naturezas (física, ética ou econômica), que jus- tificam a realização de pesquisas amostrais e não censitárias, e reconhecer que a seleção da amostra pode ser feita de diferentes maneiras (amostra casual simples, sistemática e estrati- ficada). (EF08MA27) Planejar e executar pesquisa amos- tral, selecionando uma técnica de amostragem adequada, e escrever relatório que contenha os gráficos apropriados para representar os con- juntos de dados, destacando aspectos como as medidas de tendência central, a amplitude e as conclusões. 9º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCI AS ESPECÍFICA S OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES Números reais para medir qualquer segmento de reta (EF09MA01) Reconhecer que, uma vez fixada uma unidade de comprimento, existem seg- mentos de reta cujo comprimento não é ex- presso por número racional (como as medidas de diagonais de um polígono e alturas de um triângulo, quando se toma a medida de cada lado como unidade). Números irracionais: reconhecimento e localização de alguns na reta numérica Números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Potências com expoentes negativos e fracionários Números reais: notação científica e problemas (EF09MA02) Reconhecer um número irracio- nal como um número real cuja representação decimal é infinita e não periódica, e estimar a localização. (EF09MA01BA) Constatar, explorando o contex- to local, que existem situações problemas, em particular algumas vinculadas à Geometria e às medidas, cujas soluções não são dadas por meio de números racionais de alguns deles na reta numérica. (EF09MA03) Efetuar cálculos com números reais, inclusive potências com expoentes fra- cionários. (EF09MA04) Resolver e elaborar problemas com números reais, inclusive em notação cien- tífica, envolvendo diferentes operações. 400

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Página: 413 ENSINO FUNDAMENTAL Porcentagens: problemas que envolvem cálculo de percentuais sucessivos Matemática no esporte Despesas e receitas/ Consumismo; Planejamento, decisões de consumo e poupança; Os perigos do endividamento, inadimplência; Orçamento doméstico Evolução histórica do dinheiro/Sistema monetário 401 (EF09MA05) Resolver e elaborar problemas que envolvam porcentagens, com a ideia de aplica- ção de percentuais sucessivos e a determina- ção das taxas percentuais, preferencialmente com o uso de tecnologias digitais, no contexto da educação financeira. (EF09MA01Ic)Efetuar cálculos envolvendo as operações de adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação, aplicando esse conhecimento para indicar a quantidade ou a ordem dos resultados em diferentes situações relacionadas as práticas de diversos esportes individuais ou coletivos. (EF09MA02IC) Analisar e Interpretar dados apresentados e divulgados pela mídia convencional e digital para compreender e planejar o consumo, enfatizando o consumo ético, consciente e responsável de forma a evitar o endividamento e a inadimplência familiar. (EF09MA03IC) Resolver e elaborar problemas usando o conhecimento das operações de adição e subtração para controlar e acompanhar as despesas e as receitas da família. (EF08MA04Ic) Reconhecer a importância do dinheiro no mundo de hoje e relacionar valores de moedas, criptomoedas e cédulas, de forma a contextualizar e resolver situações simples do cotidiano familiar. (EF09MA04Ic) Reconhecer a importância do dinheiro no mundo de hoje e relacionar valores de moedas, criptomoedas e cédulas, comparando a equivalência de valores monetários do sistema brasileiro com outras moedas internacionais em situações de compra, venda e troca. Geração de renda/economia local; Consumo e produção agroecológica Álgebra Álgebra 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 ( EF09MA05IC ) Analisar, reconhecer e utilizar dados, tabelas e gráficos para resolver e elaborar problemas relacionados a economia local, geração de renda e produção agroecológica do município de Ichu. Funções: representações numérica, algébrica e gráfica (EF09MA06) Compreender as funções como relações de dependência unívoca entre duas variáveis e suas representações numérica, al- gébrica e gráfica e utilizar esse conceito para analisar situações que envolvam relações fun- cionais entre duas variáveis. Razão entre grandezas de espécies diferentes (EF09MA07) Resolver problemas que envolvam a razão entre duas grandezas de espécies di- ferentes, como velocidade e densidade demo- gráfica. Grandezas diretamente proporcionais e grandezas inversamente proporcionais (EF09MA08) Resolver e elaborar problemas que envolvam relações de proporcionalidade direta e inversa entre duas ou mais grandezas, inclu- sive escalas, divisão em partes proporcionais e taxa de variação, em contextos socioculturais, ambientais e de outras áreas.

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Página: 414 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Expressões algébricas: fatoração e produtos notáveis Resolução de equações polinomiais do 2º grau por meio de fatorações (EF09MA09) Compreender os processos de fa- toração de expressões algébricas, com base em suas relações com os produtos notáveis, para resolver e elaborar problemas que pos- sam ser representados por equações polino- miais do 2º grau. Demonstrações de relações entre os ângulos formados por retas paralelas intersectadas por uma transversal (EF09MA10) Demonstrar relações simples entre os ângulos formados por retas paralelas corta- das por uma transversal. Relações entre arcos e ângulos na circunferência de um círculo Semelhança de triângulos Geometria 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 (EF09MA11) Resolver problemas por meio do estabelecimento de relações entre arcos, ân- gulos centrais e ângulos inscritos na circunfe- rência, fazendo uso, inclusive, de softwares de geometria dinâmica. (EF09MA12) Reconhecer as condições necessá- rias e suficientes para que dois triângulos se- jam semelhantes. Relações métricas no triângulo retângulo Teorema de Pitágoras: verificações experimentais e demonstração Retas paralelas cortadas por transversais: teoremas de proporcionalidade e verificações experimentais (EF09MA13) Demonstrar relações métricas do triângulo retângulo, entre elas o teorema de Pitágoras, utilizando, inclusive, a semelhança de triângulos. Retas paralelas cortadas por transversais: teoremas de proporcionalidade e verificações experimentais (EF09MA14) Resolver e elaborar problemas de aplicação do teorema de Pitágoras ou das re- lações de proporcionalidade envolvendo retas paralelas cortadas por secantes. Polígonos regulares (EF09MA15) Descrever, por escrito e por meio de um fluxograma, um algoritmo para a cons- trução de um polígono regular cuja medida do lado é conhecida, utilizando régua e compasso, como também softwares. (EF09MA02BA) Analisar em poliedros a posição relativa de duas arestas (paralelas, perpendi- culares, reversas) e de duas faces (paralelas, perpendiculares). Distância entre pontos no plano cartesiano Geometria 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Vistas ortogonais de figuras espaciais (EF09MA16) Determinar o ponto médio de um segmento de reta e a distância entre dois pon- tos quaisquer, dadas as coordenadas desses pontos no plano cartesiano, sem o uso de fór- mulas, e utilizar esse conhecimento para cal- cular, por exemplo, medidas de perímetros e áreas de figuras planas construídas no plano. (EF09MA17) Reconhecer vistas ortogonais de fi- guras espaciais e aplicar tal conhecimento para desenhar objetos em perspectiva. (EF09MA03BA) Representar as diferentes vistas (lateral, frontal e superior) de figuras tridimen- sionais e reconhecer a figura representada por diferentes vistas. 402

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Página: 415 ENSINO FUNDAMENTAL Grandezas e medidas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Unidades de medida para medir distâncias muito grandes e muito pequenas Unidades de medida utilizadas na informática Volume de prismas e cilindros Unidades de medidas nos diversos contextosvolume, massa, sacas, tempo, distância, etc. Agricultura familiar; 403 (EF09MA18) Reconhecer e empregar unidades usadas para expressar medidas muito grandes ou muito pequenas, tais como distância entre planetas e sistemas solares, tamanho de vírus ou de células, capacidade de armazenamento de computadores, entre outros. (EF09MA04BA) Identificar a relevância das uni- dades convencionais no processo de comuni- cação. (EF09MA19) Resolver e elaborar problemas que envolvam medidas de volumes de prismas e de cilindros retos, inclusive com uso de expres- sões de cálculo, em situações cotidianas. (EF08MA06Ic) Reconhecer as relações entre volume, massa e sacas e a relação entre tempo e distância, por meio de dados obtidos na mídia sobre a produção de agrícola do município ou região. (EF08MA07Ic) Resolver e elaborar problemas que envolvam o expressões de cálculo de volume de produção, quantidade de sacas produzidas e o tempo de produção na agricultura familiar (EF09MA06Ic) Analisar as relações entre volume, massa e sacas e sua relação com o tempo de plantio e a distância para o escoamento da produção, considerando as características do modo de produção agricula do município ou região, de forma a produzir dados estatisticos mais próximos da realidade que permitam influenciar na tomada de decisões. (EF09MA07Ichu) Resolver e elaborar problemas que envolvam o expressões de cálculo de volume de produção, quantidade de sacas produzidas e tempo de produção na agricultura familiar do município. Análise de probabilidade de eventos aleatórios: eventos dependentes e independentes Análise de gráficos divulgados pela mídia: elementos que podem induzir a erros de leitura ou de interpretação Probabilidad ee estatística 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Leitura, interpretação e representação de dados de pesquisa expressos em tabelas de dupla entrada, gráficos de colunas simples e agrupadas, gráficos de barras e de setores e gráficos pictóricos (EF09MA20) Reconhecer, em experimentos ale- atórios, eventos independentes e dependentes e calcular a probabilidade de sua ocorrência, nos dois casos. (EF09MA21) Analisar e identificar, em gráficos divulgados pela mídia, os elementos que po- dem induzir, às vezes propositadamente, erros de leitura, como escalas inapropriadas, legen- das não explicitadas corretamente, omissão de informações importantes (fontes e datas), entre outros. (EF09MA22) Escolher e construir o gráfico mais adequado (colunas, setores, linhas), com ou sem uso de planilhas eletrônicas, para apre- sentar um determinado conjunto de dados, destacando aspectos como as medidas de ten- dência central.

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Página: 416 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. Planejamento e execução de pesquisa amostral e apresentação de relatório (EF09MA23) Planejar e executar pesquisa amostral envolvendo tema da realidade social e comunicar os resultados por meio de relató- rio contendo avaliação de medidas de tendên- cia central e da amplitude, tabelas e gráficos adequados, construídos com o apoio de plani- lhas eletrônicas. (EF09MA05BA) Aplicar conceitos de álgebra na exploração de pesquisas estatísticas. Atividades com gráficos: análise, criação e interpretação POPULAÇÃO ICHUENSE urbana e rural comparação, estimativa, porcentagem; probabilidade e estatística; situações problemas contextualizadas Empreendedorismo social Economia solidária; Cooperativismo de produção e de crédito Tipos de impostos e como eles se constituem; Origem dos tributos; Tributação e orçamento Evasão fiscal e combate a sonegação Lei de responsabilidade fiscal; Estudo das leis Municipais: Lei Orçamentária, Plano plurianual, LOAS (Lei (EF08MA09IC) Interpretar e analisar dados apresentados em gráfico de setores e barras envolvendo diversas situações num contexto atual divulgados pela mídia e redes sociais e avaliar quando é possível ou conveniente sua utilização para criação de estatísticas referentes aos dados coletados de forma a contribuir para tomada de decisões. (EFO9MA09IC) Aplicar os conceitos de estatística, probabilidade e porcentagem para análise por meio de dados, tabelas e gráficos divulgados pela mídia da população ichuense urbana e rural atual, comparando o resultado com anos anteriores, bem como fazendo o uso desses dados para estimar o percentual da população urbana e rural ichuense para os próximos anos. (EFO9MA10IC) Reconhecer e analisar o Empreendedorismo social como uma importante ferramenta no mundo globalizado de hoje e a aplicar esses conhecimentos para coletar informações que possibilite a criação de dados a serem usados em probabilidade e estatística que ajudem na tomada de decisão que beneficie uma comunidade, cidade ou região a se desenvolverem de maneira sustentável. (EF09MA11IC) Reconhecer e analisar a Economia solidária, o cooperativismo de produção e de crédito de forma a aplicar esses conhecimentos como uma importante ferramenta de desenvolvimento da cidade ou região de Ichu, analisando seus aspectos econômicos e sociais para criação de modelos estatísticos que possibilitem tomada de decisões. (EF09MA12Ichu) Analisar os tributos pertinentes ao município de Ichu e aplicar o conhecimento sobre números reais, porcentagem e juros para elaboração e resolução de problemas que envolvam cálculos dos tributos, multas por atraso e parcelamentos de dívidas com o município (EF09MA13Ichu) Analisar e utilizar dados, tabelas e gráficos para resolver e elaborar melhores estratégias ao combate a evasão fiscal e a sonegação do município, bem como utilizar outros subsídios a serem agregados por meio de dados estatísticos, de forma a propicionar a melhor tomada de decisão em respeito ao cumprimento de lei de responsabilidade fiscal e aos paramêtros estabelecidos na Lei Orçamentária, Plano 404

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Página: 417 ENSINO FUNDAMENTAL orgânica da assistência social). 405 plurianual, e LOAS (Lei orgânica da assistência social). Ciência e sociedade desenvolvem-se constituindo uma teia de relações múltiplas e complexas. A sociedade da informação e do conhecimento em que estamos inseridos nos obriga à compreensão da Ciência, não apenas como corpo de saberes, mas também como instituição social. Questões de natureza científica com implicações sociais são levadas à discussão, e os cidadãos são chamados a dar sua opinião. Dessa maneira, o letramento científico é fundamental para o exercício pleno da cidadania. O desenvolvimento de compe- tências para formar esse cidadão emancipado deve ser contempla- do no currículo de Ciências da Natureza. 7.4. Área de Ciências da Natureza – Texto Introdutório No Ensino Fundamental, o componente curricular Ciências aborda temas que são estudados em várias áreas do conhecimento dentro da área das Ciências Naturais, desde a Astronomia até as Geociências, passando pela Química e a Física. Nessa fase escolar, esses conhecimentos devem ser apresentados aos estudantes de maneira geral para que eles se apropriem dos conhecimentos construídos sobre o mundo natural, ampliando seu repertório e entendendo a ciência como prática cultural histórica. A sociedade contemporânea está fortemente organizada com base no desenvolvimento científico e tecnológico. Os diferentes marcos na história da humanidade são determinados por domínios de téc- nicas que facilitaram a interação homem-natureza. O homem é um ser que atua na natureza em função de suas necessidades e o faz para sobreviver como espécie, mas não o faz como os outros ani- mais. A ação humana sobre a natureza se dá pela incorporação de experiências e conhecimentos produzidos e transmitidos de geração a geração; essa transmissão pela educação e pela cultura permite que a nova geração não volte ao ponto de partida da que a precedeu29. A área de Ciências da Natureza, por meio dos diversos conteúdos científicos que explora, incide em diversos campos do conhecimen- to. Contribui para o desenvolvimento de várias competências em diferentes ambientes de aprendizagem. Com o ensino de Ciências, pretende-se formar o cidadão letrado cientificamente para que nossos alunos se transformem em pessoas mais críticas e agentes de mudanças para uma sociedade mais igualitária e justa, atenden- do às demandas de uma sociedade em constante transformação, entendendo a presença e a influência do conhecimento científico na sociedade.

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Página: 418 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 406 29 ANDERY, Maria Amália et al. Para compreender a Ciência: uma perspectiva histórica. 16.ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Garamond/EDUC, 2012.

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Página: 419 ENSINO FUNDAMENTAL 7.4.1. Ciências 8.4.1.1. Texto Introdutório 407 O componente curricular “Ciências” deve contribuir para que os estudantes compreendam o mundo em que vivem e suas múltiplas relações biológicas, físicas, químicas e históricas. Segundo Laszlo 30, o mundo é uma totalidade formada por partes interligadas permanentemente uma com as outras. Observando por esse aspecto, o ensino de Ciências não pode ser fragmentado, ele deve integrar o conhecimento relativo ao componente curricular de forma que o estudante perceba o elo entre as partes. Dessa maneira, é importante salientar que várias áreas do conhe- cimento são mobilizadas, como Física, Química, Biologia, Astrono- mia, Meteorologia etc. Uma vez que Ciências busca fazer um estudo dos fenômenos, a presença dessas áreas do conhecimento torna-se imprescindível. O ensino de Ciências deve provocar a construção de conhecimento para além da memorização, identificação e con- ceituação. O levantamento dos conhecimentos prévios, a análise, o questionamento, a argumentação e a aplicabilidade do conhecimento cien- tífico são de vital importância na esfera pessoal, social e global. A isso chamamos de letramento científico. Esse tipo de letramento dá sentido às análises das situações do cotidiano, permite o desen- volvimento do senso crítico e garante a tomada de decisões de for- ma ética, analítica e responsável. Para garantir uma educação com foco na alfabetização ou letramento científico, torna-se necessário proporcionar situações de ensino que permitam a observação, in- vestigação de problemas, proposição de hipóteses e possibilidade de testá-las. Para tanto, é imprescindível que os estudantes sejam progressi- vamente estimulados e apoiados no planejamento e na realização cooperativa de atividades investigativas, bem como no comparti- lhamento dos resultados dessas investigações. Pressupõe-se or- ganizar as situações de aprendizagem partindo de questões que sejam desafiadoras e, reconhecendo a diversidade cultural, sejam estimulados o interesse e a curiosidade científica dos estudantes, possibilitando definir problemas, levantar, analisar e representar resultados, comunicar conclusões e propor intervenções. Dessa forma, o processo investigativo deve ser entendido como ele- mento central na formação dos estudantes, em um sentido mais amplo, cujo desenvolvimento deve ser atrelado a situações didáticas planejadas ao longo de toda a Educação Básica, de modo a possibili- tar aos estudantes revisitar de forma reflexiva seus conhecimentos 30 LASZLO, E. Lagoa dos murmúrios: um guia para a nova Ciência. Portugal: Mem Martins/ Europa-América, 1996.

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Página: 420 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL. 408 e sua compreensão acerca do mundo em que vivem. Sendo assim, a Base Nacional Comum Curricular afirma que o ensino de Ciên- cias deve promover situações na quais os alunos exerçam seu senso de investigação e sejam chamados a resolver situações-problemas com base nos conhecimentos específicos da área de Ciências da Natureza, especificados na BNCC. A curiosidade humana é o principal vetor do aprender, e é por meio das Ciências que se pode entender melhor o mundo e seus fenôme- nos. Para tanto, sugere-se o ensino de uma Ciência investigativa, experimental, articuladora e informativa, pautada no saber “o quê”, “para quê”, “por quê”, “como fazer” e “com que recursos”. Assim, nes- se modelo de educação, o foco é o desenvolvimento de competências e habilidades que permitam ao estudante encontrar informações, a fim de lidar com as situações do cotidiano, intervindo de forma po- sitiva nas diversas esferas ao seu redor: pessoal, social e global. A BNCC traz as aprendizagens essenciais a serem asseguradas em Ciências, organizadas em três unidades temáticas que se repetem ao longo de todo o Ensino Fundamental. A unidade temática Matéria e energia contempla o estudo de materiais e suas transformações, fontes e tipos de energia utilizados na vida em geral, na perspectiva de construir conhecimento sobre a natureza da matéria e os diferentes usos da energia. Essa unidade traz estudos referentes à ocorrência, à utilização e ao processa- mento de recursos naturais e energéticos empregados na geração de diferentes tipos de energia e na produção e no uso responsável de materiais diversos em uma perspectiva histórica. Nos Anos Iniciais, valorizam-se os elementos mais concretos e os ambientes que os cercam (casa, escola e bairro), oferecendo aos alunos a oportunidade de interação, compreensão e ação no seu entorno. Nos Anos Finais, a ampliação da relação dos jovens com o ambiente possibilita que se estenda à exploração dos fenômenos relacionados aos materiais e à energia ao âmbito do sistema produ- tivo e ao seu impacto na qualidade ambiental. A unidade temática Vida e evolução propõe o estudo de questões relacionadas aos seres vivos, suas características e necessidades, e à vida como fenômeno natural e social, destacando-se as intera- ções dos seres vivos entre si e com os fatores abióticos do ambiente. Aborda-se, ainda, a importância da preservação da biodiversidade e como ela se distribui nos principais ecossistemas brasileiros. Outro foco é a percepção de que o corpo humano é um todo dinâmico e articulado, e que a manutenção e o funcionamento harmonioso desse conjunto dependem da integração entre as funções especí- ficas desempenhadas pelos diferentes sistemas que o compõem,

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Página: 421 ENSINO FUNDAMENTAL 409 abrindo espaço para discutir o que é preciso para promover a saúde individual e coletiva, inclusive no âmbito das políticas públicas. Nos Anos Iniciais, as características dos seres vivos são trabalhadas a partir das ideias, representações, disposições emocionais e afe- tivas que os alunos trazem para a escola. Esses saberes dos alunos vão sendo organizados a partir de observações orientadas com o propósito da compreensão do ambiente natural. Pretende-se tam- bém que as crianças ampliem os seus conhecimentos e apreço pelo seu corpo, identifiquem os cuidados necessários para a manuten- ção da saúde e integridade do organismo e desenvolvam atitudes de respeito e acolhimento pelas diferenças individuais, tanto no que diz respeito à diversidade étnicocultural quanto em relação à in- clusão de alunos da Educação Especial. Nos Anos Finais, a partir do reconhecimento das relações que ocorrem na natureza, evidencia-se a participação do ser humano nas cadeias alimentares e como elemento modificador do ambien- te, seja evidenciando maneiras mais eficientes de usar os recursos naturais sem desperdícios, seja discutindo as implicações do con- sumo excessivo e descarte inadequado dos resíduos. Contempla-se, também, o incentivo à proposição e à adoção de alternativas individuais e coletivas ancoradas na aplicação do conhecimento científico, que concorram para a sustentabilidade socioambiental. São abordados temas de grande interesse e relevância social nessa faixa etária, como sistema reprodutor e sexualidade, conhecimento das condições de saúde e de saneamento básico, qualidade do ar e condições nutricionais da população brasileira. Na unidade temáti- ca Terra e Universo, busca-se a compreensão de características da Terra, do Sol, da Lua e de outros corpos celestes – suas dimensões, composição, localizações, movimentos e forças que atuam entre eles. Ampliam-se experiências de observação do céu, do planeta Terra, particularmente das zonas habitadas pelo ser humano e de- mais seres vivos, bem como de observação dos principais fenôme- nos celestes, valorizando os aspectos históricos associados a essas observações. O efeito estufa e a camada de ozônio, fenômenos naturais como vulcões, tsunamis e terremotos, bem como aqueles mais relacio- nados aos padrões de circulação atmosférica e oceânica e ao aque- cimento desigual causado pela forma e pelos movimentos da Terra são abordados nesta unidade. Os estudantes dos anos iniciais se interessam com facilidade pelos objetos celestes, dessa forma a in- tenção é aguçar ainda mais a curiosidade das crianças pelos fenô- menos naturais e desenvolver o pensamento espacial a partir das experiências cotidianas de observação do céu e dos fenômenos a elas relacionados.

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Página: 422 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 410 Nos Anos Finais, o intuito é de desenvolver nos estudantes uma vi- são mais sistêmica do planeta com base em princípios de susten- tabilidade socioambiental, além disso, o conhecimento espacial é ampliado e aprofundado por meio da articulação entre os conhe- cimentos e as experiências de observação vivenciadas nos Anos Iniciais, por um lado, e os modelos explicativos desenvolvidos pela Ciência, por outro. A partir de uma compreensão mais aprofundada da Terra, do Sol e de sua evolução, da nossa galáxia e das ordens de grandeza envolvidas, espera-se que os alunos possam refletir sobre a posição da Terra e da espécie humana no Universo. Essas três unidades temáticas devem ser consideradas sob a perspectiva da continuidade das aprendizagens e da integração com seus objetos de conhecimento ao longo dos anos de escolarização. Portanto, é fundamental que elas não se desenvolvam isoladamente. Os temas transversais são assim chamados por não pertencerem a nenhum componente curricular específico, mas por perpassarem por todas as disciplinas com igual relevância. Correspondem a questões presentes na vida cotidiana, afinal a educação tem como fim integrar o ser humano, torná-lo sensível para enfrentar os desafios da vida. Alguns temas transversais podem ser abordados pelo componente Ciências, como, por exemplo: Meio ambiente, Ética, Saúde, Orien- tação sexual, Pluralidade cultural, Direitos humanos, Tecnologia e Inclusão. Apesar da proposta da BNCC e do DCRB estarem pauta- dos num currículo por competências, não há impedimentos para que elementos dos currículos por projetos e por problematização sejam abordados em nosso ambiente educacional. De acordo com Macedo31 , aprendizagem baseada em problemas tem como finalidade a resolução de um problema concreto por meio da busca de conhecimentos pelos estudantes de forma proativa. Um currículo por projetos tem a inovação de superar a fragmentação disciplinar, propondo que o conhecimento seja trabalhado de ma- neira interdisciplinar, em que um único tema possa ser trabalhado de maneira relacionada em todas as disciplinas. É importante salientar que até hoje tem sido dado mais valor aos sis- temas técnicos educacionais do que propriamente ao ser humano, e nosso novo desafio é capacitar o estudante para questionar, refletir, transformar e criar por meio de um método educativo, preocupado com um ensino que facilita aprendizagem de forma integral, favore- cendo a formação de um cidadão emancipado. Isso não quer dizer que devemos abandonar os conceitos da Ciência e tecnologia, mas sim buscar integrá-las com o respaldo de princípios 31 MACEDO, Roberto Sidnei. Currículo: campo, conceito e pesquisa. 7. ed. Petrópolis: Vozes, 2017.

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Página: 423 ENSINO FUNDAMENTAL 411 éticos, morais e estéticos elevados. Afinal, é o despertamento, a construção e o desenvolvimento desse ser humano que implica o progresso da sociedade 32. O objetivo do currículo baiano DCRB é integrar e não afastar o ser humano de si mesmo, o que implica ter presente seus valores subjetivos além dos objetivos, proporcio- nando aos estudantes condições de uma formação adequada, de tal maneira que possam descobrir, por si sós, suas tendências e valores próprios, bem como sua finalidade de existir, seus deveres naturais para com a sociedade, incluindo valores que envolvam as pessoas, o ambiente e o equilíbrio dinâmico destas relações (BARRETO, 2016). Em articulação com as competências gerais da Educação Básica, a área de Ciências da Natureza e, por consequência, o componente curricular de Ciências devem garantir aos alunos o desenvolvimen- to de competências específicas. Nesse sentido, as competências da área são as mesmas competências do componente curricular. Diante da necessidade de contemplar objetos de conhecimento voltado para a realidade local, contextualizada na Educação do campo, lei número 14, de 08 de outubro de 2014 do município de Ichu, fez-se necessário a inserção de novas Unidades temáticas as quais são: Recursos e riquezas naturais do município; Educação ambiental; Ecologia; e Mudanças climáticas, propondo uma reflexão sobre as ações voltadas ao meio ambiente e a sensibilização sobre a responsabilidade de cada indivíduo preocupados com os problemas ambientais, buscando a conservação e preservação dos recursos naturais e a sustentabilidade, considerando os diversos aspectos econômicos, sociais e políticos. Essas temáticas ainda visam ampliar o conhecimento sobre o que se tem de recursos naturais no município, discutir sobre problemas como poluição, desmatamento e demais questões ambientais locais. A Unidade temática Ciência e tecnologia do campo visa ampliar os conhecimentos sobre o uso de novas técnicas que se faz necessário para suprir a necessidade de produção de insumos. Nesse contexto, o campo precisou substituir seus métodos antigos por tecnologias mais produtivas, crescentes a cada dia, sendo interessante sobretudo, o conhecimento desse novo modelo, principalmente no município de Ichu.

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Página: 424 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 7.4.1.2. Organizador Curricular ÁREA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA CIÊNCIAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE CIÊNCIAS 1. Compreender as Ciências da Natureza como empreendimento humano, e o conhecimento científico como provisó- rio, cultural e histórico. 2. Compreender conceitos fundamentais e estruturas explicativas das Ciências da Natureza, bem como dominar processos, práticas e procedimentos da investigação científica, de modo a sentir segurança no debate de questões científicas, tecnológicas, socioambientais e do mundo do trabalho, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. 3. Analisar, compreender e explicar características, fenômenos e processos relativos ao mundo natural, social e tec- nológico (incluindo o digital), como também as relações que se estabelecem entre eles, exercitando a curiosidade para fazer perguntas, buscar respostas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das Ciências da Natureza. 4. Avaliar aplicações e implicações políticas, socioambientais e culturais da ciência e de suas tecnologias para propor alternativas aos desafios do mundo contemporâneo, incluindo aqueles relativos ao mundo do trabalho. 5. Construir argumentos com base em dados, evidências e informações confiáveis e negociar e defender ideias e pon- tos de vista que promovam a consciência socioambiental e o respeito a si próprio e ao outro, acolhendo e valorizan- do a diversidade de indivíduos e de grupos sociais, sem preconceitos de qualquer natureza. 6. Utilizar diferentes linguagens e tecnologias digitais de informação e comunicação para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos e resolver problemas das Ciências da Natureza de forma crítica, significativa, reflexiva e ética. 7. Conhecer, apreciar e cuidar de si, do seu corpo e bem-estar, compreendendo-se na diversidade humana, fazendo-se respeitar e respeitando o outro, recorrendo aos conhecimentos das Ciências da Natureza e às suas tecnologias. 8. Agir pessoal e coletivamente com respeito, autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, recorrendo aos conhecimentos das Ciências da Natureza para tomar decisões frente a questões científico-tecnoló- gicas e socioambientais e a respeito da saúde individual e coletiva, com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e solidários. 32 BARRETO, Maribel. Ensaios sobre consciência. Salvador: Sathyarte, 2016. 412

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Página: 425 ENSINO FUNDAMENTAL 413 1º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS 3, 4, 8 OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES Características dos materiais (EF01CI01) Comparar características de dife- rentes materiais presentes em objetos de uso cotidiano, de acordo com suas características físicas como, por exemplo: metais, papéis, plásticos, madeira, percebendo as diferentes texturas, rigidez, dureza, maleabilidade, tamanhos, discutindo sua origem, os modos como são descartados e como podem ser usados de forma mais consciente. Matéria e energia 4, 7, 8 Problemas ocasionados pelo mau uso dos materiais (EF01CI01BA) Identificar ações humanas que provocam poluição ou degradação do meio ambiente nos espaços de convivência, que le- vam a perda da qualidade de vida de plantas, animais e do próprio homem. (EF01CI02BA) Identificar práticas que ocorrem na sua região que promovam o uso mais cons- ciente de materiais, como metais, papéis, plás- ticos e madeira. (EF01CI03BA) Relatar problemas ocasionados pelo lixo, principalmente nos espaços de con- vivência. 3,8 Poluição sonora Poluição das vias de trânsito Gases poluentes emitido pelos veículos (EF12C101IC) Identificar e relatar problemas ocasionados pelo lixo, poluição sonora, poluição do ar existentes nos espaços de convivência e nas vias de trânsito. (EF12C102IC) Discutir os cuidados necessários a prevenção de doenças ocasionadas pela poluição do lixo, poluição sonora e do ar existente no meio em que vive. (EF01CI02) Localizar, nomear e representar gra- ficamente (por meio de desenhos) partes do corpo humano e explicar suas funções. 2, 7 Corpo humano Vida e evolução (EF01CI03) Discutir as razões pelas quais os há- bitos de higiene do corpo (lavar as mãos antes de comer, escovar os dentes, limpar os olhos, o nariz e as orelhas etc.) são necessários para a manutenção da saúde. (EF01CI04BA) Pesquisar práticas para uma vida saudável e discutir a importância delas para uma melhor qualidade de vida. 2, 8 7 Respeito à diversidade Respeito a diversidade Sexualidade: educando para a diversidade (EF01CI04) Comparar características físicas en- tre os colegas, reconhecendo a diversidade e a importância da valorização, do acolhimento e do respeito às diferenças. (EF12CI03IC) Conhecer e respeitar as características física e a diversidade entre os colegas, identificando e valorizando as diferenças.

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Página: 426 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Identidade biológica e identidade de gênero Higiene física, mental e social, destacamos: saúde-bucal, ocular, auditiva 414 (EF12CI04IC) Identificar e conhecer as diferenças de identidade biológica e de gênero no meio social respeitando as diferenças. (EF12CI05IC) Reconhecer as práticas de higiene (lavar as mãos antes de comer, escovar os dentes, limpar os olhos, o nariz e as orelhas) como fator primordial para saúde e o bem – estar físico, mental e social. Doenças transmissíveis e não transmissíveis – formas de contágio, cuidado e prevenção combate ao mosquito Aedes Aegypti, calazar; coronavírus. (EF12CI06IC) Identificar as doenças transmissíveis, suas formas de transmissão e prevenção. Alimentação saudável, obesidade infantil, desnutrição e prevenção do uso do álcool, tabaco e outras drogas. (EF12CI07IC) Identificar práticas de alimentação saudável e de riscos à saúde infantil (obesidade, desnutrição e uso de drogas e álcool.) (EF01CI05) Identificar e nomear diferentes es- calas de tempo: os períodos diários (manhã, tarde, noite) e a sucessão de dias, semanas, meses e anos. Terra e Universo 1, 2 Escalas de tempo (EF01CI06) Selecionar exemplos de como a su- cessão de dias e noites orienta o ritmo de ati- vidades diárias de seres humanos e de outros seres vivos. (EF01CI05BA) Identificar as características de cada período do ano associando as estações do ano. (EF01CI06BA) Identificar tecnologias do cotidia- no que auxiliam na medição do tempo. Educação ambiental 3, 4 O uso dos recursos naturais renováveis e não renováveis 2, 3, 4, As questões ambientais locais Contaminação do solo ichuense (EF12CI08IC) Identificar a diferença entre os recursos naturais renováveis e não renováveis e a importância de preservá-los. (EF12CI09IC) Identificar ações humanas que provocam poluição ou degradação do meio ambiente do município de Ichu, levando a redução da qualidade de vida dos seres vivos. Degradação ambiental Desmatamento Queimadas 7, 8 Destino do lixo Estratégias de preservação ambiental (EF12CI10IC) – Identificar práticas que ocorrem no município e que promovam o uso mais consciente de materiais através do descarte correto do lixo , como estratégia de preservação ambiental local.

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Página: 427 ENSINO FUNDAMENTAL 415 (EF12CI11IC) Utilizar diferentes estratégias para compreender a existência dos Biomas brasileiros. ECOLOGIA 3,8 Biomas brasileiros MUDANÇAS CLIMÁTICAS 3,8 Consciências ambientais cuidados com o meio ambiente no dia a dia. (EF12CI12IC) discutir cuidados com o uso descriminados dos recursos naturais, reconhecendo a importância desses recursos para a vida na terra. 3,8 Aquecimento global e suas consequências (EF12CI13IC) Identificar e relatar problemas ambientais que levaram as mudanças climáticas. * * * 8 Recursos naturais do Brasil, o uso sustentável entre o homem e a natureza (EF02CI06BA) Identificar exemplos de ambientes preservados e ambientes não preservados e analisar a importância da prevenção e conservação do ambiente para a manutenção da vida na terra. 5,8 Poluição, reciclagem e meio ambiente (EF02CI03) Discutir os cuidados necessários à prevenção de acidentes domésticos (objetos cortantes e inflamáveis, eletricidade, produtos de limpeza, medicamentos, etc.) A água no município de Ichu (EF12CI15IC) Conhecer a disponibilidade hídrica do município de Ichu. Os rios (EF12CI16 IC) – Pesquisar sobre os rios existentes no município. 7, 8 Saúde e sabores, cultivo do campo (EF12CI17 IC) Pesquisar práticas para uma vida saudável, relacionando a importância do plantio e consumo de alimentos naturais. 2, 3, 4 Tipos de hortas (EF12CI19IC) – Conhecer os tipos de hortas existentes no município 3, 7 Plantas medicinais (EF12CI20 IC) – Selecionar a diversidade de plantas medicinais identificando a função de cada uma delas. 2,3 A fauna e a flora local (EF12CI21IC) Identificar as espécies animais e vegetais existentes no município. As tecnologias sociais do campo (EF12CI22 IC) Conhecer sobre as tecnologias sociais do campo. A ciência do campo para o mundo (EF12CI23 IC) Conhecer os saberes populares e a ciência do homem do campo. RECURSOS E RIQUEZAS NATURAIS DO MUNICÍPIO. CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CAMPO 2, 3 2, 4

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Página: 428 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 2º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES (EF02CI01) Identificar de que materiais (metais, madeira, vidro etc.) são feitos os objetos que fazem parte da vida cotidiana, como esses ob- jetos são utilizados e com quais materiais eram produzidos no passado. 1, 2, 3, 4 Propriedades e usos dos materiais (EF02CI02) Propor o uso de diferentes materiais para a construção de objetos de uso cotidiano, tendo em vista algumas propriedades desses materiais (flexibilidade, dureza, transparência etc.). (EF02CI01BA) Localizar, através de relatos de familiares e/ou visitas a museus físicos e virtu- ais, os diversos usos dos materiais em diferen- tes períodos históricos. (EF02CI02BA) Resolver problemas do cotidiano que envolvam o conhecimento de materiais com diferentes características. Matéria e energia (EF02CI03BA) Identificar quais materiais de uso cotidiano são produzidos a partir de matéria-prima da região. (EF02CI03) Discutir os cuidados necessários à prevenção de acidentes domésticos (objetos cortantes e inflamáveis, eletricidade, produtos de limpeza, medicamentos etc.). 3, 4, 7 Prevençã o de acidentes doméstico s (EF02CI04BA*) Identificar os objetos e substân- cias que devem ser manipulados com cuida- do a fim de evitar acidentes domésticos, bem como proceder de forma preventiva no uso da eletricidade. (EF02CI05BA*) Discutir fatores de risco identifi- cados na própria casa, escola e no caminho que percorre entre a casa e a escola. 3,8 1, 2, 3, 4 Vida e evolução Poluição sonora Poluição das vias de trânsito Gases poluentes emitido pelos veículos Seres vivos no ambiente (EF12C101IC) Identificar e relatar problemas ocasionados pelo lixo, poluição sonora, poluição do ar existentes nos espaços de convivência e nas vias de trânsito. (EF12C102IC) Discutir os cuidados necessários a prevenção de doenças ocasionadas pela poluição do lixo, poluição sonora e do ar existente no meio em que vive. (EF02CI04) Descrever características de plantas e animais (tamanho, forma, cor, fase da vida, local onde se desenvolvem etc) que fazem par- te de seu cotidiano e relacioná-las ao ambiente em que eles vivem. (EF02CI06BA) Identificar exemplos de ambien- tes preservados e ambientes não preservados e analisar a importância da preservação e con- servação do ambiente para manutenção da vida na Terra. (EF02CI05) Investigar a importância da água e da luz para a manutenção da vida de plantas em geral, destacando os princípios básicos da fotossíntese. 416

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Página: 429 ENSINO FUNDAMENTAL 2, 3, 4 Plantas 417 (EF02CI06) Identificar as principais partes de uma planta (raiz, caule, folhas, flores e frutos) e a função desempenhada por cada uma delas, e analisar as relações entre as plantas, o ambien- te e os demais seres vivos. (EF02CI07BA) Identificar e valorizar a flora local estabelecendo relação com as condições cli- máticas da região. 7 1, 2, 6, 7 Respeito a diversidade Sexualidade: educando para a diversidade (EF12CI03IC) Conhecer e respeitar as características física e a diversidade entre os colegas, identificando e valorizando as diferenças. Identidade biológica e identidade de gênero (EF12CI04IC) Identificar e conhecer as diferenças de identidade biológica e de gênero no meio social respeitando as diferenças. Higiene física, mental e social, destacamos: saúde-bucal, ocular, auditiva (EF12CI05IC) Reconhecer as práticas de higiene (lavar as mãos antes de comer, escovar os dentes, limpar os olhos, o nariz e as orelhas) como fator primordial para saúde e o bem – estar físico, mental e social. Doenças transmissíveis e não transmissíveis – formas de contágio, cuidado e prevenção combate ao mosquito Aedes Aegypti, calazar; coronavírus. (EF12CI06IC) Identificar as doenças transmissíveis, suas formas de transmissão e prevenção. Alimentação saudável, obesidade infantil, desnutrição e prevenção do uso do álcool, tabaco e outras drogas. (EF12CI07IC) Identificar práticas de alimentação saudável e de riscos à saúde infantil (obesidade, desnutrição e uso de drogas e álcool.) Movimento aparente do Sol no céu Terra e Universo 1, 2 O Sol como fonte de luz e calor (EF02CI07) Descrever as posições do Sol em diversos horários do dia e associá-las ao tama- nho da sombra projetada. (EF02CI08) Comparar o efeito da radiação solar (aquecimento e reflexão) em diferentes tipos de superfície (água, areia, solo, superfícies es- curas, claras, metálicas etc.). (EF02CI08BA) Relatar a influência do Sol e do raio ultravioleta sobre o corpo humano (bene- fícios e cuidados). EDUCAÇÃO AMBIENTAL 6 Energia solar 3, 4 O uso dos recursos naturais renováveis e não renováveis (EF02CI09BA) Reconhecer as tecnologias que envolvem os conhecimentos da energia solar. (EF12CI08 IC) – Identificar a diferença entre os recursos naturais renováveis e não renováveis e a importância de preservá-los.

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Página: 430 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 2, 3, 4, As questões ambientais locais Contaminação do solo ichuense (EF12CI09IC) – Identificar ações humanas que provocam poluição ou degradação do meio ambiente do município de Ichu, levando a redução da qualidade de vida dos seres vivos. Degradação ambiental Desmatamento Queimadas 7, 8 Destino do lixo Estratégias de preservação ambiental ECOLOGIA MUDANÇAS CLIMÁTICAS Biomas brasileiros (EF12CI11IC) Utilizar diferentes estratégias para compreender a existência dos Biomas brasileiros. 3,8 Consciências ambientais cuidados com o meio ambiente no dia a dia. (EF12CI12IC) discutir cuidados com o uso descriminados dos recursos naturais, reconhecendo a importância desses recursos para a vida na terra. 3,8 Aquecimento global e suas consequências (EF12CI13IC) Identificar e relatar problemas ambientais que levaram as mudanças climáticas. 3,8 * RECURSOS E RIQUEZAS NATURAIS DO MUNICÍPIO. (EF12CI10IC) – Identificar práticas que ocorrem no município e que promovam o uso mais consciente de materiais através do descarte correto do lixo , como estratégia de preservação ambiental local. * * 3 Uso racional da água (EF12CI14IC) Discutir cuidados necessários para o uso racional da água. * * * * * * 2, 3 A água no município de Ichu (EF12CI15IC) Conhecer a disponibilidade hídrica do município de Ichu. Os rios (EF12CI16 IC) – Pesquisar sobre os rios existentes no município. Saúde e sabores, cultivo do campo (EF12CI17 IC) Pesquisar práticas para uma vida saudável, relacionando a importância do plantio e consumo de alimentos naturais. 7, 8 418

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Página: 431 ENSINO FUNDAMENTAL CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CAMPO 419 1, 2, 3 A agricultura familiar local 2, 3, 4 Tipos de hortas (EF12CI18IC) Pesquisar os produtos produzidos pela agricultura familiar do município. (EF12CI19IC) – Conhecer os tipos de hortas existentes no município. 3, 7 Plantas medicinais (EF12CI20IC) – Selecionar a diversidade de plantas medicinais identificando a função de cada uma delas 2,3 A fauna e a flora local (EF12CI21IC) Identificar as espécies animais e vegetais existentes no município. 2, 4 As tecnologias sociais do campo (EF12CI22IC) Conhecer sobre as tecnologias sociais do campo. A ciência do campo para o mundo (EF12CI23IC) Conhecer os saberes populares e a ciência do homem do campo. 3º ANO UNIDADES COMPETÊNCIAS OBJETOS DE TEMÁTICAS HABILIDADES ESPECÍFICAS CONHECIMENTO 1, 2 5, 6 Produção de som (EF03CI01) Produzir diferentes sons a partir da vibração de variados objetos e identificar variáveis que influem nesse fenômeno. Efeitos da luz nos materiais (EF03CI02) Experimentar e relatar o que ocor- re com a passagem da luz através de objetos transparentes (copos, janelas de vidro, lentes, prismas, água etc.), no contato com superfí- cies polidas (espelhos) e na intersecção com objetos opacos (paredes, pratos, pessoas e outros objetos de uso cotidiano). (EF03CI03) Discutir hábitos necessários para a manutenção da saúde auditiva e visual consi- derando as condições do ambiente em termos de som e luz. Matéria e energia 7, 8 Saúde auditiva e visual (EF03CI01BA) Perceber paisagens sonoras de distintos espaços geográficos (campo, litoral, centro de uma metrópole, cachoeira etc.) atra- vés de áudio e vídeo ou visitas a campo. (EF03CI02BA) Comparar o som produzido pe- los objetos e associar essas particularidades com a composição dos diferentes materiais. (EF03CI03BA)Perceber sons presentes no cor- po e nos espaços de convivência em que está inserido. (EF03CI04BA) Discutir os possíveis danos que o uso excessivo do fone de ouvido pode ocasio- nar ao aparelho auditivo. (EF03CI04) Identificar características sobre o modo de vida (o que comem, como se repro- duzem, como se deslocam etc.) dos animais mais comuns no ambiente

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Página: 432 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL local. 2, 3 Vida e evolução Características e desenvolvimen to dos animais (EF03CI05) Descrever e comunicar as altera- ções que ocorrem no ciclo da vida em animais de diferentes habitats, inclusive o homem. (EF03CI06) Comparar alguns animais e organizar grupos com base em características externas comuns (presença de penas, pelos, escamas, bico, garras, antenas, patas etc.). (EF03CI05BA) Identificar as características de gênero nos animais, inclusive do ser humano. 8 7 Prevenção Risco de incêndio (EF35C101IC) Conhecer e refletir alternativas para prevenção de incêndio e ameaças ao ser humano e o meio em que vive. Alcoolismo: normas e regras para direção segura Vício e seus malefícios para a vida social do motorista Respeito a diversidade Sexualidade: educando para a diversidade (EF35C102IC) Discutir o uso excessivo do álcool e os malefícios que causam na saúde do homem e na vida social. Identidade biológica e identidade de gênero (EF35CI04IC) Compreender a diferença entre identidade biológica e identidade de gênero, combatendo os preconceitos para uma vida social. Higiene física, mental e social destacamos: saúde-bucal, ocular, auditiva. (EF35CI05IC) Relacionar os hábitos de higiene do corpo e mente como ações que beneficiam ao convívio social de forma conceitual. Doenças transmissíveis e não transmissíveis – formas de contágio, cuidado e prevenção combate ao mosquito Aedes Aegypti, calazar; coronavírus. (EF35CI06IC) Pesquisar e discutir as características das doenças transmissíveis e não transmissíveis de forma conceitual. Alimentação saudável, obesidade infantil, desnutrição e prevenção do uso do álcool, tabaco e outras drogas. (EF35CI08IC) Pesquisar e discutir sobre práticas alimentares saudáveis e risco a saúde (obesidade, desnutrição, uso de álcool, drogas, etc.) (EF35CI03IC) Identificar as diferenças entre o corpo do homem e da mulher e refletir sobre as características do próprio físico respeitando as diferenças para a vida social. (EF35CI07IC) Descrever aspectos epidemiológicos locais, nacionais e globais enfatizando a importância da vigilância como parte dos esforços para romper a cadeia de transmissão. 420

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Página: 433 ENSINO FUNDAMENTAL 421 Saúde sexual (EF35CI09IC) Identificar e compreender os riscos e as consequências das doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez na adolescência, as formas de prevenção, cuidado e tratamento. (EF35CI10IC) Conhecer as funções do sistema reprodutivos identificando as diferenças do corpo do homem e da mulher e adquirir noções de saúde sexual. (EF35CI11IC) Refletir sobre a valorização e o respeito ao corpo humano, inclusive a liberdade e diversidade de identidade sexual. 1, 2, 6 1, 2, 3, 6 Características da Terra (EF03CI07) Identificar características da Ter- ra (como seu formato esférico, a presença de água, solo etc.), com base na observação, ma- nipulação e comparação de diferentes formas de representação do planeta (mapas, globos, fotografias etc.). Observação do céu (EF03CI08) Observar, identificar e registrar os períodos diários (dia e/ou noite) em que o Sol, demais estrelas, Lua e planetas estão visíveis no céu. Assim como reconhecer a existência de diferentes objetos celestes (asteroides, co- metas, galáxias etc.) Terra e Universo EDUCAÇÃO AMBIENTAL (EF03CI09) Comparar diferentes amostras de solo do entorno da escola com base em carac- terísticas como cor, textura, cheiro, tamanho das partículas, permeabilidade etc. 4, 5 Usos do solo 1, 2, 6 Leis universais 5,8 Recursos naturais do Brasil o uso sustentável entre o homem e a natureza (EF35CI12IC) Selecionar argumentos que justifiquem a importância da preservação ambiental com a degradação da vida na terra. 5,8 Poluição, reciclagem e meio ambiente (EF35CI13IC) Verificar a participar do homem na degradação no meio ambiente dificultando assim sua vida no planeta. (EF03CI10) Identificar os diferentes usos do solo (plantação e extração de materiais, dentre outras possibilidades), reconhecendo a importância do solo para a agricultura e para a vida. (EF03CI07BA) Discutir a existência de leis que regem nosso universo como, por exemplo, a lei de gravidade. * * * * 3, 4 O uso dos recursos naturais renováveis e não renováveis (EF35CI14IC) – Identificar a diferença entre os recursos naturais renováveis e não renováveis, as consequências para a natureza de sua utilização desordenada e a importância

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Página: 434 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL da preservação desses recursos de forma sustentável. 2, 3, 4, 5, 8 Contaminação do solo ichuense As questões ambientais locais Degradação ambiental (EF35CI15IC) – Identificar ações humanas que provocam a contaminação do solo local. (EF35CI16IC) – Relacionar os problemas ambientais existentes no município e as consequências na qualidade de vida das pessoas. Desmatamento Queimadas ECOLOGIA MUDANÇAS CLIMÁTICAS 8 Fauna e flora brasileira (EF35CI19IC) Descrever, comunicar as alterações que o ocorrem no ambiente, reconhecendo a importância da fauna e da flora para a vida no planeta. 8 Bioma brasileiro (EF35CI20IC) Associar a vida do homem pré-histórico e do homem atual no meio ambiente, com as transformações ocorridas na natureza (Bioma, caatinga, cerrado, floresta, pantanal e pampas.) 3,8 Aquecimentos global e suas consequências (EF35CI21IC) Construir políticas voltadas para a preservação do meio ambiente evitando assim as mudanças climáticas. 5,8 Desflorestamento e suas consequências no Brasil e no mundo (EF35CI22IC) Concluir que algumas mudanças são consequências do mal uso dos recursos naturais. * RECURSOS E RIQUEZAS NATURAIS DO MUNICÍPIO. * * * 2, 3 A água no município de Ichu (disponibilidade, captação,, armazenamento, tratamento...) (EF35CI23IC) Conhecer a disponibilidade hídrica do município de Ichu, bem como as formas de captação, armazenamento e os tipos de tratamento utilizados Os rios (EF35CI24 IC) – Pesquisar sobre os rios existentes no município. Saúde e sabores, cultivo do campo (EF35CI25IC) Pesquisar práticas para uma vida saudável, relacionando a importância do plantio e consumo de alimentos naturais, sem adição de fertilizantes e agrotóxicos. A agricultura familiar local (EF03CI26IC) Pesquisar os produtos produzidos pela agricultura familiar do município, valorizando essa produção através do consumo desses produtos. 7, 8 1, 2, 3, 4, 8 Cadeias produtivas, cultura de 422

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Página: 435 ENSINO FUNDAMENTAL 423 subsistência e agricultura familiar (EF35CI27IC) Discutir a importância dos produtos produzidos no município, através de subsistência para o consumo e através da agricultura familiar como subsídio para a sua sobrevivência e da comunidade que está inserido. (EF35CI28IC) Ampliar o conhecimento sobre os produtos produzidos pela agricultura familiar, identificando a importância da subsistência para sobrevivência da comunidade local. CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CAMPO 2, 3, 4 Tipos de hortas (EF35CI29 IC) – Conhecer os tipos de hortas existentes no município, bem como a maneira de construí-las e mantê-las. 3, 7 Plantas medicinais (EF35CI30 IC) – Selecionar a diversidade de plantas medicinais identificando a função de cada uma delas. 2, 3 A fauna e a flora local (EF35CI31IC) Identificar as espécies animais e vegetais existentes no município. 2, 4 A ciência do campo para o mundo (EF35CI32 IC) Ampliar os conhecimentos sobre os saberes populares e a ciência do homem do campo. As tecnologias sociais do campo (EF35CI33 IC) Conhecer sobre as tecnologias sociais do campo, seus métodos e técnicas para solucionar problemas. 4º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 2, 3 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Misturas HABILID ADES (EF04CI01) Identificar misturas na vida diária, com base em suas propriedades físicas obser- váveis, reconhecendo sua composição. (EF04CI02) Testar e relatar transformações nos materiais do dia a dia quando expostos a dife- rentes condições (aquecimento, resfriamento, luz e umidade). Matéria e energia 2, 3, 4, 5 Transformaç ões reversíveis e não reversíveis (EF04CI03) Concluir que algumas mudanças causadas por aquecimento ou resfriamento são reversíveis (como as mudanças de estado físico da água) e outras não (como o cozimento do ovo, a queima do papel etc.). (EF04CI01BA) Entender alguns processos sim- ples de separação de misturas (filtração, cata- ção, peneiração, flotação, decantação). (EF04CI04) Analisar e construir cadeias alimen- tares simples, reconhecendo a posição ocupa- da pelos seres vivos nessas cadeias e o papel do Sol como fonte primária de energia na produ- ção de alimentos.

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Página: 436 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 1, 2, 3 Cadeias alimentares simples (EF04CI05) Descrever e destacar semelhanças e diferenças entre o ciclo da matéria e o fluxo de energia entre os componentes vivos e não vivos de um ecossistema. (EF04CI06) Relacionar a participação de fungos e bactérias no processo de decomposição, reconhe- cendo a importância ambiental desse processo. Vida e evolução 1, 2, 3, 6, 7 Micro-organismos Pontos cardeais 2, 3, 5 Terra e Universo Os fenômenos cíclicos da Lua e da Terra e a construção de um calendário 1, 2, 3 Escalas astronômic as (EF04CI07) Verificar a participação de micro-organismos na produção de alimentos, combustíveis, medicamentos, entre outros. (EF04CI08) Propor, a partir do conhecimento das formas de transmissão de alguns micror- ganismos (vírus, bactérias e protozoários), ati- tudes e medidas adequadas para prevenção de doenças a eles associadas. (EF04CI09) Identificar os pontos cardeais, com base no registro de diferentes posições relati- vas do Sol e da sombra de uma vara (gnômon). (EF04CI10) Comparar as indicações dos pontos cardeais resultantes da observação das som- bras de uma vara (gnômon) com aquelas obti- das por meio de uma bússola. (EF04CI11) Associar os movimentos cíclicos da Lua e da Terra a períodos de tempo regulares e ao uso desse conhecimento para a construção de calendários em diferentes culturas. (EF04CI02BA) Utilizar diferentes escalas (espaço/ tempo) para criar representações do Universo. (EF04CI03BA) Identificar a grandiosidade das dis- tâncias envolvidas nas escalas astronômicas. 5º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊN CIAS ESPECÍFI CAS 2, 3, 4 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Propriedades físicas dos materiais HABILID ADES (EF05CI01) Explorar fenômenos da vida coti- diana que evidenciem propriedades físicas dos materiais – como densidade, condutibilidade térmica e elétrica, respostas a forças magnéti- cas, solubilidade, respostas a forças mecânicas (dureza, elasticidade etc.), entre outras. (EF05CI01BA) Identificar, através de experi- mentos, as diferentes propriedades de alguns materiais. Ciclo hidrológico (EF05CI02) Aplicar os conhecimentos sobre as mudanças de estado físico da água para expli- car o ciclo hidrológico e analisar suas implica- ções na agricultura, no clima, na geração de energia elétrica, no provimento de água potá- vel e no equilíbrio dos ecossistemas regionais (ou locais). 424

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Página: 437 ENSINO FUNDAMENTAL 425 (EF05CI03) Selecionar argumentos que justifi- quem a importância da cobertura vegetal para a manutenção do ciclo da água, a conservação dos solos, dos cursos de água e da qualidade do ar atmosférico. (EF05CI02BA) Comparar aspectos entre am- bientes naturais preservados daqueles que so- freram intervenção humana. Matéria e energia (EF05CI03BA) Associar que a poluição do ar e da água pode ser consequência de uma interven- ção humana. 2, 3, 4, 6, 8 Impacto s ambient ais (EF05CI04BA) Identificar na região em que vive a existência ou não de saneamento básico e compreender a importância do tratamento de água e do esgoto para a qualidade de vida da população. (EF05CI05BA) Justificar a importância da preservação dos recursos naturais para o município. (EF05CI04) Identificar os principais usos da água e de outros materiais nas atividades coti- dianas para discutir e propor formas sustentá- veis de utilização desses recursos. Consumo consciente e reciclagem (EF05CI05) Construir propostas coletivas para um consumo mais consciente e criar soluções tecnológicas para o descarte adequado e a reu- tilização ou reciclagem de materiais consumi- dos na escola e/ou na vida cotidiana. (EF05CI06BA) Identificar os símbolos caracte- rísticos de reciclagem e discutir a importância da separação dos materiais do ponto de vista ambiental, social e econômico. 5 Nutrição do organismo 2, 7 Integração entre os sistemas digestório, respiratório e circulatório (EF05CI06) Selecionar argumentos que justifi- quem por que os sistemas digestório e respiratório são considerados corresponsáveis pelo processo de nutrição do organismo, com base na identificação das funções desses sistemas. (EF05CI07) Justificar a relação entre o funcio- namento do sistema circulatório, a distribuição dos nutrientes pelo organismo e a eliminação dos resíduos produzidos. (EF05CI07BA) Justificar a importância da mas- tigação dos alimentos para sua saúde. (EF05CI08) Organizar um cardápio equilibrado com base nas características dos grupos ali- mentares (nutrientes e calorias) e nas necessi- dades individuais (atividades realizadas, idade, sexo etc.) para a manutenção da saúde do or- ganismo. Vida e evolução 6, 7, 8 Hábitos alimentares (EF05CI09) Discutir a ocorrência de distúrbios nutricionais e alimentares (como obesida- de, subnutrição, bulimia, anorexia etc.) entre crianças e jovens a partir da análise de seus há- bitos (tipos e quantidade de alimento ingerido, prática de atividade física etc.). (EF05CI08BA) Associar a alimentação humana a questões sociais, condições ambientais e cultu- rais, como fome, indústria alimentícia etc.

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Página: 438 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL (EF05CI09BA) Analisar e interpretar rótulos de alimentos, identificando prazos de validade, toxidez, presença ou não de gorduras, açúca- res e outros nutrientes. 1, 2, 3 Terra e Universo 1, 2, 3, 5, 6 2, 3, 5, 6 1, 2, 3, 5, 6 Constelaçõe s e mapas celestes (EF05CI10) Identificar algumas constelações no céu, com o apoio de recursos (como mapas celestes e aplicativos digitais, entre outros), e os períodos do ano em que elas são visíveis no início da noite. (EF05CI10BA) Identificar as diferenças entre os conhecimentos astronômicos e outras represen- tações simbólicas que utilizam os astros, como astrologia, parlendas, mitos e estórias nos dife- rentes períodos históricos por diversos povos. Movimento de rotação da Terra (EF05CI11) Associar o movimento diário do Sol e das demais estrelas no céu ao movimento de rotação da Terra. Periodicidade das fases da Lua (EF05CI12) Concluir sobre a periodicidade das fa- ses da Lua, com base na observação e no registro das formas aparentes da Lua no céu ao longo de um período determinado pelo professor. Instrumentos ópticos (EF05CI13) Projetar e construir dispositivos para observação à distância (luneta, periscópio etc.), para observação ampliada de objetos (lupas, microscópios) ou para registro de imagens (máquinas fotográficas, celulares) e discu- tir usos sociais desses dispositivos. Criação do Universo (EF05CI11BA) Identificar diferentes modelos cosmológicos sobre a criação do Universo. 6º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS 1, 2, 3 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Misturas homogêneas e heterogêneas HABILID ADES (EF06CI01) Classificar como homogênea ou he- terogênea a mistura de dois ou mais materiais (água e sal, água e óleo, água e areia etc.) (EF06CI02) Identificar evidências de transformações químicas a partir do resultado de misturas de materiais que originam produtos diferentes dos que foram misturados (mistura de ingredientes para fazer um bolo, mistura de vinagre com bicarbonato de sódio etc.). 1, 2, 3, 4, 5, 6 Transformações químicas (EF06CI01BA) Investigar a natureza irreversível dos fenômenos químicos e relacionar esses fe- nômenos a diversas situações do cotidiano. (EF06CI02BA) Identificar e propor experimentos que demonstrem as transformações químicas. (EF06CI03BA) Analisar, registrar e discutir os re- sultados dos experimentos realizados sobre as transformações químicas. 426

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Página: 439 ENSINO FUNDAMENTAL Matéria e energia 2, 3, 4, 5, 6 Separação de materiais 427 (EF06CI03*) Selecionar métodos mais adequa- dos para a separação de diferentes sistemas heterogêneos e homogêneos a partir da iden- tificação de processos de separação de ma- teriais (como a produção de sal de cozinha, a destilação de petróleo, extração do ouro, pro- dução de sabão, entre outros). (EF06CI04BA) Investigar processos que permi- tam a purificação de um material homogêneo e a separação dos componentes de um material heterogêneo. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 8 1, 2, 3, 5, 8 Materiais sintéticos (plásticos, medicamentos, fertilizantes, tintas, detergentes etc.) e os impactos negativos que podem causar ao meio ambiente Agricultura Familiar local (EF06CI04*) Associar a produção de medicamentos e outros materiais sintéticos (os variados tipos de plásticos, entre outros) ao desenvolvimento científico e tecnológico, re- conhecendo benefícios e avaliando impactos socioambientais. (EF06CI05BA) Relatar a importância de des- cartar os resíduos em locais adequados, bem como as vantagens ambientais, econômicas e sociais da implantação da coleta seletiva. (EF06CI06BA) Construir instrumentos que aju- dem a fazer levantamento de dados sobre a prática de coleta seletiva na cidade em que mora, bem como das possíveis formas de reu- tilização de materiais sintéticos. (EF67CI14IC) Perceber a utilização das misturas homogêneas e heterogêneas na produção de produtos derivados da agricultura familiar. (EF67CI15IC) Constatar que as questões ambientais locais (como a chuva, ou a falta dela) interferem significativamente na produção de matéria prima para o desenvolvimento de produtos da agricultura familiar local. (EF67CI16IC) Notar a diferença entre a produção e consumo dos produtos derivados da agricultura familiar (bolos, sequilhos, beiju, polpas de frutas etc.), comparados com os outros produtos disponíveis para compra nos mercados; (EF67CI17IC) Entender que a utilização dos agrotóxicos nos ambientes de produção de frutas, verduras e hortaliças podem ser repassadas para a plantação do vizinho através dos ventos e dos lençóis freáticos (se forem o caso). (EF67CI18IC) Perceber que o uso abusivo dos agrotóxicos interfere no desenvolvimento (crescimento) dos alimentos, porém, não contribuem para que seja um alimento totalmente saudável. (EF67CI19IC) Notar que a utilização das queimadas ainda é realidade presente em nosso município. (EF67CI20IC) Utilizar a Temperatura e calor como forma de beneficiar o homem do campo através da utilização da energia renovável (solar) para a movimentação de seus equipamentos.

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Página: 440 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Estratégias de convivência com o Semiárido. (EF67CI21IC) Observar as tecnologias de captação de água como as cisternas PA1 (Primeira Água 1) e PA2 (Primeira Água 2), Lajedão, Barreiros, Cisternas comuns, de placas e de fibras, que são utilizadas em nosso município e seus benefícios para melhorar a qualidade de vida dos habitantes da zona rural. (EF67CI22IC) Constatar que os diversos tipos de projetos disponibilizados pelo Governo Federal como galinheiro, hortas, casas de farinha comunitárias, dentre outros, auxiliam no desenvolvimento das comunidades não só no aspecto econômico, mas também no desenvolvimento das relações interpessoais. (EF67CI23IC) Usar dos saberes populares que são disponibilizados pelas Rezadeiras, Benzedeiras e conhecimentos adquiridos pelos mais velhos para curar animais doentes e os indivíduos de maneira geral. (EF67CI24IC) Identificar os diversos tipos de máquinas simples e suas aplicações no cotidiano dos trabalhadores rurais e a utilização da força como um exemplo delas. 1, 3, 4, 6, 8 As tecnologias sociais no campo (EF67CI25IC) Perceber que as ferramentas simples como foice, enxada, picarete, dentre outas utilizadas no campo para realização de tarefas diárias auxiliam os trabalhadores rurais. (EF67CI26IC) Reparar o avanço tecnológico no cenário do campo nas atividades pesadas como aragem de terrenos e escavação de aguadas. (EF67CI24IC) Identificar os diversos tipos de máquinas simples e suas aplicações no cotidiano dos trabalhadores rurais e a utilização da força como um exemplo delas. 1, 3, 4, 6, 8 As tecnologias sociais no campo (EF67CI25IC) Perceber que as ferramentas simples como foice, enxada, picarete, dentre outas utilizadas no campo para realização de tarefas diárias auxiliam os trabalhadores rurais. (EF67CI26IC) Reparar o avanço tecnológico no cenário do campo nas atividades pesadas como aragem de terrenos e escavação de aguadas. 2 Célula como unidade da vida Vida e evolução 2, 3, 6 Níveis de organização (EF06CI05) Explicar a organização básica das células e seu papel como unidade estrutural e funcional dos seres vivos. (EF06CI06*) Concluir, com base na análise de ilustrações e/ou modelos (físicos ou digitais), que os organismos são um complexo arranjo de sistemas com diferentes níveis de organização e entender como esses níveis se relacionam. (EF06CI07) Justificar o papel do sistema nervo- so na coordenação das ações motoras e sen- soriais do corpo, com base na análise de suas estruturas básicas e respectivas funções. 428

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Página: 441 ENSINO FUNDAMENTAL 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 429 Interação entre os sistemas locomotor e nervoso (EF06CI09) Deduzir que a estrutura, a sustenta- ção e a movimentação dos animais resultam da interação entre os sistemas muscular, ósseo e nervoso. (EF06CI07BA) Argumentar como as contribui- ções da ciência e tecnologia interferem a vida daqueles que possuem deficiência motora. Vida e evolução O sentido da visão e o uso de lentes corretivas (EF06CI08) Explicar a importância da visão (captação e interpretação das imagens) na in- teração do organismo com o meio e, com base no funcionamento do olho humano, selecionar lentes adequadas para a correção de diferentes defeitos da visão. (EF06CI08BA) Destacar as contribuições da ci- ência e tecnologia para facilitar a vida daqueles que possuem deficiência visual. (EF06CI09BA) Propor experimentos que pos- sam demonstrar o funcionamento do olho hu- mano. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Substâncias psicoativas (EF06CI10) Explicar como o funcionamento do sistema nervoso pode ser afetado por substân- cias psicoativas. (EF06CI10BA) Discutir a ação das bebidas alco- ólicas no funcionamento do cérebro e de que forma isso afeta o sistema locomotor, podendo causar acidentes no trânsito, no trabalho etc. (EF67CI01IC) Notar que a poluição visual interfere na concentração dos motoristas e na dificuldade em perceber as placas de trânsito e informações importantes em cartazes de divulgação. 4, 5, 6 Poluição sonora, visual e gases poluentes (EF67CI02IC) Perceber que os sons abusivos dos veículos, bem como das descargas incomodam algumas pessoas, tanto no trânsito, como na vida social. (EF67CI03IC) Compreender que as descargas dos veículos geram gases poluentes que prejudicam a saúde de maneira geral. (EF67CI04IC) Atentar para o uso do excessivo celular como algo que tira a visão e concentração do trânsito, sala de aula, reuniões, entre outros, além de incomodar devido ao barulho excessivo causado pelos sons emitidos pelos aparelhos. 2, 3, 4, 5, 8 Biomas (EF67CI05IC) Conhecer as cadeias alimentares existentes no local em que os estudantes vivem e registrar as informações. (EF67CI06IC) Interessar-se por conhecer melhor a natureza (fauna e flora local), observando-a; (EF67CI07IC) Respeitar os seres vivos em sua diversidade, valorizando a vida. (EF67CI08IC) Valorizar e cultivar atitudes de proteção e conservação dos biomas, e sua biodiversidade bem como biomas, hidrografia (bacias hidrográficas, redes hidrográficas do município); (EF67CI09IC) Cumprir seus deveres de cidadão com relação ao ambiente;

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Página: 442 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL (EF67CI10IC) Defender as medidas de proteção ambiental. (EF67CI11IC) Rejeitar a participação em atos de destruição do ambiente. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Prevenção ao uso do álcool, tabaco e outras drogas. (EF67CI12IC) Selecionar argumentos para mostrar que o Álcool pode alterar a rotina não só dos motoristas, mas também o ambiente de trabalho e familiar. (EF67CI13IC) Conversar sobre a ação das bebidas alcóolicas e a influência ao uso do tabaco e outas drogas. (EF06CI11) Identificar as diferentes camadas que estruturam o planeta Terra (da estrutura interna à atmosfera) e suas principais caracte- rísticas. Terra e Universo 2, 3, 4, 5, 6 Forma, estrutura e movimentos da Terra (EF06CI12) Identificar diferentes tipos de rocha, relacionando a formação de fósseis a rochas se- dimentares em diferentes períodos geológicos. (EF06CI13) Selecionar argumentos e evidências que demonstrem a esfericidade da Terra. (EF06CI14) Inferir que as mudanças na sombra de uma vara (gnômon) ao longo do dia em di- ferentes períodos do ano são uma evidência dos movimentos relativos entre a Terra e o Sol. Estes podem ser explicados por meio dos mo- vimentos de rotação e translação da Terra e da inclinação de seu eixo de rotação em relação ao plano de sua órbita em torno do Sol. Conflitos ambientais Atividades de combate ao mosquito Aedes Aegypti, calazar, coronavírus (EF67CI27IC) Perceber a utilização da argila para a realização de tijolos, panelas de barro, potes, objetos de cunho religiosos. (EF67CI28IC) Compreender a importância dos Projetos desenvolvidos em comunhão entre a Equipe de Saúde Municipal (NASF – Núcleo Ampliado de Saúde da Família) e a Escola. (EF67CI29IC) Identificar a importância das ações do Dia D de combate à Dengue. (EF67CI30IC) Descrever ações e cuidados necessários de combate ao mosquito Aedes Aegypti, Calazar, Coronavírus (EF67CI31IC) Justificar a necessidade da coleta de lixo semanal e o destino adequado dos mesmos. Saneamento rural Os resíduos sólidos (EF67CI32IC) Verificar as diferentes comunidades do município em que o abastecimento de água tratada ainda não é uma realidade palpável. (EF67CI33IC) Observar a liberação dos esgotos na zona rural e suas implicações para a saúde das pessoas que ali convivem. (EF67CI34IC) Verificar a existência de fossas abertas na zona rural. Os diversos tipos (EF67CI35IC) Fazer estudos sobre os diferentes tipos de hortas: concessionárias (hortas com outras plantas), em canteiros e vasos, das estações e em larga escala. 430

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Página: 443 ENSINO FUNDAMENTAL 431 de hortas (EF67CI36IC) Realizar canteiros com hortas no ambiente escolar. (EF67CI37IC) Estimular o plantio de sementes crioulas existentes no município. Desmatamento Degradação ambiental Os tipos de solo e contaminação (EF67CI38IC) Pesquisar os diferentes bancos de sementes crioulas e sua importância para a perpetuação das espécies existentes na cidade. (EF67CI39IC) Concluir que o desmatamento da caatinga é uma realidade local para a formação de pastagens, plantio de lavouras e ampliação da cidade. (EF67CI40IC) Rejeitar a participação em atos de destruição do ambiente. (EF67CI43IC) Identificar os diferentes tipos de solo em nosso município. (EF67CI44IC) Avaliar os impactos causados pelo soro do leite, lixo em vias urbanas, resíduos hospitalares, agrotóxicos jogados em locais inapropriados. 7º ANO UNIDADES COMPETÊNCIAS OBJETOS DE TEMÁTICAS HABILIDADES ESPECÍFICAS CONHECIMENTO 1, 2, 3 Máquinas simples (EF07CI01) Discutir a aplicação, ao longo da his- tória, das máquinas simples e propor soluções e invenções para a realização de tarefas mecâ- nicas cotidianas. (EF07CI01BA) Identificar e descrever a utiliza- ção de máquinas simples na sociedade relacio- nada ao trabalho. (EF07CI02) Diferenciar temperatura, calor e sensação térmica nas diferentes situações de equilíbrio termodinâmico cotidianas. 2, 3, 4, 5, 6 Matéria e energia Formas de propagação do calor Equilíbrio termodinâmico e vida na Terra (EF07CI03) Utilizar o conhecimento das formas de propagação do calor para justificar a utili- zação de determinados materiais (condutores e isolantes) na vida cotidiana, explicar o prin- cípio de funcionamento de alguns equipamen- tos (garrafa térmica, coletor solar etc.) e/ou construir soluções tecnológicas a partir desse conhecimento. (EF07CI04) Avaliar o papel do equilíbrio termo- dinâmico para a manutenção da vida na Terra, para o funcionamento de máquinas térmicas e em outras situações cotidianas. (EF07CI05) Discutir o uso de diferentes tipos de combustível e máquinas térmicas ao lon- go do tempo, para avaliar avanços, questões econômicas e problemas socioambientais cau- sados pela produção e uso desses materiais e máquinas.

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Página: 444 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 1, 2, 3, 4, 6 História dos combustíveis e das máquinas térmicas e fontes de energia (EF07CI06*) Discutir e avaliar mudanças econô- micas, culturais e sociais, tanto na vida cotidia- na quanto no mundo do trabalho, decorrentes do desenvolvimento de novos materiais e tec- nologias (como automação e informatização), bem como os impactos ambientais causados pela produção. (EF07CI02BA) Identificar e comparar as varia- das fontes de energia (hidrelétrica, solar, eóli- ca, nuclear etc.), ressaltando os pontos positi- vos e negativos de cada uma delas. (EF07CI07) Caracterizar os principais ecossiste- mas brasileiros quanto à paisagem, à quantida- de de água, ao tipo de solo, à disponibilidade de luz solar, à temperatura etc., correlacionan- do essas características à flora e à fauna específicas. 2, 3, 4, 6 Diversidade de ecossistemas (EF07CI03BA) Identificar os ecossistemas pre- sentes no Estado da Bahia, caracterizando-os e destacando todo potencial positivo de cada um deles. (EF07CI04BA) Propor a construção de cadeias e teias alimentares possíveis de acontecer no ecossistema em que a escola está inserida. (EF07CI05BA) Identificar as características dos seres vivos e associá-las aos respectivos reinos. (EF07CI06BA) Comparar as diferenças e seme- lhanças entre os grupos dos seres vivos, perce- bendo o elo entre eles. 2, 3, 4 Vida e evolução Fenômenos naturais e impactos ambientais (EF07CI08) Avaliar como os impactos provoca- dos por catástrofes naturais ou mudanças nos componentes físicos, biológicos ou sociais de um ecossistema afetam suas populações, po- dendo ameaçar ou provocar a extinção de es- pécies, alteração de hábitos, migração etc. (EF07CI09) Interpretar as condições de saúde da comunidade, cidade ou estado, com base na análise e comparação de indicadores de saúde (como taxa de mortalidade infantil, cobertura de saneamento básico e incidência de doen- ças de veiculação hídrica, atmosférica entre outras) e dos resultados de políticas públicas destinadas à saúde. 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Programas e indicadores de saúde pública (EF07CI10) Argumentar sobre a importância da vacinação para a saúde pública, com base em informações sobre a maneira como a vacina atua no organismo e o papel histórico da vaci- nação para a manutenção da saúde individual e coletiva e para a erradicação de doenças. (EF07CI11) Analisar historicamente o uso da tecnologia, incluindo a digital, nas diferentes dimensões da vida humana, considerando in- dicadores ambientais e de qualidade de vida. (EF07CI07BA) Descrever as principais doenças infectocontagiosas comuns na região em que vive e estimular ações educativas de tratamen- to e erradicação. 432

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Página: 445 ENSINO FUNDAMENTAL 433 (EF07CI08BA) Identificar os principais animais peçonhentos em sua região e discutir a impor- tância da prevenção de acidentes com esses animais. (EF67CI01IC) Notar que a poluição visual interfere na concentração dos motoristas e na dificuldade em perceber as placas de trânsito e informações importantes em cartazes de divulgação. 4, 5, 6 Poluição sonora, visual e gases poluentes (EF67CI02IC) Perceber que os sons abusivos dos veículos, bem como das descargas incomodam algumas pessoas, tanto no trânsito, como na vida social. (EF67CI03IC) Compreender que as descargas dos veículos geram gases poluentes que prejudicam a saúde de maneira geral. (EF67CI04IC) Atentar para o uso do excessivo celular como algo que tira a visão e concentração do trânsito, sala de aula, reuniões, entre outros, além de incomodar devido ao barulho excessivo causado pelos sons emitidos pelos aparelhos. Prevenção ao uso do álcool, tabaco e outras drogas. Terra e Universo (EF67CI12IC) Selecionar argumentos para mostrar que o Álcool pode alterar a rotina não só dos motoristas, mas também o ambiente de trabalho e familiar. (EF67CI13IC) Conversar sobre a ação das bebidas alcóolicas e a influência ao uso do tabaco e outas drogas. - (EF67CI05IC) Conhecer as cadeias alimentares existentes no local em que os estudantes vivem e registrar as informações. - (EF67CI06IC) Interessar-se por conhecer melhor a natureza (fauna e flora local), observando-a; - (EF67CI07IC) Respeitar os seres vivos em sua diversidade, valorizando a vida. - (EF67CI08IC) Valorizar e cultivar atitudes de proteção e conservação dos biomas, e sua biodiversidade bem como biomas, hidrografia (bacias hidrográficas, redes hidrográficas do município); - (EF67CI09IC) Cumprir seus deveres de cidadão com relação ao ambiente; - (EF67CI10IC) Defender as medidas de proteção ambiental. - (EF67CI11IC) Rejeitar a participação em atos de destruição do ambiente. 2, 3, 4, 5, 8 Biomas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 8 Composição do ar (EF07CI12) Demonstrar que o ar é uma mistu- ra de gases, identificando sua composição, e discutir fenômenos naturais ou antrópicos que podem alterar essa composição. Efeito estufa (EF07CI13) Descrever o mecanismo natural do efeito estufa, seu papel fundamental para o desenvolvimento da vida na Terra, discutir as ações humanas responsáveis pelo seu aumen- to artificial (queima dos combustíveis fósseis, desmatamento, queimadas etc.) e selecionar e implementar propostas para a reversão ou controle desse quadro. 2, 3, 4, 6, 8

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Página: 446 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Terra e Universo 3, 4 Camada de ozônio (EF07CI14) Justificar a importância da camada de ozônio para a vida na Terra, identificando os fatores que aumentam ou diminuem sua pre- sença na atmosfera, e discutir propostas indi- viduais e coletivas para sua preservação. (EF07CI09BA) Construir argumentos sobre o efeito estufa associando estes fenômenos a ori- gem da vida e manutenção da vida no planeta. 3 3 Fenômenos naturais (vulcões, terremotos e tsunamis) Placas tectônicas e deriva continental (EF07CI15) Interpretar fenômenos naturais (como vulcões, terremotos e tsunamis) e justifi- car a rara ocorrência desses fenômenos no Bra- sil, com base no modelo das placas tectônicas. (EF07CI16) Justificar o formato das costas bra- sileira e africana, com base na teoria da deriva dos continentes. 8º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES (EF08CI01) Identificar e classificar diferentes fontes (renováveis e não renováveis) e tipos de energia utilizados em residências, comunida- des ou cidades. Matéria e energia 2, 3, 4, 5, 6, 8 Fontes e tipos de energia (EF08CI01BA) Comparar as fontes de energia renováveis e não renováveis, destacando os pontos favoráveis e não favoráveis delas, e ar- gumentar sobre a importância ambiental do uso de fontes renováveis. (EF08CI02BA) Propor alternativas para o uso consciente da energia, explorando as poten- cialidades de cada região, levando em conside- ração a eficiência energética e características regionais. (EF08CI03BA) Pesquisar sobre os modelos atômi- cos e justificar a aceitação do modelo de Ruther- ford – Bohr como o que melhor representa a es- trutura do átomo e a participação de partículas subatômicas (elétrons) na corrente elétrica. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 A natureza elétrica da matéria – o estudo do átomo e a construção dos circuitos elétricos (EF08CI02) Construir circuitos elétricos com pilha/bateria, fios e lâmpada ou outros dispo- sitivos e compará-los a circuitos elétricos resi- denciais. (EF08CI04BA) Identificar alguns materiais que conduzem corrente elétrica com facilidade e outros que impedem ou dificultam a passagem de corrente. (EF08CI05BA) Descrever como ocorrem os re- lâmpagos e entender como pode ocorrer o cho- que elétrico, e os cuidados para evitálos. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Cálculo de consumo de energia elétrica (EF08CI04) Calcular o consumo de eletrodo- mésticos a partir dos dados de potência (descritos no próprio equipamento) e tempo médio de uso para avaliar o impacto de cada equipa- mento no consumo doméstico mensal. 434

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Página: 447 ENSINO FUNDAMENTAL Matéria e energia 4 Uso consciente de energia elétrica 435 (EF08CI05) Propor ações coletivas para otimi- zar o uso de energia elétrica em sua escola e/ou comunidade, com base na seleção de equipa- mentos segundo critérios de sustentabilidade (consumo de energia e eficiência energética) e hábitos de consumo responsável. (EF08CI03) Classificar equipamentos elétricos residenciais (chuveiro, ferro, lâmpadas, TV, rádio, geladeira etc.) de acordo com o tipo de transformação de energia (da energia elétrica para a térmica, luminosa, sonora e mecânica, por exemplo). 2, 3, 4, 5, 6, 8 Transformaçã oe distribuição de energia (EF08CI06BA) Avaliar, com criticidade, os pro- dutos tecnológicos lançados no mercado, le- vando em conta a obsolescência programada, o dispositivo gerador de energia e o impacto que pode causar no meio ambiente. (EF08CI07BA) Compreender os dados que cons- tam no selo Procel e levá-los em consideração no momento da compra de um equipamento. (EF08CI06) Discutir e avaliar usinas de geração de energia elétrica (termelétricas, hidrelétricas, eólicas etc.), suas semelhanças e diferen- ças, seus impactos socioambientais, e como essa energia chega e é usada em sua cidade, comunidade, casa ou escola. Vida e Evolução 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Mecanismos reprodutivos e sua relação com a adaptação e evolução dos seres vivos (EF08CI07) Comparar diferentes processos re- produtivos em plantas e animais em relação aos mecanismos adaptativos e evolutivos. Sexualidade: a ação dos hormônios sexuais no corpo e nas emoções (EF08CI08) Analisar e explicar as transforma- ções que ocorrem na puberdade considerando a atuação dos hormônios sexuais e do sistema nervoso. Métodos contraceptiv os e infecções sexualmente transmissíveis (IST) Vida e evolução (EF08CI08BA) Descrever a importância da re- produção sexuada para a variabilidade dos descendentes. (EF08CI09*) Comparar o modo de ação e a efi- cácia dos diversos métodos contraceptivos e justificar a necessidade de compartilhar a responsabilidade na escolha e na utilização do método mais adequado à prevenção da gravi- dez precoce e indesejada e de Infecções Sexu- almente Transmissíveis (IST). (EF08CI10*) Identificar os principais sintomas, modos de transmissão e tratamento de algu- mas Infecções Sexualmente Transmissíveis (com ênfase na AIDS), e discutir estratégias e métodos de prevenção. 2, 3, 4, 5 Múltiplas dimensões da sexualidade humana (biológica, psicológica, cultural, ética) (EF08CI11) Selecionar argumentos que eviden- ciem as múltiplas dimensões da sexualidade humana (biológica, sociocultural, afetiva e ética). 2 Sistema Imunitário Humano: imunidade inata (barreiras físicas, químicas e biológica (EF08CI09BA) Identificar e classificar as barrei- ras que compõem a imunidade inata e conhe- cer o seu funcionamento como as barreiras químicas, físicas e biológicas do nosso corpo fazem a defesa contra agentes invasores.

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Página: 448 436 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL s) e imunidad e específic a (EF89CI01IC) Valorizar a alimentação variada e adequada para a manutenção da saúde; (EF89CI01IC) Perceber, criticar e repudiar as diferentes formas de desperdício de alimentos; 5, 6, 7, 8 Alimentos saudáveis, obesidade infantil e desnutrição (EF89CI02IC) Valorizar os alimentos ricos em nutrientes disponíveis na região em que se vivem; (EF89CI03IC) Ter uma postura crítica em relação a propaganda de produtos alimentícios; (EF89CI04IC) Interessar-se pelos próprios direitos de consumidor nos assuntos pertinentes a alimentação. (EF89CI05IC) Investigar os casos de obesidade infantil presentes na realidade escolar através da equipe de Saúde local (NASF – Núcleo de Apoio a Saúde da Família) nas atividades de Saúde na Escola. (EF89CI06IC) Perceber os casos desnutrição existentes no município. de (EF89CI07IC) Aceitar a necessidade da visita regular ao dentista. (EF89CI08IC) Valorizar os cuidados com a higiene bucal; Higiene física, mental e social, destacamos: saúde bucal, ocular e auditiva. (EF89CI09IC) Estimular a prática de Higiene Física como maneira de autocuidado do seu corpo sagrado. (EF89CI10IC) Argumentar importância da higiene mental; sobre a (EF89CI11IC) Incentivar a prática de higiene social como forma de manter sua cidade limpa. (EF89CI12IC) Estar atento a Saúde ocular (para as pessoas que utilizam maquiagens e não as remove de maneira adequada) e aditiva para aqueles que utilizam fones de ouvido com o volume do som acima do recomendado. (EF89CI13IC) Compreender que o campo disponibiliza muitos recursos para a subsistência local. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Riquezas do campo (EF89CI14IC) Relatar a importância das produções do campo e seus benefícios para a Saúde.

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Página: 449 ENSINO FUNDAMENTAL 437 (EF89CI15IC) Perceber a existência de sabores diversificados obtidos através das PANC (Plantas Alimentícias Não Convencionais) e seus cultivos no campo. (EF89CI16IC) Valorizar os alimentos ricos em nutrientes disponíveis na região em que se vivem. (EF89CI17IC) Ter autocuidado na alimentação: equilíbrio e adequação ao crescimento e ao desenvolvimento; (EF89CI18IC) Respeitar os alimentares de outras culturas. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 Quintais produtivos plantas medicinais. e hábitos (EF89CI19IC) Avaliar a importância das plantas medicinais e sua utilização no dia a dia. (EF89CI20IC) Compreender a relevância dos quintais produtivos locais na manutenção da vida. (EF89CI21IC) Perceber que nos quintais produtivos são cultivadas as plantas medicinais que podem ser usadas para diferentes finalidades. (EF89CI22IC) Identificar os diferentes tipos de quintais produtivos (criação de galinhas, pomares e hortaliças) existentes no nosso território. (EF89CI23IC) Investigar como acontece a comercialização e a variedade de frutos utilizados para a produção de polpas de frutas usadas na agricultura familiar e venda dos mesmos. (EF08CI12) Justificar, por meio da construção de modelos e da observação da Lua no céu, a ocorrência das fases da Lua e dos eclipses, com base nas posições relativas entre Sol, Terra e Lua. Sistema Solar, Terra e Lua e respectivos movimentos (EF08CI13) Representar os movimentos de ro- tação e translação da Terra e analisar o papel da inclinação do eixo de rotação da Terra em relação à sua órbita na ocorrência das estações do ano, com a utilização de modelos tridimen- sionais. (EF08CI10BA) Elaborar hipóteses sobre aconte- cimentos, situações ou fenômenos ocasiona- dos pelo movimento da Terra. Terra e Universo (EF08CI11BA) Relatar como ocorrem os eclipses. 1, 2, 3, 5, 6 (EF08CI14) Relacionar climas regionais aos pa- drões de circulação atmosférica e oceânica e ao aquecimento desigual causado pela forma e pelos movimentos da Terra. Clima e sua relação com a (EF08CI15) Identificar as principais variáveis envolvidas na previsão do tempo e simular si- tuações nas quais elas possam ser medidas.

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Página: 450 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL movimentação das massas de ar (EF08CI16) Discutir iniciativas que contribuam para restabelecer o equilíbrio ambiental a par- tir da identificação de alterações climáticas re- gionais e globais provocadas pela intervenção humana. (EF08CI12BA) Demonstrar, através de modelos, por que os polos terrestres são mais frios do que as regiões equatoriais. 9º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 2, 3 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Aspectos quantitativos das transformaçõe s químicas Estrutura da matéria HABILID ADES (EF09CI01) Investigar as mudanças de estado físico da matéria e explicar essas transforma- ções com base no modelo de constituição sub- microscópica. (EF09CI02) Comparar quantidades de reagen- tes e produtos envolvidos em transformações químicas, estabelecendo a proporção entre as suas massas. (EF09CI03) Identificar modelos que descrevem a estrutura da matéria (constituição do átomo e composição de moléculas simples) e reco- nhecer sua evolução histórica. (EF09CI04) Planejar e executar experimentos que evidenciem que todas as cores de luz po- dem ser formadas pela composição das três cores primárias da luz e que a cor de um obje- to está relacionada também à cor da luz que o ilumina. Matéria e energia 2, 3, 4, 5 Radiações e suas aplicações na saúde (EF09CI05*) Investigar os principais mecanis- mos envolvidos na transmissão e recepção de imagem e som, assim como a transmissão e re- cepção de dados da internet que revoluciona- ram o sistema de comunicação humana. (EF09CI06) Classificar as radiações eletromag- néticas por suas frequências, fontes e aplica- ções, discutindo e avaliando as implicações de seu uso em controle remoto, telefone celular, raio X, forno de micro-ondas, fotocélulas etc. (EF09CI07) Discutir o papel do avanço tecno- lógico na aplicação das radiações na medicina diagnóstica (raio X, ultrassom, ressonância nu- clear magnética) e no tratamento de doenças (radioterapia, cirurgia ótica a laser, infraverme- lho, ultravioleta etc.). (EF89CI59IC) Recordar as mudanças de fase da água associando a nossa realidade no semiárido baiano. Mudanças climáticas (EF89CI60IC) Compreender que através das mudanças climáticas as águas se comportam de maneira diferenciada através dos processos de evaporação e outros. (EF09CI08) Associar os gametas à transmissão das características hereditárias, estabelecen- do relações entre ancestrais e descendentes. 438

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Página: 451 ENSINO FUNDAMENTAL 2, 3, 4 Hereditariedade Vida e evolução 439 (EF09CI09) Discutir as ideias de Mendel sobre hereditariedade (fatores hereditários, segrega- ção, gametas, fecundação), considerando-as para resolver problemas envolvendo a transmissão de características hereditárias em dife- rentes organismos. (EF09CI01BA) Discutir as explicações formula- das em diferentes épocas, culturas e civiliza- ções sobre a origem da vida no planeta Terra. 1, 2, 3, 4, 5 Origem da vida (EF09CI02BA) Produzir evidências para questio- nar a validade da geração espontânea por meio da história da ciência. (EF09CI03BA) Identificar e se posicionar sobre as diferentes teorias que explicam a origem da vida na Terra. 1, 2, 3, 5 Ideias evolucionistas (EF09CI10) Comparar as ideias evolucionistas de Lamarck e Darwin apresentadas em tex- tos científicos e históricos, identificando se- melhanças e diferenças entre essas ideias e sua importância para explicar a diversidade biológica. (EF09CI11) Discutir a evolução e a diversidade das espécies com base na atuação da seleção natural sobre as variantes de uma mesma es- pécie, resultantes de processo reprodutivo. Vida e evolução 2, 4, 5, 8 Preservação da biodiversida de (EF09CI12) Justificar a importância das uni- dades de conservação para a preservação da biodiversidade e do patrimônio nacional, considerando os diferentes tipos de unidades (parques, reservas e florestas nacionais), as populações humanas e as atividades a eles re- lacionadas. (EF09CI13) Propor iniciativas individuais e co- letivas para a solução de problemas ambien- tais da cidade ou da comunidade, com base na análise de ações de consumo consciente e de sustentabilidade bemsucedidas. (EF89CI01IC) Valorizar a alimentação variada e adequada para a manutenção da saúde; - Perceber, criticar e repudiar as diferentes formas de desperdício de alimentos; 5, 6, 7, 8 Alimentos saudáveis, obesidade infantil e desnutrição (EF89CI02IC) Valorizar os alimentos ricos em nutrientes disponíveis na região em que se vivem; (EF89CI03IC) Ter uma postura crítica em relação a propaganda de produtos alimentícios; (EF89CI04IC) Interessar-se pelos próprios direitos de consumidor nos assuntos pertinentes a alimentação. (EF89CI05IC) Investigar os casos de obesidade infantil presentes na realidade escolar através da equipe de Saúde local (NASF – Núcleo de Apoio a Saúde da Família) nas atividades de Saúde na Escola. (EF89CI06IC) Perceber os casos desnutrição existentes no município. de - (EF89CI07IC) Aceitar a necessidade da visita regular ao dentista.

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Página: 452 440 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL - (EF89CI08IC) Valorizar os cuidados com a higiene bucal; - (EF89CI09IC) Estimular a prática de Higiene Física como maneira de autocuidado do seu corpo sagrado. Higiene física, mental e social, destacamos: saúde bucal, ocular e auditiva. - (EF89CI10IC) Argumentar importância da higiene mental; sobre - (EF89CI11IC) Incentivar a prática de higiene social como forma de manter sua cidade limpa. - (EF89CI12IC) Estar atento a Saúde ocular (para as pessoas que utilizam maquiagens e não as remove de maneira adequada) e aditiva para aqueles que utilizam fones de ouvido com o volume do som acima do recomendado. - (EF89CI63IC) Apreciar o conhecimento e entendimento das regularidades da natureza, bem como as fases da lua; A ciência do campo para o mundo (EF89CI64IC) Perceber a importância da observação como meio para descobrir as regularidades da natureza; (EF89CI65IC) Ser consciente de horóscopo não é previsão científica. que (EF89CI66IC) Orientação das horas através do sol. (EF89CI67IC) Utilizar os costumes populares para orientação dos dias, meses e ano. 1, 2, 3, 4, 6 1, 2, 3, 4, 6 Composição, estrutura e localização do Sistema Solar no Universo Astronomia e cultura Terra e Universo 1, 2, 3, 4, 6 Vida humana fora da Terra (EF09CI14) Descrever a composição e a estru- tura do Sistema Solar (Sol, planetas rochosos, planetas gigantes gasosos e corpos menores), assim como a localização do Sistema Solar na nossa Galáxia (a Via Láctea) e dela no Universo (apenas uma galáxia dentre bilhões). (EF09CI15) Relacionar diferentes leituras do céu e explicações sobre a origem da Terra, do Sol ou do Sistema Solar às necessidades de dis- tintas culturas (agricultura, caça, mito, orienta- ção espacial e temporal etc.). (EF09CI16) Selecionar argumentos sobre a via- bilidade da sobrevivência humana fora da Ter- ra, com base nas condições necessárias à vida, nas características dos planetas e nas distân- cias e nos tempos envolvidos em viagens inter- planetárias e interestelares. (EF09CI04BA) Coletar e interpretar informações sobre as implicações da exploração do espaço pelo ser humano. 2, 3, 4, 6 Ordem de grandeza astronômica e evolução estelar Conflitos ambientais a (EF09CI17) Analisar o ciclo evolutivo do Sol (nascimento, vida e morte) baseado no conhe- cimento das etapas de evolução de estrelas de diferentes dimensões e os efeitos desse proces- so no nosso planeta. (EF89CI61IC) Interessar-se pelas ideias científicas e pelas ciências como maneira de entender melhor o mundo que nos cerca;

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Página: 453 ENSINO FUNDAMENTAL 441 (EF89CI62IC) Valorizar a importância da previsão do tempo na realização de muitas atividades humanas. Sexualidade: Educando pa ra a divers idade Sexualidade: Educando para a diversidade 5, 6, 7, 8 Conhecer os conceitos de sexo, gênero, identidade de gênero, estereótipo de gênero, identidade sexual, orientação sexual, identidade biológica. (EF89CI38IC) Comportar-se com tranquilidade quanto a sexualidade e perceber a importância do conhecimento científico para propiciar melhor qualidade de vida; - (EF89CI39IC) Conceituar caracteres sexuais primários e secundários, menarca e menstruação. (EF89CI40IC) Comparar o desenvolvimento dos meninos com o das meninas, durante a puberdade. - (EF89CI41IC) Conscientizar-se das alterações físicas e psicológicas pelos quais passam os adolescentes. - (EF89CI42IC) Refletir sobre as opções que atribuam juízos de valor a pessoas de ambos os sexos, justificando-as com base nas diferenças sexuais. - (EF89CI43IC) Ter respeito e solidariedade na relação com pessoas portadoras do vírus HIV ou doentes de AIDS. Saúde sexual, reprodutiva (gravidez na adolescência) e prevenção das DSTs/AIDS e Hepatites virais no cotidiano da escola. (EF89CI44IC) Conviver menos ansiosamente com os medos referentes a contaminação por HIV e demais agentes causadores do IST. - (EF89CI45IC) Analisar esquemas que representam a ação simultânea de vários hormônios sexuais. (EF89CI46IC) Compreender o processo de gestação do embrião (ovulação, fertilização e formação da placenta). (EF89CI47IC) Analisar e interpretar os acontecimentos típicos de um ciclo menstrual (variações nas taxas hormonais, ovulação e fluxo menstrual). (EF89CI48IC) Conscientizar-se de que os casais devem evitar práticas sexuais que coloquem em risco a sua saúde e a do (a) parceiro(a). (EF89CI49IC) Conhecer as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e os agentes causadores. (EF89CI50IC) Conscientizar-se das atitudes que protegem a saúde da pessoa em relação às práticas sexuais. (EF89CI51IC) Valorizar a necessidade de ter maturidade física e psicológica para iniciar a vida sexual. (EF89CI52IC) Conhecer as alterações hormonais e fisiológicas de uma gestante. (EF89CI53IC) Sensibilizar-se coma a questão da sexualidade abrindo caminho para debates.

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Página: 454 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL (EF89CI54IC) Associar mudanças no corpo as funções hormonais e, em consequência, ao amadurecimento sexual durante a puberdade quando o organismo se torna apto a reprodução. (EF89CI55IC) Distinguir o que é ser feminino e o que é ser masculino em seus aspectos naturais e socioambientais. (EF89CI56IC) Desenvolver atitudes de respeito e valorização em relação ao outro a partir do conhecimento do corpo e das potencialidades de interação deste com o mundo. Prevenção das violências e acidentes (diversidade sexual, do bullying, homofobia e da discriminação, preconceito na família e comunidade - (EF89CI57IC) Valorizar os cuidados com a própria saúde. - (EF89CI58IC) Promover debates sobre a prevenção das violências e acidentes (diversidade sexual, do bullying, homofobia e da discriminação, preconceito na família e comunidade 442

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Página: 455 ENSINO FUNDAMENTAL 443 A Área de Ciências Humanas se refere a um conjunto de conhecimentos, métodos, leis que têm o ser humano e sua atuação no tem- po e espaço como objeto de conhecimento, ainda que toda ciência seja resultado da atuação humana e da acumulação cultural em di- ferentes sociedades. 7.5. Área de Ciências As Ciências Humanas, no Ensino Fundamental, constituem-se como de debate, reflexão, compreensão e de valorização da diversidade Humanas espaço humana, em suas múltiplas identidades. Sua contribui- ção para o percurso dos estudantes ocorre por meio do relacionamento e da – Texto formativo articulação das vivências cotidianas aos as- pectos político, sociais, e econômico, promovendo o de- senvolvimento das identidades e Introdutório cultural contribuindo para a valorização da diversidade humana e cultural. Atualmente, nos Anos Iniciais e Finais do Ensino Fundamental, as Ciências Humanas apresentam-se por meio de dois componentes curriculares, Geografia e História. Desse modo, a área desenvol- ve competências e habilidades capazes de lidar com a sociedade no que tange à consciência cívica, social (espaço social) e ambien- tal, trabalhando na dimensão da construção humana através das gerações; na compreensão do espaço ocupado pelo homem, suas construções e intervenções; na constituição das individualida- des (consciência de si) e respeito às coletividades (consciência do outro). Assim, interessa a compreensão da vida humana enquanto proces- so étnico-cultural, ou seja, da atuação e convivência dos seres hu- manos no tempo e espaço. Desse modo, a diversidade humana é desvelada em um tempo não linear ou mesmo continuo, assumindo diversas formas de temporalidade, revelando as contradições do vi- ver e fazer humano, em um espectro de continuidades e rupturas. Conforme a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), as Ciências Humanas devem estimular uma formação ética, elemento funda- mental para o desenvolvimento das novas gerações, auxiliando os estudantes a construírem um sentido de responsabilidade para valorizar: os direitos humanos, o respeito ao ambiente e à própria coletividade, o fortalecimento de valores sociais, tais como a soli- dariedade, a participação voltada para o bem comum e, sobretudo, a preocupação com as desigualdades sociais. Cabe, ainda, às Ciên- cias Humanas cultivar a formação de estudantes intelectualmente autônomos, com capacidade de articular categorias de pensamento histórico e geográfico em face do seu próprio tempo, percebendo as experiências humanas e refletindo sobre elas, com base na di- versidade de pontos de vista.

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Página: 456 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRI 444 Em geral, as Ciências Humanas, a Geografia, História, Filosofia e Sociologia partem de conceitos amplos e globais sem estabelecer uma rigidez entre seu objeto e entre os objetos das ciências afins, o que possibilita e interseção entre os saberes para a interdisciplina- ridade. É assim que podemos compreender, por exemplo, a relação entre o espaço e o tempo histórico. O espaço geográfico, em sua totalidade, provém da produção e evo- lução da sociedade, pois a sua configuração materializa-se a partir do acúmulo de ações localizadas em diferentes tempos históricos. Por certo, o espaço emana da relação estabelecida entre homem e natureza, entretanto o processo de configuração espacial se dá, principalmente, conforme a intencionalidade humana. Para compreender a relação entre espaço e tempo, faz-se neces- sário o entendimento do seu contexto articulado entre as partes e a totalidade existente entre essas duas categorias, dentro de um contexto articulado, mas só é possível a partir da compreensão e análise de como os diversos agentes a conduziram no transcorrer dos tempos. Portanto, o tempo materializa-se no espaço e se trans- forma em produto social. Os fenômenos espaciais não podem abstrair a apreensão das for- mas nos quais o tempo histórico foi transcorrido, vindo a possibili- tar outras configurações atuais impregnadas em sua forma. Assim, faz-se imperativo resistir às imprecisões que afetam a real impor- tância dos conceitos na apreciação da construção dos lugares pe- las sociedades. É importante construir uma ciência humana que vá além da descrição tempo/espaço e que não se limite aos funda- mentos políticos e econômicos da realidade social, mas que alcance explicações que abranjam de modo mais articulado os saberes de cada área do conhecimento. Dessa forma, deve-se incorporar que a concepção de espaço se ampara na compreensão da história. Sem compreender a dimensão temporal, tornase difícil conceber o espaço em sua totalidade. Ao romper com o dogma de que a Geografia estuda exclusivamente o tempo no presente, e a História, o tempo no passado, entende-se que a Geografia precisa dos processos históricos, uma vez que são subsídios para a compreensão da Geografia do presente. Por isso é de suma importância o estudo e interações entre os saberes como contribuição no campo da Geografia Histórica no âmbito escolar. A Base Nacional Comum Curricular destaca sete competências específicas na área de Ciências Humanas, não isoladas das dez competências gerais, a serem desenvolvidas pelos estudantes, durante os nove anos do ensino fundamental. Nota-se que há uma ampla

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Página: 457 ENSINO FUNDAMENTAL 445 convergência entre o conjunto de Competências Gerais e de Competências Específicas estabelecidas pela BNCC, de modo que é pos- sível correlacionar mais de uma competência geral a cada compe- tência específica. 7.5.1. Geografia 7.5.1.1. Texto Introdutório A intensificação dos processos globalizantes e a expansão do meio técnico científico informacional vêm provocando mudanças na sociedade e trazendo repercussões significativas para a educação no que diz respeito às suas práticas formativas. Essa tendência vem estimulando a revisão de concepções acerca do currículo, aborda- gens epistemológicas, didáticas, metodológicas e políticas. Por sua vez, o ensino da Geografia em sala de aula passou a ganhar novos desafios e tantas outras possibilidades de rearranjos pedagógicos nunca vistos antes em nossa história. Todo o dinamismo mediado pelas tecnologias da informação e comunicação (TICs) vem promo- vendo novas formas de investigar, aprender, pensar e produzir o es- paço de vivência cotidiana, demandando de professores e estudan- tes uma revisão dos métodos de produção, articulação e aplicação do conhecimento. Com a expansão da circulação de pessoas, produtos, mercadorias e capital, a dinâmica social tem se tornado cada vez mais complexa e instável, reafirmando a posição de destaque que os saberes geo- gráficos vêm assumindo nos processos formativos escolares. Esse cenário promove novas oportunidades de interação entre as pes- soas de diversas áreas do globo, proporcionando novas trocas dia- riamente. Através dessas realidades, mediadas por redes digitais, os estudos sobre paisagem, região, território e lugar ganham novas proporções, em que conhecer lugares e pessoas se torna condição cada vez mais elementar para atender necessidades de sobrevivên- cia e desenvolvimento da humanidade. As noções de espaço e tempo, além das relações do ser humano com os meios sociais e naturais, vêm sendo alteradas intensa- mente. A apreensão do conhecimento e a compreensão crítica do mundo, com o reconhecimento de suas semelhanças, diferenças, diversidades e desigualdades, tornam-se, cada dia mais, condições indispensáveis para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. A necessidade de promover aprendizagens ativas na escola, que apontem para a formação de sujeitos críticos, autônomos, cons- cientes a respeito de si e do outro é cada vez maior. Diante disso, ganham força as propostas que coadunam com ações integradoras

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Página: 458 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRI 446 por meio de práticas inter e transdisciplinares. Novos olhares sobre a forma de aprender e ensinar comprometidos com a construção de competências vêm proporcionando cada vez maior desenvolvimen- to da capacidade humana de mobilizar habilidades, conteúdos con- ceituais, atitudinais e procedimentais com vistas a uma formação integral, fincadas em laços de solidariedade, cooperação, respeito à vida e ao meio ambiente. Apesar disso, ainda persistem disparidades em relação ao acesso a bens básicos como saúde, segurança e educação. De igual modo, intensifica-se a degradação da natureza nas micro e macroescalas, além da crescente violência e ainda permanência das desigualda- des raciais e de gênero. Essa realidade convida a escola a encarar essas metamorfoses impostas pela exclusão técnica e novas con- figurações das relações sociais. Toda essa conjuntura vem sendo marcada por grandes instabilidades, flexibilidades e metamorfoses aceleradas no cenário político, econômico e social em diferentes escalas, com consideráveis repercussões tanto na Bahia como em todo o território brasileiro, exigindo o desenvolvimento de novos saberes específicos para lidar com esse espaço cada vez mais dinâ- mico, interativo, competitivo e excludente. O respeito à dimensão humana dos indivíduos, considerando suas subjetividades, capacidades criativas, seu direito de ser, viver, sen- tir, expressar-se, respeitar a si e ao outro, passa pela apreensão cognitiva, conceitual e descritiva do espaço habitado, e por uma in- tervenção concreta que começa com práticas pedagógicas ativas e contextualizadas que partam de demandas locais. O cotidiano dos estudantes exige novas competências e habilidades que extrapolem a descrição e memorização e atinjam as necessidades que se colo- cam na atualidade. O desenvolvimento integral em suas dimensões física, cognitiva, afetiva, simbólica, ética, moral e social é fundamental para a promoção e compreensão do mundo no qual o aluno se insere. A capa- cidade de abordar, discutir e intervir nas demandas da complexida- de-mundo e as intervenções sociedade-natureza são fundamentos da Geografia. A Ciência Geográfica contribui para formação cidadã, uma vez que reconhece e estimula o questionamento sobre a apro- priação e transformação do arranjo sociedade-natureza, no âmbito local, regional, nacional ou global. Dessa forma, contribui com uma aprendizagem continuada baseada em pensamento crítico, reflexi- vo e participativo. O domínio do conhecimento geográfico em uma sociedade democrática é de fundamental importância para o exercício cidadão e

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Página: 459 ENSINO FUNDAMENTAL 447 formação das novas gerações. Nas palavras de Cavalcanti 33 “a Geo- grafia consiste, portanto, num conjunto de conhecimentos cons- tituídos da perspectiva da espacialidade. Seu papel é explicitar a espacialidade das práticas sociais”. Para Filizola (2009, p. 24), o ob- jetivo da Geografia Escolar é preparar um agir cotidiano ao cir- cular com segurança no espaço, seja o de sua comunidade, seja o de outrem, demonstrando interesse pelo meio ambiente, tomando decisões, avaliando ações, assumindo posturas e atitudes críticas diante das mídias. As competências de Geografia a serem desenvolvidas no Ensino Fundamental estão voltadas para produção de um sujeito reflexi- vo e comprometido com a intervenção social através da tomada de consciência de si, do outro, de sua localidade e do mundo. A partir da BNCC, são propostas sete competências básicas que transitam pelo direito de aprendizagem construído a partir da prática reflexi- va, argumentação, aplicação e produção de conhecimentos sobre a vida coletiva, interação entre a sociedade e natureza, com uso dos conhecimentos cartográficos e técnicas de investigação geográfica. FIGURA 9 As Competências Gerais, Competências da Área, Específicas da Geografia e as Habilidades 33 CAVALCANTI, Lana de Souza. O ensino da Geografia na escola. Campinas, SP: Papirus, 2012. p. 136. 1. Utilizar os conhecimentos geográficos para entender a interação sociedade/natureza e exercitar o interesse e o espírito de investigação e de resolução de problemas. HABILIDADES 3. Identificar, comparar e explicar a intervenção do ser humano na natureza e na sociedade, exercitando a curiosidade e propondo ideias e ações que contribuam para a transformação espacial, social e cultural, de modo a participar efetivamente das dinâmicas da vida social. COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS 2. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas. COMPETÊNCIAS DA ÁREA COMPETÊNCIAS GERAIS Fonte: Elaboração dos redatores do Componente Curricular de Geografia (2018). (EF03GE10) Identificar os cuidados necessários para a utilização da água na agricultura e na geração de energia de modo a garantir a manutenção do provimento de água potável. Por meio dessa proposta, torna-se fundamental o aprofundamento do estudo do espaço capaz de promover a conexão entre diferen- tes temas em variadas escalas, envolvendo os princípios geográ- ficos de analogia, conexão, diferenciação, distribuição, extensão, localização e ordem. A formação do raciocínio socioespacial dos

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Página: 460 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRI 448 estudantes perpassa pela compreensão dos conceitos/categorias estruturantes da Ciência Geográfica, como: paisagem, lugar, território e região. Esses conceitos são estratégicos para promover o desenvolvimento do pensamento espacial através do confronto entre a ciência e as experiências concretas do cotidiano. A Ciên- cia Geográfica demanda, constantemente, observação e análise do mundo construído cotidianamente, considerando a relação entre a sociedade e a natureza. O estudo da distribuição dos elementos naturais e humanos, fenômenos de caráter geográfico, a mobilização de conteúdos para superação de problemas a partir da curiosidade, uso de métodos de investigação e elaboração de propostas coletivas mostram-se como atributos fundantes de conscientização humana, pois dão suporte ao exercício de reflexão e mudança de postura com intervenções concretas em consonância com a vida prática e real. A contribuição da Geografia para o fortalecimento do currículo da Educação Fundamental requer um resgate à trajetória do pensa- mento geográfico, já que o ensino deste componente curricular foi fortemente influenciado pelas transformações na própria ciência em diferentes contextos históricos. As contribuições do positivismo francês até as abordagens pós-modernas são fundamentais para a efetivação das políticas formativas significativas e atualizadas. Nas últimas décadas, a Geografia passa a desenvolver novos traba- lhos, privilegiando as dimensões subjetivas da relação humana com a natureza, considerando a cultura e o modo como se diversificam as percepções do espaço geográfico e as formas de sua configu- ração. O espaço passa a ser visto por meio de sua singularidade, envolvendo outros saberes, principalmente a Sociologia, a Antro- pologia, as Ciências Política e Biológica, aprofundando sua identi- dade interdisciplinar. O espaço então passa a ser, também, compre- endido a partir das vivências dos grupos humanos e sua correlação entre valores, símbolos e comportamentos, como discutem Yi-Fu Tuan e Armand Frémont. Essa tendência vem resgatar um conjunto de ideias, sentimentos e percepções que as pessoas têm do seu lugar de experiências, que tem o potencial de reforçar o compromisso cidadão das pessoas com as futuras gerações, como é expresso nesta proposta formativa em todo o Ensino Fundamental, desde o 1º até o 9º ano. Essa apro- ximação entre a visão crítica e a percepção humanista agregando as vivências e o afeto entre os grupos sociais com o “espaço vivido”, considerando as dimensões simbólicas e estéticas dos indivíduos em seu cotidiano, envolve práticas capazes de ser contextualizadas nos diferentes territórios de identidade do nosso estado.

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Página: 461 ENSINO FUNDAMENTAL 449 Ao entender o sentimento em relação aos lugares, torna-se inevi- tável questionar a descaracterização dos lugares em decorrência do processo evolutivo da globalização. Tal processo implica a uni- formização dos modos de vida e, consequentemente, dos espaços, como, por exemplo, a deterioração do meio ambiente em função do processo produtivo capitalista. No contexto socioespacial do mundo globalizado e moderno, faz-se necessário que a educação acompanhe todo este processo, criando novas estratégias que qualifiquem e ampliem o ensino e aprendizado, visto que o aluno é um sujeito inserido neste contexto e traz consigo um lastro de conhecimento e também têm muito que compartilhar. Nesse sentido, a "apropriação" do lugar é extremamente necessária para o entendimento da dinâmica local, como menciona Tuan (1979): lugar não é, puramente, um fato a ser elucidado na ampla estrutura do espaço, é a realidade a ser esclarecida e compreendida sob a perspectiva das pessoas que lhe dão significado. "Todos os actos da vida, particularmente os que se repetem, implicam certas localizações de formas, de signos, de valores, de representações, e, por conseguinte, criam lugares. Tendo como base essa concepção teórica, faz-se necessário e importante enteder a dinâmica que envolve a convivência no Semiárido, principalmente quando se trata do lugar de vivência dos sujeitos, que possui um significado que vai além das limitações físicas do ambiente. Entender o processo histórico, cultural, politico e a natureza do lugar é primordial no desenvolvimento de uma educação que transforme o sujeito em pessoas autônomas e conscientes, com total percepção da realidade que o cerca. Em vista dessas questões, esta proposta curricular reforça a pers- pectiva de que todo ato educativo é político, pelo fato de ser mani- festação de poder, referente aos saberes que todos possuem, inte- ração e mediação destes com todos os integrantes do ato educativo. As abordagens críticas são reforçadas, ao ser incluído o desenvolvi- mento da autonomia como uma das competências centrais a serem desenvolvidas na proposta educativa da escola. O fortalecimento da “autonomia” nas práticas educativas é contemplado progressi- vamente em diferentes habilidades dentro de cada eixo temático e vinculado à ideia de participação social e política. Reafirma-se a necessidade de privilegiar competências comprome- tidas com a transformação social a partir da ótica dos sujeitos da escola. Partindo disso, a leitura de mundo e a promoção da autono- mia do estudante no processo de aprendizagem geográfica passam a ser traduzidas como uma condição essencial para a contextuali- zação da aprendizagem e diversificação das temáticas, objetos de conhecimento e conteúdos trabalhados pela escola. Essa discussão está diretamente relacionada à própria construção da democracia, como o princípio inspirador do pensamento político-pedagógico e da gestão democrática. A promoção da autonomia entre os sujeitos da educação requer o desenvolvimento de metodologias ativas de emancipação, sobretu- do num contexto de instabilidade econômica e social marcada pela diminuição do emprego e aumento da violência como se vive neste século. Não apenas pensar o mundo criticamente, mas também o desenvolvimento de atitudes responsáveis e éticas diante da reali- dade concreta são princípios fundantes para o ensino da Geografia.

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Página: 462 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRI 450 As práticas pedagógicas neste componente são, por essência, in- terativas, dialogadas, privilegiando o questionamento, investigação e intervenção, partindo do local tendo em vista o global. O ensino que se pretenda relevante deve ser comprometido com a superação de problemas sociais, econômicos, políticos, culturais e ambientais. Assim, tornam-se necessárias as práticas que contemplem aulas mais atrativas, dinâmicas significativas e includentes. Como, por exemplo, o uso de mapas temáticos, geoprocessamento, trabalho

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Página: 463 ENSINO FUNDAMENTAL 451 de campo, uso do GPS, dramatização, entrevista, videoaula, pro- dução de vídeo, jornal falado, sala ambiente, confecção de painéis, criação de blog, grupos específicos nas redes sociais, leitura da pai- sagem, música, filmes, confecção de maquetes, fórum simulado etc. Deve-se atentar para que essas práticas agreguem as múltiplas in- teligências, sobretudo as voltadas para a educação inclusiva. Um dos grandes desafios que enfrentamos na escola brasileira é a admissão dos alunos especiais, público-alvo da educação inclusiva. Vivemos em uma sociedade altamente competitiva, excludente e preconceituosa. A devida inserção do aluno especial “está colocada como compromisso ético-político, que implica garantir a educação como direito de todos” (Prieto, 2006). É dever da escola o reconhe- cimento de que todos têm a capacidade de apreender e ser respei- tado em suas diferenças de sexo, orientação sexual, idade, classe social, etnia, língua, estado de saúde e deficiência. Entretanto, as leis que regulamentam e asseguram esse direito ainda têm pouco avançado na prática para a inclusão educacional desses indivíduos no contexto do ensino regular. Não obstante, os programas educacionais da escola regular ainda não contempla- ram aqueles que necessitam de ações educativas integradoras, ou seja, para alunos com necessidades educacionais especiais con- juntamente com o ensino regular. Em verdade, a flexibilidade dos conteúdos escolares, para a realidade do aluno especial no con- texto escolar, ainda não contemplou a realidade de suas necessi- dades individuais ou coletivas para a real inserção na conjuntura escolar. Desde séries iniciais, os alunos são instigados a desenvolver habi- lidades que venham a possibilitar uma compreensão do mundo a partir da perspectiva geográfica. A possibilidade de leitura de mun- do pode ser facilitada com a introdução de conhecimento específi- cos da Ciência Geográfica, sobretudo na abordagem da cartografia escolar. Entretanto, esse entendimento dar-se-á mediante a meto- dologia concisa e voltada principalmente à vida cotidiana do aluno, a partir do conhecimento do próprio espaço corporal e da sua rela- ção com o espaço vivido. Conhecer o processo de mapeamento do espaço requer a cria- ção de meios de representação mediante simbologia, aprender a ler informações geográficas contidas nas diversas representações cartográficas. A leitura de um mapa exige questionamentos como: O que há em tal lugar? Onde estão essas características? Em que ordem? Quanto? É imprescindível o uso constante dessa represen- tação gráfica em sala de aula. Acrescentese ainda que o ensino e a

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Página: 464 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRI 452 aprendizagem fazem parte de um mesmo processo, pois se segue um ao outro, e um sempre procede a outro. Assim, não haverá ensino sem aprendizagem para o pleno desenvolvimento dos alunos com ou sem necessidades especiais. É ne- cessário o emprego de métodos de ensino que privilegiem suas potencialidades cognitivas, afetivas e motoras. Isto só é possível, a partir de métodos educativos capazes de inseri-los no contexto do ensino regular. A simples matrícula do aluno especial em séries re- gulares, sem o devido preparo didático-pedagógico, pode aumen- tar a resistência de alguns profissionais, como apontam os estudos de vários autores (Bueno, 1998; Januzzi, 1992, 2004; Mazzotta, 1996). Torna-se fundamental para a escola viabilizar ações que permitam cada vez mais a socialização desses indivíduos, pautadas no rigor científico. No Brasil, ainda há poucos trabalhos em Geografia que abordem uma proposta metodológica para indivíduos especiais, entretanto temos renomados pesquisadores (Almeida, 2010; Castrogiovanni, 2000; Callai, 2000; Martinelli, 2010; Siminelli, 2010; Paganelli, 2010) na linha de pesquisa sobre cartografia escolar que subsidiará o aprofundamento desta temática, pois serve de referência significa- tiva no âmbito desta abordagem. É importante ressaltar que, nesse contexto, a cartografia escolar pode subsidiar a compreensão do espaço em suas múltiplas abor- dagens, visto que essa área do conhecimento desvela a relação en- tre o espaço vivido e o espaço percebido. Dessa forma, a cartografia escolar tem um lugar privilegiado na compreensão, pelo aluno, do espaço historicamente produzido. A interdisciplinaridade é sem dúvida uma das bases epistemológi- cas da Ciência Geográfica, visto que dialoga e articula com outros saberes. O conhecimento geográfico requer a construção de práti- cas significativas a partir de saberes que não podem ser fragmen- tados e descontextualizados. História, Artes, Ciências da Natureza, Matemática e Linguagem apresentam textos, imagens, mapas, grá- ficos, ilustrações que exploram o conteúdo de forma interdiscipli- nar. Assim, precisa-se assegurar o fortalecimento das relações en- tre as diferentes áreas do conhecimento para a real compreensão do todo. Os múltiplos conhecimentos devem estar articulados com outros de caráter popular, filosófico e religioso a partir do contexto de vi- vência dos estudantes. Devem-se considerar, nesse sentido, as especificidades, dialogando com o cotidiano dos alunos, das demais

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Página: 465 ENSINO FUNDAMENTAL 453 esferas da sua vida, como o lazer, as manifestações culturais, in- clusive do trabalho. É necessário esforço pedagógico e sistemático para considerar o mundo, a história, a cultura das populações qui- lombolas, indígenas, ribeirinhas, rurais, e as múltiplas modalidades de educação, como a Educação de Jovens e Adultos, a Educação Especial, Educação Prisional, dentre tantos outros presentes no Estado da Bahia. Essa intenção formativa requer revisão da formação dos educado- res, no seu perfil pedagógico e seu posicionamento ideológico além da visão do seu papel como profissional. Somado a isso, reafirma-se o compromisso com a qualidade no que diz respeito ao dever do Estado de garantir a modernização da estrutura física das esco- las, adequações das instalações e atualização dos materiais que dão suporte às aulas práticas e lúdicas, como mapas, globos e bússolas, orçamento para subsidiar trabalho de campo e aquisição de equi- pamentos tecnológicos que deem suporte aos estudos e produções cartográficas por meio de mídias digitais e internet. O ensino de Geografia, pautado no estudo da interação entre socie- dade e natureza nas diferentes escalas espaciais, proporciona um campo indispensável para pensar nos caminhos para a organização, incorporação e sistematização do saber que os alunos constroem nas diversas esferas de suas vidas a partir do local onde vivem. O estudo do meio favorece, de maneira especial, considerações sobre o que eles trazem das experiências do espaço e do tempo. Para a garantia dos direitos de aprendizagens geográficas, exige-se esfor- ço no sentido de promover atividades extraclasses, com explora- ção de múltiplos espaços e tempos dentro e fora da escola, com práticas inter e transdisciplinares, que visem sempre à progressão continuada dos estudos. Considerar essas múltiplas realidades é um caminho importante para pensar em atividades educativas que respeitem o direito ao lazer e à diversão, muitas vezes reduzido a níveis muito baixos nas práticas cotidianas no que diz respeito ao ensino da Geografia. Há de se considerar, também, a valorização da experiência. Ela se configura através de tudo que passa entre os sujeitos, de tudo que acontece e que produz sentido para eles, inclusive o que os fazem viver; ela é o que os implica, portanto os afeta, toca, mobiliza e tam- bém impõe e nos compromete. Assim, a experiência pedagógica nunca os deixa indiferentes. Adotar a noção de experiência para se promoverem práticas educativas transformadoras reside no in- teresse em valorizar os saberes multirreferenciados para além do que as tradições científicas e acadêmicas hierarquizadas instituem

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Página: 466 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 454 como válido. Essa noção permite entender com maior profundida- de como os indivíduos interpretam e organizam suas realidades e acabam construindo seus ordenamentos, ou seja, “propõem e cons- troem investigações implicadas, engajadas” (MACEDO, 2015, p. 20), como se pensa numa aprendizagem espacial contemporânea. Nessa lógica, a avaliação do avanço e desenvolvimento da aprendi- zagem e ensino deve ultrapassar as provas e testes escritos, histo- ricamente privilegiados quando se valorizavam os conhecimentos teóricos e de forma pontual. Já vem sendo amplamente discutida a importância de se diversificarem os instrumentos, os tempos e es- paços de aferição, servindo de referência não apenas ao estudan- te, mas também ao professor. Ela faz parte do processo formativo, daí a importância em ser desenvolvida processualmente, de forma dialogada, traçando estratégias para superação de dificuldades. As estratégias avaliativas devem estar em sintonia com a prática de- senvolvida e com os objetivos selecionados para cada ação peda- gógica, a fim de prezar pela coerência e servir como estímulo ao avanço da investigação, dialogar no processo formativo e evitar ex- clusões e classificações desnecessárias. É importante não perder de vista as finalidades da educação em geral e as especificidades da Geografia como uma ciência humana nem o objetivo do Ensino Fundamental.

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Página: 467 ENSINO FUNDAMENTAL 7.5.1.2. Organizador Curricular O currículo de Geografia no Ensino Fundamental traz, na primeira coluna, as seis unidades temáticas: O sujeito e seu lugar no mun- do, Conexões e escalas, Mundo do trabalho, Formas de represen- tação e pensamento espacial, Natureza, ambientes e qualidade de vida, Convivência com o semiárido. Na segunda coluna, são apresentadas as competências que tem maior articulação com os objetos de conhecimento e habilida- des apresentadas na sequência. ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS COMPONENTE CURRICULAR: GEOGRAFIA 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 455 COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE CIÊNCIAS HUMANAS Compreender a si e ao outro como identidades diferentes, de forma a exercitar o respeito à diferença em uma sociedade plural e promover os direitos humanos. Analisar o mundo social, cultural e digital e o meio técnico-científico-informacional com base nos conhecimentos das Ciências Humanas, considerando suas variações de significado no tempo e no espaço, para intervir em situações do cotidiano e se posicionar diante de problemas do mundo contemporâneo. Identificar, comparar e explicar a intervenção do ser humano na natureza e na sociedade, exercitando a curiosidade e propondo ideias e ações que contribuam para a transformação espacial, social e cultural, de modo a participar efetivamente das dinâmicas da vida social. Interpretar e expressar sentimentos, crenças e dúvidas com relação a si mesmo, aos outros e às diferentes culturas, com base nos instrumentos de investigação das Ciências Humanas, promovendo o acolhimento e a valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza. Comparar eventos ocorridos simultaneamente no mesmo espaço e em espaços variados, e eventos ocorridos em tempos diferentes no mesmo espaço e em espaços variados. Construir argumentos, com base nos conhecimentos das Ciências Humanas, para negociar e defender ideias e opiniões que respeitem e promovam os direitos humanos e a consciência socioambiental, exercitando a responsabilidade e o protagonismo voltados para o bem comum e a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. Utilizar as linguagens cartográfica, gráfica e iconográfica e diferentes gêneros textuais e tecnologias digitais de informação e comunicação no desenvolvimento do raciocínio espaço-temporal relacionado a localização, distância, direção, duração, simultaneidade, sucessão, ritmo e conexão. ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS COMPONENTE CURRICULAR: GEOGRAFIA COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE GEOGRAFIA 1. Utilizar os conhecimentos geográficos para entender a interação sociedade/ natureza e exercitar o interesse e o espírito de investigação e de resolução de problemas. 2. Estabelecer conexões entre diferentes temas do conhecimento geográfico, reconhecendo a importância dos objetos técnicos para a compreensão das formas como os seres humanos fazem uso dos recursos da natureza ao longo da história. 3. Desenvolver autonomia e senso crítico para compreensão e aplicação do raciocínio geográfico na análise da ocu- pação humana e produção do espaço, envolvendo os princípios de analogia, conexã o, diferenciação, distribuição, extensão, localização e ordem. 4. Desenvolver o pensamento espacial, fazendo uso das linguagens cartográficas e iconográficas, de diferentes gêne- ros textuais e das geotecnologias para a resolução de problemas que envolvam informações geográficas. 5. Desenvolver e utilizar processos, práticas e procedimentos de investigação para compreender o mundo natural, social, econômico, político e o meio técnico-científico e informacional, avaliar ações e propor perguntas e soluções (inclusive tecnológicas) para questões que requerem conhecimentos científicos da Geografia. 6. Construir argumentos com base em informações geográficas, debater e defender ideias e pontos de vista que respeitem e promovam a consciência socioambiental e o respeito à biodiversidade e ao outro, sem preconceitos de qualquer natureza. 7. Agir pessoal e coletivamente com respeito, autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, propondo ações sobre as questões socioambientais, com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e solidários.

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Página: 468 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 1º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 3, 6 O sujeito e seu lugar no mundo 1,2 e 3 1,2,3,6,7 OBJETOS DE CONHECIM ENTO O modo de vida das crianças em diferentes lugares Convivência e interações entre pessoas da comunidade Riscos e cuidados nos meios de transportes e de comunicação 2, 3 Situações de convívio em diferentes lugares Conexões e escalas (EF01GE01) Descrever características observa- das de seus lugares de vivência (moradia, esco- la etc.) e identificar semelhanças e diferenças entre esses lugares. (EF01GE02*) Identificar semelhanças e diferen- ças entre jogos e brincadeiras de diferentes épocas e lugares e vivenciá-las. (EF12GE01IC) Descrever os costumes e hábitos dos povos do Campo e da Cidade percebendo as diferenças e semelhanças. (EF12GE02IC) Reconhecer o usuário das vias públicas na condição de pedestre, condutor e passageiro, indicando o seu papel para um trânsito seguro. (EF12GE03IC) Conhecer as formas, cores e os significados das placas mais utilizadas no trânsito, do semáforo, da faixa de pedestre e demais componentes das vias públicas. (EF01GE03*) Identificar e relatar semelhanças e diferenças de usos do espaço público (praças, parques, ruas, jardins, campos e quadras de fu- tebol, dentre outros) para o lazer e diferentes manifestações, considerando diferentes cultu- ras e seus lugares de vivência como possíveis integrante desse sistema. 6, 7 (EF01GE04*) Discutir e elaborar, coletivamente, regras de convívio em diferentes espaços de vi- vência (sala de aula, escola etc.) que garantam a liberdade de expressão e respeito à diversi- dade. 5, 6, 3 (EF01GE05) Observar e descrever ritmos na- turais (dia e noite, variação de temperatura e umidade etc.) em diferentes escalas espaciais e temporais, comparando a sua realidade com outras. Ciclos naturais e a vida cotidiana (EF01GE06) Descrever e comparar diferentes tipos de moradia ou objetos de uso cotidiano (brinquedos, roupas, mobiliários), consideran- do técnicas e materiais utilizados em sua pro- dução. 5, 6, 3 Mundo do trabalho HABILID ADES 6, 2, 3 6, 7 Diferentes tipos de trabalho existentes no dia a dia (EF01GE07) Descrever atividades de trabalho relacionadas com o dia a dia da sua comunida- de pensando nos benefícios e malefícios delas. (EF01GE01BA) Identificar necessidades e desa- fios impostos pelo mundo do trabalho, a partir do contexto e demandas de sua comunidade, pensando alternativas para superá-los (EF12GE04IC) Identificar as profissões existentes na Cidade e no Campo, buscando compreender a sua importância para o 456

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Página: 469 ENSINO FUNDAMENTAL 457 desenvolvimento econômico e familiar. (EF01GE08*) Criar mapas mentais e desenhos com base em seus itinerários e vivências, contos literários, histórias inventadas e brincadeiras. 4, 2, 3 Formas de representaç ão e pensamento espacial Natureza, ambientes e qualidade de vida Pontos de referência (EF01GE09) Elaborar e utilizar mapas simples para localizar elementos do local de vivência, considerando referenciais espaciais (frente e atrás, esquerda e direita, em cima e embaixo, dentro e fora) e tendo o corpo como referência. Condições de vida nos lugares de vivência (EF01GE10) Descrever características de seus lugares de vivência relacionadas aos ritmos da natureza (chuva, vento, calor etc.). 4, 5, 2 6, 1, 2 1,4,6 e 7 Conservação e degradação da natureza 1, 2, 5 Condições de vida nos lugares de vivência Natureza, ambientes e qualidade de vida 1, 4, 6, 7 Conservação e degradação da natureza (EF12GE05IC) (Re)Conhecer a fauna e a flora da comunidade local, percebendo a importância da preservação das espécies para o equilíbrio do meio ambiente. (EF01GE11) Associar mudanças de vestuário e hábitos alimentares em sua comunidade ao longo do ano, decorrentes da variação de tem- peratura e umidade no ambiente. (EF01GE02BA) Levantar problemas na relação do homem com a natureza a partir local em que vive (degradação, poluição, desperdício etc.), pensando em alternativas para superá-los. (EF12GE05IC) (Re)Conhecer a fauna e a flora da comunidade local, percebendo a importância da preservação das espécies para o equilíbrio do meio ambiente. 2º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS OBJETOS DE CONHECIM ENTO 6, 5, 4, 3, 2 3, 7, 1, 2 O sujeito e seu lugar no mundo Convivência e interações entre pessoas na comunidade HABILID ADES (EF02GE01) Descrever a história das migrações no bairro ou comunidade em que vive. (EF02GE02) Comparar costumes e tradições de diferentes populações inseridas no bairro ou comunidade em que vive, reconhecendo a importância do respeito às diferenças. 6, 7 (EF02GE01BA) Descrever costumes e tradições de outros povos e cultura. 4, 5, 7 (EF02GE02BA) Listar atitudes de respeito e va- lorização das diferentes culturas. 1, 2 e 3 (EF12GE01IC) Descrever os costumes e hábitos dos povos do Campo e da Cidade percebendo as diferenças e semelhanças. 1, 2, 3, 6, 7 Riscos e cuidados nos meios de transporte e de (EF02GE03) Comparar diferentes meios de transporte e de comunicação, indicando o seu papel na conexão entre lugares, e discutir os riscos para a vida e para o ambiente e seu uso responsável.

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Página: 470 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL comunicação (EF12GE02IC) Reconhecer o usuário das vias públicas na condição de pedestre, condutor e passageiro, indicando o seu papel para um trânsito seguro. (EF12GE03IC) Conhecer as formas, cores e os significados das placas mais utilizadas no trânsito, do semáforo, da faixa de pedestre e demais componentes das vias públicas. 2, 1 Experiências da comunidade no tempo e no espaço 4, 2, 3, 5 Mudanças e permanências Conexões e escalas 1, 2, 3 Tipos de trabalho em lugares e tempos diferentes Mundo do trabalho Formas de representaç ão e pensamento espacial Formas de representaç ão e pensamento espacial Natureza, ambientes e qualidade de vida (EF02GE04) Reconhecer semelhanças e diferen- ças nos hábitos, nas relações com a natureza e no modo de viver de pessoas em diferentes lugares. (EF02GE05) Analisar mudanças e permanên- cias, comparando imagens de um mesmo lugar em diferentes tempos. (EF02GE06*) Relacionar o dia e a noite a diferen- tes tipos de atividades sociais (sono, horário es- colar, comercial, cultivos agrícolas, pesca etc.). 1, 2, 3, 6 (EF02GE07*) Descrever as atividades extrativas (minerais, agropecuárias e industriais) desen- volvidas em seu município, estado e em outros lugares, identificando os seus impactos am- bientais. 3, 4, 5 (EF02GE08) Identificar e elaborar diferentes formas de representação (desenhos, mapas mentais, maquetes) para representar compo- nentes da paisagem dos lugares de vivência. 1, 2, 3, 4, 5 Localização , orientação e representaç ão espacial (EF02GE09) Identificar objetos e lugares de vivên- cia (escola e moradia) em imagens aéreas e ma- pas (visão vertical) e fotografias (visão oblíqua). (EF02GE10) Aplicar princípios de localização e posição de objetos (referenciais espaciais, como frente e atrás, esquerda e direita, em cima e embaixo, dentro e fora) por meio de representações espaciais da sala de aula e da escola. 1, 2, 3, 4, 5 Localização , orientação e representaç ão espacial 1, 2, 3, 6 Os usos dos recursos naturais: solo e água no campo e na cidade (EF02GE11*) Reconhecer a importância do solo e da água para a vida, identificando seus dife- rentes usos (plantação e extração de materiais, entre outras possibilidades) e os impactos des- ses usos no cotidiano da cidade e do campo. Conservação e degradação da natureza (EF12GE05IC) (Re) Conhecer a fauna e a flora da comunidade local, percebendo a importância da preservação das espécies para o equilíbrio do meio ambiente. 1,4,6 e 7 3º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 2, 3, 5, 6 OBJETOS DE CONHECIM ENTO 458 HABILID ADES (EF03GE01) Identificar e comparar aspectos históricos e culturais dos grupos sociais de seus lugares de vivência, seja na cidade, seja no campo.

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Página: 471 ENSINO FUNDAMENTAL 2, 3, 5 O sujeito e seu lugar no mundo 1, 2, 3, 4, 5 A cidade e o campo: aproximações e diferenças 459 (EF03GE02*) Identificar, em seus lugares de vivência, marcas de contribuição cultural e econômica de grupos de diferentes origens es- paciais e temporais. (EF03GE03*) Reconhecer os diferentes modos de vida de povos e comunidades tradicionais (quilombolas, indígenas, marisqueiros, serta- nejos, pescadores, ciganos, entre outros) em distintos lugares. (EF03GE01BA) Listar e/ou descrever atitudes que garantam a liberdade de expressão e res- peito à diversidade nos espaços de vivência. 6, 7 Situações de convivio em diferentes lugares Riscos e cuidados nos meios de transportes e de comunicação (EF35GE06IC) Discutir e elaborar, coletivamente, regras de convivência em diferentes espaços (sala de aula, escola etc.) que garantam o respeito às diversidades. (EF35GE07IC)Comparar diferentes meios de comunicação, indicando o seu papel na conexão entre lugares e seu uso responsável. (EF35GE08C) Reconhecer e identificar os sinais de transito mais utilizados e o usuário das vias públicas na condição de pedestre, condutor e passageiro, indicando o seu papel para um trânsito seguro e responsável. Conexões e escalas 1, 2, 3, 6 Paisagens naturais e antrópicas em transformação Território, redes e urbanização (EF03GE04) Explicar como os processos natu- rais e históricos atuam na produção e na mu- dança das paisagens naturais e antrópicas nos seus lugares de vivência, comparando-os a outros lugares. (EF35GE09IC) Descrever cidade e município enquanto conceito, compreendendo a partir dos seus papéis na estruturação política e administrativa do país. (EF35GE10IC) Conhecer e valorizar as comunidades rurais do município e suas contribuições para a formação e desenvolvimento do povo Ichuense. (EF35GE11IC) Compreender e resgatar o processo de formação política e administrativa do município de Ichu e a dinâmica de formação das comunidades rurais. (EF35GE12IC) Conhecer e identificar os aspectos geográficos do município tais como: (relevo, limites, clima, extensão, região, hidrografia, e dados populacionais etc.) Mundo do trabalho 1, 2, 3, 5 Matéria-prima e indústria (EF03GE05*) Identificar alimentos, minerais e outros produtos cultivados e extraídos da na- tureza, comparando as atividades de trabalho, técnicas e produções em diferentes lugares.

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Página: 472 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 6,2,3 1,2,3,5 Formas de representaç ão e pensamento espacial 1, 2, 3, 5 Natureza, ambientes e qualidade de vida Diferentes tipos de trabalho existentes no dia a dia e listar as (EF35GE13IC) Investigar profissões existentes na Cidade e no Campo, buscando compreender a sua importância para o desenvolvimento econômico e familiar. Matéria prima e indústria (EF35GE14IC) Listar os produtos cultivados e produzidos na comunidade local, valorizando as cadeias produtivas e a cultura de subsistência. 4, 5 2, 3, 5, 4, 5 Representaçõ es cartográficas Produção , circulaçã oe consumo Impactos das atividades humanas (EF03GE07) Reconhecer e elaborar legendas com símbolos de diversos tipos de representa- ções em diferentes escalas cartográficas. (EF03GE08) Relacionar a produção de lixo do- méstico ou da escola aos problemas causados pelo consumo excessivo e construir propostas para o consumo consciente, considerando a ampliação de hábitos de redução, reuso e reciclagem/descarte de materiais consumidos em casa, na escola e/ou no entorno. (EF03GE10) Identificar os cuidados necessá- rios para utilização da água na agricultura e na geração de energia, de modo a garantir a manutenção do provimento de água potável. (EF03GE11) Comparar impactos das atividades econômicas urbanas e rurais sobre o ambiente físico natural, assim como os riscos provenien- tes do uso de ferramentas e máquinas. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 1,4,6,7 (EF03GE06) Identificar e interpretar imagens bidimensionais e tridimensionais em diferen- tes tipos de representação cartográfica. (EF03GE09) Investigar os usos dos recursos na- turais, com destaque para os usos da água em atividades cotidianas (alimentação, higiene, cultivo de plantas etc.), e discutir os proble- mas ambientais provocados por esses usos. 1, 2, 3, 5, 7 1, 2, 4, 5, 6, 7 CONSERVAÇÃO E DEGRADAÇÃO DA NATUREZA (EF35GE15IC) Identificar e descrever a fauna e a flora da comunidade local, percebendo a importância da preservação das espécies para o equilíbrio do meio ambiente. 4º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 1, 2, 3, 4, 5, 7 460 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Território e diversidade cultural HABILID ADES (EF04GE01) Selecionar, em seus lugares de vi- vência e em suas histórias familiares e/ou da comunidade, elementos de distintas culturas (indígenas, afro-brasileiras, de outras regiões do país, latino-americanas, européias, asiáti- cas etc.), valorizando o que é próprio em cada uma delas e sua contribuição para a formação da cultura local, regional e brasileira.

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Página: 473 ENSINO FUNDAMENTAL 6,7 O sujeito e seu lugar no mundo 1,2,3,6,7 461 Situações de convívio em diferentes lugares (EF35GE06IC) Discutir e elaborar, coletivamente, regras de convivência em diferentes espaços (sala de aula, escola etc.) que garantam o respeito às diversidades. Riscos e cuidados nos meios de transportes e de comunicação (EF35GE07IC)Comparar diferentes meios de comunicação, indicando o seu papel na conexão entre lugares e seu uso responsável. (EF35GE08C) Reconhecer e identificar os sinais de transito mais utilizados e o usuário das vias públicas na condição de pedestre, condutor e passageiro, indicando o seu papel para um trânsito seguro e responsável. 1, 2, 3, 5 Transformaç ões e premências no espaço (EF04GE01BA) Descrever paisagens como re- sultado da ação do ser humano no tempo e no espaço. 2, 3, 5, 6 Processos migratórios no Brasil (EF04GE02) Descrever processos migratórios e suas contribuições para a formação da socie- dade brasileira e baiana. 3, 5, 7 5, 7 Conexões e escalas 1, 2, 3, 4, 5 2, 3, 4, 5 Instâncias do poder público e canais de participação social 1,2,3,4, e 5 (EF04GE02BA) Descrever os meios de acesso aos principais órgãos públicos que atuam em sua comunidade. Relação campo e cidade (EF04GE04) Reconhecer especificidades e ana- lisar a interdependência do campo e da cida- de, considerando fluxos econômicos, de infor- mações, de ideias e de pessoas. Unidades políticoadministrativas do Brasil (EF04GE05) Distinguir unidades políticoadmi- nistrativas oficiais nacionais (Distrito, Municí- pio, Unidade da Federação e grande região), suas fronteiras e sua hierarquia, localizando seus lugares de vivência. Territórios étnicoculturais (EF04GE06*) Identificar e descrever territó- rios étnico-culturais existentes no Brasil e na Bahia, tais como terras indígenas e de comunidades remanescentes de quilombos, dentre outros, reconhecendo a legitimidade da demarcação desses territórios. Territorio, redes e urbanização (EF35GE09IC) Descrever cidade e município enquanto conceito, compreendendo a partir dos seus papéis na estruturação política e administrativa do país. Conexões e escalas 2, 4, 5, 6, 7 (EF04GE03) Distinguir funções e papéis dos ór- gãos do poder público municipal e canais de participação social na gestão do Município, in- cluindo a Câmara de Vereadores e Conselhos Municipais e outros. (EF35GE10IC) Conhecer e valorizar as comunidades rurais do município e suas contribuições para a formação e desenvolvimento do povo Ichuense. (EF35GE11IC) Compreender e resgatar o processo de formação política e administrativa do município de Ichu e a dinâmica de formação das comunidades rurais.

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Página: 474 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 462 (EF35GE12IC) Conhecer e identificar os aspectos geográficos do município tais como: (relevo, limites, clima, extensão, região, hidrografia, e dados populacionais etc.) Trabalho no campo e na cidade (EF04GE07) Comparar as características do trabalho no campo e na cidade. 1, 3, 5, 6 Produção, circulação e consumo (EF04GE08) Descrever e discutir o processo de produção (transformação de matérias-primas), circulação e consumo de diferentes produtos. 2,3,6 Diferentes tipos de trabalho existentes no dia a dia (EF35GE13IC) Investigar e listar as profissões existentes na Cidade e no Campo, buscando compreender a sua importância para o desenvolvimento econômico e familiar. Matéria prima e indústria (EF35GE14IC) Listar os produtos cultivados e produzidos na comunidade local, valorizando as cadeias produtivas e a cultura de subsistência. 1, 2, 3, 5, 6 Mundo do trabalho 1,2,3,5 Formas de representaç ão e pensamento espacial 2, 3, 4, 5, 6 3, 4, 5 Sistema de orientaç ão Elementos constitutivos dos mapas (EF04GE10) Comparar tipos variados de mapas, identificando suas características, elaborado- res, finalidades, diferenças e semelhanças. (EF04GE11) Identificar as características das paisagens naturais e antrópicas (relevo, co- bertura vegetal, rios etc.) no ambiente em que vive, bem como a ação humana na conserva- ção ou degradação dessas áreas. 1, 2, 5, 7 Natureza, ambientes e qualidade de vida (EF04GE09) Utilizar as direções cardeais na lo- calização de componentes físicos e humanos nas paisagens rurais e urbanas. Conservaçã o e degradação da natureza (EF04GE03BA) Discutir a importância de viver em um ambiente preservado de maneira sus- tentável. (EF04GE04BA) Levantar as principais necessi- dades em relação à qualidade ambiental onde vivem, para pensar atitudes em defesa do meio ambiente e promoção da vida saudável. 5, 6, 7 (EF35GE15IC) Identificar e descrever a fauna e a flora da comunidade local, percebendo a importância da preservação das espécies para o equilíbrio do meio ambiente. 5º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES

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Página: 475 ENSINO FUNDAMENTAL 1, 2, 3, 4, 6 O sujeito e seu lugar no mundo 2, 3, 4, 5, 7 5, 6, 7 6,7 1,2,3,6,7 Dinâmica populacional Diferenças étnico-raciais e étnicoculturais e desigualdade s sociais Situações de convívio em diferentes lugares Riscos e cuidados nos meios de transportes e de comunicação 463 (EF05GE01) Descrever e analisar dinâmicas po- pulacionais na Unidade da Federação em que vive, estabelecendo relações entre migrações e condições de infraestrutura. (EF05GE02) Identificar diferenças étnicora- ciais e étnico-culturais e desigualdades sociais entre grupos em diferentes territórios. (EF05GE01BA) Discutir as principais manifesta- ções de discriminação racial, buscando coleti- vamente formas de combatê-las. (EF35GE06IC) Discutir e elaborar, coletivamente, regras de convivência em diferentes espaços (sala de aula, escola etc.) que garantam o respeito às diversidades. (EF35GE07IC)Comparar diferentes meios de comunicação, indicando o seu papel na conexão entre lugares e seu uso responsável. (EF35GE08C) Reconhecer e identificar os sinais de transito mais utilizados e o usuário das vias públicas na condição de pedestre, condutor e passageiro, indicando o seu papel para um trânsito seguro e responsável. 1, 2, 3, 5 TERRITÓRIO, REDES E URBANIZAÇÃO Conexões e escalas (EF05GE03) Identificar as formas e funções das cidades e analisar as mudanças sociais, eco- nômicas e ambientais provocadas pelo seu crescimento. (EF05GE04) Reconhecer as características da cidade e analisar as interações entre a cidade e o campo e entre cidades na rede urbana. (EF35GE09IC) Descrever cidade e município enquanto conceito, compreendendo a partir dos seus papéis na estruturação política e administrativa do país. (EF35GE10IC) Conhecer e valorizar as comunidades rurais do município e suas contribuições para a formação e desenvolvimento do povo Ichuense. (EF35GE11IC) Compreender e resgatar o processo de formação política e administrativa do município de Ichu e a dinâmica de formação das comunidades rurais (EF35GE12IC) Conhecer e identificar os aspectos geográficos do município tais como: (relevo, limites, clima, extensão, região, hidrografia, e dados populacionais etc.) 2, 3, 5 Trabalho e inovação tecnológica (EF05GE05) Identificar e comparar as mudan- ças dos tipos de trabalho e desenvolvimento tecnológico na agropecuária, no extrativismo, na indústria,

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Página: 476 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 464 no comércio e nos serviços. Mundo do trabalho 2, 3, 4, 5 Trabalho e inovação tecnológica 1, 2, 3, 5 Formas de representaç ão e pensamento espacial (EF05GE07) Identificar os diferentes tipos de energia utilizados na produção industrial, agrícola e extrativa e no cotidiano das popu- lações. (EF35GE13IC) Investigar e listar as profissões existentes na Cidade e no Campo, buscando compreender a sua importância para o desenvolvimento econômico e familiar. 6,2,3 Diferentes tipos de trabalho existentes no dia a dia 1,2,3,5 Matéria prima e indústria (EF35GE14IC) Listar os produtos cultivados e produzidos na comunidade local, valorizando as cadeias produtivas e a cultura de subsistência. 1, 2, 3, 4, 5 Mapas e imagens de satélite (EF05GE08) Analisar transformações de pai- sagens nas cidades e no campo, comparando sequência de fotografias, fotografias aéreas e imagens de satélite de épocas diferentes. 2, 3, 4, 5 Representação das cidades e do espaço urbano 1, 2, 3, 5, 7 Natureza, ambientes e qualidade de vida (EF05GE06) Identificar e comparar transforma- ções dos meios de transporte e de comunica- ção, no mundo, no Brasil, no estado e em seu município. 1, 2, 3, 5, 6, 7 3, 5, 6, 7 1,4,6,7 Qualid ade ambien tal Diferentes tipos de poluição Gestão pública da qualidade de vida Conservação e degradação da natureza (EF05GE09) Estabelecer conexões e hierar- quias entre diferentes cidades, utilizando mapas temáticos e representações gráficas. (EF05GE10) Reconhecer e comparar atributos da qualidade ambiental e algumas formas de poluição dos cursos de água, lagos e dos oce- anos (esgotos, efluentes industriais, marés ne- gras etc.). (EF05GE11) Identificar e descrever problemas ambientais que ocorrem no entorno da escola e da residência (lixões, indústrias poluentes, degradação de matas ciliares, desmatamento e destruição do patrimônio histórico etc.), pro- pondo soluções (inclusive tecnológicas) para esses problemas. (EF05GE12) Identificar órgãos do poder pú- blico e canais de participação social respon- sáveis por buscar soluções para a melhoria da qualidade de vida (em áreas como meio ambiente, mobilidade, moradia e direito à ci- dade) e discutir as propostas implementadas por esses órgãos que afetam a comunidade em que vive. (EF35GE15IC) Identificar e descrever a fauna e a flora da comunidade local, percebendo a importância da preservação das espécies para o equilíbrio do meio ambiente.

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Página: 477 ENSINO FUNDAMENTAL 465 6º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS OBJETOS DE CONHECIM ENTO 1, 2, 3, 5 O sujeito e seu lugar no mundo 1, 2, 3, 5, 7 2,6 Identidad e sociocultu ral A Formação Cultural do município 2, 4, 5, 6 Relações entre os componentes físiconaturais (EF06GE01IC) Analisar o processo de formação da identidade cultural do Município de Ichu e seu enriquecimento ao longo da história. (EF06GE04*) Descrever o ciclo da água, compa- rando o escoamento superficial no ambiente urbano e rural, reconhecendo os principais componentes da morfologia das bacias e das redes hidrográficas do Brasil e da Bahia e a sua localização no modelado da superfície terres- tre e da cobertura vegetal. (EF06GE05) Relacionar padrões climáticos, ti- pos de solo, relevo e formações vegetais. 1, 2, 3, 5 (EF06GE06*) Identificar as características das paisagens transformadas pelo trabalho hu- mano a partir do desenvolvimento da agro- pecuária e do processo de industrialização e ofertas de diversos serviços, partindo de sua realidade. Transformação das paisagens naturais e antrópicas 1, 2, 3, 6, 7 2, 5 Natureza, ambientes e qualidade de vida (EF06GE02) Analisar modificações de paisa- gens por diferentes tipos de sociedade, com destaque para os povos originários. 2, 3, 4, 5 Mundo do trabalho Formas de representaç ão e pensamento espacial (EF06GE01) Comparar modificações das paisa- gens nos lugares de vivência e os usos desses lugares em diferentes tempos. (EF06GE03*) Descrever os movimentos do pla- neta e sua relação com a circulação geral da atmosfera, o tempo atmosférico, os padrões climáticos, sua relação e impactos sobre a dinâmica social e econômica no campo e na cidade. 2, 3, 5, 6 Conexões e escalas HABILID ADES 2, 4, 5 1, 2, 3, 5, 6 Fenômenos naturais e sociais representados de diferentes maneiras Biodiversidad e e ciclo hidrológico (EF06GE07*) Explicar as mudanças na intera- ção humana com a natureza a partir do sur- gimento das cidades, considerando a história dos processos produtivos em sua comunida- de, estado, no Brasil e no mundo. (EF06GE08) Medir distâncias na superfície pe- las escalas gráficas e numéricas dos mapas. (EF06GE09) Elaborar modelos tridimensionais, blocos-diagramas e perfis topográficos e de vegetação, visando à representação de ele- mentos e estruturas da superfície terrestre. (EF06GE10) Explicar as diferentes formas de uso do solo (rotação de terras, terraceamen- to, aterros etc.) e de apropriação dos recursos hídricos (sistema de irrigação, tratamento e redes de distribuição), bem como suas vanta- gens e desvantagens em diferentes épocas e lugares.

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Página: 478 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 1, 2, 3, 4, 5 Natureza, ambientes e qualidade de vida 1, 2, 3, 6, 7 Atividades humanas e dinâmica climática 1,6 Arborização urbana 1,2,3 Riquezas do campo e suas produtividades Convivência com o semiárido 1,2,5,7 1,2,6,7 1,2,6,7 1,2,3,6 2,5,7 Biodiversidad e e ciclo hidrológico A questão agrária no município de Ichu (EF06GE11) Analisar distintas interações das sociedades com a natureza, com base na dis- tribuição dos componentes físiconaturais, in- cluindo as transformações da biodiversidade local e do mundo. (EF06GE12*) Identificar o consumo dos re- cursos hídricos e o uso das principais bacias hidrográficas no seu município, na Bahia, no Brasil e no mundo, enfatizando as transforma- ções nos ambientes urbanos e rurais. (EF06GE13*) Analisar consequências, vanta- gens e desvantagens das práticas humanas na dinâmica climática (ilha de calor etc.), consi- derando a realidade local. (EF06GE02IC) Refletir sobre os benefícios advindos da arborização nas áreas urbanas, como a melhoria da qualidade do ar nas cidades, o aspecto visual e os benefícios oriundos da convivência humana com a natureza. (EF06GE03IC) Identificar as riquezas no campo a partir das produtividades existentes em cada comunidade do município. (EF06GE04IC) Analisar a questão agrária local, nacional, e refletir sobre os agentes envolvidos nos processos exploratórios e suas consequências para meio ambiente. Os tipos de solo Ichuense (EF06GE05IC) Identificar os tipos de solos Ichuense, a partir do seu processo de formação e composição. Hidrografia local (EF06GE06IC) Identificar a rede hidrográfica que o território ichuense faz parte, destacando a sua importância para o município. Sustentabilidade sociocultural, econômico e cultural; (EF06GE07IC) Analisar sobre a importância da prática da sustentabilidade para o semiárido, posta como caminho de interação entre o desenvolvimento econômico, a preservação ambiental e o convívio social. Estratégias de convivência com o Semiárido 7º ANO (EF06GE08IC) Identificar as estratégias de convivência com o semiárido existentes nas comunidades, para assim propor meios de cunho social, econômico e ambiental. 466

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Página: 479 ENSINO FUNDAMENTAL UNIDA DES TEMÁT ICAS O sujeito e seu lugar no mundo COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 3, 5 1,2,7 2,3,7 OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES Ideias e concepções sobre a formação territorial do Brasil (EF07GE01*) Avaliar, por meio de exemplos extraídos dos meios de comunicação, ideias e estereótipos acerca das paisagens e da forma- ção territorial do Brasil e da Bahia. A população rural (EF07GE01IC) Compreender as mudanças no perfil da população rural e sua relação com o mundo do trabalho e com o meio ambiente. As Comunidades rurais e suas formas de organização (EF07GE02IC) Identificar as diferentes comunidades rurais ichuenses e compreender seu processo de formação e organização. (EF07GE02*) Analisar a influência dos fluxos econômicos e populacionais na formação so- cioeconômica e territorial da Bahia e do Brasil, compreendendo os conflitos e as tensões his- tóricas e contemporâneas. 1, 2, 3, 4, 5 Formação territorial do Brasil Conexões e escalas 467 3, 5, 6, 7 (EF07GE03*) Selecionar argumentos que reco- nheçam as territorialidades dos povos indíge- nas originários, das comunidades remanes- centes de quilombos, de povos das florestas e do cerrado e caatinga, de ribeirinhos e cai- çaras, entre outros grupos sociais do campo e da cidade, como direitos legais dessas comu- nidades. 2, 3, 4, 5 (EF07GE04*) Analisar a distribuição territorial da população brasileira e baiana, consideran- do a diversidade étnicocultural (indígena, africana, europeia e asiática), assim como aspectos de renda, sexo e idade nas regiões brasileiras e nos territórios de identidade do estado. Característic as da população brasileira 2, 3, 5 Mundo do trabalho 1, 2, 3, 4, 6 Produção, circulaçã oe consumo de mercador ias 2, 3, 4, 5 Desigualdade social e o trabalho Mundo do trabalho 2, 3, 5 (EF07GE05*) Analisar fatos e situações repre- sentativas das alterações ocorridas entre o pe- ríodo mercantilista e o advento do capitalismo e suas repercussões na atualidade. (EF07GE06*) Discutir em que medida a produ- ção, a circulação e o consumo de mercadorias provocam impactos ambientais, assim como influem na distribuição de riquezas, em dife- rentes lugares e em sua comunidade. (EF07GE07*) Analisar a influência e o papel das redes de transporte e comunicação na confi- guração do território brasileiro e baiano, iden- tificando as desigualdades no espaço urbano e rural, mundo regional e local e as consequências disso. (EF07GE08*) Estabelecer relações entre os pro- cessos de industrialização e inovação tecnoló- gica com as transformações socioeconômicas do território brasileiro e baiano.

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Página: 480 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 3, 4, 5 Formas de representaç ão e pensamento espacial Mapas temáticos do Brasil 2, 3, 4, 5 3, 4, 5, 6 (EF07GE11*) Caracterizar dinâmicas dos com- ponentes físico-naturais no território nacional e estadual, bem como sua distribuição e biodi- versidade (Florestas Tropicais, Cerrados, Caa- tingas, Campos Sulinos e Matas de Araucária). Biodiversid ade brasileira 1, 2, 3, 4, 5 1,2,5,6,7 1,6 Convivência com o semiárido (EF07GE09*) Interpretar e elaborar mapas temáticos e históricos, inclusive utilizando tecnologias digitais, com informações demo- gráficas e econômicas do Brasil e da Bahia (cartogramas), identificando padrões espa- ciais, regionalizações e analogias espaciais. (EF07GE10*) Elaborar e interpretar gráficos de barras, gráficos de setores e histogramas, com base em dados socioeconômicos das regiões brasileiras e dos territórios de identidade da Bahia. Natureza, ambientes e qualidade de vida O uso dos recursos naturais renováveis e não renováveis Arborização urbana (EF07GE12) Comparar unidades de conserva- ção existentes no Município de residência e em outras localidades brasileiras, com base na organização do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC). (EF07GE03IC) Analisar o uso dos recursos naturais renováveis e não renováveis e os impactos causados para o meio ambiente. (EF06GE04IC) Discutir sobre os benefícios advindos da arborização nas áreas urbanas, como a melhoria da qualidade do ar nas cidades, o aspecto visual e os benefícios oriundos da convivência humana com a natureza. 1,2,3 Riquezas do campo e suas produtividades (EF07GE05IC) Analisar as riquezas no campo a partir das produtividades existentes em cada comunidade do município. 2,5,7 A questão agrária no município de Ichu (EF07GE06IC) Refletir sobre a questão agrária e sua repercussão local, nacional e global. Estratégias de convivência com o Semiárido (EF0GE07IC) Analisar as estratégias de convivência existentes no semiárido, principalmente nas comunidades locais, e estimular novos mecanismos de enfrentamento a aridez. 2,5,7 1,2,3,6 Sustentabilidade, sociedade, cultura e economia. 1,2,3,7 Agricultura Familiar 468 (EF07GE08IC) Refletir sobre a importância da prática da sustentabilidade para o semiárido, posta como caminho de interação entre o desenvolvimento econômico, a preservação ambiental e o convívio social. (EF07GE09IC) Discutir em que medida a produção da agricultura familiar provocam impactos ambientais, assim como, influem na distribuição de riquezas, em diferentes lugares em sua comunidade.

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Página: 481 ENSINO FUNDAMENTAL 469 8º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 1, 2, 3, 4, 6 OBJETOS DE CONHECIM ENTO Distribuição da população mundial e deslocamentos populacionais O sujeito e seu lugar no mundo 1, 2, 3, 5 Diversidade e dinâmica da população mundial e local (EF08GE01*) Descrever as rotas de disper são da população humana pelo planeta e os principais fluxos migratórios em diferentes períodos da história, discutindo os fatores históricos e condicionantes físico-naturais as- sociados à distribuição da população humana pelos continentes e sua espacialização no país e no estado. (EF08GE02) Relacionar fatos e situações repre- sentativas da história das famílias do Municí- pio em que se localiza a escola, considerando a diversidade e os fluxos migratórios da popu- lação mundial. 3, 4, 5 (EF08GE03) Analisar aspectos representativos da dinâmica demográfica, considerando ca- racterísticas da população (perfil etário, cres- cimento vegetativo e mobilidade espacial). 1, 2, 3, 5, 7 (EF08GE01BA) Identificar as desigualdades presentes na população a partir dos indicado- res demográficos, pensando alternativas para fortalecer o desenvolvimento social na Bahia, no Brasil e no mundo. Diversidade e dinâmica da população mundial e local O sujeito e seu lugar no mundo 1, 2, 3, 4, 5 2,6 2,3,7 3, 5, 7 2, 3, 4, 5, 7 (EF08GE04*) Compreender os fluxos de migração na América Latina (movimentos voluntá- rios e forçados, assim como fatores e áreas de expulsão e atração) e as principais políticas migratórias da região, traçando paralelos com a dinâmica nacional e baiana. A Formação Cultural do município (EF08GE01IC) Compreender o processo de formação da identidade cultural do Município de Ichu. As Comunidades rurais e suas formas de organização (EF08GE02IC) Identificar as comunidades ichuenses e compreender seu processo de formação e organização econômica, social e política. 2, 3, 4, 5 Conexões e escalas HABILID ADES Corporaçõ es e organismo s internacionais e do Brasil na ordem econômica mundial (EF08GE05) Aplicar os conceitos de Estado, nação, território, governo e país para o enten- dimento de conflitos e tensões na contempo- raneidade, com destaque para as situações geopolíticas na América e na África e suas múl- tiplas regionalizações a partir do pós-guerra. (EF08GE06) Analisar a atuação das organiza- ções mundiais nos processos de integração cultural e econômica nos contextos america- no e africano, reconhecendo, em seus lugares de vivência, marcas desses processos. (EF08GE07) Analisar os impactos geoeconômi- cos, geoestratégicos e geopolíticos da ascen- são dos Estados Unidos da América no cenário internacional em sua posição de liderança glo- bal e na relação com a China e o Brasil.

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Página: 482 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 3, 4, 5, 7 (EF08GE08*) Analisar a situação do Brasil e de outros países da América Latina e da África, assim como da potência estadunidense na or- dem mundial do pósguerra, identificando os desdobramentos disso na Bahia. 3, 4, 5 (EF08GE09*) Analisar os padrões econômicos mundiais de produção, distribuição e inter- câmbio dos produtos agrícolas e industrializa- dos, tendo como referência os Estados Unidos da América e os países denominados de Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), reconhecendo o papel desempenhado pela Bahia e sua contribuição nesse contexto. Mundo do trabalho 2, 3, 5, 7 Corporaçõ es e organismo s internacionais e do Brasil na ordem econômica mundial 3, 4, 5 (EF08GE10) Distinguir e analisar conflitos e ações dos movimentos sociais brasileiros e baiano, no campo e na cidade, comparando com outros movimentos sociais existentes nos países latinoamericanos. (EF08GE11*) Analisar áreas de conflito e tensões nas regiões de fronteira do continente latino-americano e o papel de organismos internacio- nais e regionais de cooperação nesses cenários, comparando com a situação brasileira. 3, 5 (EF08GE12) Compreender os objetivos e anali- sar a importância dos organismos de integra- ção do território americano (Mercosul, OEA, OEI, Nafta, Unasul, Alba, Comunidade Andina, Aladi, entre outros). 3, 5 (EF08GE13*) Analisar a influência do desenvol- vimento científico e tecnológico na caracte- rização dos tipos de trabalho e na economia dos espaços urbanos e rurais da América e da África, estabelecendo aproximações e distan- ciamentos com a realidade brasileira e baiana. Os diferentes contextos e os meios técnico e tecnológico na produção 3, 4, 5 (EF08GE14*) Analisar os processos de descon- centração, descentralização e recentralização das atividades econômicas a partir do capital estadunidense e chinês em diferentes regiões no mundo, com destaque para o Brasil e a Bahia. 1, 2, 3, 5, 6, 7 (EF08GE15*) Analisar a importância dos princi- pais recursos hídricos da América Latina (Aquí- fero Guarani, Bacias do Rio da Prata, do Ama- zonas e do Orinoco, Bacia do Rio São Fancisco, sistemas de nuvens na Amazônia e nos Andes, entre outros) e discutir os desafios relaciona- dos à gestão e comercialização da água. Mundo do trabalho 3, 5 3, 4, 5 Transformações do espaço na sociedade urbanoindustrial na América Latina (EF08GE16) Analisar as principais problemáti- cas comuns às grandes cidades latino-americanas, particularmente àquelas relacionadas à distribuição, estrutura e dinâmica da popu- lação e às condições de vida e trabalho. (EF08GE17) Analisar a segregação socioespa- cial em ambientes urbanos e rurais da Améri- ca Latina, com atenção especial ao estudo de favelas, alagados e zona de riscos. 470

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Página: 483 ENSINO FUNDAMENTAL 2,3,7 Formas de representaç ão e pensamento espacial 2, 3, 4, 5 1, 2, 3, 6 Natureza, ambientes e qualidade de vida 1, 2, 3 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 Os modos de viver e de produzir Cartografia: anamorfose, croquis e mapas temáticos da América e África Identidades e interculturalidad es regionais: Estados Unidos da América, América espanhola e portuguesa e África Diversidade ambiental e as transformaçõe s nas paisagens na América Latina 471 (EF08GE03IC) Identificar os diferentes modos de viver e produzir ao longo do tempo e nas diferentes sociedades. (EF08GE18) Elaborar mapas ou outras formas de representação cartográfica para analisar as redes e as dinâmicas urbanas e rurais, orde- namento territorial, contextos culturais, modo de vida e usos e ocupação de solos da África e América. (EF08GE19*) Interpretar cartogramas, mapas esquemáticos (croquis) e anamorfoses geográficas com informações geográficas acerca da África e América e comparar com outros. (EF08GE20) Analisar características de países e grupos de países da América e da África no que se refere aos aspectos populacionais, urba- nos, políticos e econômicos e discutir as desi- gualdades sociais e econômicas e as pressões sobre a natureza e suas riquezas (sua apro- priação e valoração na produção e circulação), o que resulta na espoliação desses povos. (EF08GE21) Analisar o papel ambiental e ter- ritorial da Antártica no contexto geopolítico, sua relevância para os países da América do Sul e seu valor como área destinada à pesqui- sa e à compreensão do ambiente global. (EF08GE22) Identificar os principais recursos naturais dos países da América Latina, ana- lisando seu uso para a produção de matéria-prima e energia e sua relevância para a coo- peração entre os países do Mercosul. (EF08GE23) Identificar paisagens da América Latina e associá-las, por meio da cartografia, aos diferentes povos da região, com base em aspectos da geomorfologia, da biogeografia e da climatologia. Natureza, ambientes e qualidade de vida 1, 2, 3, 4, 5 1,3,6 1,2,5,6,7 Diversidade ambiental e as transformaçõe s nas paisagens na América Latina (EF08GE24*) Analisar as principais caracterís- ticas produtivas dos países latino-americanos (como exploração mineral na Venezuela; agri- cultura de alta especialização e exploração mineira no Chile; circuito da carne nos pampas argentinos e no Brasil; circuito da cana-de-açúcar em Cuba e no estado; polígono indus- trial do sudeste brasileiro e plantações de soja no centro-oeste e na Bahia; maquiladoras me- xicanas, entre outros). As APP ( áreas de preservação Ambiental) (EF08GE04IC) Identificar as áreas de preservação ambiental e as políticas públicas existentes no município. O uso dos recursos naturais renováveis e não renováveis (EF08GE05IC) Desenvolver ações que promovam o uso sustentável dos recursos naturais.

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Página: 484 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB Convivência com o semiárido 1,2,5,7 2,5,7 1,2,3,6 Campo e desenvolvimento (EF08GE06IC) Analisar as transformações de cunho social. ambiental, político e econômico ocorridas no campo, e seus reflexos sobre as populações que o integram. Agricultura Familiar (O protagonismo das Mulheres na produção agroecológica do Município) (EF08GE07IC) Refletir em que medida a produção da agricultura familiar provocam impactos ambientais, assim como influencia na distribuição de riquezas, em diferentes lugares da comunidade. (EF07GE08IC) Analisar a influência da mulher na produção agroecológica do município e sua contribuição social cultural e econômica para os núcleos familiares e para a economia local. A questão agrária no município de Ichu (EF08GE09IC) Identificar as diferentes situações sobre a questão agrária e sua repercussão local, nacional e global. Sustentabilidade sociocultural, econômico e cultural; (EF08GE10IC) Analisar o conceito de sustentabilidade como caminho para a interação equilibrada entre sociedade e o meio ambiente. (EF08GE11IC) Discutir a importância da prática da sustentabilidade para o semiárido, posta como caminho de interação entre o desenvolvimento econômico, a preservação ambiental e o convívio social. 9º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 2, 3, 4, 5 2, 3, 5, 7 O sujeito e seu lugar no mundo OBJETOS DE CONHECIM ENTO A hegemonia europeia na economia, na política e na cultura Corporaçõe s e organismos internacion ais 1, 2, 3, 5, 7 As manifestações culturais na formação populacional 1, 2, 3, 4, 5, 7 HABILID ADES (EF09GE01*) Analisar criticamente de que forma a hegemonia europeia foi exercida em várias regiões do planeta, notadamente em situações de conflito, intervenções militares e/ou influência cultural em diferentes tempos e lugares, destacando a repercussão no terri- tório brasileiro e no baiano. (EF09GE02) Analisar a atuação das corpora- ções internacionais e das organizações eco- nômicas mundiais na vida da população em relação ao consumo, à cultura e à mobilidade. (EF09GE03*) Identificar diferentes manifesta- ções culturais de minorias étnicas, partindo de sua localidade como forma de compreen- der a multiplicidade cultural na escala mun- dial, defendendo o princípio do respeito às diferenças. (EF09GE04) Relacionar diferenças de paisa- gens aos modos de viver de diferentes povos na Europa, Ásia e Oceania, valorizando identi- dades e 472

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Página: 485 ENSINO FUNDAMENTAL 473 interculturalidades regionais. 2,6 1, 3, 5 Conexões e escalas 2, 3, 4, 5 A Formação Cultural do município (EF09GE01IC) Compreender e relacionar os processos de formações da identidade cultural do Município de Ichu. Integração mundial e suas interpretações : globalização e mundializaçã o (EF09GE05) Analisar fatos e situações para compreender a integração mundial (eco- nômica, política e cultural), comparando as diferentes interpretações: globalização e mundialização. A divisão do mundo em Ocidente e Oriente (EF09GE07) Analisar os componentes físico-naturais da Eurásia e os determinantes histórico-geográficos de sua divisão em Europa e Ásia. 1, 2, 3, 4, 5 Conexões e escalas 1, 2, 3, 4, 5 (EF09GE06) Associar o critério de divisão do mundo em Ocidente e Oriente com o Sis- tema Colonial implantado pelas potências europeias. Intercâmbios históricos e culturais entre Europa, Ásia e Oceania (EF09GE08*) Analisar transformações territo- riais, considerando o movimento de fronteiras, tensões, conflitos e múltiplas regionalidades na Europa, na Ásia e na Oceania, comparando casos no Brasil e na Bahia. 1, 2, 3, 4, 5, 7 (EF09GE09) Analisar características de países e grupos de países europeus, asiáticos e da Oceania em seus aspectos populacionais, ur- banos, políticos e econômicos, e discutir suas desigualdades sociais e econômicas e pres- sões sobre seus ambientes físico-naturais. 1, 2, 3, 4, 5 (EF09GE10) Analisar os impactos do processo de industrialização na produção e circulação de produtos e culturas na Europa, na Ásia e na Oceania. 2, 3, 5 Transformaçõe s do espaço na sociedade urbanoindustrial Mundo do trabalho 2, 3, 5 1, 2, 3, 5 1,5 Cadeias industriais e inovação no uso dos recursos naturais e matérias- primas As tecnologias sociais no campo (EF09GE11*) Relacionar as mudanças técnicas e científicas decorrentes do processo de in- dustrialização com as transformações no tra- balho em diferentes regiões do mundo e suas consequências no Brasil e na Bahia. (EF09GE12*) Relacionar o processo de urbani- zação às transformações da produção agrope- cuária, à expansão do desemprego estrutural e ao papel crescente do capital financeiro em diferentes países, com destaque para o Brasil e a Bahia. (EF09GE13) Analisar a importância da pro- dução agropecuária na sociedade urbano-industrial ante o problema da desigualdade mundial de acesso aos recursos alimentares e à matéria-prima. (EF09GE02IC) Identificar as tecnologias utilizadas no campo bem como as transformações advindas do seu uso.

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Página: 486 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 1,2,3,6,7 3,5 3, 4, 5, 7 Formas de representaç ão e pensamento espacial 3, 4, 5 Natureza, ambientes e qualidade de vida Natureza, ambientes e qualidade de vida 3, 4, 5 1, 2, 3, 4, 5, 7 1,2,5,6,7 Consumismo e a indústria da propaganda Mecanismos digitais de compra e venda de produtos e serviços Leitura e elaboração de mapas temáticos, croquis e outras formas de representação para analisar informações geográficas Diversidade ambiental e as transformaçõe s nas paisagens na Europa, na Ásia e na Oceania Diversidade ambiental e as transformaçõe s nas paisagens na Europa, na Ásia e na Oceania O uso dos recursos naturais renováveis e não renováveis 1,6 Arborização urbana 1,3,5 Convivência com o semiárido 1,2,3,6 Gases poluentes Sustentabilidade sociocultural, econômico e cultural; (EF09GE03IC) Incentivar o consumo racional, promovendo reflexões sobre o poder da indústria e da propaganda na persuasão e envolvimento dos sujeitos dos processos de compra. (EF09GE04IC) Identificar sobre os atuais mecanismos digitais que envolve os mercados internacionais, os processos de compra e venda de mercadorias e a prestação de serviços na atualidade. (EF09GE14) Elaborar e interpretar gráficos de barras e de setores, mapas temáticos e esque- máticos (croquis) e anamorfoses geográficas para analisar, sintetizar e apresentar dados e informações sobre diversidade, diferenças e desigualdades sociopolíticas e geopolíticas mundiais. (EF09GE15) Comparar e classificar diferentes regiões do mundo com base em informações populacionais, econômicas e socioambientais representadas em mapas temáticos e com diferentes projeções cartográficas. (EF09GE16) Identificar e comparar diferentes domínios morfoclimáticos da Europa, da Ásia e da Oceania. (EF09GE17) Explicar as características físico-naturais e a forma de ocupação e usos da terra em diferentes regiões da Europa, da Ásia e da Oceania. (EF09GE18) Identificar e analisar as cadeias industriais e de inovação e as consequências dos usos de recursos naturais e das diferentes fontes de energia (tais como termoelétrica, hidrelétrica, eólica e nuclear) em diferentes países. (EF09GE05IC) Desenvolver ações que conscientize o uso dos recursos naturais renováveis e não renováveis. (EF09GE06IC) Estimular o processo da arborização urbana com objetivo de melhorar a qualidade do ar nas cidades, seu aspecto visual bem como a convivência homem com a natureza. (EF09GE07IC) Identificar os principais gases poluentes advindos dos processos e industrialização, bem como sua atuação no meio ambiente e no comprometimento da saúde humana. (EF09GE08IC) Compreender a sustentabilidade socio, econômico e cultural visando a interação da sociedade com a natureza. 474

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Página: 487 ENSINO FUNDAMENTAL 1,2,3,7 7.5.2. História 8.5.2.1. Texto Introdutório Agricultura Familiar (O protagonismo das Mulheres na produção agroecológica do Município) 475 (EF09GE09IC) Compreender em que medida a produção da agricultura familiar provocam impactos ambientais, assim como influem na distribuição de riquezas, em diferentes lugares em sua comunidade. (EF09GE10IC) Discutir e refletir sobre a influência da mulher na produção agroecológica do município e sua contribuição sociocultural e econômica Não raro, professores e professoras de História são questionados sobre o porquê de ensinar e aprender História durante os anos da Educação Básica. Estudantes se questionam sobre a importância de se estudar acontecimentos que precedem, muitas vezes, ao seu nascimento, e/ou o entendimento do seu lugar no mundo. Muito embora o ensino de História nas escolas passe por ressignificações e as rupturas em relação a este componente curricular sejam sen- síveis, tanto nas formações de professores e professoras, nos di- versos documentos curriculares, quanto na produção de material didático e/ou nas metodologias adotadas em sala de aula, pensa- mentos e questionamentos como estes refletem permanência na concepção de ensino. Ao historicizar o ensino de História, compreende-se que este, as- sim como seus objetos de estudos, é fruto da produção humana e por isso se localiza no tempo e no espaço. Responder o porquê ensinar e/ou estudar História é uma oportunidade de historiar o conhecimento histórico e sua produção, bem como auxiliar os/as estudantes a compreender as continuidades e rupturas que mar- cam a sociedade na qual estão inseridos, além de pensar o papel de cada sujeito no processo histórico. Na sociedade marcada pela informação rápida, por vezes instan- tânea, o ensino de História, ao longo dos nove anos do ensino fun- damental, é pensado de modo a, progressivamente, favorecer a compreensão dos limites e ambiguidades da condição humana. E para isso, durante os Anos Iniciais, é pautado pela concepção do eu, do outro e do nós, pela valorização de outros modos de viver, pela visão crítica da comunidade em que se está inserido. De modo que, nos Anos Finais, seja possível comparar outras formas/orga- nização de vida e social, para que a compreensão das diferenças seja algo possível, respeitando a pluralidade cultural e autonomia dos povos. Desse modo, o ensino de História parte da perspectiva da inclusão, para atender à subjetividade e às especificidades desses sujeitos,

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Página: 488 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 476 garantindo o reconhecimento das identidades e acolhendo a diversidade das formas de aprender e ensinar. Cabe ao Documento Curricular Referencial da Bahia para a Educação Infantil e Ensino Fundamental potencializar as muitas aprendizagens possíveis, de modo a não naturalizar diferenças sociais, étnicas, geracionais, en- tre outras. Na transição entre os anos, observa-se que as habilidades vão ga- nhando robustez e os/as estudantes, progressivamente, ao longo das séries iniciais do Ensino Fundamental, identificam, descrevem, conhecem e reconhecem, distinguem, selecionam, copilam, ma- peiam, relacionam, comparam e analisam. Estas ações tornam os aprendizes, durante os quatro anos do Ensino Fundamental, aptos a associar, inventariar, discutir, caracterizar, explicar e aplicar. O ensino de história na Educação Infantil deve estimular as crian- ças a refletir e fazer descobertas relacionadas, primeiramente, à sua História, vivenciando experiências e interagindo com o meio natural e social. Dessa maneira, de forma lúdica, elas se apropriam de conhecimentos da própria história, constroem novos significa- dos, adquirem conhecimentos sobre si mesmas, sobre outras pes- soas, sobre lugares, formulam hipóteses e questionam, construindo entendimento da história local e do mundo. No Ensino Fundamental, o ensino de História deve ter caráter transformador, despertando o estudante para a condição de sujei- tos que fazem História ao longo do tempo e dos espaços. Os objetos de conhecimento devem estar voltados para a reflexão de conceitos sobre a atividade cotidiana, sobre o tempo e sobre o sujeito histó- rico. Partindo desse princípio, a História se torna relevante para a construção das identidades sociais e é responsável pela construção de repertórios de atuação e compreensão da realidade. Aprender e ensinar História, ao longo do Ensino Fundamental e, especialmente, em suas séries iniciais, não se afasta da leitura de mundo ou da leitura das palavras. São processos, leitura e letra- mento entrelaçados e indissociáveis das práticas sociais que cons- troem relações de identidade. Suas implicações no ensino de Histó- ria estão intrinsecamente ligadas à habilidade de leitura proficiente. Músicas, pinturas, fotografias, textos literários, diários, todos são fontes de pesquisa histórica e potenciais recursos pedagógicos que devem ser valorizados como habilidades a serem construídas no processo de desenvolvimento da compreensão leitora no ensino de História. A história ensinada exige do professor competências que transitam entre a escrita, a leitura e a oralidade, criando sentido no letramento histórico.

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Página: 489 ENSINO FUNDAMENTAL 477 Partindo da compreensão do desenvolvimento integral da pessoa, afinal, esse/a estudante não é a soma de direitos e necessidades, é, antes de tudo, um indivíduo com muitas potencialidades e que precisa encontrar na escola espaço e tempo para desenvolvê-las. São sete as competências gerais para o ensino de História durante os nove anos do Ensino Fundamental: 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. Compreender acontecimentos históricos, relações de poder e processos e mecanismos de transformação e manutenção das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais ao longo do tempo e em diferentes espaços para analisar, posicionar-se e intervir no mundo contemporâneo; Compreender a historicidade no tempo e no espaço, relacio- nando acontecimentos e processos de transformação e manu- tenção das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais, bem como problematizar os significados das lógicas de organi- zação cronológica; Elaborar questionamentos, hipóteses, argumentos e proposi- ções em relação a documentos, interpretações e contextos his- tóricos específicos, recorrendo a diferentes linguagens e mí- dias, exercitando a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos, a cooperação e o respeito; Identificar interpretações que expressem visões de diferentes sujeitos, culturas e povos com relação a um mesmo contexto histórico, e posicionar-se, criticamente, com base em princí- pios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários; Analisar e compreender o movimento de populações e merca- dorias, no tempo e no espaço, e seus significados históricos, le- vando em conta o respeito e a solidariedade com as diferentes populações; Compreender e problematizar os conceitos e procedimentos norteadores da produção historiográfica; Produzir, avaliar e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de modo crítico, ético e responsável, compreen- dendo seus significados para os diferentes grupos ou estratos sociais. Na etapa do Ensino Fundamental, o ensino de História, focado em competências e habilidades, busca desenvolver a capacidade de li- dar com a informação por meio de processos que levem à sua apro- priação, transpondo-a para novas situações e assim garantindo o aprendizado. Trabalhar por meio de competências, na História, é trabalhar a compreensão e a apropriação de conceitos. Para tan- to, é preciso reconhecer o estudante como sujeito ativo no pro- cesso de aprendizagem, que traz um conhecimento histórico para além da escola, fruto de sua experiência de vida. A preocupação é que o processo de ensino-aprendizagem seja vocacionado para o

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Página: 490 478 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB desenvolvimento e preparação dos estudantes para os desafios do século XXI. 5. Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais e informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva. COMPETÊNCIAS DA ÁREA COMPETÊNCIAS GERAIS Fonte: Elaboração dos redatores do Componente Curricular de História (2018). Analisar o mundo social, cultural e digital e o meio técnico-científico-informacional com base nos conhecimentos das Ciências Humanas, considerando suas variações de significado no tempo e no espaço para intervir em situações do cotidiano e se posicionar diante de problemas do mundo contemporâneo. Produzir, avaliar e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de modo crítico, ético e responsável, compreendendo seus significados para os diferentes grupos ou estratos sociais. HABILIDADES FIGURA 10 Correlação entre Competências e Habilidades, no Componente Curricular História COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS As competências referentes ao componente de História emergem do processo de construção do saber histórico que promove: seleção e tratamento da informação/utilização de fontes; compreensão/ explicação histórica; desenvolvimento do pensamento crítico/ana- lítico, que é estruturante para o desenvolvimento do pensamento crítico/social e para a formação de cidadãos proativos, capazes de interrogar o presente, ler o passado e atuar na sociedade em que está inserido. Ao relacionar essas competências às habilidades pro- postas para o componente, é possível perceber uma estreita ligação, como pode ser observado na Figura 10. Todavia, é a atuação do pro- fessor que vai contribuir para o desenvolvimento de cada estudante. (EF04HI08) Identificar as transformações ocorridas nos meios de comunicação (cultura oral, imprensa, rádio, televisão, cinema, internet e demais tecnologias digitais de informação e comunicação) e discutir seus significados para os diferentes grupos ou estratos sociais.

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Página: 491 ENSINO FUNDAMENTAL 479 Para o desenvolvimento das competências e habilidades do com- ponente de História, professores e professoras podem utilizar di- ferentes estratégias e situações didáticas, como atividades que ex- plorem as diferentes noções de tempo e temporalidades, a partir, por exemplo, do estudo de diferentes calendários; trabalho com diversas fontes históricas, explorando as formas de oralidade, dife- rentes tipologias textuais; pesquisa em campo, podendo percorrer espaços desconhecidos ou pouco explorados pelos/as estudantes, por meio de (re)visitas a acervos familiares e estudo da história lo- cal e territorial. Explorar as possibilidades de ensino e aprendiza- gem ativa/colaborativa permite estimular o engajamento de estu- dantes no seu processo de aprendizagem e extrapolar as formas de aprender e ensinar, dentro e fora da sala de aula. Partindo do pressuposto de que o ensino de História deve ter caráter reflexivo e transformador, que permita o ser humano se conhecer e conhecer o mundo em que vive e que possibilite relacionar-se melhor com ele próprio e com o outro, a escola precisa contribuir com o movimento de emancipação do indivíduo respeitando e valorizando as diferentes identidades, pois, trata-se de um espaço onde a diversidade se revela de forma mais intensa, e portanto precisa ser discutida em sua amplitude. É com esse pensamento que devemos nos posicionar a fim de respeitar os diferentes grupos culturais que compõe nossa sociedade e garantir que ela seja plural e democrática, promovendo o convívio de práticas sociais, valores, crenças e conhecimentos diversos, e a valorização da diversidade. Deste modo, pensar um currículo que contemple as questões locais é pensar na coletividade, voltando-se para as questões que comtemplem as diferenças ou seja a diversidade humana, considerando os conhecimentos que os diferentes grupos trazem para o cotidiano da sala de aula.

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Página: 492 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU/BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 480 7.5.2.2. Organizador Curricular ÁREA CIÊNCIAS HUMANAS COMPONENTE CURRICULAR HISTÓRIA COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE HISTÓRIA 1. Compreender acontecimentos históricos, relações de poder e processos e mecanismos de transformação e manutenção das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais, ao longo do tempo e em diferentes espaços, para analisar, posicionar-se e intervir no mundo contemporâneo; 2. Compreender a historicidade no tempo e no espaço, relacionando acontecimentos e processos de transformação e manutenção das estruturas sociais, políticas, econômicas e culturais, bem como problematizar os significados das lógicas de organização cronológica; 3. Elaborar questionamentos, hipóteses, argumentos e proposições em relação a documentos, interpretações e contextos históricos específicos, recorrendo a diferentes linguagens e mídias, exercitando a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos, a cooperação e orespeito; 4. Identificar interpretações que expressem visões de diferentes sujeitos, culturas e povos com relação a um mesmo contexto histórico, e posicionar-se criticamente com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, susten táveis e solidários; 5. Analisar e compreender o movimento de populações e mercadorias no tempo e no espaço e seus significados his- tóricos, levando em conta o respeito e a solidariedade com as diferentes populações; 6. Compreender e problematizar os conceitos e procedimentos norteadores da produção historiográfica; 7. Produzir, avaliar e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de modo crítico, ético e responsável, compreendendo seus significados para os diferentes grupos ou estratos sociais. 1º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS Mundo pessoal: meu lugar no mundo COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 OBJETOS DE CONHECIM ENTO As fases da vida e a ideia de temporalidad e (passado, presente, futuro). HABILID ADES (EF01HI01) Identificar aspectos do seu cresci- mento por meio do registro das lembranças particulares ou de lembranças dos membros de sua família e/ou de sua comunidade. (EF01HI01IC) Compreender a noção de tempo, passado e presente, tempo biológico e cronológico por meios de temas cotidianos das crianças. (EF01HI02IC) Conhecer sua identidade pessoal, da família e da comunidade reconhecendo e respeitando os diferentes tipos de valores, sentimentos e aprendendo a conviver com eles.

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Página: 493 ENSINO FUNDAMENTAL As diferentes formas de organizaçã o da família e da comunidade: os vínculos pessoais e as relações de amizade 481 (EF01HI02) Identificar a relação entre as suas histórias e as histórias de sua família e de sua comunidade.

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Página: 494 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Mundo pessoal: meu lugar no mundo Mundo pessoal: eu, meu grupo social e meu tempo 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 As diferentes formas de organizaçã o da família e da comunidade: os vínculos pessoais e as relações de amizade (EF01HI01BA*) Conhecer a história da sua co- munidade a partir de mitos, documentários, livros e contos populares, locais ou regionais, que estabeleçam relações com a história local. A escola e a diversidade do grupo social envolvido (EF01HI04) Identificar as diferenças entre os va- riados ambientes em que vive (doméstico, esco- lar e da comunidade), reconhecendo as especi- ficidades dos hábitos e das regras que os regem. A vida em casa, a vida na escola e formas de representação social e espacial: os jogos e brincadeiras como forma de interação social e espacial. (EF01HI05*) Identificar e apreciar semelhanças e diferenças entre jogos e brincadeiras atuais e de outras épocas e lugares. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 A vida em família: diferentes configurações e vínculos (EF01HI03) Descrever e distinguir os seus pa- péis e responsabilidades relacionados à famí- lia, à escola e à comunidade. (EF01GE03IC) Identificar as semelhanças e diferenças entre jogos e brincadeiras da atualidade, épocas antigas, percebendo suas influência para o crescimento pessoal e social do indivíduo, diferenciando as brincadeiras e jogos de ontem e de hoje. (EF01HI06) Conhecer as histórias da família e da escola e identificar o papel desempenhado por diferentes sujeitos em diferentes espaços. (EF01HI07) Identificar mudanças e permanên- cias nas formas de organização familiar. (EF01H102BA*) Conhecer e comparar diferen- tes organizações familiares na sociedade à qual está inserido e em outras sociedades. A escola, sua representação espacial, sua história e seu papel na comunidade (EF01HI08) Reconhecer o significado das co- memorações e festas escolares, diferencian- do-as das datas festivas comemoradas no âm- bito familiar, da comunidade e do município. 2º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS A comunidade e seus registros COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 OBJETOS DE CONHECIM ENTO A noção do “Eu” e do “Outro”: comunidade, convivências e interações entre pessoas HABILID ADES (EF02HI01) Reconhecer espaços de sociabili- dade e identificar os motivos que aproximam e separam as pessoas em diferentes grupos sociais ou de parentesco. (EF02HI02) Identificar e descrever práticas e papéis sociais que as pessoas exercem em di- ferentes comunidades. (EF02HI03) Selecionar situações cotidianas que remetam à percepção de mudança, per- tencimento e memória. 482

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Página: 495 ENSINO FUNDAMENTAL A noção do “Eu” e do “Outro”: registros de experiências pessoais e da comunidade no tempo e no espaço A comunidade e seus registros 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 Formas de registrar e narrar histórias (marcos de memória materiais e imateriais) 483 (EF02HI04) Selecionar e compreender o signifi- cado de objetos e documentos pessoais como fontes de memórias e histórias nos âmbitos pessoal, familiar, escolar e comunitário. (EF02HI05) Selecionar objetos e documentos pessoais e de grupos próximos ao seu conví- vio e compreender sua função, seu uso e seu significado. (EF02HI01BA) Coletar instrumentos de comu- nicação escrita, vídeos e áudios utilizados his- toricamente no município. (EF02HI04C) Identificar e reconhecer patrimônio histórico, material e imaterial, existentes no município de Ichu, buscando valorizar os saberes, habilidades, crenças e praticas aos modo de ser das pessoas. O tempo como medida (EF02HI06) Identificar e organizar, temporal- mente, fatos da vida cotidiana, usando noções relacionadas ao tempo (antes, durante, ao mesmo tempo e depois). (EF02HI07) Identificar e utilizar diferentes mar- cadores do tempo presentes na comunidade, como relógio e calendário. As formas de registrar as experiências da comunidade O trabalho e a sustentabilidade na comunidade 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 As fontes: relatos orais, objetos, imagens (pinturas, fotografias, vídeos), músicas, escrita, tecnologias digitais de informação e comunicaçã o e inscrições nas paredes, ruas e espaços sociais A sobrevivência e a relação com a natureza (EF02HI08) Compilar histórias da família e/ou da comunidade registradas em diferen- tes fontes. (EF02HI09) Identificar objetos e documentos pessoais que remetam à própria experiência no âmbito da família e/ou da comunidade, dis- cutindo as razões pelas quais alguns objetos são preservados e outros são descartados. (EF02HI10*) Identificar e valorizar diferentes formas de trabalho existentes na comunidade em que vive, seus significados, suas especifici- dades, importância e seus impactos ao meio ambiente. (EF02HI11) Identificar impactos no ambiente causados pelas diferentes formas de trabalho e ações do homem, existentes na comunidade em que vive. (EF02HI05IC) Identificar e reconhecer as diferentes formas de atividades tradicionais e contemporâneas existentes no município de Ichu. ( agricultores, pescadores, feirantes, comerciantes, ambulantes, youtubers, blogueiros, design e gráficos, técnicos de informática entre outros)

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Página: 496 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 484

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Página: 497 ENSINO FUNDAMENTAL 485 3º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS As pessoas e os grupos que compõem a cidade e o município. COMPETÊN CIAS ESPECÍFI CAS 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 OBJETOS DE CONHECIM ENTO O “Eu”, o “Outro” e os diferentes grupos sociais e étnicos que compõem a cidade e os municípios: os desafios sociais, culturais e ambientais do lugar onde vive. HABILID ADES (EF03HI01) Identificar os grupos populacionais que formam a cidade, o município e o territó- rio, as relações estabelecidas entre eles e os eventos que marcam a formação da cidade, como fenômenos migratórios (vida rural/vida urbana), desmatamentos, estabelecimento de grandes empresas etc. (EF02HI06IC) Identificar e reconhecer as contribuições dos distintos grupos sociais na construção da comunidade local em diferentes tempos e espaço. (EF02HI07IC) Conhecer as contribuições dos diferentes povos que contribuíram na formação do município de Ichu. (EF03HI02) Selecionar, por meio da consulta de fontes de diferentes naturezas, e registrar acontecimentos ocorridos, ao longo do tem- po, na cidade ou território em que vive. (EF03HI03*) Identificar e comparar pontos de vista em relação a eventos significativos do local em que vive, aspectos relacionados a condições sociais e à presença de diferentes grupos sociais e culturais, com especial desta- que para as culturas africanas, indígenas e de migrantes, e o seu relativismo. Os patrimônios históricos e culturais da cidade e/ou do município em que vive A produção dos marcos da memória: os lugares de memória (ruas, praças, escolas, monumentos, museus etc.) O lugar em que vive 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 (EF03HI04) Identificar os patrimônios histó- ricos e culturais de sua cidade ou território e discutir as razões culturais, sociais e políticas para que assim sejam considerados. (EF03HI05) Identificar os históricos do lugar em que compreender seus signi- ficados. marcos vive e (EF03HI06) Identificar os registros de memória na cidade (nomes de ruas, monumentos, edifí- cios etc.), discutindo os critérios que explicam a escolha desses nomes. A produção dos marcos da memória: formação cultural da população (EF03HI07) Identificar semelhanças e diferen- ças existentes entre comunidades de sua cida- de ou região, e descrever o papel dos diferen- tes grupos sociais que as formam. A produção dos marcos da memória: a cidade e o campo, aproximações e diferenças (EF03HI08) Identificar modos de vida na cida- de e no campo no presente, comparando-os com os do passado.

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Página: 498 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL A noção de espaço A noção de espaço 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 A cidade, seus espaços públicos e privados e suas áreas de conservaç ão ambiental (EF03HI09) Mapear os espaços públicos no lugar em que vive (ruas, praças, escolas, hos- pitais, prédios da Prefeitura e da Câmara de Vereadores etc.) e identificar suas funções. A cidade, seus espaços públicos e privados e suas áreas de conservaç ão ambiental (EF03HI10) Identificar as diferenças entre o espaço doméstico, os espaços públicos e as áreas de conservação ambiental, compreen- dendo a importância dessa distinção. A cidade e suas atividades: trabalho, cultura e lazer 486 (EF03HI11) Identificar diferenças entre formas de trabalho realizadas na cidade e no campo, considerando também o uso da tecnologia nesses diferentes contextos. (EF03HI12) Comparar as relações de trabalho e lazer do presente com as de outros tempos e es- paços, analisando mudanças e permanências. 4º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS Transformaçõ es e permanência s nas trajetórias dos grupos humanos COMPETÊN CIAS ESPECÍFI CAS 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 OBJETOS DE CONHECIM ENTO A ação das pessoas, grupos sociais e comunidades no tempo e no espaço: nomadismo, agricultura, escrita, navegações, indústria, entre outras HABILID ADES (EF04HI01) Reconhecer a história como resul- tado da ação do ser humano no tempo e no es- paço, com base na identificação de mudanças e permanências ao longo do tempo. (EF04HI02) Identificar mudanças e permanências, ao longo do tempo, discutindo os sentidos dos grandes marcos da história da humanidade (nomadismo, desenvolvimento da agricultura e do pastoreio, criação da in dústria etc.). (EF04HI01BA) Identificar e analisar os desloca- mentos e desapropriações das comunidades locais advindos dos avanços da sociedade mo- derna, na produção de energia e exploração dos recursos naturais. (EF02HI08IC) Identificar os movimentos das mulheres trabalhadoras rurais do município de Ichu, reconhecendo sua importância no processo de transformação do contexto familiar. (EF02HI09IC) Identificar e relacionar as experiências exitosas do homem e da mulher do campo na produção e geração de renda para o município de Ichu. O passado e o presente: a noção de permanência e as lentas transformaçõe s sociais e culturais (EF04HI03) Identificar as transformações ocor- ridas nos territórios (cidades, municípios e comunidades) ao longo do tempo e discutir suas interferências nos modos de vida de seus habitantes, tomando como ponto de partida o presente.

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Página: 499 ENSINO FUNDAMENTAL 487 (EF02HI10IC) Reconhecer o processo produtivo no campo, identificando os avanços científicos no setor, as conquistas e direitos dos povos do campo. Circulação de pessoas, produtos e culturas A circulação de pessoas e as transformações no meio natural 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 A invenção do comércio e a circulação de produtos Circulação de pessoas, produtos e culturas As rotas terrestres, fluviais e marítimas e seus impactos para a formação de cidades e as transformações do meio natural 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 O mundo da tecnologia: a integração de pessoas e as exclusões sociais e culturais As questões históricas relativas às migrações 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 (EF04HI04) Identificar as relações entre os in- divíduos e a natureza e discutir o significado do nomadismo e da fixação das primeiras co- munidades humanas. (EF04HI05) Relacionar os processos de ocu- pação do campo a intervenções na natureza, avaliando os resultados dessas intervenções. (EF04HI06) Identificar as transformações ocor- ridas nos processos de deslocamento das pes- soas e mercadorias, analisando as formas de adaptação ou marginalização. (EF04HI07) Identificar e descrever a importân- cia dos caminhos terrestres, fluviais e maríti- mos para a dinâmica da vida comercial e for- mação das primeiras cidades, analisando seus impactos no meio ambiente. (EF04HI02BA) Relacionar a história do municí- pio e território em que vive aos rios e bacias hidrográficas presentes na localidade. (EF04HI08) Identificar as transformações ocor- ridas nos meios de comunicação (cultura oral, imprensa, rádio, televisão, cinema, internet e demais tecnologias digitais de informação e comunicação) e discutir seus significados para os diferentes grupos ou estratos sociais. (EF04HI03BA) Identificar meios de comunica- ção presentes no município em que vive, no passado e no presente, relacionando com a história local. O surgimento da espécie humana no continente africano e sua expansão pelo mundo (EF04HI09*) Identificar as motivações dos pro- cessos migratórios em diferentes tempos e espaços e avaliar o papel desempenhado pela migração nas regiões de destino. Os processos migratórios para a formação do Brasil: os grupos indígenas, a presença portuguesa e a diáspora forçada dos africanos Os processos migratórios do final do século (EF04HI10) Analisar diferentes fluxos popula- cionais e suas contribuições para a formação da sociedade brasileira. (EF04HI04BA) Analisar as diferentes etnias e grupos sociais na cidade em que reside e suas influências socioculturais. (EF02HI11IC) Analisar as diferentes etnias e grupos sociais no município de Ichu, buscando respeitar suas pluralidades socioculturais.

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Página: 500 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL XIX e início do século XX no Brasil As dinâmicas internas de migração no Brasil a partir dos anos 1960 488 (EF04HI11) Analisar, na sociedade em que vive, a existência ou não de mudanças associadas à migração (interna e internacional). 5º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS Povos e culturas: meu lugar no mundo e meu grupo social COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES O que forma um povo: do nomadismo aos primeiros povos sedentarizad os (EF05HI01) Identificar os processos de forma- ção das culturas e dos povos, relacionando-os com o espaço geográfico ocupado. As formas de organização social e política: a noção de Estado (EF05HI02) Identificar os mecanismos de or- ganização do poder político com vistas à com- preensão da ideia de Estado e/ou de outras formas de ordenação social. (EF02HI12IC) Reconhecer e analisar a história e diversidade cultural dos povos indígenas, quilombolas e colonizadores que habitavam o território ichuense no passado. (EF02HI13IC) Conhecer a história e a influencia dos diferentes povos que contribuíram no processo de formação e emancipação do município de Ichu ,percebendo e reconhecendo suas contribuições culturais e históricas. (EF02HI14IC) Analisar a organização das comunidades rurais do município de Ichu, compreendendo suas lutas, conquistas, aspectos históricos e culturais. (EF02HI15IC) Identificar os processos de formação das culturas e dos povos no território do sisal e da Bahia. (EF05HI03) Analisar o papel das culturas e das religiões na composição identitária dos povos antigos. Povos e culturas: meu lugar no mundo e meu grupo social 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 O papel das religiões e da cultura para a formação dos povos antigos (EF05HI04) Associar a noção de cidadania com os princípios de respeito à diversidade, à plu- ralidade e aos direitos humanos. (EF05HI05) Associar o conceito de cidadania à conquista de direitos dos povos e das so- ciedades, compreendendoo como conquista histórica.

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Página: 501 ENSINO FUNDAMENTAL 489 (EF02HI16IC) Identificar e analisar as diferentes formas de expressão de Fe do município de Ichu, desenvolvendo atitudes de tolerância e respeito a diversidade religiosa. Registros da história: linguagens e culturas As tradições orais e a valorização da memória O surgimento da escrita e a noção de fonte para a transmissão de saberes, culturas e histórias 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 (EF05HI06) Comparar o uso de diferentes lin- guagens e tecnologias no processo de comu- nicação e avaliar os significados sociais, políti- cos e culturais atribuídos a elas. (EF05HI07) Identificar os processos de produ- ção, hierarquização e difusão dos marcos de memória e discutir a presença e/ou a ausência de diferentes grupos que compõem a socieda- de na nomeação desses marcos de memória. (EF05HI08) Identificar formas de marcação da passagem do tempo em distintas sociedades, incluindo os povos indígenas originários e os povos africanos, valorizando suas tradições orais como registros históricos. (EF02HI17IC) Identificar e analisar instrumentos de comunicação escritas, vídeos, relatos orais, fotos e áudios utilizados historicamente no município de Ichu. (EF02HI18IC) Produzir relatos audiovisuais das tradições, crenças, saberes históricos do povo de Ichu, valorizando as suas memórias. As tradições orais e a valorização da memória O surgimento da escrita e a noção de fonte para a transmissão de saberes, culturas e histórias (EF05HI09) Comparar pontos de vista sobre te- mas que impactam a vida cotidiana no tempo presente, por meio do acesso a diferentes fon- tes, incluindo orais. Os patrimônios materiais e imateriais da humanidade (EF05HI10) Conhecer e Inventariar os patrimô- nios materiais e imateriais da humanidade e analisar mudanças e permanências desses pa- trimônios ao longo do tempo. (EF02HI19IC) Identificar e reconhecer o patrimônio material e imaterial existentes no município de Ichu, buscando valorizar os saberes, habilidades, crenças e praticas ao modo de ser das pessoas. 6º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCI AS ESPECÍFICA S OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES

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Página: 502 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL A questão do tempo, sincronias e diacronias: reflexões sobre o sentido das cronologias (EF06HI01) Identificar diferentes formas de compreensão da noção de tempo e de periodização dos processos históricos (continuida- des e rupturas). Formas de registro da história e da produção do conhecimento histórico (EF06HI02) Identificar a gênese da produção do saber histórico e analisar o significado das fontes que originaram determinadas formas de registro em sociedades e épocas distintas. (EF06HI03) Identificar as hipóte- ses científicas sobre o surgimento da espécie humana e sua histori- cidade e analisar os significados dos mitos de fundação. História: tempo, espaço e formas de registros (EF06HI04*) Conhecer e analisar as teorias sobre a origem do homem americano. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 As origens da humanidade, seus deslocamentos e os processos de sedentarização (EF06HI01BA) Conhecer, identi- ficar, localizar e valorizar os sítios arqueológicos do Estado da Bahia. (EF06HI05) Descrever modifica- ções da natureza e da paisagem realizadas por diferentes tipos de sociedade, com destaque para os povos indígenas originários e po- vos africanos, e discutir a natureza e a lógica das transformações ocorridas. (EF06HI06*) Identificar geografi- camente, as rotas de povoamento no território americano e as rotas de deslocamento de migração do território africano. A invenção do mundo clássico e o contraponto com outras sociedades 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 Povos da Antiguidade na África (egípcios), no Oriente Médio (mesopotâmicos) e nas Américas (pré-colombianos) Os povos indígenas originários do atual território brasileiro e seus hábitos culturais e sociais (EF06HI07) Identificar aspectos e formas de registro das socieda- des antigas na África, no Oriente Médio e nas Américas, distinguindo alguns significados presentes na cultura material e na tradição oral dessas sociedades. (EF06HI08) Identificar os espaços territoriais ocupados e os aportes culturais, científicos, sociais e econômicos dos astecas, maias e incas e dos povos indígenas de diversas regiões brasileiras. 490

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Página: 503 ENSINO FUNDAMENTAL A invenção do mundo clássico e o contraponto com outras sociedades Lógicas de organização política 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 O Ocidente Clássico: aspectos da cultura na Grécia e em Roma As noções de cidadania e política na Grécia e em Roma • Domínios e expansão das culturas grega e romana • Significados do conceito de “império” e as lógicas de conquista, conflito e negociação dessa forma de organização política As diferentes formas de organização política na África: reinos, impérios, cidades-estados e sociedades linhageiras ou aldeias A passagem do mundo antigo para o mundo medieval A fragmentação do poder político na Idade Média O Mediterrâneo como espaço de interação entre as sociedades da Europa, da África e do Oriente Médio Trabalho e formas de organização social e cultural 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 Senhores e servos no mundo antigo e no medieval Escravidão e trabalho livre em diferentes temporalidades e espaços (Roma Antiga, Europa medieval e África) Lógicas comerciais na Antiguidade romana e no mundo medieval 491 (EF06HI09) Discutir o conceito de Antiguidade Clássica, seu alcance e limite na tradição ocidental, as- sim como os impactos sobre outras sociedades e culturas. (EF06HI10) Explicar a formação da Grécia Antiga, com ênfase na formação da pólis e nas transfor- mações políticas, econômicas, sociais e culturais. (EF06HI11) Caracterizar o proces- so de formação da Roma Antiga e suas configurações sociais e políticas nos períodos monárquico e republicano. (EF06HI12) Associar o conceito de cidadania a dinâmicas de inclu- são e exclusão na Grécia e Roma antigas. (EF06HI13) Conceituar “império” no mundo antigo, com vistas à análise das diferentes formas de equilíbrio e desequilíbrio entre as partes envolvidas. (EF06HI14*) Identificar e analisar diferentes formas de contato, adaptação ou exclusão entre populações em diferentes tempos, espaços e contextos históricos (EF06HI15) Descrever as dinâmi- cas de circulação de pessoas, pro- dutos e culturas no Mediterrâneo e seu significado. (EF06HI02BA) Compreender a or- ganização social, cultural, econô- mica e política do feudalismo como marcos do período medieval. (EF06HI16) Caracterizar e compa- rar as dinâmicas de abastecimen- to e as formas de organização do trabalho e da vida social em di- ferentes sociedades e períodos, com destaque para as relações entre senhores e servos. (EF06HI03BA) Compreender e analisar o trabalho livre e o tra- balho escravo no mundo antigo, discutindo-os nos diferentes tempo e temporalidades.

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Página: 504 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 492 Senhores e servos no mundo antigo e no medieval Escravidão e trabalho livre em diferentes temporalidades e espaços (Roma Antiga, Europa medieval e África) Lógicas comerciais na Antiguidade romana e no mundo medieval Trabalho e formas de organização social e cultural 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 (EF06HI17*) Diferenciar escravi- dão, servidão e trabalho livre no mundo antigo, relacionando-os com as relações de trabalho da atualidade. O papel da religião cristã, dos mosteiros e da cultura na Idade Média (EF06HI18) Analisar o papel da religião cristã na cultura e nos modos de organização social, política e econômica no período medieval. O papel da mulher na Grécia e em Roma e no período medieval (EF06HI19*) Descrever e analisar os diferentes papéis sociais das mulheres no mundo antigo, nas sociedades medievais, nas socie- dades africanas e outras culturas europeias da antiguidade, com- parando-os aos dias atuais. 7º ANO UNIDA DES TEMÁTI CA S O mundo moderno e a conexão entre sociedades africanas, americanas e européias Humanismos, Renascimentos e o Novo Mundo COMPETÊNCI AS ESPECÍFICA S 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 OBJETOS DE CONHECIMENTO A construção da ideia de modernidade e seus impactos na concepção de História A ideia de “Novo Mundo” ante o Mundo Antigo: permanências e rupturas de saberes e práticas na emergência do mundo moderno HABILIDADES (EF07HI01) Explicar o significado de “modernidade” e suas lógicas de inclusão e exclusão, com base em uma concepção europeia. (EF07HI02) Identificar conexões e interações entre as sociedades do Novo Mundo, da Europa, da África e da Ásia no contexto das navega- ções e indicar a complexidade e as interações que ocorrem nos Ocea- nos Atlântico, Índico e Pacífico. Saberes dos povos africanos e précolombianos expressos na cultura material e imaterial (EF07HI03) Identificar aspectos e processos específicos das so- ciedades africanas e americanas antes da chegada dos europeus, com destaque para as formas de organização social e o desenvolvi- mento de saberes e técnicas. Humanismos: uma nova visão de ser humano e de mundo Renascimentos artísticos e culturais (EF07HI04*) Identificar as princi- pais características dos Humanismos e dos Renascimentos e anali- sar seus significados e influências além-mar, presentes na atualidade. Reformas religiosas: a cristandade fragmentada (EF07HI05) Identificar e relacionar as vinculações entre as reformas religiosas e os processos culturais e sociais do período moderno na Europa e na América.

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Página: 505 ENSINO FUNDAMENTAL Humanismos, Renascimentos e o Novo Mundo 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 As descobertas científicas e a expansão marítima A formação e o funcionamento das monarquias europeias: a lógica da centralização política e os conflitos na Europa A conquista da América e as formas de organização política dos indígenas e europeus: conflitos, dominação e conciliação 493 (EF07HI06) Comparar as navega- ções no Atlântico e no Pacífico en- tre os séculos XIV e XVI. (EF07HI07) Descrever os proces- sos de formação e consolidação das monarquias e suas principais características com vistas à com- preensão das razões da centrali- zação política. (EF07HI08) Descrever as formas de organização das sociedades americanas no tempo da conquis- ta com vistas à compreensão dos mecanismos de alianças, confron- tos e resistências. (EF07HI01BA) Diferenciar o concei- to de conquista e de colonização. (EF07HI09) Analisar os diferentes impactos da conquista europeia da América para as populações ameríndias e identificar as formas de resistência. A organização do poder e as dinâmicas do mundo colonial americano (EF07HI10) Analisar, com base em documentos históricos, diferentes interpretações sobre as dinâmicas das sociedades americanas no pe- ríodo colonial. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 (EF07HI02BA) Discutir a escravi- dão indígena e as leis indigenistas no Brasil Colonial, relacionando-as com a legislação vigente. A estruturação dos vice-reinos nas Américas Resistências indígenas, invasões e expansão na América portuguesa (EF07HI11) Analisar a formação histórico-geográfica do território da América portuguesa por meio de mapas históricos. (EF07HI12) Identificar a distribuição territorial da população brasileira em diferentes épocas, considerando a diversidade étni- co-racial e étnico-cultural (indíge- na, africana, europeia e asiática). (EF07HI03BA) Analisar a diversi- dade étnico-racial e étnico-cul- tural no território em que reside, por meio de hábitos e costumes (alimentação, festas e festejos; moda) e pelas relações entre po- vos e etnias (indígena, africana e europeia). A estruturação dos vice-reinos nas Américas Resistências indígenas, invasões e expansão na América portuguesa (EF07HI13*) Caracterizar a ação dos europeus e suas lógicas mer- cantis visando ao domínio no mundo atlântico e o modo de produção agrária implantado na Bahia.

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Página: 506 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 494 As lógicas mercantis e o domínio europeu sobre os mares e o contraponto oriental Lógicas comerciais e mercantis da modernidade 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 As lógicas internas das sociedades africanas As formas de organização das sociedades ameríndias A escravidão moderna e o tráfico de escravizados (EF07HI14*) Descrever as dinâmi- cas comerciais das sociedades americanas e africanas, analisar suas interações com outras sociedades do Ocidente e do Oriente, relacionando a globalização do passado e a atual e os impactos na relações étnico-raciais. (EF07HI15) Discutir o conceito de escravidão moderna e suas dis- tinções em relação ao escravismo antigo e à servidão medieval. (EF07HI16) Analisar os mecanis- mos e as dinâmicas de comércio de escravizados em suas diferen- tes fases, identificando os agentes responsáveis pelo tráfico e as re- giões e zonas africanas de proce- dência dos escravizados. (EF07HI17) Discutir as razões da passagem do mercantilismo para o capitalismo. A emergência do capitalismo (EF07HI04BA) Comparar e relacionar feudalismo, mercantilismo e capitalismo. 8º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS O mundo contemporâne o: o Antigo Regime em crise COMPETÊNCI AS ESPECÍFIC AS 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 OBJETOS DE CONHECIMENTO HABILIDADES A questão do iluminismo e da ilustração (EF08HI01) Identificar os principais aspectos conceituais do iluminismo e do liberalismo e discutir a relação entre eles e a organização do mundo contem- porâneo. As revoluções inglesas e os princípios do liberalismo (EF08HI02) Identificar as particu- laridades políticosociais da In- glaterra do século XVII e analisar os desdobramentos posteriores à Revolução Gloriosa. Revolução Industrial e seus impactos na produção e circulação de povos, produtos e culturas (EF08HI03) Analisar os impactos da Revolução Industrial na produ- ção e circulação de povos, produ- tos e culturas. Revolução Francesa e seus desdobramentos (EF08HI04) Identificar e relacionar os processos da Revolução Fran- cesa e seus desdobramentos na Europa e no mundo.

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Página: 507 ENSINO FUNDAMENTAL O mundo contemporâne o: o Antigo Regime em crise 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 Rebeliões na América portuguesa: as Conjurações Mineira e Baiana 495 (EF08HI05*) Explicar os movimen- tos e as rebeliões da América portuguesa, articulando as temá- ticas locais e suas interfaces com processos ocorridos na Europa e nas Américas, especialmente na Bahia, com os motins e levantes na Bahia colonial. (EF08HI01BA) Identificar os ob- jetivos da Revolta dos Búzios e relacioná-los aos ideários da Re- volução Francesa. (EF08HI06) Aplicar os conceitos de Estado, nação, território, governo e país para o entendimento de conflitos e tensões. (EF08HI07) Identificar e contextualizar as especificidades dos di- versos processos de independên- cia nas Américas, seus aspectos populacionais e suas conforma- ções territoriais. Os processos de independênci a nas Américas 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 Independência dos Estados Unidos da América Independências na América espanhola A revolução dos escravizados em São Domingo e seus múltiplos significados e desdobramentos: o caso do Haiti Os caminhos até a independência do Brasil (EF08HI08) Conhecer o ideário dos líderes dos movimentos in- dependentistas e seu papel nas revoluções que levaram à inde- pendência das colônias hispano-americanas. (EF08HI09) Conhecer as caracte- rísticas e os principais pensadores do Panamericanismo. (EF08HI10) Identificar a Revolu- ção de São Domingo como even- to singular e desdobramento da Revolução Francesa e avaliar suas implicações. (EF08HI11) Identificar e explicar os protagonismos e a atuação de diferentes grupos sociais e étni- cos nas lutas de independência no Brasil, na América espanhola e no Haiti. (EF08HI02BA) Analisar os movimentos pela independência nas províncias brasileiras e a guerra pela independência do Brasil na Bahia. Os processos de independênci 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 Independência dos Estados Unidos da América Independências na América espanhola A revolução dos escravizados em São Domingo e seus múltiplos significados e desdobramentos: o caso do Haiti Os caminhos até a independência do Brasil (EF08HI12) Caracterizar a organi- zação política e social no Brasil desde a chegada da Corte portu- guesa, em 1808, até 1822 e seus desdobramentos para a história política brasileira. (EF08HI13) Analisar o processo de independência em diferentes países latinoamericanos e com- parar as formas de governo neles adotadas.

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Página: 508 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 496 a nas Américas A tutela da população indígena, a escravidão dos negros e a tutela dos egressos da escravidão (EF08HI14) Discutir a noção da tutela dos grupos indígenas e a participação dos negros na socie- dade brasileira do final do período colonial, identificando perma- nências na forma de preconceitos, estereótipos e violências sobre as populações indígenas e negras no Brasil e nas Américas. (EF08HI15) Identificar e analisar o equilíbrio das forças e os sujeitos envolvidos nas disputas políticas durante o Primeiro e o Segundo Reinado. Brasil: Primeiro O Brasil no século XIX 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 Reinado O Período Regencial e as contestações ao poder central O Brasil do Segundo Reinado: política e economia A Lei de Terras e seus desdobramentos na política do Segundo Reinado Territórios e fronteiras: a Guerra do Paraguai (EF08HI03BA) Analisar a Revolta dos Malês e seus objetivos e con- sequências, no contexto do perío- do regencial brasileiro. (EF08HI16*) Identificar, comparar e analisar a diversidade política, social e regional nas rebeliões e nos movimentos contestatórios ao poder centralizado, a partir da análise da Revolta da Sabinada. (EF08HI17) Relacionar as trans- formações territoriais, em razão de questões de fronteiras, com as tensões e conflitos durante o Império. (EF08HI18) Identificar as questões internas e externas sobre a atua- ção do Brasil na Guerra do Para- guai e discutir diferentes versões sobre o conflito. O escravismo no Brasil do século XIX: plantations e revoltas de escravizados, abolicionismo e políticas migratórias no Brasil Imperial O escravismo no Brasil do século XIX: plantations e revoltas de escravizados, abolicionismo e políticas migratórias no Brasil Imperial O Brasil no século XIX 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 (EF08HI19) Formular questiona- mentos sobre o legado da escra- vidão nas Américas, com base na seleção e consulta de fontes de diferentes naturezas. (EF08HI03BA) Analisar e discutir as formas de enfrentamento ado- tadas pelos escravizados para re- sistir à escravidão. (EF08HI04BA) Caracterizar e con- textualizar a formação de qui- lombos no Brasil, identificando comunidades remanescentes no território a que pertence, rela- cionando as contribuições destas para a preservação identitária. (EF08HI20) Identificar e relacionar aspectos das estruturas sociais da atualidade com os legados da escravidão no Brasil e discutir a importância de ações afirmativas.

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Página: 509 ENSINO FUNDAMENTAL Políticas de extermínio do indígena durante o Império A produção do imaginário nacional brasileiro: cultura popular, representações visuais, letras e o Romantismo no Brasil Configurações do mundo no século XIX 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 497 (EF08HI21) Identificar e analisar as políticas oficiais com relação ao indígena durante o Império. (EF08HI22) Discutir o papel das culturas letradas, não letradas e das artes na produção das identi- dades no Brasil do século XIX. Nacionalismo, revoluções e as novas nações europeias (EF08HI23) Estabelecer relações causais entre as ideologias raciais e o determinismo no contexto do imperialismo europeu e seus im- pactos na África e na Ásia. Uma nova ordem econômica: as demandas do capitalismo industrial e o lugar das economias africanas e asiáticas nas dinâmicas globais (EF08HI24) Reconhecer os principais produtos, utilizados pelos europeus, procedentes do con- tinente africano durante o imperialismo e analisar os impactos sobre as comunidades locais na forma de organização e explora- ção econômica. Os Estados Unidos da América e a América Latina no século XIX (EF08HI25) Caracterizar e contex- tualizar aspectos das relações en- tre os Estados Unidos da América e a América Latina no século XIX. O imperialismo europeu e a partilha da África e da Ásia (EF08HI26) Identificar e contextualizar o protagonismo das po- pulações locais na resistência ao imperialismo na África e Ásia. Pensamento e cultura no século XIX: darwinismo e racismo O discurso civilizatório nas Américas, o silenciamento dos saberes indígenas e as formas de integração e destruição de comunidades e povos indígenas A resistência dos povos e comunidades indígenas diante da ofensiva civilizatória (EF08HI27) Identificar as tensões e os significados dos discursos civilizatórios, avaliando seus im- pactos negativos para os povos indígenas originários e as popula- ções negras nas Américas.

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Página: 510 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 498 9º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCI AS ESPECÍFIC AS OBJETOS DE CONHECIMENTO Experiências republicanas e práticas autoritárias: as tensões e disputas do mundo contemporâneo A proclamação da República e seus primeiros desdobramentos Experiências republicanas e práticas autoritárias: as tensões e disputas do mundo contemporâneo A proclamação da República e seus primeiros desdobramentos O nascimento da República no Brasil e os processos históricos até a metade do século XX 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 HABILIDADES (EF09HI01) Descrever e contex- tualizar os principais aspectos sociais, culturais, econômicos e políticos da emergência da Repú- blica no Brasil. (EF09HI01BA) Analisar e relacio- nar os impactos dos movimentos sociais (Canudos, Cangaço, entre outros) inseridos no contexto do sertão nordestino, no início da República brasileira. (EF09HI02) Caracterizar e com- preender os ciclos da história republicana, identificando particularidades da história local e territorial até 1954. A questão da inserção dos negros no período republicano do pós- abolição Os movimentos sociais e a imprensa negra; a cultura afro- brasileira como elemento de resistência e superação das discriminações (EF09HI03) Identificar os meca- nismos de inserção dos negros na sociedade brasileira pós-abolição e avaliar os seus resultados. Primeira República e suas características Contestações e dinâmicas da vida cultural no Brasil entre 1900 e 1930 (EF09HI05*) Identificar os proces- sos de urbanização e moderniza- ção da sociedade brasileira e ava- liar suas contradições e impactos no território em que vive. O período varguista e suas contradições A emergência da vida urbana e a segregação espacial O trabalhismo e seu protagonismo político (EF09HI06) Identificar e discutir o papel do trabalhismo como força política, social e cultural no Brasil, em diferentes escalas (nacional, regional, cidade, comunidade). A questão indígena durante a República (até 1964) (EF09HI07) Identificar e explicar, em meio a lógicas de inclusão e exclusão, as pautas dos povos in- dígenas, no contexto republicano (até 1964), e das populações afrodescendentes. Anarquismo e protagonismo feminino (EF09HI08) Identificar as trans- formações ocorridas no debate sobre as questões da diversida- de no Brasil durante o século XX e compreender o significado das mudanças de abordagem em re- lação ao tema. (EF09HI04) Discutir a importância da participação da população ne- gra na formação econômica, polí- tica e social do Brasil.

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Página: 511 ENSINO FUNDAMENTAL O nascimento da República no Brasil e os processos históricos até a metade do século XX 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 Anarquismo e protagonismo feminino O mundo em conflito: a Primeira Guerra Mundial A questão da Palestina A Revolução Russa A crise capitalista de 1929 499 (EF09HI09) Relacionar as conquis- tas de direitos políticos, sociais e civis à atuação de movimentos sociais. (EF09HI10) Identificar e relacio- nar as dinâmicas do capitalismo e suas crises, os grandes conflitos mundiais e os conflitos vivencia- dos na Europa. (EF09HI11) Identificar as especificidades e os desdobramentos mundiais da Revolução Russa e seu significado histórico. (EF09HI12) Analisar a crise capi- talista de 1929 e seus desdobra- mentos em relação à economia global. Totalitarismos e conflitos mundiais 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 A emergência do fascismo e do nazismo A Segunda Guerra Mundial Judeus e outras vítimas do Holocausto (EF09HI13) Descrever e contextu- alizar os processos da emergên- cia do fascismo e do nazismo, a consolidação dos estados totali- tários e as práticas de extermínio (como o Holocausto). O colonialismo na África As guerras mundiais, a crise do colonialismo e o advento dos nacionalismos africanos e asiáticos (EF09HI14) Caracterizar e discutir as dinâmicas do colonialismo no continente africano e asiático e as lógicas de resistência das popu- lações locais diante das questões internacionais. (EF09HI15) Discutir as motivações que levaram à criação da Organi- zação das Nações Unidas (ONU) no contexto do pós-guerra e os propósitos dessa organização. A Organização das Nações Unidas (ONU) e a questão dos Direitos Humanos Modernização, ditadura civil-militar e redemocratizaç ão: o Brasil após 1946 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 O Brasil da era JK e o ideal de uma nação moderna: a urbanização e seus desdobramentos em um país em transformação (EF09HI16) Relacionar a Carta dos Direitos Humanos ao processo de afirmação dos direitos funda- mentais e de defesa da dignidade humana, valorizando as institui- ções voltadas para a defesa des- ses direitos e para a identificação dos agentes responsáveis por sua violação. (EF09HI17) Identificar e analisar processos sociais, econômicos, culturais e políticos do Brasil a partir de 1946. (EF09HI18) Descrever e analisar as relações entre as transformações urbanas e seus impactos na cul- tura brasileira entre 1946 e 1964 e na produção das desigualdades regionais e sociais.

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Página: 512 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 500 Os anos 1960: revolução cultural? A ditadura civil-militar e os processos de resistência As questões indígena e negra e a ditadura (EF09HI19) Identificar e compre- ender o processo que resultou na ditadura civilmilitar no Brasil e discutir a emergência de ques- tões relacionadas à memória e à justiça sobre os casos de violação dos direitos humanos. (EF09HI20) Discutir os processos de resistência e as propostas de reorganização da sociedade bra- sileira durante a ditadura civil-militar. (EF09HI21) Identificar e relacionar as demandas indígenas e quilom- bolas como forma de contestação ao modelo desenvolvimentista da ditadura. (EF09HI22) Discutir o papel da mobilização da sociedade brasi- leira do final do período ditatorial até a Constituição de 1988. Modernização, ditadura civil-militar e redemocratizaç ão: o Brasil após 1946 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 O processo de redemocratização A Constituição de 1988 e a emancipação das cidadanias (analfabetos, indígenas, negros, jovens etc.) A história recente do Brasil: transformações políticas, econômicas, sociais e culturais de 1989 aos dias atuais Os protagonismos da sociedade civil e as alterações da sociedade brasileira A questão da violência contra populações marginalizadas. O Brasil e suas relações internacionais na era da globalização (EF09HI23) Identificar direitos ci- vis, políticos e sociais expressos na Constituição de 1988 e relacioná-los à noção de cidadania e ao pacto da sociedade brasileira de combate a diversas formas de preconceito, como o racismo. (EF09HI24) Analisar as transfor- mações políticas, econômicas, sociais e culturais de 1989 aos dias atuais, identificando questões prioritárias para a promoção da cidadania e dos valores demo- cráticos. (EF09HI25) Relacionar as transfor- mações da sociedade brasileira aos protagonismos da sociedade civil após 1989. (EF09HI26) Discutir e analisar as causas da violência contra popu- lações marginalizadas (negros, indígenas, mulheres, homosse- xuais, camponeses, pobres etc.) com vistas à tomada de consciên- cia e à construção de uma cultu- ra de paz, empatia e respeito às pessoas. (EF09HI27) Relacionar aspectos das mudanças econômicas, cultu- rais e sociais ocorridas no Brasil a partir da década de 1990 ao papel do país no cenário internacional na era da globalização.

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Página: 513 ENSINO FUNDAMENTAL A Guerra Fria: confrontos de dois modelos políticos A Revolução Chinesa e as tensões entre China e Rússia A Revolução Cubana e as tensões entre Estados Unidos da América e Cuba As experiências ditatoriais na América Latina Os processos de descolonização na África e na Ásia A história recente 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 501 (EF09HI28) Identificar e analisar aspectos da Guerra Fria, seus principais conflitos e as tensões geopolíticas no interior dos blo- cos liderados por soviéticos e estadunidenses. (EF09HI29) Descrever e analisar as experiências ditatoriais na Amé- rica Latina, seus procedimentos e vínculos com o poder, em nível nacional e internacional, e a atua- ção de movimentos de contesta- ção às ditaduras. (EF09HI30) Comparar as carac- terísticas dos regimes ditatoriais latino-americanos, com especial atenção para a censura política, a opressão e o uso da força, bem como para as reformas econômi- cas e sociais e seus impactos. (EF09HI31*) Analisar e relacionar os processos de independência da África e Ásia com a bipolariza- ção mundial e a influência política e econômica dos Estados Uni- dos e URSS nas mesmas. (EF09HI32) Analisar mudanças e permanências associadas ao processo de globalização, con- siderando os argumentos dos movimentos críticos às políticas globais. O fim da Guerra Fria e o processo de globalização Políticas econômicas na América Latina (EF09HI33) Analisar as transfor- mações nas relações políticas locais e globais geradas pelo desenvolvimento das tecnologias digitais de informação e comuni- cação. (EF09HI34) Discutir as motivações da adoção de diferentes políticas econômicas na América Latina, assim como seus impactos sociais nos países da região. Os conflitos do século XXI e a questão do terrorismo Pluralidades e diversidades identitárias na atualidade As pautas dos povos indígenas no século XXI e suas formas de inserção no debate local, regional, nacional e internacional (EF09HI35) Analisar os aspectos relacionados ao fenômeno do ter- rorismo na contemporaneidade, incluindo os movimentos migra- tórios e os choques entre diferen- tes grupos e culturas. (EF09HI36) Identificar e discutir as diversidades identitárias e seus significados históricos no início do século XXI, combatendo qualquer forma de preconceito e violência.

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Página: 514 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 502 A área de Ensino Religioso no currículo reflete transformações socioculturais, fruto de mudanças paradigmáticas no campo educa- cional das últimas décadas, relacionadas às perspectivas do res- peito à diversidade, inclusão social e Educação Integral. Tem como objeto o conhecimento religioso, o qual é produzido no âmbito das diferentes áreas do conhecimento científico das Ciências Huma- nas e Sociais, notadamente da(s) Ciência(s) da(s) Religião(ões). Essas Ciências investigam a manifestação dos fenômenos religiosos em diferentes culturas e sociedades como um dos bens simbólicos re- sultantes da busca humana por respostas aos enigmas do mundo, da vida e da morte. 8.6. Área de Ensino Religioso – Texto modo singular, complexo e diverso, esses fenômenos alicerça- ram Introdutório De distintos sentidos e significados de vida e diversas ideias de divindade(s), em torno dos quais se organizaram cosmovisões, lin- guagens, saberes, crenças, mitologias, narrativas, textos, símbolos, ritos, doutrinas, tradições, movimentos, práticas e princípios éticos e morais. Os fenômenos religiosos em suas múltiplas manifestações são parte integrante do substrato cultural da humanidade e estão contemplados no presente Documento Curricular Referencial da Bahia para a Educação Infantil e Ensino Fundamental. Assim sendo, os conhecimentos religiosos devem ser trabalhados a partir de pressupostos éticos e científicos, sem privilégio de ne- nhuma crença ou convicção. Isso implica abordar esses conheci- mentos com base nas diversas culturas e tradições religiosas, sem desconsiderar a existência de filosofias seculares de vida, de acordo com os próprios fundamentos da BNCC. Ao longo da história da educação brasileira, o Ensino Religioso as- sumiu diferentes vertentes teórico-metodológicas, geralmente de caráter confessional-cristão, estando estreitamente vinculado aos interesses do grupo religioso hegemônico. No Brasil, desde o perío- do colonial até os dias atuais, vem sofrendo constantes alterações. Com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), recebe uma nova configuração, que busca afastá-lo de toda forma de confessionalis- mo e proselitismo religioso. 7.6.1. Ensino as últimas décadas do século XX até os dias atuais, a soReligioso Desde ciedade brasileira vem passando por diversas transformações que 7.6.1.1. Texto Introdutório provocaram mudanças significativas no panorama social, político, cultural e educacional, que também impactaram no Ensino Religio- so. Em função dos promulgados ideais de democracia, inclusão so- cial e Educação Integral, vários setores da sociedade civil passaram

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Página: 515 ENSINO FUNDAMENTAL 503 a reivindicar uma nova abordagem acerca do conhecimento religio- so, bem como o reconhecimento da diversidade religiosa no âmbito dos currículos escolares, imprimindo um grande desafio ao Ensino Religioso, no sentido de promover uma realidade plurirreligiosa da sociedade, em que se exige cada vez mais um diálogo inter-religio- so, intercultural e uma escola plural. A Constituição Federal de 1988 (art. 210) e a LDB nº9.394/1996 (art. 33, alterado pela Lei nº 9.475/1997) estabeleceram os princípios e os fundamentos que devem alicerçar epistemologias e pedago- gias do Ensino Religioso. Posteriormente, a Resolução CNE/CEB nº 04/2010 e a Resolução CNE/CEB nº 07/2010 reconheceram o Ensi- no Religioso como uma das cinco áreas de conhecimento do Ensino Fundamental de 09 (nove) anos. Mais recentemente, a BNCC (2017) incluiu novamente orientações sobre o Ensino Religioso nas esco- las, trazendo como competências para esse ensino a convivência com a diversidade de identidades, crenças, pensamentos, convic- ções, modos de ser e viver. Nesse contexto, o Ensino Religioso aqui proposto busca construir, por meio do estudo dos conhecimentos religiosos e das filosofias de vida, atitudes de reconhecimento e respeito às alteridades. Até porque deve ser papel da Educação desenvolver um currículo que trabalhe o transcendente, o imanente e a interdisciplinaridade, na perspectiva de uma Educação Integral, com vistas ao desper- tamento, construção e desenvolvimento de uma compreensão da pluralidade cultural em que o indivíduo se encontra inserido. Assim, propõe-se um modelo curricular por competência, inter-religioso e plural, concebido de forma a abranger as mais variadas opções e modalidades de religiosidade e filosofias de vida. Essa perspecti- va não pressupõe que o estudante se identifique com algum credo ou religião, mas se baseia nas categorias socioantropológicas de transcendência e alteridade. Estabelecido como componente curricular de oferta obrigatória nas escolas públicas de Ensino Fundamental, com matrícula facul- tativa, o Ensino Religioso traz como função educacional, enquanto parte integrante da formação básica do cidadão, assegurar a forma- ção integral do indivíduo numa perspectiva inclusiva, respeitando a diversidade cultural religiosa, sem proselitismos. No Documento Curricular Referencial da Bahia para a Educação Infantil e Ensi- no Fundamental, enquanto componente curricular, dialoga com os documentos, diretrizes e orientações curriculares construídos nas últimas décadas, tendo como respaldo legal a própria Base Nacional Comum Curricular.

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Página: 516 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 504 Considerando os marcos normativos, e em conformidade com as competências gerais estabelecidas no âmbito da BNCC, o Ensino Religioso deve atender aos seguintes objetivos: • • • • • • • Proporcionar a aprendizagem dos conhecimentos religiosos, culturais e estéticos, a partir das manifestações religiosas per- cebidas na realidade dos estudantes. Propiciar conhecimentos sobre o direito à liberdade de consciência e de crença, no constante propósito de promoção dos direitos humanos; Desenvolver competências e habilidades que contribuam para o diálogo entre perspectivas religiosas e seculares de vida, exer- citando o respeito à liberdade de concepções e o pluralismo de ideias, de acordo com a Constituição Federal. Contribuir para que os estudantes construam seus senti- dos pessoais de vida a partir de valores, princípios éticos e da cidadania. Favorecer estudo e práticas de meditação, caracterizados como caminho teórico e prático do exercício da atenção plena à consciência do momento presente, no sentido de contribuir para um maior bem-estar mental, emocional e físico dos estudantes. Despertar, construir e/ou desenvolver a consciência do edu- cando, em prol da sua formação integral, para compreender o comportamento humano e os desafios das relações cotidianas. Promover o autoconhecimento do educando (conhecer-se), através do despertamento, conhecimento, desenvolvimento, manutenção e uso do seu potencial humano individual; a sua autointegração; portanto, o seu autodesenvolvimento e o seu bem ser e estar social. O conhecimento religioso, objeto da área de Ensino Religioso, fundamenta-se nas Ciências da Religião como campo de estudos que garante uma base epistemológica, visto ter o seu objeto fomentado por estudos, pesquisas e ações sistematizadas na perspectiva de diferentes ciências, a fim de compreender tudo o que integra e cir- cunscreve o universo religioso.34 Essa Ciência investiga a manifestação dos fenômenos religiosos em diferentes tempos, culturas e sociedades como um dos bens sim- bólicos resultantes da busca humana por respostas aos enigmas existenciais, do mundo, da vida, da morte e do universo como um todo, tais como: quem somos, de onde viemos e para onde vamos; e ainda: qual o Princípio Criador, a Finalidade da Vida e a Razão da Nossa Existência. Deve estar claro, portanto, que a ênfase do 34 SENA, Luzia (Org.). Ensino Religioso e formação docente: Ciências da Religião e Ensino Re- ligioso em diálogo. São Paulo: Paulinas, 2006.

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Página: 517 ENSINO FUNDAMENTAL 505 Ensino Religioso é auxiliar o educando a construir uma resposta à pergunta pelo sentido da sua vida, o que implica uma reflexão sistemática e vivências cotidianas em torno de um projeto pessoal moral, ético e cidadão. Cabe ao Ensino Religioso tratar os conhecimentos religiosos a par- tir de pressupostos morais, éticos e científicos, sem privilégio de nenhuma crença ou convicção. Isso implica abordar esses conheci- mentos com base nas diversas culturas e tradições religiosas, sem desconsiderar a existência de filosofias seculares de vida. O Ensino Religioso pluralista deve apresentar uma visão positiva da diversidade religiosa, situando-a como parte de um contexto democrático em que a liberdade de pensamento e de credo pode se expressar. Neste sentido, deve estimular o diálogo e a interação en- tre os alunos de diferentes tradições religiosas, buscando superar os preconceitos e revelar seus pontos de convergência. Uma pers- pectiva histórica e sociológica das religiões pode ser importante para desvendar as razões de muitos conflitos que dividem grupos e pessoas. Muitos preconceitos e discriminações estão relacionados com fa- tos históricos que, uma vez analisados, permitiriam construir uma outra imagem dos grupos e pessoas que estão diretamente rela- cionados a eles. O Ensino Religioso deve buscar ainda internalizar nos alunos uma ética de ação e de comportamento dentro de um mundo plurirreligioso. Uma ética que deve se traduzir em práticas e atitudes apropriadas para uma convivência humana numa socie- dade pluralista. Ou seja: que os impulsionem a comportar-se res- ponsavelmente no meio cultural democrático que se apresenta em consonância com a afirmação da liberdade religiosa e respeito a outras religiões diferentes da sua (STEIL, 1996, p. 50-52). No presente Documento Curricular Referencial da Bahia para a Educação Infantil e Ensino Fundamental, o Ensino Religioso con- templa fundamentos teóricos e metodológicos capazes de tratar a religião com fundamentação teórico-prática, permitindo o res- peito à diversidade cultural e religiosa do Brasil e, especialmente, da Bahia. Aborda os aspectos religiosos da história da humanida- de, suas diversas culturas e doutrinas religiosas, considerando uma linha cronológica de tempo, em que se contemplem as tradições e patrimônios orais e imateriais, o respeito às ancestralidades, a exemplo dos povos indígenas e ciganos, às religiões de matrizes africanas e orientais, destacando as concepções antropológicas, sociais e culturais de cada segmento. Aborda ainda a importância do autoconhecimento dos estudantes, com vistas ao desenvolvimento da oitava competência geral da BNCC que envolve o conhecer-se,

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Página: 518 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 506 apreciar-se e o cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas. A organização didática visa, dessa forma, ao desenvolvimento inte- gral dos estudantes, a partir de uma abordagem sistêmica, pautada em princípios morais, éticos e estéticos elevados. Assim, o Ensino Religioso prevê que a escola seja vista como um lugar sagrado, onde se alimenta a vida, se pacifica o espírito e se compartilha o amor como a maior forma de sabedoria, propagando virtudes, tais como amizade, solidariedade, caridade, fraternidade, perseverança, for- taleza, temperança, esperança e fé, dentre outras, contidas nas di- versas doutrinas e culturas vivenciadas na Bahia. Busca ainda valorizar práticas de ciência de interioridade, a exem- plo da Meditação, que proporciona um estado de ser que, natural- mente, produz nos estudantes e educadores uma ação potencia- lizadora do desenvolvimento das competências socioemocionais, em consonância com o indicado nas competências gerais (8ª e 9ª) da BNCC. Tais competências destacam a importância do exercício da empatia, do diálogo, da resolução de conflitos e da cooperação, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialida- des, sem preconceitos de qualquer natureza; bem como o processo do agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários. Os conteúdos deste componente curricular serão vistos em uma relação transversal, a partir de uma construção epistemológica fundamentada em diferentes campos de estudo, como a História, a Filosofia, a Antropologia, a Sociologia, a Política, a Cultura, a Psi- cologia, entre outros, com o objetivo de construir uma educação consciente, cidadã, laica e mais autônoma no que tange às ques- tões da religiosidade. Sem perder de vista que a finalidade não é a construção de uma neutralidade ou uma visão cética da religião, mas a compreensão da importância do seu estudo para a formação integral do ser humano. A respeito da importância do aporte de conteúdos e disciplinas afins, Cruz 35 , refletindo sobre cidadania e interdisciplinaridade do Ensino Religioso, afirma que: 35 CRUZ, Therezinha M. L. da. Cidadania e interdisciplinaridade do Ensino Religioso. Diálogo – Revista de Ensino Religioso. São Paulo: Paulinas, n. 1, p. 40, mar. 1996.

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Página: 519 ENSINO FUNDAMENTAL 507 “[...] para trabalhar dados específicos da sua área, o Ensino Religioso precisa do socorro de outras disciplinas. Na questão da cidadania, a história do povo de Deus vai ser trabalhada de várias formas para se ver como a Bíblia encara essa questão. Mas vai ser muito difícil ligar a garotada em fatos de um povo distante, de antes de Cristo, se não houver consciência histó- rica. Quem não tem sua sensibilidade poética desenvolvida também vai ter problemas na interpretação dos textos sagra- dos de todas as religiões já que, para falar de Deus e do Trans- cendente, a melhor linguagem sempre foi aquela em que as palavras ultrapassam o seu sentido literal, ou seja: a poesia, a alegoria, o mito, a parábola, a metáfora. Não se faz reflexão religiosa sobre a cidadania sem certa dose de boa Sociologia, de interpretação libertadora da História, de visão adequada da Economia, da Política, do comportamento das massas e das pessoas individualmente nos tempos de hoje. Sem esse apoio, corremos o risco de discursos vazios, por melhores que sejam as intenções.” Nesta perspectiva, o Ensino Religioso adota a pesquisa e o diálo- go como princípios mediadores e articuladores dos processos de observação, identificação, análise, apropriação e ressignificação de saberes, visando ao desenvolvimento de competências específicas. Por isso, a interculturalidade e a ética da alteridade constituem fun- damentos teóricos e pedagógicos, porque favorecem o reconheci- mento e respeito às histórias, memórias, crenças, convicções e va- lores de diferentes culturas, tradições religiosas e filosofias de vida. Destaca-se a importância do componente Ensino Religioso para a formação do educando na etapa fundamental do seu processo educacional, especialmente nos Anos Iniciais, cabendo aos pedagogos uma abordagem sistêmica dos aspectos da religião para a formação do indivíduo enquanto cidadão (sem proselitismo), possibilitando a esses sujeitos uma vivência responsável e harmoniosa em socie- dade. Para os Anos Finais, cuja formação do educando está sob a responsabilidade de docente especialista, com formação na área de Filosofia ou Teologia, espera-se que o componente curricular este- ja fundamentado na concepção de que a religiosidade é uma forma, entre tantas outras, de explicar a existência humana, considerando que o seu objeto de estudo é a análise dos elementos comuns e específicos às diversas religiões, isto é, o fenômeno religioso em si e nas suas múltiplas expressões. De todo modo, no que se refere à linguagem, o professor de Ensino Religioso deve falar a partir dos estudantes, de suas possibilidades e necessidades. A unidade temática Identidades e Alteridades viabiliza que os estudantes reconheçam, valorizem e acolham o caráter singular e

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Página: 520 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 508 diverso do ser humano, por meio da identificação e do respeito às semelhanças e diferenças entre o eu (subjetividade) e os outros (alteridades), da compreensão dos símbolos e significados e da rela- ção entre imanência e transcendência, que está mediada por lin- guagens específicas, tais como o símbolo, o mito e o rito. Outro conjunto de elementos (símbolos, ritos, espaços, territórios e lideranças) integra a unidade temática Manifestações Religiosas, em que se pretende proporcionar o conhecimento, a valorização e o respeito às distintas experiências e manifestações religiosas e a compreensão das relações estabelecidas entre as lideranças e de- nominações religiosas e as distintas esferas sociais. Essa unidade temática contemplará ainda as Crenças Religiosas e Filosofias de Vida, em que serão trabalhados aspectos estruturantes das dife- rentes tradições/movimentos religiosos e filosofias de vida, par- ticularmente sobre mitos, ideia(s) de divindade(s), crenças e dou- trinas religiosas, tradições orais e escritas, ideias de imortalidade, princípios e valores morais, éticos e estéticos. A unidade temática Meditação tem por objetivo ampliar o autoconhecimento, desenvolver a autoconsciência, o autocontrole físico, mental e emocional do educando, bem como ampliar a sua compe- tência socioemocional. Por meio de parábolas, fábulas, mitologias e histórias, o estudante buscará identificar a importância da medi- tação para sua formação humana. Será oportunizado ao estudante identificar a dimensão da atemporalidade, da espiritualidade e da transcendentalidade, através de práticas cotidianas de exercícios de interioridade. A unidade temática Consciência objetiva auxiliar os educadores/ estudantes/pais/comunidade no que concerne à construção do ca- ráter, na medida em que desperta seus sentimentos e organiza seus pensamentos, a fim de que seus atos reflitam o todo dessa constru- ção de forma significativa; além de oferecer uma base sólida para a construção do pensamento, segundo a noção de virtude e tudo que equivalha. Tem ainda como finalidade viabilizar ao educando identificar que no Universo tudo são Leis Naturais e que a partir delas o ser humano cria as leis materiais; que as relações humanas devem estar pautadas em valores universais e princípios racionais. Visa também identificar a importância da religiosidade para o des- pertamento, construção e desenvolvimento da Consciência do ser humano; bem como identificar o papel da Consciência para a ação integral (sentir, pensar e agir) do indivíduo. A última unidade temática trata dos elementos básicos religiosos que se fundamentam na dialética em prol do Autoconhecimento dos estudantes. Nesse momento, é importante a experiência pessoal/

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Página: 521 ENSINO FUNDAMENTAL 509 individual de liberdade para inserção no pluralismo, e é necessário que sejam trabalhados valores universais (amizade, amor, solidarie- dade, equanimidade etc.) e virtudes para a superação do eu pessoal. Evidencia-se que, em todos os ciclos e unidades temáticas, é neces- sária a atenção do educador quanto às práticas religiosas de cada estudante. Ademais, também contribui para o entendimento da concepção do Ensino Religioso, no Documento Curricular Referencial da Bahia para a Educação Infantil e Ensino Fundamental, a reflexão de Brito, quando aborda o tema da educação em tempos de globalização: “No âmbito educacional, gostaria de concentrar o olhar na Educação Religiosa ou no Ensino Religioso e perguntar por sua possível contribuição para a construção de uma sociedade mais igualitária. Penso num Ensino Religioso que superou o ranço apologético e proselitista e situa-se num horizonte ma- croecumênico. A palavra religiosa, ao oferecer olhos novos às pessoas, possibilita um crescimento por dentro, uma trans- formação interna, uma experiência de liberdade – valor su- premo do ser humano –, liberdade que se manifesta de modo pleno no dom do outro, no reconhecimento do outro... hetero- gêneo, plural e contraditório. A palavra religiosa, por sua na- tureza interrogante, mantém vivas as perguntas sobre a vida, sobre o destino humano e sobre o futuro. A palavra religiosa, por ser operativa, convida a passar das ideias ao agir, agir que é desafiado a construir a base de uma convivência humana mais harmônica.” 36 Por fim, cumpre destacar que os critérios de organização das ha- bilidades na BNCC (com a explicitação dos objetos de conhecimen- to aos quais se relacionam e do agrupamento desses objetos em unidades temáticas) expressam um arranjo possível (dentre outros). Portanto, adapta-se esta proposta de Ensino Religioso à necessária pluralidade do campo religioso brasileiro e baiano, visto que a sua finalidade não é catequizar as novas gerações, mas estudar o fenô- meno religioso em si, considerando a importância da religiosidade para a formação integral do ser humano. 36 BRITO, Ênio J. da Costa. A libertação pela palavra. Diálogo – Revista de Ensino Religioso. São Paulo: Paulinas, n. 9, p. 34-36, mar. 1998.

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Página: 522 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 510 Em articulação com as competências gerais da Educação Básica, a área de Ensino Religioso e, por consequência, o componente curri- cular de Ensino Religioso devem garantir aos alunos o desenvolvi- mento de competências específicas. Nesse sentido, as competências da área são as mesmas competências do componente curricular. 7.6.1.2. Organizador Curricular A Unidade temática Cidadania, tem como objetivo o exercício dos direitos e deveres de um indivíduo, o respeito a diversidade e a prática da inclusão social nos diversos espaços de convivência no município de Ichu. A Unidade temática Valores e princípios, busca uma maior reflexão a cerca dos mesmos, sendo eles que orientam as relações interpessoais nos diversos espaços de convívio do cotidiano local, buscando o respeito as crenças e valores que são importantes para si e para o outro.

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Página: 523 ÁREA DE ENSINO RELIGIOSO ENSINO RELIGIOSO COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE ENSINO RELIGIOSO 1. Conhecer os aspectos estruturantes das diferentes tradições/movimentos religiosos e filosofias de vida, a partir de pressupostos científicos, filosóficos, estéticos e éticos. 2. Compreender, valorizar e respeitar as manifestações religiosas e filosofias de vida, suas experiências e saberes, em diferentes tempos, espaços e territórios. 3. Reconhecer e cuidar de si, do outro, da coletividade e da natureza, enquanto expressão de valor davida. 4. Conviver com a diversidade de crenças, pensamentos, convicções, modos de ser e viver. 5. Analisar as relações entre as tradições religiosas e os campos da cultura, da política, da economia, da saúde, da ciência, da tecnologia e do meio ambiente. 6. Debater, problematizar e posicionar-se frente aos discursos e práticas de intolerância, discriminação e violência de cunho religioso, de modo a assegurar os direitos humanos no constante exercício da cidadania e da cultura de paz. 1º AN O UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS 3, 4 OBJETOS DE CONHECIM ENTO O eu, o outro e o nós Identidades e alteridades 1, 2, 3, 4, 6 1,4,5 Manifestações religiosas 3, 4, 5 2 Meditação 2, 3, 4 (EF01ER01) Identificar e acolher as semelhan- ças e diferenças entre o eu, o outro e o nós. (EF01ER02) Reconhecer que o seu nome e o das demais pessoas os identificam e os diferen- ciam. (EF01ER03) Reconhecer e respeitar as caracte- rísticas físicas e subjetivas de cada um. Imanência e transcendên cia (EF01ER04) Valorizar a diversidade de formas de vida. Ancestralidade: saberes, origens e a forma de seu povo a partir das matrizes indígenas, africana e européia. (EF1-3RI01IC) – Conhecer as diferentes formas de registro das memórias, pessoais, familiares e escolares do município de Ichu (EF01ER05) Identificar e acolher sentimentos, lembranças, memórias e saberes de cada um. Sentimentos, lembranças, memórias e saberes Festas celebrações cultura de povo. HABILID ADES (EF01ER06) Identificar as diferentes formas pe- las quais as pessoas manifestam sentimentos, ideias, memórias, gostos e crenças em diferen- tes espaços. e da um Foco, atenção e concentração (EF1-3RI02IC) – Conhecer, identificar e respeitar a diversidade das práticas celebrativas de diferentes tradições religiosas existente no município. (EF01ER01BA) Experimentar a atenção ao mo- mento presente, pela respiração, de maneira a descansar e acalmar os pensamentos.

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Página: 524 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL (EF01ER02BA) Experimentar a prática do silên- cio interior e exterior. (EF01ER03BA) Reconhecer o valor da oração e meditação na centração individual e grupal. Consciência 2, 3 Valores importantes para si e para o coletivo (EF01ER04BA) Refletir sobre crenças funda- mentais, valores importantes para si próprio e aqueles que têm em comum com outras pesso- as com as quais convive no cotidiano, tais como valores de leis naturais e o universo religioso. (EF01ER05BA) Interagir com questões, oportu- nidades, desafios e problemas do mundo real. Autoconhecimento 3 Origem, identidade pessoal e virtudes humanas (EF03ER06BA) Identificar a importância da ori- gem do ser humano para a compreensão das questões existenciais, tais como: Quem sou? De onde vim? Para onde vou?. (EF01ER07BA) Reconhecer sua identidade e di- ferenças a partir de suas características e seus interesses. (EF01ER08BA) Reconhecer em si as virtudes re- ligiosas predominantes. Cidadania 3,4 Valores e Princípios 4,6 UNIDADES TEMÁTICAS Diversidade, inclusão social, e direito a acessibilidade. Respeito, cortesia, cooperação, tolerância, compromisso, racismo, homofobia, discriminação, bullymg. (EF1-3RI03IC) – Identificar e respeitar as semelhanças e diferenças entre eu, o outro e o nós nos diferentes espaços de convivência. (EF1-3RI04IC) – Conhecer, refletir e respeitar sobre crenças, valores importantes para si próprio e aqueles que tem em comum no convívio cotidiano. COMPETÊNCIAS CONHECIMENTO 1, 2, 4, 5 Identidades e alteridades 1, 2 O eu, a família e o ambiente de convivência Memória se símbolos Símbolos religiosos (EF02ER01) Reconhecer os diferentes espaços de convivência. (EF02ER02) Identificar costumes, crenças e for- mas diversas de viver em variados ambientes de convivência. (EF02ER03) Identificar as diferentes formas de registro das memórias pessoais, familiares e escolares (fotos, músicas, narrativas, álbuns...). (EF02ER04) Identificar os símbolos presentes nos variados espaços de convivência. (EF02ER05) Identificar, distinguir e respeitar símbolos religiosos de distintas manifestações, tradições e instituições religiosas. 512

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Página: 525 1,4,5 Manifestações religiosas 2, 4, 5 Ancestralidade: saberes, origens e a forma de seu povo a partir das matrizes indígenas, africana e européia. Alimentos sagrados (EF1-3RI01IC) – Conhecer as diferentes formas de registro das memórias, pessoais, familiares e escolares do município de Ichu (EF02ER06) Exemplificar alimentos considera- dos sagrados por diferentes culturas, tradições e expressões religiosas. (EF02ER07) Identificar significados atribuídos a alimentos em diferentes manifestações e tradi- ções religiosas. 2 Festas e celebrações da cultura de um povo. (EF1-3RI02IC) – Conhecer, identificar e respeitar a diversidade das práticas celebrativas de diferentes tradições religiosas existente no município. (EF02ER01BA) Reconhecer o significado e valor da meditação. Meditação 1, 2, 4 Atenção e convivência (EF02ER02BA) Aprender a conviver e a respei- tar uns aos outros, para além do universo das crenças. (EF02ER03BA) Experimentar e reconhecer me- lhorias na capacidade de comunicação e rela- cionamentos inter-religiosos. (EF02ER04BA) Reconhecer valores importantes para si e para os demais em situações multicul- turais. Consciência 1, 2 Valores, coletividade e meio ambiente (EF02ER05BA) Reconhecer o impacto das ações de cada um sobre o coletivo e o meio ambiente. (EF02ER06BA) Expressar o interesse pela comu- nidade e pelo meio ambiente local. (EF02ER07BA) Identificar-se como parte inte- grante e relevante do meio em que vive. Autoconhecimento Valores e Princípios 3 4,6 Interações sociais e desenvolviment o pessoal (EF02ER08BA) Conceber as dimensões intra- pessoal e interpessoal e cuidar da saúde física e emocional. Respeito, cortesia, cooperação, tolerância, compromisso, racismo, homofobia, discriminação, bullymg. (EF1-3RI04IC) – Conhecer, refletir e respeitar sobre crenças, valores importantes para si próprio e aqueles que tem em comum no convívio cotidiano. (EF02ER09BA) Reconhecer pontos fortes e fra- gilidades e identificar habilidades que deseja desenvolver.

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Página: 526 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL º ANO UNIDADES Identidades e alteridades COMPETÊNCIAS OBJETOS DE TEMÁTICAS HABILIDADES ESPECÍFICAS CONHECIMENTO 2, 4 1,4,5 2, 4 Espaços e territórios religiosos Ancestralidade: saberes, origens e a forma de seu povo a partir das matrizes indígenas, africana e européia. Práticas celebrati vas Manifestações religiosas 1, 2, 4 Meditação Consciência 1, 3, 4 3, 4, 6 Indumentári as religiosas O pensar e estratégias de pensamento Valores, direitos humanos, dilemas morais e tomada de decisões (EF03ER01) Identificar e respeitar os diferentes espaços e territórios religiosos de diferentes tradições e movimentos religiosos. (EF03ER02) Caracterizar e distinguir os espa- ços e territórios religiosos como locais de rea- lização das práticas celebrativas. (EF1-3RI01IC) – Conhecer as diferentes formas de registro das memórias, pessoais, familiares e escolares do município de Ichu (EF03ER03) Identificar e respeitar práticas ce- lebrativas (cerimônias, orações, festividades, peregrinações, entre outras) de diferentes tra- dições religiosas. (EF03ER04) Caracterizar e distinguir as prá- ticas celebrativas como parte integrante do conjunto das manifestações religiosas de dife- rentes culturas e sociedades. (EF03ER05) Reconhecer as indumentárias (rou- pas, acessórios, símbolos, pinturas corporais) utilizadas em diferentes manifestações e tra- dições religiosas. (EF03ER06) Caracterizar as indumentárias co- mo elementos integrantes das identidades re- ligiosas. (EF03ER01BA) Reconhecer os desafios das con- cepções religiosas e suas crenças com clareza mental e tranquilidade. (EF03ER02BA) Identificar o pensar e suas ma- nifestações. (EF03ER03BA) Identificar iniciativas voltadas à promoção dos direitos humanos e à sustenta- bilidade social e ambiental. (EF03ER04BA) Identificar o senso do que é cer- to e errado, pelo reconhecimento das ques- tões éticas, morais e estéticas. (EF03ER05BA) Exercitar dilemas morais vincu- lados às diversas situações do cotidiano. Autoconhecimento 3, 4 Conhecimentos, habilidades, atitudes e estratégias para desafios presentes e futuros (EF03ER06BA) Reconhecer conhecimentos, habilidades e atitudes, de maneira a demons- trar confiança para realizar novas tarefas, identificando desafios e facilidades mediante o universo das religiões. 514

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Página: 527 Cidadania 3,4 Valores e Princípios 4,6 Diversidade, inclusão social, e direito a acessibilidade. (EF1-3RI03IC) – Identificar e respeitar as semelhanças e diferenças entre eu, o outro e o nós nos diferentes espaços de convivência. Respeito, cortesia, cooperação, tolerância, compromisso, racismo, homofobia, discriminação, bullymg. (EF1-3RI04IC) – Conhecer, refletir e respeitar sobre crenças, valores importantes para si próprio e aqueles que tem em comum no convívio cotidiano. 4º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊNCIA S ESPECÍFICAS OBJETOS DE CONHECIM ENTO HABILID ADES (EF04ER01) Identificar ritos presentes no coti- diano pessoal, familiar, escolar e comunitário. (EF04ER02) Identificar e respeitar ritos e suas funções em diferentes manifestações e tradi- ções religiosas. Ritos religiosos Manifestações religiosas 1, 2 (EF04ER04) Identificar as diversas formas de expressão da espiritualidade (orações, cultos, gestos, cantos, dança, meditação) nas diferen- tes tradições religiosas. Representaçõe s religiosas na arte Crenças religiosas e filosofias de vida 1, 2, 4 1,2,4,5 Meditação (EF04ER03) Caracterizar e distinguir ritos de ini- ciação e de passagem em diversos grupos reli- giosos (nascimento, casamento e morte). 3, 4 Ideia(s) de divindade(s) (EF04ER05) Identificar representações religio- sas em diferentes expressões artísticas (pintu- ras, arquitetura, esculturas, ícones, símbolos, imagens), reconhecendoas como parte da identidade de diferentes culturas e tradições religiosas. (EF04ER06) Identificar nomes, significados e representações de divindades nos contextos familiar e comunitário. (EF04ER07) Reconhecer e respeitar as ideias de divindades dediferentes manifestações e tradi- ções religiosas. Ancestralidade: saberes, origens e a forma de seu povo a partir das matrizes indígenas, africana e européia. (EF1-3RI05IC) – Conhecer e identificar a importância das tradições preservando as memórias e as diferentes manifestações religiosas do município. Festas e celebrações da cultura de um povo e seus patrimônios. (EF1-3RI06IC) –. Reconhecer e respeitar as indumentárias (roupas, acessórios, símbolos, pinturas corporais), acontecimentos sagrados de diferentes culturas e tradições religiosas como recurso para preservar a memória. Inteligência e habilidades socioemocion ais (EF04ER01BA) Experimentar a meditação con- centrativa. (EF04ER02BA) Identificar a importância da atenção constante durante atividades contínu- as e repetitivas.

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Página: 528 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL (EF04ER03BA) Reconhecer as habilidades so- cioemocionais como base para a educação emocional. 516

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Página: 529 Consciência 1, 2, 4, 6 Autoconhecimento 1, 3 Cidadania 3,4 Valores e Princípios 4,6 UNIDADES TEMÁTICAS COMPETÊNCIAS Direitos e deveres Leis naturais Consciência socioambienta le sustentabilida de Autossustentab ili- dade Diversidade, inclusão social, Declaração Universal dos Direitos Humanos e direito a acessibilidade. Respeito, cortesia, cooperação, tolerância, compromisso, racismo, homofobia, discriminação, bullymg. (EF04ER04BA) Identificar, respeitar e promover os direitos humanos, os deveres, a consciência socioambiental e o consumo sustentável. (EF04ER05BA) Reconhecer interesse pelas ques- tões globais e compreender causas e conse- quências. (EF04ER06BA) Identificar a autossustentabilidade humana nas dimensões do corpo, das emoções, da cognição, da cultura, das relações sociais, inter-religiosa e da espiritualidade. (EF1-3RI07IC) – Identificar e respeitar as idéias de convivência, exercitando o posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros nos diferentes espaços. (EF1-3RI08IC) –.Reconhecer, identificar e respeitar a identidade humana, suas emoções e a dos outros no universo de diversidades, com auto crítica e capacidade para lidar com elas. CONHECIMENTO Narrativas religiosas (EF05ER01) Identificar e respeitar aconteci- mentos sagrados de diferentes culturas e tra- dições religiosas como recurso para preservar a memória. (EF05ER02) Identificar mitos de criação em di- ferentes culturas e tradições religiosas. 1, 2 Mito nas tradições religiosas Crenças religiosas e filosofias de vida (EF05ER03) Reconhecer funções e mensagens religiosas contidas nos mitos de criação (con- cepções de mundo, natureza, ser humano, di- vindades, vida e morte). (EF05ER04) Reconhecer a importância da tradi- ção oral para preservar memórias e aconteci- mentos religiosos. 1, 2, 4 Ancestralidade e tradição oral (EF05ER05) Identificar elementos da tradição oral nas culturas e religiosidades indígenas, afro-brasileiras, ciganas, entre outras. (EF05ER06) Identificar o papel dos sábios e an- ciãos na comunicação e preservação da tradi- ção oral. (EF05ER07) Reconhecer, em textos orais, ensi- namentos relacionados a modos de ser e viver.

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Página: 530 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 1,2,4,5 Ancestralidade: saberes, origens e a forma de seu povo a partir das matrizes indígenas, africana e européia. (EF1-3RI05IC) – Conhecer e identificar a importância das tradições preservando as memórias e as diferentes manifestações religiosas do município. Festas e celebrações da cultura de um povo e seus patrimônios. (EF1-3RI06IC) –. Reconhecer e respeitar as indumentárias (roupas, acessórios, símbolos, pinturas corporais), acontecimentos sagrados de diferentes culturas e tradições religiosas como recurso para preservar a memória. (EF05ER01BA)Identificar na meditação a pos- sibilidade de redução de pensamentos distra- tivos e análise de novas formas de pensar, se necessário. Meditação 3 Pensar, pensamento e cérebro (EF05ER02BA) Reconhecer pontos fortes e fra- cos da própria forma de pensar, mediante sím- bolos e narrativas interreligiosas. (EF05ER03BA) Identificar e reconhecer o bem-estar mental, emocional e físico. 518

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Página: 531 ENSINO FUNDAMENTAL 519 (EF05ER04BA) Exercitar o posicionamento éti- co em relação ao cuidado de si mesmo, dos ou- tros e do planeta. Consciência 1, 2, 3, 4 Ética, moral e cuidado (EF05ER05BA) Identificar os níveis de desenvol- vimento moral e sua relação com o comporta- mento humano. (EF04ER06BA) Reconhecer questões éticas bá- sicas e compreender as suas interrelações, comparando situações mais positivas ou nega- tivas do ponto de vista ético e moral. Dimensão humana e religiosa (EF05ER07BA) Compreender a importância da religiosidade para a formação do ser humano. Autoconhecimento 1, 2, 4 Cidadania 3,4 Diversidade, inclusão social, Declaração Universal dos Direitos Humanos e direito a acessibilidade. (EF1-3RI07IC) – Identificar e respeitar as idéias de convivência, exercitando o posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros nos diferentes espaços. Valores e Princípios 4,6 Respeito, cortesia, cooperação, tolerância, compromisso, racismo, homofobia, discriminação, bullymg. (EF1-3RI08IC) –.Reconhecer, identificar e respeitar a identidade humana, suas emoções e a dos outros no universo de diversidades, com auto crítica e capacidade para lidar com elas. UNIDADES TEMÁTICAS COMPETÊNCIAS (EF05ER08BA) Reconhecer a identidade huma- na, suas emoções e as dos outros no universo de diversidades, com autocrítica e capacidade para lidar com elas. CONHECIMENTO 1, 2 Tradição escrita: registro dos ensinamentos sagrados (EF06ER01) Reconhecer o papel da tradição escrita na preservação de memórias, aconteci- mentos e ensinamentos religiosos. (EF06ER02) Reconhecer e valorizar a diversida- de de textos religiosos escritos (textos do Bu- dismo, Cristianismo, Espiritismo, Hinduísmo, Islamismo, Judaísmo, entre outros). (EF06ER03) Reconhecer, em textos escritos, ensinamentos relacionados a modos de ser e viver.

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Página: 532 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Crenças religiosas e filosofias de vida 1, 2, 4, 6 Ensinamentos da tradição escrita 520 (EF06ER04) Reconhecer que os textos escritos são utilizados pelas tradições religiosas de ma- neiras diversas. (EF06ER05) Discutir como o estudo e a inter- pretação dos textos religiosos influenciam os adeptos a vivenciarem os ensinamentos das tradições religiosas. 1, 2 Símbolos, ritos e mitos religiosos (EF06ER06) Reconhecer a importância dos mi- tos, ritos, símbolos e textos na estruturação das diferentes crenças, tradições e movimen- tos religiosos. (EF06ER07) Exemplificar a relação entre mito, rito e símbolo nas práticas celebrativas de dife- rentes tradições religiosas. (EF06ER06IC) Reconhecer a importância dos mitos, ritos, símbolos e textos na estruturação das diferentes crenças, tradições e movimentos religiosos inclusive os presentes no município de Ichu; (EF06ER07IC) Exemplificar a relação entre mito, rito e símbolo nas práticas celebrativas de diferentes tradições religiosas existentes no município. Organizações e manifestações religiosas (EF06ER01IC) - Identificar e mapear as organizações e manifestações religiosas presentes no município de Ichu visando a construção do respeito inter-religioso; (EF06ER02IC) - Reconhecer elementos e expressões religiosas das diferentes matrizes que fazem parte da nossa ancestralidade e identidade territorial; Valores e Comportamento humano Meditação Consciência Autoconhecimento 3, 4 Concentração mental e o desenvolvimento da mente emocional 5, 6 Valores e comportamento humano 3, 6 Virtudes e vícios humanos, emoções e contexto social (EF06ER04BAIC) Identificar e reconhecer valores de leis naturais importantes para si e para o coletivo tais como respeito mútuo, solidariedade ,cooperação, valorização da vida, tendo em vista a promoção da cultura da paz; (EF06ER01BA) Identificar a importância dos di- ferentes tipos de meditação. (EF06ER02BA) Reconhecer o aumento da satis- fação e produtividade para melhor compreen- são da realidade (EF06ER03BA) Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação. (EF06ER04BA) Identificar e reconhecer valores de leis naturais importantes para si e para o coletivo. (EF06ER05BA) Correlacionar as virtudes e os ví- cios na perspectiva religiosa que o ser humano possui e suas respectivas condutas. (EF06ER06BA) Reconhecer o impacto das emo- ções e sentimentos no contexto escolar e social.

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Página: 533 ENSINO FUNDAMENTAL 521 7º ANO UNIDADES COMPETÊNCIAS OBJETOS DE TEMÁTICAS HABILIDADES ESPECÍFICAS CONHECIMENTO 1, 2, 3, 4 Místicas e espiritualida des Manifestações religiosas 1, 2, 3, 4, 6 Lideranças religiosas (EF07ER01) Reconhecer e respeitar as práticas de comunicação com as divindades em distin- tas manifestações e tradições religiosas. (EF07ER02) Identificar e respeitar práticas de espiritualidade utilizadas pelas pessoas em determinadas situações (acidentes, doenças, fenômenos climáticos). (EF07ER03) Reconhecer os papéis atribuídos às lideranças de diferentes tradições religiosas. (EF07ER04) Exemplificar líderes religiosos que se destacaram por suas contribuições à socie- dade. (EF07ER05) Discutir estratégias que promovam a convivência ética e respeitosa entre as reli- giões. (EF07ER03IC) -Identificar e mapear as organizações e manifestações religiosas presentes no município de Ichu visando a construção do respeito inter-religioso; Organizações e manifestações religiosas Princípios éticos e valores religiosos Crenças religiosas e filosofias de vida Meditação 1, 4, 6 Liderança e direitos humanos 1, 3, 4 Atenção, memória e inteligência (EF07ER04IC) Reconhecer elementos e expressões religiosas das diferentes matrizes que fazem parte da nossa ancestralidade e identidade territorial; (EF07ER06) Identificar princípios éticos em diferentes tradições religiosas e filosofias de vida, discutindo como podem influenciar con- dutas pessoais e práticas sociais. (EF07ER07) Identificar e discutir o papel das li- deranças religiosas e seculares na defesa e pro- moção dos direitos humanos. (EF07ER08) Reconhecer o direito à liberdade de consciência, crença ou convicção, questionan- do concepções e práticas sociais que a violam. (EF07ER01BA) Reconhecer as contribuições das práticas meditativas para aprimoramento da atenção, memória e desenvolvimento da inte- ligência. (EF07ER02BA) Exercitar práticas de atenção plena e capacidade de reflexão, mediante sím- bolos e narrativas interreligiosas. (EF07ER03BA) Exercitar o acolhimento de si e do outro nas ações cotidianas. Consciência 1, 2, 4, 6 Valores e ação Auto- (EF07ER04BA) Reconhecer os valores essen- ciais sobre o que é o certo a se fazer antes de agir e, em seguida, agir de acordo com essa re- flexão. (EF07ER05BA) Reconhecer a importância da auto-observação para identificação da auto- nomia com vistas ao alcance da liberdade.

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Página: 534 522 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Autoconhecimento 3, 4 observação, autonomia e libertação (EF07ER06BA) Reconhecer, acolher e lidar com mudanças relativas à adolescência e aos fato- res que afetam o crescimento pessoal, físico, social e espiritual. 8º ANO UNIDADES COMPETÊNCIAS OBJETOS DE TEMÁTICAS HABILIDADES ESPECÍFICAS CONHECIMENTO 1, 2, 3, 4 1, 4, 6 Crenças, convicções e atitudes Doutrinas religiosas Crenças religiosas e filosofias de vida 1, 2, 4, 5, 6 Crenças, filosofias de vida e esfera pública (EF08ER01) Discutir como as crenças e convic- ções podem influenciar escolhas e atitudes pessoais e coletivas. (EF08ER02) Analisar filosofias de vida, manifes- tações e tradições religiosas, destacando seus princípios éticos. (EF08ER03) Analisar doutrinas diferentes tradições religiosas e concepções de mun- do, vida e morte. das suas (EF08ER04) Discutir como filosofias de vida, tradições e instituições religiosas podem in- fluenciar diferentes campos da esfera pública (política, saúde, educação, economia). (EF08ER05) Debater sobre as possibilidades e os limites da interferência das tradições religio- sas na esfera pública. (EF08ER06) Analisar práticas, projetos e políti- cas públicas que contribuem para a promoção da liberdade de pensamento, crenças e con- vicções. 1, 2, 4, 6 Tradições religiosas, mídias e tecnologias (EF08ER07) Analisar as formas de uso das mí- dias e tecnologias pelas diferentes denomina- ções religiosas. (EF08ER05IC) Discutir criticamente sobre os crimes virtuais como cyberbulling e fake News e seus malefícios para a democratização da informação e o respeito aos direitos individuais e coletivos; (EF08ER01BA) Identificar o valor da reflexão, da imaginação e da criatividade para a solução de situações cotidianas. Meditação 3, 4 Criatividad ee resiliência (EF08ER02BA) Reconhecer o aumento da tole- rância nas relações interpessoais. (EF08ER03BA) Reconhecer maiores níveis de resiliência e criatividade nos diálogos inter-religiosos

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Página: 535 ENSINO FUNDAMENTAL Consciência 2, 3, 4 523 Sociedade e saberes (EF08ER04BA) Reconhecer a importância dos grupos sociais, seus saberes, identidades e cul- turas, com vistas a comportamentos humanos cada vez mais equilibrados. (EF08ER05BA) Identificar a importância dos valores, da generosidade e da compaixão para consigo e com o outro. (EF08ER06IC) Reconhecer e valorizar as diferenças étnico-raciais, de gênero, geração, existentes nos contextos sociais. Autoconhecimento 2, 3, 4 Identidade, limites e potencialidades individuais e coletivas (EF08ER06BA) Identificar o autoconhecimento como processo do ser humano que o leva a re- conhecer seus limites e suas potencialidades. (EF08ER07BA) Identificar os pontos fortes e fra- gilidades de maneira consciente e respeitosa, enfrentando pressões sociais e investindo no aprimoramento do diálogo, com vistas ao equi- líbrio individual e coletivo. 9º ANO UNIDA DES TEMÁT ICAS COMPETÊN CIAS ESPECÍFIC AS OBJETOS DE CONHECIM ENTO Imanência e transcendên cia HABILID ADES (EF09ER01) Analisar princípios e orientações para o cuidado da vida e nas diversas tradições religiosas e filosofias de vida. (EF09ER02) Discutir as diferentes expressões de valorização e de desrespeito à vida nas diver- sas modalidades de crenças, por meio da análi- se de matérias nas diferentes mídias. (EF09ER03) Identificar sentidos do viver e do morrer em diferentes tradições religiosas, atra- vés do estudo de mitos fundantes. Crenças religiosas e Filosofias de vida 1, 2, 3, 4, 6 Vida e morte (EF09ER04) Identificar concepções de vida e morte em diferentes tradições religiosas e filo- sofias de vida, por meio da análise de diferen- tes ritos fúnebres. (EF09ER05) Analisar as diferentes ideias de imortalidade elaboradas pelas tradições reli- giosas (ancestralidade, reencarnação, trans- migração, ressurreição, metempsicose e here- ditariedade). (EF09ER06) Reconhecer a coexistência como uma atitude ética de respeito à vida e à digni- dade humana. Princípios e valores éticos (EF09ER07) Identificar princípios éticos (fami- liares, religiosos e culturais) que possam alicer- çar a construção de projetos de vida. (EF09ER08) Construir projetos de vida assenta- dos em princípios e valores éticos.

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Página: 536 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL Natureza e religiosidade (EF09ER07IC) Reconhecer as formas de uso de elementos da natureza a partir de diferentes perspectivas religiosas; 524

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Página: 537 ENSINO FUNDAMENTAL 525 (EF09ER01BA) Identificar e reconhecer a redu- ção de afetos negativos, menor responsividade ao estresse e a percepção de maior autoefi- cácia. Meditação 3, 4 Afetos positivos, redução de estresse e melhoria de eficácia (EF09ER02BA) Reconhecer potencialidades e melhores maneiras de se relacionar com o mundo. (EF09ER03BA) Reconhecer a atenção plena na respiração e nos sentimentos e pensamentos. (EF09ER04BA) Reconhecer possibilidades de vi- ver em paz, de forma autossustentável e trans- cendente. Consciência Autoconhecimento 1, 2, 4 3, 4 Comportamen to humano, ação integral e responsabilida de social Autonomia e transcendência (EF09ER05BA) Identificar valores importantes para si e para o coletivo. (EF09ER06BA) Reconhecer o papel da consciên- cia para a ação integral (sentir, pensar e agir) do ser humano, no dia a dia das relações indivi- duais, sociais e ambientais. (EF09ER07BA) Identificar o autoconhecimento como o processo do ser humano, que o leva a emancipação e autonomia. (EF09ER08BA) Identificar o autoconhecimento como meio para o ser humano buscar a trans- cendência.

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Página: 538 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DA BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB 08 PROJETO DE VIDA E AS TRANSIÇÕES PARA O ENSINO MÉDIO 466

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Página: 539 PROJETO DE VIDA E AS TRANSIÇÕES PARA O ENSINO MÉDIO 527 A transição do Ensino Fundamental Anos Finais para o Ensino Médio é permeada por importantes marcos geracionais na vida dos estudantes, considerando que adolescentes, jovens, adultos e ido- sos constituem o universo atendido por esta etapa da educação e que cada ciclo de vida desses sujeitos guarda as suas singularida- des. Consideraremos aqui a expectativa presente nas metas 2 e 3 dos Planos Nacional e Estadual de Educação, que apontam para o atendimento aos estudantes na faixa idade/série adequada. É importante destacar que o sujeito jovem, adulto e idoso, público prioritário da modalidade da Educação de Jovens e Adultos (EJA), apresenta demandas formativas específicas e em conformidade com o seu tempo humano de aprendizagem, como evidencia a se- ção 4.3 do capítulo 4 deste documento. Os Anos Finais do Ensino Fundamental precisam estabelecer uma conexão mais sólida com a etapa final da Educação Básica, sobretudo quando refletirmos sobre a função social da escola e sobre a efetividade dela na construção dos projetos de vida dos estudantes. Na dimensão da função social da escola, estão assentados importantes objetivos da etapa do Ensino Médio, à luz da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9.394/1996, quais sejam: a forma- ção para o exercício da cidadania e a preparação para a continuação dos estudos em nível subsequente, bem como a preparação para o ingresso no mundo do trabalho. Na adolescência, a influência dos processos subjetivos e de estruturação da personalidade é bastante demarcada, e as visões predominantes sobre os adolescentes apresentam embasamento de caráter biológico, sendo essa uma forte marca identitária desses sujeitos, conforme definido pela Organização Mundial de Saúde (OMS). A adolescência, segundo a OMS, abrangeria sujeitos entre 10 e 19 anos, sendo a pré-adolescência dos 10 aos 14 anos, a etapa geracional coincidente com a escolarização nos Anos Finais do Ensino Fundamental, considerada a idade/ano adequada. A dimensão psíquica do comportamento do adolescente está bastante associada às mudanças vivenciadas na puberdade, de forma que as alterações

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Página: 540 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 528 hormonais, as mudanças na voz, na estrutura física do corpo são também contributivas ao processo de maturação/inquietação atravessado pelos adolescentes. A despeito de não haver linearidade bem demarcada entre a tran- sição do adolescente para o jovem, merece destaque a análise da dimensão sociológica da juventude, que inclui uma pluralidade e heterogeneidade de sujeitos jovens, conectados a diferentes grupos sociais, tribos, coletivos e que formam um mosaico em que prevalece a leitura do coletivo como fator de construção social. As juventudes constituem uma categoria sociológica e só podem ser compreendidas em articulação com os processos de interação social, que são fundantes para os sujeitos nesse período, que é de- finido pela Organização das Nações Unidas para a Educação Ciên- cia e Cultura (UNESCO), na faixa etária dos 15 aos 29 anos de idade. Encontramos, portanto, no início do ingresso no Ensino Médio, um importante marco sociológico, em que a subjetividade presente no préadolescente vai cedendo lugar a uma intensa construção social. Trazendo para a dimensão do currículo escolar essa percepção do estudante adolescente e do estudante jovem e suas interfaces com as etapas de desenvolvimento psíquico e social, somos convocados a pautar diálogos e, sobretudo, escutas, que ajudem a materializar os projetos de futuro desses sujeitos. É nesse campo que o Docu- mento Curricular Referencial da Bahia para a Educação Infantil e Ensino Fundamental pode, e deve, se aproximar do cotidiano e potencializar a construção de significados sobre o conhecimento, sobretudo quando entendemos a centralidade da escola nessa fase da vida. A transição do 9º ano para a 1ª série do Ensino Médio empresta uma potência à escola como espaço de sociabilidade determinante na construção social desses sujeitos, e essa oportunidade não pode ser desperdiçada. É um momento propício para apresentar as demandas das juventudes em contexto como território e é também extremamente favorável para fazer dialogar desejos e esforços individuais com os limites sociais, culturais e político-econômicos, que são bastante concretos na sociedade. Esses limites devem ser conhecidos, estudados e calculadas as possibilidades de superá-los, na perspectiva de encorajar cada estu- dante a caminhar na direção do seu sonho, compreender quais são as trilhas que devem se preparar para transitar, relacionando ainda o seu Projeto de Vida com a felicidade individual e coletiva. Esse é o campo do Projeto de Vida, aqui defendido como campo curricular

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Página: 541 PROJETO DE VIDA E AS TRANSIÇÕES PARA O ENSINO MÉDIO 529 que deve estar presente na transição entre Anos Finais do Ensino Fundamental para o Ensino Médio. O grupo de pesquisa “Em Diálogo”, da Universidade Federal Fluminense, que pesquisa a centralidade da categoria juventude no En- sino Médio, nos apresenta uma definição bastante razoável sobre Projeto de Vida, como sendo “uma ação do indivíduo de escolher um, dentre os futuros possíveis, transformando os desejos e as fan- tasias que lhe dão substâncias em objetivos passíveis de ser perse- guidos, representando, assim, uma orientação, um rumo de vida”. Encontramos ainda, no Caderno Formativo dos facilitadores e das facilitadoras (ROCHA, 2018), uma definição para Projeto de Vida que demarca sua inserção na perspectiva do desenvolvimento pessoal e social: “Quando se ouve a expressão ‘projetos de vida’ logo vêm à mente todos os planos e providências que são adotados para garantir que os objetivos traçados possam ser alcançados num espaço de tempo, que pode ser curto, médio e até mesmo lon- go. O importante não é o tempo necessário para que esses projetos se tornem realidade, mas o que é conseguido à medi- da que o caminho é percorrido até se alcançarem esses obje- tivos” (ROCHA, 2018, p. 41). O Projeto de Vida tem eco no campo do desejo, e todo desejo ecoa em conjunto, concorrendo para um agenciamento, estando sempre próximo das condições de existência objetiva, unindo-se a elas37. Essa potência que o desejo guarda e essa relação do desejo com o Projeto de Vida, que vem surgindo com força nas políticas educacionais contemporâneas, figurando inclusive entre as 10 competências gerais da Base Nacional Comum Curricular, devem ser inscritas no currículo e na organização dos Componentes Curriculares das matrizes do 9º ano e da 1ª série do Ensino Médio, ajudando a estruturar a conexão entre as intensas mudanças geracionais por- que passam os estudantes que saem do Ensino Fundamental Anos Finais e ingressam no Ensino Médio. A dimensão do Projeto de Vida e sua defesa como campo curricular significativopara o sujeito adolescente e para o sujeito jovem ressoam com força na reflexão sobre autoconhecimento trazida por Naranjo, em que há uma explícita salvaguarda da relevância que a dimensão emocional deve ocupar na educação. 37 DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O que é a Filosofia? São Paulo: Editora 34, 1992.

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Página: 542 DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DE ICHU-BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL 530 Encontra-se uma oportunidade ímpar de valorizar e trabalhar as várias dimensões do ser humano com o Projeto de Vida, expan- dindo as aprendizagens para além da racionalidade cognitiva, que ainda ocupa lugar de centralidade nos currículos. O Projeto de Vida possibilita uma aproximação com a educação interdimensional, onde o Logos (pensamento, razão, ciência), o Pathos (afetividade, relação do homem consigo mesmo e com os outros), o Eros (im- pulso, corporeidade) e o Mythus (relação do homem com a vida e a morte, com o bem e com o mal) encontram lugar e onde, sobretudo com a dimensão transcendental do ser humano no Mythus, é pos- sível trabalhar os sentidos da vida dos estudantes38. O Projeto de Vida comporta a potencialidade de desenvolver as competências socioemocionais em uma lógica de aprendizagem que suscita o uso de metodologias ativas, uma vez que a apropriação teórica desse campo do desenvolvimento humano é mais difícil. O exercício da escuta, os registros autobiográficos, a observação crí- tica da realidade, a identificação dos limites e das potencialidades existentes em si e no território, a observação desperta dos sonhos, ambições e desejos e dos mecanismos necessários para transfor- mar os sonhos em realidade, tudo isso deve estar presente no tra- balho curricular com o Projeto de Vida. A competência geral que trata do Projeto de Vida, na BNCC, nos apresenta o vínculo do projeto de vida com a liberdade, autonomia, criticidade e responsabilidade. Para o desenvolvimento dessa competência, ao longo da Educação Básica, são apresentadas as subdimensões da determinação, esforço, autoeficácia, perseverança e autoavaliação. Ainda no texto da BNCC, encontramos um claro apontamento para a organização da escola em atenção ao acolhimento das diversidades que as juventudes trazem, bem como a um percurso formativo que, observando diferentes percursos e histó- rias, faculte aos sujeitos da aprendizagem a definição dos seus Pro- jetos de Vida, em âmbito individual ecoletivo. Cada uma das redes de educação que integram o Estado da Bahia terá autonomia para definição das suas matrizes curriculares à luz do Documento Curricular Referencial da Bahia para a Educação In- fantil e Ensino Fundamental, e, desse modo, apontamos uma sina- lização positiva para a possibilidade de inserção do Projeto de Vida com tempo curricular definido em matriz. Dessa forma, asseguran- do que a perspectiva de protagonismo presente na Base Nacional Comum Curricular seja também materializada através do trabalho pedagógico com esse campo curricular inovador e necessário. 38 COSTA, Antônio Carlos Gomes da. Educação: coleção valores. São Paulo: Canção Nova, 2008.

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Página: 543 Demarcando ainda o campo privilegiado de fortalecimento do pro- tagonismo juvenil e da construção de identidades, que o Projeto de Vida deve ocupar, convidamos os profissionais da educação a reco- nhecerem seus estudantes como detentores de saberes, formas de sociabilidade e práticas culturais 39, aproveitando esse singular mo- mento do desenvolvimento humano, entre o final do Ensino Funda- mental e o início do Ensino Médio, para fomentar a construção do “eu”, para estimular a autonomia, para encorajar nossas juventudes a se preparar para ir além do que, muitas vezes, se acredita e se credita a elas. Não devemos desperdiçar a extraordinária potência que guardam as juventudes de construir identidades. É mais do que oportuno, portanto, que possamos mover o currículo na direção da construção de Projetos de Vida que inspirem as juventudes a ca- minhar na direção dos seus desejos e sonhos alicerçados em bases éticas, democráticas e humanistas.

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Página: 544 532 AVALIAÇÃO EDUCACIONAL A garantia de uma Educação Básica igualitária e de qualidade demanda um processo de ensino e aprendizagem que seja acompanhado por uma avaliação sistemática e abrangente que dê conta do ser humano em sua integralidade. A avaliação é parte integrante da Proposta Curricular e do Projeto Político-Pedagógico da escola e deve ser compreendida como processo relevante, construído e consolidado a partir de uma cultura de “avaliar para garantir o direito da aprendizagem”, e não para classificar e/ou limitar tal direito. A construção de uma prática educativa em que a avaliação esteja presente em todo processo de ensino e de aprendizagem, tanto no aspecto cognitivo quanto na dimensão das competências socioemocionais, torna a avaliação socioemocional menos subjetiva e mais transparente. De modo que os seus resultados possam ser apropriados por toda comunidade escolar, com vistas a promover a aprendizagem, considerando os princípios norteadores do currículo: identidade, diversidade, autonomia, interdisciplinaridade e contextualização, em que a qualidade da aprendizagem prevaleça, para que os objetivos sejam alcançados, permitindo ao estudante pensar sobre o seu processo de aprendizagem e ao professor sobre sua prática, como nos diz Krahe (1990, p. 21): “A avaliação não serve mais para simplesmente quantificar a aprendizagem do educando, e com isso moldá-lo para um padrão social existente, mas sim para, através de uma interação entre avaliando e avaliador, repensar a situação e em uma avaliação participativa despertar consciência crítica dentro de um compromisso com a práxis dialética em um projeto histórico de transformação.” Avaliar é refletir sobre as informações obtidas com vistas a (re)planejar ações, é uma atividade orientada para o futuro. A avaliação deve ser base para se (re)pensar e (re)planejar a gestão educacional e a ação pedagógica, pois informa o quanto conseguimos avançar e ajuda a pensarem como impulsionar novas ações educativas e projetos, e definir novas políticas públicas. A avaliação é um ponto de partida impulsionador, um elemento de definição a mais para se refletir a gestão educacional, (re)pensar e (re)planejar as ações pedagógicas, dentro e fora da sala de aula, um caminho a ser trilhado ao longo dos anos, tendo como foco principal o processo de ensino e aprendizagem. Portanto, a avaliação permite o trânsito entre lugares já percorridos e novos lugares, inclusive ainda não explorados, para que sejam cotidianamente (re)construídos como parte de um processo coletivo, dialógico, complexo, realizado por pessoas com expectativas, compromissos, conhecimentos, prática e desejos coletivos. Para tanto, a avaliação educacional deve ser compreendida como uma ferramenta determinante na coleta de informações necessárias aos

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Página: 545 elementos que compõem o sistema educacional responsável pela determinação das políticas educacionais pelos sistemas de ensino, diretores de escolas, professores e os próprios estudantes para tomada de decisões e para acompanhar e aperfeiçoar a dinâmica institucional. Nesse processo, procedimentos externos (organizados por órgãos locais e centrais da administração) e procedimentos internos (organizados pela unidade escolar) oferecem elementos para o desenvolvimento tanto da avaliação institucional como da avaliação do processo de ensino e de aprendizagem, tornando possíveis a criação de políticas públicas, o planejamento de intervenções pedagógicas focalizadas nas reais necessidades das escolas e dos estudantes, a identificação dos estágios de aprendizagem, a definição de materiais didáticos, a formação de educadores, a (re)elaboração de currículos, a detecção da distância ou a proximidade entre o que o ensino é e o que deveria ser. Dessa forma, a avaliação pode abranger o sistema educacional de um país, ou uma rede de ensino, ou um grupo de escolas, ou uma escola, ou uma turma de alunos, ou até mesmo um único aluno. Quem define o tipo de avaliação e o instrumento a ser utilizado é o objeto a ser avaliado. A avaliação do processo de ensino e de aprendizagem é uma das atividades que ocorre dentro de um processo pedagógico. Este processo inclui outras ações que implicam a própria formulação dos objetivos da ação educativa, na definição de seus conteúdos e métodos, entre outros elementos da prática pedagógica, como afirma Krug: “a avaliação não é um fim em si mesmo; é um processo permanente de reflexão e ação, entendido como constante diagnóstico, buscando abranger todos os aspectos que envolvem o aperfeiçoamento da prática sócio-política pedagógica”. Avaliar com foco no desenvolvimento de competências e habilidades exige uma mudança de paradigma de atitude nas formas de aprender, ensinar e avaliar como afirma o texto da BNCC (2017, p.13): “Por meio da indicação clara do que os alunos devem „saber‟ (considerando constituição de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores) e, sobretudo, do que devem „saber fazer‟ (considerando a mobilização desses conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho) [...].” A avaliação, portanto, deve ser pensada como um processo dinâmico e sistemático que orienta e acompanha o desenvolvimento pedagógico do ato educativo de modo a permitir seu constante aperfeiçoamento. Implica uma reflexão crítica da prática, buscando observar avanços, resistências, dificuldades e possibilidades tanto no professor quanto no estudante, num (re)pensar da avaliação nesse novo contexto, tendo como função permanente diagnosticar e acompanhar o ensino de cada professor e a aprendizagem de cada estudante a fim de auxiliar esses processos como parte integrante da implementação da Proposta Curricular e do Projeto Político-Pedagógico da escola.

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Página: 546 Para tanto, devemos avaliar de forma integral, contemplando todas as dimensões do indivíduo, isto demanda a elaboração de diferentes instrumentos que atendam às especificidades cognitivas e socioemocionais, tendo como ponto central o processo de aprendizagem e seu desenvolvimento, contemplando suas singularidades e diversidades. Por isso, esses instrumentos são de grande importância e devem ser elaborados para atender aos critérios previamente estabelecidos no Projeto Político-Pedagógico, ser de qualidade e diversificados, elaborados de forma clara quanto às expectativas de aprendizagem e, principalmente, no que está sendo avaliado. A avaliação é um dos maiores desafios da escola, pois os estudantes precisam desenvolver aprendizagens essenciais ao longo das etapas da Educação Básica incluindo as modalidades da Educação Especial, Educação do Campo e EJA, priorizando o seu progresso, interagindo com seus conhecimentos já adquiridos, colocando-o como protagonista, um ser ativo em seu processo de aprendizagem. Na educação inclusiva a avaliação deve ser feita de acordo às potencialidades e conhecimentos adquiridos pelos estudantes ao longo do processo de ensino e aprendizagem, sendo necessária a flexibilização das formas de avaliar para que se estabeleça uma educação especial e inclusiva. Nesta perspectiva é necessário que ela esteja em consonância com as necessidades educativas de cada aluno de forma coletiva e articulada com a proposta pedagógica da escola regular. No município é feito o acompanhamento nas escolas pela equipe do núcleo de Atendimento Educacional Especializado composto por professor de AEE, psicopedagoga e psicólogo com o intuito de orientar os professores a terem um olhar atento quanto às habilidades para que a avaliação seja através de um processo contínuo, dando ênfase no conhecimento conquistado a partir da superação das dificuldades que a deficiência lhes impõem. O processo avaliativo desenvolvido de acordo às especificidades da Educação do Campo se insere na proposta de trabalho das escolas municipais de Ichu considerando a contextualização necessária para assegurar a garantia do direito de aprendizagem. Para tanto, a valorização dos sujeitos do campo e suas realidades constituem o ponto de partida para uma avaliação que contribua para a formação desses estudantes. Como processo inerente à prática pedagógica, a avaliação deve possibilitar a formação integral contribuindo para a construção de identidades, respeitando espaços e cultura num processo de ampliação do conhecimento de mundo, a partir da realidade vivenciada, com objetivos de emancipação e conscientização num movimento de apropriação de saberes essenciais para a humanização.

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Página: 547 Na Educação de Jovens e Adultos a avaliação deve considerar, principalmente, os objetivos individuais e coletivos dos estudantes desta modalidade. Os registros e instrumentos avaliativos devem nortear os caminhos de aprendizagem a serem percorridos subsidiando os professores na tomada de decisões e aprimoramento de suas práticas. O estudante da Educação de Jovens e Adultos deve ser sujeito ativo nesse processo onde sejam respeitados os ritmos, as vivências e valorizadas as suas histórias de vida. O percurso percorrido por esses estudantes devem ser considerado sempre com um olhar sensível e diferenciado fugindo da classificação onde os aspectos qualitativos ganhem espaço em detrimento de resultados quantitativos. Além de o termo avaliar ter a ver com qualidade, o ato de avaliar, operacionalmente, “trabalha com a qualidade atribuída com base numa quantidade do desempenho do estudante que se manifesta com características mensuráveis, ou seja, determinado montante de aprendizagem” (LUCKESI, 2005, p. 33). Logo, o ato de avaliar é um ato de atribuir qualidade, tendo por base uma quantidade, o que implica ser, a avaliação, constitutivamente qualitativa. Assim, o predomínio da qualidade sobre a quantidade nada mais é do que a garantia no aperfeiçoamento da aprendizagem. E, não se deve confundir a qualidade com os aspectos afetivos e quantidade com os aspectos cognitivos. Luckesi (2005, p. 33) destaca que essa é uma natural distorção na escola e acrescenta: “Em avaliação da aprendizagem necessitamos de aprender a olhar nosso educando como um todo e, então, aprenderemos que a qualidade de um ato, seja ele cognitivo, afetivo ou psicomotor, tem a ver com seu refinamento, com seu aprofundamento e foi isso que o legislador quis nos dizer quando colocou na lei que, na aferição do aproveitamento escolar, deve levar em conta a qualidade sobre a quantidade.” A avaliação qualitativa e avaliação quantitativa não se contrapõem, mas se complementam, uma vez que dados, números e resultados traduzem também informações da realidade. Entretanto, não são suficientes para representar inferências, compreensões, conquistas e participações dos estudantes durante sua trajetória de vida escolar, como nos respalda a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Básica (LDB nº 9.394, de 1996), art. 24, inciso v, alínea “a”, que estabelece: “avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais”. Portanto, deve ser um processo dinâmico e sistemático que acompanha o desenvolvimento pedagógico do ato educativo, de modo a permitir seu constante aperfeiçoamento. Implica uma reflexão crítica da prática no sentido de observar avanços, resistências, dificuldades e possibilidades tanto do professor quanto do estudante, sua função é de, permanentemente, diagnosticar e acompanhar o ensino de cada professor e a aprendizagem de cada estudante, a

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Página: 548 fim de contribuir para o avanço da aprendizagem. Propondo assim intervenções pedagógicas com foco nas necessidades detectadas e evidenciadas durante o processo, tanto das escolas quanto dos estudantes, permitindo-nos formar cidadãos críticos conscientes, criativos, solidários e autônomos. Na Educação Infantil, é necessário avaliar as aprendizagens e também o desenvolvimento infantil. Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Infantil (BRASIL, 2010 b), alguns caminhos precisam ser trilhados para se poder ter uma avaliação coerente com as finalidades definidas para a Educação Infantil, bem como as peculiaridades das crianças na faixa etária de até cinco anos de idade. Deve-se optar, assim, por uma abordagem que reconheça a avaliação como uma ferramenta instigadora de políticas públicas e de ações que venham contribuir para a melhoria do atendimento a essas crianças. Bem como um instrumento indicador de informações e situações que contribua para redirecionar trajetórias, apoiar tomadas de decisões, contribuir para a formulação de projetos pedagógicos, subsidiar e orientar no acompanhamento da aprendizagem e desenvolvimento das crianças. Ressignificar a avaliação na Educação Infantil é pensar em uma concepção mediadora de avaliação. Como nos afirma Hoffmann, a avaliação mediadora é aquela que permite ao professor propor às crianças situações desafiadoras adequadas, a partir de observações realizadas no processo e refletidas por ele, possibilitando a construção de forma significativa dos conhecimentos necessários ao seu desenvolvimento. A observação é o principal instrumento nessa etapa que o professor tem para avaliar o processo de construção do conhecimento das crianças, pode indicar e/ou revelar aspectos importantes a serem examinados no percurso, contanto que seja com um olhar avaliativo, interpretativo. Assim, a avaliação deve ser feita por instrumentos de acompanhamento e registro do desenvolvimento da criança, sem o objetivo de promoção, como afirma a LDB nº 9.394, de 1996, no artigo 31. Um dos grandes desafios para os dois primeiros anos do Ensino Fundamental é o de garantir o processo de alfabetização e letramento, assegurando aos estudantes a apropriação do sistema de escrita, dando continuidade no 3º ano, conforme diretriz anterior (Resolução 07/2010 e o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa – PNAIC), que coloca como prazo limite com foco na ortografia, garantindo dessa forma condições que possibilitem o uso da língua nas práticas sociais de leitura e escrita e uma aprendizagem matemática mais crítica e reflexiva. A não retenção nos dois anos iniciais do Ensino Fundamental assegura a todos os estudantes a oportunidade de ampliar, sistematizar e aprofundar as aprendizagens básicas, imprescindíveis para o prosseguimento dos estudos, embora cada ano possua competências e

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Página: 549 habilidades, que devem ser desenvolvidas, como nos afirma o texto da Resolução CNE/CEB nº 7, de 2010, do Conselho Nacional de Educação Básica, no seu artigo 30. Os três anos iniciais do Ensino Fundamental devem assegurar: [...] III – a continuidade da aprendizagem, tendo em conta a complexidade do processo de alfabetização e os prejuízos que a repetência pode causar no Ensino Fundamental como um todo e, particularmente, na passagem do primeiro para o segundo ano de escolaridade e deste para o terceiro.” Uma avaliação diagnóstica, participativa, processual, cumulativa e redimensionadora da ação pedagógica requer um conjunto diversificado de procedimentos adotados pelo professor ao longo dos três primeiros anos, para a observação e acompanhamento da aprendizagem, de maneira contínua e, em parceria com o estudante, registrando cada etapa de seu crescimento. Nos 3º, 4º e 5º anos do Ensino Fundamental, o professor deve observar se os estudantes apresentam as competências, as habilidades e os conhecimentos prévios necessários para prosseguir em direção à próxima etapa, prevalecendo para promoção o alcance dos objetivos definidos para cada ano de estudo, cujos resultados serão expressos por meio de notas/conceitos/relatórios/pareceres. Entretanto, o professor deve utilizar procedimentos de observação e registro permanente do processo de ensino e de aprendizagem, o que implica acompanhamento contínuo e parceria com o mesmo a fim de garantir um percurso contínuo de aprendizagens entre os anos iniciais e as fases do Ensino Fundamental. Também do 6º ao 9º ano prevalecerá para promoção o alcance das competências e habilidades definidas para cada ano de estudo, cujos resultados serão expressos por notas ou conceitos. Contudo, tal prática não invalida a prática da observação e do registro. Três finalidades fundamentais se inserem na avaliação escolar como acompanhamento do processo de aprendizagem: diagnosticar o que está sendo aprendido, promover intervenções para adequar o processo de ensino à efetividade da aprendizagem e avaliar globalmente os resultados ao final do processo para conferir valor ao trabalho realizado.

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Página: 550 Para que a avaliação cumpra com essas finalidades, é necessário dispor de estratégias e instrumentos de avaliação que permitam verificar se os estudantes aprenderam o que foi ensinado ou se é necessário retomar conteúdos e criar novas oportunidades de conhecimento. O professor pode conceber algumas possibilidades pedagógicas na construção de uma avaliação a serviço da aprendizagem. A função dos processos avaliativos busca atingir objetivos diferenciados, respeitando as diferenças, promovendo uma educação de qualidade com equidade em busca de uma educação inclusiva, tornando os estudantes capazes de lidar com os desafios que a vida impõe.

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Página: 551 REFERÊNCIAS DOCUMENTO CURRICULAR REFERENCIAL DA BAHIA PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL – DCRB REFERÊNCIAS 472 533

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Página: 563 Município de Ichu Rua Roque Ferreira da Silva, 43 – Bairro Cruzeiro CNPJ – 13.906.151/0001-55 – CEP - 48.725.000 E-mail: ichuprefeitura@gmail.com (REPUBLICAÇÃO DA PORTARIA N° 012/2022, DE 07 DE MARÇO, NA EDIÇÃO ORDINÁRIA N° 1511 PÁGINA 6, DEVIDO A CONTER ERRO NO MATERIAL) PORTARIA N° 012/2022, DE 07 DE MARÇO DE 2022. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE ICHU, ESTADO DA BAHIA, no uso de suas atribuições legais: Considerando a necessidade de servidores junto à Secretaria Municipal de Educação e Cultura, e o bem dos serviços públicos e de sua continuidade, RESOLVE: Art. 1° - RELOTAR a servidora JOSEANE CARDOSO DOS SANTOS, Mat. 105447, Agente Público, lotada na Secretaria Municipal de Administração e Finanças, para a Secretaria Municipal de Educação e Cultura. Art. 2° - O referido servidor tem até 03 (três) dias para se apresentar ao superior hierárquico da Secretaria mencionada no art. anterior, sob pena de startar-se o procedimento administrativo correspondente. Art. 3° - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4°- Revogam-se eventuais disposições em contrário. Publique-se. Registre-se. Cumpra-se. GABINETE DO PREFEITO DO MUNICÍPIO DE ICHU, ESTADO DA BAHIA, 07 DE MARÇO DE 2022. JOSÉ GONZAGA CARNEIRO Prefeito Municipal

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Página: 564 Município de Ichu Rua Roque Ferreira da Silva, 43 – Bairro Cruzeiro CNPJ – 13.906.151/0001-55 – CEP - 48.725.000 e-mail: ichuprefeitura@gmail.com TERMO DE ADJUDICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO CARTA CONVITE Nº 001/2022 PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 035/2022 O Prefeito Municipal de Ichu, Bahia, o Senhor José Gonzaga Carneiro, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor, especialmente a Lei nº 8.666/93 e suas alterações posteriores, a vista das deliberações exaradas pela Comissão Permanente de Licitação, resolve: ADJUDICAR e HOMOLOGAR a presente Licitação em favor da(s) empresa(s): RIBEIRO ANJOS EMPREENDIMENTOS ENGENHARIA LTDA, inscrita no CNPJ: 21.763.372/0001-40, vencedora no valor de R$ 237.751,88 (duzentos e trinta e sete mil setecentos e cinquenta e um reais e oitenta e oito centavos); Processo nº 035/2022 Licitação nº 001/2022 Modalidade: CARTA CONVITE Data da Adjudicação e Homologação: 22/03/2022 Objeto da Licitação: Contratação de empresa especializada para realização de esgotamento sanitário na Avenida Joaquim Lazaro Carneiro, Rua Fernandes Marcelo de Oliveira e Rua Josefina Carneiro de Almeida. Ichu/BA, 22 de março de 2022 JOSE GONZAGA CARNEIRO Prefeito Municipal Página 1 de 1

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